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Fundamentos do design instrucional para ead
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Fundamentos do design instrucional para ead

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Apresentação sobre os fundamentos do design instrucional de materiais didáticos para educação a distância - EAD.

Apresentação sobre os fundamentos do design instrucional de materiais didáticos para educação a distância - EAD.

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  • 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN INSTRUCIONALRobson Santos da Silvawww.eadamazon.com
  • 2. Nesta apresentação, teremos aoportunidade de conhecer osfundamentos da autoria e dodesign instrucional, açãofundamental para a criação decursos na modalidade a distância.
  • 3. Na área de EAD, temos indicadores,mas, como em tudo na área deciências humanas, não há certezas.Neste caso, o planejamento,certamente, ampliará a margem deacerto.
  • 4. Design Instrucional
  • 5. Desenho ou Design Instrucional designaa ação sistemática que envolve oplanejamento, o desenvolvimento e autilização de peculiaridades didáticasque facilitem a aprendizagem. De suaação resultam condições adequadaspara a aprendizagem e materiaisdidáticos que apóiam essa ação.
  • 6. Design Instrucional Na sua forma mais simples, o DI é uma metodologia de planejamento educacional, uma referência para produzir uma variedade de materiais educativos adequados às necessidades dos alunos e capazes de garantir a qualidade da aprendizagem.
  • 7. O processo Design Instrucional Podemos dizer que ....o design instrucional é uma ação intencional e sistemática de ensino que o envolve: Planejamento Produtos educacionais em Desenvolvimentosituações didáticas específicas de materiais Produtos educacionais Atividades e eventos O desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas
  • 8. Entendi... Apesar da nomenclatura design instrucional ser a mais utilizada, observa-se que essa designação pode induzir o leitor a crer que essa forma de planejar atividades educacionais a distância esteja baseada em princípios tradicionais ou em teorias comportamentais. Assim, muitas pessoas preferem utilizar a expressão design educacional.
  • 9. Essa aparente discordância é, na realidade, umproblema semântico, uma vez que tal termo vem dalíngua inglesa e seu uso em expressão original nãotraduz seu real significado.
  • 10. Você observará que cadacurso possui público-alvo e,consequentemente, objetivosespecíficos. Desta forma, oDI apresenta modelos paracada uma dessas situações.
  • 11. TIPOS DEDESIGN INSTRUCIONAL A partir de determinadas variantes, podemos considerar a existência de três modelos de DI. DI Fixo DI Aberto DI Contextualizado
  • 12. DI Fixo•Fundamenta-se no planejamento criterioso e antecipadode cada um dos componentes do DI antecipadamente àação de aprendizagem.•As decisões sobre como cada atividade se desenvolveránão poderão ser alteradas no decorrer do curso.•As interações sociais, caso ocorram, já serão pré-definidas.
  • 13. DI Fixo•Em geral, o resultado deste DI é rico em conteúdosbem estruturados, mídias selecionadas e feedbacksautomatizados.•Normalmente, dispensa a ação do educador sendodirigido à educação de massa.
  • 14. DI Aberto- Neste tipo de DI, privilegia-se mais os processos deaprendizagem do que os produtos.- Permite que os conteúdos de estudo sejam refinados oumodificados durante a execução do processo de ensino-aprendizagem.
  • 15. DI Aberto- Normalmente, os educadores realizam o seu trabalho apartir de um AVA com um conjunto de opções pré-configuradas ao mesmo tempo em que mantêm a liberdadepara reconfigurar as ações a partir do feedback obtido juntoaos alunos.- Privilegia a personalização e a contextualização.
  • 16. DI Contextualizado- Busca o equilíbrio entre a automação dos processos deplanejamento, a personalização e a contextualização a partir douso de ferramentas web 2.0.- Aproxima-se do DI aberto, porém não exclui a possibilidade deutilização de unidades fixas e pré-programadas.
  • 17. Além dos modelos, devemos observar o que nosindica a Commonwealth of Learning que consideraque as ações em DI devem se pautar em algunsprincípios. São eles....
  • 18. Adequado estabelecimento de metas e objetivos deprogramas, projetos e cursos.Contextualização e interdisciplinaridade com uso deconstruções hipertextuais e utilização agradável.Interatividade e interação, permitindo avaliações ecomentários ao estudante sobre seu progresso.Possibilidade de desenvolvimento da pesquisa, dopensamento crítico e uso da empatia.Construções em conformidade com as necessidades dosalunos.
  • 19. Ao mesmo tempo, a Commonwealth identifica que o designinstrucional é resultado direto de diferentes teorias educacionais. Do comportamentalismo, por exemplo, destaca que são aproveitados, além das ideias básicas de se aprender fazendo, os seguintes princípios: uso das taxonomias e objetivos, fornecimento de condições de aprendizagem, foco nos resultados, decomposição das tarefas com possibilidade de pequenos e sucessivos sucessos, fornecimento de feedback e elaboração de diagnósticos. A partir do cognitivismo, observa-se que o processamento da informação está relacionado à motivação e a movimentos cíclicos de constante construção e reconstrução do pensamento.
  • 20. Na prática, o DI é um trabalho de planejamento composto por diferentes processos e que requer a ação de diferentes profissionais.Deve-se ressaltar, no entanto, que aquantidade e grau de especialização de cadaprofissional envolvido no DI dependerá dosresultados que se deseja alcançar.
  • 21. Coordenador de Projetos AUTORES Revisor de Designer Qualidade Instrucional DI e Produção de CursosRevisor de Web Texto Designer Programador Ilustrador Scorm / Flash
  • 22. ATRIBUIÇÕES • Manter o foco do curso em seusCoordenador objetivos gerais e específicos, mantendode Projetos sua coerência em relação às condições e diretrizes da política institucional • Primar pelas diretrizes didáticas doDesigner curso, sendo assim o grande responsável por criar e manter asInstrucional condições adequadas de construção do curso.
  • 23. DesignerInstrucional Especialista em educação que orienta o pensamento pedagógico dos autores e corpo técnico- pedagógico na formulação ou reformulação de cada um dos elementos necessários para a concepção de um curso on-line, bem como garantir a produção, implementação e execução adequada dos cursos.
  • 24. ATRIBUIÇÕESWeb • Dar vida ao curso partir de programas adequados ao uso na internet ouDesigner mesmo em outras tecnologias. • Criar personagens, cenários eIlustrador situações gráficas.
  • 25. ATRIBUIÇÕES • Criar programações e conversão paraProgramador Scorm ou outros padrões. • Manter a qualidade final dos cursos: uso correto da língua, verificação de Revisores gráficos, textos e mídias estão funcionando de forma adequada e correta.
  • 26. ATRIBUIÇÕES • Criar ou organizar os conteúdos eAutor conhecimentos que deverão se analisados e aprendidos pelos alunos.
  • 27. Para refletir... Que resultados uma ação de DI, já incluída a ação de autoria, deverá produzir?
  • 28. São estes os resultados do DI:Recursos – Mídias - DidáticaTecnologias MetodologiaAPRENDIZAGEM Materiais Didáticos Módulo Instrucional
  • 29. Módulo InstrucionalUm módulo é um material didático quecontém todos os elementos que sãonecessários para a aprendizagem deconceitos e habilidades no ritmo doaluno ainda que sem a presençacontínua do professor. Podemos dizerque este seja o principal produtoresultante do DI!
  • 30. Para refletir... Compreendeu quais são os objetivos e resultados do DIO mapa a seguir irá lhe ajudar a reforçaros conhecimentos.
  • 31. DI – da concepção àprática. Atualmente, dois modelos prevalecem quando se deseja colocar o DI em prática. São eles: IMS Learning Design ADDIE
  • 32. IMS Learning DesignA proposta do IMS Learning Design não éservir como uma abordagem específica de DI,mas sim possibilitar que o trabalho sejarealizado a partir da composição entrediferentes abordagens pedagógicas.
  • 33. IMS Learning DesignA idéia central é a de que o processo de ensino-aprendizagem ocorre quando objetivos deaprendizagem definem adequadamente as atividades aserem realizadas pelos aprendizes. Apesar deinteressante, na prática, a sua utilização ainda é restrita,pois requer excessiva capacitação dos profissionaispara a compreensão e utilização de seus fundamentos.
  • 34. ADDIEAtualmente, o Modelo ADDIE vemobtendo excelentes resultados. Porisso, tem prevalecido face a outrasopções. Sua execução se dá em cincofases.
  • 35. ADDIE Assess Analisar Design Design Develop DesenvolverImplement Implementar Evaluate Avaliar
  • 36. Compreendeu?O mapa a seguir mostra em detalheso Modelo ADDIE que utilizamos paraproduzir este curso. Observe nalegenda de cores e na linha dedesenvolvimento como o trabalho seprocessou. Observe-o com bastante atenção!
  • 37. ANÁLISEDurante a análise, serão realizados os levantamentos quefornecerão as bases para o sucesso do projeto. Nessecontexto, caberão particularmente os procedimentos visandoidentificar as necessidades daqueles a quem os recursos sedestinam. Para tanto, a caracterização do público-alvo,incluindo-se as formas como seus integrantes aprendem ecomo lidam com as mídias e tecnologias com as quaismanterão contato, deverá ser minuciosamente considerada.
  • 38. Observe o esquema
  • 39. Antes de iniciarem seus trabalhos, bonsdesigners consideram:O levantamento de necessidades e as reuniões pedagógicas sãofundamentais para o sucesso do projeto, pois permitem: • as capacidades prováveis dos respectivos alunos • o nível de instrução dos alunos • enquadramento social e cultural • a motivação e interesse que manifestam
  • 40. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAMA ANÁLISE.• Qual é o problema para o qual o DI está sendoproposto?• Quais são as possíveis soluções?• Quais os conteúdos atendem à necessidade?• Que métodos e técnicas são adequados?• De que forma a aprendizagem será avaliada?• O que os alunos já sabem?• O que precisam saber?• Em que situação aplicarão a aprendizagem?• Qual o orçamento e tempo disponíveis?s osprofissionais necessários?• Quais as possíveis ameaças?
  • 41. DESIGNCaracteriza-se pelo estabelecimento dos objetivos deaprendizagem e, a partir dele, como serãodisponibilizados os conteúdos, as formas de interação,granularidade, atividades, feedback, formas de avaliação,escolha das mídias e tecnologias. Estabelecidos essesparâmetros, chega-se à fase de operacionalização dacriação.
  • 42. Observe o esquema - Concepção Pedagógica - Tipo de DI
  • 43. A fase do Design, em nosso mapa também denominada Planejamento, é fundamental para o sucesso do curso. Neste contexto, seu principal produto é a Matriz de Design Instrucional.Trata-se de um documento que irá detalharcomo não só cada objetivo será atingido, mastambém os pontos fundamentais para que issoocorra.
  • 44. Matriz de Design Instrucional Duração e Ferramenta Unidade Objetivos Papéis Atividades Conteúdos Avaliação Período s1. Mecanismos2. Serviços e critérios utilizados Objetos de O que se Quem faz o quê p/ carga para durantes aprendizagem, espera da que se alcance o horária e arquivos, verificar se as3. unidade objetivo calendário os obj atividades URLs foram e apoio alcançados
  • 45. Matriz de Design Instrucional Atividades Fluxo Papéis Conteúdos Objetivos Ferramentas Ambiente Avaliação
  • 46. Matriz de Design Instrucional Objetivos Papéis Atividades Fluxo-Uma unidade visa a um ou mais objetivos.- Para alcançar objetivos, as pessoas assumem um ou maispapéis no processo de ensino-aprendizagem.- Cada papel desempenha uma ou mais atividades.- As atividades seguem um fluxo, têm duração e sãorealizadas em um período de tempo determinado.Conteúdos Ferramentas Ambiente Avaliação
  • 47. Matriz de Design Instrucional Objetivos Papéis Atividades Fluxo- As atividades são apoiadas em conteúdos, ferramentas(incluindo mídias e tecnologias).- Os conteúdos e ferramentas são organizados em umambiente.- A avaliação verifica se os objetivos da unidade foramalcançados.Conteúdos Ferramentas Ambiente Avaliação
  • 48. Matriz de Design Instrucional Exemplo: Unidade Objetivos Papéis Atividades Fluxo Ferramentas Conteúdos Avaliação1. Julgar o Aluno – papel dos Identificar Avalia e 1hora gêneros Tarefas 4,5 Tipos e a defende sua discursivos e 6 (arquivo Discussões2. gêneros pluralidade posição. 3ª Fórum e de outros no formato no fórum textuais. de gêneros sema fatores na pdf) discursivos. Docente – na escolha de dá suporte . textos.
  • 49. Com a prática, você observará que alguns pontostêm importância ainda maior na Matriz. Nestecontexto, podemos destacar: a escolha corretados verbos (base das unidades de aprendizagem),as atividades e as mídias e tecnologias do curso.
  • 50. ATIVIDADESLembre-se ainda que o processamento daaprendizagem requer estratégias e atividades. Estratégias Atividades
  • 51. ATIVIDADES Estratégias COOPERAÇÃORECORDAÇÃO ORGANIZAÇÃO ELABORAÇÃOCRIATIVIDADE PENSAMENTO CRÍTICO
  • 52. ATIVIDADES Atividades• Recordar um fato.• Listar os passos de um procedimento.• Descrever um fato ou objeto.• Estabelecer um elo entre idéias e imagens.• Formação de siglas, rimas, palavras.• Estudar / elaborar mapas conceituais.• Estruturar um tema sob a forma de perguntas erespostas.• Categorizar itens em grupos.• Sequenciar objetos ou idéias no tempo ou no espaço.• Expor idéias livremente para a busca de soluções.
  • 53. Atividades• Pensar metaforicamente.• Elaborar histórias completas.• Elaborar resumos.• Redigir boletins informativos.• Preparar charges.• Criar enigmas.• Manter diários.• Simular aspectos da realidade, permitindo a tomada dedecisões.• Desenvolver projetos colaborativos.
  • 54. ATIVIDADES Atividades• Minute paper (debate via chat, mensag. instantâneassobre determinado tema proposto)• Fórum• Webquest• Jogos• Questionários• Resolução de problemas
  • 55. Fundamentos da atividade Introdução Processo Avaliação Conclusão
  • 56. Fundamentos das atividadesIntrodução Ativar a atenção do aluno. Informar os objetivos a alcançar. Apresentar a visão geral da atividade. Processo Recuperar os conhecimentos prévios. Apresentar informações e exemplos. Focar a atenção. Usar a estratégia de aprendizagem e a atividade em si. Fornecer feedback
  • 57. Fundamentos das atividadesConclusão Revisar e sintetizar. Transferir a aprendizagem. Motivar e encerrar. Avaliação Avaliar a aprendizagem. Fornecer feedback. Possibilidade de oferta de atividades complementares.
  • 58. SELEÇÃO DE MÍDIAS E TECNOLOGIAS Durante o design, algumas dúvidas bastante interessantes irão surgir. Afinal... Que mídias e tecnologias devem ser utilizadas para desenvolver o curso? Impressos? CD / DVD? Podcasting? Rádio? TV? Será utilizado um ambiente virtual de aprendizagem?
  • 59. Atualmente, dois meios prevalecem na EAD,normalmente, empregados de formacomplementar: impressos e ambientes virtuais deaprendizagem (por exemplo, o Moodle). Noentanto, não se pode escolhê-los, simplesmente,porque são os mais utilizados.Nossa dica para vocêescolher corretamente? Aresposta é o método ACTIONS
  • 60. MODELO ACTIONS DESELEÇÃO DAS MÍDIAS Acesso: Onde é que os alunos irão aprender – em casa, no trabalho, em centros locais? “A” também significa “availability” (disponibilidade) e “affordability” (compatível em termos de custo). Custos: Quais são os custos de capital e recorrentes? Quais os custos fixos e variáveis? Teaching Functions (funções de ensino): Quais são os requisitos de apresentação do tema? Que abordagens de ensino e aprendizagem são necessárias?
  • 61. MODELO ACTIONS DESELEÇÃO DAS MÍDIAS Interação e facilidade de utilização: Será que os alunos e os professores precisam de muita formação para poderem utilizar esta tecnologia? Organização: Que alterações serão necessárias na organização para facilitar a utilização de uma determinada tecnologia? Novidade: Em que medida é que a “moda” da utilização desta tecnologia irá estimular o financiamento e a inovação? Em que medida é que a utilização desta tecnologia irá suscitar o interesse e a motivação do aluno? Speed (velocidade): Em que medida é que os materiais poderão ser atualizados e alterados, rápida e facilmente? Com que rapidez é que esta tecnologia permite produzir novos cursos?
  • 62. Matriz de Design Instrucional CURIOSIDADE... Face à sua íntima ligação com as chamadas unidades de aprendizagem, elementos essenciais na estruturação do curso, as Matriz de DI é também conhecida como Matriz das Unidades de Aprendizagem.
  • 63. DESENVOLVIMENTOConsiste em criar, a partir das considerações realizadasnas etapas anteriores e dos softwares adequados, osmateriais didáticos.
  • 64. - Impresso- Online
  • 65. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAMO DESENVOLVIMENTO.• Como os objetivos serão alcançados?• Que métodos e técnicas melhor se ajustama esses objetivos?• Como o conteúdo é mapeado, estruturadoe seqüenciado?• Em que sequência o conteúdo seráapresentado?
  • 66. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAMO DESENVOLVIMENTO.• Quais as mídias mais apropriadas àapresentação?• Que produtos e atividades devem serpreparados e produzidos?• Qual o grau de interação?• Qual o design gráfico?• Que nível de suporte instrucional etecnológico será oferecido?
  • 67. Desenvolver um curso é uma ação querequer cuidados, preparação prévia eespecial atenção às teoriaspedagógicas. Neste contexto, cabedestacar alguns pontos essenciais doCONSTRUTIVISMO.
  • 68. A maior parte dos documentos queabordam o design instrucional mencionamétodos objetivos que se prendem,principalmente, à transmissão deconhecimentos e facilitação do processode aprendizagem desses conhecimentos.
  • 69. Por sua vez, os métodos construtivistas de desenho instrucional colocam os alunos e os conhecimentos que eles trazem à situação de aprendizagem no centro do desenho instrucional.Agora, vamos recordarjuntos alguns pontosque vimos na Unidade 1.
  • 70. Estes métodos se baseiam nosprincípios seguintes: Os alunos são uma fonte legítima de conhecimentos. Os alunos são encorajados a aprender a confiar neles próprios e nos respectivos conhecimentos. A aprendizagem não é um exercício passivo de absorção de conhecimentos (informações) desenvolvidos e transmitidos por “peritos”. Os alunos são encorajados a tomarem o controlo e a iniciarem a própria aprendizagem.
  • 71. Estes métodos baseiam-se nosprincípios seguintes: A ambiguidade e a contradição não constituem problema. Podem ser úteis para incitar uma aproximação em termos de resolução e de colocação de problemas na aprendizagem. Uma reflexão sistemática constitui uma atividade essencial para que a experiência facilite uma compreensão mais profunda.
  • 72. Assim, na prática, pode-se deduzir que o DI eficaz deum curso é identificado pelas seguintes características: objetivos de aprendizagem claros e apropriados conhecimento do público-alvo sequenciamento e segmentação apropriados interatividade feedback motivação possibilidade de transferência dos conhecimentos mídias apropriadas avaliação formal e informal
  • 73. Será que existe um modelo a serseguido? Um padrão que nos auxilie?Há um jeito especial para fazerimpressos, cursos on-line?Não... Não existe! Você já verificou, aoconstruir a Matriz, que cada caso é único!
  • 74. O que existem, na verdade, sãoorientações como,por exemplo, asda Commonwealth of Learning asquais passaremos a apresentar apartir de agora.
  • 75. Neste contexto, as orientações irão separticularizar basicamente para dois tiposde produção: IMPRESSOS E CURSOSON-LINE. Isso deve ao fato de ambos,seja isoladamente ou de formacombinada, serem os mais utilizadospara a criação de cursos a distância, oque não isenta o DI e sua equipe deanalisar, detalhadamente, a escolha demídias (ACTIONS ).
  • 76. ESTRUTURA DE UM CURSONormalmente, os cursos são estruturados com oseguinte desenho básico: •Curso •Módulos (Capítulos) •Unidade •Introdução ou perspectiva geral •Seções •Sumário e conclusões •Glossário •Referências •Auxiliares visuais e sinalização
  • 77. ESTRUTURA DE UM CURSO MÓDULO UNIDADE SEÇÃO
  • 78. MÓDULOS Os módulos são grupos de unidades que são de alguma forma, coerentes em torno de um determinado tópico ou tema. Por exemplo, pode fazer sentido dividir um curso sobre ensino a distância, que tem dezesseis unidades, em quatro blocos de quatro unidades: introdução ao ensino distância, padrões e variações, expectativas e desempenho, e problemas e questões. Cada bloco contém uma breve introdução para orientar os alunos relativamente ao que se vai seguir. Este agrupamento de unidades fornece aos alunos alvos significativos. Assim, por exemplo, a conclusão de um bloco do curso acima mencionado significa completar um quarto do curso.
  • 79. MÓDULOS A subdivisão em módulos só faz sentido se as unidades forem coerentes entre elas de alguma maneira significativa. Isso nos permite concluir que as Unidades são a base do curso.
  • 80. UNIDADES Utilizamos o termo unidade para descrever uma parte de um texto de EAD que é distinta das outras partes. As unidades podem ser separadas por tópicos, ou pelo tempo atribuído para o estudo dos materiais, ou por uma combinação de ambos. Seja qual for o tipo de distinção utilizada, cada unidade deve ser autônoma e deve conter: •orientações para o aluno •explicações acerca dos tópicos abrangidos •exercícios e atividades.
  • 81. •Introdução ou perspectiva geral • Elementos de Estudo • Resultados da aprendizagem •Seções •Sumário e conclusões •Glossário •Referências •Auxiliares visuais e sinalizaçãoMÓDULO UNIDADE SEÇÃO
  • 82. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDOA estruturação adequada do conteúdo é um elementoessencial para o sucesso de um curso. Neste contexto, cincofatores merecem destaque: RELEVÂNCIA / MOTIVAÇÃO ESTILO REDACIONALDENSIDADE DAINFORMAÇÃO APRESENTAÇÃO VISUAL MEIOS GRÁFICOS
  • 83. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO DENSIDADE DA INFORMAÇÃO DENSIDADE DA INFORMAÇÃO Vá do conhecido para o desconhecido. Introduza, cuidadosamente, os novos conceitos e palavras. Acrescente um glossário no fim de cada unidade. Concretize todos os conceitos através de exemplos específicos.
  • 84. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO RELEVÂNCIA / MOTIVAÇÃO Enfatize o que deve ser aprendido. Evite afastar-se das questões essenciais. Torne o texto relevante. Utilize e exemplos motivadores. Acrescente perguntas que exijam reflexão e o desenvolvimento de atividades.
  • 85. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO ESTILO REDACIONALQuando se redige materiais para EAD, deve-seincorporar importantes características estilísticas. Utilize um estilo dialogante. Fale com os seus alunos através do seu estilo. Seja amigável e encorajador. Faça-os dialogar consigo. Envolva-os em argumentos.
  • 86. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO MEIOS GRÁFICOSMeios gráficos e imagens enriquecem o conteúdo.Desta forma, podemos observar o seguinte: Deve-se destacar pontos especiais e essenciais do texto. A utilização de mapas e diagramas aumentam o entendimento do texto. Símbolos e ícones fornecem dicas especiais. Margens, texturas, sublinhados e letras diferentes de pontos especiais.
  • 87. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO APRESENTAÇÃO VISUAL Utilize páginas ou telas compatíveis com o conteúdo a ser apresentado. Evite o excesso de figuras evitando-se assim que a atenção possa ser dispersa. Letras com cores adequadas e dimensão correta são mais agradáveis à leitura. Utilize negritos, sublinhados e destaques com atenção e critério.
  • 88. Vejamos alguns exemplos de cursosprontos e disponibilizados em um ambientevirtual de aprendizagem.
  • 89. Ferramentas
  • 90. IMPLEMENTAÇÃO Trata-se da fase em que o material é disponibilizado para utilização efetiva por uma amostra que represente adequadamente o público-alvo a quem ele se destina.
  • 91. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAMA IMPLEMENTAÇÃ0• Alunos e professores precisam ser treinadospara o uso dos materiais e tecnologias?• Há pré-requisitos para realizar o curso?• Qual o tempo necessário para compreensão dofuncionamento do sistema?• Em que local / forma ocorrem as situações deaprendizagem?• Como a aprendizagem é avaliada?• Como se dá o feedback?• Qual o design gráfico?
  • 92. AVALIAÇÃOPara validar todo o modelo, inicia-se a fase da avaliaçãocujo processo deverá ocorrer em dois níveis: do sistema eda aprendizagem. Para realizá-la, é preciso que sejamdefinidos os seus critérios, ou seja, deve-se estabelecer oquê e como avaliar.Testes, questionários, enquetes, pesquisas e observaçãocompõem um portfólio de instrumentos que devem serdevidamente confeccionados para que seus objetivosavaliativos sejam alcançados.
  • 93. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAMA AVALIAÇÃ0 . Como o design será avaliado? . Quem fará essa avaliação? . Quais foram os problemas detectados na implementação? . Que erros podem ser corrigidos? . Em que medida o DI pode ser aperfeiçoado? . Que ações podem ser tomadas para possibilitar a continuidade do projeto ou novas edições?
  • 94. Lembramos que, nesta apresentação,estudamos:1 Conceitos e princípios do DI2 Modelos de DI3 ADDIE4 Estruturação de conteúdos
  • 95. DICA DE LEITURAPara saber mais sobre o Moodlee suas possibilidades para acriação de cursos, nossa dica é olivro Moodle para autores etutores: educação a distância naweb 2.0 – de Robson Santos daSilva – Editora Novatec.
  • 96. DICA DE LEITURAPara saber mais sobre oObjetos de Aprendizagem,nossa dica é o livro Objetos deaprendizagem para educaçãoa distância.– de RobsonSantos da Silva – EditoraNovatec.
  • 97. Autoria e Design Instrucional da UnidadeRobson Santos Suporte: da Silva www.eadamazon.com

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