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 Estabilidade
 Pouca Mudança
 Previsibilidade
 Estabilidade e certeza</li></ul>Administração científica<br />Teoria Clássica<br />Relações Humanas<br />Teoria da burocr...
 Aumento da Mudança
 Fim da previsibilidade
 INOVAÇÂO</li></ul>Teoria Neoclássica<br />Teoria Estruturalista<br />Teoria Comportamental<br />Teoria de Sistemas<br />T...
 Serviços
 Aceleração da mudança
 Imprevisibilidade
 Instabilidade e incerteza</li></ul>Ênfase em produtividade<br />Qualidade <br />Competitividade<br />Cliente<br />Globali...
Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.3. As abordagens tradicionais daadministraçãoda Era Industrial Clássica<br />As abordagen...
Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial <br />Clássica<br />Ênfase nas Tarefas<br /><ul><li...
  Iniciada por Frederick W. Taylor. Que desenvolveu um conjunto de princípios aos quais davam o nome de Administração Cien...
Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial Clássica<br />Ênfase na estrutura<br /><ul><li> Pre...
Desenvolvidoporduas diferentes abordagens: a Teoria Clássica e a Organização burocrática</li></li></ul><li>Idalberto Chiav...
Orientação normativa e prescritiva
Ênfase na organização industrial
Abordagem dedutiva: do todo para as partes
Busca de meios científicos para o trabalho rotineiro
 Ênfase nos grandes esquemas
Orientação descritiva e explicativa
 Ênfase na organização burocrática
Abordagem indutiva: Das partes para o todo
Preocupação com as características e conseqüência da burocracia.</li></ul>Página 42<br />
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Visão Histórica Da Administração

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  1. 1. Capítulo 2Visão Histórica da Administração<br />A Era Industrial Clássica<br /> A Era Industrial Neoclássica<br /> A Era da Informação<br /> As Teorias Administrativas na Era Industrial Clássica<br /> As Teorias Administrativas na Era Industrial NeoClássica<br />Sumário completo deste capítulo:<br />http://www.chiavenato.com/publicacoes/catalogo_indice.asp?id=3<br />Para Manual do Professor e outros materiais de apoio acesse:http://www.chiavenato.com/tecnologia/educacional.asp<br />
  2. 2. Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.2. As eras da administração no século XX<br />Era Industrial Clássica<br />1900-1950<br /><ul><li> Início da Industrialização
  3. 3. Estabilidade
  4. 4. Pouca Mudança
  5. 5. Previsibilidade
  6. 6. Estabilidade e certeza</li></ul>Administração científica<br />Teoria Clássica<br />Relações Humanas<br />Teoria da burocracia<br />Era Industrial Neoclássica<br />1950-1990<br /><ul><li> Desenvolvimento industrial
  7. 7. Aumento da Mudança
  8. 8. Fim da previsibilidade
  9. 9. INOVAÇÂO</li></ul>Teoria Neoclássica<br />Teoria Estruturalista<br />Teoria Comportamental<br />Teoria de Sistemas<br />Teoria da Contingência<br />Era da Informação<br />Após 1990<br /><ul><li> Tecnologia da Informação (TI)
  10. 10. Serviços
  11. 11. Aceleração da mudança
  12. 12. Imprevisibilidade
  13. 13. Instabilidade e incerteza</li></ul>Ênfase em produtividade<br />Qualidade <br />Competitividade<br />Cliente<br />Globalização<br />Página 35<br />
  14. 14. Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.3. As abordagens tradicionais daadministraçãoda Era Industrial Clássica<br />As abordagens <br />tradicionais da <br />Administração<br />Ênfase <br />nas <br />tarefas<br />Ênfase <br />Nas<br />pessoas<br />Ênfase <br />na <br />estrutura<br />Teoria das <br />Relações Humanas<br />(1932)<br />Elton Mayo<br />Kurt Lewin<br />Organização <br />Burocrática<br />(1947)<br />Max Weber<br />1<br />Teoria <br />Clássica<br />(1911)<br />Henri Fayol<br />Administração<br />Científica<br />(1903)<br />Frederick Taylor<br />FranckGilbreth<br />Página 37<br />
  15. 15. Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial <br />Clássica<br />Ênfase nas Tarefas<br /><ul><li> Preocupação com as operações e tarefas a serem realizadas pelas pessoas que trabalham na organização.
  16. 16. Iniciada por Frederick W. Taylor. Que desenvolveu um conjunto de princípios aos quais davam o nome de Administração Científica</li></li></ul><li>Idalberto Chiavenato<br />Figura 2.6 Abordagem microscópica e mecanicista <br />da Administração Científica<br />Plano de incentivo Salarial<br />Seleção<br />Científica do<br />Trabalhador <br />Determinação Maiores<br />Estudo de do método Padrão de Supervisão Máxima lucros e<br />Tempos e de trabalho produção funcional eficiência maiores<br />Movimentos (thebestway) salários<br />Lei da Condições<br />Fadiga ambientais<br /> de trabalho<br />Página 39<br />
  17. 17. Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial Clássica<br />Ênfase na estrutura<br /><ul><li> Preocupação com formação de uma rede interna de relaçõesentreosórgãosquecompõem as organizações e estabelecer um conjunto de princípiosuniversaisparaseubomfuncionamento.
  18. 18. Desenvolvidoporduas diferentes abordagens: a Teoria Clássica e a Organização burocrática</li></li></ul><li>Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.10. Comparação entre a Teoria Clássica e a burocracia<br />Teoria Clássica<br />Teoria da Burocracia<br /><ul><li>Ênfase nos pormenores estruturais
  19. 19. Orientação normativa e prescritiva
  20. 20. Ênfase na organização industrial
  21. 21. Abordagem dedutiva: do todo para as partes
  22. 22. Busca de meios científicos para o trabalho rotineiro
  23. 23. Ênfase nos grandes esquemas
  24. 24. Orientação descritiva e explicativa
  25. 25. Ênfase na organização burocrática
  26. 26. Abordagem indutiva: Das partes para o todo
  27. 27. Preocupação com as características e conseqüência da burocracia.</li></ul>Página 42<br />
  28. 28. Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial Clássica<br />Ênfase nas pessoas<br /><ul><li> Preocupação com o indivíduo dentro da organização.
  29. 29. Desenvolvidopela Teoria das Relações Humanas com os resultados da experiência de Hawthorne.</li></li></ul><li>Idalberto Chiavenato<br />Conclusões da Experiência de Hawthorne<br />O nível de produção é resultante da integração social.<br />Comportamento social dos empregados.<br />Recompensas e sanções sociais.<br />Grupos informais.<br />Relações humanas.<br />Importância do conteúdo do cargo.<br />Ênfase nos aspectos emocionais.<br />
  30. 30. Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.10. Comparação entre a Teoria Clássica e a burocracia<br />Teoria das Relações Humanas<br />Teoria Clássica<br /><ul><li> Organização como grupo de pessoas
  31. 31. Enfatiza as pessoas e grupos sociais
  32. 32. Sistemas de psicologia e sociologia
  33. 33. Autoridade descentralizada e amigável
  34. 34. Equalização do poder
  35. 35. Liberdade e autonomia do empregado
  36. 36. Ênfase nas relações humanas
  37. 37. Confiança nas pessoas e seus talentos
  38. 38. Trata a organização como máquina
  39. 39. Enfatiza as tarefas e a tecnologia
  40. 40. Adota sistemas de engenharia
  41. 41. Autoridade centralizada e dura
  42. 42. Hierarquia rígida de autoridade
  43. 43. Enfatiza regras e regulamentos
  44. 44. Acentuada divisão do trabalho
  45. 45. Enfatiza regras e regulamentos</li></ul>Página 44<br />
  46. 46. Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.13. Novas abordagens da administração na Era Industrial Neoclássica<br />As novas abordagens <br />da Administração<br />Ênfase <br />na <br />estrutura<br />Ênfase no <br />ambiente e<br /> tecnologia<br />Ênfase <br />nas <br />pessoas<br />Teoria <br />Estruturalista<br />A. Etzioni<br />Richard Hall<br />Teoria <br />Comporta-<br />mental<br />Herbert Simon<br />D. McGregor<br />Teoria <br />de Sistemas<br />F.E. Kast<br />A.K. Rice<br />Teoria Neoclássica<br />Peter Drucker<br />Harold Koonz<br />Teoria da Contingência<br />P.R. Lawrence<br />Jay W, Lorsch<br />Página 45<br />
  47. 47. Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial Neoclássica<br />Ênfase <br />na <br />Estrutura<br />Teoria <br />Estruturalista<br />A. Etzioni<br />Richard Hall<br />Teoria Neoclássica<br />Peter Drucker<br />Harold Koonz<br />
  48. 48. Idalberto Chiavenato<br />Teoria Estruturalista<br />A oposição surgida entre a Teoria Clássica e a de Relações Humanas.<br />A necessidade de visualizar a organização como uma unidade social<br />A influência do estruturalismo nas ciências sociais.<br />O novo conceito de estrutura.<br />As Organizações.<br />O homem organizacional.<br />A Sociedade de Organizações. <br />
  49. 49. Idalberto Chiavenato<br />Teoria Neoclássica<br /><ul><li> Ênfase na prática da Administração.
  50. 50. Reafirmação relativa dos postulados clássicos.
  51. 51. Ênfase nos princípios gerais de Administração.
  52. 52. Ênfase nos objetivos e nos resultados.
  53. 53. Ecletismo da Teoria Neoclássica.</li></li></ul><li>Idalberto Chiavenato<br />Figura 2.15. Processo administrativo como <br />um ciclo repetitivo de eventos<br />Planejamento<br />Formular objetivos<br /> e os meios para<br /> alcançá-los<br /> Resultados<br /><ul><li>Desempenho
  54. 54. Objetivos
  55. 55. Produtos
  56. 56. Serviços
  57. 57. Eficiência
  58. 58. Eficácia</li></ul> Recursos<br /><ul><li> Humanos
  59. 59. Financeiros
  60. 60. Materiais
  61. 61. Tecnológicos
  62. 62. Informação</li></ul> Controle<br /> Monitorar as<br /> atividades e<br />corrigir os desvios<br /> Organização<br />Modelar o trabalho,<br /> alocar recursos e<br />coordenar atividades<br /> Direção<br />Designar pessoas,<br />dirigir seus esforços,<br />motivá-las, liderá-las<br /> e comunicar<br />Página 46<br />
  63. 63. Idalberto Chiavenato<br />Figura 2.16. O papel do processo administrativo<br />Base de <br />Atuação<br />Definição<br />Função <br />Administrativa<br />Planejamento<br />Idéias<br />Fixar objetivos e predeterminar um curso de ação futura para alcançá-los<br />Organização<br />Coisas<br />Arranjar e relacionar o trabalho para o alcance dos objetivos fixados<br />Direção<br />Pessoas<br />Designar as pessoas e provocar a ação intencional em direção aos objetivos<br />Controle<br />Resultados<br />Assegurar o progresso em relação aos objetivos, de acordo com o planejado<br />Página 47<br />
  64. 64. Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial Neoclássica<br />Ênfase <br />nas <br />pessoas<br />Teoria <br />Comporta-<br />mental<br />Hebert Simon<br />D. McGregor<br />
  65. 65. Idalberto Chiavenato<br />Teoria Comportamental<br /><ul><li> Comportamento individual cedeu espaço ao </li></ul>comportamento grupal<br /><ul><li> Trouxe novos conceitos sobre motivação, liderança, </li></ul>comunicação, dinâmica de grupos, processo decisório,<br />Comportamento organizacional e estilos administrativos.<br /><ul><li> Teoria do Desenvolvimento Organizacional (DO)</li></li></ul><li>Idalberto Chiavenato<br />As Teorias Administrativas na Era Industrial Neoclássica<br />Ênfase no <br />ambiente e<br /> tecnologia<br />Teoria <br />de Sistemas<br />F.E. Kast<br />A.K. Rice<br />Teoria da Contingência<br />P.R. Lawrence<br />Jay W, Lorsch<br />
  66. 66. Idalberto Chiavenato<br />Ênfase na tecnologia<br /><ul><li> A tecnologia representa todo o conjunto de conhecimentos</li></ul>Utilizáveis para alcançar determinados objetivos da organização<br /><ul><li> A tecnologia define a características das pessoas que devem </li></ul>trabalhar da organização<br /><ul><li> Métodos e processos usados para obter um determinando</li></ul>resultado por meio dos recursos organizacionais disponíveis<br />
  67. 67. Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.17 – O impacto da tecnologia no sucesso<br />organizacional <br />Organização<br />Adequação da estrutura organizacional à tecnologia<br />Sucesso<br />organizacional<br />Tipo de <br />Tecnologia<br />Página 51<br />
  68. 68. Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.18 – A influência dos fatores tecnológicos<br />e humanos<br />Fatores Tecnológicos<br />Fatores Tecnológicos<br />Fatores Tecnológicos<br />Fatores Humanos<br />Fatores Humanos<br />Fatores Humanos<br />Artesanato e manufatura<br />Mecanização <br />e automação<br />Operação de mão-de-obra intensiva<br />Operação de Tecnologia intensiva<br />Operação de Média Tecnologia<br />Exemplos:<br />Construção civil<br />Serviços de escritório<br />Linhas de montagem<br />Exemplos:<br />Petroquímica Refinaria de petróleo Processamento de dados Siderúrgica Produção de cimento<br />Exemplos:<br />Injeção de plásticos<br />Crédito e cobrança<br />Têxtil semi-automatizada<br />Página 51<br />
  69. 69. Idalberto Chiavenato<br />Ênfase no ambiente<br /><ul><li> Todas as organizações vivem dentro de um complexo </li></ul>contexto caracterizado por uma multiplicidade de outras<br />Organizações enfrentando forças diferentes que provocam <br />a mudança<br />
  70. 70. Idalberto Chiavenato<br />Teoria dos sistemas<br />Características dos sistemas.<br />Propósito ou objetivo.<br />Globalismo ou totalidade.<br />Tipos de sistemas.<br />Quanto à sua constituição: concretos ou abstratos.<br />Quanto à sua natureza: fechados ou abertos.<br />Parâmetros dos sistemas.<br />Entrada ou insumo (input).<br />Saída, produto ou resultado (output).<br />Processamento ou processador (throughput).<br />Retroação ou retroalimentação (feedback).<br />Ambiente.<br />
  71. 71. Idalberto Chiavenato<br />Teoria da Contingência<br /> Pesquisa de Lawrence & Lorsch:<br />Conceito de diferenciação e de integração.<br />Diferenciação.<br />Integração.<br />Conceito de integração requerida e <br /> de diferenciação requerida.<br />3. Teoria da Contingência.<br /> Pesquisa de Joan Woordward<br /> sobre a tecnologia:<br /><ul><li>Produção unitária ou oficina.
  72. 72. Produção em massa ou mecanizada.
  73. 73. Produção em processo ou automatizada.</li></li></ul><li>Idalberto Chiavenato<br />Figura 2.20. As principais variáveis da administração<br />Página 55<br />
  74. 74. Idalberto Chiavenato<br />Fig. 2.21. A nova orientação na Era da Informação<br />Aspectos culturais<br />Aspectos organizacionais<br /><ul><li> Participação e envolvimento
  75. 75. Comprometimento pessoal
  76. 76. Orientação para o cliente ou usuário
  77. 77. Focalização em metas e resultados
  78. 78. Melhoria contínua
  79. 79. Comportamento ágil e proativo
  80. 80. Visão global e ação local
  81. 81. Proximidade/Intimidade com o cliente
  82. 82. Mudança cultural e comportamental
  83. 83. Redes internas de equipes e grupos
  84. 84. Células de produção
  85. 85. Unidades estratégicas de negócios
  86. 86. Simplicidade e agilidade
  87. 87. Organicidade e flexibilidade
  88. 88. Competitividade
  89. 89. Excelência
  90. 90. Adequação ao negócio e à missão
  91. 91. Aprendizagem Organizacional</li></ul>Página 55<br />
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