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Arte Pós Moderna

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  • 1. 8ª SÉRIE (9º ano) – ARTE CONTEMPORÂNEA (PÓS-MODERNISMO) BIMESTRES OBJETIVOS CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS -Conceituar Arte -Leitura de textos; -Textos fornecidos aos alunos pela U.E., Contemporânea; -O que é Arte Contemporânea? -Aulas expositivas; elaborado pela professora da disciplina; 1º -Perceber que os elementos -A Pop art ( início da arte contemporânea); - leitura de imagens; -uso didático de equipamentos -Reproduções de Obras; - Datashow ( videos e apresentações em da pós-modernidade - Op art; de multimídia; power point) aproxima a arte do cotidiano -atividades em grupo; -Perceber a arte como - Texto fornecido aos alunos pela U.E., produto de transformação do -Instalação; -Leitura de textos; elaborado pela professora da disciplina; indivíduo e da sociedade. -Aulas expositivas; -Reproduções de Obras; 2º -Video como instrumento da arte; - leitura de imagens; -atividades em grupo; - Datashow -Exibição de filmes e documentários sobre o conteúdo; -Atividades de fixação dos conteúdos , utilizando técnicas de artes plásticas, -Pesquisar , conhecer e -Leitura de textos; Textos fornecidos aos alunos pela U.E., apresentar as manifestações -Aulas expositivas; elaborado pela professora da disciplina; artísticas , as obras e artistas -Performance - leitura de imagens; -Reproduções de Obras; 3º em evidência de hoje. -Alexander Calder -aulas práticas; -atividades em grupo - Datashow -uso didático de equipamentos de multimídia. Utilizar linguagens diferentes -Vick Muniz -Leitura de textos; -Textos fornecidos aos alunos pela U.E., para comunicar, a arte como -Arte de Hoje;(Grafite) -Aulas expositivas; elaborado pela professora da disciplina; forma de identificação de -Produção de trabalhos dos alunos - leitura de imagens; -Reproduções de Obras; 4º idéias e status social. utilizando técnicas e materiais do cotidiano. -aulas práticas; -atividades em grupo - Datashow ( videos e apresentações em power point); -uso didático de equipamentos -Atividades de fixação dos conteúdos , de multimídia utilizando técnicas de artes plásticas,
  • 2. Textos UsadosPOP ARTMovimento principalmente americano e britânico, sua denominação foi empregada pela primeira vez em 1954, pelo crítico inglês LawrenceAlloway, para designar os produtos da cultura popular da civilização ocidental, sobretudo os que eram provenientes dos Estados Unidos.Com raízes no dadaísmo de Marcel Duchamp, a POP ART começou a tomar forma no final da década de 1950, quando alguns artistas, apósestudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram a transformá-los em tema de suas obras.Representavam, assim, os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade doséculo XX. Era a volta a uma arte figurativa. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticosmassificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e design, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster,látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanhoconsideravelmente grande, transformando o real em hiper-real. Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art seapoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art. Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos. Principais artistas: ROBERT RAUSCHENBERG , ROY LICHENSTEIN, ANDY WARHOL
  • 3. OP ARTE O termo foi incorporado à história e à crítica de arte após a exposição The Responsive Eye [O olhar compreensivo, MoMA/Nova York, 1965), para se referir a um movimento artístico que conhece seu auge entre 1965 e 1968. Os artistas envolvidos com essa vertente realizam pesquisas que privilegiam efeitos óticos, em função de um método ancorado na interação entre ilusão e superfície plana, entre visão e compreensão. Dialogando diretamente com o mundo da indústria e da mídia (publicidade, moda, design, cinema e televisão), os trabalhos da op art enfatizam a percepção a partir do movimento do olho sobre a superfície da tela. Nas composições - em geral, abstratas - linhas e formas seriadas se organizam em termos de padrões dinâmicos, que parecem vibrar, tremer e pulsar. O olhar, convocado a transitar entre a figura e o fundo, a passear pelos efeitos de sombra e luz produzidos pelos jogos entre o preto e o branco ou pelos contrastes tonais, é fisgado pelas artimanhas visuais e ilusionismos. O húngaro Victor de Vasarely (1908) é um dos maiores nomes da op art. A partir de 1930, em Paris, o artista começa a explorar efeitos óticos pela utilização de dominós, tabuleiros de xadrez, dados, réguas, zebras e arlequins. Mas é a partir de 1947 que envereda pela abstração geométrica.”Não foi senão em 1947, diz ele, que o abstrato revelou-se para mim, realmente e verdadeiramente, quando me dei conta que a pura forma-cor era capaz de significar o mundo”. A idéia de forma-cor remete diretamente à concepção de unidade plástica de Vasarely. Nessa estrutura irredutível - molécula pictural -, o pintor reencontra o ponto, do pontilhismo de Georges Seurat (1859-1891), e o quadrado de Kazimir Malevich (1878-1935), uma espécie de forma zero. A partir dessa estrutura elementar, o pintor cria uma gramática de possibilidades com o auxílio do preto e branco (com os quais trabalhou em boa parte de sua obra) e da progressiva introdução da cor. A inglesa Bridget Riley (1931) é outro grande expoente da op art. Como os demais artistas ligados ao movimento, ela investiga formas e unidade seriadas para a composição de padrões gerais, que apelam diretamente à visão, pelos seus efeitos de vibração e ofuscamento. Realiza pinturas de grande porte, cenários e a decoração do interior do Hospital Real de Liverpool. Os trabalhos de Vasarely, Riley e outros propagaram-se pelo mundotodo.
  • 4. VÍDEO ARTEA videoarte é uma forma de expressão artística, na qual o vídeo éo elemento principal. Supõe uma nova linguagem, uma nova inter-relação entre imagem eespectador, em que a primeira sai da tela para interagir com o resto do meio, integrando as imagens junto aos demais elementos que a formam. Ajudado pelasnovas tecnologias, esta arte consegue projetar as imagens além do monitor e para diferentes direções, obrigando ao público a iniciar um percorrido sobre umespaço, de um todo, do qual as projeções fazem parte. Surgiu na década de sessenta, como meio artístico, num contexto no qual os artistas procuravam uma artecontrária à comercial.Entre seus princípios está a crítica à televisão,a qual representa, em certo modo, a cultura atual. Durante os anos oitenta,as imagensutilizadas por esta arte procuram provocar na audiência estados anímicos e evocar sensações. Na atualidade, os avanços da tecnologia, permitem ampliar o lequede suas possibilidades criativas. Surgiu na década de 60 através dos trabalhos de integrantes do grupo Fluxus, e os pioneiros foram o coreano Naum June Paik e oalemãoWolf Vostell. Antes disso, o vídeo era usado apenas para fins comerciais,como para a televisão e treinamento em empresas. Além disso, seu início foimarcado pelo alto preço dos equipamentos o que limitouessa linguagem a artistas de países desenvolvidos, onde o acesso à tecnologia era menos custoso. Osartistas do Fluxus procuravam, através dos novos suportes audiovisuais, criar uma espécie de “contra-televisão”e justamente fazer uma crítica aos ideais dessemeio e dos modelos comerciais da época, subvertendo seu uso mais freqüente.GRUPO FLUXUS (Foi um movimento artístico organizado primeiramente em1961 pelo lituano George Maciunas, através da Revista Fluxus que tinha como objetivo publicar textos dos artistas da vanguarda de várias nacionalidades quecolaboravam entre si. Todavia, ‘Fluxus’incorporou diferentes tipos de arte como performances, vídeos e música.Participaram do movimento, entre outros artistas, George Brecht,John Cage, Jackson Mac Low e Toshi Ichijanagi, Joseph Beuys, Dick Higgins, Gustav Metzger, Nam June Paik ,Wolf Vostell e Yoko Ono. Allan Kaprov e Marcel Duchamp.O grupo Fluxus desenvolveu uma atuação social e política radical que contestava o sistema museológico, tiveram um profundo impacto nas artes das décadas de 60 e 70 a partir de sua postura radical e subversiva, trabalhava com o efêmero, misturando arte e cotidiano, visando destruir convenções e valorizar a criação coletiva. O estilo dos artistas e da teoria do Fluxus foi muito comparada a estética do Dadaísmo e da Pop art. A partir da década de 90 a comunidade Fluxus começou a se reorganizar através da internet e comunidades on-line em todo mundo trocando experiências reais de poesias visuais, performances culturais, música e vídeo. A unidade entre arte e vida é a ideia principal do grupo fluxus.www.fluxus.org).
  • 5. PERFORMANCEForma de arte que combina elementos do teatro, das artes visuais e da música. Nesse sentido, a performance liga-se ao happening (os doistermos aparecem em diversas ocasiões como sinônimos), sendo que neste o espectador participa da cena proposta pelo artista, enquanto naperformance, de modo geral, não há participação do público. A performance deve ser compreendida a partir dos desenvolvimentos da artepop, do minimalismo e da arte conceitual, que tomam a cena artística nas décadas de 1960 e 1970. Nesse contexto, instalações, happenings eperformances são amplamente realizados, sinalizando um certo espírito das novas orientações da arte: as tentativas de dirigir a criaçãoartística às coisas do mundo, à natureza e à realidade urbana. Cada vez mais as obras articulam diferentes modalidades de arte - dança,música, pintura, teatro, escultura, literatura etc. - desafiando as classificações habituais e colocando em questão a própria definição de arte.As relações entre arte e vida cotidiana, assim como o rompimento das barreiras entre arte e não-arte constituem preocupações centrais para aperformanceAs performances conhecem inflexões distintas no interior do grupo Fluxus. As exibições organizadas por Georges Maciunas (1931-1978),entre 1961 e 1963, dão uma projeção inédita a essa nova forma de arte. Os experimentos de Nam June Paik (1932), assim como os de JohnCage (1912-1992) - por exemplo, Theather Piece # 1, 1952 -, que associam performance, música, vídeo e televisão, estão comprometidoscom a exploração de sons e ruídos tirados do cotidiano, desenhando claramente o projeto do Fluxus de romper as barreiras entre arte/não-arte.O nome de Joseph Beuys (1921-1986) liga-se também ao grupo e à realização de performances - nome que ele recusava, preferindo o termo"ação" - que se particularizam pelas conexões que estabelecem com um universo mitológico, mágico e espiritual.Trabalhos muito diferentes entre si, realizados entre 1960 e 1970, aparecem descritos como performances, o que chama a atenção para as dificuldades de delimitar os contornos específicos dessamodalidade de arte. Por exemplo, em contexto anglo-saxão, Gilbert & George (Gilbert Proesch, 1943, e George Passmore, 1942) conferem novo caráter às performances utilizando-se doconceito de escultura viva e da fotografia que pretende rivalizar com a pintura. Uma ênfase maior no aspecto ritualístico da performance é o objetivo das intervenções do grupo de Viena, oActionismus, que reúne Rudolf Schwarzkogler (1941-1969), Günther Brüs (1938), Herman Nitsch (1938) e outros. Um diálogo mais decidido entre performance e a body art pode ser observadoem trabalhos de Bruce Nauman (1941), Schwarzkogler e Vito Acconci (1940). As performances de Acconci são emblemáticas dessa junção: em Trappings (1971), por exemplo, o artista levahoras vestindo o seu pênis com roupas de bonecas e conversando com ele. Em Seedbed (1970), masturba-se ininterruptamente.No Brasil, Flávio de Carvalho (1899-1973), foi um pioneiro nas performances a partir de meados dos anos de 1950 (por exemplo a relatada no livro Experiência nº 2). O Grupo Rex, criado emSão Paulo por Wesley Duke Lee (1931), Nelson Leirner (1932), Carlos Fajardo (1941), José Resende (1945), Frederico Nasser (1945), entre outros,realiza uma série de happenings, por exemplo, o concebido por Wesley Duke Lee, em 1963 no João Sebastião Bar (alguns críticos apontamparentescos entre o Grupo Rex e o movimento Fluxus). A produção de Hélio Oiticica (1937-1980) dos anos de 1960 - por exemplo os Parangolé -guardam relação com a performance, por sua ênfase na execução e no "comportamento-corpo", como define o artista. Nos anos 1970, chama aatenção as propostas de Hudinilson Jr. (1957). Na década seguinte, devemos mencionar as Eletro performances, espetáculos multimídia concebidos por Guto Lacaz (1948).
  • 6. FOTOGRAFIA A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judéia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram hádécadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitadomelhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.A fotografia então popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888 com a introdução da câmera tipo "caixão" e pelo filme em rolos substituíveis criados por George Eastman.Desde então, o mercado fotográfico tem experimentado uma crescente evolução tecnológica. Essas inovações indubitavelmente facilitam a captação da imagem, melhoram a qualidade dereprodução ou a rapidez do processamento, mas muito pouco foi alterado nos princípios básicos da fotografia.A grande mudança recente, produzida a partir do final do século XX, foi a digitalização dos sistemas fotográficos. A fotografia digital mudou paradigmas nomundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão deimagens pelo mundo. O aperfeiçoamento da tecnologia de reprodução de imagens digitais tem quebrado barreiras de restrição em relação a este sistema porsetores que ainda prestigiam o tradicional filme.A simplificação dos processos de captação, armazenagem, impressão e reprodução de imagens proporcionados intrinsecamente pelo ambiente digital, aliada àfacilidade de integração com os recursos da informática, como organização em álbuns, incorporação de imagens em documentos e distribuição via Internet, têmampliado e democratizado o uso da imagem fotográfica nas mais diversas aplicações. A incorporação da câmera fotográfica aos aparelhos de telefonia móveltêm definitivamente levado a fotografia ao cotidiano particular do indivíduo.Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ouprofissionais, o já amplo espectro de significado da experiência de se conservar um momento em uma imagem.ALGUNS FOTÓGRAFOS FAMOSOS: Robert Doisneau, Henri Cartier, Alfred Stieglitz, Tina Modotti e Bill Brandt
  • 7. Alexander Calder Alexander Calder (Lawton, Pensilvânia, 22 de julho de 1898 - New York, 11 de novembro de 1976), também conhecido por Sandy Calder, foi um escultor e artista plástico famoso por desenvolver seus móbiles. Filho de escultora e pintor, nascido nos Estados Unidos da América, Alexander Calder quando criança fazia seus próprios brinquedos. Formou-se em engenharia e antes de se dedicar à escultura foi pintor e ilustrador. Em 1926 , após visitar a Grã-Bretanha, fixou-se em Paris, onde conheceu surrealistas, dadaístas e os componentes do grupo De Stijl. Data dessa época sua amizade com Joan Miro. Construiu um circo em miniatura, com animais de madeira e arame. Os seus “espetáculos” eram assistidos por artistas e intelectuais. Fez, também em arame, as suas primeiras esculturas: Josephine Baker (1926), Romulu and Remus (1928), Spring (1929).De 1931 datam as suas primeiras construções abstratas, nitidamente influenciadas por Mondrian. Os primeiros móbiles são de 1932.Em 1933 Calder voltou aos Estados Unidos. Em 1948 viajou à América do Sul e de novo em 1959. Nessa última ocasião, visitou o Brasil, onde expôs noMuseu de Arte de São Paulo. Em 1950 foi à Escandinávia.Calder ocupa lugar especial entre os escultores modernos. Criador dos stabiles, sólidas esculturas fixas, e dos móbiles, placas e discos metálicos unidosentre si por fios que se agitam tocados pelo vento, assumindo as formas mais imprevistas – a sua arte, no dizer de Marcel Duchamp, “é a sublimaçãode uma árvore ao vento”.Alexander Calder foi um artista da forma e do equilíbrio, que aliou com perfeição, arte e técnica. Com lâminas de metal e arame criou "esculturas em movimento", osmóbiles, que lhe atribuíram grande popularidade.Usou objetos do dia -a-dia, tais como latas de café, latas de sardinha, caixas de fósforos e pedaços de vidro colorido.Osseus materias preferidos eram a madeira e mais tarde o metal, pintado nas cores primárias, ou em preto e branco.Calder deu uma contribuição original para o retrato com suas figuras de arame, que perpetuaram de um modo significativo as inovações alcançadas na escultura peloscubistas e futuristas. Fez retratos demuitos dos seus amigoa com esse meio de expressão.Tinha sempre um alicate no bolso de trás, pronto para fazer mais um retrato dearame, ou para criar uma peça de joalheria de arame, ali mesmo e naquele momento para um amigo.No período de 1948 a 1960, o artista americano teve uma forte ligação com o Brasil, que incluiu a amizade dos arquitetos Henrique Mindlin e Oscar Niemeyer. Entreexposições suas e visitas à construção de Brasília, o pintor e escultor montou um ateliê no Rio de Janeiro. Ali Calder produziu e recebeu intelectuais, como o críticoMário Pedrosa, apaixonado por sua obra. Chegou a retratá-los em desenhos.Calder morreu em 1976, aos 78 anos. Algumas obras: Cão- (1909) Folha latão dobrado. Feito como presente para os pais dele. O trapézio voando- (1925), óleo sobre tela, Elefante- (em torno de 1928) Fio e madeira. Uma figura no Circo Calder, 29 x 17 x 74 cm. Sem título - (1931), fio, madeira, e motor. Um dos primeiros móbeis cinéticos. Ébano - (1933), barra do metal e fio. Primeiro móbil suspenso. Esfera perfurada por cilindros- (1939), fio e tinta. Armadilha da lagosta e cauda de peixe -(1939), metal de folha, fio, e tinta. Móbil suspendido, o desenho para a escadaria do Museum of Modern Art, Nova Iorque. Besta preta - (1940), metal de folha, parafusos, e tinta. Estável. Homem - (1967), placa de aço inoxidável, parafusos, e tinta. 165 x 211 x 135 cm, estável monumental, Montréal, Canadá.Cavalo vermelho - (1974), metal de folha pintado vermelho, no Hirshorn Museum and Sculpture Garden, Washington DC, EUA.Flamingo - (1974), metal de folha pintado vermelho, na Federal Plaza, Chicago, Illinois, EUA.A pena vermelha -(1975), aço pintado preto e vermelho, 3,35 x 1,91 x 3,40 m, o KentucSem título - (1976), favo de mel de alumínio, tubos, e tinta, 9,11 x 23,16 m, National Gallery of Art, Washington DC, EUA.
  • 8. JACKSON POLLOCKPaul Jackson Pollock nasce em Cody, Wyoming, mas cresce na Califórnia e no Arizona. Em 1930 muda-se para Nova York e estuda no ArtStudents League com o pintor Thomas Hart Benton. Teve contato com a cultura nativa america pois viajava muito ainda na infância. Issosomada à influência do psicólogo Carl Jung e de murais mexicanos. Pollock era um artista extraordinário. Não só se tornou o maior expoentedo movimento batizado de Expressionismo Abstrato nos anos 40 e 50, como talvez seja oNo final da década de 40, desenvolveu o estilo que o tornou célebre criou a "action painting", técnica singular em que o pintor usa ospincéis não para aplicar a tinta, mas, sim, para jogá-la sobre a tela. "Prefiro atacar a tela não esticada, na parede ou no chão... no chãofico mais à vontade. Me sinto mais próximo, mais uma parte da pintura, já que desse modo posso andar em volta dela, trabalhar dosquatro lados, e literalmente estar na pintura... Quando estou em minha pintura, não tenho consciência do que estou fazendo."Estas palavras de JACKSON POLLOCK definem a action painting.Pollock casou-se com Lee Krasner, uma nova-iorquina muito despachada, percebeu de imediato que estava diante de um talento incomum. Apaixonada por Pollock – talvez mais pelo artista que pelo homem – , tomou as rédeas do relacionamento e da carreira. Foi por sua influência que Pollock ganhou uma mecenas: Peggy Guggenheim, a milionária sobrinha do fundador do Museu Guggenheim. Peggy adorava pintores. Casou-se com um – o surrealista Max Ernst – e usou seu dinheiro para lançar a carreira de vários artistas , entre os quais Pollock. Após 1947 inova utilizando tintas de alumínio e esmalte comercial em seus quadros. Em 1948, o crítico de arte Clement Greenberg faz elogios à Jackson Pollock. Em agosto de 1949, a revista Life publicou em sua capa uma manchete dizendo: " Jackson Pollock: Será ele o maior artista vivo dos Estados Unidos?". Já conhecido no mundo da arte de Nova York, Pollock agora passava a ser conhecido nacionalmente como a primeira celebridade americana no mundo das artes plásticas. Em 1951 e 1952 pinta quase que exclusivamente em branco e preto. Pollock, morreu na noite de 11 de agosto de 1956, aos 44 anos, num acidente de automóvel. Pintou 340 telas. Obras:Uma das obras mais conhecidas do pintor é o “Nevoeiro de Lavanda”, ele foi pintado em 1950Pintura de Jackson Pollock de 1948 intitulado No. 5 foi sem dúvida sua maior obra-prima, a mais viva expressão do estilo único do pintor. Quando foi vendido por DavidGeffen em 2006, tornou-se a pintura mais cara do mundo na história, a um preço ajustado $ 149,70 milhões de dólaresOne: Number 31" (1950) - tela pintada a óleo e a tinta de esmalte"Autumn Rhythm: Number 30" (1950) - tela pintada a óleo.
  • 9. Vick Muniz Vicente José de Oliveira Muniz (São Paulo SP 1961). Fotógrafo, desenhista, pintor e gravado.Cursou publicidade na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em São Paulo. Em 1983, passa a viver e trabalhar em Nova York. Realiza, desde 1988, séries de trabalhos nas quais investiga, principalmente, temas relativos à memória, à percepção e à representação de imagens do mundo das artes e dos meios de comunicação. Faz uso de técnicas diversas e emprega nas obras, com freqüência, materiais inusitados como açúcar, chocolate líquido, doce de leite, catchup, gel para cabelo, lixo e poeira. Em 1988, realiza a série de desenhos The Best of Life, na qual reproduz, de memória, uma parte das famosas fotografias veiculadas pela revista americana Life. Convidado a expor os desenhos, o artista fotografa-os e dá às fotografias um tratamento de impressão em periódico, simulando um caráter de realidade às imagens originárias de sua memória. Com essa operação inaugura sua abordagem das questões envolvidas na circulação e retenção de imagens. Nas séries seguintes, que recebem, em geral, o nome do material utilizado - Imagens de Arame, Imagens de Terra, Imagens de Chocolate, Crianças de Açúcar etc. -, passa a empregar os elementos para recriar figuras referentes tanto ao universo da história da arte como do cotidiano. Seu processo de trabalho consiste em compor as imagens com os materiais, normalmente instáveis e perecíveis, sobre uma superfície e fotografá-las. Nessas séries, as fotografias, em edições limitadas, são o produto final do trabalho. Sua obra também se estende para outras experiências artísticas como a earthwork e as questões envolvidas no registro dessas criações. “A exposição retrospectiva de sua carreira, que foi aberta no Rio em março de 2009,e ainda roda por aí, já levou aos museus meio milhão de pessoas.”
  • 10. GRAFITEGrafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano.Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previstopara esta finalidade.Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é consideradocomo forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artistaaproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde,equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. . Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácildo que o piche.Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada comocontravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Os GEMEOS, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo, aí incluída a grande fachada daTate Modern de Londres, admitem ter um passado de pichadores. Na língua inglesa, contudo, usa-se o termo graffiti para ambas as expressões.A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, atégrandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados adiferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelasmensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan. Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecidocomo um dos mais significativos artistas do final do século XX. Atualmente no século XXI, muitas pessoas usam o grafite como arte em museus. Muitos museus conhecidos seencantaram pela beleza das ruas(o grafite).Grafite no BrasilAlex Vallauri (1949-1987) é considerado um dos precursores do grafite no Brasil. Etíope, chegou a São Paulo em 1965. Estudougravura e formou-se em Comunicação Visual pela FAAP. Em 1978, passou a fazer grafites em espaços públicos da cidade. Produziusilhuetas de figuras, utilizando tinta spray sobre moldes de papelão.Termos e gíriasBite - Cópia, influência directa de um estilo de outro writer.Bombing - Grafite rápido, associado à ilegalidade, com letras mais simples e eficazes.Cap - Cápsula aplicável ás latas para a pulverização do spray. Existem variados caps, que variam consoante a pressão, originando um traço mais suave ou maisgrosso (ex: Skinny", "Fat", "NY Fat Cap", etc).Characters - Retratos, caricaturas, bonecos pintados a grafite.Crew - grupo de amigos que habitualmente pintam juntos e que representam todos o mesmo nome. É regra geral os writers assinarem o seu tag e respectivacrew (normalmente sigla com 2 a 4 letras) em cada obra.Cross - Pintar um grafite ou assinatura por cima de um trabalho de um outro writer.Hall of Fame - Trabalho geralmente legal, mural mais trabalhado onde normalmente pinta mais do que um artista na mesma obra, explorando as técnicas mais evoluídas.Kings - Writer que adquiriu respeito e admiração dentro da comunidade do grafite. Um estatuto que todos procuram e que está inevitavelmente ligado à qualidade, postura e anos de experiência.Spot - Denominação dada ao lugar onde é feito um grafite.Tag - Nome/Pseudónimo do artista.Toy - O oposto de King. Writer inexperiente, no começo ou que não consegue atingir um nível de qualidade e respeito dentro da comunidade.Wild Style - Estilo de letras quase ilegível. Um dos primeiros estilos a ser utilizado no surgimento do grafite.Writer - Escritor de grafite.Os Gêmeos[1] é uma dupla de irmãos gêmeos idênticos grafiteiros de São Paulo, nascidos em 1974, cujos nomes reais são Otávio e Gustavo Pandolfo.O Dia Nacional do Grafite é 27 de março e foi instituído após a morte de Vallauri, que ocorreu nesse dia, no ano de 1987.
  • 11. Algumas fotos trabalhos realizados por alunosPop ARTOp ArtCaleidoscopio Comestívelfeito com 3 espelhos e EVASites de pesquisa para elaborar textosÇwww.wikipedia.comwww.itaucultural.org.brwww.historiadaarte.com.br
  • 12. Alunos também fizeram vídeo de Action Paint (baseado filme do Pollock), power point sobre InstalaçãoVik MunizCalder
  • 13. projeyo Calder do trab.ao lado 1