Arevolução liberal começou em 1820 com uma espécie de golpe militar, conhecido peloPronunciamento Militar de 24 de Agosto ...
e essa divisão entre liberais e absolutistas acabaram com uma guerra civil que durou entre1832 e 1834! Descrevam agora os ...
BalaiadaNo início do século XIX, a população maranhense era composta de escravos e de sertanejosmiseráveis, enquanto o pod...
CabanagemA História da Cabanagem, causas, objetivos, revolta regencial, os cabanos, Brasil ImpérioIntrodução:A Cabanagem f...
A elite fazendeira do Rio Grande do Sul contestava a centralização política, o desinteresse dogoverno central pelos proble...
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Guerra dos Farrapos, Revolta dos males, Cabanagem, Balaiada, Revolta liberal.

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Guerra dos Farrapos, Revolta dos males, Cabanagem, Balaiada, Revolta liberal.

  1. 1. Arevolução liberal começou em 1820 com uma espécie de golpe militar, conhecido peloPronunciamento Militar de 24 de Agosto de 1824. A partir de então formou-se uma juntaprovisória do Governo do reino para governar o país enquanto se preparavam eleições e seelaborava uma nova Constituição. Os revoltosos de 1820 defendiam o fim do absolutismo e dasociedade de ordens, enfim o fim do Antigo Regime, ficando conhecidos por liberais vintistas.Mas mesmo entre os liberais, havia divisões e a Martinhada foi disso um exemplo. A famíliareal continuava no Brasil e quando se fizeram as eleições para as cortes não houve um partidoque vencesse com maioria. Portanto, havia muita divisão nesta fase da revolução. Em Junho de1821 o Rei D. João VI regressou do Brasil para jurar e fazer cumprir a nova Constituição que foiaprovada apenas em 1822. No entanto, mesmo entre a família real havia divisões a nível deideologia política. Identifiquem-nas? D. Carlota e seu filho aliaram-se aos conservadores poispretendiam restaurar o absolutismo. *ao passe que…+ D. João VI e seu filho mais velho D.Pedro IV eram mais defensores das ideias liberais. Além do descontentamento dosportugueses, como por exemplo da burguesia, havia muita divisão entre o que seria melhor:um regime absolutista ou um regime liberal. Como houve uma mudança em 1820 para oregime liberal, pensava-se que a situação do país melhoraria, mas nem por isso. Como ficouconhecida essa tentativa? Vilafrancada. Com a Vilafrancada, D. Miguel impôs o absolutismo,mas o seu pai conseguiu dominar a situação. D. Miguel tentou novamente no ano seguinteimpôs o absolutismo – Abrilada – mas foi novamente derrotado e expulso do país. D. João VIreina o país de que forma a partir da Abrilada? D. João VI retirou a chefia do exército a D.Miguel, obrigou a abandonar o pais e passou a governar o reino num regime absolutismomoderado até à data da sua morte 26 de Março de 1826. De Abril de 1824 até Março de 1826,D. João VI governou de forma absoluta mas moderada, o que levou muitos dos liberaisrevoltosos de 1820 a abandonar o país e seguirem para Inglaterra, França e Açores… QuandoD. João morreu deveria suceder-lhe o seu filho mais velho D. Pedro IV, mas este recusou otrono português! Porquê? Porque era imperador no Brasil e não quis trocar o Brasil porPortugal. Mas apresentou uma proposta solução para a sucessão ao trono. Qual? A sua filhaque contava com 7 anos, D. Maria da Glória [E como reinaria ela?] E esta foi prometida emcasamento ao tio D. Miguel que se encontrava em Viena e que seria regente até a suamaioridade.Portanto um casamento entre tio e sobrinha, desde que ele respeitasse um novo documentoque D. Pedro IV apresentou para Portugal e que seria uma forma de satisfazer os absolutistas eos liberais. Que documento era esse? A carta Constitucional. Quando D. Miguel chegou aPortugal esqueceu-se de todos os compromissos assumidos perante o irmão e a rainha, suafutura esposa, D. Miguel assumiu um poder verdadeiramente absolutista, dissolvendo ascortes e convocando-as á moda antigo e foi aclamado rei absoluto. Vamos ver no que deu atraição de D. Miguel a seu irmão que ficara no Brasil a pensar que tudo iria correr conformejurado. Vamos ver a situação agora do ponto de vista do comum das pessoas: os portugueses!Tínhamos um sucessor legítimo ao trono que trocou uma ex-colónia que ele próprio declaroucomo independente de Portugal que recusou o trono português. Propôs uma filha de 7 anosque nunca tinha estado em Portugal. Por outro lado, um irmão que foi falso, desonesto porquejurara um acordo e falhou com esse acordo logo que pôde. Portanto, havia portugueses afavor de D. Pedro IV porque era liberal e portugueses que eram a favor de D. Miguel queapesar de falso era patriota, defendia Portugal acima de tudo, mas absolutista. Esse problema
  2. 2. e essa divisão entre liberais e absolutistas acabaram com uma guerra civil que durou entre1832 e 1834! Descrevam agora os principais momentos dessa guerra civil! Abdicou do tronobrasileiro e vai para o continente [Portugal] combater com seu irmão. Como acabou a guerracivil? O exército absolutista foi surpreendido pelas forças liberais, muitos apoiantes deD.Miguel abandonaram-no condenando à morte o absolutismo. Portanto os liberais vencerame como ficou o governo de Portugal? Então assinaram a paz em 27 de Maio de 1834 D. Miguele D. Pedro e os liberais estabeleceram condições; apesar de todas as dificuldades persistiu amonarquia constitucional. D. Pedro IV ficou a reinar, mas ele morreu pouco depois. Depois damorte de D. Pedro subiu ao trono D: Maria II.Fonte: http://pt.shvoong.com/ ,Revolta dos Malês: insatisfação contra a escravidão e imposição religiosaIntrodução:A Revolta dos Malês foi um movimento que ocorreu na cidade de Salvador(província da Bahia) entre os dias 25 e 27 de janeiro de 1835. Os principais personagens destarevolta foram os negros islâmicos que exerciam atividades livres, conhecidos como negros deganho (alfaiates, pequenos comerciantes, artesãos e carpinteiros). Apesar de livres, sofriammuita discriminação por serem negros e seguidores do islamismo. Em função destascondições, encontravam muitas dificuldades para ascender socialmente.Causas e objetivos da revolta:Os revoltosos, cerca de 1500, estavam muito insatisfeitos com aescravidão africana, a imposição do catolicismo e com a preconceito contra os negros.Portanto, tinham como objetivo principal à libertação dos escravos. Queriam também acabarcom o catolicismo (religião imposta aos africanos desde o momento em que chegavam aoBrasil), o confisco dos bens dos brancos e mulatos e a implantação de uma república islâmica.Desenvolvimento da revolta:De acordo com o plano, os revoltosos sairiam do bairro de Vitória(Salvador) e se reuniriam com outros malês vindos de outras regiões da cidade. Invadiriam osengenhos de açúcar e libertariam os escravos. Arrecadaram dinheiro e compraram armas paraos combates. O plano do movimento foi todo escrito em árabe.Fim da revolta:Uma mulher contou o plano da revolta para um Juiz de Paz de Salvador. Ossoldados das forças oficiais conseguiram reprimir a revolta. Bem preparados e armados, ossoldados cercaram os revoltosos na região da Água dos Meninos. Violentos combatesaconteceram. No conflito morreram sete soldados e setenta revoltosos. Cerca de 200integrantes da revolta foram presos pelas forças oficiais. Todos foram julgados pelos tribunais.Os líderes foram condenados a pena de morte. Os outros revoltosos foram condenados atrabalhos forçados, açoites e degredo (enviados para a África).O governo local, para evitaroutras revoltas do tipo, decretou leis proibindo a circulação de muçulmanos no período danoite bem como a prática de suas cerimônias religiosas.Curiosidade:- O termo “malê” é de origem africana (ioruba) e significa “o muçulmano”.
  3. 3. BalaiadaNo início do século XIX, a população maranhense era composta de escravos e de sertanejosmiseráveis, enquanto o poder estava nas mãos de proprietários rurais e comerciantes.Tudoisso fez com que a revolta e a insatisfação popular se agravasse, principalmente depois quepolíticos conservadores tentaram aumentar os poderes dos prefeitos.A revolta populartransformou-se em um movimento que foi capaz de mobilizar a classe marginalizada dasociedade. O início da revolta foi no dia 13 de dezembro de 1838, quando um grupo devaqueiros liderados por Raimundo Gomes invadiu a cadeia local para libertar algunscompanheiros que tinham sido presos.Com o sucesso da invasão e ajudados pela Guarda Nacional os vaqueiros tomaram conta dolugarejo.A Balaiada representou a luta popular contra as desigualdades e injustiças dasociedade da época (sociedade escravista).Toda essa insatisfação e revolta uniram cada vezmais a classe marginalizada da sociedade.A balaiada teve sua origem no confronto entre duasfacções: cabanos (conservadores) e bem-te-vis (liberais). Os membros destes dois partidospertenciam à classe alta do Maranhão.Até 1837, o Maranhão foi governado pelos liberais (bem-te-vis); porém, com a ascensão deAraújo Lima como regente e a vitória dos conservadores no governo central do Rio de Janeiro,os conservadores (cabanos) do Maranhão conquistaram o poder e afastaram os bem-te-vis dogoverno.Enquanto esses dois grupos brigavam entre si, Raimundo Gomes levava a revolta parao Piauí e em 1839 contava com a participação de Manuel Francisco dos Anjos Ferreira (fazedorde balaios – cestos de palha). Daí o nome do movimento.Toda a agitação que a revolta causou, beneficiou os bem-te-vis, pois isso refletia de formanegativa na administração dos cabanos.A rebelião continuava até que em julho de 1839 osbalaios tomaram a vila de Caxias (segunda cidade da Província do Maranhão).Com a gravidadeda situação, bem-te-vis e cabanos começaram a se unir para dar início à repressão contra osbalaios. Começaram, então, a subornar os rebeldes, com a finalidade de desmoralizar omovimento. A tática deu certo e em 1839 o governo central nomeou o coronel Luís Alves deLima e Silva (futuro Duque de Caxias) presidente da província e comandante de todas as forçasrepressivas do Maranhão.Como 1ª medida, o novo presidente pagou os atrasos aos militares,reorganizou as tropas e começou a atacar e a cercar os redutos balaios, que estavamenfraquecidos, devido às deserções e a perda do apoio passivo dos bem-te-vis.A anistiadecretada em agosto de 1840, provocou a rendição imediata de cerca de 2500 balaios. Quemresistiu foi, logo em seguida, derrotado. Estava terminada a Balaiada.Em maio de 1841, LuísAlves de Lima e Silva fez uma avaliação positiva da sua atuação e com essa atitude dava porencerrada a sua missão.
  4. 4. CabanagemA História da Cabanagem, causas, objetivos, revolta regencial, os cabanos, Brasil ImpérioIntrodução:A Cabanagem foi uma revolta popular que aconteceu entre os anos de 1835 e 1840na província do Grão-Pará (região norte do Brasil, atual estado do Pará). Recebeu este nome,pois grande parte dos revoltosos era formada por pessoas pobres que moravam em cabanasnas beiras dos rios da região. Estas pessoas eram chamadas de cabanos.Contexto histórico:No início do Período Regencial, a situação da população pobre do Grão-Paráera péssima. Mestiços e índios viviam na miséria total. Sem trabalho e sem condiçõesadequadas de vida, os cabanos sofriam em suas pobres cabanas às margens dos rios. Estasituação provocou o sentimento de abandono com relação ao governo central e, ao mesmotempo, muita revolta.Os comerciantes e fazendeiros da região também estavam descontentes,pois o governo regencial havia nomeado para a província um presidente que não agradava aelite local.Causas e objetivos:Embora por causas diferentes, os cabanos (índios e mestiços, na maioria) eos integrantes da elite local (comerciantes e fazendeiros) se uniram contra o governo regencialnesta revolta. O objetivo principal era a conquista da independência da província do Grão-Pará. Os cabanos pretendiam obter melhores condições de vida (trabalho, moradia, comida).Já os fazendeiros e comerciantes, que lideraram a revolta, pretendiam obter maiorparticipação nas decisões administrativas e políticas da província.Revolta:Com início em 1835, a Cabanagem gerou uma sangrenta guerra entre os cabanos e astropas do governo central. As estimativas feitas por historiadores apontam que cerca de 30 milpessoas morreram durante os cinco anos de combates.No ano de 1835, os cabanos ocuparama cidade de Belém (capital da província) e colocaram na presidência da província Félix Malcher.Fazendeiro, Malcher fez acordos com o governo regencial, traindo o movimento. Revoltados,os cabanos mataram Malcher e colocaram no lugar o lavrador Francisco Pedro Vinagre(sucedido por Eduardo Angelim).Contanto com o apoio inclusive de tropas de mercenárioseuropeus, o governo central brasileiro usou toda a força para reprimir a revolta que ganhavacada vez mais força.Fim da revolta:Após cinco anos de sangrentos combates, o governo regencial conseguiureprimir a revolta. Em 1840, muitos cabanos tinham sido presos ou mortos em combates. Arevolta terminou sem que os cabanos conseguissem atingir seus objetivos.A Guerra dos Farrapos, também chamada Revolução Farroupilha, foi a mais longaguerra civil brasileira. Durou 10 anos. Foi liderada pela classe dominante gaúcha, formada porfazendeiros de gado, que usou as camadas pobres da população como massa de apoio noprocesso de luta.Apesar da participação do povo, esse movimento difere da Cabanagem e daBalaiada, pois os fazendeiros, unidos, jamais permitiram que as camadas popularesassumissem a liderança do movimento ou se organizassem em lutas próprias.
  5. 5. A elite fazendeira do Rio Grande do Sul contestava a centralização política, o desinteresse dogoverno central pelos problemas das províncias e os tratados comerciais que prejudicavam opaís. Contestava também os impostos e as baixas taxas alfandegárias cobradas na importaçãode produtos estrangeiros, principalmente o charque (carne-seca) argentino e uruguaio, queconcorria com mercados consumidores brasileiros.Desde o século XVII, a base da economia gaúcha era a criação de gado e principalmente afabricação do charque, importante produto para a alimentação dos escravos e das populaçõesmais necessitadas que viviam nas zonas mineradoras e nos latifúndios do Norte e do Nordeste.Entretanto, os fazendeiros gaúchos, para venderem o charque nas outras províncias do Brasil,eram obrigados a pagar impostos alfandegários, como se o produto fosse estrangeiro.Dessa maneira, o charque do Rio Grande do Sul, produzido em bases escravistas, não podiacompetir com o preço e a qualidade do charque argentino e uruguaio, que pagava baixas taxasde impostos nas alfândegas do Brasil e era produzido em escala superior, com a utilização demão-de-obra assalariada, mais dinâmica e produtiva que a escrava.Diante disso, os fazendeiros de gado organizaram a luta, que tinha como finalidade solucionaros problemas econômicos da província e obter liberdade de escolherem seus própriosgovernantes.Em 1835, os rebeldes, comandados por Bento Gonçalves, tomaram a cidade de Porto Alegre e,no ano seguinte, proclamaram a República Rio-Grandense, também chamada República dePiratini.Sob o comando de Davi Canabarro e auxiliados pelo italiano Garibaldi, os gaúchoscontinuaram lutando e conquistaram Santa Catarina, a República Juliana.Os rebeldes iamampliando suas conquistas e organizando seu próprio governo. Chegaram a convocar umaAssembléia Constituinte para a elaboração de um projeto de Constituição.De acordo com asidéias revolucionárias, o regime político adotado seria uma república presidencialista, em queo presidente seria eleito pelo voto censitário e governaria assessorado por um grupo deconselheiros.Para combater os rebeldes e tentar a paz, o governo central nomeou Caxias como governadordo Rio Grande do Sul.Caxias isolou os rebeldes , cortou as principais linhas de comunicação eabastecimento dos farrapos e propôs um acordo de paz, que incluía uma anistia aoscombatentes farroupilhas.Entretanto, somente em 1845 os rebeldes aceitaram a paz propostapor Caxias. Pelo acordo estabelecido, além da anistia ampla e restrita aos rebeldes, o governodeveria libertar os escravos que lutaram ao lado dos farrapos; incorporar ao Exército Imperial,com as mesmas patentes, os oficiais rebeldes; devolver aos farrapos as propriedades tomadasdurante a luta; mudar a política de cobrança de impostos. Assim, fez-se a paz.Fontes , Histórico , bibliografiawww.suapesquisa.com/www.google.com.br/www.historiatecabrasil.com/www.coladaweb.com/www.infoescola.com/educacao.uol.com.br

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