O Tratamento Ortodôntico Antes Da ReabilitaçãO Oral Otimizando

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O Tratamento Ortodôntico Antes Da ReabilitaçãO Oral Otimizando

  1. 1. O tratamento Ortodônticoantes da reabilitação oral otimizando resultados. J. Ferreira
  2. 2. • A Ortodontia atualmente possui mecanismos claros e base científica bastante completa, para poder auxiliar a organização dos elementos dentários , favorecendo a execução de Implantes , próteses, restaurações de melhor qualidade e resultados muito superiores J. Ferreira
  3. 3. • Roth, considera o tratamento Ortodôntico como uma forma de reabilitação bucal completa obtida clinicamente em esmalte e por tanto devendo seguir as regras de oclusão exigidas para obter-se saúde bucal em longo prazo. J. Ferreira
  4. 4. • Roth, considera que a estabilidade não será obtida na ausência de uma articulação estável, alem de contatos interoclusais cêntricos apropriados, com desoclusão dos dentes posteriores quando em movimento. J. Ferreira
  5. 5. Adultos /idosos• Alem da clientela habitual de criança , adolescentes e adultos jovens , mais e mais pacientes idosos alem de 65 anos tem procurado tratamento ortodôntico.• alinhamento dentário• estética aprimorada• organização dos dentes para procedimentos de implantes e próteses• função mastigatória J. Ferreira
  6. 6. • Zachrisson, considera o planejamento do tratamento ortodôntico para o paciente adulto e adulto idoso diferentes em ralação aos jovens, pois os objetivos devem ser acordados com os interesses e possibilidades dos pacientes e condições apresentadas para o tratamento ( problemas periodontais , falta de dentes,situação financeira e etc.) . J. Ferreira
  7. 7. Adultos• Planejamentos alternativos são muito freqüentes e as contenções em varias situações devem ser eternas. Outro ponto destacado é com relação ao tempo do tratamento, em média 12 meses no idoso. J. Ferreira
  8. 8. Tratamento em adulto • Os tratamentos em adultos devem buscar uma melhora da qualidade de vida daquele paciente. • Muitas vezes isto não quer dizer uma finalização onde todos os objetivos que normalmente buscamos sejam conseguidos. J. Ferreira
  9. 9. • O adulto trabalha muitas vezes em funções que não lhe convém tratamentos muito longos, sua percepção do problema e suas necessidades diferem dos jovens. Porém cabe ao ortodontista determinar até onde poderá ser realizado os desejos do paciente , pois uma finalização sem uma ATM balanceada mutuamente protegida pode ser danoso no futuro para esta articulação. J. Ferreira
  10. 10. • Desta forma os planejamentos devem ser acordados entre o paciente e profissional, por escrito para que não pairem duvidas sobre nenhum aspecto pertinente ao assunto no futuro.• Deste planejamento deve participar também o profissional que realizará a prótese ou implante, pois suas necessidades devem ser explicadas ao ortodontista pra que este busque o melhor posicionamento final dos dentes visando o procedimento a seguir. J. Ferreira
  11. 11. J. Ferreira
  12. 12. J. Ferreira
  13. 13. J. Ferreira
  14. 14. Tratamentos comuns aos adultos J. Ferreira
  15. 15. Extrusão dentária:• traumas sub-gengival ou cáries• No curso normal da tração , o osso e gengiva acompanham o movimento de forma fisiológica, “o osso segue o dente”• A Extrusão preserva ou regenera o volume ósseo pelo caminho, favorecendo o local, para colocação de implantes em casos onde o dente será extraído .• O tempo do movimento varia de 4 a 6 semanas , sendo necessário um tempo de retenção para o implante de 1 a 6 meses. J. Ferreira
  16. 16. Extrusão dentária:• Contra indicações:• Por outro lado esta contra-indicada o procedimento para dentes anquilosados ou hypercementosis, fratura vertical da raiz, raiz curta com proporção menor que 1/1, exposição de furca, insuficiente espaço protético. J. Ferreira
  17. 17. Extrusão dentária: J. Ferreira
  18. 18. Extrusão dentária: J. Ferreira
  19. 19. Mini-Implantes• Mini-Implantes , são menores que os implantes,mas com a superfície tratada igualmente. Apos sua colocação podem ser utilizados imediatamente ou mediatamente para forças ortodônticas. J. Ferreira
  20. 20. Mini-Implantes J. Ferreira
  21. 21. Mini-Implantes• Indicação:• para ancoragem em movimentos de intrusão• de retração anterior e estabilização do elemento de ancoragem. J. Ferreira
  22. 22. Mini-Implantes• Seu diâmetro varia de 1 a 2 mm, sendo os mais finos ideais para colocação entre as raízes, sem perigo de danificá-las.• A densidade do osso onde será aplicado é importante par aumentar a retenção e estabilidade, porém pode ser causadora de fraturas no pescoço do implante durante o movimento de remoção , onde retém ao concentração destes esforços.• Para ossos trabeculados , implantes mais longos .• osso cortical, mais curtos.• entre raízes, mais fino. J. Ferreira
  23. 23. Mini-Implantes – Intrusão J. Ferreira
  24. 24. Mini-Implantes• Os problemas que os mini-implantes apresentam são fratura e infecção da gengiva.• Com relação ao paciente seriam a qualidade e quantidade de osso e a grossura da gengiva que pode gerar um ponto muito distante da força e o centro de resistência do dente, gerando um momento muito grande . J. Ferreira
  25. 25. Mini-Implantes Mesialisação de molares Intrusão J. Ferreira
  26. 26. Mini-Implantes Controle da Extrusão durante a retração . J. Ferreira
  27. 27. Mini-Implantes Intrusão de molares: O movimento de intrusão dentaria é considerado um dos mais difíceis de executar, como efeitos colaterais pode produzir extrusão dos dentes de ancoragem . Pode ser feito de diversas maneiras, mas com o uso dos Mini-implantes o controle do movimento e efeitos colaterais foi bem resolvido.O tempo em media para intrusão é de 8 meses e podem ser usados aparelhos acessórios tais como a Barra transpalatina. J. Ferreira
  28. 28. Mini-Implantes – Retração J. Ferreira
  29. 29. Mini-Implantes – Retração J. Ferreira
  30. 30. Mini-Implantes – Verticalização J. Ferreira
  31. 31. Conclusão:• O planejamento seja de forma interdisciplinar, pois a complexidade dos tratamentos não permite que um único profissional tenha todas as respostas.• O relacionamento entre os profissionais que participam do tratamento deve ser estreito e constante para evitar problemas e diminuir o tempo de tratamento. A ortodontia em sua constante evolução busca os meios para facilitar a vida dos pacientes e dos reabilitadores que farão suas próteses. J. Ferreira
  32. 32. Conclusão:• O paciente deve ser muito bem orientado dos objetivos e limitações dos tratamentos, pois ,no futuro, quando avaliados por outros profissionais que não participaram deste tratamento, devem ter condições de explicar as limitações daquela finalização, evitando constrangimentos éticos.• O profissional reabilitador deve buscar o tratamento ortodôntico prévio sempre que o caso necessitar, com certeza terá muito mais facilidades de realizar um ótimo trabalho posteriormente. J. Ferreira
  33. 33. Conclusão:• O tempo de tratamento ortodôntico pré- protetico é em média 12 meses e não deve ser considerado um fator impedidor do tratamento ortodôntico.• Os movimentos de intrusão dentaria, distalização de molares são possíveis e facilitados por acessórios específicos os mini- implantes. J. Ferreira
  34. 34. Referencia Bibliográfica• Zachrisson ,UB. JCO interviews. Bjorn U. Zachrisson, DDS, MSD, PhD, on current trends in adult treatment, part 1. J Clin Orthod. 2005 Apr;39(4):231-44.• Feng, X. et all. An interdisciplinary approach for improved functional and esthetic results in a periodontally compromised adult patient. Angle Orthod. 2005 Nov;75(6):1061-70.• Roth, R. Mounting models on an articulator for orthodontics – is it necessary and on which patients and why?. Ortodontia SPO- vol XX, n x p 50-55• Sadowsky,C. The risk of orthodontic treatment for producing temporomandibular mandibular disorders: a literature overview. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1992 Jan;101(1):79-83.• Egermark I . Craniomandibular disorders with special reference to orthodontic treatment: an evaluation from childhood to adulthood. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1992 Jan;101(1):28-34.• Hirata, R H . Longitudinal study of signs of temporomandibular disorders (TMD) in orthodontically treated and nontreated groups. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1992 Jan;101(1):35-40• Kremenak CR.et all Orthodontic risk factors for temporomandibular disorders (TMD). I: Premolar extractions. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1992 Jan;101(1):13-20. J. Ferreira
  35. 35. Referencia Bibliográfica• Kremenak CR.et all Orthodontics as a risk factor for temporomandibular disorders (TMD). II. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1992 Jan;101(1):21-7. Orthop. Jan;101(1):21-• Bach ,N.et all. Orthodontic extrusion: periodontal considerations and applications.J Can Dent Assoc. 2004 ,N.et Dec;70(11):775-80. Dec;70(11):775-• Zachrisson ,UB .Bjorn U. Zachrisson, DDS, MSD, PhD, on current trends in adult treatment, part 2. Zachrisson, Interview by Robert G. Keim. Keim. J Clin Orthod. 2005 M Orthod.• Melsen,B. Mini-implants: Where are we? Melsen,B. Mini- J Clin Orthod. 2005 Sep;39(9):539-47; quiz 531-2. Orthod. Sep;39(9):539- 531-• Marassi,C. . The use of mini-0implants as auxiliary of Orthodontic treatment. Ortodontia SPO Marassi,C. mini- 2005;38;256-265. 2005;38;256-• Choi, BHA .Clinical evaluation of titanium miniplates as anchors for orthodontic treatment.Am J Orthod Choi, Dentofacial Orthop. 2005 Sep;128(3):382-4. Orthop. Sep;128(3):382-• Yun, SW et al. Molar control using indirect miniscrew anchorage. Yun, J Clin Orthod. 2005 Nov;39(11):661-4. Orthod. Nov;39(11):661-• Hyo,SP et al. Maxillary molar intrusion with micro-implant anchorage (MIA). micro- Aust Orthod J. 2005 Nov;21(2):129-35. Nov;21(2):129-• Chiu, PP A comparison of two intraoral molar distalization appliances: distal jet versus pendulum.Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2005 Sep;128(3):353-65. Orthop. Sep;128(3):353-• Lagravere,MO. Long-term dental arch changes after rapid maxillary expansion treatment: a systematic Lagravere,MO. Long- treatment: review.Angle Orthod. 2005 Mar;75(2):155-61. Orthod. Mar;75(2):155- J. Ferreira

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