Museu Universitário - Planejamento Estratégico

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5º fase, Trabalho apresentado para disciplina de Planejamento Estratégico em Unidades de Informação, ministrada pela professora Marília Damiani.

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Museu Universitário - Planejamento Estratégico

  1. 1. Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação – Curso de Biblioteconomia CIN 5016 – Gestão Estratégica em Unidades de Informação – Marília Damiani Florianópolis, 23 de junho de 2010. Seminário Acadêmicas Daniela Capri Isadora Garrido Renata Duarte Scheila Conrado Planejamento Estratégico do Museu Universitário da UFSC
  2. 2. <ul><li>O museu é uma instituição pública dedicada à preservação e interpretação das primeiras evidências humanas tangentes e de seu ambiente. Na preservação destas evidências primárias, o museu difere notadamente da biblioteca, com a qual é geralmente comparado, uma vez que os itens do museu são geralmente únicos e constituem material cru de estudo e pesquisa . (Britannica.com) </li></ul><ul><li>Propósitos: </li></ul><ul><ul><li>Serve como local recreativo, escolar ou recursos educacionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Contribuir com a qualidade de vida das áreas onde estão situados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Atrai turismo para uma região; </li></ul></ul><ul><ul><li>Preserva e Interpreta alguns aspectos materiais da consciência cultural de uma sociedade. </li></ul></ul>Scheila – Museu enquanto unidade de informação
  3. 3. <ul><li>O Museu Universitário pode ajudar à sua comunidade a evidenciar as transformações na educação superior e nos processos de conhecimento e sua contextualização social. </li></ul><ul><li>O Museu Universitário pode ser considerado um tipo de unidade de informação uma vez que mantém um canal de comunicação com seu público e contribui para uma maior compreensão do passado e da história pelo seu povo. No entanto, para que esta unidade de informação se firme e seja reconhecida pela sociedade, é preciso que ela seja considerada como elemento de valor na cultura a qual está inserida. </li></ul>Scheila – Museu enquanto unidade de informação
  4. 4. Daniela – Museu Universitário da UFSC - Histórico
  5. 5. <ul><li>O museu foi criado a partir do antigo Instituto de Antropologia, idealizado e implantado pelo professor Oswaldo Rodrigues Cabral como um espaço propício às atividades de pesquisa na área de Antropologia. </li></ul><ul><li>O UM/UFSC também criou o Núcleo de Estudos Museológicos (NEMU) que, em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura, envolveu-se na capacitação de pessoal que trabalha nos museus localizados em vários municípios catarinenses. </li></ul>Daniela – Museu Universitário da UFSC - Histórico
  6. 9. <ul><li>Projetos apresentados à Fundação VITAE </li></ul><ul><li>(fomentados através do Programa de Apoio a Museus) </li></ul><ul><ul><li>1997 - Acondicionamento das obras de arte sobre papel da Coleção “Profa. Elizabeth Pavan Cascaes” </li></ul></ul><ul><ul><li>2002 - Sistema de Acondicionamento e Armazenamento do Acervo Arqueológico do Museu Universitário/UFSC </li></ul></ul><ul><ul><li>2003 - Projeto de conservação e Restauração da Coleção Profa  Elizabeth Pavan Cascaes e Coleção Tom Wild. </li></ul></ul><ul><ul><li>2005 - Inventário e Estudo Técnico do Acervo Aqueológico do Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral. </li></ul></ul>Daniela – Museu Universitário da UFSC - Histórico
  7. 15. <ul><li>Entrevista com a colaboradora, Viviane Wermelinger (museóloga). </li></ul><ul><li>Instituição pública vinculada à Universidade Federal de Santa Catarina, e situa-se na Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, tendo como órgão suplementar a Secretaria de Cultura e Arte (SecArte) também vinculada à UFSC </li></ul><ul><li>Missão do Museu Universitário UFSC: </li></ul><ul><ul><li>[...] pesquisar, produzir e sistematizar o conhecimento interdisciplinar sobre populações pré-coloniais, coloniais, indígenas e ações museológicas, visando a ampla compreensão da realidade, a partir da região na qual está inserido, refletindo criticamente sobre a diversidade sociocultural. </li></ul></ul>Renata – Planejamento Estratégico do Museu Universitário da UFSC
  8. 16. <ul><li>Reformas estruturais, acervo está temporariamente indisponível. </li></ul><ul><li>No entanto, tem se mobilizado de outras maneiras, promovendo discussões, palestras e mesas redondas sobre museologia, no âmbito acadêmico. </li></ul><ul><li>Visitas técnicas eram permitidas, mas em função das obras, este serviço não é oferecido desde 2002. </li></ul><ul><li>Ultimamente o museu tem atendido à comunidade acadêmica e de pesquisa no âmbito de graduação, mestrado e doutorado nas áreas de geografia, história, design, antropologia e cinema. </li></ul>Renata – Planejamento Estratégico do Museu Universitário da UFSC
  9. 17. Renata – Planejamento Estratégico do Museu Universitário da UFSC Organograma do Museu Universitário da UFSC Diretoria Divisão de Museologia Divisão de Pesquisa Centro de Doc. e Arquivo Reserva Técnica Arqueologia Etnologia Indígena Cultura Popular/Migração
  10. 18. <ul><li>Parcerias e convênios </li></ul><ul><ul><li>Fundação Catarinense de Cultura </li></ul></ul><ul><ul><li>Costão do Santinho </li></ul></ul><ul><ul><li>Ministério da Cultura (MINC) </li></ul></ul><ul><ul><li>Fundação Franklin Cascaes </li></ul></ul><ul><li>Planejamento Estratégico do Museu Universitário: plano museológico nacional que vigora através da Lei 11.904 de 14 de janeiro de 2009, instituindo o Estatuto de Museus e regulamentando a Política Nacional de Museus, criado pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) do Ministério da Cultura. </li></ul>Renata – Planejamento Estratégico do Museu Universitário da UFSC
  11. 19. <ul><li>Plano Museológico </li></ul><ul><li>Seção III, Artigo 44: “É dever dos museus elaborar e implementar o Plano Museológico”. </li></ul><ul><li>Artigo 45: </li></ul><ul><ul><ul><li>O Plano Museológico é compreendido como ferramenta básica de planejamento estratégico , de sentido global e integrador, indispensável para a identificação da vocação da instituição museológica para a definição, o ordenamento e a priorização dos objetivos e das ações de cada uma de suas áreas de funcionamento, bem como fundamenta a criação ou a fusão de museus, constituindo instrumento fundamental para a sistematização do trabalho interno e para a atuação dos museus na sociedade. (BRASIL, 2009, grifo nosso) </li></ul></ul></ul>Renata – Planejamento Estratégico do Museu Universitário da UFSC
  12. 20. Isadora – Algumas Considerações <ul><li>Pontos positivos: </li></ul><ul><ul><li>Pertencer à comunidade da UFSC, que é uma comunidade estabelecida; </li></ul></ul><ul><ul><li>O seu acervo, que foi convidado para o ciclo de exposição Brasil 500 anos em 2000, tendo como “prata da casa” a coleção Franklin Cascaes doada pelo próprio, enquanto ainda era vivo; </li></ul></ul><ul><ul><li>O banco de dados, que facilita a pesquisa para usuários especializados; </li></ul></ul><ul><ul><li>A Reserva Técnica, que é o local de cuidado e restauro de materiais, bem como de conservação de material lítico; </li></ul></ul><ul><ul><li>O importante papel desempenhado pela museóloga, como gestora da instituição e como profissional adequada a defender seus interesses. </li></ul></ul>
  13. 21. Isadora – Algumas Considerações <ul><li>Fraquezas internas: </li></ul><ul><li>a) A falta de um espaço físico para as exposições e acomodações das peças, uma vez que o principal canal de comunicação do museu com o público é o seu acervo. </li></ul><ul><li>b) O banco de dados, que não está inteiramente online e nem com todo o acervo disponível para consulta; </li></ul><ul><li>c) O centro de documentação, que tem um acervo pertinente à comunidade e ainda não faz parte do sistema de bibliotecas da UFSC. </li></ul>
  14. 22. Isadora – Algumas Considerações <ul><li>Ameaças externas: </li></ul><ul><li>Dentro do organograma da UFSC, o museu está situado na Secretaria de Cultura e Arte. </li></ul><ul><li>Competição direta por recursos com: a Editora da UFSC (EdUFSC), o Departamento Artístico Cultural (DAC), o Núcleo de Estudos Açorianos (NEA), o Núcleo de Estudos Museológicos (NEMU) e o Projeto Fortalezas. </li></ul><ul><li>Oportunidades externas: </li></ul><ul><li>Editais voltados para contemplação de projetos para museus, tendo como exemplo o Programa de Apoio a Museus/VITAE como agente financiador, que oferece ‘recursos pontuais’ para a compra de materiais voltados às atividades de caráter permanente, da própria infra-estrutura do museu. </li></ul>
  15. 23. Isadora – Algumas Considerações <ul><li>O Planejamento Estratégico do Museu Universitário: </li></ul><ul><li>Seguir o plano museológico e finaliza-lo até 2011 (não é opcional, mas sim obrigatório). A partir disso, questionamentos poderiam surgir sobre o fato de a Lei de Planejamento Museológico ser ou não limitante aos museus. </li></ul><ul><li>Atualmente, as questões de planejamento estratégico do Museu Universitário estão adiadas até que aconteça a finalização das obras de infra-estrutura e a sua inauguração. </li></ul>
  16. 24. <ul><li>Assim, as exposições começarão no novo prédio, e o museu terá mais visibilidade, articulação e competitividade com os outros núcleos culturais, disponibilizando de espaços multimídia e o retorno das visitas guiadas com caráter educativo. </li></ul><ul><li>No entanto, um estudo mais aprofundado sobre a cultura organizacional e as políticas compreendidas dentro do organograma da UFSC demandaria mais tempo e uma convivência maior e mais participativa dentro desta unidade de informação. </li></ul>Isadora – Algumas Considerações
  17. 25. REFERÊNCIAS <ul><li>BRASIL. Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009. Institui o Estatuto de Museus e dá outras providências. Disponível em: <http://www1.museus.gov.br/IBRAM/PAG/legislacao_detalhe.asp?cn=32>. Acesso em 21 jun. 2010. </li></ul><ul><li>INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS-IBRAM. Desenvolvido pelo Ministério da Cultura 2009-2010. Disponível em: <http://www1.museus.gov.br/>. Acesso em: 21 jun. 2010. </li></ul><ul><li>MUSEU UNIVERSITÁRIO OSWALDO RODRIGUES CABRAL. Desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina,2010. Disponível em: <http://www.museu.ufsc.br/>. Acesso em: 21 jun. 2010. </li></ul>

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