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Dlp em acao 06 leitura
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  • 1. Língua Portuguesa:a pesquisa e o trabalho em sala de aula dlp em ação diálogos sobre ensino e pesquisa - 2012
  • 2. Ensinar a ler6º encontro – 17/04/2012 Maria José Nóbrega
  • 3. Conteúdos a seremexplorados no encontro1. O que é ler?2. O que é necessário para compreender textos?3. Como os sentidos do texto são representados mentalmente?4. Quais as principais estratégias de leitura?5. Didática da leitura: a) O que ler? b) Como ler? c) Quando e como planejar atividades permanentes ou sequências didáticas de leitura? d) Como avaliar a compreensão leitora?
  • 4. 1. O que é ler? A leitura é um processo de interação entre o texto e o leitor:o texto, estruturalmente incompleto, não pode abrir mão da contribuição do leitor.
  • 5. 2. O que é necessário para compreender textos? o vocabulário, aSão necessários não só gramática da língua, os mecanismos deconhecimentos linguísticos, textualidademas também conhecimentos conhecimentos deextralinguísticos que mundo, enciclopédicos,permitem inserir o texto em históricos, culturais, ideológicosuma formação discursiva eideológica.
  • 6. São Paulo, sábado, 14 de abril de 2012CHARGE http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/36916-charge.shtmll Acesso em 15/04/2012
  • 7. São Paulo, sábado, 13 de abril de 2012CHARGE http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/36731-charge.shtml Acesso em 15/04/2012
  • 8. São Paulo, sábado, 05 de abril de 2012CHARGE http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/35346-charge.shtml Acesso em 15/04/2012
  • 9. 3. Como os sentidos do texto podem ser representados mentalmente? Nível proposicionalNível da superfície Nível do modelo mental Contém as Construído pelos Representação formulações processos do conteúdo verbais e as semânticos e tratado no texto características sintáticos que elaborado formais do texto. gerenciam a sucessivamente compreensão por meio do local e permitem conhecimento a construção de prévio. um resumo mental do texto.
  • 10. Como os sentidos do texto podem ser representados mentalmente? Nível do modelo mental Nível proposicionalNível da superfície Repetição literal Compreensão Compreensão das frases do do que é dito do que é dito texto mesmo articulando as com base em sem as ter proposições uma construção compreendido. sucessivas conduzida pelo umas com as conhecimento outras ainda que prévio (modelo sem a mental coerente compreensão do do conteúdo do que isso quer texto). dizer.
  • 11. HÉLIO SCHWARTSMANOs neutrinos e a luzSão Paulo, sábado, 19 de novembro de 2011
  • 12. São Paulo, sábado, 19 de novembro de 2011HÉLIO SCHWARTSMANOs neutrinos e a luzSÃO PAULO - Depois de abalar o mundo dos físicos, emsetembro, ao anunciar que flagraram NEUTRINOS viajandomais rápido que a luz, pesquisadores do laboratório GranSasso, na Itália, voltaram aos detectores, fizeram novasmedições e insistem que os resultados estão certos. A notícia é tão extraordinária que, para ser aceita, aindaprecisa ser confirmada por um centro que não o italiano, masjá podemos ir especulando sobre suas implicações. Neutrinos são partículas subatômicas com massa. Deacordo com a teoria da relatividade especial, de Albert Einstein,a do famoso E=mc², não poderiam ser acelerados para atingirvelocidade superluminal.
  • 13. NEUTRINOO neutrino é uma partículasubatômica sem carga elétrica e que interage comoutras partículas apenas por meio da interaçãogravitacional e da força nuclear fraca.
  • 14. E=mc²Energia é igual à massa multiplicada peloquadrado da velocidade da luz.
  • 15. São Paulo, sábado, 19 de novembro de 2011 Se isso ocorre, boa parte da Física precisará serrevista. A primeira vítima pode ser a noção de causalidade. Sea velocidade da luz é violada, a forma como o Universoprocessa informações fica de pernas para o ar. Torna-se, emprincípio, possível que efeitos precedam suas causas. Uma das soluções aventadas para o problema é proporque os neutrinos chegaram mais rápido porque tomaram umatalho por outras DIMENSÕES ESPACIAIS e quem sabe atépor outros cosmos, o que nos leva às incríveis TEORIAS DOMULTIVERSO, segundo as quais existiriam ao menos novemodalidades de universos paralelos, todas matematicamenteconsistentes, mas jamais observadas.
  • 16. DIMENSÕES ESPACIAISDIMENSÕES ESPACIAIS: largura, altura eprofundidade. Em nosso dia-a-dia, o espaço pode nosparecer tridimensional. Mas, a uma escalamicroscópica, por exemplo, podem-se manifestarmais — ou menos — dimensões.
  • 17. TEORIAS DO MULTIVERSOO conceito de MULTIVERSO tem suas raízes namoderna Cosmologia e na Teoria Quântica e englobavárias ideias da Teoria da Relatividade de modo quepode ser possível a existência deinúmeros Universos onde todas as probabilidadesquânticas de eventos ocorrem.
  • 18. São Paulo, sábado, 19 de novembro de 2011 Estamos diante de uma encruzilhada epistemológica .Não são poucos os que acusam a ciência de ponta, em especiala física de partículas e os teóricos das supercordas, de criaremum universo de abstrações matemáticas que não têm como sertestadas com a tecnologia atual (um pecado menor) nem emprincípio (a danação eterna para um físico). Segundo essescríticos, tais ramos da ciência estariam se aproximandoperigosamente da metafísica e da religião. É claro que não estão, mas esse é, um debate fascinante , que inclui, entre outros destaques, adiscussão sobre se a matemática é ou não real.http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/9728-os-neutrinos-e-a-luz.shtmlAcesso em 27/11/2011.
  • 19. 4. Algumas estratégias de leituraConstrução de hipóteses sobre o assunto tratado Relação entre frases e parágrafos Pergunta-resposta Resumo mental Aceitação ou refutação das posições sustentadas pelo autor ou apreciação positiva ou negativa de suas escolhas expressivas Busca na memória informações que deem sustentação à leituraVerbalização em voz alta: releitura ou paráfrase de trechos
  • 20. 5. Didática da leitura: o que ler e modos de lerGRAU DE AUTONOMIA DO LEITOR Textos que vão ao encontro do horizonte de LEITURA AUTÔNOMA expectativas Textos que rompem o LEITURA horizonte de expectativas COMPARTILHADA
  • 21. Como aproximar o leitor do texto que rompe o horizonte de expectativas? TEXTO PROCESSOS DE LEITOR MEDIAÇÃO MODELO DIDÁTICO PARA FAVORECER A COMPREENSÃO LEITORA
  • 22. Didática de leitura: modos de ler A RELEITURA é a que recupera as marcas da construção do texto. A LEITURA LINEAR (INGÊNUA) é a que segue o desenvolvimento linear do texto.
  • 23. Didática da leitura: como planejar sequências didáticas com foco na leitura? Análise global Compreensão Reflexão sobre o do texto; do conteúdo conteúdo predições e temático com a temático ou ativação do seleção das expressivo do Durante a leitura Depois da leituraAntes da leitura conhecimento informações texto a partir de prévio. relevantes, outras checagem das referências predições feitas textuais. antes da leitura, para confirmá-las ou reformulá-las.
  • 24. Didática da leitura: avaliação da competência leitora O que é o PISA*? O PISA é uma avaliação internacional estandardizada que se aplica aos alunos de 15 anos (que corresponde em geral ao final da Educação Secundária Obrigatória) em que se avalia o rendimento em três grandes âmbitos: Matemáticas Ciências e Leitura (habilidades mobilizadas para ler textos de diferentes gêneros, considerando seu uso e funcionamento em diferentes situações).* Programme for International Student Assesment, desenvolvido pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico)
  • 25. Os processos básicos de leitura avaliados pelo PISA e os níveis de processamento textual Recuperação da informação nível da superfície Formação de uma compreensão nível ampla e geral proposicional Desenvolvimento de interpretação nível implicado relações e inferências proposicionalReflexão e/ou avaliação do conteúdo nível do modelo ou da forma do texto mental

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