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Redes Sociais - Aula 1 - Da complexidade a emergencia
 

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    Redes Sociais - Aula 1 - Da complexidade a emergencia Redes Sociais - Aula 1 - Da complexidade a emergencia Presentation Transcript

    • Complexidade e Redes Sociais Aula 1 Do sistêmico ao emergente Dalton Martins WebLab.tk Outubro, 2009
    • “ A educação é a capacidade de perceber as conexões ocultas entre os fenômenos.” Václav Havel
    • Tempo, tempo, tempo
      • Vivemos o esgotamento e a transição do paradigma mecanicista de pensamento:
        • O pensamento linear ( causa e efeito ) passa a não ser suficiente para explicar fenômenos altamente complexos que são influenciados por contextos e relações ambientais;
        • A linguagem do pensamento analítico já não é capaz de explicar fenômenos como a natureza da luz, partículas atômicas, emergência de padrões, caos, etc...
    • Pensamento Mecanicista
      • Sua aplicação está restrita a situações em que há:
        • Razoável grau de estruturação dos problemas;
        • Razoável estabilidade do ambiente;
        • Baixo grau de complexidade dinâmica;
        • Baixo grau de influência das percepções de diferentes atores a partir de distintos interesses.
    • Pensamento Mecanicista A dificuldade básica do pensamento mecanicista advém do uso do método analítico. O pressuposto do método analítico é que para se conhecer basta desmontar.
    • O aumento de nossa capacidade de perceber a interdependência entre as coisas aumentou exponencialmente a complexidade daquilo que conseguimos visualizar.
    • O olhar da complexidade é o olhar da interconectividade: os problemas não podem ser resolvidos como se fôssemos consertar um relógio – trocando a peça quebrada!
    • Para dar conta de entendermos e termos e ampliarmos nossa consciência dessa interconectividade, precisamos de um novo tipo de pensamento: Pensamento Sistêmico !
    • O que vem a ser sistêmico?
      • Há uma mudança significativa de ênfase:
        • Das partes para o todo;
        • Dos objetos para os relacionamentos: mudamos de foco de coleções de objetos para redes de relacionamentos;
        • Das hierarquias para as redes: a mudança da taxonomia, descrever os fenômenos a partir da relação em rede;
        • Da estrutura para o processo;
        • Da metáfora mecânica para a metáfora do organismo vivo;
        • Do conhecimento objetivo para o conhecimento contextual;
        • Da verdade para as descrições aproximadas;
        • Da quantidade para a qualidade;
        • Do controle para cooperação, influenciação e ação não-violenta.
    • A metáfora do conhecimento como edifício vai sendo substituída pela metáfora da rede .
    • Para o pensamento sistêmico, a realidade pode ser concebida em termos de padrões de interações dentro de contextos maiores de padrões de interações.
    • Padrão em rede
      • É um dos padrões de organização mais básicos de todos os sistemas vivos:
        • Redes metabólicas das células;
        • Teias alimentares dos ecossistemas.
    • Rede metabólica do ciclo dos ácidos tricarboxílicos de Arabidopsis thaliana. As enzimas e os metabolitos encontram-se representados com quadrados vermelhos e as suas interacções com traços pretos. Referência: http://www.jornallivre.com.br/207765/o-que-significa-metabolismo.html
    • Rede de comunicação entre as fêmeas adultas de golfinhos. Referência: http://vps.fmvz.usp.br/blogs/grisi/
    •  
    • Neurônio homem, coelho e gato.
    • Teia Alimentar
    • A compreensão da organização das redes biológicas nos ajuda a compreender as redes sociais. No entanto, não dá para transferir para o domínio social a nossa compreensão da estrutura material das redes biológicas.
    • Numa rede social, os nós e os elos da cadeia não são simplesmente bioquímicos . São antes de mais nada redes de comunicação que envolve a linguagem simbólica , os limites culturais e as relações de poder .
    • O próprio pensamento pode ser visto a partir de padrões de interações. O fluxo de significados entre as pessoas é fundamental.
    • Operar Sistêmico
      • Ao distinguir um sistema , o observador se dá conta de que o sistema distinguido existe em dois domínios:
        • No domínio de seu operar como rede de elementos interconectados , que é o domínio de sua realização interna ;
        • No domínio de interações em que ao ser distinguido surge como totalidade.
    • A comunicação passa a ser vista não como uma transmissão de informações , mas antes uma coordenação de comportamentos entre organismos vivos através de uma acoplagem estrutural mútua .
    • Quando dois corpos se encontram, sua influência mútua não é instituída simplesmente pela discussão mas através da troca de argumentos dentro dos limites de uma afeição mútua , ‘a conexão ocorre através da ‘expressão’.
    • As estruturas emergentes são padrões que não são criados por um único evento ou regras. Não existe nada que comande o sistema para que ele forme um padrão, mas ao invés disso as interações de cada parte com o ambiente externo gera um processo complexo que leva à ordem .
    • Relações sociais = Estruturas emergentes
    • Referências
      • Habitar humano , Ximena Dávila e Humberto Maturana;
      • O pensamento como um sistema , David Bohm;
      • Pensamento sistêmico – Caderno de Campo, Aurélio L. Andrade et al.
      • As conexões ocultas , Fritjof Capra