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Reflexão sobre a lógica do relatório SARESP 2010 e as características fundamentais da avaliação de Língua Portuguesa e Mat...
Aspectos que evidenciam a avaliação de Língua Portuguesa <ul><li>1 . A presença do texto; </li></ul><ul><li>2. Os descrito...
SARESP -  Competência de Áreas <ul><li>Tema 1  – Reconstrução das condições de produção e recepção de textos (da Habilidad...
Análise dos resultados alcançados nos 3ºs e 5ºs anos <ul><li>Parte A : Observem a distribuição percentual dos alunos da Re...
Níveis Pontuação Descritor do Nível % de Alunos 2008 % de  Alunos 2009 % de  Alunos 2010 1 0 a 7 Os alunos escrevem sem co...
NÍVEIS EDIÇÃO 5º EF Abaixo do básico 2008 < 150 26,7 2009 20,9 2010 19,8 Básico 2008 150 a <200 41,0 2009 37,2 2010 39,3 A...
Alunos do 3º ano do Ensino Fundamental  por Nível de Desempenho em Matemática  SARESP/2010
Nível  Pontuação  Descrição do Nível % de Alunos Rede Estadual CEI COGSP Insuficiente 1  0 a 24 Os alunos não demonstram d...
<ul><li>Níveis de Matemática  </li></ul><ul><li>e Distribuição dos alunos  </li></ul><ul><li>da Rede Estadual  </li></ul><...
Níveis Edição Porcentagem Abaixo do básico (menor que 175) 2008 39,1 2009 30,3 2010 29,0 Básico (de 175 a menor que 225) 2...
Análise de algumas questões do Saresp, com foco nas habilidades/competências de leitura que foram exigidas na prova do Sar...
H2 - Identificar os possíveis elementos constitutivos da organização interna dos gêneros  não-literários: histórias em qua...
 
H 11 – estabelecer relações entre imagens (foto ou ilustração) e o corpo do texto, comparando itens de informação explícit...
Gab D - % de respostas  A – 39,7  B - 12,2  C – 8,9 D – 39,4
Observem os seguintes itens:3º ano - Raul vai guardar 12 reais por mês para comprar um brinquedo. Qual é o total que ele j...
<ul><li>a) Identifiquem o(s) bloco(s) de conteúdos em que estão inseridos, a habilidade que está sendo avaliada e localize...
<ul><li>b) Leitura compartilhada das observações constantes do Anexo IV do Relatório (pág. 125), dos dados da Tabela 6 -  ...
<ul><li>1 – Um pedreiro vai colocar rodapé em uma sala, deixando apenas o vão da porta, como indica a figura. Sabendo que ...
<ul><li>2 – A área de cada quadradinho da malha abaixo mede 1 cm². </li></ul><ul><li>Qual o valor, em cm², para a área da ...
<ul><li>Com base na discussão e reflexão, que ações podemos propor para um trabalho que permita desenvolver as habilidades...
Conteúdos de leitura <ul><li>1.  Procedimentos de leitura </li></ul><ul><li>2. Comportamento leitor </li></ul><ul><li>3.  ...
O que é ensinar a ler? <ul><li>Ensinar a ler, supõe possibilitar ao aluno aprender a ajustar os procedimentos de leitura à...
Como selecionar textos? <ul><li>O trabalho deve se organizar em torno da diversidade de textos  e gêneros  que circulam so...
Modalidades organizativas <ul><li>Leitura colaborativa; </li></ul><ul><li>Leitura programada; </li></ul><ul><li>Leitura em...
<ul><li>As modalidades em destaque favorecem o desenvolvimento de capacidades de compreensão, sendo a roda de leitores, co...
<ul><li>a) incrementar a iniciativa de alunos e alunas; </li></ul><ul><li>b) utilizar formas gráficas de representação;  <...
Como ensinar a compreender? <ul><li>Na  leitura , analisar se o aluno lê textos de gêneros e de complexidade relativa ao t...
Bibliografia <ul><li>BRÄKLING, Kátia. “As práticas sociais de leitura e escrita no processo de alfabetização”. In:  Educaç...
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  1. 1. “ Análise dos Relatórios Saresp 2010 – Preparação para o Dia do Saresp na Escola” Língua Portuguesa e Matemática Ciclo I setembro/ 2011
  2. 2. Reflexão sobre a lógica do relatório SARESP 2010 e as características fundamentais da avaliação de Língua Portuguesa e Matemática no SARESP: Matriz Curricular X Matriz de Referência <ul><li>Matriz curricular : currículo de uma disciplina, dentro do projeto Pedagógico de uma instituição de ensino. </li></ul><ul><li>Matriz de referência : elenco de habilidades e competências definidas em unidades denominadas descritores, agrupadas em tópicos que compõem a matriz de uma dada disciplina em avaliação </li></ul>
  3. 3. Aspectos que evidenciam a avaliação de Língua Portuguesa <ul><li>1 . A presença do texto; </li></ul><ul><li>2. Os descritores, reunidos em seis tópicos, que apresentam as habilidades de leitura a serem avaliadas; </li></ul><ul><li>3. As estratégias de perguntas que compõem o denominado item de leitura. </li></ul>
  4. 4. SARESP - Competência de Áreas <ul><li>Tema 1 – Reconstrução das condições de produção e recepção de textos (da Habilidade 1 a Habilidade 3); </li></ul><ul><li>Tema 2 – Reconstrução dos sentidos do texto (H 4 ao H 14); </li></ul><ul><li>Tema 3 – Reconstrução da textualidade (H 15 ao H 20); </li></ul><ul><li>Tema 4 – Recuperação da intertextualidade e estabelecimento de relações entre textos (H 21 e H 22); </li></ul><ul><li>Tema 5 – Reflexão sobre os usos da língua falada e escrita (H 23 e H 24); </li></ul><ul><li>Tema 6 – Compreensão de textos literários (H 25 ao H 40); </li></ul>
  5. 5. Análise dos resultados alcançados nos 3ºs e 5ºs anos <ul><li>Parte A : Observem a distribuição percentual dos alunos da Rede Estadual nos Níveis de Proficiência de Língua Portuguesa por Ano/Série – SARESP 2009/2010 e reflitam sobre os resultados alcançados, considerando as expectativas de aprendizagem esperadas, no 3º ano, para a continuidade dos estudos nas séries/anos posteriores. </li></ul><ul><li>Parte B : Observem a distribuição percentual dos alunos da Rede Estadual nos Níveis de Proficiência de Língua Portuguesa por Ano/Série – SARESP 2008/2009/2010 e reflitam sobre os resultados alcançados, considerando as expectativas de aprendizagem esperadas, no 5º ano, para a continuidade dos estudos nas séries/anos posteriores. </li></ul>
  6. 6. Níveis Pontuação Descritor do Nível % de Alunos 2008 % de Alunos 2009 % de Alunos 2010 1 0 a 7 Os alunos escrevem sem correspondência sonora. 6,4 4,0 4,6 2 8 a 14 Os alunos escrevem com correspondência sonora ainda não alfabética. 3,4 3,3 3,5 3 15 a 43 Os alunos escrevem com correspondência sonora alfabética; produzem texto com algumas características da linguagem escrita e do gênero proposto (conto); e localizam, na leitura, informações explícitas contidas no texto informativo. 22,7 25,4 25,3 4 44 a 53 Os alunos escrevem com ortografia regular; produzem texto com características da linguagem escrita e do gênero proposto (conto); e, leem com autonomia, fazendo inferências a partir do texto informativo. 15,5 19,3 19,4 5 54 a 68 Os alunos escrevem com ortografia regular; produzem texto com características da linguagem escrita e do gênero proposto (conto); e, produzem texto com algumas características da linguagem escrita, a partir de situação de leitura autônoma e de texto de outro gênero (instrucional). 36,8 34,6 35,0 6 69 a 72 Os alunos escrevem com ortografia regular e produzem texto com características da linguagem escrita, tanto no gênero proposto (conto) como em situação de leitura autônoma e de texto de outro gênero (instrucional). 15,2 13,3 12,1
  7. 7. NÍVEIS EDIÇÃO 5º EF Abaixo do básico 2008 < 150 26,7 2009 20,9 2010 19,8 Básico 2008 150 a <200 41,0 2009 37,2 2010 39,3 Adequado 2008 200 a <250 25,8 2009 31,6 2010 31,1 Avançado 2008 >ou =250 6,5 2009 10,3 2010 9,8
  8. 8. Alunos do 3º ano do Ensino Fundamental por Nível de Desempenho em Matemática SARESP/2010
  9. 9. Nível Pontuação Descrição do Nível % de Alunos Rede Estadual CEI COGSP Insuficiente 1 0 a 24 Os alunos não demonstram domínio das habilidades avaliadas pelos itens da prova. 5,8 5,1 6,0 2 25 a 40 Os alunos identificam as formas tridimensionais, em elementos da natureza e de objetos criados pelo homem: produzem escritas numéricas, mas ainda não tem domínio de regras do sistema de numeração decimal. 13,7 12,4 14,3 Regular 3 50 a 59 Os alunos comparam escritas numéricas ordenando os números do menor para o maior; resolvem problemas que envolvem a adição, como calcular o total de objetos de uma coleção que sofreu acréscimo; calculam o resultado de uma subtração sem recurso; fazem leitura de informações contidas em um calendário; identificam dados expressos em tabela simples de colunas. 8,4 7,4 8,8 Bom 4 60 a 75 Os alunos produzem escritas numéricas demonstrando compreender regras do sistema de numeração decimal; decompõem um número em duas ou três parcelas; resolvem problemas em que devem juntar quantidades, envolvendo uma adição com reserva; resolvem problemas associados à subtração, envolvendo a comparação entre as quantidades de duas coleções; indicam o valor total de uma certa quantia de cédulas e moedas de diferentes valores;identificam informações contidas em uma tabela de dupla entrada. 18,2 16,9 18,8 Muito bom 5 76 a 90 Os alunos identificam a regularidade de uma sequência numérica, demonstrando compreender regras do sistema de numeração decimal; resolvem problemas associados à subtração, envolvendo o cálculo da quantidade inicial de uma coleção que sofreu um acréscimo; efetuam trocas de moedas de diferentes valores por cédulas que representam uma dada quantia; resolvem problemas envolvendo a multiplicação e cuja idéia é a adição de parcelas iguais. 24,6 25,0 24,5 Excelente 6 91 a 100 Os alunos resolvem problemas cujos dados estão contidos em gráficos simples de colunas. 29,3 33,2 27,7
  10. 10. <ul><li>Níveis de Matemática </li></ul><ul><li>e Distribuição dos alunos </li></ul><ul><li>da Rede Estadual </li></ul><ul><li>nos Níveis de Proficiência </li></ul><ul><li>por Ano/Série – SARESP 2008/2009/2010 </li></ul>
  11. 11. Níveis Edição Porcentagem Abaixo do básico (menor que 175) 2008 39,1 2009 30,3 2010 29,0 Básico (de 175 a menor que 225) 2008 37,3 2009 39,3 2010 37,0 Adequado (de 225 a menor que 275) 2008 19,4 2009 24,0 2010 25,7 Avançado (maior ou igual a 275) 2008 4,2 2009 6,3 2010 8,2
  12. 12. Análise de algumas questões do Saresp, com foco nas habilidades/competências de leitura que foram exigidas na prova do Saresp 2009; Parte A: Analisem a questão e levantem quais conhecimentos os alunos precisam mobilizar para resolvê-la, em relação ao texto e à complexidade da tarefa proposta. Parte B : Quais as principais dificuldades encontradas pelos alunos na resolução destas questões?
  13. 13. H2 - Identificar os possíveis elementos constitutivos da organização interna dos gêneros não-literários: histórias em quadrinhos. Leia o texto e responda a questão: <ul><li>O balão do 4º quadrinho é diferente dos outros. Seu formato indica que o personagem está </li></ul><ul><li>(A) cochichando </li></ul><ul><li>(B) cantando </li></ul><ul><li>(C) gritando </li></ul><ul><li>(D) pensando </li></ul><ul><li>Gab D % de respostas </li></ul><ul><li>A – 7,2% B – 3,1% C – 12,6% D – 77,1% </li></ul>
  14. 15. H 11 – estabelecer relações entre imagens (foto ou ilustração) e o corpo do texto, comparando itens de informação explícita. Leia o texto e responda à questão. <ul><li>O maior autor de livros infantis que o Brasil já teve </li></ul><ul><li>Conheça Monteiro Lobato, o criador de Emília e tantos outros personagens inesquecíveis </li></ul><ul><li>Era uma vez um menino chamado Juca, que nasceu em Taubaté, estado de São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Quando Juca era criança, não havia brinquedos tão sofisticados quanto os de hoje em dia. Sabe o que ele fazia para se divertir? Usando a imaginação, transformava sabugos de milho em bonecos e chuchus com palitos espetados em cavalos. Juca também adorava ir à biblioteca da casa de seu avô: os livros de viagens e aventuras eram os seus favoritos. O nome completo do menino dessa história é José Bento Monteiro Lobato. Isso mesmo: foi ele quem criou a turma do Sítio do Picapau Amarelo e escreveu livros para contar as aventuras de Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Emília, Tia Nastácia, Visconde de Sabugosa e tantos outros personagens. Dona Benta é uma avó dedicada, muito culta e excelente contadora de histórias. Seus netos, os primos Pedrinho e Narizinho, adoram brincadeiras e aventuras. Emília é uma boneca de pano falante e muito curiosa, que vive tendo ideias engraçadas. Tia Nastácia é uma ótima cozinheira e sabe tudo de folclore e cultura popular. Visconde de Sabugosa é sabugo de milho que mais parece um cientista. </li></ul><ul><li>Fonte: MARQUES, Fernanda. Maior autor... Ciência Hoje das Crianças. Rio de Janeiro, 5 set. 2002. Adaptado. </li></ul><ul><li>As gravuras colocadas abaixo do texto servem para ilustrar o que o autor escreve no </li></ul><ul><li>(A) Título do texto </li></ul><ul><li>(B) primeiro parágrafo </li></ul><ul><li>(C)Segundo parágrafo </li></ul><ul><li>(D)Terceiro parágrafo </li></ul>
  15. 16. Gab D - % de respostas A – 39,7 B - 12,2 C – 8,9 D – 39,4
  16. 17. Observem os seguintes itens:3º ano - Raul vai guardar 12 reais por mês para comprar um brinquedo. Qual é o total que ele juntará em 8 meses? (MANHÃ) - Rita vai ganhar 16 reais por mês de seu avô. Se ela não gastar esse dinheiro, qual é o total que ela juntará em 5 meses? (TARDE)
  17. 18. <ul><li>a) Identifiquem o(s) bloco(s) de conteúdos em que estão inseridos, a habilidade que está sendo avaliada e localizem nas Orientações Curriculares do Estado de São Paulo a(s) expectativa(s) de aprendizagem que deve(m) ser garantida(s) para que os alunos resolvam esses itens. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>b) Leitura compartilhada das observações constantes do Anexo IV do Relatório (pág. 125), dos dados da Tabela 6 - Alunos do 3º ano do Ensino Fundamental por Nível de Desempenho em Matemática - Rede Estadual – Saresp 2010 (em %) (pág. 18) e dos comentários relativos a Itens envolvendo Resolução de Problemas (pág. 60) para conhecimento, exploração e análise dos resultados alcançados. </li></ul><ul><li>Obs.: Entendemos, neste momento, Leitura compartilhada como uma leitura com todo o grupo, com discussão e análise. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>1 – Um pedreiro vai colocar rodapé em uma sala, deixando apenas o vão da porta, como indica a figura. Sabendo que cada lado do quadradinho corresponde a 1 metro, a quantidade de rodapé, em metros, que o pedreiro deve colocar é: </li></ul>(A) 14 (B) 13 (C) 12 (D) 11 <ul><li>1 – Um pedreiro vai colocar rodapé em uma sala, deixando apenas o vão da porta, como indica a figura. Sabendo que cada lado do quadradinho corresponde a 1 metro, a quantidade de rodapé, em metros, que o pedreiro deve colocar é: </li></ul>
  20. 21. <ul><li>2 – A área de cada quadradinho da malha abaixo mede 1 cm². </li></ul><ul><li>Qual o valor, em cm², para a área da figura desenhada na malha? </li></ul>1 7 cm²
  21. 22. <ul><li>Com base na discussão e reflexão, que ações podemos propor para um trabalho que permita desenvolver as habilidades necessárias previstas para cada ano/série: </li></ul><ul><li>Quais são as situações mais propícias ao desenvolvimento das habilidades/capacidades de compreensão de leitura? </li></ul><ul><li>Como se ensina esse conteúdo de leitura? </li></ul><ul><li>As nossas escolas estão ensinando esses conteúdos? A partir de que série? </li></ul>
  22. 23. Conteúdos de leitura <ul><li>1. Procedimentos de leitura </li></ul><ul><li>2. Comportamento leitor </li></ul><ul><li>3. Capacidades / Habilidades de leitura </li></ul>
  23. 24. O que é ensinar a ler? <ul><li>Ensinar a ler, supõe possibilitar ao aluno aprender a ajustar os procedimentos de leitura às finalidades colocadas. </li></ul><ul><li>Ensinar a ler requer a socialização com os alunos de apreciações, pareceres, dúvidas, critérios de escolha. </li></ul><ul><li>Ensinar a ler, requer a tematização das capacidades de leitura requeridas para tanto, possibilitando ao aluno constituí-las ou ampliá-las. </li></ul><ul><li>Dessa forma, capacidades, procedimentos e comportamentos leitores devem ser tomados como objetos de ensino na escola. Bräkling, 2008. </li></ul>
  24. 25. Como selecionar textos? <ul><li>O trabalho deve se organizar em torno da diversidade de textos e gêneros que circulam socialmente; </li></ul><ul><li>Dos textos que circulam socialmente, aqueles que podem atender a necessidades detectadas do aluno-leitor para uma efetiva participação cidadã; </li></ul><ul><li>Os que possibilitam, de maneira mais imediata, a identificação de elementos implícitos; </li></ul><ul><li>Os que possibilitam o estabelecimento de relações com outros textos já lidos (intertextualidade) e outros discursos (interdiscursividade). </li></ul>
  25. 26. Modalidades organizativas <ul><li>Leitura colaborativa; </li></ul><ul><li>Leitura programada; </li></ul><ul><li>Leitura em voz alta pelo professor; </li></ul><ul><li>Leitura de escolha pessoal; </li></ul><ul><li>Projetos de leitura; </li></ul><ul><li>MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa para o ensino Fundamental (5ª a 8ª série). Brasília (DF): MEC/SEF; 1998. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>As modalidades em destaque favorecem o desenvolvimento de capacidades de compreensão, sendo a roda de leitores, como atividade permanente de leitura (roda de jornal, roda de curiosidades, de apreciação de uma obra), a situação mais adequada para o aprendizado e desenvolvimento de comportamento leitores. </li></ul>
  27. 28. <ul><li>a) incrementar a iniciativa de alunos e alunas; </li></ul><ul><li>b) utilizar formas gráficas de representação; </li></ul><ul><li>c) oferecer modelos de compreensão e controle. A modelagem do professor; </li></ul><ul><li>d) aumentar a sensibilidade às incoerências do texto; </li></ul><ul><li>e) utilizar técnicas de discussão coletiva; </li></ul><ul><li>f) ajudar a interiorizar orientações a serem seguidas; </li></ul><ul><li>g) relacionar a compreensão com a produção de textos; </li></ul>Como ensinar a compreender?
  28. 29. Como ensinar a compreender? <ul><li>Na leitura , analisar se o aluno lê textos de gêneros e de complexidade relativa ao trabalho realizado em classe: </li></ul><ul><li>a. Conseguindo antecipar possíveis conteúdos a partir da análise de índices do contexto de produção; </li></ul><ul><li>b. Localizando informações; </li></ul><ul><li>c. realizando inferências simples; </li></ul><ul><li>d. articulando informações de diferentes trechos do texto na busca do sentido; </li></ul><ul><li>e. articulando o conteúdo do texto com seus conhecimentos prévios e experiências vividas </li></ul><ul><li>f. Articulando trechos do texto na busca do sentido; </li></ul><ul><li>g. Sintetizando idéias do texto como um todo; </li></ul><ul><li>h. Na leitura oral, lê com fluência os textos, conseguindo recuperar o sentido dos mesmos. </li></ul>
  29. 30. Bibliografia <ul><li>BRÄKLING, Kátia. “As práticas sociais de leitura e escrita no processo de alfabetização”. In: Educação : fazer e aprender na cidade de São Paulo. São Paulo: SME, 2008. </li></ul><ul><li>COLOMER, Teresa; Camps, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender . Porto Alegre: Artmed, 2002. </li></ul><ul><li>LERNER, Délia. Ler e escrever na escola : o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Editora Artmed, 2005. </li></ul><ul><li>SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura . 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. </li></ul>
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