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PROJETO DE LEI Nº 095 /2012.

Em, 31 de Julho de 2012.
DISPÕE SOBRE GESTÃO DE RECURSOS
DESTINADOS
À
SUBVENÇÃO
SOCIAL,
CONC...
III – comprovação dos gastos conforme projeto apresentado nos termos do inciso V, do
art. 4º.
Parágrafo único. As entidade...
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2012 pl dispõe sobre gestão de recursos destinados à subvenção social, concedido pelo poder público municipal de cabo frio

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  1. 1. PROJETO DE LEI Nº 095 /2012. Em, 31 de Julho de 2012. DISPÕE SOBRE GESTÃO DE RECURSOS DESTINADOS À SUBVENÇÃO SOCIAL, CONCEDIDO PELO PODER PÚBLICO MUNICIPAL DE CABO FRIO. A CÂMARA MUNICIPAL DE CABO FRIO NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, R E S O L V E: Art. 1º. A Assistência Social é Direito Social de Dever do Estado, garantidos constitucionalmente e efetivados mediante políticas sociais, com características próprias que assegurem à população de baixa renda o exercício da cidadania e dos direitos fundamentais previstos nos artigos 5º, 6º e 7º, da Constituição Federal, no art. 4º, da Constituição Estadual e, o artigo 1º, I, da Lei Orgânica Municipal. Art. 2º. As verbas destinadas pelo Poder Executivo Municipal anualmente à Subvenção Social obedecendo aos ditames da Lei 4.320/1964, em seus artigos 12, § 3º, 16,17 e 19 e ao disposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias do Município. Art. 3º. Como gerenciador das verbas de subvenção, o Poder Executivo Municipal se obrigará ao atendimento dos seguintes quesitos: I – estabelecimento de prioridade de aplicação dos recursos ouvido o Plenário do Legislativo; II – dar publicidade do montante subvencionado a cada entidade, bem como da finalidade de aplicação dos recursos na data do repasse; III – exigir, acompanhar e dar publicidade da prestação de contas anual das entidades beneficiadas com verbas de Subvenção Social. Art. 4º. Para efeito de habilitar-se à contemplação com verbas de Subvenção Social, a entidade pleiteante deverá apresentar: I – cópia autenticada do Registro do Estatuto em Cartório; II – cópias da Ata da Eleição da última Diretoria, devidamente autenticada em cartório; III – Comprovação de ser Entidade de Utilidade Pública Municipal; IV – atestado de funcionamento regular, assinado pelo Delegado Regional de Polícia, Promotor de Justiça, Juiz de Direito, Presidente da Câmara ou Prefeito Municipal; V – projeto especificando o montante e a aplicação dos recursos pleiteados, sua finalidade e estimativa do número de pessoas beneficiadas. Art. 5º. A prestação de contas das entidades contempladas com Subvenções, a ser apresentada à Comissão de representantes do Poder Executivo e do Poder Legislativo, a ser criada paritariamente, de que trata a Lei de Diretrizes Orçamentárias deverá estar acompanhada de: I – extrato bancário com lançamento de recursos e sua aplicação; II – notas fiscais e recibos com firma reconhecida, na forma da Lei;
  2. 2. III – comprovação dos gastos conforme projeto apresentado nos termos do inciso V, do art. 4º. Parágrafo único. As entidades que não tiverem suas contas aprovadas pela Comissão prevista no art. 5º, ou que não prestarem contas, não poderão ser contempladas com novas Subvenções e deverão ressarcir os cofres públicos dos valores recebidos. Art. 6º. Não será concedida Subvenção à Entidade: I – que não tenha prestado contas da aplicação da Subvenção recebida; II – considerada sem condições de funcionamento pelo Executivo Municipal; III – que não atenda qualquer dos requisitos definidos pelo Executivo Municipal. Art. 7º. Qualquer cidadão, Partido Político, Associação ou Sindicato, é parte legítima para denunciar irregularidades ou ilegalidades da aplicação dos recursos públicos por entidade de direito privado. § 1º. A denúncia poderá ser formalizada aos seguintes órgãos: a) Ministério Público; b) Executivo Municipal; c) Câmara Municipal. § 2º. Quando recebida à denúncia pelos Poderes Executivo ou Legislativo, estes terão 30 (trinta) dias de prazo para formarem convicção e proporem penalidades aos infratores na forma da Lei. Art. 8º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Sala das Sessões, 31 de Julho de 2012. TAYLOR DA COSTA JASMIM JUNIOR Vereador - Autor JUSTIFICATIVA: A Assistência Social é Direito Social e Dever do Estado, garantidos constitucionalmente e efetivados mediante políticas sociais com características próprias, que assegurem à população de baixa renda o exercício pleno da cidadania e dos direitos fundamentais. O nosso Projeto de Lei tem como objetivo regulamentar e garantir os padrões éticos nas subvenções concedidas pela Prefeitura Municipal de Cabo Frio.

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