05 daniel e seus companheiros em babilônia
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  • 1. Daniel e seus Companheiros no Cativeiro Babilônico 1 DANIEL E SEUS COMPANHEIROS NO CATIVEIRO BABILÔNICO I. TEXTO BÁSICO: Daniel 1 II. A SITUAÇÃO DO MUNDO NO FIM DO SÉTIMO SÉCULO A.C. A. Assíria 1. Queda de Nínive diante dos medos - 612 A.C. 2. Último reduto dos assírios em Harã. B. Média 1. Ciáxares (625-585 A.C.) destrói Nínive - 612 A.C. 2. Aliança da Média com Babilônia C. Babilônia 1. Nabopolassar (626-605 A.C.) eleva Babilônia ao poder. 2. Nabucodonosor (605-562 A.C.) faz de Babilônia o poder dominante do oriente. D. Egito 1. Egito empenhado ou reaver sua posição na Ásia. 2. Egito vencido por Babilônia. E. Judá 1. Judá cai sob o domínio de Babilônia. 2. Rebelião e em seguida cativeiro. a. Daniel levado em cativeiro - 605 A.C. b. Joaquim e Ezequiel levados para Babilônia - 597 A.C. c. Destruição de Jerusalém - 586 A.C.
  • 2. Daniel e seus Companheiros no Cativeiro Babilônico 2 III. DANIEL E SEUS COMPANHEIROS LEVADOS PARA BABILÔNIA A. O cativeiro do terceiro ano de Joaquim - Dan. 1:1, 2. 1. A fixação do terceiro ano de Joaquim. a. Sistema judaico de contar o ano de acesso. b. Sincronologia entre os reis hebreus e babilônios 4º. ano de Joaquim = 1º. ano de Nabucodonosor 604 A.C. Jer. 25:1 11º. ano de Joaquim = 8º. ano de Nabucodonosor 597 A.C. II Crôn. 36:5, 9, 10; II Reis 24:12 10º. ano de Zedequias = 18º. ano de Nabucodonosor 587 A.C. Jer. 32:1 11º. ano de Zedequias = 19º. ano de Nabucodonosor 586 A.C. Jer. 39:2; Ezeq. 33:21; II Reis 25:8-10. 25º. ano do cativeiro = 14º. ano após a queda de Jerusalém 573 A.C. Ezeq. 40:1 37º. ano do cativeiro = 1º. ano de Evil-Merodaque 561 A.C. Jer. 52351 c. Fixação das datas babilônicas Um tablete babilônico traz ainformação de um eclipse lunar no quinto ano de Nabopolassar. Aastronomia dá o dia 22 de Abril de 621 A.C. como a data deste eclipse.Temos, pois, que o quinto ano de Nabopolassar era 621 A.C.. Como elegovernou durante vinte e um anos, a sua morte teve lugar em 605 A.C.,que deve ser o ano em que Nabucodonosor, seu filho o sucedeu no trono.A data do reino de Nabucodonosor é$ ainda estabelecida por outrotablete que menciona um eclipse da lua no seu trigésimo sétimo ano, oqual é fixado astronomicamente como sendo 4 de Julho de 568 A.C. d. Fixação do ano do cativeiro de Joaquim e Daniel.
  • 3. Daniel e seus Companheiros no Cativeiro Babilônico 3 Visto que o primeiro ano de Nabucodonosor é o quarto ano de Joaquim (Jer. 25:1), e também o ano 604 A.C., o terceiro ano de Joaquim é simultâneo com o ano do acesso de Nabucodonosor, e este deve ser então 605 A.C. 2. Verificação da campanha de Nabucodonosor de 605 A.C. Que Nabucodonosor fez um ataque à Judéia no ano em que seu paimorreu e que levou cativos judaicos para Babilônia, nesta ocasião, éconfirmado por Josefo, ao citar Berosus, um sacerdote babilônico ehistoriador do terceiro século A.C. "Desejo agora relatar o que foi escrito a nosso respeito na históriacaldaica, cujos relatórios concordam grandemente com os nossos livrosem outros assuntos também. Berosus será testemunha do que digo. ... Elenos descreve como ele (Nabopolassar) enviou seu filho Nabucodonosorcontra Egito e contra a nossa pátria, com um grande exército, após tersido informado de que se haviam revoltado contra ele. ... Desejotranscrever os próprios relatos de Berosus, que são os seguintes: QuandoNabopolassar, pai de Nabucodonosor, soube que o governador que elehavia posto sobre o Egito, e sobre as partes da Síria, Selêucida e Fenícia,se tinham revoltado, não esperou, mas confiou certas partes do exércitoao seu filho Nabucodonosor, que ara ainda bem jovem e enviou-o contrao rebelde. Nabucodonosor batalhou contra ela, conquistou o país e osujeitou outra vez. Aconteceu, porém, nesta ocasião, que seu pai adoeceuo morreu na cidade de Babilônia após um reinado de vinte o nove anos.Mas, como compreendeu logo a situação e, após a morte da seu paiNabopolassar, pôs os negócios do Egito e outros países em ordem,confiou os cativos que tinha tomado dos judeus, fenícios e sírios e asnações pertencentes ao Egito a alguns de seus amigos, para queconduzissem a parte grossa das forças armadas e o resto de sua bagagempara Babilônia, enquanto ele atravessou apressadamente com algunspoucos, o deserto em direção à Babilônia, onde ao chegar, encontrou osnegócios públicos bem cuidados pelos caldeus, a o trono reservado parasi pelo principal deles. Assim, ele obteve inteiramente todos os domínios
  • 4. Daniel e seus Companheiros no Cativeiro Babilônico 4de seu pai. Ordenou, então, que os cativos fossem postos em colôniasnos lugares mais apreciados de Babilônia; e, para si, adornou o templode Bel a os outros templos com os despojos que tomara nesta terra,manifestando assim, atitude elegante. " Josefo, Against Apion, I. 19. Veja também Antiquities, X, xi . i. IV. A INSTRUÇÃO E A PROVA DE DANIEL E SEUS COMPANHEIROS A. A idade de Daniel - 4 T, p. 570 B. O objetivo da instrução 1. O objetivo de Babilônia. Dan. 1:3-5. 2. O Objetivo de Deus. "Na terra de seu cativeiro esses homens deviam levar avante opropósito de Deus de dar às nações pagãs as bênçãos que vêm peloconhecimento de Jeová. Deviam eles ser Seus representantes." – PR, 479. C. A natureza da instrução D. Tentativas para influenciar os cativos à idolatria - vv. 6, 7 "O rei não compeliu os jovens hebreus a renunciarem sua fé em favorda idolatria, mas esperava alcançar isto gradualmente. Dando-lhes nomessignificativos de idolatria, levando-os diariamente a íntima associação comcostumes idólatras e sob a influência de sedutores ritos do culto pagão, eleesperava induzi-los a renunciar à religião de sua nação e unir-se ao cultodos babilônios." – PR, 481. "Em hebraico Daniel significava Deus é o meu juiz; Hananias, dom doSenhor; Misael, "Quem é como Deus"; e Azarias, "a quem Deus ajuda".Visto que estes nomes se referiam ao Deus verdadeiro e tinham significadosrelacionados ao Seu culto, foram trocados por nomes cuja definição osligavam às divindades pagãs e ao culto dos caldeus. Assim, Beltessazar, onome dado a Daniel, significa príncipe de Bel; Sadraque, Servo de Sin(deus da lua); Mesaque, "quem é como Aku" (Aku era o equivalente sumério
  • 5. Daniel e seus Companheiros no Cativeiro Babilônico 5de Sin, o nome do deus da lua); e Abede-Nego significava servo de Nebo. "– Smith, Daniel and Revelation, p. 23. E: A prova de lealdade - v. 8. F. O tato e a fidelidade de Daniel - vv. 9-14. G. A recompensa da lealdade - vv. 15-17. "Em força e beleza física, em vigor mental e dotes literários, não tinhamrival. A forma ereta, o passo firme e elástico, a fisionomia agradável, ossentidos lúcidos, o hábito puro - eram todos certificados mais que suficientesde bons hábitos, insígnia da nobreza com que a natureza honra aos que sãoobedientes a suas leis. ... Um caráter nobre não é resultado de acidente; nãoé devido a favores especiais ou dotações da Providência. É o resultado daautodisciplina, da sujeição da natureza mais baixa à mais alta, da entrega doeu ao serviço de Deus e do homem. ... Poder intelectual, vigor físico elongevidade dependem de leis imutáveis." – PR, 485, 488, 489. V. DANIEL E SEUS COMPANHEIROS EM HONROSAS POSIÇÕES - vv 18-21. VI. BIBLIOGRAFIA Barnes, Albert, Notes on the Book of Daniel, pp. 83-108. Deane; H., Daniel: His Life and Times. Finegan, Jack, Light from the Ancient Past, pp. 183-186. Haskell; Stephen N., The Story of Daniel the Prophet, pp, 15-30. McCurdy, J., F., The History, Prophecy, and the Monuments, vol. 2, pp. 404-414; vol. 3, pp. 132-168. Montgomery, James A., A Critical. Ad Exegetical Commentary on the Book of Daniel, pp. 114-139. Seiss, J, A., Voices from Babylon, pp. 15-33. Smith, Uriah, Daniel and the Revelation, pp. 19-27.
  • 6. Daniel e seus Companheiros no Cativeiro Babilônico 6 Thiele, Edwin R. "Solving the Problems of Daniel 1," The Ministry, agosto de 1941, pp. 7 ff; setembro de 1941, p. 18. White, Ellen G., Educação, pp. 54-56. __________, Profetas e Reis, pp. 422-428, 479-590. Wilson, Robert Dick, Studies in the Book of Daniel, pp. 43-95. Young, E. J., The Prophecy of Daniel, pp. 35-48.
  • 7. Daniel e seus Companheiros no Cativeiro Babilônico 7