Psicologia na vida adulta

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Psicologia na vida adulta

  1. 1. Psicologia da vida adulta <ul><li>Grupo 3: </li></ul><ul><li>Transtornos na idade adulta: </li></ul><ul><li>Depressão , bipolar e síndrome do pânico </li></ul>
  2. 2. Componentes do grupo 3: <ul><li>Claudia </li></ul><ul><li>Edilaine </li></ul><ul><li>Flávia </li></ul><ul><li>Leila </li></ul><ul><li>Neli </li></ul><ul><li>Vera </li></ul>
  3. 3. Depressão
  4. 4. O que é: <ul><li>A depressão é uma doença da mente e do corpo. Muitas pessoas têm ambos sintomas, físicos e psicológicos, mas a natureza exata da doença varia de uma pessoa para outra. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Uma doença depressiva não é algo passageiro. Também não é sinal de fraqueza ou uma condição que possa ser superada pela vontade ou com esforço. As pessoas com doença depressiva não podem simplesmente recompor-se e melhorar por conta própria. Sem tratamento os sintomas podem durar semanas, meses ou anos. </li></ul>
  6. 6. Causas da depressão: <ul><li>Certos tipos de depressão pode ser herdada. Em algumas famílias, a depressão maior também parece ocorrer de geração em geração. Mas pode aparecer em indivíduos que não possuem história familiar de depressão. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Nas pessoas que sofrem de depressão há pouco suprimento de três importantes neurotransmissores: </li></ul><ul><li>Dopamina </li></ul><ul><li>Serotonina </li></ul><ul><li>Noradrenalina </li></ul><ul><li>A constituição psicológica também desempenha papel na vulnerabilidade à depressão. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  8. 8. O pensamento depressivo faz com que a pessoa veja sempre o lado negativo do mundo: <ul><li>Pensamentos negativos </li></ul><ul><li>Expectativas altas e irracionais </li></ul><ul><li>Erros de julgamento </li></ul>
  9. 9. Sintomas da depressão
  10. 10. PSICOLÓGICOS: <ul><li>Baixo-astral </li></ul><ul><li>Perda de interesse nas coisas que você costumava apreciar </li></ul><ul><li>Ansiedade </li></ul><ul><li>Embotamento emocional </li></ul><ul><li>Problemas de concentração e de memória </li></ul><ul><li>Delírios </li></ul><ul><li>Alucinações </li></ul><ul><li>Impulsos suicidas </li></ul><ul><li>Sentimentos de culpa </li></ul><ul><li>Inutilidade </li></ul><ul><li>Desamparo </li></ul>
  11. 11. FÍSICOS: <ul><li>Problemas com o sono (dificuldade em pegar no sono, despertar muito cedo pela manhã ou dormir demasiadamente) </li></ul><ul><li>Lentidão mental e física </li></ul><ul><li>Aumento ou falta do apetite </li></ul><ul><li>Aumento ou perda de peso </li></ul><ul><li>Perda de interesse no sexo </li></ul><ul><li>Cansaço </li></ul><ul><li>Constipação </li></ul><ul><li>Irregularidades na menstruação </li></ul><ul><li>Sintomas físicos e persistentes que não respondem a tratamento( dor de cabeça, distúrbios digestivo e dor crônica). </li></ul>
  12. 12. FATORES QUE TORNAM O INDIVIDUO PREDISPOSTO À DEPRESSÃO <ul><li>Genes </li></ul><ul><li>Personalidade </li></ul><ul><li>Meio familiar </li></ul><ul><li>Padrões de pensamento </li></ul><ul><li>Controle limitado sobre seu destino, </li></ul><ul><li>Stress </li></ul><ul><li>Acontecimentos da vida </li></ul><ul><li>Distúrbios físicos </li></ul><ul><li>Falta de luz solar. </li></ul><ul><li>Sexo </li></ul>
  13. 13. OS 10 ACONTECIMENTOS MAIS ESTRESSANTES NA VIDA <ul><li>Morte de um cônjuge </li></ul><ul><li>Divórcio </li></ul><ul><li>Separação conjugal </li></ul><ul><li>Aprisionamento </li></ul><ul><li>Morte de um amigo ou familiar muito chegado </li></ul><ul><li>Lesões ou doenças </li></ul><ul><li>Casamento mal sucedido </li></ul><ul><li>Perda de emprego </li></ul><ul><li>Reconciliação conjugal </li></ul><ul><li>Aposentadoria </li></ul>
  14. 14. AJUDE A SI PRÓPRIO! Medidas contra a depressão: <ul><li>Preparar-se para lidar com as dificuldades </li></ul><ul><li>Tirar uma folga do trabalho </li></ul><ul><li>Discutir seus problemas </li></ul><ul><li>Mudar seu modo de vida </li></ul><ul><li>Juntar-se a um grupo </li></ul><ul><li>Cuidar-se de si próprio </li></ul><ul><li>Gerir o stress </li></ul><ul><li>Relaxar </li></ul><ul><li>Massagem </li></ul><ul><li>Terapia com animais de estimação </li></ul><ul><li>Medicina alternativa (homeopatia, acupuntura, hipnose) </li></ul>
  15. 15. Tratamento da depressão <ul><li>Terapias psicológicas- ( tratamento mais popular, pois não adota medicamentos). Consiste na conversa sobre as coisas que estão perturbando. </li></ul><ul><li>Terapias de curta duração: </li></ul><ul><li>a)cognitiva: funciona especificamente sobre os padrões do pensamento depressivo.Prestar atenção no modo como pensa. </li></ul><ul><li>b)comportamental: o foco principal é sobre o que fazemos e não o que pensamos. </li></ul><ul><li>c)cognitivo-comportamental:usa elementos das duas terapias d)cognitiva analítica: outra nova terapia.Usa técnicas cognitivas e comportamentais, mas investiga seu passado para dar-lhe uma idéia de onde surgem suas maneiras de pensar. Encontra justificativas para seus problemas. </li></ul><ul><li>Terapias a longo prazo- psicanálise e aconselhamento ( causas profundas de depressão) </li></ul><ul><li>Medicamentos antidepressivos. </li></ul>
  16. 16. TIPOS DE DEPRESSÃO <ul><li>DEPRESSÃO CLÁSSICA:. </li></ul><ul><li>DISTIMIA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO SAZONAL:. </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO PSICÓTICA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO REATIVA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO ENDÓGENA:. </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO NEURÓTICA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO UNIPOLAR: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO AGITADA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO RETARDADA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO MASCARADA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO ORGÂNICA: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO PÓS-PARTO: </li></ul><ul><li>DEPRESSÃO BIPOLAR: </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Euforia </li></ul><ul><li>Agitação </li></ul><ul><li>Aumento de energia </li></ul><ul><li>Agressividade </li></ul><ul><li>Explosividade </li></ul><ul><li>Impulsividade </li></ul><ul><li>Aumento de riscos e gastos </li></ul><ul><li>Distração </li></ul><ul><li>Apatia </li></ul><ul><li>Desânimo </li></ul><ul><li>Tristeza </li></ul><ul><li>Ansiedade </li></ul><ul><li>Falta de prazer do pólo negativo. </li></ul>Trata-se de um transtorno mental em que o humor assume autonomia, deixando de responder adequadamente ao que seria esperado, com variações diversas como: Depressão Bipolar
  18. 18. Fatores de influência: <ul><li>Parentes que apresentem esse problema (80 a 90% dos pacientes também tem familiares com o transtorno) </li></ul><ul><li>Incidentes, ou acontecimentos fortes como mudanças, a troca de emprego, o fim do casamento e a morte de pessoa querida. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>O início da doença pode se dar em torno em torno de 20 a 30 anos de idade, ou após os 70 anos, mas também há casos na adolescência e infância. </li></ul><ul><li>O transtorno bipolar afeta homens e mulheres na mesma proporção. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>A depressão Bipolar pode ser dividido em dois tipos: </li></ul><ul><li>O tipo I e o tipo II. </li></ul>
  21. 21. Tipo I <ul><li>A persistência dos episódios de humor pode durar de algumas semanas a meses, a mania inclui euforia, aumento de energia, a expansividade, otimismo exagerado, atitudes arriscadas e ousadas, diminuição da necessidade de sono e dispersão, o que está errado nesse estado maníaco é a sensação de estar superfeliz, excitado e supermaravilhoso (ou superagressivo e arrogante), mesmo sem motivo aparente. Não é incomum que extremos de humor levem ao prejuízo pessoal, suicídio, no momento de depressão ou turbulência. </li></ul>
  22. 22. Mania? <ul><li>O termo mania é popularmente entendido como tendência a fazer várias vezes a mesma coisa. Mania em psiquiatria significa um estado exaltado de humor. </li></ul>
  23. 23. Tipo II <ul><li>Caracteriza-se por não apresentar episódios de mania, mas de hipomania com depressão. A fase maníaca é mais branda e curta, os sintomas são semelhantes, mas as depressões, por outro lado, podem ser profundas. Pode ter início na adolescência, com oscilação de humor, mas uma parte dos pacientes só expressa a fase depressiva, ao redor dos 40 anos. </li></ul>
  24. 24. Tratamento <ul><li>É sempre medicamentoso. </li></ul><ul><li>Quando a fase maníaca é muito forte, é difícil tratar fora de um hospital. </li></ul><ul><li>A psicoterapia tem um papel importante, mas não na fase aguda. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>O lítio é a medicação de primeira escolha, mas não é necessariamente a melhor para todos os casos. Freqüentemente é necessário acrescentar os anticonvulsivantes como o tegretol, o trileptal, o depakene, o depakote, o topamax. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>A família pode ajudar as pessoas com esse transtorno, antes de tudo é preciso combater o medo, porque é ele que aparece primeiro. Depois, é tentar não agir agressivamente contra a pessoa na fase de euforia. No começo, ela é até engraçada, de pensamento ágil e criativo. Se os familiares não estiverem inseguros e temerosos, poderão convencê-la a procurar atendimento para um diagnóstico diferencial, a fim de eliminar possíveis causas imediatas da doença. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>No Brasil existe uma associação de apoio a pacientes com esse transtorno bipolar: a ABRATA, Associação Brasileira de Transtornos Afetivos, que tem site na internet http: www.abrata.com.br> </li></ul>
  28. 28. Síndrome do Pânico Um tipo de ansiedade <ul><li>É uma crise de ansiedade aguda, sendo uma enfermidade que se caracteriza por crises absolutamente inesperadas de medo e desespero. </li></ul>
  29. 29. Sintomas <ul><li>Taquicardia </li></ul><ul><li>Sudorese </li></ul><ul><li>Sensação de falta de ar </li></ul><ul><li>Tremor </li></ul><ul><li>Fraqueza nas pernas </li></ul><ul><li>Ondas de frio ou calor </li></ul><ul><li>Sensação de perda de controle </li></ul><ul><li>Tonturas </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Um medo muito comum é o de voltar a ter outra crise de pânico, o que normalmente é um dos fatores que a provoca. </li></ul>
  31. 31. As causas podem ser: <ul><li>a) PSICOLÓGICAS: reação a muito stress ou uma situação difícil, cuja solução também seja difícil; </li></ul><ul><li>b) FÍSICAS: alterações no organismo provocadas por medicamentos, doenças físicas, por abuso de álcool ou de drogas; </li></ul><ul><li>c) Genética Familiar: predisposição familiar para doenças psicossomáticas. </li></ul><ul><li>      </li></ul><ul><li>Normalmente a síndrome é uma combinação de várias causas. </li></ul>
  32. 32. Tratamento da síndrome do pânico <ul><li>Consiste em acabar com os sintomas físicos com a ajuda de medicamentos específicos e acabar com as fobias através da combinação de medicamentos com Psicoterapia. Terapias de relaxamento ajudam no tratamento. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>A vida cotidiana das pessoas acometidas dessa síndrome, vai se tornando restrita. As limitações vão se impondo e o resultado é uma dramática incapacidade de dirigir sua vida. As dificuldades vão surgindo de forma interrelacionada e aumentando progressivamente. Muitas pessoas perdem o emprego, sentindo-se inundadas por um sentimento de total impotência e incompetência, os motivos, até então invisíveis, começam a ser percebidos no meio social a partir dos fracassos que se infiltram, pouco a pouco, vão passando todos os setores da vida. As restrições vão se impondo sucessivamente a ponto que a pessoa pode mesmo vir a se encontrar enclausurado em sua própria casa (tornado-se uma fobia), inteiramente dependente de terceiros. </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Um grande número de pessoas com a Síndrome do Pânico, devido à falta de informação e de acesso a tratamento adequado, busca alívio no álcool e nas drogas. </li></ul>
  35. 35. Bibliografia <ul><li>Sites da internet:: </li></ul><ul><li>http://www.psicosite.com.br/tra/hum/bipolar.htm#sintomas   </li></ul><ul><li>http://www.mentalhelp.com/DAB.htm </li></ul><ul><li>www.igt.psc.br </li></ul><ul><li>http://drauziovarella.ig.com.br/entrevistas/panico.asp </li></ul><ul><li>http://www.cerebromente.org.br/n12/doencas/panico.htm </li></ul><ul><li>http://www.minhavida.com.br/materias/bemestar/Vivendo +com+a+ sindrome +do+ panico .mv </li></ul><ul><li>Guia de saúde familiar - edição especial da revista Isto é Supervisão médica do Hospital Israelita Albert Einstein - São Paulo - 1999 </li></ul><ul><li>PELLEGRINI, Luis (PSICOMEDICINA, Como a Mente pode salvar o Corpo - Revista Planeta, maio/2005, p43) </li></ul>

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