Aula 6 de 20   Santarém – Tapajós – Brasil       10 de Setembro de 2012Fernando Monteiro D’Andrea               dodandre2@...
Aula Anterior        Tema: Fazer Certo da Primeira vez + PDCA        Data: 03 de Setembro de 2012        Principais pon...
Estudaremos    Introdução ao estudo da Qualidade;    Foco no Cliente - a busca de Resultados;    Organização de process...
Aula de hoje                               Housekeeping                                    ou                             ...
Housekeeping... (1)  Dos termos em inglês:     House: “casa”;     Keep: “guardar, segurar, controlar, etc.”     [...]i...
Housekeeping... (2)  Busca a melhoria de maneira simples pelo:        Aperfeiçoamento constante;        Prática de bons...
Sobre o Trabalho de 13/08/2012 (1)  Tema: Gurus da Qualidade e suas contribuições para a     Organização e a Qualidade Mo...
Sobre o Trabalho de 13/08/2012 (2)  Grupo 1: Aiuslene, Angélica, Charles, Nadinara –   Feignbaun;  Grupo 2: Walace, Mich...
5S’s (1)  A pré-existente cultura do Housekeeping foi adaptada e     usada nas empresas:        Seiri - Senso de utiliza...
5S’s (2)  É um processo que consiste e 5 grandes passos que auxiliam na   organização do trabalho;  Busca a melhoria no ...
5S’s (3)  A Qualidade Total tem fundamentos na melhoria     contínua (Kaizen: Kai, mudança + Zen, para melhor);    QT é ...
5S’s (4)  No início da década de 90 o 5S foi formalmente introduzido no Brasil;        Em virtude das traduções diversas...
Os Sensos: premissas  Os sensos são etapas do 5S;  Estas etapas não são independentes, ao contrário, são     complementa...
Seiri: Organização (1)  Senso de utilização, organização e liberação da área de coisas   desnecessárias  Identificar ite...
Seiri: Organização (2)  Benefícios:        Liberação de espaço;        Eliminar ferramentas, armários, prateleiras, mat...
Seiri: Organização (3)                                           Usados                                                   ...
Seiton: Ordenação (1)  Senso de ordenação, arrumação, tudo em seu devido lugar;  É o momento de arrumar o que sobrou dep...
Seiton: Ordenação (2)  Benefícios:        rapidez e facilidade para encontrar documentos, materiais, ferramentas e      ...
Seisou: Limpeza (1)  Senso de limpeza, ambiente agradável;  Tirar o lixo, a poluição (inclusive visual e sonora, não ape...
Seisou: Limpeza (2)  Principais vantagens:        Melhoria do local de trabalho;        Satisfação dos empregados por t...
Seiketsu: Asseio ou Saúde (1)  Senso de asseio, padronização, saúde;  Refere-se ao estado atingido com a prática dos 3S ...
Seiketsu: Asseio ou Saúde (2)  Melhorias no:     Equilíbrio físico e mental dos trabalhadores;     Ambiente de trabalho...
Shitsuke: Disciplina (1) observar e respeitar Senso de disciplina e autodisciplina,   compromissos;  Implica em Autogest...
Shitsuke: Disciplina (2)  Vantagens:        Melhoria da qualidade do trabalho diário;        Melhoria nas relações huma...
Shitsuke: Disciplina (3)  É importante incentivar os trabalhadores através de elogio   e reconhecimento do trabalho que e...
5S’s Implementação (1)  Embora composto de técnicas relativamente simples e implantação   do 5S deve seguir alguns passos...
5S’s Implementação (2)  Anúncio oficial: a direção deve anunciar para a organização a decisão de implantar o 5S   (carta ...
5S’s Implementação (3)  Treinamento da média gerência e facilitadores: visa maior     comprometimento da média gerência c...
5S’s Implementação (4)  Principais Dificuldades:     Resistência das pessoas à técnicas ou ações novas;     Dificuldade...
5S’s: Enfim  É uma ferramenta de baixo custo e apresenta resultados     visíveis a curto prazo;    Pode ser aplicado em ...
Próxima Aula: 7 de 20  Dia 17 de Setembro de 2012,            SegundaCap. 6 Sistema de Qualidade nas       Empresas (parte...
Bibliografia Livros e Aulas    CARPINETTI, MIGUEL, GEROLAMO. Gestão da     Qualidade - ISSO 9001:2008. São Paulo: Atlas,...
Bibliografia Websites   http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAfRoAI/5s-    suas-implicacoes-na-gestao-qualidade-total   ...
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2012 09-10 - aula 06 - housekeeping - 5 s

  1. 1. Aula 6 de 20 Santarém – Tapajós – Brasil 10 de Setembro de 2012Fernando Monteiro D’Andrea dodandre2@gmail.com
  2. 2. Aula Anterior  Tema: Fazer Certo da Primeira vez + PDCA  Data: 03 de Setembro de 2012  Principais pontos:  Qualidade e Produtividade: Sinônimos!  Custo da Qualidade (CoQ) ou Preço do não Cumprimento:  Falhas e Retrabalhos + Avaliação + Prevenção;  PDCA ou Ciclo de Deming – Plan - Do – Check – Act;  Diagrama de Ishikawa;  Diagrama de Pareto;  Fazer certo da Primeira vez?! É possível?! Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 2
  3. 3. Estudaremos  Introdução ao estudo da Qualidade;  Foco no Cliente - a busca de Resultados;  Organização de processos: uso racional de recursos;  Gerenciamento da Qualidade: fazer certo da primeira vez;  Housekeeping – 5s;  Sistema da Qualidade nas empresas;  Resolução estruturada de problemas;  Dominando o processo;  As normas da Qualidade;  A Qualidade de Vida no Trabalho – contexto histórico;  Conceitos e modelos de QVT;  A Excelência na gestão das empresas; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 3
  4. 4. Aula de hoje Housekeeping ou 5S’s Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 4
  5. 5. Housekeeping... (1)  Dos termos em inglês:  House: “casa”;  Keep: “guardar, segurar, controlar, etc.”  [...]ing: “sufixo que geralmente indica o gerúndio de qualquer verbo”;  Assim “Housekeeping” é o termo que denomina o “programa” usado pelas famílias para colocar a casa em ordem;  O Housekeeping é tradicional nas casas dos japoneses;  Um programa de treinamento e princípios educacionais passado de geração em geração (da infância à velhice); Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 5
  6. 6. Housekeeping... (2)  Busca a melhoria de maneira simples pelo:  Aperfeiçoamento constante;  Prática de bons hábitos, procedimentos, comportamentos e etc.;  Participação de todos os moradores da casa (membros da família)  Após a II Guerra (idos de 1950) Ishikawa observou que essa tradição milenar poderia ser útil nas empresas e mesmo na economia do país como um todo;  A aplicação do Housekeeping nas empresas foi tão eficaz que ainda hoje é considerado o principal instrumento de Gestão da Qualidade daquele país; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 6
  7. 7. Sobre o Trabalho de 13/08/2012 (1)  Tema: Gurus da Qualidade e suas contribuições para a Organização e a Qualidade Moderna;  Deming, Juran, Crosby, Ishikawa, Feigenbaum, Taguchi;  Em 6 Grupos;  Entregue impresso ou em pdf;  Data máxima para entrega: 10 de Setembro de 2012;  A equipe que não entregar perde 0,5 pts a cada dia de atraso;  Valor: 3 Pontos na Primeira Avaliação;  Os outros 7 serão da prova; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 7
  8. 8. Sobre o Trabalho de 13/08/2012 (2)  Grupo 1: Aiuslene, Angélica, Charles, Nadinara – Feignbaun;  Grupo 2: Walace, Michael, Domingos, Gustavo – Taguchi;  Grupo 3: Jaira, Maiara, Misa, Zaine – Ishikawa;  Grupo 4: Diana, Jéssica, Karina, Laiane - Deming;  Grupo 5: Cláudio, Lucas, Raylan, Gleidson - Juran;  Grupo 6: Suzane, Cláudio, Gleidson, Evaldo – Crosby; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 8
  9. 9. 5S’s (1)  A pré-existente cultura do Housekeeping foi adaptada e usada nas empresas:  Seiri - Senso de utilização, organização e liberação da área de coisas desnecessárias;  Seiton - Senso de ordenação, arrumação, tudo em seu devido lugar;  Seisou - Senso de limpeza, ambiente agradável;  Seiketsu - Senso de asseio, padronização, saúde;  Shitsuke - Senso de disciplina e autodisciplina, observar e respeitar compromissos;  Os S’s vem da língua japonesa, em português usa-se o termo “Senso” pois este reflete a idéia de mudança comportamental, indicando que é preciso “sentir” a necessidade de fazer alguma coisa; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 9
  10. 10. 5S’s (2)  É um processo que consiste e 5 grandes passos que auxiliam na organização do trabalho;  Busca a melhoria no dia-a-dia da empresa através de:  Cuidados com limpeza;  Uso e conservação adequados dos materiais;  Melhoria do ambiente de trabalho em geral;  Prevenção (busca da eliminação) de acidentes;  Incentivo à criatividade;  Redução de custos;  Eliminação de desperdício, quebras;  Desenvolvimento do trabalho em equipe;  Melhoria das relações humanas;  Melhoria da qualidade de produtos e serviços.  Aplicação de atitudes simples mas indispensáveis para descomplicar as tarefas; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 10
  11. 11. 5S’s (3)  A Qualidade Total tem fundamentos na melhoria contínua (Kaizen: Kai, mudança + Zen, para melhor);  QT é um processo, uma busca constante e não um fato que possa ser considerado concluído;  O 5S auxilia na busca da ordem necessária anterior ao início da busca pela Qualidade total;  Portanto é a primeira coisa a ser feita quando se pretende implementar um projeto de QT;  O 5S deve ser Estratégico com o passar do tempo torna- se rotineiro e contribuirá para a conquista da QT;  Sendo algo Estratégico terá impactos na organização como um todo; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 11
  12. 12. 5S’s (4)  No início da década de 90 o 5S foi formalmente introduzido no Brasil;  Em virtude das traduções diversas (e geralmente não claras dos S’s japoneses) trazia resultados pouco satisfatórios;  A Fundação Christiano Ottoni (FCO) fez a tradução mais utilizada e que tem vantagens pois é adequada a qualquer situação por evitar jargões empresariais;  O método pode ser praticado por qualquer pessoa, em qualquer circunstância;  É uma coisa natural, portanto, para que aprendê-lo e praticá-lo?  A quantidade de tecnologia, conhecimento, cultura, valores, é tão grande que não é possível utilizá-los sem aprendizado e treinamento;  Coisas só se tornam recursos se sabemos como usá-las, conserva- los, ordená-los, descartá-los e recicla-los da melhor forma;  O 5S ajuda-nos a fazer isso; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 12
  13. 13. Os Sensos: premissas  Os sensos são etapas do 5S;  Estas etapas não são independentes, ao contrário, são complementares;  Colocar em prática menos que os cinco Sensos irá ajudar, mas os impactos não serão os mesmos e será difícil manter;  A participação efetiva de todos os diretamente envolvidos é crucial, não haverá resultado sem ela;  Os níveis hierárquicos mais altos tem que dar poder aos operadores para que eles sejam os diretos responsáveis pelos sensos;  Antes de dar poder (enpower) os altos níveis devem treinar o pessoal para que haja resultado; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 13
  14. 14. Seiri: Organização (1)  Senso de utilização, organização e liberação da área de coisas desnecessárias  Identificar itens (objetos e informações) necessários e desnecessários existentes para o trabalho;  Manter apenas o que é realmente necessário, eliminar o resto;  Tem como conceito chave a utilidade, porém, devemos tomar cuidado com o que será descartado para que documentos (informações) ou objetos importantes não sejam perdidos; IDENTIFICAÇÃO PROVIDÊNCIAS Usado toda hora Colocar no próprio local de trabalho Usado todo dia Colocar próximo ao local de trabalho Usado toda semana/mês Colocar no almoxarifado, etc Se não é necessário Descartar, disponibilizar para onde è necessário Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 14
  15. 15. Seiri: Organização (2)  Benefícios:  Liberação de espaço;  Eliminar ferramentas, armários, prateleiras, materiais em excesso, etc.;  Bloquear as causas que levam a estoque ou a desarrumação;  Eliminar dados, controles e relatórios ultrapassados;  Eliminar itens fora de uso ou sucateados (guardar coisas desnecessárias tem custo);  Reduzir ou eliminar tempo de procura;  Diminuir risco de acidentes;  Questionar sempre: 5W-2H (What, Where, Who, When, Why , How e How much);  Princípio “um é melhor”: uma caneta, uma cópia, uma peça, etc.;  Devem ser instaladas áreas de descarte, devem ser sinalizadas para evitar que se tornem "áreas de bagunça“;  O material descartado deve ser etiquetado e controlado (materiais para recuperação, alienação, almoxarifado, materiais para outros órgãos, reciclagem ou para lixo ou sucata);  A responsabilidade de quem descarta só termina no momento do destino final; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 15
  16. 16. Seiri: Organização (3) Usados Colocar mais próximo Constantemente possível do locar de trabalho Colocar um pouco Objetos e dados Usados afastado do local de Necessários Ocasionalmente trabalho Colocar separado Usados Raramente, num local mas necessários determinado Classificação Vender ou dispor Sem uso Potencial imediatamente Objetos e dados não Potenciamente Transferir para onde Necessários úteis ou valiosos forem úteis Que requerem Determinar outro outro local especial local Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 16
  17. 17. Seiton: Ordenação (1)  Senso de ordenação, arrumação, tudo em seu devido lugar;  É o momento de arrumar o que sobrou depois do Seiri;  Não pensar somente nas coisas nos lugares certos, mas também nas atividades sendo realizadas na ordem correta;  Seu conceito chave é a simplificação;  Determinar local para se achar com facilidade documentos, materiais ou equipamentos necessários  Padronizar nomenclatura sem improvisar nomes para cada objeto;  Determinar como um objeto ou documento deve ser estocado ou guardado;  • Utilizar a comunicação visual para facilitar, guardar ou estocar algum item;  Os materiais devem ser colocados em locais de fácil acesso e de maneira que seja simples verificar quando estão fora de lugar.  Entra primeiro, sai primeiro (giro de estoques); Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 17
  18. 18. Seiton: Ordenação (2)  Benefícios:  rapidez e facilidade para encontrar documentos, materiais, ferramentas e outros objetos;  Economia de tempo;  Diminuição de acidentes.  Controle sobre o que cada um um utiliza;  Facilitação na comunicação;  Pontos de atenção:  Usar rótulos e cores vivas para identificar os objetos;  Guardar objetos diferente em locais diferentes;  Expor visualmente todos os pontos críticos: locais perigosos, partes de máquinas que exigem atenção especial, etc.;  Observar o layout de trabalho (máquinas, armários, arquivos), corredores obstruídos, coisas fora do lugar, comunicação visual, etc.; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 18
  19. 19. Seisou: Limpeza (1)  Senso de limpeza, ambiente agradável;  Tirar o lixo, a poluição (inclusive visual e sonora, não apenas o lixo), evitar sujar, evitar poluir;  Esta etapa visa limpar a área de trabalho e investigar processos que geram sujeira para modificá-las;  Qualquer agente que prejudica o ambiente pode ser considerado sujeira: além do lixo comum, iluminação deficiente, mal cheiro, ruídos, pouca ventilação, poeira,etc.;  A limpeza de cada ambiente é responsabilidade do usuário;  Seiso inclui: não desperdiçar materiais, não forçar equipamentos, deixar locais em ordem após o uso (inclusive banheiros) e etc; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 19
  20. 20. Seisou: Limpeza (2)  Principais vantagens:  Melhoria do local de trabalho;  Satisfação dos empregados por trabalharem em ambiente limpo;  Maior segurança e controle sobre equipamentos, máquinas e ferramentas;  Eliminação de desperdício;  Mais importante que limpar é evitar sujar;  Como fazer:  Estabelecer horário para que todos façam suas limpezas durante 3 a 5 minutos diários;  Educar-se para não sujar;  Todos devem ser capazes de conhecer por completo seu trabalho;  Elaborar listas de verificação dos pontos que mereçam atenção especial durante a limpeza; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 20
  21. 21. Seiketsu: Asseio ou Saúde (1)  Senso de asseio, padronização, saúde;  Refere-se ao estado atingido com a prática dos 3S anteriores (Seiri, Seiton, Seisou), acrescido de providências rotineiras e habituais em termos de higiene, segurança no trabalho e saúde pessoal;  Busca manter a organização, arrumação e limpeza obtidas nas etapas anteriores;  É o momento de padronizar e melhorar continuamente as atividades (Kaizen);  Exige perseverança pois a mudança de comportamento deve ser padronizada para que não se retorne ao estágio anterior;  Junto com o ambiente de trabalho o asseio pessoal acaba melhorando, pois os funcionários, não querendo destoar do ambiente limpo e agradável, acabam por incorporar hábitos mais sadios quanto à aparência e higiene pesssoais;  Elaboração de normas para detalhar as atividades do 5S que serão executadas no dia-a-dia e as responsabilidades de cada um;  Padronizar comportamento, valores e práticas favoráveis à saúde física, mental e ambiental. Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 21
  22. 22. Seiketsu: Asseio ou Saúde (2)  Melhorias no:  Equilíbrio físico e mental dos trabalhadores;  Ambiente de trabalho e produtividade;  Áreas comuns (banheiros, refeitórios, etc.); Condições de segurança.  A higiene física e mental trará benefícios para todos na organização;  Como se chegar nesse estágio:  Ter os 3S anteriores implantados;  Eliminar fontes de perigo (iluminação, ruído, temperatura, comida, materiais tóxicos, voláteis ou explisivos, pontas etc);  Promover o embelezamento do local de trabalho;  Manter excelentes condições de higiene nas áreas comuns;  Realizar exames preventivos e periódicos (quanto o empregado se preocupa com a própria saúde, conscientização);  Manter a higiene pessoal;  Incentivar a realização de atividades físicas e de lazer (promover atividades práticas e educacionais com relação à saúde); Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 22
  23. 23. Shitsuke: Disciplina (1) observar e respeitar Senso de disciplina e autodisciplina, compromissos;  Implica em Autogestão: cada pessoa deve cuidar de si e do seu espaço;  O compromisso pessoal com o cumprimento dos padrões éticos, morais e técnicos, definidos pelo 5S;  Deve-se adaptar às novas realidades de modo que as relações com o ambiente e pessoais se renovem e sustentem ao longo do tempo de forma saudável;  Sendo a última etapa ao ser executado significa que todas as etapas do 5S estão se consolidando;  Neste momento o pessoal passa a fazer o que tem que ser feito e da maneira como deve ser feito, mesmo que ninguém supervisione, implanta-e a disciplina;  Para chegar à este estágio os envolvidos devem discutir e participar da elaboração de normas e procedimentos que forem adotados durante todo o programa; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 23
  24. 24. Shitsuke: Disciplina (2)  Vantagens:  Melhoria da qualidade do trabalho diário;  Melhoria nas relações humanas pois todos sabem o que fazer e de quem são as responsabilidades;  Valorização do ser humano que passa a ser responsável pelos processos mesmo sem supervisão;  Incentivo à criatividade;  Constante auto-análise e busca de aperfeiçoamento dos empregados;  Cumprimento dos procedimentos operacionais e administrativos;  Melhor qualidade de output, maior produtividade e segurança no trabalho;  Confirmação/reavaliação dos valores da empresa; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 24
  25. 25. Shitsuke: Disciplina (3)  É importante incentivar os trabalhadores através de elogio e reconhecimento do trabalho que está sendo feito;  Os procedimentos e suas descrições devem ter linguagem adequada ao público (quanto mais simples, melhor);  Para que a implantação da disciplina dê resultados deve-se:  Compartilhar visão e valores da empresa;  Educar à todos para a criatividade;  Ter padrões simples e praticá-los sempre;  Melhorar as comunicações de forma geral;  Ter paciência e persistência (nada acontecerá num passe de mágica);  Melhorar continuamente o pessoal;  Buscar previsibilidade de resultados, não deixar ao acaso; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 25
  26. 26. 5S’s Implementação (1)  Embora composto de técnicas relativamente simples e implantação do 5S deve seguir alguns passos  Sensibilização: deve-se sensibilizar primeiramente a alta gerência para que esta se comprometa com a condução dos trabalhos;  Além disso deve ser feita com os colaboradores de nível mais baixo mais à frente quando será realizada pelo comitê que apresentará conceitos, cronograma e dia D, indicando a força-tarefa e seus respectivos representantes;  Definição do Gestor/comitê Central: que será responsável direto por promover o 5S na empresa, deve conhecer à fundo o programa e terá como funções:  Criar a estrutura para implementar o 5S;  Elaborar o plano diretor;  Treinar líderes;  Promover o 5S em toda a organização; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 26
  27. 27. 5S’s Implementação (2)  Anúncio oficial: a direção deve anunciar para a organização a decisão de implantar o 5S (carta aberta ou cerimônia) e deverá enfatizar a importância da adoção dos conceitos do 5S na empresa por todos;  Definição do Dia D: lançamento do programa, dia da Grande Limpeza, um dia festivo com confraternizações, palestras e etc., e quando devem estar disponíveis:  Áreas para descarte de materiais provenientes do Seiri;  Equipamentos de limpeza, proteção individual, transporte e descarte;  Treinamento do gestor ou do comitê central: através de literatura, visitas a outras instituições que usem o programa 5S, cursos ad-hoc ou não, dentre outros;  Elaboração do plano-diretor: para definir objetivos, estratégias para atingí-los e meios de verificação  Deve-se aqui mapear as áreas nas quais haverá a implantação do 5S;  Documentação pré-implementação (fotos e vídeos, inclusive);  Contabilização do descarte e desenvolvimento de ações para a manutenção do programa;  Reuniões entre comitê e representantes para discutir e relatar ações planejadas e realizadas;  Levantamento das necessidades;  Seleção de ações viáveis e feed-back para as não viáveis;  Definição das áreas de descarte local e global;  Divulgação dos resultados e reconhecimento (avaliação); Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 27
  28. 28. 5S’s Implementação (3)  Treinamento da média gerência e facilitadores: visa maior comprometimento da média gerência com o programa assim como treinar pessoas que possam difundir os conceitos para os demais:  Cria-se um comitê formado por disseminadores das idéias, consultores e multiplicadores- responsáveis pelo treinamento dos demais;  Formação de comitês locais quando necessário;  Treinamento dos comitês locais;  Algumas observações:  Antes de Lançar o programa devem ser elaborados formulários para avaliação de cada etapa. Através desses poder-se-á controlar se as etapas estão sendo cumpridas e onde há falhas;  O dia seguinte ao lançamento é um dia propício para a primeira avaliação que visará, como as subsequentes, a melhora contínua do ambiente (Kaizen); Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 28
  29. 29. 5S’s Implementação (4)  Principais Dificuldades:  Resistência das pessoas à técnicas ou ações novas;  Dificuldade de mudar a cultura organizacional;  Tempo limitado do pessoal para envolvimento no programa;  “Enxergar” os participantes do programa como um mutirão de organização e limpeza;  Manter a idéia viva na organização depois do Dia D;  Todas estas dificuldades devem ser enfrentadas pela alta gerência que deve tomar as rédeas do programa e ser, ela mesma, um exemplo; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 29
  30. 30. 5S’s: Enfim  É uma ferramenta de baixo custo e apresenta resultados visíveis a curto prazo;  Pode ser aplicado em qualquer setor: indústria, serviços, etc.;  É uma filosofia e como tal deve ser adaptada à cultura da organização e até mesmo do país (o Brasil não é o Japão!);  O maior ganho é a mudança de comportamento das pessoas e do ambiente;  Boa maneira de melhorar o seu Gerenciamento da Rotina e de fazer Kaizen;  Ganho social: coleta seletiva e maior Qualidade de Vida;  O 5S é um bom teste para ver se a organização esta pronta ou não para iniciar projetos mais complexos como o TQM;  Por fim, se bem implementado, pode se tornar o pilar da mudança organizacional; Gestão da Qualidade - Fernando MonteiroSegunda-feira, 10/09/2012 D’Andrea 30
  31. 31. Próxima Aula: 7 de 20 Dia 17 de Setembro de 2012, SegundaCap. 6 Sistema de Qualidade nas Empresas (parte 1)
  32. 32. Bibliografia Livros e Aulas  CARPINETTI, MIGUEL, GEROLAMO. Gestão da Qualidade - ISSO 9001:2008. São Paulo: Atlas, 2010.  PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade. 2ª ed., São Paulo: Atlas, 2011.  EQUIPE GRIFO. Iniciando os conceitos da qualidade total. São Paulo: Pioneira, 1998.  BRUM, ALESSANDRO. Notas de Aula. Como, 2007.  D’ANDREA, FERNANDO A. M. C. Notas de Aula, Santarém, 2011.
  33. 33. Bibliografia Websites  http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAfRoAI/5s- suas-implicacoes-na-gestao-qualidade-total  http://www.5s.com.br/e/a_oquee5s/a_oquee5s.htm  http://xa.yimg.com/kq/groups/24002642/1919116237/na me/Aula+5S.pdf  http://www.esalq.usp.br/qualidade/cinco_s/pag1_5s.ht m  http://www.joinville.ifsc.edu.br/~valterv/Gestao%20da %20Qualidade/programa_5s.pdf

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