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Perguntas●    Poderíamos caracterizar as estratégias    de    conectividade, os padrões de formação e desenvolvimento    d...
Hipóteses●    A análise de redes sociais fornece condições metodológicas para o    mapeamento de planos de relações sociai...
Elementos de caracterização    de uma rede social
Organização da tese●   Capítulo 2 – Redes sociais: origens, modos de pensar e    analisar,●   Capítulo 3 – As redes sociai...
Capítulo 2 – Análise de redes                      sociais●   Análise estrutural    ●   As questões da pesquisa estrutural...
Capítulo 2 – 6 características               análise estrutural●    as conexões são assimetricamente          recíprocas ,...
Capítulo 2 – 6 características               análise dinâmica●   redes de livre escala: muitos pequenos nós são agrupados ...
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Capítulo 4 – Ciências da Comunicação●   “Podemos dizer que os estudos da Comunicação foram marcados    desde os seus começ...
Capítulo 4 – Características da Ciências da                 Comunicação no Brasil●   acirramento na disputa de recursos;● ...
Capítulo 5 – Arquitetura da informação - OAI-PMH
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Capítulo 6 – Procedimentos               metodológicos●   5 etapas de tratamento dos dados:    ●   Revisão das fontes de i...
Capítulo 6 – Tratamento dos dados              Categorias              Fontes de informação   RegistrosRevistas científica...
Capítulo 6 – Fontes de informação           Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertações                 PUC-SP- SAPIENTIA...
Capítulo 6 – Fontes de informaçãoArtigos desde 1997 a 2011.                                                     Revistas c...
Capítulo 7 – Resultados – Rede de coautoria em revistas                            Distribuição temporal dos documentos   ...
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Capítulo 7 – Resultados – Rede de bancas
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Capítulo 8 - Considerações finais●                                reflexos de políticas    Esses movimentos são percebidos...
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Apresentação da Defesa do Doutorado - Análise de redes sociais de colaboração científica no ambiente de uma federação de bibliotecas digitais

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Apresentação da Defesa do Doutorado - Análise de redes sociais de colaboração científica no ambiente de uma federação de bibliotecas digitais

  1. 1. Universidade de São Paulo Escola de Comunicação e Artes Programa de pós-graduação em Ciência da Informação Análise de redes sociais de colaboração científicano ambiente de uma federação de bibliotecas digitaisApresentação da Tese de Doutorado 29/10/2012Aluno: Dalton Lopes MartinsOrientadora: Profa. Dra. Sueli Mara Soares Pinto Ferreira
  2. 2. Contexto da tese● O conceito rede vem se tornando um importante objeto de pesquisa e intervenção quando pensamos novos produtos, serviços, políticas, meios de comunicação e processos de produção de conhecimento;● Impacta diretamente em áreas da Ciência da Informação , tais como a informetria, webometria, bibliometria e cientometria;● A explosão quantitativa de informações disponíveis para pesquisa, derivada de políticas que estimulam sua digitalização, torna possível aprofundar a investigação em torno da busca por ● padrões, ● regularidades, ● políticas institucionais e públicas ● mapeamento de causas que influenciam na constituição das redes.
  3. 3. Contexto da tese● Em relação a produção científica, os movimentos oriundos da ideia de Acesso Aberto têm procurado criar condições técnicas (protocolos, ambientes federados), sociais e políticas para facilitar o amplo acesso a Bancos de Dados para estudo de suas dinâmicas de produção;● Em resumo, o cenário informacional atual oferece 3 condições que favorecem a investigação das relações sociais mediadas pela produção científica entre pesquisadores: ● Maior acesso a banco de dados; ● Explosão informacional; ● Uso de redes digitais.
  4. 4. Contexto da tese● Quando o interesse é estudar as relações sociais em torno da produção científica, que plano de relações analisar? ● Há muitos planos onde essas relações ocorrem: eventos científicos, encontros informais, bancas de defesas, coautoria em artigos, livros, etc. ● No entanto, os critérios de avaliação das políticas científicas propõem planos “mais estratégicos” de agenciamento dos pesquisadores → instaura um jogo de produtividade e financiamento; ● Conhecer esses planos se torna fundamental para analisar as estratégias de conectividade de pesquisadores na ciência e em seus campos específicos de atuação.
  5. 5. Contexto da tese● Desse modo, para modelarmosuma análise das relações sociais, considerando o aspecto informacional, precisamos: ● Conhecer o contexto social desses dados; ● Entender os tipos de relação que estão em jogo; ● Conhecer os limites e condições de nossa metodologia de análise.● Os dados coletados, bem como a forma de coleta, tornam-se reflexos da pergunta que for feita.
  6. 6. Perguntas● Poderia a comunidade científica ser descrita como uma rede complexa auto-organizada, onde os padrões de conexão entre os nós são definidos a partir dos próprios movimentos de interação e não por fatores externos a rede, e, a partir dessa descrição, investigarmos a estrutura e a dinâmica das interações sociais entre pesquisadores de uma área do conhecimento?● Ou seria essa rede encontrada fortemente influenciada pelas questões da política científica vigente, estando os fenômenos de auto- organização sujeitos apenas a efeitos locais?● Que efeitos têm causado esse aumento expressivo da produção científica no sistema social da ciência?
  7. 7. Perguntas● Poderíamos caracterizar as estratégias de conectividade, os padrões de formação e desenvolvimento das redes sociais de uma área do conhecimento analisando as interações em torno de sua produção científica, mesmo sabendo que ali estamos analisando apenas um de seus planos de comunicação?● Que recursostécnicos e metodológicos precisaríamos para isso?● Como esses elementos estão manifestos numa área específica do conhecimento? Que condições informacionais precisaríamos ter sistematizadas para estudarmos e compararmos padrões de constituição de redes em diferentes áreas do conhecimento?
  8. 8. Hipóteses● A análise de redes sociais fornece condições metodológicas para o mapeamento de planos de relações sociais, facilitando perceber os efeitos das políticas que regulam essas relações e se propõe a operar como estratégias de atuação em suas características estruturais e dinâmicas.● A produção científica de uma área do conhecimento, em nosso caso a área da Ciências da Comunicação, constitui um plano de comunicação singular a partir do qual podemos analisar suas relações sociais mediadas pela necessidade de produção científica, além dos efeitos, impactos e influências que são geradas pelas políticas científicas que regulam o funcionamento da área.● O ambiente federado de bibliotecas digitais constitui um sistema de informação que permite ampla agregação da produção científica em formato aberto disponibilizada por diversas instituições, tais como revistas e bibliotecas digitais de teses e dissertações, se tornando um ambiente favorável para o estudo das redes sociais mediadas pela necessidade de produção científica de uma ou mais áreas do conhecimento.
  9. 9. Elementos de caracterização de uma rede social
  10. 10. Organização da tese● Capítulo 2 – Redes sociais: origens, modos de pensar e analisar,● Capítulo 3 – As redes sociais acadêmicas● Capítulo 4 - As redes sociais e a área das Ciências da Comunicação● Capítulo 5 - Movimento OAI e Sistemas Federados de Informação: fundamentos do portal da produção científica em Ciências da Comunicação Univerciencia.org● Capítulo 6 – Procedimentos metodológicos● Capítulo 7 – Resultados● Capítulo 8 – Considerações finais● Capítulo 9 - Referências
  11. 11. Capítulo 2 – Análise de redes sociais● Análise estrutural ● As questões da pesquisa estruturalista tinham por objetivo investigar qual era a estrutura formada por uma determinada rede e classificar seus atores conforme as diferentes posições que poderiam ocupar dentro dessa estrutura, utilizando para isso diversos modelos matemáticos. ● Essa classificação de posições permitiria identificar diferentes níveis de influência dos atores na estrutura, basicamente determinando atores centrais, intermediários, periféricos, laços fortes e fracos entre eles, além da possibilidade de identificação de sub-grupos constituindo zonas de articulação dentro da rede.● Análise dinâmica ● A dinâmica da rede surge como possibilidade de pesquisa quando observamos o processo que ocorre quando as conexões e atores surgem ou desaparecem da rede, indicando a maneira que a estrutura será alterada ao longo do tempo
  12. 12. Capítulo 2 – 6 características análise estrutural● as conexões são assimetricamente recíprocas , diferindo em conteúdo e intensidade● as conexões ligam membros direta e indiretamente , dado que podem ser analisadas em contextos de redes maiores● a estrutura das conexões sociais cria redes não-aleatórias, formando grupos, fronteiras e conexões cruzadas com outras redes● conexões cruzadas conectam indivíduos mas também subgrupos● conexões assimétricas e redes complexas distribuem os escassos recursos de formas particulares● As redes estruturam ações colaborativas e competitivas na articulação dos recursos escassos
  13. 13. Capítulo 2 – 6 características análise dinâmica● redes de livre escala: muitos pequenos nós são agrupados e articulados por poucos grandes hubs;● redes mundo-pequeno: caminhos de conexão pequenos entre dois nós quaisquer;● evolução: os hubs emergem por crescimento da rede e conexões preferenciais;● competição: nós com alto desempenho na articulação da rede se tornam hubs;● robustez: a rede é resistente a ataques, pois há muitos caminhos que mantém a rede conectada se poucos nós desaparecem;● comunidades: grupos terminam por formar estruturas hierárquicas.
  14. 14. Capítulo 3 - Contexto social de nosso objeto: relações sociais na ciência● Como opera e se organiza a ciência? ● Pautada pela motivação em torno da visibilidade e reconhecimento pelos pares; ● Produz estratégias políticas de investimento para ampliar o lucro científico de suas ações; ● Produz modelos informacionais de construção e circulação da informação → artigos, revistas, teses, etc..● As pessoas que sustentam frequentemente esse tipo de relação produzem o sistema social da ciência: características e estratégias particulares.
  15. 15. Capítulo 3 - Contexto social de nosso objeto: relações sociais na ciência● São essas estratégias de interação que pautam e determinam as políticas de regulação de um grupo ● Na política científica, sistemas como o Qualis pautam os tipos de interação social em torno da produção científica das áreas do conhecimento;● Estudar como se dão as recorrências de interação é uma forma de descrever a estrutura e a dinâmica de um determinado sistema social: ● Observar os efeitos que as políticas de regulação causam, permitindo inclusive comparar políticas.
  16. 16. Capítulo 3 – Recorrências nos critérios de avaliação● variação dos vínculos institucionais dos autores, incluindo vínculos com instituições do exterior;● categorias e porcentagem de titulações dos autores exigidas;● participação em bases de dados de alta relevância;● os critérios de avaliação de periódicos não incluem exigências de relacionamento entre pesquisadores, o que ocorre nos critérios para formação de bancas, quando é exigido a participação de pesquisadores externos ao programa (Mestrado) e a própria universidade (Doutorado).
  17. 17. Capítulo 3 – As redes sociais científicas● “Os textos científicos ou técnicos – usarei os dois termos indiferentemente – não são escritos de modo diverso por diferentes castas de escritores. Entrar em contato com eles não significa deixar a retórica e entrar no reino mais tranquilo da razão pura. Significa que a retórica se aqueceu tanto ou ainda estão tão ativa que é preciso buscar mais reforços para manter a chama dos debates. Explico o que acabo de dizer por meio do exame da anatomia do mais importante e menos estudado dos veículos retóricos: o artigo científico.” (Latour, 1998, pag. 55)
  18. 18. Capítulo 4 – Ciências da Comunicação● O campo da comunicação, de modo geral, se compreende como um campo em construção buscando definir se há ou não uma existência explícita de seus objetos de pesquisa, seus métodos e critérios de produção científica.● É uma área que se articula com outros campos do conhecimento, sendo definida pelos seus teóricos como um verdadeira zona de articulação de conhecimentos, na forma de um campo específico, mediante dispositivos estratégicos dotados de singularidades (Neto, 2002) enfatizando as perspectivas interacionais como substância principal das pesquisas na área (Weber, Bentz e Hohlfeldt, 2002).
  19. 19. Capítulo 4 – Ciências da Comunicação● “Podemos dizer que os estudos da Comunicação foram marcados desde os seus começos, entre os anos (19)20 e os (19)30, pelo paradigma de Lasswell, responsável por uma visão fragmentada e parcelar do processo de comunicação que se mantém até hoje: estudos do emissor, do canal, da mensagem e do receptor. Em cada um desses fragmentos como que houve uma “especialização” em determinados aportes disciplinares. Assim, os estudos do canal na análise tecnológica; os da mensagem na linguística e os do receptor na sociologia ou na psicologia e, mais recentemente, na antropologia” (Vassalo de Lopes, 2006).
  20. 20. Capítulo 4 – Características da Ciências da Comunicação no Brasil● acirramento na disputa de recursos;● visão tecnicista e fragmentada da área;● abrangência temática● forte relação multidisciplinar;● área em construção, sem referenciais terminológicos consensuais entre os pesquisadores;● não há uma fronteira muita clara estabelecida entre as pesquisas desenvolvidas;● maior parte da produção científica é realizada por autores individuais, sem colaboradores explicitamente reconhecido na autoria dos artigos;● um crescimento expressivo nos último 10 anos de programas de pós-graduação, sendo que a maior parte dos programas de pós-graduação estão concentrados nas regiões sudeste e sul;● os estudos encontrados que se propõe a mapear a área possuem uma baixa quantidade de dados amostrais, logo, análises mais expressivas poderiam contradizer os resultados apresentados até então.
  21. 21. Capítulo 5 – Arquitetura da informação - OAI-PMH
  22. 22. Capítulo 6 – Procedimentos metodológicos● Quais foram os objetos de análise? ● A rede de coautoria dos pesquisadores que publicaram algum artigo nas revistas coletadas pela biblioteca Univerciencia.org ● A rede de participação em bancas de defesas de teses e dissertações dos pesquisadores que foram registrados nas bibliotecas digitais coletadas pela Univerciencia.org● Como foi analisado? ● Indicadores: dinâmica e estrutura por 15 indicadores de apoio ● Tempo: modo ano-a-ano e acumulado.● O que foi analisado? ● Eventos que ajudem a explicar os padrões de cada rede; ● Diferenças entre as redes que ajudem a explicar seus modos de e estratégias de organização.
  23. 23. Capítulo 6 – Procedimentos metodológicos● 5 etapas de tratamento dos dados: ● Revisão das fontes de informação ● Extração dos dados do Banco de Dados ● Junção dos arquivos de saída ● Normalização dos nomes ● Produção de arquivos para análise de redes
  24. 24. Capítulo 6 – Tratamento dos dados Categorias Fontes de informação RegistrosRevistas científicas 49 9864Bibliotecas de teses e dissertações 12 1961 Total 61 11825 Registros Categorias Coletados ValidadosRevistas científicas 9864 9638 (97,7%)Bibliotecas de teses e dissertações 1961 1953 (99,6%) Total 11825 11591 (98,0%) Normalização de nomes Categorias Antes (nomes) Depois (nomes)Revistas científicas 10393 9587 (92,2%)Bibliotecas de teses e dissertações 2513 2465 (98,1%)
  25. 25. Capítulo 6 – Fontes de informação Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertações PUC-SP- SAPIENTIA 578 USP - Portal do Saber 330 PUC-Rio - MAXWELL LAMBDA 263 UMESP 227 UnB 119 UFPE 110 UFBA 70 UFSM 68 UTP 61 Unisinos 60 UFMG 48 UFG 27 0 100 200 300 400 500 600 700Teses desde 1986 (PUC) a 2011.
  26. 26. Capítulo 6 – Fontes de informaçãoArtigos desde 1997 a 2011. Revistas científicas Interface - Comunicação, Saúde, Educação 1006 FAMECOS: mí-dia, cultura e tecnologia 750 Communio 671 Comunicação & Educação 609 Sessões do Imaginário 590 Iniciacom - Revista Brasileira de Iniciação Científica em Comunicação Social 523 Ciências & Cognição 388 Galáxia 367 E-Compós 360 Brazilian Journalism Research 317 RECIIS - Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde 303 Anagrama - Revista científica interdisciplinar da graduação 299 Ciberlegenda 273 Estudos em Jornalismo e Mídia 269 Comunicação & Sociedade 247 Comunicação, Mídia e Consumo 244 Conexão - Comunicação e Cultura 221 Revista Internacional de Folkcomunicação 208 Em Questão 195 Intexto 186 Líbero 179 Discursos Fotográficos 163 MATRIZes 132 ComunicAção & InformAção 131 Contemporanea - Revista de Comunicação e Cultura 117 Revista Fronteiras - Estudos Midiáticos 107 Revista Contemporânea 98 Tradução e Comunicação 97 CoMtempo 97 Revista Logos: Comunicação e Universidade 92 Contraponto. Jornal Laboratório do Curso de Jornalismo 78 Contracampo 72 Comunicologia - Revista de Comunicação e Epistemologia 67 Rastros 66 Revista Sonora 40 Verso e Reverso 39 Revista de Estudos da Comunicação 39 Revista Comunicação Midiática 38 Revista ProjetosExperimentais.Com 38 Acervo On-line de Mídia Regional 33 Signos do Consumo 22 E-COM 17 Revista Ser 13 Organicom 13 Rebej - Revista Brasileira de Ensino de Jornalismo 12 PALAVRAR 11 Panorama: Revista Acadêmica dos cursos de Comunicação Social PUC Goiás 9 Tessituras & Criação: Processos de criação em arte, comunicação e ciência 9 E-Verbo 9 0 200 400 600 800 1000 1200
  27. 27. Capítulo 7 – Resultados – Rede de coautoria em revistas Distribuição temporal dos documentos Revistas Científicas - Univerciencia.org2500 23242000 1641 1552 14911500 12501000 697 500 202 12 24 44 50 53 58 51 75 130 Revistas iniciando (primeira publicação neste ano) 0 Repositório Univerciencia.org 1997 1999 2000 2001 2002 2004 2006 2008 2010 1969 1998 2003 2005 2007 2009 2011 20 15 15 9 10 6 6 4 5 2 2 2 1 1 1 0 0 0 0 0 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2009 2010 2011 2000 2008 Eventos importantes a serem considerados: - crescimento dos programas de pós-graduação na área de 2000 a 2009: 260% - editais de financiamento de revistas em formato aberto a partir de 2007.
  28. 28. Capítulo 7 – Resultados – Rede de coautoria em revistas Distribuição de coautoria Média ponderada: 1,43 autores/artigo 100,00% 90,00% Distribuição de coautoria média por revistas 80,00% Repositório Univerciencia.org 70,00% 2,5000 60,00% 50,00% % um autor 2,0000 % + de um autor 40,00% 1,5000 30,00% 20,00% 1,0000 10,00% 0,5000 0,00% 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2004 2006 2007 2009 2010 2003 2005 2008 2011 0,0000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 Revistas acima da média de co-autoria Repositório Univerciencia.org Coautores Documentos % Communio 2,3493 1 7216 74,75% 2 1564 16,20%RECIIS - Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde 1,9643 3 439 4,55% Interface - Comunicação, Saúde, Educação 1,9155 4 189 1,96% 5 112 1,16% Ciências & Cognição 1,9036 6 60 0,62% PALAVRAR 1,6364 7 34 0,35% 8 18 0,19% Anagrama - Revista científica interdisciplinar da graduação 1,6187 9 9 0,09% 10 7 0,07% Revista Comunicação Midiática 1,5789 11 1 0,01%Panorama: Revista Acadêmica dos cursos de Comunicação Social PUC Goiás 1,4444 12 3 0,03% 15 1 0,01% Verso e Reverso 1,4359 17 1 0,01% 0,0000 0,5000 1,0000 1,5000 2,0000 2,5000 Total 9654 100,00%
  29. 29. Capítulo 7 – Resultados – Rede de coautoria em revistas Modo ano-a-ano: nós e links200018001600140012001000 Nós em co-autoria 800 Links 600 400 200 0 A revista Comunicação & Educação disponibiliza 2001 2004 1997 1998 1999 2000 2002 2003 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 seus documentos antigos com data de 2007. 2006 2007
  30. 30. Capítulo 7 – Resultados – Rede de coautoria em revistas Densidade média e grau de centralização: modo ano-a-ano0,60000,50000,4000 Densidade média0,3000 Grau de centralização da rede0,20000,10000,0000 Entrada na rede de um autor que publica 5 artigos 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 com vários outros autores → centraliza a rede. 2003 2004
  31. 31. Capítulo 7 – Resultados – Rede de coautoria em revistas Relação componentes, revistas e programas Componente 2009 2010 2011 2 55,84% 63,91% 57,73%40 3 23,36% 19,21% 22,38% 800 4 8,55% 8,61% 7,46%30 Total 87,75% 91,72% 87,57% 600 Programas de pós20 Revistas Ativas 400 Componentes10 2000 0 O número de componentes cresce em conjunto com as revistas ativas: 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 - hipótese de que novas revistas, ao chegarem na rede, inserem novos grupos de articulação local; - crescimento fragmentado da rede → outros indicadores vão apoiar a ideia da fragmentação: coeficiente de potência, % dos nós no maior componente e coeficiente de clusterização
  32. 32. Capítulo 7 – Resultados – Rede de bancas Distribuição de Teses e dissertações 400 365 350 330 300 266 256 250 225 200 165 150 99 100 70 51 35 50 18 24 2 1 1 2 1 6 5 2 3 5 3 8 10 0 1987 1989 1990 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2003 2004 2005 2006 2007 1986 1991 1992 1993 2001 2002 2008 2009 2010 2011 Nome Ano inicial Ano final Dados de banca Biblioteca Digital de Teses e Dissertação da PUC-SP- SAPIENTIA 1986 2011 NÃO Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UnB 1992 2011 NÃO Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Portal do Saber 1994 2011 NÃO Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFBA 2001 2010 SIM Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFPE 2001 2009 NÃO Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UTP 2002 2009 NÃO Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UMESP 2002 2011 SIM Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Unisinos 2003 2008 NÃO Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSM 2004 2011 NÃO Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC-Rio - MAXWELL LAMBDA 2005 2011 SIM Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFMG 2005 2011 SIM Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFG 2008 2011 NÃOHipóteses de queda:- temos apenas 12 (30%) dos programas de pós que disponibilizaram documentos para coleta;- algumas bibliotecas digitais não disponibilizaram documentos nos últimos anos coletados.
  33. 33. Capítulo 7 – Resultados – Rede de bancas Componentes: modo acumulado % dos nós no componente principal: modo acumulado250 60,00200 50,00 40,00150 30,00100 20,00 50 10,00 0 0,00 1986 1987 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 1997 1992 1993 1994 1995 1996 2002 2003 2004 2005 2006 2011 1986 1987 1989 1990 1991 1997 1998 1999 2000 2001 2007 2008 2009 2010 Nós e links: modo acumulado6000500040003000 Nós Links2000 A rede cresce, mas não1000 mais fragmentada, como nas 0 Revistas: outros indicadores ajudam a ver isso → coeficientes de clusterização, 1986 1987 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Potência e densidade.
  34. 34. Capítulo 7 – Resultados – Rede de bancas
  35. 35. Capítulo 7 – Resultados – comparandoBancas Revistas
  36. 36. Capítulo 7 – Resultados – comparando● A rede de bancas: ● Cresce com a tendência de formar um componente principal significativo, mostrando maior articulação e mobilidade entre os nós;● A rede de revistas: ● pequenos Cresce fragmentada, mostrando forte presença de grupos locais mais articulados entre si do que com outras áreas da rede.
  37. 37. Capítulo 8 - Considerações finais Percebendo relações entre as características da área das Ciências da Comunicação e os resultados da rede de coautoria analisada. - esse plano de relação analisado mostra com mais evidência as características de articulação da área - ponto de convergência da avaliação de políticas e de Articulação dos pesquisadores em resposta a essas políticas. Características da área da Comunicação Resultados da Análise de Redes Sociais – Coautoriaacirramento na disputa de recursos 74,5% dos documentos são de um único autorvisão tecnicista e fragmentada da área Nós e links crescemem conjunto com programas de pós-graduação da área Crescimento da rede por meio de componentes fragmentados. Não seabrangência temática identifica a formação de um núcleo expressivo. Coeficiente de clusterização alto, indicando agrupamentos dispersos comforte relação multidisciplinar muita relação local, mas baixa conexão entre os núcleos.área em construção, sem referenciais terminológicos consensuais Coeficiente de potência acima de 2, indicando que a rede é dominada porentre os pesquisadores; muitos agrupamentos com poucos colaboradores cada umnão há uma fronteira muita clara estabelecida entre as pesquisas Agrupamentos interdisciplinares, sobretudo influenciados pela área dadesenvolvidas; Saúde.maior parte da produção científica é realizada por autores individuaisum crescimento expressivo nos último 10 anos de programas de pós-graduação
  38. 38. Capítulo 8 - Considerações finais● reflexos de políticas Esses movimentos são percebidos como específicas de estímulo a produção científica, como o caso dos editais de apoio a revistas científicas em formato aberto,● Sendo também percebidos em políticas mais gerais e que afetam a área, como o caso da ampliação do número de programas de pós-graduação.● São também percebidos a partir dos causas que regulam como devem ocorrer a formação de bancas de defesas de teses e dissertações , sobretudo na exigência da presença de membros externos e promoção da mobilidade dos pesquisadores, levando a formação de maiores agrupamentos de nós e links,● Além das causas de classificação da qualidade de uma revista científica e os impactos que isso traz para a avaliação de programas de pós- graduação a partir da produção científica de seus docentes e discentes, levando a um crescimento fragmentado dos componentes da rede e a estratégias de composição de grupos locais em busca de maior produtividade e melhores avaliações para seus respectivos trabalhos.
  39. 39. Capítulo 8 - Considerações finais● Validação das 3 hipóteses: ● A análise de redes sociais fornece condições metodológicas para o mapeamento de planos de relações sociais, facilitando perceber os efeitos das políticas que regulam essas relações e se propõe a operar como estratégias de atuação em suas características estruturais e dinâmicas. ● A produção científica de uma área do conhecimento, em nosso caso a área da Ciências da Comunicação, constitui um plano de comunicação singular a partir do qual podemos analisar suas relações sociais mediadas pela necessidade de produção científica, além dos efeitos, impactos e influências que são geradas pelas políticas científicas que regulam o funcionamento da área. ● O ambiente federado de bibliotecas digitais constitui um sistema de informação que permite ampla agregação da produção científica em formato aberto disponibilizada por diversas instituições, tais como revistas e bibliotecas digitais de teses e dissertações, se tornando um ambiente favorável para o estudo das redes sociais mediadas pela necessidade de produção científica de uma ou mais áreas do conhecimento.

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