Relatório ecommerce Brasil - Webshoppers 16
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ecommerce no Brasil - Webshoppers 18 - 1º Semestre/ 2007

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    Relatório ecommerce Brasil - Webshoppers 16 Relatório ecommerce Brasil - Webshoppers 16 Presentation Transcript

    • 1 e-bit – todos os direitos reservados
    • Índice O que é Web Shoppers................................................................................................................... 03 A e-bit............................................................................................................................................ 04 Dados Web Shoppers: Metodologia................................................................................................ 06 Estrutura do Relatório.................................................................................................................... 07 Parte I – Balanço do 1° semestre 2007........................................................................................... 08 Datas comemorativas e produtos mais vendidos Número de e-consumidores Perfil do e-consumidor Parte II – Participação das mulheres no e-commerce................................................................... 17 Parte III – Hábitos e Tendências de Consumo pela internet......................................................... 21 Parte IV – Expectativas para o fechamento 2007......................................................................... 25 Sobre a e-bit.................................................................................................................................. 30 Sobre a camara-e.net.................................................................................................................... 32 Contatos........................................................................................................................................ 33 2 e-bit – todos os direitos reservados
    • O que é o Web Shoppers Uma iniciativa da e-bit, o Web Shoppers tem como objetivo difundir informações essenciais para o entendimento do comportamento dos internautas brasileiros e sua relação com o e-commerce. O Web Shoppers analisa a evolução do comércio eletrônico, as mudanças de comportamento e preferências dos e- consumidores e também procura encontrar pontos a serem melhorados no desenvolvimento do e-commerce brasileiro. 3 e-bit – todos os direitos reservados
    • A e-bit Presente no mercado brasileiro desde janeiro de 2000, a e-bit conquistou destaque no desenvolvimento do comércio eletrônico no país sendo referência no fornecimento de informações de e-commerce. Através de um sofisticado sistema de coleta de dados, a e-bit gera diariamente informações detalhadas sobre o comércio eletrônico, a partir de dados do próprio consumidor online após a efetivação de compras em mais de 1.000 lojas virtuais brasileiras. A e-bit já coletou mais de 4,9 milhões de questionários de avaliações de e-consumidores. A e-bit oferece serviços tanto para empresas como para o consumidor online. Para os consumidores, a e-bit atua como um consultor de compras pela internet, publicando em seu site (www.ebit.com.br) as avaliações das pessoas que realmente compraram nas lojas virtuais fizeram das mesmas. Já, as informações sobre os serviços direcionados às empresas podem ser encontradas no site institucional da e-bit (www.ebitempresa.com.br). bitConsumidor – O bitConsumidor é um serviço de avaliação de lojas virtuais, pioneiro na América Latina e referência para o comércio eletrônico no Brasil. A e-bit possui convênio com mais de 1.000 lojas virtuais e o consumidor dessas lojas é convidado a responder uma pesquisa logo após fechar sua compra na internet. São duas etapas: uma imediatamente após a compra efetiva e outra, alguns dias depois, para avaliar a entrega do produto. O processo é automático e simples, feito pela internet. Inteligência de Mercado – Os questionários respondidos diariamente por consumidores sobre a qualidade dos serviços prestados pelas lojas virtuais abastecem o banco de dados da e-bit. Cruzando os dados, a e-bit emite relatórios mensais que traçam o perfil do consumidor online - sexo, idade, renda, escolaridade, hábitos - e também avaliam comparativamente os serviços prestados pelas lojas virtuais, meios de pagamento, faturamento, etc. Painel de Respondentes - A e-bit possui um painel de respondentes de pesquisas altamente qualificado formado, basicamente, por mais de 500M consumidores virtuais. Este painel pode ser convidado a participar de pesquisas quantitativas e qualitativas através de acesso online com incentivo próprio: “bits”. É possível realizar pré-segmentação da amostra por meio das informações – sexo, idade, renda, escolaridade, região geográfica e assuntos de interesse. 4 e-bit – todos os direitos reservados
    • A e-bit bitMail - O bitMail permite a comunicação com um público altamente qualificado: a base de associados da e-bit. Composta fundamentalmente por e-consumidores, um público adulto de alto poder aquisitivo e inúmeras possibilidades de segmentação. O bitMail utiliza recursos tecnológicos que permitem um excelente retorno ao cliente apoiados em marketing de permissão (opt-in, controle de unicidade de cadastro). Publicidade Online - O site www.ebit.com.br é utilizado pelos consumidores virtuais como um site de referência para suas compras online sendo visualizado mensalmente por mais de 350Mil usuários únicos. Em suas páginas, anunciantes e lojas virtuais podem divulgar seus produtos e serviços para um público adulto e de alto poder aquisitivo com um excelente retorno em vendas e divulgação de marcas. Licenciamento de Medalhas - As medalhas resultantes da qualificação “bitConsumidor” realizada pelos consumidores em mais de 1.000 lojas virtuais e que estão presentes no site www.ebit.com.br são referências em segurança para as lojas participantes do programa de avaliação. Estas medalhas podem ser licenciadas para uso em sites e portais parceiros visando aumentar a confiança de compra de seus clientes e usuários. Com essa 16ª edição do Web Shoppers, a e-bit espera contribuir para o desenvolvimento da internet e do comércio eletrônico no Brasil. Boa Leitura, Equipe e-bit 5 e-bit – todos os direitos reservados
    • Dados Web Shoppers: Metodologia O Web Shoppers, em sua 16ª edição, utiliza informações provenientes das pesquisas realizadas pela e-bit junto de mais de 1.000 lojas virtuais e ao seu painel de e-consumidores. Pesquisa bitConsumidor Desde Janeiro de 2000 a e-bit já coletou mais de 4,9 milhões de questionários respondidos após o processo de compras online pelo sistema bitConsumidor. Mensalmente, agrega a este volume mais de 100.000 novos questionários. Os dados da e-bit são coletados junto aos compradores online, imediatamente após sua experiência de compra. O bitConsumidor permite que, além de avaliar a loja e a experiência de compra, os compradores avaliem também o pós- venda, o serviço de atendimento e a probabilidade de retorno à loja virtual. Essas informações, compiladas, geram mensalmente relatórios de Inteligência de Mercado que indicam o perfil sócio demográfico do e-consumidor, bem como os produtos mais vendidos, meios de pagamento mais utilizados, entre outras informações. Pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet A pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet desta edição foi realizada durante os dias 24 e 29 de julho de 2007 com o objetivo de avaliar o perfil, hábitos e tendências dos e-consumidores brasileiros. Um e-mail convite foi enviado para uma amostra de pessoas cadastradas na base de dados da e-bit com um link para acesso ao questionário. Durante o período de coleta, foram respondidos 1.060 questionários. 6 e-bit – todos os direitos reservados
    • Estrutura do relatório PARTE I Balanço do 1° semestre 2007 PARTE II Participação das mulheres no e-commerce PARTE III Pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet PARTE IV Expectativas para o fechamento 2007 7 e-bit – todos os direitos reservados
    • PARTE I Balanço do 1° semestre 2007 8 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Raio-X 1° semestre 2007 O discurso de que o comércio eletrônico era um setor da economia que crescia abundantemente por ser apenas mais uma novidade entre as formas de comprar e vender produtos e serviços ao consumidor final já não pode mais ser aceito de forma universal e incontestável entre os diversos setores da economia brasileira. Hoje, após nove anos do surgimento do e-commerce no País, as vendas pela internet já podem ser consideradas como parte da realidade dos consumidores brasileiros e não apenas como uma “moda” passageira e descartável nas opções de compra desse consumidor. Os números e, principalmente, as taxas de crescimento desse mercado são de deixar qualquer economista espantado com a crescente evolução das vendas em lojas virtuais e, consequentemente, com a consolidação do e-commerce nacional. Nesse cenário, com o acompanhamento mensal que a e-bit faz do comércio eletrônico, verificamos um crescimento nominal de aproximadamente 50% nos seis primeiros meses desse ano em relação a igual período de 2006. Isso significa dizer que, de janeiro a junho desse ano, as lojas virtuais brasileiras faturaram R$ 2,6 bilhões em vendas de bens de consumo (excluindo-se as vendas de passagens aéreas, sites de leilão e automóveis), volume superior ao faturado em todo o ano de 2005. 9 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Evolução do Faturamento dos 1os. Semestres (em bilhões de Reais) 2,600 1,750 0,974 0,745 0,495 0,336 0,197 1° sem 1° sem 1° sem 1° sem 1° sem 1° sem 1° sem 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Período: Jan a Jun 2001 a 2007 Em cada compra efetuada pela rede no primeiro semestre, foram gastos em média R$ 296, crescimento de três pontos percentuais quando comparado ao tíquete médio referente ao mesmo período do ano anterior. Já em relação ao volume de pedidos, o setor fechou o semestre com 2,7 milhões de pedidos a mais que em 2006, atingindo o resultado de 8,7 milhões de compras ao longo de seis meses. 10 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Raio-X do 1° semestre 2007 (Brasil) Faturamento R$ 2,6 bi Tíquete médio R$ 296 Crescimento nominal em relação a 2006 49% Livros – 17% Produtos mais vendidos* Informática – 13% Eletrônicos – 10% * Participação por quantidade de pedidos Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Base amostral: 526.669 pesquisas Período: Jan a Jun 2007 Datas comemorativas e produtos mais vendidos Assim como no varejo físico, o Dia das Mães é o grande impulsionador de vendas nos seis primeiros meses do ano. Dessa forma, o período entre 26 de abril e 12 de maio, garantiu ao comércio eletrônico um faturamento de R$ 287 milhões, o que equivale a um crescimento de 63% em relação a 2006 e 11% do total registrado no primeiro semestre. Esse ano, além do volume de transações registrado ter sido alto, cerca de 944 mil pedidos somente nesse período, outro fator que contribuiu para o elevado crescimento do setor foi o aumento do tíquete médio, cerca de 6% maior do que em 2006. Os adeptos às compras virtuais gastaram pela internet uma média de R$ 304, contra R$ 285 no ano passado. Esse valor superou a expectativa inicial de 5% de crescimento que atingiria um valor médio de R$ 300. 11 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Já no Dia dos Namorados, o faturamento das lojas virtuais foi inferior ao do Dia das Mães, porém indicou um crescimento de 47% outro lado, nota-se queOuquantidade de novos ser a data comemorativa mais aquecida no primeiro semestre, o Dia Por se comparado a 2006. a seja, apesar de não compradores dos Namorados promoveu uma movimentação importante para o resultado obtido nesses primeiros seis meses, atingindo um faturamento de R$ 227 milhões. Em relação ao valor médio que os namorados gastaram na hora de presentear seus parceiros, o tíquete médio ficou em torno de R$ 287, um aumento de quase 2% em relação ao ano passado. Na lista dos produtos mais vendidos em ambas as datas comemorativas, o destaque ficou por conta da categoria de Informática, que devido à queda do dólar e, consequentemente, a valorização da moeda brasileira, favoreceram sua vice- liderança no ranking com 12% de representatividade. Além disso, as categorias de Eletrônicos e Telefonia Celular também figuraram entre as melhores opções de presentes para as mamães e namorados, representando 9% das escolhas em ambos os casos e ocupando o terceiro e quarto lugar respectivamente. Datas comemorativas do 1° semestre de 2007 Dia das Mães Dia dos Namorados Período 23/04/07 a 09/05/07 28/05/07 a 13/06/07 Faturamento R$ 287 mi R$ 227 mi Tíquete Médio R$ 304 R$ 287 Crescimento nominal em relação a 2006 63% 47% 5° Produto mais vendido Eletrodomésticos - 6% Títulos de DVD e VHS - 6% 12 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Número de e-consumidores Um dos fatores que pode ser apontado como principal responsável pelo crescimento do setor é o aumento na base de e- consumidores, já que conforme mencionado acima, o tíquete médio permaneceu muito próximo àquele praticado em 2006, com valores entre R$ 287 e R$ 296. Ao final de Junho de 2007, já são cerca de 8 milhões de pessoas que tiveram, pelo menos, uma experiência de compra em alguma loja virtual brasileira. Em apenas seis meses, a base de clientes do e-commerce nacional, cresceu na casa dos 16%, passando de 7 milhões de pessoas para 8,1 milhões, ou seja, aproximadamente 1,1 milhão de pessoas a mais comprando pela rede nesse curto espaço de tempo. Esse contínuo crescimento observado na base de e-consumidores é conseqüência da expansão do acesso à internet facilitada por políticas governamentais que incentivam a venda de computadores por um preço mais baixo e com um financiamento facilitado a pessoas com renda familiar mais baixa. Segundo um estudo do Interactive Advertising Bureau (IAB), até o fim do ano, os usuários de internet no Brasil devem chegar a 37 milhões. O crescimento inclui os acessos residenciais, em escolas, cibercafés e empresas. Além disso, o Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) pretende criar nos próximos três anos 16,6 mil novos pontos de acesso à banda larga no país, totalizando 20 mil locais de acesso, situados em escolas, órgãos públicos, ONGs e até mesmo disponíveis para comunidades indígenas. O Brasil, segundo o e-Marketer, é o terceiro país com mais acessos em banda larga, atrás apenas de Estados Unidos e Canadá no continente americano, atualmente contado com seis milhões de linhas em uso. 13 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Número de e-consumidores no Brasil* 8,1 mi 7 mi 5,7 mi 82% 71% 75% 23% 22% 19% 1º Sem 2006 2º Sem 2006 1º Sem 2007 e-consumidores compradores no período novos e-consumidores no período *Consideramos e-consumidores todas as pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra virtual desde o ano 2000 Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Perfil do e-consumidor Quanto ao perfil desse e-consumidor, do 1° semestre do ano passado para cá, houve algumas alterações. A maioria - 69% - continua compreendida na faixa etária entre 25 e 49 anos, apesar da queda de um ponto percentual na comparação com o mesmo período de 2006 (70%). Já a parcela compreendida entre 50 e 64 anos responde por 15% das compras online. No 1° semestre de 2006, essa faixa etária efetuava 14% dos pedidos online. E, somente 2% dos e-consumidores têm mais de 64 anos. O restante -14% - tem até 24 anos. 14 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Outro dado que chama a atenção em relação ao perfil das pessoas que compram online é que, em apenas seis meses, o público feminino aumentou a sua participação em cerca de dois pontos percentuais. Se ao final de 2006, as mulheres faziam cerca de 43% de todos pedidos efetuados pela rede, em junho de 2007 elas já são responsáveis por 45% das compras virtuais realizadas no Brasil. Analisando-se o grau de escolaridade das pessoas que fizeram compras de janeiro a junho de 2007, constatamos que não ocorreram mudanças muito significativas. Cerca de 30% têm o Ensino Superior Completo e 19% concluíram a Pós- Graduação. A renda média familiar é de R$ 3.692,00 e se divide da seguinte maneira: cerca de 37% tem renda familiar entre R$ 1.000,00 e R$ 3.000,00. Da mesma forma, a parcela com renda entre R$ 3.001,00 e R$ 8.000,00 também tem uma participação significativa no mercado, cerca de 35%. Do total de e-consumidores, 8% tem renda menor do que R$ 1.000,00, 8% ganham mais que R$ 8.000,00 e ainda 12% preferem não dizer. 15 e-bit – todos os direitos reservados
    • Balanço do 1° semestre 2007 Perfil do e-consumidor Renda Familiar Faixa Etária Mais de 64 A té 17 anos Pr efir o não M enos de anos 1% dizer R$ 1 .0 0 0 2% 12% 8% Entre 18 e M ais de Entre 50 e 24 anos R$ 8 .0 0 0 64 anos 13% 8% 15% Entr e Entr e R$ 1 .0 0 0 e R$ 5 .0 0 1 e R$ 3 .0 0 0 R$ 8 .0 0 0 3 7% 13% Escolaridade Entre 25 e Primário 34 anos 0% Ginásio Entre 35 e 32% Entr e Não 3% R$ 3 .0 0 1 e responderam 49 anos R$ 5 .0 0 0 37% 7% 22% Colegial Pós- 19% graduação Renda Média: R$ 3.692 Média de Idade: 38 anos 19% Superior incompleto 22% Superior completo 30% Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Base amostral: 526.669 pesquisas 49% de graduados Período: Jan a Jun 2007 16 e-bit – todos os direitos reservados
    • PARTE II Participação das mulheres no e-commerce 17 e-bit – todos os direitos reservados
    • Participação das mulheres no e-commerce Participação das mulheres no comércio eletrônico O crescimento da participação feminina na web brasileira vem modificando constantemente o cenário do comércio eletrônico no país. Se antes, no início do e-commerce brasileiro, livros, CD’s e DVD’s, eletrônicos, áudio e vídeo lideravam absolutos no ranking dos mais vendidos pela rede, hoje, apesar de ainda ocuparem grande espaço entre as escolhas dos e-consumidores, ofertas relacionadas à vaidade feminina que se encaixam perfeitamente na categoria de Saúde e Beleza, como perfumes e cosméticos começam a ganhar destaque nas páginas da internet e garantem a esses produtos recordes de crescimento. Isso pode ser explicado pelo crescimento do percentual do público feminino que compra pela internet. Enquanto em 2000, as mulheres representavam 37% do total de pessoas que adquiriam produtos pela rede, no final do 1° semestre de 2007 esse número já saltou para 45%. Evolução da Participação das Mulheres no e-commerce - (Volume de Pedidos) 1° sem 2007 45% 2006 43% 2005 42% 2004 40% 2003 40% 2002 39% 2001 39% 2000 37% 35% 37% 39% 41% 43% 45% 47% 49% Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) 18 e-bit – todos os direitos reservados
    • Participação das mulheres no e-commerce O fato de as mulheres participarem mais ativamente das decisões nos lares brasileiros, bem como o fato de conciliarem a jornada de trabalho externo com as “eternas” tarefas domésticas, fez com que o comércio eletrônico se tornasse uma alternativa – talvez a melhor opção – para ganhar tempo nas compras para o lar, sejam elas de supermercado até presentes para a família e também aumentar o poder de compra, já que em muitos casos, os produtos oferecidos pelo canal são vendidos a preços menores se comparados àqueles praticados no varejo tradicional. Dessa forma, torna-se cada vez mais comum, ao visitarmos sites de e-commerce nos depararmos com vitrines que trazem expostos produtos de apelo mais feminino do que estávamos habituados antigamente. A marca histórica de 45% dos e- consumidores brasileiros serem mulheres faz com que a oferta de produtos como jóias, relógios, eletrodomésticos, eletroportáteis, cuidados pessoais e até mesmo vestuário apresentem resultados tão bons e com expectativa de crescimento tanto quanto àqueles dedicados ao público masculino. Por outro lado, apesar de aumentarem sua participação nas vendas do comércio eletrônico nos últimos anos de 37% para 45%, as mulheres ainda gastam menos do que os homens quando “saem” às compras pela internet. Isso acontece, pois as compras do sexo feminino ainda estão concentradas em produtos de baixo valor agregado, como Cuidados Pessoais (Secadores, Chapinhas, Barbeadores, etc), Moda e Acessórios e Cama, Mesa e Banho, nos quais o tíquete médio registrado fica por volta de R$ 210. Já, a participação masculina em produtos de alto valor agregado (tíquete médio alto) é bem maior do que a feminina, como Eletrônicos, Eletrodomésticos e Informática, nos quais se verifica um tíquete médio de aproximadamente R$ 556. 19 e-bit – todos os direitos reservados
    • Participação das mulheres no e-commerce Consumo Masculino X Consumo Feminino nas Compras Online - (Volume de Pedidos) Produtos Participação feminina Participação masculina Saúde e Beleza 63% 37% Vestuário e Acessórios 57% 43% Eletrônicos 32% 68% Informática 25% 75% Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Base Amostral: 910.450 Período: Jan a Dez 2006 Além disso, em termos gerais, o tíquete médio das compras efetuadas pelas mulheres ainda é inferior àquele gasto pelos homens, sendo R$ 251 e R$ 331 respectivamente os valores para o 1° semestre do ano. É verdade que em alguns casos a indicação de compra, como eletrodomésticos, por exemplo, deve partir principalmente da mulher, mas cabe mais ao homem escolher o modelo devido à tecnologia existente nos produtos mais modernos. Outro indicador sobre o aumento da participação feminina no e-commerce, mas em produtos de baixo valor agregado é que, hoje, elas são responsáveis pela maioria dos pedidos de livros. Para se ter idéia, a categoria de Livros e Revistas ocupa, tradicionalmente, em volume de vendas, o 1º lugar entre os produtos mais vendidos pela internet no Brasil. 20 e-bit – todos os direitos reservados
    • PARTE III Pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet 21 e-bit – todos os direitos reservados
    • Pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet Pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet A pesquisa especial sobre Hábitos e Tendências de Consumo pela internet analisou a relação que os e-consumidores brasileiros tem com os diversos tipos de conteúdo que são disponibilizados para a compra na rede, além de apontar também quais são as tendências no mundo digital. Conteúdo digital A venda de música digital ainda é pouco significativa no país. Os e-consumidores brasileiros, apesar de obterem canções por meio de downloads na internet, utilizam sites gratuitos para essa aquisição. Segundo pesquisa realizada pela e-bit, apenas 12% dos e-consumidores brasileiros afirmaram terem feito compras de músicas digitais nos últimos três meses. Além disso, a maioria ainda não tem o costume de adquirir pela internet os diversos tipos de conteúdo que são oferecidos para comercialização (jogos, vídeos, conteúdo adulto). Os poucos que compraram, focalizaram mais em notícias e cursos online. Com relação ao tíquete médio gasto pelos e-consumidores na hora de adquirir um conteúdo digital, variou dependendo do que foi adquirido. Mesmo assim, nenhum deles ultrapassou o tíquete médio das compras efetuadas no comércio eletrônico (R$ 296). O maior deles, cerca de R$ 80 foi gasto com cursos online. Venda de pacotes turísticos pela internet A pesquisa constatou também que a internet é o meio mais utilizado para auxiliar na hora de se decidir pela compra de um pacote turístico. 62% dos entrevistados disseram que buscam informações na rede para isso, seguido de 51% que afirmaram buscar informações em agências de viagens. 22 e-bit – todos os direitos reservados
    • Pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet Após a tomada de decisão pelo pacote turístico, consultar um agente de viagens para concretizar a compra ainda é a principal escolha, com 75% dos votos. Mas, a ação de recorrer às lojas virtuais para adquirir o pacote já apresenta relevante participação entre os e-consumidores, somando 44% das respostas. Ainda sobre a compra de pacotes turísticos pela rede, 72% dos entrevistados afirmaram que apesar de nunca terem adquirido um pacote turístico pela internet, um grande motivador para se tornarem adeptos a isso seria a prática de preços e parcelamento melhores que aqueles praticados nas lojas físicas. Para aqueles que já possuem o hábito de comprar pacotes turísticos na web, o melhor preço foi citado também como o principal determinante para o aumento da freqüência de compra pela internet. Mais de 70% responderam serem influenciados por esse quesito. Informações detalhadas do pacote como, horário do vôo e passeios inclusos, além da confiança na loja virtual e distribuição de brindes também foram mencionados como fatores importantes para essa mudança, com 54%, 63% e 24% respectivamente, mas sempre abaixo do preço e formas de pagamento e parcelamento. Conteúdo colaborativo A pesquisa analisou também se os e-consumidores brasileiros costumam enviar conteúdos colaborativos para os sites. Mais da metade (55%) dos respondentes afirmou colaborar com textos, críticas, sugestões ou comentários em sites. Do restante, 77% afirmaram que apesar de não colaborar no envio, lêem e utilizam as informações colocadas por outros usuários e ainda 39% consideram que as avaliações dos outros clientes são muito importantes na escolha de uma loja virtual ou na aquisição de determinado produto, por exemplo. 23 e-bit – todos os direitos reservados
    • Pesquisa Hábitos e Tendências de Consumo pela internet Second Life Outro dado interessante apresentado na pesquisa “Hábitos e Tendências de Consumo pela internet” foi que o Second Life não está presente na vida dos e-consumidores brasileiros. Apenas 38% dos entrevistados, afirmaram conhecer o ambiente virtual. Destes, 22% disseram utilizá-lo (ter um avatar) e ainda 38% disseram que as iniciativas das empresas atendem às suas expectativas. Entretanto, dos que responderam que as empresas atendem suas expectativas, 52% acreditam ser indiferente para a imagem da empresa a presença no Second Life. Dos 38% que conhecem o ambiente virtual, porém não o utiliza (78%) somente 26% afirmaram que pretendem utilizá-lo nos próximos 6 meses. Sobre o perfil da amostra A maioria dos respondentes dessa pesquisa é do sexo maculino (60%), tem entre 35 e 49 anos (47%), concluíram o Ensino Superior (41%) e 27% ganham entre R$ 1.000 e R$ 3.000. Para mais informações sobre a pesquisa, envie um e-mail para negocios@ebit.com.br 24 e-bit – todos os direitos reservados
    • PARTE IV Expectativas para o fechamento 2007 25 e-bit – todos os direitos reservados
    • Expectativas para o fechamento 2007 O primeiro semestre de 2007 já se foi e o tempo começa a apontar para mais um final de ano movimentado no comércio eletrônico brasileiro. Até agora, todos os indicadores tanto de satisfação dos clientes, quanto do faturamento, tíquete médio e cumprimento dos prazos de entrega, apontam para um crescimento nominal de 45% em relação a 2006, o que significa um faturamento de R$ 6,4 bilhões. Expectativa de fechamento para 2007 Faturamento R$ 6,4bi R$ 4,4bi R$ 2,5bi R$ 1,75bi R$ 1,2bi R$ 850mi R$ 550mi 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007* *2007 previsão Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Base amostral: 2.777.607 pesquisas de Janeiro de 2001 a Dezembro de 2006 26 e-bit – todos os direitos reservados
    • Expectativas para o fechamento 2007 Como vimos anteriormente, novos e-consumidores estão se rendendo às facilidades do canal de compras pela internet. Dessa forma, a tendência é que esse número continue crescendo nos próximos anos, atingindo até o final desse ano aproximadamente 9,5 milhões de pessoas que já tiveram uma experiência de compra pela internet. Expectativa de fechamento para 2007 N° e-consumidores 9,5mi 7,0mi 4,8mi 3,4mi 2,6mi 1,7mi 1,1mi 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007* *2007 previsão Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Base amostral: 2.777.607 pesquisas de Janeiro de 2001 a Dezembro de 2006 27 e-bit – todos os direitos reservados
    • Expectativas para o fechamento 2007 E não pára por aí! Como em todos os anos, o Natal é a data mais aguardada pelos varejistas que aproveitam esse período para alcançar altos índices de faturamento e, até mesmo, recorde em vendas. Assim, o período do Natal que vai de 15/11 a 23/12 para as lojas virtuais, deve vender algo em torno de R$ 1 bilhão, o que representa um crescimento nominal de 45% em relação ao mesmo período de 2006. O valor do tíquete médio deve ficar por volta de R$ 300 reais. Evolução do Faturamento do Natal - (em bilhões de Reais) 2007 1,000* 2006 0,693 2005 0,458 2004 0,284 2003 0,204 * previsão Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br) Período: 15/11 a 23/12 No ranking dos produtos mais vendidos, a “disputa” pelo topo deve ficar ainda mais acirrada, já que a escolha por produtos de maior valor agregado (tíquete médio alto) como Eletrônicos, Informática e Telefonia Celular, tem aumentado significativamente em detrimento da antiga preferência por produtos mais baratos como Títulos de CD, DVD e Vídeo. 28 e-bit – todos os direitos reservados
    • Expectativas para o fechamento 2007 Além disso, é importante ressaltar que na medida em que os e-consumidores adquirem mais confiança no canal web proporcionada pela facilidade de comprar, variedade de produtos ofertados, preços mais competitivos e, principalmente, entrega dentro do prazo prometido, a tendência é que se aumente a freqüência de compras dos adeptos às compras virtuais. E isso é um fator que tem despertado a atenção de grandes redes do varejo tradicional como Casas Bahia, Carrefour e Wal-Mart que anunciaram que devem começar a vender seus produtos e serviços também pela internet no próximo ano aproveitando o crescimento da quantidade de pessoas que fazem compras pela rede e o aumento dos negócios proporcionados pela web. Com a entrada de novos “players” no e-commerce nacional, a competição entre as redes de varejo e supermercado que já vendem pela internet como Lojas Americanas, Magazine Luiza, Ponto Frio e Pão de Açúcar e àquelas que pretendem ingressar em 2008, tende a ficar ainda mais acirrada, o que possibilita a prática de preços melhores ao consumidor final na tentativa de conquistar e reter o cliente. Segundo o Programa de Administração de Varejo (Provar) da Faculdade de Economia da USP, os preços dos produtos vendidos pela Internet ficaram 2,52% mais baratos em julho de 2007. Este foi o resultado do e-flation, que é o índice que mede a inflação do comércio eletrônico. Mas, por enquanto, as oscilações de preço ainda mostram um razoável equilíbrio. Nos sete primeiros meses de 2007, o Provar detectou uma inflação de 3,77% no comércio eletrônico brasileiro. Enfim, o que surpreende de fato não é a entrada - mesmo que tardia - desses gigantes na internet. O que poderia surpreender é se alguns setores empresariais ainda deixassem que o receio e a cautela mantivesse-os fora da rede, não acreditando no enorme potencial do e-commerce, ou mesmo, buscando alternativa de diversificação de modelos de negócios e aumento de faturamento aliado à satisfação dos clientes. 29 e-bit – todos os direitos reservados
    • Sobre a e-bit 30 e-bit – todos os direitos reservados
    • Sobre a e-bit Presente no mercado brasileiro desde janeiro de 2000, a e-bit conquistou destaque no desenvolvimento do comércio eletrônico no país sendo referência no fornecimento de informações de e-commerce. A e-bit oferece serviços tanto para empresas como para o consumidor online. Para os consumidores, a e-bit atua como um consultor de compras pela internet, publicando em seu site (www.ebit.com.br) as avaliações das pessoas que realmente compraram nas lojas virtuais fizeram das mesmas. Já, as informações sobre os serviços direcionados às empresas podem ser encontradas no site institucional da e-bit (www.ebitempresa.com.br) Principais Clientes ABN Real Agencia Click Atera Bradesco B2W Claro Club Med Compra Facil Credicard Citi Cyrela Editora Abril Editora Globo Extra.com Floresnaweb Fnazca GOL Itaú Itaú Card Livraria Cultura Lumens Magazine Luiza Mania Virtual Marisa Nestlé Passarela Pão de Açúcar Pernambucanas Philips Ponto Frio Sanofi-Aventis Saraiva Sky TAM Tecnisa Terra TIM Toymania VIVO Webmotors Yahoo 31 e-bit – todos os direitos reservados
    • Sobre a camara-e.net A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), fundada em 07 de maio de 2001, é a principal entidade multi-setorial da Economia Digital no Brasil e América Latina, voltada ao negócio eletrônico como fator estratégico de desenvolvimento econômico sustentável no século XXI. Sua missão é a de capacitar indivíduos e organizações para a prática segura dos negócios eletrônicos, através da geração e difusão de conhecimento de vanguarda, bem como defendendo posições de consenso frente aos principais agentes públicos e privados, nacionais e internacionais, relacionados ao fomento das tecnologias da informação e comunicação. Entre as principais prioridades da camara-e.net está a formulação e proposição de políticas públicas, regulatórias e de mercado, que incentivem a produção e a universalização dos benefícios das tecnologias de informação e comunicação. Os 160 sócios da entidade representam empresas líderes dos principais setores da economia brasileira e mundial. Acesse www.camara-e.net. 32 e-bit – todos os direitos reservados
    • Contatos www.ebitempresa.com.br Pedro Guasti negocios@ebit.com.br 55 11 3047-4999 www.camara-e.net Manuel Matos manuel.matos@camara-e.net 55 11 3231-0445 33 e-bit – todos os direitos reservados