Teconologias De Redes (Final)Mesmo - Presentation Transcript
SI TOTAL
Tecnologias de Redes de Computadores:
Estruturas Física e Lógica
Affonso Souza
Ana Rute
Jonathan Moraes
Karla Andrade
Matheus Nascimento
TECNOLOGIAS DE REDES
LOCAIS
1.Sistemas operacionais de
redes locais
Definição:
Um Sistema Operacional de
Redes é um conjunto de módulos
que ampliam os sistemas
operacionais, tornando
transparente o uso de recursos
compartilhados da rede.
Características dos SOR:
Organizam e gerenciam todas as
atividades da rede;
Rodam em Clientes e Servidores;
Requerem protocolos de
comunicação (TCP/IP, IPX/SPX,
dentre outros);
Traduzem apenas os protocolos
suportados;
Os Sistemas Operacionais mais
utilizados são, o NetWare,
Windows NT e o Windowns Server
2003.
Sistemas Operacionais de Rede
em arquiteturas Cliente/Servidor e
Peer-to-peer:
Uso dos SOR em estruturas
Cliente/Servidor: Novell Netware;
Microsoft Windows
NT;
Unix com TCP/IP;
IBM OS/2 LAN Server;
IBM SNA;
Uso de SOR em estruturas Peer-
to-Peer: Windows Workgroup;
Lantastic;
Macintosh;
Microsoft LAN Manager;
1.1. Tipos de arquiteturas para
Sistemas Operacionais de Redes
Peer-to-Peer
Cliente – Servidor:
Servidor Dedicado: uma máquina
servidora que não executa aplicativos
locais;
Servidor não Dedicado: uma
máquina servidora que executa aplicativos
locais, além de prover os serviços de
Servidor.
1.2. Tipos de Servidores
Ser vidor es de Ar quivos
Ser vidor es de Banco de
Dados
Ser vidor es de Impr essão
Ser vidor es de Comunicação
Ser vidor es de Ger enciamento
2. Token – Ring
O que é?
Atualmente o token-ring é apenas
utilizado em redes mais antigas
ou em situações onde seja
necessário que as atividade sejam
executadas em tempo real;
3.VLAN’s
São utilizadas para a
segmentação de redes;
O que significa segmentar?
Tipos de VLAN’s:
VLAN’s Estáticas - São baseadas em portas,
ou seja, você diz que qualquer dispositivo que se
conecte a uma determinada porta do switch
pertence a uma determinada VLAN.
VLAN’s Dinâmicas - São baseadas em
endereços MAC. O administrador da rede, deve
previamente cadastrar os endereços MAC das
estações e associar os mesmos a suas respectivas
VLANS.
Protocolos de implementação:
ISL (Inter Switch Link);
802.1Q;
4. Novas Tecnologias
4.1 – Bluetooth(IEEE 802.15.1):
permite interligar em rede,
pequenos aparelhos como, Palms,
câmeras digitais, celulares, etc.
4.2 - Home PNA e HomePlug
Power line: utilizam como mídia as
extensões telefônicas e tomadas
elétricas que todos temos em casa,
facilitando a instalação da rede.
4.3 – Redes locais sem fio – as
principais topologias dessa tecnologia
segue o padrão IEEE (The Institute of
Electrical and Electronics Engineers).
Componentes:
BSS - Basic Service Set - corresponde a
uma célula de comunicação wireless;
STA - Stations - são as estações de
trabalho que se comunicam entre si
dentro da BSS.
AP - Access Point - funciona como uma porta
entre a rede wireless e a rede tradicional.
Coordena a comunicação entre as STA dentro
da BSS;
ESS - Estended Service Set - consiste de várias
células BSS vizinhas que se interceptam e cujos
AP estão conectados a uma mesma rede
tradicional. Nestas condições uma STA pode
movimentar-se de um BSS para outro
permanecendo conectada à rede. Este processo
é denominado Roaming.
Ar quitetura:
O IEEE 802.11 estabelece a padronização das
camadas físicas e de enlace para as redes sem fio.
Padrões das camadas físicas:
FHSS - Frequency Hopping Spread Spectrum;
DSSS - Direct Sequence Spread Spectrum;
IR – Infrared;
Padrões da camada de
enlace:
A sub-camada MAC (Media Access
Control) da camada de enlace é
implementada via mecanismo
CSMA/CA (Carrier Sense Multiple
Access Collision Avoidance).
Padrões de Funcionamento
802.11b:
Velocidade de transmissão de até
11Mbps;
Frequência 2.4GHz;
802.11g:
Frequência 2.4GHz;
Velocidade de transmissão 54Mbps
(Todas os pontos de acesso e placas sejam
802.11a:
Frequência de 5GHz;
Velocidade de 54Mbps;
802.11s (Redes Mesh):
Uma rede Mesh são vários
nós/roteadores e cada nó está
conectado um ou mais outros
nós;
UNIT X UFS
UNIT: Dados fornecidos por Marcos
Pereira – Técnico especializado em
redes da Universidade Tiradentes.
Topologia em estrela;
300.000Km de cabos de fibra
óptica;
126 Switches;
SOR – Windows Server 2003;
Divisão das redes administrativas e
UFS:
Ar quitetur a Cliente/Ser vidor ;
Ser vidor es utilizados: THCP,
DNS, Ar quivos, Domínio, Web,
Pr oxy;
Existem 1.568 pontos de r edes;
SOR – W indows Ser ver 2003;
Padrão utilizado é IEEE 802.11b
e g;
Placas de Rede
Placa de Rede
Definição:
Dispositivo de hardware
responsável pela comunicação
entre os computadores em uma
rede. Controla todo o envio e
recebimento de dados através da
rede.
Placa de Rede
Cada arquitetura de rede exige um
tipo específico de placa de rede.
Elas diferenciam-se
também pela taxa de transmissão,
cabos de rede suportados e
barramento utilizado.
Repetidores
Repetidores
Definição:
Dispositivo utilizado para a
conexão de dois ou mais
segmentos de uma rede local.
Trabalha na camada física do
modelo OSI.
Repetidores
Função:
Recebem todos os dados de um
determinado seguimento e os
repete nas demais redes. São
utilizados para estender uma rede
Ethernet ou a transmissão de
ondas de rádio, por exemplo,
redes Wireless, Wimax e Telefonia
Celular.
Repetidores
Vantagens:
Amplificam e regeneram eletricamente
os sinais transmitidos no meio físico.
É possível aumentar a extensão de uma
rede local.
Desvantagens:
Os repetidores não podem filtrar o
tráfego da rede. Os dados são passados
adiante para todos os outros segmentos
da LAN de uma rede, não importa se
HUB ou Concentrador
HUB ou Concentrador
Definição:
Dispositivo que concentra a
ligação entre diversos
computadores em uma rede local.
Trabalha na camada física do
modelo OSI.
HUB ou Concentrador
Topologia Usada:
Apesar de sua topologia física ser
em estrela, a lógica é comparada
a uma topologia em barramento
por não conseguir identificar os
computadores em rede pelos
endereços IP.
HUB ou Concentrador
Aplicação:
O HUB é indicado para redes com
poucos terminais. Trabalha por
broadcast. Devido a isto, sua
aplicação para uma rede maior é
desaconselhada.
HUB ou Concentrador
Vantagens:
Baixo custo e Fácil Implementação
Fácil Manutenção (quando é necessária
a troca de um cabo defeituoso, essa
troca pode ser feita mantendo a rede
funcionando).
Desvantagens:
Cada vez que um arquivo for enviado, o
Hub precisa sempre "perguntar" a todos
os Terminais da rede para achar o
Switch
Switch
Definição:
Dispositivo utilizado em redes de
computadores para reencaminhar
dados entre os diversos nós.
Possui diversas portas, sendo que
a cada porta corresponde um
segmento diferente, não havendo
colisões entre dados.
Switch
Opera na camada 2 (camada de
enlace), encaminhando os dados
de acordo com o endereço MAC
de destino, e é voltado a redes
locais para segmentação.
Switch
Analogia:
Switch
Analogia:
O switch opera semelhantemente
a um sistema telefônico com
linhas privadas. Quando uma
pessoa liga para outra, a central
telefônica as conectará em uma
linha dedicada, possibilitando um
maior número de conversações
simultâneas.
Roteador
Roteador
Definição:
Equipamento responsável pela
interligação das redes locais
entre si e redes remotas em
tempo integral. Permite que uma
máquina de uma dada rede LAN
comunique-se com máquinas de
outra rede LAN remota, como se
as redes LAN fossem uma só.
Roteador
Característica:
Tem a função de decidir o melhor
caminho para os dados
percorrerem até o seu destino
entre as várias LAN’s e dividem-
nas logicamente, mantendo a
identidade de cada sub-rede.
Gateway
Gateway
Definição:
Equipamento responsável pela
interligação de redes (que usem
protocolos iguais ou diferentes) .
Permite que uma máquina de uma rede
LAN comunique-se com máquinas de
outra rede LAN remota, como se as
redes LAN fossem uma só.
Modem
Modem
Definição:
Dispositivo eletrônico que modula
um sinal digital em uma onda
analógica, pronta a ser
transmitida pela linha telefônica,
e que demodula o sinal analógico
e o reconverte para o formato
digital original.
Modem
Tipos de Modem:
Basicamente, existem modems para
acesso discado e banda larga. Os
modems para acesso discado
geralmente são instalados internamente
no computador, enquanto os modems
para acesso em banda larga podem ser
USB, Wi-Fi ou Ethernet.
Modem
O que é xDSL?
Termo utilizado para representar todas as
tecnologias DSL . A letra "x" pode representar
uma das seguintes implementações:
“I”, de ISDN;
“S”, de Symmetric ou ainda Single-line-high-
bit-rate;
“H”, de High-bit-rate;
“A”, de Asymmetric;
“V”, de Very-high-bit-rate.
Protocolo de rede
O que é ?
É uma descrição formal de um
conjunto de regras e convenções que
definem a maneira de comunicação
entre os dispositivos em uma rede.
Função:
•Permitir que 2 ou mais computadores
se comuniquem.
Sem os protocolos, o computador não
pode criar ou reconstruir o fluxo de bits
Protocolo de rede
As regras são criadas e mantidas
por diferentes organizações e
comitês.
•IEEE, ANSI, FCC, FIPS, TIA, EIA, ITU
Camadas
São protocolos que assumem diferentes funções.
A rápida expansão
global
Dificuldade entre redes que
usavam diferentes especificações e
implementações trocarem
informações;
Tecnologias de rede proprietária
ou particular não se comunicavam
com as demais.
Modelo de referência
OSI
Open System Interconnection;
Lançado em 1984 pela ISO
(International Standards
Organization);
Proporcionou aos fabricantes um
conjunto de padrões que garantiam
uma maior compatibilidade e
interoperabilidade entre as várias
tecnologias de rede;
Modelo de referência
OSI
Modelo de referência
OSI
Camada Física: é responsável pelos fios,
conectores, voltagens, taxa de dados, hubs e
tranceivers.
Camada de enlace de dados: é
responsável pelo controle de acesso ao meio,
placas de redes, bridges, switches e
endereçamento MAC.
Camada de r ede: é responsável por
Endereços IPs, endereçamentos IPXs,
roteamento, protocolos de roteamento e pelos
roteadores.
Camada de transpor te: é responsável pela
comunicação fim-a-fim com controle de erro e
retransmissão. Também é responsabilidade
Modelo de referência
OSI
Camada de sessão: Permite que os usuários
de diferentes máquinas estabeleçam sessões
entre eles, oferecendo serviços de controle de
diálogo, entre outros.
Camada de apr esentação: Torna possível a
comunicação entre computadores com
diferentes representações de dados pois ela
define a formatação, compressão e construção
das estruturas de dados.
Camada de aplicação. São os próprios
programas/aplicativos que usam a rede.
TCP/IP
Conjunto de protocolos desenvolvido
pela Universidade da Califórnia em
Berkeley, sob contrato para o
Departamento de Defesa dos EUA;
Criado no início da década de 80, antes
da formalização OSI;
Projetado como um padrão aberto
(qualquer pessoa tinha a liberdade de
usar);
Tornou-se o conjunto de protocolos mais
TCP/IP
TCP (Transmission Control Protocol
– Protocolo de controle de
transmissão)
IP (Internet Protocol – Protocolo de
internet)
Possui 4 camadas
Transporte TCP/IP
UDP: trabalha com datagramas, que são
mensagens com um comprimento máximo
pré-fixado e cuja entrega não é garantida.
Trabalha sem estabelecer conexões entre
os softwares que estão se comunicando.
TCP: é orientado a conexão. Ele permite
que sejam enviadas mensagens de
qualquer tamanho e cuida de quebrar as
mensagens em pacotes que possam ser
enviados pela rede.
TCP/IP Versão 4
Em uma rede TCP/IP, cada computador possui
um endereço numérico formado por 4 octetos (4
bytes), escritos na forma w.x.y.z.
Ex: 192.168.0.1
Possui uma máscara de rede (network mask ou
subnet mask)
Ex: 255.255.255.0
Possui um gateway (com exceção de redes que
não conectam-se a outras redes. Ex: Internet)
Ex: 192.168.254.254
Máscara de Rede
É um númer o do mesmo tipo do IP
mas que deve começar por uma
seqüência contínua de bits em 1,
se guida por uma seqüência contínua
de bits em zero.
11111111.11111111.00000000.00000
000 (255.255.0.0)
Máscara de Rede
Serve para quebrar um endereço IP em
um endereço de rede e um endereço de
host.
Todos os computadores em uma mesma
rede local devem ter o mesmo endereço de
rede, e cada um deve ter um endereço de
host diferente.
Cada computador em uma rede TCP/IP
Curiosidade
O InterNIC contr ola todos os
ender eços IP em uso ou livr es
na Inter net, par a evitar
duplicações, e r eser va cer tas
faixas de ender eços chamadas
de ender eços privativos par a
ser em usados em r edes que não
irão se conectar dir etamente na
Processamento de
Comunicação em uma
Rede
A) 192.168.1.48 com máscara
255.255.0.0
B) 192.168.2.26 com máscara
255.255.0.0
Endereço de rede A = 192.168.0.0
Endereço de rede B = 192.168.0.0
Ambos possuem o mesmo endereço
Processamento de
Comunicação em uma Rede
A) 192.168.1.48 com máscara
255.255.255.0
B) 192.168.2.26 com máscara
255.255.255.0
Endereço de rede A = 192.168.1.0
Endereço de rede B = 192.168.2.0
Não possuem o mesmo endereço de
DNS
72.14.205.104
www.google.com
200.221.2.45
www.uol.com.br
65.55.228.34
www.msn.com.br
DNS
O DNS funciona de forma hierárquica.
www.google.com.br
Nome do nome do domínio
computador ou
host
DNS
DNS armazena na memória os sites
mais procurados
www. google. com. br
Net.br
Servidor Google 1 Google.com.br
Servidor Google 2 Uol.com.br Org.br
Servidor Google 3
msn.com.br Gov.br
Com.br
DNS
Usuário digita Gateway não sabe o
www.google.com DNS retorna
endereço, e procura endereço
no servidor DNS
Servidor DNS
Usuário Gateway
de internet
Gateway retorna endereço a
usuário, que automaticamente o Servidor do Google
usa para acessar o servidor do
Google
Futuro – IP versão 6
Está sendo implantado
g r adativamente na Inter net e
deve funcionar lado a lado com
o IPv4
O IPv6 tem como objetivo
substituir o IPv4, que só supor ta
cer ca de 4 bilhões (4 x 109) de
ender eços, contr a cer ca de
3.4x10^38 ender eços do novo
Futuro – IP versão 6
IPv6 são normalmente escritos como oito
grupos de 4 dígitos hexadecimais
3ffe:6a88:85a3:08d3:1319:8a2e:0370:7344
Se um grupo de vários dígitos seguidos
for 0000, pode ser omitido
3ffe:6a88:85a3:0000:0000:0000:0000:7344
Simplificado:
3ffe:6a88:85a3::7344
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