ApresentaçãO Gerenciamento De Riscos

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Gereciamento de Riscos com RUP

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  • 1. rupeando.blogspot.com
  • 2.
    • Nosso blog/tema: RUP
    • Estudo de Caso: PUBLIX
    • RSGR – Planos de Contigência
    ESCOPO DA APRESENTAÇÃO
  • 3.
    • Nosso blog/tema: RUP
    Gestão de Riscos segundo o RUP Conteúdo do Blog Postagem comentada
  • 4. Gestão de Riscos segundo o RUP No RUP a identificação dos riscos mais críticos do projeto é base para a definição dos marcos do cronograma. Os riscos que afetam os objetivos do projeto e a sua exeqüibilidade devem ser abordados primeiro na fase de Concepção. Na fase de Elaboração são mitigados os riscos técnicos, enquanto que na fase de Construção são tratados os riscos pertinentes à performance de desenvolvimento e qualidade. Finalmente, os riscos associados à implantação são resolvidos na fase de Transição. No plano de projeto de iterações, nas fases de Concepção e Elaboração os objetivos da iteração são definidos com base nos riscos, que por sua vez, vão definir os casos de uso, cenários, algoritmos e outros elementos que serão trabalhados.  • Concepção: foco no tratamento dos riscos relacionados aos casos de negócio. •Elaboração: foco principalmente nos riscos técnicos, examinando-se os riscos de arquitetura e, se necessário, revisando-se o escopo do projeto à medida que seus requisitos tornam-se melhor compreendidos. •Construção: foco nos riscos de “logística” e na obtenção da conclusão da maior parte do trabalho. •Transição: foco nos riscos associados com a logística de entrega do produto a seu usuário. RESUMO
  • 5. Publix - Gestão de Processos para a Administração Pública. Migrar a versão atual desktop, arquitetura cliente-servidor sedimentada e bem aceita pelos usuários para arquitetura WEB com a mesma qualidade, eficiência, facilidade de uso e inovações.
    • Estudo de Caso
  • 6. O QUE É O PUBLIX ? Sistema integrado idealizado para suprir a instituição pública com uma ferramenta de Gerenciamento de Processos e de Informações tomando como base a legislação vigente, notadamente, a Constituição Federal, a Lei 8.666/1993 (Licitações e Contratos da Administração Pública), a Lei Complementar 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) e suas atualizações, bem como as determinações do Tribunal de Contas do Estado.
  • 7. PRODUTO - ESCOPO
  • 8. TABELA DE RISCOS Risco Probabilidade Impacto RMMM Categoria Saída de membros estratégicos da equipe. 30% CATASTRÓFICO RSGR-001 PESSOAL Não liberação de recursos financeiros dentro do prazo previsto. 60% CATASTRÓFICO RSGR-002 NEGÓCIO Equipe mantenedorea do Sistema Atual possui pouca experiência no desenvolvimento WEB. 40% CRÍTICO PESSOAL Problemas de suporte a vários bancos de dados (SQL Server 2000, SQL Server 2005, Oracle, PostrgreSQL). 30% CRÍTICO TECNOLOGIA Especificação insuficiente de novos requisitos. 20% CRÍTICO PROCESSO Membros da equipe do projeto sem dedicação exclusiva. 30% CRÍTICO PESSOAL Não cumprimento do prazo de entrega. (Deadline próxima) 40% CRÍTICO TAMANHO Inadequação da Plataforma .NET ao cenário final. 10% CRÍTICO TECNOLOGIA Inadequação das interfaces de usuário atuais a nova arquitetura de desenvolvimento (WEB). 50% CRÍTICO TECNOLOGIA Falta de produtividade do modelo utilizado – (API, bibliotecas, framework, processo) 40% CRÍTICO TECNOLOGIA Reprovação do usuário na interação com o novo ambiente (WEB) 50% CRÍTICO RSGR-003 CLIENTE Mudanças na legislação vigente 20% CRÍTICO NEGÓCIO Complexidade das Regras de Negócio 30% CRÍTICO NEGÓCIO Ameaça de produtos Concorrentes 40% CRÍTICO NEGÓCIO Custo do Produto Final viável. 30% CRÍTICO TAMANHO Inadequação do framework NHibernate. 10% MARGINAL TECNOLOGIA Inadequação da ferramenta de gestão de Projeto escolhida. 20% MARGINAL TECNOLOGIA Alinhamento com as necessidades reais dos Cliente 20% MARGINAL CLIENTE
  • 9.
    • RSGR – Planos de Contigência
    Risco: RSGR-001 Prob: 30% Impacto: Catastrófico Descrição: Saída de membros estratégicos da equipe Estrategia de redução: Reuniões constantes para divulgação de conhecimento. Melhoria das condições de trabalho. Incentivos, gratificações e participação nos resultados. Documentação do projeto atualizada. Execução compartilhada das atividades. Plano de contigência: Durante o aviso prévio do membro, fazer com que este transmita os conhecimentos para um colaborador ou substituto. Pessoa responsável: Luiz Eduardo
  • 10.
    • RSGR – Planos de Contigência
    Risco: RSGR-002 Prob: 60% Impacto: Catastrófico Descrição: Não liberação de recursos financeiros . Estrategia de redução: Acompanhar o processo de liberação do financiamento junto a FAPITEC/FINEP. Plano de contigência: Procurar outras fontes de recursos financeiros para execução do projeto. Em último caso paralisar o projeto e aguardar a liberação dos recursos. Pessoa responsável: Diego Martins.
  • 11.
    • RSGR – Planos de Contigência
    Risco: RSGR-003 Prob: 30% Impacto: Crítico Descrição: Reprovação do usuário na integração com o novo ambiente (WEB). Estrategia de redução: Disponibilizar treinamento, manuais de ajuda e suporte por chat. Acrescentar novas funcionalidades no sistema que venham a compensar as perdas de interação na aplicação WEB. Plano de contigência: Tornar a interface de usuário mais interativa possível, utilizando para isso a tecnologia AJAX e outros recursos. Pessoa responsável: Diego Martins