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  1. 1. Língua Portuguesa:a pesquisa e o trabalho em sala de aula dlp em ação diálogos sobre ensino e pesquisa - 2012
  2. 2. Ensinar a escrever 2º encontro – 13/03/2012 Márcia Fortunato
  3. 3. Pressupostoslinguagem – espaço de interação entre sujeitosatividade de linguagem – atividade discursivasujeito do discurso – constituído no e pelodiscurso: posição discursivatexto (oral ou escrito) – materialização dodiscursogêneros – textos tipificados que produzem fatossociais
  4. 4. O processo cognitivo deprodução de texto Contexto de produção: o problema retórico e o texto em processo de composição. Memória de longo prazo: conhecimento sobre o tópico, o interlocutor e recursos linguísticos.Processo de escrita: planejamento, redação,revisão e atividade de monitoramento doprocesso.
  5. 5. PROBLEMA RETÓRICO TÓPICO/TEMA TEXTO EM AUDIÊNCIA/INTERLOCUTOR PRODUÇÃO TAREFA/DEMANDA CONTEXTO LINGUÍSTICO PLANEJAMENTO REVISÃO CONHECIMENTO GERAÇÃO DE IDEIAS AVALIAÇÃOSOBRE O TÓPICO, A AUDIÊNCIA E ORGANIZAÇÃO ALTERAÇÃO DOPLANOS DE ESCRITA TEXTO REGULAÇÃO DE OBJETIVOS MONITORAMENTO
  6. 6. Problema retórico:representaçãoO problema retórico compreende a situação deprodução (audiência e tarefa) e os objetivos queo escritor estabelece (com relação ao leitor, aoconteúdo, ao texto e ao próprio autor).Se a representação de um escritor para um problemaretórico for imprecisa ou simplesmente poucodesenvolvida, é improvável que seja resolvido ou quesejam recuperados os aspectos perdidos doproblema.
  7. 7. Texto em produção O texto em desenvolvimento pode influenciar a tomada dedecisões em relação ao que vem a seguir. Dessa forma,pode sugerir o replanejamento dos objetivos para a tarefae gerar novas ideias. Nem todo texto em produção,contudo, desempenha essa função. É o caso de textosincoerentes ou que representam respostas inadequadaspara o problema retórico, por exemplo.Uma das marcas do escritor comum é uma teimosapreocupação em prolongar a sentença anterior e relutar emabstrair o texto globalmente para decidir o que é precisotratar ali. O escritor tende a ficar focado na questão local, noponto específico do texto, não evoluindo satisfatoriamente emseu processo.
  8. 8. MemóriaÀs vezes, uma pista como “escreva compersuasão...” pode levar o escritor a puxar umarepresentação do problema já existente damemória e colocar em jogo uma série deesquemas de texto que ele já possuía.A questão, portanto, é como acessar essasinformações, ou seja, como encontrar uma pistaque resgate uma rede de conhecimentos úteis ecomo reorganizar ou adaptar a informação damemória para ajustar às demandas do problemaretórico atual.
  9. 9. PlanejamentoA geração de ideias é um sub processo que implica oresgate de informação relevante da memória de longaduração em busca de uma solução para o problemaretórico.Outro sub-processo envolvido no planejamento, o deorganização, ajuda o escritor a dar uma estrutura significativapara suas ideias. A organização é guiada pelos objetivosestabelecidos e ajustados pelo escritor durante o processo deplanejamento.Portanto, ajustar os objetivos (regulação de objetivo) é umsub-processo implícito na organização: é a atividade queavalia a qualidade da resposta ao problema retórico emfunção dos objetivos criados.
  10. 10. EscritaA escrita é essencialmente o processo decolocar ideias em linguagem visível, é atransposição das representações dos objetivospara um produto fisicamente definido.É então que o conhecimento da língua e,especialmente, dos textos (gêneros, tipologiastextuais, mecanismos de coerência e coesãoetc.) faz a diferença.
  11. 11. RevisãoA revisão ou a análise crítica é um procedimento complexoque envolve dois sub-processos: a avaliação e a alteraçãode texto. Uma revisão planejada frequentemente conduz anovos ciclos de planejamento e escrita.O processo de revisão pode também ocorrer como uma açãonão planejada ativada pela avaliação do texto ou do próprioplanejamento, ou seja, as pessoas revisam a escrita tantoquanto os pensamentos e proposições não escritos.Os sub-processos de avaliação e alteração detexto, juntamente com o de geração de ideias, podeminterromper qualquer outro processo e ocorrer a qualquertempo no ato de escrita.
  12. 12. MonitoramentoO monitor funciona como um estrategista daescrita que determina quando o escritor mudade uma etapa do processo para a próxima.A ausência de monitoramento pode provocardificuldades de escrita pela falta de controledos processos, de o escritor saber o que equando fazer.
  13. 13. Estratégias decriação de objetivos Objetivos específicos, gerados para o texto em produção Objetivos básicos, recuperados da memória, tais como “interessar o leitor”, “iniciar pela introdução”Durante o processo de composição, escritores reformulamos objetivos iniciais ou criam objetivos secundários, queespecificam e definem os objetivos mais amplos e maisgerais, muitas vezes influenciados pelo que aprenderam nopróprio exercício da escrita.
  14. 14. Referências FLOWER, L.; HAYES, J. R. . A Cognitive Process Theory of Writing. College Composition and Communication, USA, v. 32, n. 4. p. 365-387, dez. 1981.
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