Aula+sinais+vitais carmen

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Aula+sinais+vitais carmen

  1. 1. São aqueles que evidenciam ofuncionamento e as alterações dafunção corporal.Dentre os inúmeros sinais que sãoutilizados na prática diária para oauxílio do exame clínico querefletem o equilíbrio ou odesequilíbrio resultante dasinterações entre os sistemas doorganismo e uma determinadadoença.
  2. 2. SINAIS VITAIS Pulso ou batimentos cardíacos (P ou bpm) Temperatura corpórea (T) Respiração (R ou rpm) Dor Pressão arterial (PA)
  3. 3. SINAIS VITAISO termo Homeostasiasignifica a manutenção dascondições estáticas, ouconstantes, no meio interno. Enquanto forem mantidasas condições normais nessemeio interno, as célulascorporais continuarão aviver e funcionar adequadamente.
  4. 4. Termorregulação/ Temperatura anter smo m ente rgani ativam ade dO o al rel ntal, d tr e apaci ratura cen ática ambiÉ a c mpe te o clim namento sua làv ariaçã funcio ciand o e propi ais estáv litando o ibi lico e nas m poss etabó vida co rp oral-m ara a ntais. es p ões ambie co ndiçõ ondiç dive rsas c
  5. 5. Termorregulação/ TemperaturaA temperatura corporal é regulada pelo equilíbrio entre produção e perda de calor.A maior parte de calor do corpo humano é produzida em órgãos profundos, depois o calor é transferido para a pele e posteriormente perdido no meio ambiente.Assim a produção de calor do organismo dependerá do metabolismo ,e a perda dependerá principalmente da rapidez com que o calor pode ser transferido do seu local de produção até a pele e a rapidez com que ele é perdido da pele para o meuio ambiente!!!
  6. 6. Eutermia É o estado térmico no qual a temperatura corporalé mantida dentro da faixa normal.
  7. 7. HipotermiaÉ o estado fisiológico no qual a temperatura central do corpo atinge valores abaixo de 36oC
  8. 8. HipertermiaÉ o estado fisiológico no qual a temperatura do corpo atinge valores acima de 38oC,considerando o valor normal da temperatura central.Quando a produção e ganho de calor apartir do meio externo excedem aperda, o corpo entra em hipertermia.
  9. 9. Recém-nascido e a !! do da Temperatura Corporal iCu Como a área da superfície corporal é grande em relação à massa, ocorre rápida perda de calor pelo corpo. Como consequência, a temperatura do recém-nascido, sobretudo a dos prematuros, cai facilmente. Um dos problemas particulares do prematuro consiste na sua incapacidade de manter a temperatura corporal normal.
  10. 10. TEMPERATURAA temperatura do corpo humano varia entre: Adulto 36 a 37.C Alterações:
  11. 11. Termômetros Para aferir a Temperatura Corporal.
  12. 12. Locais Para Verificação da Temperatura Boca to Re cu lar Auri Axila
  13. 13. PULSO (P):É a contração e dilatação de uma artéria, que corresponde aos batimentos cardíacos, podem se aferir o pulso nas seguintes artérias.O pulso é devido à propagação de uma onda positiva que, das grandes artérias, chega até os capilares. Esta onda é provocada pela brusca penetração do sangue na aorta
  14. 14. Artérias onde verificamosPulso: artéria radialCarótidas (pescoço)Temporal (face - têmporas),Braquial(espaço anti-cubital),Femurais (reg. Inguinal),Poplítea(joelhos)Pediosas (pés),Tibial posterior (tornozelos).
  15. 15. FATORES QUE INFLUENCIAM A FREQUENCIA CARDÍACAIDADE:RITMO CIRCADIANO Manhã, final do dia. ↑GENERO; Mulheres 7 a 8 batimentos a mais por minutos.COMPOSIÇÃO FÍSICA: Pessoas altas apresentam freqüência mais lentas.EXERCÍCIO: Exercício de curta duração ↑.FEBRE, CALOR: ↑ F.C.devido aumento do ritmo metabólico.DOR: ↑F.C. devido à estimulação simpática.DROGAS: Determinadas drogas podem desacelerar ouacelerar a taxa de contrações cardíacas.
  16. 16. Terminologia básica:Normocardia: freqüência normal: 60-100 bpm;Bradicardia: freqüência abaixo do normal: < 60 bpmTaquicardia: frequencia acima do normal: > 100 bpmTaquisfigmia: pulso fino e taquicárdico;Bradisfigmia: pulso fino e bradicardico;
  17. 17. Locais Para Verificaçãodo Pulso
  18. 18. Limites da Normalidade Homem 60 - 70 batimentos por minuto (bpm); Mulher 65 - 80 bpm; Criança 110 - 115 bpm; Lactante 115 - 130 bpm; Recém-nascidos 130 - 140 bpm
  19. 19. Estetoscópio Aparelho utilizado para amplificar os sons cardíacos e os sons dos pulmões
  20. 20. RESPIRAÇÃO
  21. 21. RESPIRAÇÃOÉ a troca de gases ( oxigênio e gáscarbônico) efetuada entre o organismo e omeio externo, que é verificada pelosmovimentos respiratórios de inspiraçãoexpiração, nota-se a respiração pelo arfar(movimento de sobe e desce do peito.
  22. 22. FATORES QUE INFLUENCIAM A RESPIRAÇÃODOENÇA OU INDISPOSIÇÃO: Ex. enfisemaou bronquite, altera o estímulo natural.ESTRESSE: ansiedade causa hiperventilação.IDADE: freqüência e capacidade pulmonar.SEXO: sexo masculino maior capacidade.
  23. 23. FATORES QUE INFLUENCIAM A RESPIRAÇÃOPOSIÇÃO CORPÓREA: posição curvada ou abaixada reduz a amplitude respiratória.DROGAS: narcóticos deprimem a habilidade de respiração, outras podem aumentar ou diminuir ou afetar o ritmo.EXERCÍCIOS: O exercício aumenta a freqüência e a amplitude respiratória.
  24. 24. Limites da NormalidadeAdultos ou > 16 a 24 movimentosde 14 anos respiratórios por minuto (mrpm)Criança 20 a 30 mrpmLactente 30 a 40 mrpm.Recém-nascidos 25 a 30 mrpm
  25. 25. Alterações da RespiraçãoEupneia, respiração normal;Bradipneia: diminuição anormal da freqüênciarespiratória;Taquipneia: aumento anormal da freqüênciarespiratória;Dispneia dificuldades respiratórias;Apneia: ausência de movimentos respiratórios;
  26. 26. Pressão ArterialÉ a força exercida pelo sangue circulante sobreas paredes das artérias, que depende da forçade contração do coração, da quantidade desangue circulante e da resistência das paredesdos vasos.A pressão arterial é determinada por fatoreshormonais e neurológicos que interagem entresi em uma complexa relação.
  27. 27. Pressão ArterialA pressão arterial (PA) é regulada pelo sistemanervoso autônomo, pelo rins e por váriasglândulas endócrinas.Quando mensurada temos:Pressão Arterial Sistólica (PAS): é determinadapela força e pelo o volume de sangue que oventrículo esquerdo ejeta durante a sístole epela capacidade de distensão do sistemaarterial no momento da contração ventricular.O estreitamento das arteríolas aumenta aresistência periférica, aumentando a PAsistólica.
  28. 28. Pressão ArterialPressão Arterial Diastólica (PAD): reflete a PAdurante o relaxamento ventricular. Ela dependeda resistência das arteríolas e do tempo deenchimento diastólico. Se as arteríolasapresentarem resistência (contraírem), osangue será submetido a uma maior pressão. 2ª imagem; artéria endurecida - tabagismo
  29. 29. PRESSÃO ARTERIALÉ a força exercida pelo sangue no interior das artérias.Pessoas saudáveis, as paredes arteriais são elásticas e alongam-se e encolhem-se com facilidade;Unidade padrão milímetros de mercúrio (mmHg)O pico de pressão máxima ocorre durante a sístole.A pressão diastólica é sempre a pressão mínima exercida sobre as paredes arteriais
  30. 30. Pressão ArterialPressão arterial é igual:
  31. 31. Pressão ArterialAlterações da pressão arterial;A pressão normal é (Normotensão)Exemplo: 120 / 80 mmHg (milímetros de mercúrio) Hipertensão arterial: quando há elevação dapressão;Exemplo: 210 / 130 mmHgHipotensão arterial: quando ocorre diminuição dapressão.Exemplo: 70 / 40 mmHg (Choque hipovolêmicocausado por sangramento extenso)
  32. 32. Locais para verificação da Pressão Arterial.Nos membros superiores, pela artéria braquialNos membros inferiores pela artéria poplítea.
  33. 33. EsfigmomanômetroEquipamento padrão usado para mensurar a pressão sanguínea
  34. 34. DORA dor é o quinto sinal vitalRepresenta uma experiência humanasingular e universal, faz parte da nossanatureza biológica, pode ser influenciadapela cultura, situações passadas, fatoresfísicos, emocionais, espirituais e pelocontexto especifico da pessoa que a sente.
  35. 35. DORA dor é uma das principais causas de sofrimento humano, comprometendo a qualidade de vida das pessoas e refletindo no seu estado físico e psicossocial. A dor é, sem dúvida, uma das mais íntimas e exclusivas sensações experimentadas pelo ser humano, envolve vários componentes sensoriais, afetivos e cognitivos, sociais e comportamentais.Embora uma pessoa consiga sobreviver com dor, ela interfere no seu bem-estar, nas relações sociais e familiares, no desempenho do seu trabalho, influenciando assim a sua qualidade de vida.
  36. 36. DORNão é possível se descrevera dor do cliente sem que ele mesmoa expresse pelo seu sentido,seu corpo e sua fala.Contudo, quando a dor limitae modifica a vida e asatitudes da pessoahospitalizada, compete aoscomponentes da equipeamenizá-lo ou evitá-lo,promovendo conforto.
  37. 37. Classificação da Dor Aguda; tem inicio súbito, servindo de alerta de algo errado no corpo. Curta duração.ex: pós operatório. Crônica; nesse tipo já ocorre mudança de comportamento e estilo de vida da pessoa.longa duração.
  38. 38. Tipos de DorDor superficial: quando estruturassuperficiais são afetadas, porestímulos dolorosos;Dor profunda:origina-se nasestruturas mais profundas comomúsculos, tendões e articulações.Dor fantasma; dor que aflora pelapersistência da sensação dolorosa,ouseja existe uma permanência damemória da dor ex: amputação demembros.
  39. 39. Cuidados com o paciente Chamar o paciente pelo Nome; Se apresente para o paciente; Explicar o procedimento do RX, ajude-o a se trocar; Fale com o tom de voz moderado, pois quando estamos com dor necessitamos de gentileza e silêncio; Evite comentários desnecessários frente ao paciente.
  40. 40. Cuidados com o paciente Posicionar o paciente com educação sem ser agressivo; Sempre ajudar o paciente a subir ou descer da mesa do RX, para evitar quedas em caso de desmaio; Ajudar o paciente a se trocar se necessário, sempre respeitando sua individualidade; Não deixar o paciente só na sala caso ele esteja reclame de tortura. Realize o procedimento com agilidade.
  41. 41. REFERÊNCIASTortora,Gerard J,Corpo humano: fundamentos de anatomia efisiologia/ Gerard J.Tortora,Sandra Reynolds Grabowski;tradução Maria Regina Borges-Osório- 6.ed.Porto Alegre:Artmed,2006.Tratado prático de enfermagem,volume I/ coordenadoresNébia Maria Almeida de Figueiredo, et al.2.ed.- São Caetano doSul, SP:Yendis Editora. (QUAL O ANO DA EDIÇÃO)
  42. 42. OBRIGADA

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