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Apresentação James Grunig - Evento FAPCOM 06/08

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Apresentação feita pelo pesquisador e consultor norte-americano James E. Grunig em sua visita ao Brasil no evento realizado na FAPCOM, em 06/08, para a comemoração do lançamento de sua primeira ...

Apresentação feita pelo pesquisador e consultor norte-americano James E. Grunig em sua visita ao Brasil no evento realizado na FAPCOM, em 06/08, para a comemoração do lançamento de sua primeira obra em língua portuguesa: "Relações Públicas: teoria, contexto e relacionamentos".

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Apresentação James Grunig - Evento FAPCOM 06/08 Apresentação James Grunig - Evento FAPCOM 06/08 Presentation Transcript

  • O papel estratégico das Relações Públicas: Como sobreviver e prosperar em contextos vulneráveis C b i t t l á i James E Grunig Professor Emeritus E. Grunig, Department of Communication University of Maryland College Park, Maryland, USA Park Maryland 1
  • Qual a função organizacional das Relações Públicas? Relação com os meios, divulgação, informação, difusão de ç , g ç , ç , mensagens? Notícias, publicações, campanhas de comunicação, contatos com os meios meios. Uma função de Marketing? Apoio ao Marketing por meio de divulgação nos meios? Uma função da gestão estratégica? Na condição de ativo participante dos processos de tomada de decisão? Análise de cenários e desenvolvimento de pesquisas sobre as expectativas dos públicos? Construção de relacionamentos com outras funções, incluindo o Marketing? 2
  • Paradigmas teóricos subjacentes Paradigma simbólico, interpretativo. Paradigma da gestão comportamental estratégica. Ambos paradigmas são praticados hoje em dia, fazem parte da história das Relações Públicas e disputam o futuro da profissão profissão. 3
  • Paradigma simbólico, interpretativo As Relações Públicas administram como os públicos interpretam a organização para protegê-la do seu ambiente. Nessas interpretações encontram-se os conceitos de imagem imagem, reputação, marca, impressões e identidade. A ênfase está na divulgação, nas relações com a os meios e com os g ç , ç efeitos da mídia. O paradigma visualiza os efeitos das Relações Públicas como mudanças nas representações cognitivas como, por exemplo, o d t õ iti l sentido de significados. 4
  • Paradigma comportamental da gestão estratégica g As R l õ Públi A Relações Públicas participam das tomadas de decisões ti i d t d d d i õ estratégicas para auxiliar na administração do comportamento da organização. Relações Públicas é uma atividade de relacionamento com os stakeholders e não um conjunto de atividades para a transmissão de mensagens, elaboradas para proteger a organização desses mesmos stakeholders. A ênfase está no modelo de comunicação simétrica de mão dupla que proporciona aos públicos uma voz no processo decisório e facilita o ma o diálogo entre a administração e os públicos. O paradigma visualiza os efeitos das Relações Públicas nas p g ç mudanças e na adequação dos comportamentos. 5
  • Evolução do paradigma comportamental da gestão estratégica No início da década de 1960 começam as pesquisas sobre o comportamento dos públicos e o desenvolvimento da teoria situacional de públicos. Pesquisas realizadas durante os anos 1970 focalizaram como as características da organização e sua gestão afetam o comportamento dos profissionais de Relações Públicas e de seus departamentos. Desenvolvimento de teoria sobre as Relações Públicas simétricas e D l i t d t i b R l õ Públi i ét i baseadas no diálogo durante as décadas de 1970 e 1980. Pesquisas de avaliação na empresa AT&T no final dos anos 70. q ç p O projeto de Excelência da IABC (International Association of Business Communicators) realizada durante os anos 1980 e 1990 que explicou o ROI - Retorno sobre Investimento - das Relações Públicas e serviu para destacar o papel estratégico da atividade. 6
  • Conclusões do Estudo de Excelência As Relações Públicas são uma função gerencial única que auxilia uma organização a interagir com os elementos sociais, políticos e institucionais de seu ambiente. As Relações Públicas criam valor para as organizações e a sociedade cultivando relacionamentos com stakeholders estratégicos e com os públicos. O valor das Relações Públicas pode ser estabelecido mediante a alor mensuração da qualidade dos relacionamentos que a organização estabelece com seu ambiente institucional. 7
  • Os relacionamentos são valiosos porque eles: Reduzem custos. Aumentam a rentabilidade. Minimizam o risco. Protegem a o ga ação contra os riscos de assu tos e e ge tes e otege organização co t a scos assuntos emergentes crises. Estão diretamente vinculados com a reputação (comportamentos p ç ( p organizacionais lembrados pelo públicos). São ativos intangíveis que constituem uma parte importante do valor g q p p da organização para os acionistas, stakeholders e a sociedade. 8
  • Conclusões a respeito do papel gerencial do profissional de Relações Públicas As Relações Públicas tem um papel gerencial estratégico, além de sua função técnica. Os departamentos de Relações Públicas planejam, administram e avaliam os programas de RP de forma estratégica. As Relações Públicas ajudam a proporcionar as condições básicas para alcançar a excelência organizacional. 9
  • Conclusões a respeito da integração e do empoderamento As atividades de comunicação são integradas por meio do departamento de RP ou mediante a ação de um executivo graduado de Comunicação. O empoderamento das Relações Públicas é realizado pela coalização dominante. dominante As Relações Públicas não são subordinadas ao Marketing ou a outras funções organização. f nções da organi ação 10
  • Conclusões a respeito da ética e do profissionalismo As Relações Públicas são simétricas e de mão dupla. O executivos de Relações Públicas atuam como conselheiros da ética e defensores internos da responsabilidade social. Os departamentos de Relações Públicas tê u a base profissional de depa ta e tos e ações úb cas têm uma p o ss o a conhecimento. 11
  • Globalização das Relações Públicas Princípios genéricos Características das Relações Públicas Excelentes Aplicações específicas das Relações Públicas Aplicações específicas das Relações Públicas Cultura Sistema Político Sistema Econômico Abrangência do Ativismo Nível de desenvolvimento Sistema midiático 12
  • As Relações Públicas contribuem para a gestão estratégica quando: Participam do p p processo de tomada de decisão com a alta administração identificando conseqüências que levam à formação de “stakeholders”. Efetuam a segmentação d “ t k h ld ” e d públicos. Ef t t ã de “stakeholders” dos úbli Utilizam a comunicação para cultivar relacionamentos com públicos estratégicos. estratégicos Influenciam o comportamento gerencial. Realizam ações amenizadoras diante de assuntos emergentes e crises. Implantam I l t mecanismos de mensuração d qualidade dos i d ã da lid d d relacionamentos. 13
  • Identificação dos stakeholders Identificação dos stakeholders por meio do monitoramento de consequências das decisões organizacionais sobre aqueles que não fazem parte do processo de tomada de decisão. Um stakeholder é qualquer indivíduo, grupo ou organização que estão expostos a quaisquer risco decorrente de decisões, comportamentos ou ausência de posicionamento da organização organização. A maioria dos stakeholders identificados no Estudo de Excelência eram clientes, colaboradores, i li t l b d investidores, comunidade, governo, tid id d membros de algum grupo específico, mídia e patrocinadores. 14
  • Stakeholders podem ser segmentados em públicos Ativista, ativo, passivo ou sem comportamento de comunicação. Quanto mais ativo for o público, maior será a probabilidade dos p , p efeitos na comunicação. Por exemplo, a probabilidade de que uma ação sobre o comportamento de um público específico surta algum efeito pode ser aumentada de 0,5% para 50% mediante a seleção de um público ativo, ao i é d um não-público. invés de ã úbli 15
  • Princípios da Comunicação em tempos de crise O princípio d relacionamento. i í i do l i t As organizações resistem melhor a uma crise quando estabelecem relacionamentos bons e duradouros com aqueles públicos que podem ser afetados pelas decisões e pelo comportamento organizacional. g O princípio da responsabilidade. As organizações devem aceitar a responsabilidade de administrar uma crise, até mesmo quando elas não sejam culpadas dessa crise. 16
  • Princípios da Comunicação em tempos de crise O princípio da transparência Durante a crise a organização deve revelar tudo o que sabe sobre a crise e outros problemas nela envolvidos. O princípio da comunicação simétrica p p ç Durante a crise a organização deve assumir que os interesses dos seus públicos são tão importantes quanto os seus próprios interesses. 17
  • Ferramentas estratégicas para as Relações Públicas desenvolvidas a partir do Estudo da p Excelência Mensuração dos tipos e qualidades dos relacionamentos e estratégias utilizadas para cultivar relacionamentos. Pesquisa para identificar o efeito dos relacionamentos na reputação e eficácia organizacional: o retorno sobre investimento (ROI) das Relações Públicas Públicas. Ferramentas de Relações Públicas na gestão estratégica: análise e construção constr ção de cenários de cenários (“environmental scanning”) (“en ironmental scanning”). 18
  • Novas pesquisas em Relações Públicas Empoderamento das Relações Públicas como uma função gerencial. Identificação dos tipos de públicos e desenvolvimento de estratégias para os públicos ativos, passivos e ativistas. Desenvolvimento de um arcabouço ético para que os p o ss o a s de ese o e to u a cabouço ét co pa a profissionais Relações Públicas possam utilizar na gestão estratégica. 19
  • Rumo ao futuro É necessário realizar pesquisas sobre a institucionalização das Relações Públicas como parte da gestão estratégica e não como uma função simbólica e reativa. 20