Relatorio cbbd-2011

2,354
-1

Published on

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
2,354
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
31
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Relatorio cbbd-2011

  1. 1. RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO NO XXIV CONGRESSOBRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Edilenice Passos
  2. 2. RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO NO XXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃORELATÓRIO DE VIAGEM Apresento Relatório de Viagem em cumprimento ao disposto no caput doartigo 2º do Ato da Diretoria-Geral nº 4.731, de 2011, in verbis: Art. 2º O servidor do Senado Federal autorizado a viajar a serviço deverá, no prazo de até cinco dias úteis após seu retorno, apresentar Relatório de Viagem, conforme modelo anexo.O EVENTO O Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência daInformação (CBBD) é promovido pela Federação de Brasileira de Associações deBibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB) desde 1954, com oobjetivo de “revelar, no contexto da sociedade da informação e do conhecimento, oestado da arte das pesquisas, das práticas e do desenvolvimento de produtos eserviços relacionados às bibliotecas, sistemas de informação, documentação e redesde bibliotecas no Brasil e do exterior.” O XXIV CBBD foi organizado na forma de workshops, sessões de comunicaçãode trabalhos e sessões plenárias. Na abertura do evento foi discutida uma situação de interesse da classe quemerece ficar aqui registrada. Com a aprovação da lei que determina que haja umbibliotecário em cada biblioteca de cada instituição de ensino, foi aberto um mercadode trabalho de aproximadamente 200 mil novas vagas para o bibliotecário.Considerando que no País existem 18 mil bibliotecários atuantes, há um déficit muitogrande. A classe teme que possa ocorrer uma desregulamentação da profissão, mesmoque o artigo terceiro da Lei nº 12.244, de 2010, determine in verbis: Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez
  3. 3. anos, respeitada a profissão de Bibliotecário, disciplinada pelas Leis nºs 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998.ALGUMAS ESTATÍSTICAS DO EVENTO Algumas estatísticas do evento foram anunciadas na sessão de encerramentoque consideramos interessantes para mostrar a abrangência e a importância docongresso para a classe bibliotecária. A 24º edição do CBBD, em Maceió, recebeu 1.146 congressistas, oriundos detodos os estados brasileiros. Do Distrito Federal estavam inscritos 61 profissionais. O tema central foi Sistemas de Informação, multiculturalidade e inclusão socialsubdivido em três subtemas: 1) Informação, Conteúdos e Conhecimento na Sociedadeda Informação; 2) Direito à Informação, Acesso à Informação e Inclusão Social; 3)Políticas de Informação, Multiculturalidade e Identidade Cultural. Os oito workshops oferecidos foram frequentados por 155 profissionais.Aconteceram cinco sessões plenárias. Em relação às apresentações orais das pesquisase relatos de experiências, foram aprovados 288 trabalhos que constam dos Anais doXXIV CBBD, mas foram efetivamente apresentados 234. Na seção de pôsteres estavamdisponibilizados 129. A feira de produtos e serviços contou com 42 expositores e, ainda, foiapresentada a biblioteca modelo, organizada pela FEBAB e patrocinadores, que ao finaldo evento foi doada ao município de Arapiraca (AL).O WORKSHOP: Do You speak Google? O workshop foi uma atividade pré-congresso, realizada de 9 às 17 horas, no dia7 de agosto (domingo). Entre as oito possibilidades oferecidas, escolhi participar doworkshop Do you speak Google?, ministrado pela professora Suely de Brito ClementeSoares. Com certeza o Google é o buscador mais utilizado por leigos e profissionais naprocura por informações. Muitas de suas ferramentas, funcionalidades, produtos eserviços podem servir de exemplo para o Portal LexML. A primeira parte do curso discutiu o Google como símbolo da “linguagem” dosnossos dias, a geração Google. A discussão não se resumiu apenas ao Google, mas às
  4. 4. novas formas de transmissão de informação, que tem o Google como grandeexpoente. A instrutora destacou as características desse estágio da era informação queagora vivemos. Antigamente, o corte era verticalizado, onde instituições e governosdecidiam o que a população podia e deveria tomar conhecimento – como exemplocitou o caso da chegada do homem à lua, quando apenas e tão somente a Nasa decidiuo que podia ser divulgado. Nos dias atuais, o corte é horizontal, pois todo cidadão comum celular na mão é capaz de ser espectador e ao mesmo tempo um divulgador deinformações de eventos e essa divulgação tem alcance mundial. O exemplo maismarcante e recente é o terremoto que aconteceu no Japão, quando transeuntesfilmaram e fizeram upload de imagens logo após o acontecimento. Discutiu-se também a máxima que a internet e Google “emburrecem”, para ainstrutora estamos no “dia seguinte” da revolução ou da evolução das formas deconstrução do conhecimento e na sua divulgação. Ela advoga que os “instrumentos demedição” do QI precisam ser atualizados, pois se por um lado perdemos algumashabilidades, por outro desenvolvemos outras, pois novas sinapses cerebrais sãoativadas por causas das novas mídias. Mencionei a notícia recente que a maioria dosestados americanos estão abolindo a letra cursiva. Para a instrutora esse fato não éassustador e segundo sua concepção precisamos analisar esse fato à luz do novoambiente que vivemos. Citou ainda Platão que achava que a escrita não era bem-vinda, porque para ele a verdadeira forma de transmissão do conhecimento seria orale presencial, quando era possível o diálogo e a discussão. Mencionei ainda UmbertoEco que fala da velocidade do envelhecimento das mídias. Segundo ele não é maispossível ler registros gravados em disquetes, mas ainda é possível ler o materialimpresso há mais de 500 anos, por exemplo. As características do Google, e na verdade das novas ferramentas deinformação, podem ser:  Atemporal e ubíquo – os serviços estão disponíveis a qualquer momento do dia, sendo que o usuário pode acessá-los de seu escritório, residência, por exemplo;  Híbrida – as formas de acesso são híbridas, pois o acesso pode ser por computador, notebook, celular, ou Ipad. As bibliotecas estão também
  5. 5. fornecendo serviços híbridos, pois oferecem serviços presenciais e digitais;  Rastreabilidade – cada vez mais nossas “trilhas” digitais são mapeáveis e serviços como o Google podem formar um perfil de casa usuário pelo uso que ele faz da internet;  Customização – os serviços e produtos estão oferecendo a possibilidade de serem oferecidos de forma personalizada para cada usuário satisfazendo suas necessidades e tem a forma de apresentação que for mais interessante para o usuário. No caso, do tradicional catálogo de biblioteca que avançou para OPAC, agora está ou deveria estar aceitando a folksonomia, permitindo ao usuário que inclua suas próprias “tags” (cabeçalho de assuntos). Na feira de produtos e serviços foi possível ver a ferramenta PRIMO, desenvolvida pela Ex-Libris que permite essa função;  Compartilhável – as diversas facetas do Google são interoperáveis permitindo o compartilhamento de informações e arquivos, como consequência é possível o trabalho em colaboração, a exemplo do Google Docs.  “Embeb” – as diversas ferramentas podem ser “embedáveis” ou incorporadas de um instrumento para outro. Um dos pontos negativos do excesso da rastreabilidade, além da falta deprivacidade, é o risco que se corre de perder documentos. Sempre que acessamos osistema somos reconhecidos e os resultados de nossas buscas são trazidos de acordocom o nosso perfil que já foi anteriormente definido. A instrutora mostrou algumas das funcionalidades do Google, tais como:  Alerta Google – é possível cadastrar palavras e expressões e somos avisados por email sempre que essas palavras ou expressões apareçam em novos documentos;  Google Docs – é uma ferramenta que permite construir documentos (arquivos Word, planilhas ou apresentações) em conjunto;  Google site – oferece “templates” para a construção de sites;
  6. 6.  YouTube – foi mostrada a função de tradução com a colocação de legendas para vídeos em outros idiomas diferentes que o português; O Google é a grande representação do novo ambiente que o bibliotecárioprecisa estar preparado para atuar. Nesse sentido é importante o autodidatismo e oexercício da “curiosidade profissional” em procurar e testar novos instrumentos. Essasnovas ferramentas tem um grande impacto no dia-a-dia do profissional da informação. A segunda parte do curso se deteve nos ensinamentos para o estabelecimentoda estratégia de busca na web, principalmente utilizando a pesquisa avançada doGoogle.EXPOSIÇÕES ORAIS As 234 exposições foram apresentadas simultaneamente em sete salasdiferentes, no período matutino e vespertino, sendo assim o congressista necessitavaescolher as palestras de seu interesse. Cada palestrante tinha 20 minutos para a suaapresentação. Tentei eleger as palestras que tivesse como temática informaçãojurídica e/ou o uso de novas tecnologias. Pelas palestras assistidas, pude observar duas vertentes: o intensivo uso denovas mídias e a discussão de problemas que já são antigas preocupações naBiblioteconomia. O usuário modificou seu comportamento e exige mudanças dos serviços deinformação que lhe são oferecidos, exige inclusive mudanças nas regras dasbibliotecas, como a revogação da proibição da utilização de celulares em bibliotecas,porque esses dispositivos móveis possuem aplicativos onde o usuário buscanormalmente sua informação. As redes sociais agilizam a transmissão da divulgação dainformação e conseqüentemente do conhecimento, mas as bibliotecas precisamanalisar e aprender como utilizar as redes sociais para a disseminação da informaçãoque é de interesse para a entidade mantedora. Os blogs e o Twitter são formas velozesde comunicação com o usuário, mas os bibliotecários precisam estar preparados paraentender a dinâmica dessas ferramentas escolhendo de forma correta a abordagemque será feita. Deve-se entender que nesses ambientes o usuário tem uma posturabastante informal, utiliza linguagem natural e manifesta-se sem inibições. Se o uso quea biblioteca fizer dos blogs e o Twitter for muito burocrático pode ter efeito adverso ao
  7. 7. esperado – conquistar o usuário – e afastá-lo desses meios de comunicação. Obibliotecário ao utilizar essas ferramentas precisa criar uma relação de confiança edesenvolver um sentimento de pertencimento no usuário. O usuário passa a ser ator e autor dentro das redes sociais. Esses papéis podemser também desenvolvidos pelo usuário dentro dos serviços oferecidos pela biblioteca.No cenário anterior, os bibliotecários eram os únicos responsáveis pela indexação dosdocumentos; com as novas ferramentas, o usuário passa a ser um colaborador aoincluir suas “tags” e comentários sobre determinado livro ou artigo de periódico, porexemplo. O bibliotecário precisa repensar as formas de tratamento da informação parapotencializar a sua recuperação. É preciso ter conhecimento de Netnografia paraentender o comportamento do usuário na internet e oferecer os serviços de acordocom o seu perfil, interesse e com a linguagem apropriada. Em quase todas as palestras foi possível notar termos ou expressões que serepetiam: blogs, wikis, redes sociais, Facebook, acesso aberto, software livre, Google,interoperabilidade, preservação digital, biblioteca 2.0, web 2.0 e pontos unificados.Essa constante mostra a tendência moderna. Curioso foi conhecer outro serviço similar ao Portal LexML, que pretende serum ponto unificado para a recuperação de informação. A Secretaria Municipal deCultura de São Paulo fez um levantamento e identificou 30 bases de dados, emdiversos formatos, que registravam o acervo cultural e histórico. Criou, então, um sítiona internet que será um ponto de unificado para essas bases de dados, agregandoassim um único só lugar as informações. Dessa forma, será possível dar visibilidade aoacervo “rompendo a barreira dos armários, arquivos e computadores locais”. O único trabalho sobre FRBR era de autoria de estudantes de Biblioteconomia.O trabalho muito incipiente e tratava-se apenas de um estudo de caso com a obraMacunaíma. A palestra não trouxe novos conhecimentos, mas trouxe a oportunidadede divulgar a FRBRização da doutrina disponível no Portal LexML, pois utilizei o tempopara perguntas para falar dessa experiência inédita no País. No intervalo, converseitambém com o moderador da Mesa, professor José Fernando M. da Silva (ECA-USP),que ensina catalogação, transformando-o em multiplicador da divulgação do processode FRBRização da doutrina e do próprio Portal LexML.
  8. 8. Entre as preocupações antigas dos bibliotecários, pude notar que a luta poraumento do espaço físico das bibliotecas ainda é e será um grande problema. Com oaumento da facilidade de publicação, mais material chega ao mercado e sãoadquiridos pelas bibliotecas. Mesmo seguindo rígidas políticas e normas dedesenvolvimento de coleção, as bibliotecas sofrem com a falta de espaço físico. Assoluções para o problema passa pela aquisição de material digital, que ocupam menosespaço, pela valorização da cooperação planificada e consórcio de periódicos. Foiapresentada a experiência de Harvard University, MIT e Duke University quetransferem para outro espaço físico menos privilegiado os materiais que têm menosprocura e utilização. Também pôde ser observado um grande número de trabalhos que tinham abiblioteca acadêmica como objeto de pesquisa. A explicação desse fenômeno poderesidir no fato que professores possuem o perfil de pesquisador e tem o hábito deregistrar seus trabalhos. Ao contrário, os bibliotecários jurídicos desenvolvemtrabalhos de suma importância, mas se furtam ao dever de repassar seusconhecimentos aos colegas. Sempre se tem muito a ganhar com a experiência doscolegas de profissão. Entre as temáticas, uma inusitada destaca-se com toda certeza: o marketingolfativo. Usando a teoria e técnicas da aromaterapia, seria possível criar um cheiropróprio para cada biblioteca, criando até um “logocheiro”.APRESENTAÇÃO DO TRABALHO No dia 8 de agosto, às 10:50, na Sala Murilo Bastos da Cunha, apresentei otrabalho Modelo de Requisitos para a Gestão da Informação Jurídica, escrito por mim,João Alberto de Oliveira Lima, José Ronaldo Vieira, Rosa Maria Geaquinto Paganine,Janete Torres. Todos são integrantes do Grupo de Trabalho de Modelo de Requisitos. O objetivo do texto apresentado foi mostrar o trabalho que vem desenvolvidopara a criação do Modelo de Requisitos, que teve inspiração no MOREQ, E-Arq Brasil eMOREQ-JUS. A gestão da informação jurídica tem sido preocupação antiga dos juristase bibliotecários jurídicos. Em 1972, iniciou a gestão automatizada da informaçãojurídica com a criação da base de dados NJUR, pelo Senado Federal. Atualmente,temos três grandes bases de dados que reúnem, compilam, divulgam a legislação
  9. 9. brasileira de hierarquia superior e auxiliam na compreensão ordenamento jurídico doPaís. O ponto central é saber se essas bases de dados estão realizando a gestão dainformação jurídica de forma ideal. O modelo de requisitos oferecerá diretrizes quepossibilitarão o incremento da qualidade da gestão da informação jurídica e das basesde dados propriamente ditas. Esse modelo servirá de referência na contratação,desenvolvimento e/ou melhoria de um sistema de informação jurídica. A pequena sala estava lotada, com aproximadamente 50 pessoas, algumas empé, mas a platéia se mostrou interessada, atenta e participativa. Foi uma oportunidadeúnica para divulgar também o Portal LexML.POSTER Entre os pôsteres, destaco três:  Terminologia em ciências da saúde e a nova ortografia da língua portuguesa, de autoria de Teresa Avalos Pereira, Andreia da Silva Santos, Andreia Cristina Feitosa do Carmo;  Campanha obra-prima: adequar o comportamento nas bibliotecas é preciso, desenvolvida por Rose Mendes da Silva;  No silêncio a gente se entende: sensibilizando os servidores da biblioteca, preparado por Najla Bastos de Melo, Leila Aparecida Arantes Silva, Leonel Ferreira Laterza. O primeiro lembra da necessidade de atualização dos vocabulários em funçãoda nova ortografia da língua portuguesa. No caso do Direito, muitas palavras tiveramsua grafia modificada (como por exemplo, corréu que antes era grafado co-réu) e hánecessidade que os autores sigam as novas normas, mas também a linguagemdocumentária. O segundo é uma campanha foi desenvolvida com o objetivo de modificarcertos comportamentos recorrentes dos usuários dentro da biblioteca, tais como:“barulho nas áreas de estudo das bibliotecas; desrespeito aos prazos dedevolução/renovação; má conservação das obras; reposição de livros de maneiraincorreta nas estantes; e desorganização dos espaços de estudo e de trabalho. Parasimbolizar as atitudes visadas na campanha foram selecionadas cinco grandes obrasdas artes plásticas no mundo.”
  10. 10. Campanhas de silêncio direcionadas aos usuários são comuns, mas o terceiropôster mostra uma campanha de silêncio tendo como alvo os servidores da bibliotecaque muitas vezes esquecem a necessidade de se manter o baixo tom de suas vozes,seja na conversa com o colega ou no telefone. A campanha me parece inédita e muitocriativa.FEIRA DE PRODUTOS E SERVIÇOS De todos os produtos que estavam à mostra na Feira de Produtos e Serviços,destaco o PRIMO, da ExLibris, por sua semelhança com o Portal LexML. Na suadescrição do catálogo da empresa consta: “Elimina a necessidade de busca emmúltiplos sistemas para diferentes tipos de mídia, ao consolidar todos os dados derepositórios locais – catálogos de bibliotecas e repositórios digitais da ExLibris ou deoutros fornecedores – com resultados obtidos em fontes remotas, pelo MetaLib. [...] OPrimo incorpora funções da internet 2.0 (blogs, redes sociais, etc.) e da Biblioteca 2.0,enriquecendo a experiência dos usuários e permitindo que membros das instituiçõespossam compartilhar tags, avaliações e revisões.” No estande da 3M foi possível conhecer os terminais de autoempréstimo eautodevolução do material do acervo e também o equipamento portátil sem fios quefacilita o inventário e a localização dos itens na estante.CERTIFICADOS Em anexo estão cópias dos certificados de:  Avaliadora de trabalho técnico-científico, pois fui voluntária para colaborar na avaliação dos textos submetidos ao XXIV CBBD e tive a oportunidade de avaliar quatro artigos;  Participante do Workshop Do you speak Google?, realizado no dia 7 de agosto (domingo), com carga horária de oito horas.  Apresentadora do trabalho na categoria oral;  Congressista por ter freqüentado o evento na íntegra, com carga horária de 24 horas.
  11. 11. CARTÃO DE EMBARQUE Da mesma forma, estão em anexo, os cartões de embarque que comprovammeus deslocamentos (Brasília-Maceió-Brasília), em 6 de agosto e 11 de agosto,respectivamente.CONCLUSÃO A participação do XXIV CBBD me propiciou a oportunidade de divulgar otrabalho que vem sendo desenvolvido pelo Comitê Gestor de Informação do LexML etambém do Portal LexML propriamente dito. Da mesma forma, me favoreceu aoportunidade de manter contato pessoal com bibliotecários de outras regiões do País,e de conhecer as novas pesquisas que estão sendo desenvolvidas na área, os novosprodutos e serviços que estão no mercado. Agradeço a oportunidade de participar do maior evento da área daBiblioteconomia brasileira. Brasília, 16 de agosto de 2011 EDILENICE PASSOS Matrícula 28906

×