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Apresentação upp out10 sem fotos

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  • 1. Outubro de 2010 ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS UPP’S SSPIO/SESEG Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 2. CRIMINALIDADE VIOLENTA NO RJ: POR QUE CHEGAMOS A ESSE ESTÁGIO? Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 3.
    • Década de 60/início de 70 – Maconha
    • Década de 70 - Facções criminosas
    • Final de 70 e início de 80 – Cocaína (Colômbia)
      • América Latina principal produtor/exportador
      • Aproveitamento das bocas de fumo
      • Aumento de arrecadação
      • Lideranças “carismáticas”
    FATOS HISTÓRICOS Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 4.
    • Década de 80 (final)
      • Fracionamento/Disputa territorial
      • Armamento pesado
      • Aumento de “soldados”
    • Década de 90
      • Aumento da participação de jovens
      • Aumento da violência
      • Perda da identificação com a comunidade
    FATOS HISTÓRICOS Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 5.
    • Geografia
    • Crescimento desordenado das favelas (60)
      • Mão de obra barata
      • Ausência do Estado
    • Corrupção
    • Políticas públicas equivocadas
    • Decadência econômica
    • Concentração de unidades militares
    PARTICULARIDADES - RJ caoscarioca.flv Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 6.
    • AÇÕES POLICIAIS
      • Repressão qualificada
      • Polícia de proximidade
      • Retomada de territórios
      • Gestão do conhecimento
    • AÇÕES SOCIAIS
      • Programas sociais
      • Reinserção social
      • Emprego/educação
    COMO RETOMAR O CONTROLE ? UPP Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 7. UNIDADE DE POLÍCIA PACIFICADORA Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 8. Retomar o controle estatal sobre áreas atualmente sob forte influência da criminalidade ostensivamente armada Devolver à população local a paz e a tranquilidade públicas, necessárias ao exercício e desenvolvimento integral da cidadania Contribuir para quebrar a lógica de “guerra” existente no ERJ OBJETIVOS DAS UPP’S Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 9. Acabar com o tráfico de drogas Acabar com a criminalidade Apresentar-se como solução para todas as comunidades Transformar-se na panacéia para todos os problemas sócio/econômicos das comunidades NÃO SÃO OBJETIVOS DAS UPP’S Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 10. PLANO ESTRATÉGICO Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 11.
    • AÇÕES PRINCIPAIS
    Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 12. FASES DA PACIFICICAÇÃO Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 13.
    • FASES DA PACIFICAÇÃO
      • Fase 1: Retomada
      • Fase 2: Estabilização
      • Fase 3: Implantação da UPP
      • Fase 4: Pós Implantação
    PREVENÇÃO REPRESSÃO 1 2 3 4 Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 14.
    • FASES DA PACIFICAÇÃO
      • Fase 1: Retomada
        • Foco em ações de inteligência e repressivas
        • Utilização de forças táticas
        • “ Guerra avisada”
        • Parâmetro de efetivo variável
        • Duração variável
    Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 15.
    • FASES DA PACIFICAÇÃO
      • Fase 2: Estabilização
        • Manutenção do controle
        • Eliminar últimos focos de resistência
        • Utilização de tropa convencional
        • Parâmetro efetivo variável
        • Duração variável
    Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 16.
    • FASES DA PACIFICAÇÃO
      • Fase 4: Pós Implantação
        • Acompanhamento da qualidade dos serviços
        • Regulamentação
        • Aprofundamento do vínculo com a comunidade
        • Articulação institucional
    Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 17.
    • FASES DA PACIFICAÇÃO
      • Fase 1: Retomada
      • Fase 2: Estabilização
      • Fase 3: Implantação da UPP
      • Fase 4: Pós Implantação
    PREVENÇÃO REPRESSÃO 1 2 3 4 Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 18. Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 19. PLANO ESTRATÉGICO Mapa de UPP RESUMIDA out 2010.ppt Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 20. ALGUNS RESULTADOS FGV avalia impacto do policiamento coletivo na Cidade de Deus.wmv Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 21. Fonte – ISP – Instituto de Segurança Pública (nov.07-08 e nov.08-09). -82% -83% -88% -84% -100% -49% -71%
  • 22. Fonte: ISP - Instituto de Segurança Pública +532% +243% +328% -90%
  • 23. REPERCUSSÃO Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 24. REPERCUSSÃO Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 25. REPERCUSSÃO Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 26. REPERCUSSÃO Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 27. RESGATES
  • 28. RESGATES
  • 29. Há inúmeras evidências dos bons resultados já apurados pela Polícias Pacificadoras no Rio de Janeiro. ARNALDO JABOURborel.wmv
  • 30. POR QUE AGORA PODE DAR CERTO ? Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 31.
    • Crescimento Econômico
    • Copa 2014 e Rio 2016.
    • Equilíbrio Orçamentário
    • Apoio e Integração entre as esferas de governo
    • Profissionalização da gestão pública
    • Baixo crescimento populacional
    • Planejamento de médio e longo prazo
    • UPP social
    Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 32.
    • VISÃO DE FUTURO
    Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 33.
    • COMUNIDADES
    PACIFICAÇÃO CONSOLIDAÇÃO INCORPORAÇÃO À CIDADE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional Dissolução de redes criminais Dissolução de fronteiras CIDADE INTEGRADA
  • 34.
    • PMERJ
    UPP MODELO ORGANIZACIONAL RESGATE INSTITUCIONAL E MODERNIZAÇÃODA PMERJ MODELO OPERACIONAL Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional Dissolução de redes criminais Dissolução de fronteiras CIDADE INTEGRADA
  • 35. E O RESTANTE DO ESTADO ? Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional
  • 36. SISTEMA DE METAS E ACOMPANHAMENTO DE RESULTADOS
    • Compatibilização Territorial: Criação das RISP , Consolidação das AISP e criação das CISP.
    • Foco em alguns indicadores estratégicos: Homicídio Doloso, Roubos de Rua, Roubos de Veículos e Latrocínio.
    • Definição de metas conjuntas para PM e PC, a fim de reduzir as ocorrências dos indicadores estratégicos.
    • Metodologia de gestão e acompanhamento de resultados, incentivando a qualificação do policial em análise criminal e tratamento de desvios negativos dos indicadores estratégicos.
    Planilha acompanhamento_v23_jun2010.xlsm Exemplos análises resultados.ppt
  • 37. TAXAS DE HOMICÍDIO DOLOSO Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. -4,7% -8,4% -0,4%
  • 38. Os números apurados em 2010 para HOMICÍDIOS DOLOSOS estão abaixo da meta estabelecida pelo Sistema de Metas da SESEG (6,33% de redução sobre o 1º semestre de 2009)... Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. META ATÉ JUNHO: 2996 vítim. REAL ATÉ JUNHO: 2553 vítim. Desvio: -15% (-20%)
  • 39. Se compararmos os 12 meses de operação do SISTEMA DE METAS , com o mesmo período do ano anterior, verificamos uma redução significativa no indicador de Homicídio Doloso. Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. Dados relativos à Julho/2008 à Junho/2009 e Julho 2009 à junho 2010 -15% 2008/2009 2009/2010
  • 40. TAXAS DE ROUBO DE VEÍCULOS Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. -13,5% -16,8% -14,5%
  • 41. Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. Os números apurados em 2010 para ROUBO DE VEÍCULOS estão abaixo da meta estabelecida pelo Sistema de Metas da SESEG (4,37% de redução sobre o 1º semestre de 2009)... META ATÉ JUNHO: 13505 ocor. REAL ATÉ JUNHO: 10856 ocor. Desvio: -20% (-23%)
  • 42. Se compararmos os 12 meses de operação do SISTEMA DE METAS , com o mesmo período do ano anterior, verificamos uma redução significativa no indicador de Roubo de Veículos. 2008/2009 2009/2010 -23% Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. Dados relativos à Julho/2008 à Junho/2009 e Julho 2009 à junho 2010
  • 43. TAXAS DE ROUBO DE RUA Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública.
  • 44. Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. Os números apurados em 2010 para ROUBOS DE RUA estão abaixo da meta estabelecida pelo Sistema de Metas da SESEG (4,22% de redução sobre o 1º semestre de 2009)... . META ATÉ JUNHO: 45583 ocor. REAL ATÉ JUNHO: 40821 ocor. Desvio: -10% (-14%)
  • 45. Se compararmos os 12 meses de operação do SISTEMA DE METAS , com o mesmo período do ano anterior, verificamos uma redução significativa no indicador de Roubos de Rua. 2008/2009 2009/2010 -11% Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. Dados relativos à Julho/2008 à Junho/2009 e Julho 2009 à junho 2010
  • 46. Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. LATROCÍNIOS META ATÉ JUNHO: 114 vítim. REAL ATÉ ABRIL: 75 vítim. Desvio: -34%
  • 47. Se compararmos os 12 meses de operação do SISTEMA DE METAS , com o mesmo período do ano anterior, verificamos uma redução significativa no indicador de Latrocínio. -25% 2008/2009 2009/2010 Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. Dados relativos à Julho/2008 à Junho/2009 e Julho 2009 à junho 2010
  • 48. As metas dos indicadores estratégicos para o segundo semestre de 2010 já estão definidas, para continuidade da seqüência de redução das taxas de criminalidade no Estado... Fonte: ISP – Instituto de Segurança Pública. INDICADOR ESTRATÉGICO DE CRIMINALIDADE Valores realizados em jul-dez 2009 Redução % Proposta Valor da Meta do 2º sem. de 2010 Homicídio Doloso 2.596 -6,33% 2.432 Latrocínio 107 - 107 Roubo de Veículos 10.914 -4,37% 10.437 Roubos de Rua 40.904 -4,22% 39.178
  • 49. A Meta de 2014 para os Indicadores Estratégicos de Criminalidade foram desdobradas em metas anuais (por 100 Mil Hab.) para acompanhamento pelo Sistema de Metas já implementado. 2013 2012 2011 2010 2014 HOMICÍDIO DOLOSO ROUBO DE VEÍCULOS* ROUBOS DE RUA LATROCÍNIO 31,9 29,3 27,0 24,8 22,9 24108 23017 21976 20982 20000 504 482 461 440 428 1,4 1,3 1,2 1,1 1,0 * Roubo de Veículos em números absolutos.
  • 50. O acompanhamento dos pontos acontecerá mensalmente na apuração do resultado das metas. Peso do Indicador Estratégico de Criminalidade Peso do Farol da Meta (Resultado) O Sistema de Metas e Acompanhamento de Resultados prevê ainda um mecanismo de premiação para as metas atingidas dos Indicadores Estratégicos de Criminalidade e melhores práticas de gestão por parte dos agentes de segurança pública. Critérios de desempate EQUAÇÃO PARA PREMIAÇÕES PELO SISTEMA DE METAS INTEGRADAS Crime Vermelho Amarelo Verde jan fev ... dez 0 1 3 Roubos de Rua 1 ... 1 2 9 29 AISP 06 Roubo de Veículos 2 ... 1 0 11 66 185 Homicídio Doloso 3 ... 2 0 10 90 AISP Peso do crime Quantidade de faróis Pontos ponderados Farol mensal Total de pontos CONTAGEM DOS FARÓIS NO ANO Mais de 5% acima da meta estabelecida: Nenhum ponto Desvio de até 5% acima da Meta: 1 ponto Meta atingida: 3 pontos Homicídio Doloso: Peso 3 Roubo de Veículos: Peso 2 Crimes de Rua: Peso 1
  • 51. - A premiação será concedida a todos os colaboradores da Polícia Civil e Polícia Militar lotados a mais de 3 meses na RISP e/ou AISP premiada. - As três melhores iniciativas das unidades especializadas e / ou especiais (PMERJ ou PCERJ) no controle da criminalidade, a serem escolhidas pelo Grupo Validador mediante observação e/ou inscrição, também receberão as premiações de 1ª à 3ª colocada. A premiação consistirá em incentivos financeiros do Governo para aqueles agentes de segurança pública que alcançarem suas metas e obtiverem os melhores resultados. ESTRUTURA PREMIAÇÃO SEMESTRAL RISP AISP 1a. colocada no ranking de pontos: Todas que alcançarem suas metas semestrais: R$ 1.500,00 R$ 500,00 1a. colocada no ranking de pontos: Todas que alcançarem suas metas semestrais: 2a. colocada no ranking de pontos: 3a. colocada no ranking de pontos: R$ 1.500,00 R$ 500,00 R$ 1.000,00 R$ 750,00
  • 52. TOTAL DE PREMIAÇÃO NO 1º SEMESTRE DE 2010 PCERJ 2672 SERVIDORES PMERJ 15.975 SERVIDORES TOTAL GERAL POLICIAIS PREMIADOS: 18.647 VALOR BRUTO: R$ 11.584.000,00
  • 53. v "Instigo-os a mudar as dinâmicas, agir diferente! Não se sensibilizem com a violência somente quando ela os atingir (ou chegar próximo)" Desconhecido OBRIGADO [email_address]

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