3. Eletrônica Digital: Lógica Combinacional e Seqüencial

19,958 views
19,731 views

Published on

O que é um sistema digital?
Eletrônica Digital
Lógica Combinacional
Implementação Hierárquica
Álgebra de Boole: operações
Teorema de “De Morgan”
Mapa de Karnaugh
Lógica Seqüencial
Flip-Flop

Published in: Technology, Business
0 Comments
7 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
19,958
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
711
Actions
Shares
0
Downloads
625
Comments
0
Likes
7
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

3. Eletrônica Digital: Lógica Combinacional e Seqüencial

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Eletrônica Digital - Lógica Combinacional e Seqüencial 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 1
  2. 2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Conceitos elementares • O que é um sistema digital? – “Circuito eletrônico que processa informação usando apenas dígitos (números) para implementar suas operações e cálculos”. (Uyemura, 2000) – “C bi ã d di “Combinação de dispositivos projetados para manipular iti j t d i l informação lógica ou quantidades físicas que são representadas no formato digital . (Tocci – Widmer 2001) digital” Widmer, – “Função de transformação de um alfabeto finito de entrada em outro alfabeto finito de saída”. (Carro, 2001) ( , ) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 2
  3. 3. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Circuitos Digitais g • R Representação Numérica ã N éi – Analógica – Uma quantidade é representada por outra que lhe é proporcional proporcional. – A quantidade pode variar de modo contínuo. • Sistemas Analógicos - São sistemas que manipulam quantidade físicas ( fí i (peso, massa, etc) ) – Digital – A quantidade é representada por símbolos. – A quantidade varia de modo discreto. • Sistemas Digitais - São sistemas que manipulam informações (bits, bytes, bytes etc) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 3
  4. 4. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Vantagens dos sistemas digitais g g • Vantagens – Facilidade de projeto, armazenamento e p j , integração – Operações Programadas – Pouca sensibilidade ao ruído, à var. na fonte, ao envelhecimento e à temperatura • Desvantagens – Conversão • AD (Analógica -> Digital) > • DA (Digital -> Analógica) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 4
  5. 5. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Exemplos de sistemas digitais p g • Últi Últimas d duas dé d décadas: – Câmeras fotográficas – Aramazenamento de áudio e vídeo (CD DVD) (CD, – Carburadores de automóveis – Telefonia – Controle de semáforos – Efeitos em filmes • Presente e f futuro – TV e rádio – Redes de objetos: um endereço IP por objeto! – Redes de sensores: monitoração ubíqua 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 5
  6. 6. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Eletrônica Digital g • O campo da Eletrônica Digital é basicamente dividido em: – Lógica Combinacional ó i bi i l • Saídas dependentes única e exclusivamente das variáveis de entrada – Lógica Seqüencial • Saídas dependentes das variáveis de entrada e e/ou de seus estados anteriores que permanecem armazenados, sendo, geralmente sistemas pulsados, ou seja, dependem de um sinal de clock 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 6
  7. 7. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Lógica Combinacional 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 7
  8. 8. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Definição ç “É um sistema digital no qual o valor da saída em qualquer instante depende somente do valor da entrada nesse mesmo instante (e não dos ( valores anteriores).” ERCEGOVAC z(t ) = f ( x (t )) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 8
  9. 9. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Desenho Geral Controle Entradas Circuito Digital Saídas 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 9
  10. 10. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Etapas de sistema p • O estudo de qualquer sistema envolve sua especificação, implementação, análise e ifi ã i l ã áli projeto. Especificação (função e outras características) Análise Projeto j Implementação (rede de módulos) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 10
  11. 11. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Especificação de um sistema p ç • R f Refere-se a uma d descrição d sua f ã e d outras i ã de função de características, necessárias para seu uso, como: velocidade, velocidade tecnologia e consumo de energia energia. • A especificação está relaciona com o que o sistema faz sem referir-se a como ele executa a operação p ç • A especificação deve ser a mais completa e a mais simples possível • Todos os detalhes necessários devem ser inclusos, mas não aqueles que são irrelevantes. 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 11
  12. 12. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Implementação do Sistema p ç • P outro lado, uma i l Por l d implementação d um sistema ã de i refere-se como o sistema é construído a partir de componentes mais simples simples. • Em sistemas digitais a implementação é uma rede digital que consiste na interconexão de módulos digitais. Esta rede depende da complexidade dos módulos primitivos que pode variar de portas lógicas a processadores complexos. 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 12
  13. 13. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Análise e projeto de um CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA sistema • Tem como objetivo a determinação de sua especificação a partir de uma implementação • Por outro lado o projeto consiste na obtenção de uma implementação que satisfaça a especificação de um sistema. it Especificação (função e outras características) Análise Projeto Implementação (rede de módulos) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 13
  14. 14. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Sistema Complexo? p • Q Quando o sistema f complexo, também será necessário usar d i for l bé á ái uma abordagem de múltiplos níveis: – Abordagem Top Down: decompõe o sistema em Top-Down: subsistemas, que são eles próprios decompostos em sistemas mais simples, e assim sucessivamente até que um nível seja alcançado, no qual o subsistema possa ser í l j l d l bi realizado diretamente com módulos disponíveis – Abordagem Bottom Up: conecta módulos disponíveis para Bottom-Up: formar subsistemas, e esses conectados a outros subsistemas até que a especificação funcional necessária seja preenchida. j hid 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 14
  15. 15. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Implementação Hierárquica p ç q Top Down Botton Up sistema Módulos Portas Lógicas A C D A C D Transistores B B 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 15
  16. 16. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Projetos de Circuitos Digitais j g • Metodologia – Descrição da operação que o circuito realiza – Desenvolvimento da representação matemática das operações lógicas a serem realizadas pela lógica combinacional – Implementação do circuito a partir de um conjunto particular de componentes 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 16
  17. 17. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole: operações g p ç • São definidas algumas operações elementares na álgebra boleana: – Operação “Não” (NOT) – Operação “E” ( p ç (AND) ) – Operação “Ou” (OR) – NAND – NOR – Operação “O E l i ” (E l i O ou XOR) O ã “Ou-Exclusivo” (Exclusive-Or – XNOR 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 17
  18. 18. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole g • Porta Lógica NOT – É a porta Inversora p – Operador: Barra, Apóstrofo CI 7404 A , A’ Tabela da Verdade – Símbolo A F = A’ 0 1 1 0 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 18
  19. 19. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole g • Porta Lógica OR – Necessita de duas ou + entradas – Operador: + CI 7432 F=A+B Tabela da Verdade – Símbolo A B F = (A+B) 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 1 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 19
  20. 20. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole g • Porta Lógica AND – Necessita de duas ou mais entradas – Operador: . CI 7408 F=A.B Tabela da Verdade – Símbolo A B F = (A.B) 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 20
  21. 21. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole g • Porta Lógica NAND – Equivalente a uma p q porta AND seguido de uma NOT – Operador: CI 7400 Tabela da Verdade F = (A . B)’ A B F = (A.B)’ – Símbolo 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 21
  22. 22. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole g • Porta Lógica NOR – Equivalente a uma p q porta OR seguido de uma NOT g – Operador: F = (A + B)’ Tabela da Verdade – Símbolo A B F = (A+B)’ 0 0 1 0 1 0 1 0 0 1 1 0 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 22
  23. 23. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole g • Porta Lógica XOR – É o OU Exclusivo – Operador: F = (A ⊕ B) Tabela da Verdade – Símbolo A B F = (A⊕B) 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 23
  24. 24. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Álgebra de Boole g • Porta Lógica XNOR – É o complemento da Função XOR p ç – Operador: F = (A ⊕ B)’ Tabela da Verdade – Símbolo A B F = (A⊕B)’ 0 0 1 0 1 0 1 0 0 1 1 1 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 24
  25. 25. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Álgebra de Boole: CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA p p propriedades • S d A B e C variáveis b l Sendo A, iá i boleanas – Propriedade Comutativa • A. B=B. A • A+B=B+A • A⊕B=B⊕A – Propriedade Associativa • (A.B).C=A.(B.C)=A.B.C • (A+B)+C=A+(B+C)=A+B+C • (A⊕B)⊕C=A⊕(B⊕C)=A⊕B⊕C – Propriedade Distributiva p • A . (B + C ) = A . B + A . C • A + B . C = (A + B) . (A + C) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 25
  26. 26. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Álgebra de Boole: CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA p p propriedades – Propriedades (Leis) de Absorção • A + A.B = A • A + A.B = A + B • (A + B).B = A.B – Id id d i Identidades importantes • A.B + A.B = A • (A + B) . (A + B) = A • A.(A + B) = A • A.(A A (A + B) = AB • A.B + A.C = (A + C) . (A + B) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 26
  27. 27. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Teorema de “De Morgan” g • Pi i L i Primeira Lei – A.B=A+B • Segunda Lei Segu da e – A+B=A.B • Estes teoremas fornecem expressões alternativas que relacionam as operações NOR e NAND. NAND • Ambas as leis podem ser estendidas para n variáveis. 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 27
  28. 28. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Mapa de Karnaugh p g • Diagrama utilizado para minimizar funções booleanas. A B C D f 0. 0 0 0 0 0 1. 1 0 0 0 1 0 2. 0 0 1 0 0 3. 0 0 1 1 0 4. 0 1 0 0 0 5. 5 0 1 0 1 0 6. 0 1 1 0 1 7. 0 1 1 1 0 8. 1 0 0 0 1 9. 9 1 0 0 1 1 10. 1 0 1 0 1 11. 1 0 1 1 1 12. 1 1 0 0 1 13. 13 1 1 0 1 0 14. 1 1 1 0 1 15. 1 1 1 1 1 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 28
  29. 29. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Mapa de Karnaugh p g • Diagrama utilizado para minimizar funções booleanas. A B C D f 0. 0 0 0 0 0 1. 1 0 0 0 1 0 2. 0 0 1 0 0 3. 0 0 1 1 0 4. 0 1 0 0 0 5. 5 0 1 0 1 0 6. 0 1 1 0 1 7. 0 1 1 1 0 8. 1 0 0 0 1 9. 9 1 0 0 1 1 10. 1 0 1 0 1 11. 1 0 1 1 1 12. 1 1 0 0 1 13. 13 1 1 0 1 0 14. 15. 1 1 1 1 1 1 0 1 1 1 F = A.C’ + A.B’ + B.C.D´ 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 29
  30. 30. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Lógica Seqüencial 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 30
  31. 31. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Sistema Sequencial q • São circuitos capazes de armazenar informações sobre o comportamento passado das entradas • O circuitos seqüenciais, a saída no t Os i it ü i i íd tempo t d depende d d da entrada no tempo t e possivelmente também depende da entrada no tempo anterior a t • Existem diferentes tipos de dispositivos que podem ser usados para o armazenamento a partir de uma célula básica p p de memória x z t 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 31
  32. 32. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Sistemas CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Síncronos/Assíncronos / • De acordo com os instantes de tempo em que as entradas e saídas são consideradas, os sistemas sequencias são classificados em sistemas sincronos e assíncronos assíncronos. • Sistema Síncrono – As entradas e saídas são consideradas em instantes no tempo discretos que são definidos por pulsos de um sinal de sincronização chamado relógio (clock). X(t) clock 1 2 3 4 5 6 7 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel tempo 32
  33. 33. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Sistemas CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Síncronos/Assíncronos / • Sistema Assíncrono – A variável tempo é contínua, de forma que os sinais de entrada e saída são definidos em cada valor de t. X(t) tempo Obs: os sistemas assíncronos são mais difíceis de descrever, analizar, analizar projetar do que os sistemas síncronos síncronos. 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 33
  34. 34. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Latch SR • Elemento biestável, transparente, ou seja, sensível às variações das entradas. • N Nome -> operações bá i õ básicas: – Set (S), saída alta, Q=1 –RReset (R) saída b i Q 0 (R), íd baixa, Q=0 • Devido aos dois possíveis estados estáveis, o bit Q=0 ou Q=1 pode ser armazenado na célula. célula S R Q 0 0 0/1 Q’ 0 1 0 1 0 1 Q 1 1 X 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 34
  35. 35. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Latch D • Um latch tipo D tem uma única entrada; • Mantêm a saída com o mesmo valor de D. • Latch SR + Não. D Q S Q R Q 0 0 entradas saídas 1 1 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 35
  36. 36. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Flip-Flop p • U flip-flop é um l h não transparente, controlado pelo Um fli fl latch ã l d l clock. Isto significa que o valor atual da saída Q do elemento de memória não é relacionado com o valor atual da entrada. • Circuitos biestáveis: – Flip = atirar ao alto ou movimento rápido Circuito assume estado lógico alto – Flop = queda brusca ou repentina Circuito assume estado lógico baixo • Um flip-flop é um circuito digital básico que armazena um bit de informação. • A saída de um flip-flop só muda de estado durante a transição do sinal de clock. 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 36
  37. 37. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Flip-Flop p • E i Existem vários tipos: ái i – Flip-Flop D, Flip-Flop D com reset assíncrono – Flip Flop D com reset síncrono Flip Flop D com clock Flip-Flop síncrono, Flip-Flop enable – Flip-Flop T, SR, JK Flip Flop – outros..... 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 37
  38. 38. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Flip-Flops SR p • Atualização pelo pulso de controle (clock); • CK = 0, mantém as saídas; R Q • CK = 1, funciona = Latch SR; CK S Q’ S R 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 38
  39. 39. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Flip-Flop JK p • Tipo de flip flop SR aprimorado onde o erro flip-flop aprimorado, lógico foi eliminado. J Q clk K Q’ 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 39
  40. 40. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Flip-Flop JK p • Tabela da Verdade J K QA Q’A S R Qf 0 0 0 1 0 0 QA QA 0 0 1 0 0 0 QA 0 1 0 1 0 0 QA =0 0 0 1 1 0 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 0 QA =1 1 1 0 1 1 0 1 = Q’A Q’A 1 1 1 0 0 1 0 = Q’A 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 40
  41. 41. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Mestre- Flip-Flop JK Mestre-Escravo p • Para eliminar a oscilação do flip-flop JK, foram combinados flip flop dois flip-flops RS como no circuito a seguir, denominado flip-flop JK Mestre-Escravo. A Mestre A Q (Ativo) Escravo Mestre ativo B Mestre A Escravo Q=A (Ativo) Escravo ativo 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 41
  42. 42. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Mestre- Flip-Flop JK Mestre-Escravo p • Tabela da verdade: J K Q Note que este é um circuito q sensível à descida do clock. 0 0 QA Para continuarmos um que 0 1 0 seja sensível à subida do clock, 1 0 1 basta colocarmos um inversor na entrada do clock clock. 1 1 Q’A 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 42
  43. 43. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p Mestre- Flip-Flop JK Mestre-Escravo p • Com entrada Preset e Clear CL PR Q 0 0 Não permitido 0 1 0 1 0 1 1 1 Funcionamento normal 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 43
  44. 44. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p (JK p ) Flip-Flop D ( tipo D) p • A partir de um flip flop JK podemos flip-flop JK, construir um tipo particular de flip-flop através da conexão ilustrada abaixo, é obtendo um flip-flop tipo D. 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 44
  45. 45. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Flip- p (JK p ) Flip-Flop T ( tipo T) p • A partir de um flip-flop JK podemos JK, construir um outro tipo particular de flip- flop através da união de suas entradas J e K (ilustrada abaixo), obtendo um flip-flop tipo T. Alterado! 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 45
  46. 46. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Aplicações dos Flip-Flops p ç Flip- p p • Com a utilização d fli fl ili ã dos flip-flops, pode-se d construir circuitos: – divisores de freqüência; – registradores de deslocamento unidirecionais e g bidirecionais e – contadores assíncronos e síncronos. • Comercialmente temos os CIs: – TTL 7476 (dual JK FF /sensível a borda 1->0) – CMOS 4027 (dual JK FF/sensível a borda 0->1) 11/08/2009 17:46 Prof. Douglas Bressan Riffel 46

×