Cidade, Território e Espaços Barrocos No Estado Moderno - Presentation Transcript
Cidade, território e espaços barrocos no Estado Moderno
prof. Eduardo Geraldes
1.Premissas
relações características entre sistemas políticos e o espaço produzido
a cidade como categoria analítica
estabelecimento de parâmetros gerais
prof. Eduardo Geraldes
2. Alcance e limites
Breve contextualização
Teorias do Barroco
Cidade e espaço
inferências- reflexões- provocações
prof. Eduardo Geraldes
"E quem se torna senhor de uma cidade acostumada a viver livre e não a destrói, que aguarde ser destruído por ela, porque ela sempre tem como refúgio de suas rebeliões a palavra liberdade e seus velhos costumes, os quais nem pela extensão do tempo nem por nenhum benefício serão jamais esquecidos." (Maquiavel - O príncipe)
prof. Eduardo Geraldes
3.O Estado Moderno
as relações sociais possuem atributos próprios e independentes
a sociedade:condições econômicas e políticas
ciência política
legitimação popular e instituições representativas
filosofia: 4º modo do silogismo escolástico . premissa universal afrimativa . premissa particular negativa . conclusão particular negativa " Todo homem é animal; algumas pedras não são animais; logo, algumas pedras não são homens" (Pedro Hispano, Summ. log. 4.11)
prof. Eduardo Geraldes
5. Teorias do Barroco
A complexidade analítica do movimento não permite soluções fáceis
Rejeição de uma definição por contraste/ ruptura
prof. Eduardo Geraldes
5.a- Corrente genético-formal
Max Dvorak: as formas e estilos seguem uma lógica contextual intrínseca
Wolfflin: Negação das referências e marcos cronológicos:domínio da forma sobre o contexto. .pictórico- tridimensional- formas abertas- unidade-clareza relativa
prof. Eduardo Geraldes
integração visual do observador ao espaço pictórico
passagem da superfície à profundidade
oposições formas abertas x fechadas
passagem da multiplicidade à unidade
clareza relativa
5.a- Corrente genético-formal (cont.) prof. Eduardo Geraldes
5.b- corrente genético-social
Weisbach: contra-reforma- a manipulação da forma como sedução sensorial e contraste à austeridade protestante
Ballet: absolutismo - a manipulação da forma como símbolo de poder absoluto : a beleza como superioridade; violação da razão pela emoção
Hauser: particularidades culturais
prof. Eduardo Geraldes
"A marca distintiva da era do Barroco é o método de pensar e sentir nela prevalescentes; sua principal feição, o desenvolvimento de uma específica categoria de universalidade. ... isto manifesta-se como um novo poder de moldar o espaço e alcançar um todo surpreendente e uno... . Mas, digno de nota é que em todos os setores, os métodos e maneiras de sentir barrocas tenham sobrevivido até que a desintegração causada pela idade industrial surgisse e trouxesse consigo uma temporária destruição do ponto-de-vista-universal". (GIEDION, 1949: 46)
prof. Eduardo Geraldes
6. A Arquitetura
"O Barroco é a libertação espacial, é a libertação mental das regras dos tratadistas, das convenções, da geometria elementar e da estaticidade, é a libertação da simetria e da antítese entre espaços interior e exterior. Por esta sua vontade de libertação, o barroco assume um significado psicológico que transcende o da arquitetura dos séculos XVII e XVIII, para significar um estado de espírito de liberdade...". (ZEVI, 1994:114)
prof. Eduardo Geraldes
7. A contra-reforma
A instrumentalização da arte a serviço da fé
A imagem como mediadora
Barroco e Gótico
prof. Eduardo Geraldes
8. A cidade prof. Eduardo Geraldes
Praça de São Pedro (sec.XIX) Roma: o espaço barroco prof. Eduardo Geraldes
prof. Eduardo Geraldes
prof. Eduardo Geraldes
Parc De Vaux Paris: o grande século prof. Eduardo Geraldes
prof. Eduardo Geraldes
prof. Eduardo Geraldes
Versailles prof. Eduardo Geraldes
Text Text Place D’auphine prof. Eduardo Geraldes
Place Vendome prof. Eduardo Geraldes
9. Uma síntese possível
dualidades e incertezas: poder divino x poder humano
o espaço cênico: razão x emoção
intervenções episódicas no tecido urbano
função utilitária do espaço: perspectiva
prof. Eduardo Geraldes
10. Inferências/ reflexões/ provocações
" O espetáculo é o discurso ininterrupto que a ordem atual faz a respeito de si mesma, seu monólogo laudatório. É o auto-retrato do poder na época de sua gestão totalitária das suas condições de existência." (DEBORD, 1997:20)
0 comments
Post a comment