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Capítulo 4 de daniel
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Capítulo 4 de daniel

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  • 1. Capítulo 4 de DanielEste capítulo do livro de Daniel consiste em um testemunho de Nabucodonosor. Odesejo do Rei era que o mundo todo soubesse o que lhe aconteceu, e foi ele próprio quecontou a história de sua conversão.Daniel 4:1 – “O rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e homens de todas aslínguas, que habitam em toda a Terra: Paz vos seja multiplicada!”O Rei inicia como se estivesse escrevendo uma carta formal, então se apresenta eendereça a carta para “todos os povos... que habitam em toda a Terra”.Daniel 4:2 – “Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, oAltíssimo, tem feito para comigo”.Daniel 4:3 – “Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas, as suas maravilhas! Oseu reino é reino sempiterno, e o seu domínio, de geração em geração”.Nabucodonosor sentiu que precisava contar a história de como Deus transformou a suavida. Todo ser humano tem uma história única e distinta. Deus pode transformar a vidadaquele, cujo cérebro está intoxicado pelo álcool; daquele que caiu no fundo do poço nomundo das drogas; de alguém que vive uma vida imoral, que tem problemas sérios decaráter e conduta, e também daquele que vai à igreja, mas vive apenas uma religiãoformal, de meras aparências. Cada história é diferente e Deus pode transformar qualquersituação.O rei não conseguia se conter e, na falta de palavras para descrever a atuação de Deusem sua vida, disse: “Quão grandes são os seus sinais e quão poderosas as suasmaravilhas!” Ele fala dos milagres que havia acabado de experimentar.Deus fala a NabucodonosorDaniel 4:4 – “Eu, Nabucodonosor, estava tranqüilo em minha casa e feliz no meupalácio”.A vida tem curvas bem fechadas, montanhas, subidas íngremes, descidas escorregadias,cruzamentos perigosos e trilhas de dificuldades. A vida pode sofrer uma mudançaradical num piscar de olhos. Um telefonema no meio da noite, uma consulta médica,uma carta, uma curva traiçoeira numa noite chuvosa, uma demissão inesperada na piorhora... e tudo muda.Nabucodonosor estava muito bem em seu palácio, sem qualquer interesse em Deus enas coisas eternas. Mas uma noite Deus resolveu manifestar- Se na vida dele.Daniel 4:5 – “Tive um sonho, que me espantou; e, quando estava no meu leito, ospensamentos e as visões da minha cabeça me turbaram”.Deus já falou com muitas pessoas por meio de sonhos. No Antigo Testamento, há váriosexemplos. No Novo Testamento, a esposa de Pilatos também ouviu a voz do Senhor,
  • 2. através de um sonho. (Mt 27:19).Em todas as épocas Deus usa diferentes meios para Se comunicar com o Seu povo. Nostempos de Daniel, eram os sonhos. Nos tempos de Jesus, eram as parábolas. Hoje, Elenos fala – principalmente – através da Sua Palavra: “Lâmpada para os meus pés é a TuaPalavra e luz, para os meus caminhos” (Salmo 119:105), dizia Davi.O próprio Jesus, ao questionar a dureza de coração de muitos religiosos da época,reafirmou a importância da Bíblia, a Palavra de Deus, como nossa fonte maior decomunicação, normatização da conduta e vida cristã e meio de nos conduzirmos para avida eterna ou salvação: “Examinai as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna,e são elas mesmas que testificam de Mim” (João 5:39).Resumindo este ponto do nosso estudo: É sempre Deus quem determina o meio ouforma de comunicação. Em cada época da História um meio, forma ou meio decomunicação tem sempre prevalecido – sem, é lógico, excluir as outras possibilidades.O problema ocorre quando as pessoas deixam de lado a Bíblia e apegam-seferrenhamente a essas outras “fontes” secundárias de revelação (sonhos, visões, etc.) edelas retiram ensinos, práticas ou doutrinas contrárias à Palavra de Deus. Para estaspessoas, cai bem a seguinte recomendação de Martinho Lutero:“Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos e nem mesmoanjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instruçãoabundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para a que há devir.”Daniel 4:6 – “Por isso, expedi um decreto, pelo qual fossem introduzidos à minhapresença todos os sábios da Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação dosonho”.Daniel 4:7 – “Então, entraram os magos, os encantadores, os caldeus e os feiticeiros, elhes contei o sonho; mas não me fizeram saber a sua interpretação”.Mais uma vez, o Rei convoca os magos para decifrar seu sonho. Mas, assim como nãoconseguiram revelar o significado do sonho relatado em Daniel 2, neste também nãoobtiveram sucesso.Daniel 4:8 – “Por fim, se me apresentou Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo onome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu lhe contei o sonho,dizendo”:Daniel 4:9 – “Beltessazar, chefe dos magos, eu sei que há em ti o espírito dos deusessantos, e nenhum mistério te é difícil; eis as visões do sonho que eu tive; dize-me a suainterpretação”.Daniel não precisou ser intimado. Como primeiro-ministro, ele tinha acesso contínuo àpresença do rei. Logo que os sábios da corte falharam, Daniel entrou em cena paratestemunhar em favor da superioridade de Deus sobre os deuses pagãos.
  • 3. Daniel 4:10 – “Eram assim as visões da minha cabeça quando eu estava no meu leito:eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande”;Daniel 4:11 – “crescia a árvore e se tornava forte, de maneira que a sua altura chegavaaté ao céu; e era vista até aos confins da Terra”.Daniel 4:12 – “A sua folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e havia nelasustento para todos; debaixo dela os animais do campo achavam sombra, e as aves docéu faziam morada nos seus ramos, e todos os seres viventes se mantinham dela”.Desta vez, Deus usou uma árvore imensa para simbolizar o rei. Uma árvore queesparramava os seus galhos por toda a Terra e parecia alcançar o Céu. Essa árvore eratão alta que podia ser vista de qualquer parte do globo. Seu imenso tamanho e seusramos mostravam uma influência poderosa.Daniel 4:13 – “No meu sonho, quando eu estava no meu leito, vi um vigilante, umsanto, que descia do céu”,Daniel 4:14 – “clamando fortemente e dizendo: Derribai a árvore, cortai-lhe os ramos,derriçai-lhe as folhas, espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela eas aves, dos seus ramos”.Daniel 4:15 – “Mas a cepa [o tronco], com as raízes, deixai na terra, atada com cadeiasde ferro e de bronze, na erva do campo. Seja ela molhada do orvalho do céu, e a suaporção seja, com os animais, a erva da terra”.Nada havia de assustador no sonho, até esse ponto. Mas agora vem a parte aterrorizantedo sonho. O rei ficou impressionado com a aparência de “um santo que descia do céu” edava ordens em voz alta para derrubar a árvore e cortar os seus galhos. Apenas o troncodevia permanecer no solo amarrado “com cadeias de ferro e bronze”.Daniel 4:16 – “Mude-se-lhe o coração, para que não seja mais coração de homem, e lheseja dado coração de animal; e passem sobre ela sete tempos”.Daniel 4:17 – “Esta sentença é por decreto dos vigilantes, e esta ordem, por mandadodos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre oreino dos homens; e o dá a quem quer e até ao mais humilde dos homens constitui sobreeles”.Daniel 4:18 – “Isto vi eu, rei Nabucodonosor, em sonhos. Tu, pois, ó Beltessazar, dize ainterpretação, porquanto todos os sábios do meu reino não me puderam fazer saber ainterpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos”.Revelação Sombria e AterrorizanteDaniel 4:19 – “Então, Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito por algumtempo, e os seus pensamentos o turbavam. Então, lhe falou o rei e disse: Beltessazar,não te perturbe o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar e disse: Senhormeu, o sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação, para os teus
  • 4. inimigos”.“Atônito” é uma palavra que significa “sem palavras ou sem reação”. Daniel estevenessa condição por uma hora, não porque tivesse algum problema para interpretar osonho, mas porque era difícil para ele ser o portador de terríveis notícias para o rei.Ficou ponderando como poderia dar a mensagem da melhor maneira possível. Danielficou perturbado pela seriedade da situação.O rei percebeu que Daniel estava relutante e que seu aspecto tinha mudado ao sentar-se,estupefato, diante dele. Então, encorajou Daniel a não hesitar em tornar conhecido osignificado do sonho, não importando as conseqüências. Daniel então decide revelar osignificado.Daniel 4:20 – “A árvore que viste, que cresceu e se tornou forte, cuja altura chegou atéao céu, e que foi vista por toda a Terra”,Daniel 4:21 – “cuja folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e em que para todoshavia sustento, debaixo da qual os animais do campo achavam sombra, e em cujosramos as aves do céu faziam morada”,Daniel 4:22 – “és tu, ó rei, que cresceste e vieste a ser forte; a tua grandeza cresceu echega até ao céu, e o teu domínio, até à extremidade da Terra”.Daniel 4:23 – “Quanto ao que viu o rei, um vigilante, um santo, que descia do céu e quedizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas a cepa com as raízes deixai na terra, atada comcadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; seja ela molhada do orvalho do céu, e asua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ela sete tempos”,Daniel contou ao rei o que Deus lhe estava revelando, ou seja, que se Nabucodonosornão modificasse os seus caminhos, sua mente sofreria de uma enfermidade por seteanos. Ele começaria a se comportar como se fosse um animal, até o ponto de serenxotado para o campo, onde passaria a comer capim. Mas, como o tronco da árvorepreservado na terra, o seu direito de exercer o governo seria mantido; e tão logoretornasse o seu perfeito juízo e desde que reconhecesse a liderança divina, o reino lheseria devolvido.Daniel 4:24 – “esta é a interpretação, ó rei, e este é o decreto do Altíssimo, que virácontra o rei, meu senhor”:Daniel 4:25 – “serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais docampo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; epassar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que conheças que o Altíssimo tem domíniosobre o reino dos homens e o dá a quem quer”.A condição descrita por Daniel é conhecida entre os psiquiatras como licantropia (ousíndrome do homem-lobo). Essas síndromes eram bastante comuns nos séculospassados, quando até mesmo pessoas instruídas viviam em contato bastante íntimo comseus animais. Trata-se de um estado mental em que a pessoa chega a pensar que é umanimal, e começa agir como tal.
  • 5. O Dr. David Yellowlees, que foi presidente da Associação Médico-Psicológica daInglaterra, escreveu que o quadro clínico de Nabucodonosor era psicose maníaco-depressiva aguda. Ele disse: “A psicose maníaco-depressiva aguda, em suas formasextremas, exibe todas as espécies de hábitos degradantes, tais como se despir totalmenteou rasgar as roupas, comer imundícies e lixo de todas as espécies, fazer gestosselvagens e violentos, ataques, ruídos com grunhidos, e a mais completadesconsideração para com a decência pessoal”.“Esses sintomas meramente demonstram a aberração como um todo, e de maneiranenhuma, indicam uma condição sem esperança. Pelo contrário, são vistas com maisfreqüência nos casos em que há recuperação”. – The Pulpit Comentary, vol.13, pág.147.Apelo Divino Para a MudançaFoi dado ao rei um período de um ano para que se arrependesse de seus pecados evoltasse os olhos a Deus. Em todos os tempos, Deus, sempre, antes de executar umasentença, nos avisa. Aponta o erro, roga e implora.Nínive teve um período de experiência de 40 dias. Por meio de Noé, o mundo recebeu120 anos de aviso antes de vir o dilúvio. O mundo tem tido anos de aviso sobre aSegunda Vinda de Cristo. O Rei foi advertido, mas não forçado, porque Deus respeitanosso livre-arbítrio.Daniel 4:26 – “Quanto ao que foi dito, que se deixasse a cepa da árvore com as suasraízes, o teu reino tornará a ser teu, depois que tiveres conhecido que o Céu domina”.Daniel 4:27 – “Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e põe termo, pela justiça, em teuspecados e em tuas iniqüidades, usando de misericórdia para com os pobres; e talvez seprolongue a tua tranqüilidade”.Cerca de trinta anos antes, Daniel havia dito ao rei: “O Deus do céu [te] conferiu oreino” (Dn 2:37 e 38), mas Nabucodonosor havia erguido uma imagem toda de ouropara declarar sua independência do Altíssimo.Em outras palavras, ele havia recusado aceitar a soberania de Deus. Agora, Deus oaconselhava a refletir. O rei teria uma nova oportunidade para aprender essa lição.O rei tinha o império mais poderoso do seu tempo, no qual podia experimentar a idéiade se sentir como um deus. Mas os resultados de tomar o lugar de Deus são sempre osmesmos: caos e ruína.Desde os tempos mais antigos do grande conflito, quando Satanás tentou pela primeiravez ser Deus (Is 14:12-14), até o surgimento do homem do pecado (II Tess 2:3-4), ahumanidade, de uma forma ou de outra, sempre quis ser Deus.A primeira tentação estava arraigada na mentira de que poderíamos ser “como Deus”. Aserpente sugere que o homem pode ser “como Deus” – não no caráter – mas no poder dedeterminar as regras morais.
  • 6. O ser humano nunca gostou de ouvir alguém dizer o que deve fazer. Queremos decidiras coisas por nós mesmos. Achamos que isso é o pleno exercício do livre arbítrio.Contudo, o livre arbítrio está em escolher o que fazer; não em estabelecer o que é certoou errado. Prescrever as regras morais é atributo exclusivo de Deus.No relato da criação, Deus estabelece as regras do que o primeiro homem e a primeiramulher podem ou não podem fazer no jardim. A humanidade não é soberana. Esta era alição que Nabucodonosor precisava aprender. O sonho veio como advertência paraaquele que ainda negava a soberania de Deus.O Juízo Divino é AplicadoDaniel 4:28 – “Todas estas coisas sobrevieram ao rei Nabucodonosor”.Daniel 4:29 – “Ao cabo de doze meses, passeando sobre o palácio real da cidade deBabilônia”,Daniel 4:30 – “falou o rei e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para acasa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade?”Daniel 4:31 – “Falava ainda o rei quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó reiNabucodonosor: Já passou de ti o reino”.Daniel 4:32 – “Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animaisdo campo; e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima deti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá aquem quer”.Daniel 4:33 – “No mesmo instante se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor; e foiexpulso de entre os homens e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foimolhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas da águia, eas suas unhas, como as das aves”.Passados os 12 meses que o Senhor havia concedido a Nabucodonosor, o rei continuavavivendo da mesma forma. Então, as palavras orgulhosas do rei o reduziram à miséria.Nabucodonosor olha para o seu reino e diz: “Não é esta a grande Babilônia que euedifiquei?” Vivia no auge da arrogância. O orgulho vem antes da destruição; o espíritoaltivo, antes da queda. A maldição caiu sobre o rei enquanto ainda se vangloriavadesdenhosamente. A visita de Deus para ele foi terrível. Perdeu tudo de que seorgulhava. Perdeu o trono, o reino, o palácio, o poder, a majestade, a glória e até mesmoo respeito próprio.Ele foi retirado do convívio social, pois estava agindo como animal. Seu cabelo cresceucomo penas, as unhas ficaram parecidas com garras de pássaro. Ficou nu, andandocomo animal irracional sobre quatro patas. Comia capim como boi. Sete anos sepassaram com Nabucodonosor nessas condições animalescas.
  • 7. A história deste homem poderoso nos deixa uma grande verdade para meditar: oresultado de seu esforço em tornar-se alvo de adoração, foi rebaixar-se ao nível dosanimais.Daniel 4:34 – “Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu,tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao quevive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração”.Passados os sete anos de insanidade, o Rei teve seu coração transformado. “Eu,Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu”. Deus o tocou. Fez o que ele nuncaconseguiria fazer por si mesmo. Deus o transformou.Ao levantar os olhos ao céu, Nabucodonosor foi milagrosamente transformado. Oimpossível aconteceu. Aquilo que não se pode explicar, a não ser pela fé.O rei conheceude perto a misericórdia de Deus e Sua disposição para perdoar e restaurar. Reconheceutambém que o único reino eterno é o de Deus.Daniel 4:35 – “Todos os moradores da Terra são por Ele reputados em nada; e, segundoa sua vontade, Ele opera com o exército do céu e os moradores da Terra; não há quemlhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?”Daniel 4:36 – “Tão logo me tornou a vir o entendimento, também, para a dignidade domeu reino, tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me osmeus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se meajuntou extraordinária grandeza”.Daniel 4:37 – “Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico ao Rei do Céu,porque todas as Suas obras são verdadeiras, e os Seus caminhos, justos, e pode humilharaos que andam na soberba”.Quando alguém se afasta da misericórdia de Deus, aproxima-se da insanidade. Quandose aproxima de Deus, começa a progredir como criatura pensante e inteligente.Através do seu testemunho público, Nabucodonosor reconheceu afinal a autoridade deDeus. Seu desejo de render glória a Deus demonstra que o outrora orgulhoso rei nãopensava mais que era maior do que o Rei dos reis.Muitos sofrem de insanidade espiritual e não sabem. O pecado desequilibra a mente efaz com que homens e mulheres ajam mais como animais do que como seres humanos.Existe algo fundamentalmente errado dentro de cada um de nós chamado pecado. Aúnica solução para o homem desesperado para sair desta condição (animalesca) élevantar os olhos para o céu. Não há outra saída. A salvação vem do alto.A exemplo do rei Nabucodonosor, podemos olhar para o céu e sentir agora mesmo queDeus pode nos transformar. Unicamente Ele pode nos transformar. Só temos de olharpara o céu e buscá-lo com fé.O último registro do rei Nabucodonosor foram suas palavras de louvor a Deus. Ele pedeque o mundo todo ouça o seu testemunho. “Estive cego, mas agora vejo”.