Educação para a Sexualidade e Afectos
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Manuel da Educação para a Sexualidade e Afectos, de António Maria Romeiro Carvalho (Manual do Animador)

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Educação para a Sexualidade e Afectos Educação para a Sexualidade e Afectos Document Transcript

  • EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE E OS AFECTOS MANUAL DO ANIMADOR SÃO BRAZ, JULHO DE 2005. ANTÓNIO MARIA ROMEIRO CARVALHO 1
  • ÍNDICE Índice ...................................................................... 2 Objectivos …………………………………………….. 4 Sessão 1.1 Apresentação e Descontracção . ................... 4 Sessão 1.2 Apresentação, Descontracção e Expectativas 6 Sessão 2 Caixa de Perguntas ..................................... 8 Sessão 3 Valores para a Sexualidade e os Afectos ..... 10 Sessão 4.1 Mudanças: Adolescência ……………… 13 Secção 4.2 Mudanças: Puberdade e Adolescência ......... 15 Sessão 4.3. Mudanças: Anatomia e Fisiologia do Homem e da Mulher .................................. 17 Sessão 5 Sensibilidades. Masculino e Feminino: Semelhanças e Diferenças ......................... 19 Sessão 6 Métodos Contraceptivos ......................... 12 Sessão 7 . 1 Infecções Sexualmente Transmissíveis .... 23 Sessão 7 . 2. Infecções Sexualmente Transmissíveis ..... 25 Sessão 8. Gravidezes na Adolescência e Aborto ...... 27 Sessão 9 Riscos: Conviver com Eles ....................... 29 Sessão 10 Amor e Afecto. Poesia e Música ............. 31 Sessão 11 Jogo de «Sexualidade e Afectos» ............... 33 Sessão 12 Avaliação .................................................. 35 Bibliografia ……………………………… 37 2
  • OBJECTIVOS: 1. Favorecer o desenvolvimento de um conceito positivo da sexualidade e das suas diversas manifestações. 2. Favorecer o desenvolvimento de uma atitude positiva face ao seu corpo e ao dos outros. 3. Desenvolver a auto-estima e o respeito pelas outras pessoas. 4. Facilitar a aquisição e consolidação de conhecimentos sobre a sexualidade, nos campos da fisiologia, psico-efectiva e sócio-cultural, bem como a valorização dos conhecimentos adquiridos noutras fontes. 5. Facilitar o desenvolvimento de uma atitude positiva face à higiene e à saúde. 6. Fomentar o diálogo aberto, a expressão de sentimentos, a troca de experiências, o respeito pelas opiniões dos outros, a tolerância e o respeito. 7. Valorizar a afectividade como um aspecto fundamental nas relações humanas. 8. Compreender os conflitos entre gerações e entre pais e filhos. 9. Proporcionar situações que favoreçam a aceitação natural das mudanças fisiológicas e emocionais características do desenvolvimento. 10. Incentivar à adopção de atitudes e comportamentos informados, preventivos e responsáveis. 3
  • SESSÃO 1.1. APRESENTAÇÃO E DESCONTRAÇÃO. OBJECTIVOS: . Criar situações para conhecimento entre os alunos e «quebrar gelo», a fim de uma mais fácil e descontraída abordagem à temática. . Criar situações para que o aluno se auto-valorize a fim de melhor aceitar o seu corpo e aceitar-se globalmente como pessoa. ACTIVIDADE 1 : Jogos de apresentação. ACTIVIDADE 2: Jogos de descontracção. ACTIVIDADE 3: Jogos de «à vontade», de «toque». ACTIVIDADE 4: Discussão sobre os jogos desenvolvidos. ACTIVIDADE 4 A: Firmar valores positivos. ACTIVIDADE 4 B: Puzzle. ACTIVIDADE 5: Pensamento para a Sessão seguinte. 4
  • ACTIVIDADE 1 : Jogos de apresentação. 0-30 m. – Cada aluno diz o seu nome e o filme que mais gostou de ver. De seguida, começando por uma ponta, vão dizendo os nomes: o seu e os dos colegas antecedentes. Por fim, ao contrário, dirão os nomes dos colegas e os seus filmes preferidos. ACTIVIDADE 2: Jogos de descontracção. 30 – 50 m. – De pé, em cima das cadeiras, alinharão por ordem alfabética do nome, sem comunicação oral, e só utilizando as cadeiras. ACTIVIDADE 3: Jogos de «à vontade», de «toque». 50 – 80 m. – Dois a dois, com os dedos das mãos, apalpam a face do parceiro, um de cada vez, a fim de a «decorarem». De seguida, em círculo, com um no centro, de olhos vendados, apalpando a cara de quem lhe fica em frente, tentará descobrir o seu anterior parceiro e/ ou quem é aquele que está a tocar logo à primeira. ACTIVIDADE 4: Discussão sobre os jogos desenvolvidos. 80 – 90 m. – Animador e formandos reflectem sobre o que fizeram, o que sentiram e quais os objectivos. ACTIVIDADE 4 A: Firmar valores positivos. Preencher e discutir Anexo 15. ACTIVIDADE 4 B: Puzzle. «Quando te enamoras, o que é que sentes»? Fazer em postal «meia dúzia» de palavras mais mencionadas pela(s) turma(s) e distribuir pela escola para divulgação do projecto. Ver anexo 29. ACTIVDADE 5: Pensamento para a Sessão seguinte. O animador escreve no quadro: « educação sexual na escola. Sim. Não. Porquê». Os formandos deverão trazer algumas linhas (cerca de 3), sobre o tema, e entregar na sessão seguinte. Preparação da Sessão seguinte: preparar, mentalmente, os jogos e a discussão sobre ele. Prepara a caixa de perguntas e distribuir a todos um quarto de folha para fazerem um(s) perguntas essenciais. 5
  • SESSÃO 1.2. APRESENTAÇÃO, DESCONTRAÇÃO E EXPECTATIVAS. OBJECTIVOS: . Criar situações para conhecimento entre os alunos e «quebrar gelo», a fim de uma mais fácil e descontraída abordagem à temática. . Trabalhar as expectativas face à formação. . Compreender quais as vantagens e desvantagens da Educação Sexual na Escola, segundo os alunos. ACTIVIDADE 1 : Jogos de apresentação. ACTIVIDADE 2: Jogos de descontracção. ACTIVIDADE 3: Jogos de «à vontade», de «toque». ACTIVIDADE 4: Discussão sobre os jogos desenvolvidos. 6
  • ACTIVIDADE 1 : Jogos de apresentação. 0-30 m. – Cada aluno diz o seu nome e o que espera desta formação, do que o animador toma nota. ACTIVIDADE 2: Jogos de descontracção. 30 – 50 m. – Em círculo e todos sentados. Um aluno, rápido, vai perguntando a um colega de cada vez algo pessoal. Quem responde é o colega da esquerda. O aluno que faz as perguntas vai mudando, quando o animador achar por bem. ACTIVIDADE 3: Jogos de «à vontade», de «toque». 50 – 80 m. – Os alunos colocam-se em círculo tentando sentar-se nos joelhos do colega anterior. Quando o conseguirem, o animador dá ordem para levantarem o pé esquerdo; depois, o direito. Pretende-se provocar a queda e o «embrulhamento». ACTIVIDADE 4: Discussão sobre os jogos desenvolvidos. 80 – 90 m. – Animador e formandos reflectem sobre o que fizeram, o que sentiram e quais os objectivos. Bem como das vantagens/ desvantagens de haver Educação Sexual nas Escolas, utilizando também os pensamentos entregues pelos alunos. Preparação da Sessão seguinte: preparar caixa de perguntas. 7
  • SESSÃO 2. CAIXA DE PERGUNTAS. OBJECTIVO: . Responder às perguntas mais urgentes. . Perceber quais as principais questões colocadas pelos jovens. ACTIVIDADE 1: Responder às perguntas. ACTIVDADE 2: Pensamento para a Sessão seguinte. 8
  • ACTIVIDADE 1: Responder às perguntas. 0-85 m . Depois de tirar pergunta a pergunta, responder a elas. Variante: Um aluno, de cada vez, retira um papel e responde à pergunta. Os outros alunos, que têm três papéis dirão se concordam ou não e depois discute-se. Os papéis serão da cor vermelha (não concordo), amarela (abstenho-me) e verde (concordo). (Actividade/ ideia de Sandra Elisabete G. Rafael, Escola 2.3/S de Mação, 2002.) ACTIVIDADE 2: Pensamento para a Sessão seguinte. 85 – 90 m. - O animador escreve no quadro: «o que eu mais gosto é..., porque.». Os formandos deverão trazer algumas linhas (cerca de 3), sobre isto, e entregar na sessão seguinte. Preparação da Sessão seguinte: fazer fotocópias das «Histórias Valorativas» e «Se Eu Fosse...» (Anexos 1 a 4). 9
  • SESSÃO 3. VALORES PARA A SEXUALIDADE E OS AFECTOS. OBJECTIVOS: . Descobrir os valores enraizados nos alunos, (por detrás dos que dizem). . Descobrir os valores recebidos por educação pelos alunos. . Provar a influência do grupo na aquisição/ nomeação de valores. . Descobrir os vários papéis que desempenhamos: os que gostamos e os que não gostamos. . Descobrir o valor família. ACTIVIDADE 1 : Trabalho com «histórias valorativas». ACTIVIDADE 2: Trabalho com a ficha «Se Eu fosse...» ACTIVIDADE 2 A: Jogo dos papéis que desempenhamos. ACTIVIDADE 2 B: Família para quê? ACTIVIDADE 2 C: Valores, que são eles? ACTIVIDADE 2 D: Conflitos, viver com eles. ACTIVIDADE 2 E: Actividade de substituição. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 10
  • ACTIVIDADE 1 : Trabalho com «histórias valorativas». 0 – 40 m. - Os alunos lêem as histórias valorativas, (uma, duas ou três – Anexos 1,2,3), uma de cada vez, dão pontuação às personagens. O animador, no final de cada, toma nota de quem foram os personagens «piores» e os menos «maus» e retira conclusões. No final de ambas, apresenta os valores tirados das suas pontuações e do que disseram na defesa das suas escolhas. ACTIVIDADE 2: Trabalho com a ficha «Quem Sou Eu ...» 40 – 85 m. - Os alunos escolhem os seis «se…» (Anexo 4). Em seguida, para a par, os alunos dirão das características da personalidade do seu par. O animador ajudará. Os alunos deverão conhecer melhor os colegas e aceitá-los como são, valorizando os aspectos positivos e o que os torna «especiais». ACTIVIDADE 2 A: Jogo dos papéis que desempenhamos. Alunos dispostos em semi-círculo, sentados. Um de cada vez, levanta-se e escreve no quadro um papel que desempenha na vida. Um só papel de cada vez. Mas cada aluno pode levantar-se as vezes que quiser. Ao fim de dez minutos, seguindo as mesmas regras, cada aluno sublinha os papéis que gosta de fazer. Em terceiro lugar, os que não gosta. No final, discute-se: todos temos vários papes e mesmo o s que não gostamos temos de desempenhá-los. ACTIVIDADE 2 B: Família para quê? Desafiam-se os alunos a pensar que, de repente, deixavam de ter família. O que aconteceria? O que seria bom, o que seria mau. Cada qual escreve numa folha de papel. No final, discute-se da importância da família. ACTIVIDADE 2 C: Valores, que são eles? Trabalhar Anexo 16 e 17. Trabalhar Anexo 20. ACTIVIDADE 2 D: Conflitos, viver com eles. Trabalhar Anexo 18 e 19. ACTIVIDADE 2 E: Actividade de substituição de qualquer 2. «Consequências» (Anexo 28). 11
  • ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 85 – 90 m. – O animador escreve no quadro: «Ser adolescente é ser …», ou «Ser jovem é ser…», ou « Ser teenager é ….» Os alunos deverão entregar a sua opinião em três linhas e entregar na próxima sessão. Preparação da Sessão seguinte: Estudar o Anexo «Adolescência». Visionar o vídeo «Mudanças», fotocopiar a letra da música. 12
  • SESSÃO 4.1. MUDANÇAS. ADOLESCÊNCIA. OBJECTIVOS: . Discutir o que se entende por adolescência. . Perceber-se. Conhecer-se. ACTIVIDADE 1: O que é ser adolescente. ACTIVIDADE 2: Pensamento para a sessão seguinte. 13
  • ACTIVIDADE 1: O que é ser adolescente. 0 – 50 m. - Trabalhar Anexos 5 e 21. 50- 85 m. - No final, em grupos, cada um escreverá uma definição de adolescente, que apresentará ao plenário para discussão. ACTIVIDADE 2: Pensamento para a sessão seguinte. 14
  • SESSÃO 4.2. MUDANÇAS. PUBERDADE E ADOLESCÊNCIA. OBJECTIVOS: . Percepção das mudanças que acontecem no seu corpo (ele e ela): mudanças físicas e psicológicas. . Aceitar tais mudanças como naturais e com naturalidade. . Perceber e aceitar que as mudanças não acontecem em todos ao mesmo tempo e do mesmo modo. ACTIVIDADE 1 : Trabalho com Vídeo «Crescer. Mudanças». ACTIVIDADE 2: Conversa acerca das mudanças nos alunos. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 15
  • ACTIVIDADE 1 : Trabalho com o Vídeo «Crescer. Mudanças». 0 – 30 m. -O animador passa o filme. Em seguida, os alunos tomarão nota do que pensam os alunos, do filme, acerca das suas mudanças e do que pensam os dois professores acerca delas, conforme Anexo 2. ACTIVIDADE 2: Conversa acerca das mudanças nos alunos. 30- 60 m. – Os alunos deverão expor o que pensam das mudanças que acontecem ou aconteceram neles e nelas. O animador deve conduzir o grupo de forma que todos falem e que se pensem as mudanças como naturais e que nem todas acontecem ao mesmo tempo e em todos da mesma maneira e à mesma velocidade. 60 – 70 m. – Os alunos cantam a canção tema do vídeo, acompanhando a letra através de cópia distribuída pelo animador e acompanhados por instrumentos que os alunos saibam tocar. 70 – 80 m. - No final, todos já sossegados, extrair e colocar em lugar de destaque a mensagem central da canção: as mudanças são tão naturais como o sol ou a chuva, como a natureza. Em alternativa, ou em complemento, os alunos poderão trazer fotografias de quando eram crianças e compararão com fotos recentes, discutindo as mudanças. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 80 – 90 m. – O animador escreve no quadro a expressão «o que mais gosto no meu corpo é… e o que gosto menos é…» Aos alunos deverão entregar uma folha com três linhas acerca dizendo o que gostam e não gostam. Preparação da Sessão seguinte: preparar boneco articulado do corpo humano, quadros do corpo humano e slides. Introduzir o CD Rom «Contracepção». 16
  • SESSÃO 4.3. MUDANÇAS. ANATOMIA E FISIOLOGIA DO HOMEM E DA MULHER. OBJECTIVOS: . Conhecer e nomear os órgãos dos aparelhos reprodutor e urinário do homem e da mulher. . Nomear e falar deles com naturalidade. ACTIVIDADE 1 : Jogo de toque e descontração. ACTIVIDADE 2: Trabalho com os nomes pénis e vagina. ACTIVIDADE 3: Jogo de descompressão. ACTIVIDADE 4: Trabalho com o corpo humano. ACTIVIDADE 4 A: Trabalho com o corpo humano. ACTIVIDADE 5: Pensamento para a Sessão seguinte. 17
  • ACTIVIDADE 1 : Jogo de toque e descontracção. 0 – 20 m. – Os alunos todos abraçados, em círculo apertado e um deles, no centro, tenta sair de dentro do círculo, tentando impedi-lo todos os restantes. ACTIVIDADE 2: Trabalho com os nomes «pénis» e «vagina». 20 – 40 m. - O animador divide o quadro ao meio, ou a folha do acetato, e coloca «pénis» ao cimo de uma parte. Os alunos dirão todos os nomes que conhecem para o nomear e o animador escrevê-los-á. De seguida, o mesmo com «vagina». ACTIVIDADE 3: – Jogo de descompressão. 40 – 50 m. – Salada de frutas: o animador dá o nome de uma fruta a cada aluno, neste caso, escolhendo quatro frutas (que serão os quatro grupos de trabalho). Em círculo, sentados em cadeiras, todos os alunos, menos um, que está de pé, ao centro. Este dirá o nome de uma das frutas e os alunos respectivos trocam de lugar. À palavra «salada de frutas», todos trocam de lugar. ACTIVIDADE 4: Trabalho com o corpo humano. 50 – 85 m. - A escola deve possuir um boneco articulado do corpo humano. O animador colocá-lo-á na sala e passarão a estudá-lo. Poderão utilizar, em substituição, ou em complemento, os quadros e/ou o CD Rom dos Laboratórios Schering. Divididos em quatro grupos, os alunos estudarão os aparelhos reprodutores e urinários do homem e da mulher, que apresentarão ao plenário. ACTIVIDADE 4 A: Trabalho com o corpo humano. Trabalhar Anexos 22 e 23. ACTIVIDADE 5: Pensamento para a Sessão seguinte. 85 – 90 m. – O animador escreve no quadro «Gosto de ser mulher, porque…/ Gosto de ser homem, porque….» e os alunos trarão, na próxima sessão, se sim e porquê, em folha e em três linhas. Preparação da Sessão seguinte: fotocopiar Anexo 6; distribuir os alunos por partidos e constituir a Mesa do Parlamento. Ler artigo António M.R Carvalho, «Masculino V. Feminino…». 18
  • SESSÃO 5. SENSIBILIDADES. MASCULINO E FEMININO: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS. OBJECTIVOS: . Percepção das diferenças e semelhanças entre homem e mulher. . Compreensão do porquê dos diferentes papeis culturais em virtude do sexo. ACTIVIDADE 1 : Vantagens e desvantagens de ser homem ou mulher. ACTIVIDADE 1 A: Quem faz o quê?. ACTIVIDADE 2: Porque não há mais mulheres na Política? ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 19
  • ACTIVIDADE 1 : Vantagens e desvantagens de ser homem ou mulher. 0 – 40 m. – Preencher, individualmente, a ficha Anexo 6. Em seguida discutir em grupo acerca das razões apresentadas. O animador deve conduzir o debate no sentido da igualdade entre homens e mulheres: diferentes, mas iguais. ACTIVIDADE 1 A: Quem faz o quê?. Em minha casa, quem faz o quê? Que faz meu pai, minha mãe, meu irmão, minha irmã, eu, … Utilizar Anexo 24. ACTIVIDADE 2: Porque não há mais mulheres na Política? 40 – 85 m. - Porque não há tantas mulheres como homens no Parlamento e outros locais de decisão política, social ou económica? O animador distribui os alunos por bancadas parlamentares e três alunos presidem e secretariam a Assembleia. As bancadas podem ser de partidos inventados (ex.: o partido das rosas, o partido dos vencedores, o partido das mulheres de calças, o partido das mulheres domésticas, …) Dando alguns minutos a cada bancada, o Presidente dirige os trabalhos, tentando perceber as razões de cada. No final, o animador, com o Presidente, apresentarão as conclusões. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 85 – 90 m. - O animador escreverá a pergunta «para que servem os contraceptivos?». As alunos trarão a resposta na sessão seguinte, em cerca de três linhas. Preparação da Sessão seguinte: preparar materiais/ exemplares de métodos contraceptivos; preparar slides. 20
  • SESSÃO 6. MÉTODOS CONTRACEPTIVOS. OBJECTIVOS: . Perceber o funcionamento dos diversos métodos contraceptivos e quais os mais adequados às necessidades e tipo de utilizador. . Falar e manuseá-los com naturalidade. ACTIVIDADE 1 : Discussão acerca de «para que servem os contraceptivos?» ACTIVIDADE 2: Trabalho com os materiais e quadros. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 21
  • ACTIVIDADE 1 : Discussão acerca de «para que servem os contraceptivos?». 0 – 20 m. - A partir dos pensamentos trazidos pelos alunos. O animador deverá salientar a naturalidade da sua utilização e do acto sexual, bem como da abstenção ou outras opções. ACTIVIDADE 2: Trabalho com os materiais e quadros. 20 – 80 m. - O animador deverá colocar sobre uma mesa, ao centro, exemplo dos diversos métodos contraceptivos, que os alunos verão e manusearão. Dividindo os alunos em grupo, cada um trabalhará um ou alguns deles e apresentá-los-á aos colegas. Poderá utilizar slides fornecidos pelos Laboratórios Schering. Mesmo nos caso dos mais polémicos, caso da pílula de emergência, conhecida pela «pílula do dia seguinte», o animador evitará pronunciar juízos de valor. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 80 – 90 m. - O animador escreverá no quadro a frase: « a quem pode acontecer ficar infectado com uma I.S.T.?» Os alunos deverão trazer três linhas escritas acerca disto na próxima sessão. Preparação da Sessão seguinte: verificar quais e quantos computadores têm Net; visionar o filme «Tem o Quê?...» 22
  • SESSÃO 7.1. INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS. OBJECTIVOS: . Conhecer as principais I.S.T. e o modo como se propagam e evitam. ACTIVIDADE 1 : Trabalho com a WWW. ACTIVIDADE 2: Trabalho com o vídeo «Tem o Quê?» 23
  • ACTIVIDADE 1 : Trabalho com a WWW. 0 – 60 m. - Deve abrir-se o site português www.sexualidades.com, no espaço «Doenças Sexualmente Transmissíveis» e, depois de verem e imprimir, cada grupo deverá trabalhar uma delas, segundo o esquema colocado em Anexo 4. Para este trabalho, o animador deverá fornecer fotocópias de alguma bibliografia. No final, apresentarão aos colegas o resultado da investigação. ACTIVIDADE 2: Trabalho com o vídeo «Tem o Quê?» (CNLCS, Lisboa). 60 – 80 m. - O animador passa parte do filme, deixando parte para a próxima sessão. Preparação da Sessão seguinte: fotocopiar Anexo 7; fazer cartões para o jogo. 24
  • SESSÃO 7.2. INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS. OBJECTIVOS: . Conhecer as principais I.S.T. e o modo como se propagam e evitam. ACTIVIDADE 1: Trabalho com o vídeo «Tem o Quê?» ACTIVIDADE 2: Jogo. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 25
  • ACTIVIDADE 1: Trabalho com o vídeo «Tem o Quê?». 0 – 45 m. - O animador passa a restante parte do filme. No final, entrega a grelha Anexo 7. Segue-se debate a partir das respostas que os alunos deram às seis questões. ACTIVIDADE 2: Jogo. 45 – 80 m. - O animador dá um papel a todos os alunos onde está escrito « você cumpre as regras do jogo», ou «você cumpre as regras do jogo, se desejar», ou «você está infectado pelo HIV». Caso sejam 25 alunos, por exemplo, o primeiro dará a 20, o segundo a quatro e o terceiro a um. Recomenda-se muito cuidado na escolha deste, não vá ficar marcado. Cada aluno vê o que lhe calhou e, sem mostrar a ninguém, mete no bolso. De seguida, cada um com papel e esferográfica na mão, circulam todos pela sala como se estivessem numa festa e pedem dois autógrafos, ao acaso, na sua folha. Quando todos os tiverem, o animador manda sentar. Chama, de pé, o portador de HIV, o que ninguém sabe. Começa por perguntar a este quais os dois autógrafos e os alunos respectivos levantam-se. Sucede o mesmo até haver um fim da linha. No final, o animador diz a todos: os que estão de é estão infectados pelo HIV, pois o aluno tal estava infectado. Sentam-se e discutem como foi possível, mesmo aqueles que poderiam não cumprir as regras do jogo. O animador deve chamar a atenção para a facilidade da transmissão das doenças e o pouco cuidado que nisso colocamos. (NOTA: em alternativa, pode ser desenvolvida a actividade com o Anexo 8 ou o Anexo 10); ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 80 – 90 m. - O animador escreve no quadro: «sou contra/ a favor do aborto (I.V.G.). Porque ...» Os alunos deverão trazer três linhas escritas sobre a sua opinião. Preparação da Sessão seguinte: fotocopiar Anexo 9 e/ ou 11; fotocopiar legislação sobre a I.V.G. 26
  • SESSÃO 8. GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E ABORTO. OBJECTIVOS: . Saber o que é uma gravidez e perceber as suas consequências na Adolescência. . Analisar as causalidades das gravidezes na adolescência. . Proporcionar um debate proporcionador de comportamentos responsáveis. ACTIVIDADE 1: Trabalho com «História Valorativa». ACTIVIDADE 2: Debate ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 27
  • ACTIVIDADE 1: Trabalho com «História Valorativa». 0 – 60 m. - Distribuir aos alunos o Anexo 9 ou 11. Dividir a turma em grupos e cada um escreve um final para a história, justificando a opção que tomou. Em seguida, cada grupo apresenta ao plenário as suas conclusões. ACTIVIDADE 2: Debate. 60 – 80 m. –Porque existem gravidezes na adolescência, o que se deverá aconselhar, qual o papel do rapaz? O animador deve chamar a atenção para o estado actual da legislação acerca da I.V.G. e dar uma fotocópia da legislação. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 80 – 90 m. - O animador escreve no quadro a frase «para mim o risco é...» e cada aluno trará uma resposta, cerca de três linhas, na próxima sessão. Preparação da Sessão seguinte: fotocopiar Anexo 12. Ler Anexo 13. Ler artigo António Santinha, «Riscos», Sexualidades. 28
  • SESSÃO 9. RISCOS OBJECTIVOS: .Demonstrar que o risco é omnipresente e que é possível (com)viver com ele. ACTIVIDADE 1 : Jogo do Risco. ACTIVIDADE 2: Debate. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 29
  • ACTIVIDADE 1 : Jogo do Risco. 0 – 70 m. - Preenche-se, no quadro ou em acetato, o Anexo 12, ao mesmo tempo que os alunos preenchem também a sua. ACTIVIDADE 2: Debate. 70 – 85 m. - Perceber porque é que as pessoas correm riscos. O animador pode usar pensamentos escritos trazidos pelos alunos. ACTIVIDADE 3: Pensamento para a Sessão seguinte. 85 – 90 m. - O animador deverá escrever a frase «a poesia é o melhor meio de exprimir o amor». Os alunos trarão um comentário de cerca de três linhas, na próxima sessão. Preparação da Sessão seguinte: fotocopiar os poemas (Anexo 14); preparar os video- clips, «The best 100 love songs», VH1. 30
  • SESSÃO 10. AMOR E AFECTO. POESIA E MÚSICA. OBJECTIVOS: . trabalhar a sensibilidade dos alunos para o amor e o afecto através da poesia e da música. ACTIVIDADE 1 : Trabalhar poemas. ACTIVIDADE 2: Trabalhar vídeo-clips e letras das canções. ACTIVIDADE 3: «Gap-Filling». 31
  • ACTIVIDADE 1 : Trabalhar poemas. 0 – 30 m. –Ler e trabalhar as mensagens dos poemas do Anexo 14. ACTIVIDADE 2: Trabalhar vídeo-clips e letras das canções («The best 100 love songs», VH1). 30 – 90 m. - Cada grupo traz preparada uma letra de uma canção que goste e apresenta- a ao plenário, com ou sem música. Segue-se debate. ACTIVIDADE 3 (de substituição): «Gap-Filling» sobre a canção «Rivers of Tears», de Eric Clapton. Após identificação das personagens, lugares e sentimentos contidos na canção, os alunos terão um debate sobre o conteúdo da mesma e mesmo sobre si próprios. Anexo 30. (Actividade /ideia de uma professora formanda). 32
  • SESSÃO 11. JOGO DA «SEXUALIDADE E DOS AFECTOS». OBJECTIVO: . Avaliar os conhecimentos adquiridos. . Aumentar os conhecimentos. ACTIVIDADE 1: Jogar o Jogo. 33
  • ACTIVIDADE 1: 0 - 90 M . – Jogar o Jogo «Sexualidade e Afectos». 34
  • SESSÃO 12. AVALIAÇÃO DO PROJECTO E FORMAÇÃO. OBJECTIVO: . Avaliar Projecto e formação. ACTIVIDADE 1: Resposta ao Inquérito. ACTIVIDADE 2: Encerramento. 35
  • ACTIVIDADE 1: Resposta ao Inquérito. 0 – 25 m. - Os alunos respondem ao Inquérito, Anexo 15, e entregam. Poderão, se assim o desejar, expressar oralmente o que escreveram. ACTIVIDADE 2: Encerramento. 25 – 45 m. - O animador dirige o debate que aborde o que mais / menos agradou, a aquisição de conhecimentos, as actividades, o papel do animador, ... 36
  • BIBLIOGRAFIA: Arbora & Ausonia, «Programa Didático A Adolescência e Tu», 2001. BARROSO, Carmen, Sexo e Juventude, Rio de Janeiro, Cortez Editora, 1991, 10ª Edição. FRADE, Alice e Outros, Educação Sexual na Escola, Lisboa, Texto Editora, 1992. Governo Basco, Programa de Educación Afectivo-Sexual, 2002. PPES, Educação Sexual em Meio Escolar, Lisboa, 2000. SANDERS, Peter e Outro, Para me Conhecer. Para Te Conhecer…, Lisboa, APF, 1995. 37
  • EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE E OS AFECTOS MANUAL DO ANIMADOR ( ANEXOS ) SÃO BRAZ, JULHO DE 2005. ANTÓNIO MARIA ROMEIRO CARVALHO 38
  • ANEXO 1: HISTÓRIA VALORATIVA 1 A Maria namorava o João há uma ano. Tinha uma prenda para lhe entregar. Por pouca sorte, o João estava na tropa. Nesse dia, estava de serviço. Maria precisava ver o João para lhe entregar a prenda. Mas como? Sem transportes, teve que pedir a José, amigo de João, que lhe desse uma boleia até Évora. José resolveu aproveitar a situação. Levava Maria a Évora se ela dormisse com ele, como pagamento. Maria aceitou; José levou-a a Évora, ela entregou a prenda ao namorado, e pagou a promessa. A Carla, amiga de Maria, soube, por José, o que se tinha passado. Na primeira oportunidade, contou ao João. O João acabou o namoro com Maria. O pai de Maria bate-lhe e expulsa-a de casa. A mãe de Maria apoiava-a, sem o pai saber. Trabalho: Ordene os personagens desta história. Quem agiu melhor? O João, o Pai, a Maria, a Carla, a Maria, o José. João José Maria Pai Mãe Carla Classifique os personagens de 1 a 6, sendo 1 o que agiu pior nesta história. Fonte: PPES – ME, Programa de Competências Sociais, 1995. «Dicas» para utilização: o animador recolhe quantos alunos votaram o melhor e o pior da história, em cada personagem.Ex.: Como melhor a mãe, votaram 80% ou 20, em 23. Como pior. Votaram 0. Como piores, o mesmo. No final, o animador verifica as ideias escondidas. Por exemplo, poderá concluir que o amor de mãe se sobrepões a tudo, pois a mãe fez bem, mesmo contra o pai. Ou/ e pode concluir que a Carla foi a pior, porque despoletou a situação e não foi amiga. 39
  • O animador deve deixar discutir e, no final, pegar nestas ideia a partir de expressões dos alunos, proferidas durante a discussão. ANEXO 2: HISTÓRIA VALORATIVA 2 Uma jovem mulher casada, desprezada pelo marido, muito ocupado com a sua profissão, deixa-se seduzir e vai passar a noite a casa do seu sedutor, q eu se situa do outro lado do rio. Para voltar a casa, na madrugada seguinte, antes do marido, que regressa de viagem, ela tem de atravessar novamente a ponte. Mas um loco ameaçador impede-lhe a passagem. Tenta então encontrar um barqueiro que a passe. Este exige pagamento imediato. Ela não tem dinheiro, explica-lhe a situação e suplica-lhe; no entanto, ele recusa-se a trabalhar sem ser pago adiantadamente. Vai então ter com o seu amante e pede-lhe dinheiro. Este recusa sem explicações. Vai então procurar um amigo celibatário, que habita próximo e que tem por ela, desde há muito tempo, um grande amor, ao qual ela nunca correspondeu. Conta-lhe tudo e pede-lhe dinheiro. Ele recusa: ela desiludira-o com semelhante comportamento. Decide, então, depois de uma nova e vã tentativa junto do barqueiro, atravessar a ponte. O louco mata-a. Trabalho: ordene os personagens desta história. Quem agiu melhor? A mulher casada, o marido, o sedutor, o louco, o barqueiro, o amigo celibatário. Mulher Marido Sedutor Louco Barqueiro Amigo casada Celibatário Classifique os personagens de 1 a 6, sendo 1 o que agiu pior nesta história. Fonte: PPES – ME, Programa de Competências Sociais, 1995. 40
  • ANEXO 3: HISTÓRIA VALORATIVA 3: A Margarida tinha 23 anos, trabalhava num supermercado e achava-se uma mulher feita. Os pais, de poucas posses, nunca desejaram que a filha continuasse a estudar. No supermercado, Margarida apaixona-se pelo seu patrão de 50 anos de idade. Margarida dorme com o patrão às escondidas dos pais. Margarida fica grávida. O patrão, homem casado, propõe que Margarida faça um aborto. Margarida não aceita e tenta um acordo com o patrão. Margarida não diria de quem era o seu filho e o patrão, todos os meses, fornecia alimentos à família. O patrão cumpriu a promessa durante dois anos. Depois, começou a fazer-se esquecido. Margarida conta a sua amiga Mariana o que lhe havia acontecido. Esta, não conseguindo guarda segredo, conta aos pais de Margarida, que a expulsam de casa com o filho nos braços. Margarida, revoltada com os pais, começa a prostituir-se e o seu filho é-lhe retirado pelo Tribunal de Menores. A mãe morre de desgosto. O pai procura o patrão e dá-lhe uma valente sova. Trabalho: Ordene os personagens desta história. Quem agiu melhor? Margarida, Mariana, Pai, Mãe, Patrão. Margarida Mariana Pai Mãe Patrão Classifique os personagens de 1 a 5, sendo 1 o que agiu pior nesta história. Fonte: PPES – ME, Programa de Competências Sociais, 1995. 41
  • ANEXO 4: QUEM SOU EU ? Se Eu Fosse Um Animal Seria… Se Eu Fosse Uma Cor Seria … Se Eu Fosse um Pássaro Seria… Se Eu Fosse Uma Flor Seria … Se Eu Fosse um Brinquedo Seria … Se Eu Fosse um Instrumento Musical Seria … Pete Sanders e Liz Swinden, Para Me Conhecer. Para Te Conhecer, p. 80. 42
  • ANEXO 5: VÍDEO «CRESCER. MUDANÇAS». ANÁLISE. O que Pensam os jovens acerca das O que dizem os professores acerca das mudanças que neles aconteceram/ mudanças que aconteceram/ acontecem acontecem? nos jovens. 43
  • ANEXO 6: Vantagens em Ser Mulher Desvantagens em Ser Homem Vantagens em Ser Homem Desvantagens em Ser Homem Cármen Barroso e Outro, Sexo e Juventude…, p. 53. 44
  • ANEXO 7: VÍDEO : «Tem o Quê?...» Como/ porquê O que pensas O que pensas A namorada E os vizinhos. Qual a aconteceu a das reacções das reacções reagiu da forma Como reagiram diferença entre infecção do dos pais? dos amigos? mais adequada? eles? o HIV 1 e o personagem HIV 2. principal. 45
  • ANEXO 8: DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS. Nome Sinais Transmissão Prevenção Identificadores 46
  • ANEXO 9 : A Joana tem ____ anos e está no _____ ano. É, normalmente, uma rapariga alegre e interessada em aprender. No entanto, desde há uma semana, o Director de Turma tem notado que ela anda triste, isola-se e não está com atenção nas aulas. Hoje mesmo, zangou-se e gritou com um colega que lhe disse uma piada sem importância. O Director de Turma, no fim da aula, pediu-lhe para conversarem uns minutos a sós. Ao princípio, a conversa foi difícil, mas, depois, a Joana deixou cair a carapaça das suas defesas, começou a chorar e disse que tinha medo de estar grávida, porque a menstruação já estava com atraso de 10 dias. Os pais sabiam que ela namorava, mas nem queria pensar no que eles fariam se soubessem que estava grávida.... Proposta de trabalho: 1. Atribuir uma idade e ano de escolaridade à Joana. 2. Imaginar-se no lugar de Director de Turma e continuar a história. Fonte: PPES – ME, Programa de Competências Sociais, 1995. 47
  • ANEXO 10 : O casal Veríssimo chegou recentemente de África e está na sua primeira consulta com o Médico de Família, em que se inscreveu, no Centro de Saúde. Marido e mulher têm um ar preocupado e explicam ao médico que o seu filho António, de ____ anos, e no ______ de escolaridade, é seropositivo. O António é um rapaz perfeitamente saudável, bem informado sobre o que significa ser seropositivo e consciente das suas responsabilidades. A seropositividade foi detectada por mero acaso, quando fez análises de rotina, antes da partida de África. E deve ter resultado de uma transfusão sanguínea de emergência que tinha feito um ano antes. Os pais e o António têm preferido manter a confidencialidade sobre este diagnóstico, pelo que o Médico de Família é a primeira pessoa ali a quem estão a dar tal informação. No entanto, estão na dúvida ser ou não preferível informar também o Concelho Executivo da Escola ou o Director de Turma em relação a este problema e perguntam ao médico qual a sua opinião. Proposta de trabalho: 1. Atribuir uma idade e um ano de escolaridade ao António. 2. Imaginar-se no lugar do Médico de Família e continuar a história. Fonte: PPES – ME, Programa de Competências Sociais, 1995. 48
  • ANEXO 11: HISTÓRIA VALORATIVA A Ana tem quinze anos e frequenta o décimo ano da Escola Secundária Dr. Solano Abreu. A mãe de Ana, apesar de não trabalhar, passa o tempo no cabeleireiro, no café ou a passear com as amigas. O pai de Ana é engenheiro e a sua actividade profissional ocupa-o bastante tempo fora de casa. Quando a Ana chegava a casa, nunca estava ninguém. A Ana, além de saber que a relação dos pais era distante. Foi educada a não falar sobre o assunto, nem a desabafar sobre os seus próprios problemas. A única informação que tinha sobre a sexualidade era a que lia na revista «Maria» e a que as amigas lhe forneciam, em conversas na escola. A Ana conhece o João nas viagens do autocarro para a escola. Apaixonou-se por ele, porque parecia saber sempre o que queria, tinah muito sentido de humor e até era bonito. Ao fim de duas conversas, já a Ana revelava que tinha um fraquinho por ele. Como quem não quer a coisa, dera-lhe o seu número de telefone e morada, informando- o também dos hábitos ods pais. No segundo encontro, a seguir à ida à Pizzaria, a Ana convidou o João para irem ver um filme lá em casa. Começaram a encontrar-se regularmente. Passados dois meses, a Ana constatou que tinha um atraso menstrual, ao qual não deu importância, dado que eram habituais. A Ana começou a sentir-se estranha: cansada, com dores de cabeça e alguns vómitos. Comentou o caso com a Carla, sua colega de turma. Contou-lhe o que acontecera com o João e que, durante as brincadeiras que tinham tido, ele lhe tinha assegurado que não havia problemas, pois utilizava o método de doito interrompido e nunca tinha havido azar. Perante a situação descrita, a amiga aconselhou-a a fazer o teste de gravidez, disponibilizando-se a acompanhá-la. Foi então que a Ana soube que estava grávida e se viu com o seu primeiro problema. Como contar ao João? Como contar aos pais? Autoria das formandas do Abranfoco, Cristiana Maria Duarte e outras, Junho de 2001. 49
  • ANEXO 12: RISCOS 10 situações 3 ou 4 riscos Valores Agravamento do Razões que Vantagens para que envolvem para cada para cada risco: levam as as pessoas que riscos. situação. risco, de 0 circunstâncias que pessoas a realizam os –10. fazem aumentar o realizar riscos. Razões risco (3 ou 4 situações de pelas quais nos circunstâncias). risco. expomos ao risco. 50
  • Fonte: «Jogo da Tômbola», de Lola Ferreiro e outros. 51
  • ANEXO 13: António Santinha, «Riscos Perigos e o Jogo das Probabilidades», Sexualidade & Planeamento Familiar, n.º 27/28, Julho de 2000, pp. 51-54. Resumo: «O perigo é real, existe e está associado a forças da natureza ou a situações obre as quais não temos controlo. O risco tem a ver com a nossa intervenção, com a acção humana sobre essas situações. O risco é essencialmente uma probabilidade que podemos controlar, conhecendo os fenómenos com os quais interagimos. O risco é a probabilidade de um acontecimento vir a ocorrer, ou a probabilidade do mesmo não ocorrer este esclarecimento é importante pois, pode dar-nos pistas preciosas para o trabalho com os grupos de adolescentes. Descentrar o risco da sua conotação negativa, ou seja, não pensar somente na hipótese de nos acontecer uma desgraça, mas também das coisas nos correrem bem. Quando tal acontece, achamos que temos sorte e raramente pensamos que foi da nossa responsabilidade o controlo do risco». Trabalhar o risco na população escolar implica a) utilizar actividades de mediação corporal, porque vivencia o corpo e facilita a comunicação; b) utilizar actividades de exploração da natureza, pelos obstáculos colocados; c) utilização de metodologias participativas e activas, porque facilitam a aprendizagem e a descoberta; d) trabalhar de forma organizada seguindo a metodologia normalmente utilizada na resolução de conflitos; d) trabalhar a comunicação entre os grupos de modo a facilitar a discussão das actividades desenvolvidas. 52
  • ANEXO 14: POEMAS «Ao teus peitos são dois ninhos Muito brancos, muito novos, Meus beijos são passarinhos Mortinhos por porem ovos»: António Nobre, Só, 1890. «Quando sentiu que estava morrendo, meu avô Celestino chamou a mulher e pediu-lhe: -Deixa-me fitar teus olhos! E ficou embevecido, como se a sua alma fosse um barco deitado num mar que eram os olhos da sua amada. -Tens frio? Perguntou ela, vendo-o tremer. -Não. És tu que estás a chorar. - Chorar, eu? Começou foi a chover». Mia Couto, Mar Me Quer, Editorial Caminho, 2000. Cartas de Amor: Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas. Também escrevi em meu tempo catas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas. Quem me dera no tempo em que escrevia Sem dar por isso 53
  • Cartas de amor Ridículas. A verdade é que hoje As minhas memórias Dessas cartas de amor É que são Ridículas. (Todas as palavras esdrúxulas, Como os sentimentos esdrúxulos, São naturalmente Ridículos.) Fernando Pessoa, Poesias, 1944. 54
  • ANEXO15 Marca com X as características que melhor te definem: Responsável Doidivanas Bonito/a Vulgar Amável Bruto/a Sortudo/a Azarado/a Tranquilo/a Nervoso/a Honesto/a Desonesto/a Feliz Triste Mandão/ona Submisso/a Cooperante Indiferente Generoso/a Egoísta Seguro/a de si Inseguro/a Simpático/a Arisco/a As minhas melhores qualidades são: 1. _________________________________________ 2. _________________________________________ 3. _________________________________________ 4. _________________________________________ Posso melhorar em: 1. _____________________________________________ 2. _____________________________________________ 3. _____________________________________________ 55
  • 4. _____________________________________________ Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 56
  • ANEXO 16. VALORES QUE SE PODEM VALORES QUE NÃO SE PODEM COMPRAR. COMPRAR. 57
  • Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 58
  • ANEXO 17. Dos valores que o quadro me apresenta, escolho os quatro que considero os mais importantes: Justiça Sinceridade Liberdade Altruísmo Honestidade Dignidade Democracia Solidariedade Vida Cooperação Bondade Independência Inteligência Segurança Amizade Confiança Amor Responsabilidade Escolho: 1. ______________________________ 2. ______________________________ 3. ______________________________ 4. ______________________________ Escolhi porque: 1. _______________________________________________ 2. _______________________________________________ 3. _______________________________________________ 4. _______________________________________________ Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 59
  • ANEXO 18: Carla é uma jovem de 14 anos. A mãe pensava que ele tinha já incorporado e aceite as regras da família, tais como as que diziam respeito às saídas: não devia voltar muito tarde, nem regressar em carros de desconhecidos. Às questões colocadas pela mãe, Carla responde: «isso é um problema meu»; «parece que não confias em mim»; «as minhas amigas voltam quando querem, só tu é que chateias»; «já não sou nenhuma criança»; «o que pensarão os meus amigos se eu voltar para casa cedo?» Proposta de trabalho. Depois de leres o texto, individualmente, partilha a tua opinião com o teu pequeno grupo. De seguida, em plenário, cada grupo apresenta a sua opinião e discutem. Algumas perguntas podem ajudar à discussão: 1. a preocupação da mãe da Carla tem fundamento? 2. As respostas da Carla são as adequadas? 3. Achas de que devem colocar limites aos jovens? Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 60
  • ANEXO 19. A Joana está no Secundário e tem boas notas. Pretende entrar na Faculdade de Medicina e todos os dias dedica várias horas aos estudos. Mas, nestes dias, conheceu uma pessoa que ela considera muito especial. Agora, é raro passar uma tarde em casa. Os pais já falaram com elas várias vezes e lembraram-lhe que não está a cumprir com o que prometera, estudar todas as tardes. Face a isto, os pais castigaram-na. Proposta de Trabalho: Discussão na turma. Algumas questões que podem ajudar a esta discussão: 1. Quais as causas deste conflito? 2. Como se sentirá a Ana; como se sentirão os pais da Ana? 3. Como se poderá ultrapassar esta situação/ conflito? 61
  • ANEXO 20: O QUE SÃO RELAÇÕES AFECTIVO-SEXUAIS? Basicamente, é quando duas pessoas estão apaixonadas. Assina com um X as respostas que consideras mais importantes nesta relação. Escreve outras que aches importantes: 1 Passear de mãos dadas. 2 Procurar lugares mais íntimos e isolados. 3 Dará as mãos. 4 Estar sempre a beijar-se. 5 Ouvir música juntos. 6 Escrever bilhetes e exprimir os seus sentimentos. 7 Querer estar sempre juntos sem necessidade de estar a fazer algo. 8 Estar sós e não querer sair com os amigos. 9 Falar todos os dias ao telefone durante horas. 10 Fazer juntos planos para o futuro. 11 Trocar presentes. 12 13 14 Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 62
  • ANEXO 21: Inês tem 15 anos e define os adolescentes desta forma: «nós adolescentes somo basicamente uns tontos, pedantes, figurões, orgulhosos, rebeldes contra tudo e contra coisa nenhuma, egoístas, comodistas, presunçosos, cruéis, injustos (sobretudo com a nossa família), arrogantes, RESPONDÕES e, ao mesmo tempo também, inseguros, sentimentais, criativos, solidários, curiosos e, sobretudo, vulneráveis». Proposta de trabalho: 1. cada aluno procura no dicionário e escreve o significado de cinco adjectivos utilizados pela Inês na definição de adolescente. 2. O que pensas tu desta definição de adolescência? Eu penso que: _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ 3. Escreve uma carta à Inês dizendo-lhe do que estará certa e do que estará errada. Inês, daquilo que disseste, eu penso que: ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 63
  • ANEXO 22: Várias são as mudanças físicas e psicologias que ocorrem na Puberdade. Anota-as: Alterações Físicas Psicológicas Rapazes Raparigas Surgem pelos nas axilas, nos genitais, na cara, … As ancas alargam, os seis crescem. A voz muda, a maça de Adão torna-se mais visível. O sistema reprodutor desenvolve-se e amadurece. Acontecem muitas alterações de humor. O pénis e os testículos crescem. Olha-se para os rapazes de modo diferente A pele segrega mais gordura e surge o acne. Preocupação maior com a imagem corporal. Aumenta a transpiração e tem um odor diferente. Olha-se para as raparigas de modo diferente. Surge a menstruação. Os ombros alargam-se. Sentem-se medos e complexos. O corpo cresce rápido, aumenta de peso e de altura. Surgem as primeiras erecções. Surgem os «sonhos molhados». Acontecem as primeiras masturbações. Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 64
  • ANEXO 22: Laura é uma adolescente de 14 anos. Neste ciclo, a sua menstruação teve a duração de 5 dias; no anterior, 4 dias; e nos três ciclos anteriores, 5, 4 e 6, respectivamente. Qual é a duração média das suas menstruações? A sua amiga Carla teve a menarca quando tinha 11 anos. O seu ciclo menstrual é de 28 dias. Carla tem agora 15 anos. Quantas vezes teve o período nestes quatro anos? Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 65
  • ANEXO 23: MITOGENIAS. Há muitas coisas falas que são ditas como verdadeiras. É necessário esclarecê-las: Por exemplo, a respeito do período: 1. Não se come maionese. 2. A cerveja fica estragada. 3. Estraga-se o vinho nas adegas. 4. As plantas morrem se lhes tocares. 5. O teu corpo purifica-se. 6. Não podes lavar o cabelo, pois morrerás. 7. Não podes lavar os genitais. 8. A água e o período dão-se mal. 9. Não podes fazer ginástica. 10. O período engorda. 11. Os teus colegas sabem que estás com o período. 12. Sentes-te mais débil pela perda de sangue. 13. Não podes beber bebidas frias. Há muitas mais afirmações deste tipo. Por exemplo, comentários populares. Apresenta ao grupo alguns que conheças. Fonte: a partir de Arboria & Ausonia, «A Adolescência e Tu», 2000. 66
  • ANEXO 24: Em minha casa, quem faz o quê? Tarefa/ Pai. Mãe. Filho. Filha. Membro Refeições Limpeza. Lavar roupa. Lavar louça. Fazer cama. Ir às compras. Conduzir o carro. Ler o jornal. Criticar os vizinhos. Depois de preencheres o quadro, tenta descobrir a razão histórica-cultural para possíveis diferenças. 67
  • ANEXO 25: INQUÉRITO DE AVALIAÇÃO Responde às perguntas colocadas sublinhando o que mais corresponde ao que sentes: 1 - Gostei da Formação: nada pouco muito muitíssimo. 2 - Gostei do Jogo: nada pouco muito muitíssimo. 3 - Aprendi: nada pouco muito muitíssimo. 4 - A partir de agora sinto-me mais esclarecido: nada pouco muito muitíssimo. 5 – Sinto-me preparado para conduzir uma sessão de «Sexualidade e Afectos» junto de outros colegas estudantes: nada pouco muito muitíssimo. Indica apenas um aspecto para cada: 6 - De tudo, o que mais gostei foi (indicar apenas um aspecto): ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ 7 - De tudo, o que menos gostei foi (indicar apenas um aspecto): ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ 68
  • ANEXO 26: REGRAS DO JOGO DA «SEXUALIDADE E DOS AFECTOS». 1. As equipas sorteiam quem inicia o lançamento do dado, no corpo de ELA. 2. Colocam-se as bases na casa 1. Lança-se o dado, uma de cada vez, de acordo com o sorteio. O número saído é o número de casa que passará. Nesse local, tira cartão respectivo e responde à questão, apenas o porta-voz. 3. Caso acerte, passa o número de casas indicado pelo dado. Caso erre, recua o mesmo número de casas, do corpo de Ela para o de Ele, até chegar ao 1 de ELE. 4. Ganha a equipa que primeiro chegar ao 23 de ELA. 5. As perguntas são assim distribuídas: 16 casas com a série A (1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 10,11,12, 14 15, 17, 18, 19, 20); 07 casas com a série B (6, 9, 13, 16, 21, 22, 23). 6. Qualquer problema será resolvido pelo júri, constituído pelo professor, funcionário e E.E. 69
  • ELE E ELA 16 5 4 15 16 15 14 17 18 14 13 17 13 18 12 19 12 11 19 10 11 20 9 10 20 9 21 8 21 8 22 22 7 7 23 1 1 6 2 23 3 2 6 4 3 5 A ELa ELe ( 23 = 22 X + 1 Y ) ( 23 X ) 70
  • ANEXO 27: QUESTÕES. SÉRIE A: PERGUNTAS DE RESPOSTA DUPLA: «CERTO» OU «ERRADO». 1. Se tiver relações sexuais durante a 1. Certo. Poderá engravidar, mas menstruação, a mulher dificilmente dificilmente. engravida. 2. Uma penetração fácil e sem dor é sinal 2. Errado. Pode até mesmo o hímen ter a que a mulher não é virgem. orla bem estreita, ser complacente, ou mesmo até nem existir. 3. As mulheres perdem o interesse sexual 3. Errado. Desaparece a capacidade depois da menopausa. reprodutora, apenas. 4. Quanto maior o tamanho do pénis, maior 4. Errado. O pénis apresenta grandes a virilidade do homem. variações individuais e a vagina é muito adaptável. 5. Quanto maior o pénis do homem, maior 5. Errado. O mesmo da 4. o prazer da mulher. 6. Existem apenas alguns dias do mês em 6. Certo. Embora ainda não exista ainda que a mulher pode engravidar. um método científico fácil de aplicar para os determinar. 7. É perigoso manter relações sexuais com 7. Falso. O fluxo contém apenas resíduos a mulher em período menstrual, porque o do endométrio. Este será um dos tabus sangue menstrual contém toxinas. mais universais no campo da sexualidade. 8. Durante a gravidez, a mulher não deve 8. Falso. Pode ter relações até aos últimos manter relações. dias, desde que se sinta à vontade e as deseje. 71
  • 9. Para a maioria das mulheres é a 9. Certo. Mas o orgasmo é mais uma estimulação do clitóris que as leva ao resposta integral de todo o organismo do orgasmo. que de um órgão específico. 10. Um homem com doença sexualmente 10. Certo, desde que não use preservativo. transmissível pode transmitir essa doença às mulheres com quem tiver relações sexuais. 11. A masturbação pode causar a 11. Falso. Um tabu muito divulgado e impotência. antigo. 12. O impulso sexual da mulher é menor 12. Falso. Um resultado do domínio do que o do homem. homem sobre a mulher na sociedade. 13. O método anticoncepcional mais 13. Errado. O DIU e a pílula, dentro dos seguro é o preservativo. reversíveis, são mais seguros. 14. Quando uma mulher faz a laqueação de 14. Falso. Apenas impede a ovulação, trompas, perde o interesse sexual. logo, a gravidez. 15. Se um rapaz ejacula perto da vagina de 15. Certo. Daqui o perigo do coito uma rapariga, esta pode engravidar, mesmo interrompido. não havendo penetração. 16. O sexo é muito importante para a 16. Certo. felicidade das pessoas. 17. Os seres humanos devem tomar muito 17. Falso cuidado para que o sexo não os transforme em animais. 18. Com costumes sexuais mais livres 18. Falso. terminarão os problemas da juventude actual. 72
  • 19. Na nossa sociedade, é impossível amar 19. Falso. Embora a sociedade não o mais do que uma pessoa ao mesmo tempo. considere, ou diga que não, é bom. 20. Um homem só deve ter relações com 20. Errado. O amor não é condição sem a uma mulher que ame. qual, embora possa tornar a relação mais agradável. 21. Uma mulher só deve ter relações com 21. Errado. O mesmo que 22. um homem que ame. 22. As raparigas só devem ter relações com 22. Falso. A liberdade é igual para os dois o namorado se pensarem que vão casar sexos. com ele mais tarde. 23. Os pais devem permitir que os filhos os 23. Certo. Não mostrar ostensivamente, vejam nus. não esconder ostensivamente. Naturalmente. 24. É impossível acabar com a 24. Certo. Milhares de anos provam-no. prostituição. 25. Deveriam ser proibidos filmes e 25. Errado. Deve haver liberdade de revistas pornográficas. opinião e expressão, como liberdade de comprar ou não comprar, ver ou não ver. 26. Se o amor acabar, o casal deve separar- 26. Errado. Depois do amor, pode haver se. carinho, respeito, e outros interesses importantes como a felicidade dos fiulhos. 27. Os pais devem dar igual liberdade aos 28. Certo. Embora difícil. filhos e às filhas. 28. Os homens devem ser tão fiéis às 28. Certo. Princípio da igualdade. mulheres, como estas a eles. 73
  • 29. É correcto que a mulher fique com a 29. Errado. Embora a nossa sociedade ache maioria das tarefas domésticas. isto como natural. 30. A mulher deve escolher uma carreira 30. Errado. Nem a mulher, nem o homem, que não atrapalhe a educação dos filhos. muito embora devam colocar a educação dos filhos primeiro, ou em plano igual, ao das carreiras. 31. Os homens devem demonstrar as suas 31. Certo. É falso e até prejudicial, no emoções sem medo de serem apelidados de ponto de vista psíquico, que «um homem «maricas». nunca chora». 32. O temperamento da mulher torna-a 32. Certo, tal como o temperamento do mais adaptada a certas profissões. homem para outras. 33. A masturbação é uma actividade sexual 33. Certo. Normal e natural. Se gostas, normal para homens e mulheres. bem; se não gostas, bem. 34. A única forma de se masturbar é 35. Errado. Podem-se também utilizar acariciar os órgãos genitais com as mãos. objectos, como o vibrador. 35. No geral, a pessoa pratica a 35. Certo, no geral; mas pode haver a dois masturbação sozinha. ou mais. 36. Com a masturbação, a mulher nunca 36. Errado. Isto pretende apenas valorizar a chega ao orgasmo. relação da mulher com o homem. 37. Muitas pessoas que se masturbam 37. Certo. Um fruto da tradição e educação sentem-se culpadas. judaico-cristã e da influência da Medicina desde o século XVIII. 38. A tradição judaico-cristã condena a 38. Certo. A relação sexual apenas deve ter masturbação. em conta a reprodução. 74
  • 39. A masturbação é útil para o alívio de 39. Certo. tensões de pessoas que não têm parceiro. 40. A masturbação pode causar a 40. Errado. impotência. 41. O perigo da masturbação é a pessoa 41. Errado. viciar-se e vir a praticá-la excessivamente 42. O DIU – Dispositivo intra uterino só 42. Certo. deve ser utilizado com rigoroso controle médico. 43. O uso da pílula é tão simples que 43. Errado. Deve-se consultar o médico, dispensa cuidados médicos. quer para recomendação, a marca e modelo, quer para acompanhamento. 44. A homossexualidade é mais comum 44. Certo, Segundo o relatório do norte nos homens que nas mulheres. americano Kinsey. No entanto, é bem possível que o lesbianismo se manifeste menos por a mulher ser mais reprimida sexualmente. 45. São raros os jovens que passam por 45. Errado. É até vulgar que os jovens algum tipo de relacionamento passem por algum tipo de relacionamento homossexual. homossexual, sobretudo na puberdade. 46. A Homossexualidade é conhecida 46. Certo. Durante séculos, até, na desde a Antiguidade. Antiguidade Oriental e Clássica aconteceu a chamada« pedagogia homossexual». 47. Todos os homens de aparência 47. Errado. afeminada são homossexuais. 48. A homossexualidade é uma doença. 48. Errado. É o resultado de preconceitos culturais e científicos. 75
  • 49. Todas as mulheres de aparência 49. Errado. masculinizada são homossexuais. 50. A homossexualidade é imoral. 50. Errado. Embora a maioria da sociedade a considere imoral, e até uma doença ou tara. 51. O corpo de todas as raparigas começa a 51. Errado. Pode começar ou não, cada mudar aos 11 anos. caso é um caso. Começa a mudar entre os 10 e os 18. 52. Puberdade significa «ficar peludo». 52. Errado. Pelos é uma das mudanças, apenas. 53. As raparigas entram na puberdade 54. Certo. Normalmente, e no geral, é isso antes dos rapazes. que acontece. 54. A menstruação acontece para que, mais 54. Errado. A menstruação diz o corpo da tarde, as raparigas possam ter bébés. mulher pode ter filhos, mas não é uma finalidade redutora. 55. As mudanças acontecem por causa de 56. Certo. uma glândula que está na nossa cabeça. A hipófise. 56. Às vezes, o esperma sai do corpo 57. Certo. São os chamados «sonhos durante a noite. molhados». 57. Durante a puberdade é necessário lavar 57. Certo. A mudança de odor e as outras o corpo mais vezes. mudanças corporais necessitam de mais lavagens. 58. O DIU pode ser utilizado por todas as 58. Não é recomendado a mulheres mulheres. nulíparas, nem adolescentes, nem a mulheres que mudem frequentemente de parceiro. 76
  • 59. Qual o verdadeiro Nome de «A Pílula 59. «Pílula de Emergência». do Dia Seguinte». 77
  • SÉRIE B: TAREFAS. 1. Preenche os espaços em branco 1. Palavras: ovários, óvulo, útero,, 28, utilizando as palavras certas, no local fecundado, trompas de falópio, certo: espermatozóides, pénis, testículos, ovário. O bébé começa por ser um óvulo minúsculo. Os óvulos são armazenados no corpo da mulher. O lugar onde se encontram chama-se ____________. Há dois ______________. Em cada _________ dias, os ovários libertam um ___________ que desce pelas __________ até ao lugar em que pode crescer e transformar-se num bébé. Este lugar chama-se ____________. O óvulo não pode transformar-se num bébé se não for _________ pelo ________, que sai do _________ do homem. Os espermatozóides são produzidos nos _____________ homem, que estão por detrás do pénis do homem. 2. Faz uma declaração de amor a um ou uma colega de outra equipa. Um minuto para escolher e preparar, dois minutos para fazer. 3. Faz uma declaração de amizade a um ou uma colega de outra equipa. Um minuto para escolher e preparar, dois minutos para fazer. 78
  • 4. Para mim, a vida é uma pera/ maçã/ melancia ... Face a todos o aluno/ aluno, com um objecto na mão fazendo de microfone, deve, durante dois minutos, discursar sobre o tema: «a vida, para mim, é uma ....(fruta), iniciando e terminando com esta frase. 5. O aluno ou aluna deve, como na desfolhada, dar um beijo a todos os concorrentes. 6. O DIU pode ser usado por qualquer Errado. O DIU não deve ser utilizado por mulher? mulheres que não tenham tido pelo menos um filho, para além de outras contra- indicações. 7. A IVG – interrupção voluntária da gravidez é permitida em Portugal até ao máximo de quantas semanas e em que circunstâncias. 8. Diz cinco nomes diferentes pelos quais é 8. Caralho, pau, picha, instrumento, conhecido o «pénis». vargalho, Bacamarte, Broca, Ferramenta. 9. Diz cinco nomes diferentes pelos quais é Cona, Badalhoca, Bife, Bimba, Buraca, conhecida a «vagina». Bichana, Rata, Salão de Festas. 79
  • ANEXO 28: «CONSEQUÊNCIAS» Todos os alunos com uma folha igual irão escrever frase a frase e, depois de cada uma, passam ao colega da direita, tapando o que escreveram dobrando a folha. Eis o que escrevem: 1. Nome próprio masculino. 2. Dois adjectivos masculinos. 3. Nome próprio feminino. 4. Dois adjectivos femininos. 5. Conheceram-se em… 6. Ele fez … 7. Ela fez … 8. Ele disse … 9. Ela disse… 10. E a consequência foi … 11. E as pessoas disseram… Depois de todos escreverem, cada um vai ler tudo o escrito numa folha com sequência. Animador e alunos discutirão sobre o que ficou escrito. 80
  • ANEXO 29: Quando te enamoras, o que é que sentes? V O Y R M D A D F L O N Ç P A C S O T N E M A R B M U L S E D Q I I U M V X Z S D F G H J K U I S D F V H J K L E V E Z A W W N Q W E R I E R T Y U I O P P A S S D F G H D J K L Ç Z A Z X C E Z X C V B N A N M P O L L J K G U O U Y T R E W Q E A E A D D U A A O A X I A P W E R G Q W E R J H G F D S A A L K J R Q W E A A M O R C V B N M K I I A Q W N P O I U Y T R E W Q A A F Q E Ç Q P O I U T R E A W Q M H Y Q A C G F E L I C I D A D E D F R S (Actividade/ Ideia de uma professora formanda). 81
  • ANEXO 30: Rivers of Tears, Eric Clapton. It’s three miles to the river It’s three miles to the river That would ….. me ….., That would carry me away, And two miles the dusty street And two miles the dusty street That I say you on today. That I say you on today. It’s four miles to my …… room It’s four miles to my lonely room Where I Will ….. my face, Where I Will hide my face, And about half a mile to the ……. And about half a mile to the downtown bar bar That I run from in disgrace. That I run from in ….. . Lord, how long have I got to keep on Lord, how long have I got to keep on running, running, Seven hours, seven days or seven years? Seven hours, seven days or seven years? All I know is, since you’ ve be gone All I know is, since you’ve be gone I feel like I’m drowning in a river, I feel like I’m ……. in a river, Drowning in a river of tears. Drowning in a river of …… . Drowning in a river. Drowning in a river. Feel like I’m drowning, ….. …… I’m drowning, Drowning in a river. Drowning in a river. In tree more days, I’ll leave this town In tree more days, I’ll …… this town And disappear without a trace. And ……. without a trace. A year from now, may be settle down A year from now, may be ……. ……. Where no one knows my face. Where no one knows my face. I wish that I could hold you I wish that I could ….. you One more time to ease the pain, One more time to … the …… , But my time’s run out and I go to go, But my time’s run out and I go to go, Got to run away again. Got to …. …… again. Still I catch myself thinking, Still I catch myself thinking, One day I’ll find my way back here. One day I’ll find my …… …… here. You’ll save me from drowning, You’ll save me from …….., Drowning in a river, Drowning in a river, Drowning in a river of tears. Drowning in a river of tears. Drowning in a river. Drowning in a river. Feel like I’m drowning, Feel like I’m drowning, Drowning in a river. Drowning in a river. Lord, how long must this go on? Lord, how long must this …. …..? Drowning in a river. Drowning in a river. Drowning in a river of tears. Drowning in a river of tears. (Actividade/ ideia de uma professora formanda). 82
  • BIBLIOGRAFIA: ( Perguntas - que não todas as respostas - de 1 a 50 ). BARROSO, Carmen e BRUSCHINI, Cristina, Sexo e Juventude. Como Discutir a Sexualidade em Casa e na Escola, São Paulo, Cortez Editora, 1991, 4ª Edição. ( Perguntas - que não todas as respostas – de 51 a 5 ). (Idem, tarefa 1 ) SANDERS, Peter e SWINDEN, Liz, Para Me Conhecer. Para Te Conhecer..., Lisboa, APF, 1995 83