O Impacto do Aquecimento Global e das Mudanças Climáticas no Agronegócio

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Prof. Hilton Silveira Pinto - Diretor do CEPAGRI – UNICAMP

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O Impacto do Aquecimento Global e das Mudanças Climáticas no Agronegócio

  1. 1. Susian MartinsDra. Engenheira AgrônomaMONITORAMENTO DOSRESULTADOS DO PLANOABC18 de abril de 2012Florianópolis - SCEncontro nacional sobre ética no agronegócioO impacto do aquecimento global e das mudanças climáticas no agronegócioHilton S. PintoHilton S. PintoCepagri/UnicampCepagri/UnicampAnhanguera Educacional21 de Maio de 2013São Paulo
  2. 2. John TyndallBorn2 August 1820IrelandDied4 December1893 (aged 73)FieldsPhysics,ChemistryInstitutionsRoyal Institutionof Great BritainKnown forAtmosphere,physicseducation,Tyndall effect,diamagnetism,infraredradiation,Tyndallization
  3. 3. Born19 February 1859Wik Castle, SwedenDied2 October 1927(aged 68)Stockholm, SwedenNationality SwedishFields Physics, chemistryInstitutionsRoyal Institute ofTechnologyKnown forArrhenius equationTheory of ionicdissociationAcid-base theoryNotable awardsNobel Prize forChemistry (1903)Franklin Medal (1920)Svante Arrhenius
  4. 4. Global annual mean land-oceantemperature anomaly, 1880-present (oC)(Source: NASA).
  5. 5. MUDANÇAS CLIMÁTICASMUDANÇAS CLIMÁTICASOBSERVADASOBSERVADASBRASILBRASIL
  6. 6. VARIAÇÃO DE TEMPERATURA+ 2,2°C
  7. 7. 29,029,530,030,531,031,532,032,519771978197919801981198219831984198519861987198819891990199119921993199419951996199719981999200020012002200320042005200620072008Temperaturamáxima(°C)AnoTemperatura máxima - GoiâniaTemperatura máxima Média móvel 5 anos Linear (Temperatura máxima )VARIAÇÃO DE TEMPERATURA+ 1,7°CRenata Ribeiro do Valle Gonçalves - CEPAGRI/UNICAMPFonte de Dados: INEMET/Embrapa
  8. 8. Campinas - SP01020304050607018901896190219081914192019291935194119471953195919651971197719831989199520012007AnoFrequênciaAbsolutaTmin<10ºC
  9. 9. Pelotas - RS0501001501893190019061912191819241930193619421948195419611967197319791985199119972003FrequênciaAbsolutaTmin<10ºC
  10. 10. 0510152025303519901991199219931994199519961997199819992000200120022003200420052006200720082009201020112012Nr. days/year with maximum temperature higher than34°C. Campinas, SP.YEARNR.DAYS
  11. 11. 22,023,024,025,026,027,028,029,01988198919901991199219931994199519961997199819992000200120022003200420052006200720082009201020112012Mean Winter Temperature °C (June, July, August, September)Campinas, SP.Year°C
  12. 12. CLIMATIC RISC ZONINGCLIMATIC RISC ZONINGPUBLIC POLICYPUBLIC POLICYWHAT, WHERE AND WHEM TO PLANT – 5565 MUNICIPALITIES1996 – OFFICIAL INTRODUCTION OF THE CLIMATIC RISK ZONING1. 2001 - GLOBAL WARMING AND AGRICULTURE SCENARIOS• New Geography of Brazilian Agriculture• 2007/08 - FUNDS: GOF/BRITISH EMBASSY• 9 CULTURES AND 1 PASTURE/CATTLE RAISING2. COP 15 – REDUCTION OF CO2 EMISSIONS3. FIELD SAMPLES CO2 STOCK - PASTURES4. NEW RCMs AND AGRICULTURE
  13. 13. POLITICA AGRICOLA BRASILPrograma de Zoneamento de Riscos AgrícolasPLANO DE CULTIVO 2012/2013MINISTERIO DE AGRICULTURA – MAPAR$ 115,2 bilhões = US$ 57 bilhõesPLANO DE CULTIVO 2012/2013MINISTERIO DE DESENVOLVIMENTO AGRARIO - MDAR$ 22,3 bilhões = US$ 11 bilhões
  14. 14. Currentagricultural useassessmentStateValidationSoil maps Climate dataCriteria for land restriction Criteria for climate restrictionSoil Suitability Climate SuitabilitySoil-ClimateSuitabilityHydrologyAssessmentAGROECOLOGICAL ZONINGAGROECOLOGICAL ZONINGAreas withenvironmentalrestrictionsAreas with sloperestrictions
  15. 15. Inicio do Zoneamento como política pública
  16. 16. 37,9 38,5 35,6 39,1 38,5 37,0 36,6 35,0 36,9 37,8 37,8 40,2 43,9 47,4 49,1 47,9 46,2 47,4 47,747,557,968,4 68,376,081,173,678,4 76,682,4 83,0100,396,8123,2119,1114,7122,5131,8144,1135,1146,991 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09** 10***Fonte: CONAB. Elaboração: AGE/Mapa. Posição: abril/2010. *Refere-se a algodão, amendoim, arroz, aveia, canola, centeio, cevada, feijão, girassol, mamona,milho, soja, sorgo, trigo, triticale. **preliminares. ***estimativaPRODUCTIONMILLION TONCULTIVATED AREA(MILLION HA)INCREASE = 25,4% = 1,7% aaPRODUCTIONINCREASE+153,7% = 4,8% aaGrainGrain productionproduction andand areaarea increaseincrease inin BrazilBrazil fromfrom 1991 to1991 to20102010Cortesia Derli Dossa - MAPA
  17. 17. 4673 80 85 82 87 92101382218 224193379 377390348050100150200250300350400450cantidad de ejecución zonificación agrícolaAno-SafraEvolución
  18. 18. 192 191 189183173 173 173157 153 149 149 147124119 118112 110 1091029077 7461515 5 5050100150200250SP RS BA PR GO MG MS DF MA MT PI SC PB TO PE SE RN CE AL RJ RO ES PA AC AM AP RRCantidad de ejecución zonificación agrícola - Período de 1996 – 2012 porEstadoEstadosQuantidade
  19. 19. Importancia doImportancia do zoneamentozoneamento DirecionaDireciona o crédito oficial;o crédito oficial; AumentaAumenta oo mercado de seguros oficial e privados no país;mercado de seguros oficial e privados no país; AlinhaAlinha o paíso país comcom asas preocupacõespreocupacões dasdas mudançasmudançasclimáticasclimáticas comcom revisõesrevisões anuaisanuais;; ExemploExemplo único no mundo;único no mundo; ContribueContribue comcom a política dea política de ordenacãoordenacão territorial;territorial; ObrigaObriga os productores a usar técnicas agrícolasos productores a usar técnicas agrícolasapropriadasapropriadas -- preparo do solo, tipopreparo do solo, tipo ee uso deuso de sementesemente eeépocas deépocas de semeadurassemeaduras;; Perú, Colombia, Ecuador e PanamáPerú, Colombia, Ecuador e Panamá aguardamaguardamcooperaçãocooperação técnica do Brasil no sector;técnica do Brasil no sector;
  20. 20. Matriz de riscoMatriz de riscoInstrumento que avalia o risco deInstrumento que avalia o risco deprodutividadeprodutividade para as cinco maiorespara as cinco maioresculturas do Brasil. Importante ferramentaculturas do Brasil. Importante ferramentapara impulsionar o seguro ruralpara impulsionar o seguro rural
  21. 21. Matriz de RiscoMatriz de Risco
  22. 22. ZONEAMENTO DE UVA - SAO PAULO
  23. 23. BRAZILIANBRAZILIANAGRICULTURE ANDAGRICULTURE ANDCONSEQUENCES OFCONSEQUENCES OFWARMINGWARMING
  24. 24. FUTURE SCENARIOSFUTURE SCENARIOS1.) IPCC MODEL - GCM (200x200Km) - (2002)+1,0, +3,0 and +5,8°C2.) MODEL PRECIS – RCM (50 x 50Km) – (2008)(Providing Regional Climates for Impacts Studies)Hadley Centre - Scenarios IPCC A2 – B23.) MULTIPLE MODELS – RCM (40 x 40Km) - (2012)IPCC 23 GCMs + 3 RCMs (Brams, Eta, Precis)
  25. 25. Simulações dos Cenários AgrícolasWorld Bank Report7 Culturas» Milho 1°Safra e 2° Safra» Algodão» Arroz» Soja» Feijão 1°Safra e 2°Safra» Cana-de-açúcar» TrigoCenários Pessimista eOtimistaModelo BRAMS (com e semprecipitação simulada)2010, 2020 e 20305 RegiõesPastagem
  26. 26. SoybeanBaseYear2010OPTIMISTICRegionPlantedArea2009 (ha)2020 ∆ (%) 2030 ∆ (%)South 8.285.716 6.195.738 -25,2 5.826.299 -29,7SoybeanBaseYear2010PESSIMISTICRegionPlantedArea2009 (ha)2020 ∆ (%) 2030 ∆ (%)South 8.285.716 4.626.311 -44,2 4.271.544 -48,4
  27. 27. Situação AtualFonte: Wrege & Herter - Lab. Agrometeorologia da Embrapa Clima Temperado (2007)¯Horas de frioValores00,001 - 5050,1 - 100101 - 150151 - 200201 - 250251 - 300301 - 350351 - 400401 - 450451 - 500501 - 550551 - 600601 - 650651 - 700701 - 750751 - 800801 - 836PRSCRSHoras de frio (<7,2ºC)- 0 horas- 0 – 50- 50 – 100- 100 – 150- 150 – 200- 200 – 250- 250 – 300- 300 – 350- 350 – 400- 400 – 450- 450 – 500- 500 – 550- 550 – 600Fruticultura de Clima Temperado
  28. 28. ¯Horas de frio +1ºCValores00,001 - 5050,1 - 100101 - 150151 - 200201 - 250251 - 300301 - 350351 - 400401 - 450451 - 500501 - 550551 - 600601 - 650651 - 700701 - 750751 - 800801 - 836Situação Atual + 1ºCFonte: Wrege & Herter - Lab. Agrometeorologia da Embrapa Clima Temperado (2007)Horas de frio (<7,2ºC)- 0 horas- 0 – 50- 50 – 100- 100 – 150- 150 – 200- 200 – 250- 250 – 300- 300 – 350- 350 – 400- 400 – 450- 450 – 500- 500 – 550- 550 – 600Fruticultura de Clima Temperado
  29. 29. ¯Horas de frio + 3ºCValores00,001 - 5050,1 - 100101 - 150151 - 200201 - 250251 - 300301 - 350351 - 400401 - 450451 - 836Situação Atual + 3ºCFonte: Wrege & Herter - Lab. Agrometeorologia da Embrapa Clima Temperado (2007)Horas de frio (<7,2ºC)- 0 horas- 0 – 50- 50 – 100- 100 – 150- 150 – 200- 200 – 250- 250 – 300- 300 – 350- 350 – 400- 400 – 450- 450 – 500- 500 – 550- 550 – 600Fruticultura de Clima Temperado
  30. 30. PROJEÇÃO:PROJEÇÃO:Aumento daAumento daTemperatura emTemperatura em22°°CC
  31. 31. IAPAR 16/09 2008Cortesia: P. Caramori - IAPAR
  32. 32. Star FlowersCandle Buds T>32C
  33. 33. irrigationLow climatic riskIrrigation RecommendedFrostHigh temperaturesHigh climatic riskCoffee arabicaActual zoning
  34. 34. Coffee ArabicaA2 IPCC scenarioYear 2020irrigationLow climatic riskIrrigation RecommendedFrostHigh temperaturesHigh climatic risk
  35. 35. Coffee ArabicaA2 IPCC scenarioYear 2050irrigationLow climatic riskIrrigation RecommendedFrostHigh temperaturesHigh climatic risk
  36. 36. GROSS DOMESTIC PRODUCT 2050 = R$10 TRILLIONINACTION EFFECTS:CLIMATE IMPACT:REDUCTION BETWEEN USD 480 BILLION AND 2.4 TRILLION=1 GDP every 40 years = 2,5%
  37. 37. GROSS DOMESTIC PRODUCT 2050 = R$10 TRILLIONINACTION EFFECTS:CLIMATE IMPACT:REDUCTION BETWEEN USD 480 BILLION AND 2.4 TRILLION=1 GDP every 40 years = 2,5%(Margulis et all. 2011. The Economics of Cvlimate Change)
  38. 38. 5. Coupling the above climate impact on agriculture data with an econometricsimulation tool – the Brazilian Land Use Model (BLUM), revealed the following likelyoutcomes at sub-regional scales and geographic locations:a. In the absence of climate change, cropland is projected to increase to 17 millionhectares in 2030 compared to observed area of cropland in 2009. Due to climatechange impacts, however, all the scenarios simulated, result in a reduction ofcropland in 2020 and 2030.Some Conclusions:b. In the pessimistic scenario Brazil could have 10.6 million hectares less landallocated to agriculture in 2030 as a result of climate change with the SouthRegion being the worst impacted losing close to 5 million ha by 2030.World Bank Report (P118037)Impacts of Climate Change onBrazilian Agriculture - May, 2012
  39. 39. World Bank Report (P118037)Impacts of Climate Change onBrazilian Agriculture - May, 2012
  40. 40. CROPProduction2010/11Million ton(Agric.Min.)Projection2020/21Million ton(Agric.Min.)Projection*2020/21Million ton(Model)Potential areas forplanting related to2010/11Corn 54,50 65,5 45,78 -16%Soybean 70,10 86,5 53,28 -24%Rice 12,83 13,7 11,88 -7,4%Sugarcane 630 825 1.285 +104%Cotton 1,60 2,40 1,52 -4,7%Coffee 54,0** 70,6** 48,9** -9,5%*Projection do not consider any adaptation , mitigation or new technolgy adoptionWorld Bank Report**Million of 60Kg bags
  41. 41. CulturesPlantBreedingMillionUS$/YEARBENEFITCOSTRICE 18.9 8,2COTTON 21.1 10,7COFFEE 57.8 15,4BEAN 28.3 7,1SOYBEAN 210.0 16,7CORN 196.7 4,3Costs/benefits of AdaptationPlant breeding – Year 2020Total = US$532.8 million/year
  42. 42. British Embassy1. Evaluation of pasture areas in Brazilian Biomas2. Quantification os Carbon stock in soil and primaryproductivity3. Evaluation of the capacity of of carbon reduction in cultivatedpastures4. Soil samples in 142 municípalities - 0-5, 5-10, 10-20 e 20-30cm depth5. Lab analisys for carbon stock and fertility, density and waterhold capacity6. Benefit: Increase on pasture animal capacity from 0,9 to 0,9Unit Animal/ha
  43. 43. A B CAgricultura de Baixo CarbonoAgricultura de Baixo Carbono
  44. 44. Pastagem degradadaSanta Cruz do Sul – RSPampaSolo MédioCO2 eq (0-30cm) = 127 t ha-1CO2 eq (0-5cm) = 35 t ha-1Pastagem com alto teor de CO2 eqSoledade - RSPampaSolo MédioCO2 eq (0-30cm) = 292 t ha-1CO2 eq (0-5cm) = 67 t ha-1
  45. 45. SETE LAGOAS – MGPC; ILP MILHO; AGROSSILVIPASTORIL; MATA; ILP SOJA;TRINCHEIRA ILP MILHO
  46. 46. Biomas Número de CO2eq (0-30cm) CO2eq (0-5cm)pastos amostrados .....................t ha-1...........................Cerrado 57 169,46 38,80Mata Atlântica 23 257,73 62,23Pampa 5 208,84 63,58Transição Cerrado/Mata Atlântica 6 184,85 45,24Transição Cerrado/Pantanal 4 136,57 32,64Transição Cerrado/Caatinga 7 111,81 26,23Total 102 1069,26 268,72Tabela 7. Média dos estoques de CO2 eq no solo nas profundidades 0-30cm e 0-5cmnas 102 pastagens amostradas nos diferentes biomas brasileiros.
  47. 47. Estoques de CO2 eq no solo e produtividade primária líquida (NPP)nas 5 regiões geográficas do Brasil.RegiõesCO2eq(0-30cm)CO2eq(0-5cm) NPP.....................t ha-1...........................Sul 285,62 78,43 9,01Sudeste 194,42 43,42 7,56Centro Oeste 172,24 38,99 7,58Norte 152,96 40,62 6,39Nordeste 122,92 36,59 7,72
  48. 48. AgriculturalManagementAreaMillion haMitigationMTCO²eqCostBillionUS$YearsRecovery of DegradetedPastures15.0 101.7 10.9 10Crop LivestockIntegration4,0 27.1 19.0 10No Tillage 8,0 14.6 1.3 10Biological Fixation ofNitrogen11.0 10.0 0.2 10Reforestation 1.5 3.0 8.8 10Total 39.5 156.4 40.2 10Reduction of CO² emission, area considered and cost of mitigation activities untill 2020Adapted fromASSAD, E. D. & BARIONI, L. G.Embrapa InformáticaLOW CARBON AGRICULTURE
  49. 49. A B CASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CÉTICOSASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CÉTICOS18 sócios contribuintes18 sócios contribuintes
  50. 50. Kenitiro SuguioGeólogo, Doutor em GeologiaLuiz Carlos Baldicero MolionFísico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de FlorestasFernando de Mello GomideFísico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)José Bueno ContiGeógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em ClimatologiaJosé Carlos Parente de OliveiraFísico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da AtmosferaFrancisco Arthur Silva VecchiaEngenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em GeografiaRicardo Augusto FelicioMeteorologista, Mestre e Doutor em ClimatologiaAntonio Jaschke MachadoMeteorologista, Mestre e Doutor em ClimatologiaJoão Wagner Alencar CastroGeólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em GeomorfologiaHelena PolivanovGeóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e AmbientalGustavo Macedo de Mello BaptistaGeógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em GeologiaPaulo Cesar SoaresGeólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em EstratigrafiaGildo Magalhães dos Santos FilhoEngenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e TecnologiaPaulo Cesar Martins Pereira de Azevedo BrancoGeólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRMDaniela de Souza OnçaGeógrafa, Mestra e Doutora em ClimatologiaMarcos José de OliveiraEngenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia AplicadaGeraldo Luís Saraiva LinoGeólogo, coeditor do sítio Alerta em RedeMaria Angélica Barreto RamosGeóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM
  51. 51. A ÉTICA E AS MUDANÇAS CLIMÁTICASO COMPORTAMENTO DOS CÉTICOS
  52. 52. Ricardo Augusto FelicioEndereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/3573585906523607Última atualização do currículo em 21/06/2011Nome em citações bibliográficasFELICIO, R. A.2005 - 2007Doutorado em Geografia (Geografia Física) (Conceito CAPES 5).Universidade de São Paulo, USP, Brasil.Título: Climatologia Dinâmica da Antártida: Ciclones Extratropicais que Atuaram nos Verões e Invernos de2001 a 2006 na Região da Península Antártica, Ano de obtenção: 2007. Orientador: José Bueno Conti.Produção bibliográficaArtigos completos publicados em periódicos1. ONÇA, D.S. ; FELICIO, R. A. . O Culto à Frugalidade e a Produção Artificial da Escassez. FórumAmbiental da Alta Paulista, v. VI, p. 546-568, 2010.2. FELICIO, R. A. ; ONÇA, D.S. . Aquecimento Global , Mudanças Climáticas e Caos AmbientalJustificando o Falso Desenvolvimento Sustentável : A Teoria da Tríade. Fórum Ambiental da Alta Paulista, v.VI, p. 569-590, 2010.3. FELICIO, R. A. . Antártida - A geografia do continente gelado e as operações brasileiras. Confins (Paris),v. 1, p. 122, 2007.Livros publicados/organizados ou edições1. FELICIO, R. A. . Estudos Superiores de Meteorologia e Climatologia - Vol.I. , 2006. v. 1.2. FELICIO, R. A. ; OLIVEIRA, M. R. . Meteorologia para Montanhismo. , 2006. v. 1.3. FELICIO, R. A. . Meteorologia Operacional para Pilotos. 1. ed. São Paulo: , 2005. v. 1. 200p .4. FELICIO, R. A. . Aulas de Meteorologia Operacional para Pilotos. 1. ed. São Paulo: , 2005. v. 1. 400p .
  53. 53. Moises Naim
  54. 54. ISSO É TUDOISSO É TUDO......OBRIGADO

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