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4ª Antologia Poética Projeto Jovens Autores ProEMI/JF 2013

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Escrever é libertar-se na palavra, é eternizar …

Escrever é libertar-se na palavra, é eternizar
emoções no papel, é questionar o corriqueiro e louvar
o diferente, é aprender a ser e fazer. É nesse desejo de
crescer, de exercitar a palavra viva em nossa língua e
dentro de cada um de nós, que o Projeto Jovens
Autores existe e completa quatro anos de publicações.
Com o passar dos anos mudou, cresceu e aprendeu
com cada aluno e professor que por aqui passaram
registrando sonhos e emoções.
O Projeto Jovens Autores, desde 2013, é parte
integrante do Programa Ensino Médio Inovador –
Jovem de Futuro, porém toda a escola é convidada a
participar das atividades e oficinas de produção de
texto poético, seja nas aulas de Língua Portuguesa,
Literatura ou Produção Interativa e quaisquer outras
disciplinas, pois a poesia está em todos os lugares e
dialogando com todas as áreas de conhecimento.
Assim, são estudados temas da atualidade (como foi o
caso das manifestações contra a corrupção, destaque
em 2013, e discutido amplamente em sala nas aulas de
Sociologia e Filosofia), além de autores reconhecidos
nacionalmente (como Manoel Bandeira, Carlos
Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Manoel de
Barros, e cantores de MPB e bandas nacionais, como
Vinícius de Moraes, Toquinho e Titãs). Os alunos são
estimulados a produzir releituras inspiradas nos
poemas lidos e também criar suas próprias poesias.
Além disso, são trabalhadas nas aulas de Artes
desenhos que tragam a tona sentimentos e as
vivencias do aluno e que, posteriormente, são
escolhidos e inseridos no livro como ilustrações.
Assim, a 4ª Antologia Poética da Escola Estadual
José Mamede de Aquino recebeu o título de “Um
poema de repente”, uma surpresa em nosso caminho
de leituras, um encontro de nossos sentimentos em
forma de poesia com cada uma de nossos leitores.

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  • 1. 4ª Antologia Poética Encontro Inusitado Projeto Jovens Autores Escola Estadual José Mamede de Aquino
  • 2. 4ª Antologia Poética Secretaria de Estado de Educação Escola Estadual José Mamede de Aquino Projeto Jovens Autores Direção Fátima Aparecida Leal Rodrigues Diana Pilatti Onofre Coordenação Pedagógica Cleide Afonso Macedo Marilídia Satiro Coordenação de Área Maria Aparecida de Souza Paulo Roberto Reis Professores Colaboradores Elaine Aparecida C. M. Segura Ivanir de Araújo Ivone Vieira Chiquetti Vilma de Souza Neiton Cezar Benites Maria José Conceição Rodenir da Silva Leite
  • 3. 4ª Antologia Poética Poesia é voar pra fora da asa. Manoel de Barros Escrever é libertar-se na palavra, é eternizar emoções no papel, é questionar o corriqueiro e louvar o diferente, é aprender a ser e fazer. É nesse desejo de crescer, de exercitar a palavra viva em nossa língua e dentro de cada um de nós, que o Projeto Jovens Autores existe e completa quatro anos de publicações. Com o passar dos anos mudou, cresceu e aprendeu com cada aluno e professor que por aqui passaram registrando sonhos e emoções. O Projeto Jovens Autores, desde 2013, é parte integrante do Programa Ensino Médio Inovador – Jovem de Futuro, porém toda a escola é convidada a participar das atividades e oficinas de produção de texto poético, seja nas aulas de Língua Portuguesa, Literatura ou Produção Interativa e quaisquer outras disciplinas, pois a poesia está em todos os lugares e dialogando com todas as áreas de conhecimento. Assim, são estudados temas da atualidade (como foi o caso das manifestações contra a corrupção, destaque em 2013, e discutido amplamente em sala nas aulas de Sociologia e Filosofia), além de autores reconhecidos nacionalmente (como Manoel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Manoel de Barros, e cantores de MPB e bandas nacionais, como Vinícius de Moraes, Toquinho e Titãs). Os alunos são estimulados a produzir releituras inspiradas nos poemas lidos e também criar suas próprias poesias. 03
  • 4. Além disso, são trabalhadas nas aulas de Artes desenhos que tragam a tona sentimentos e as vivencias do aluno e que, posteriormente, são escolhidos e inseridos no livro como ilustrações. Assim, a 4ª Antologia Poética da Escola Estadual José Mamede de Aquino recebeu o título de “Um poema de repente”, uma surpresa em nosso caminho de leituras, um encontro de nossos sentimentos em forma de poesia com cada uma de nossos leitores. Professora Diana Pilatti 4ª Antologia Poética 04
  • 5. Um poema de repente Pra mim não é muito fácil Escrever um poema, Mas de repente estes versos Sugiram em minha mente. Não é comum isso acontecer Por isso fiquei muito surpresa Não sabia como começar, Mas logo surgiu com clareza Uma luz pra me ajudar. E deu no que deu: O poema que você leu! Dayane da Silva Dias 1º B 4ª Antologia Poética 05
  • 6. A magia da escrita Escrever é uma arte Onde às vezes viajamos Na magia das palavras Escrever faz parte da vida E o jeito mais fácil de Se expressar Através da escrita Transformamos tudo Pode ser uma linha Ou um texto imenso Sempre será o jeito De expressar um sentimento Ou um pensamento Fabiana Chaparro Tavares 1º B 4ª Antologia Poética 06
  • 7. Poesia Passei o dia inteiro pensando E olhando para o céu Avistei nuvens e pássaros E um pensamento. O que escrever? Meus sentimentos estão Flutuando com as nuvens E os pássaros Não vejo mais poesias Agora só me resta Voar nos meus pensamentos E flutuar nos meus sentimentos. Eduardo Alves Erran 1° A 4ª Antologia Poética 07
  • 8. Davi da Silva Oliveira 9º A 4ª Antologia Poética 08
  • 9. Boas Novas Eu preparo boas novas Para que todos ouçam E que falem de amor sem farsas Estou por um caminho Que passa por lugares sombrios Eu vejo e sinto Meus amigos verdadeiros Eu distribuo a paz. Como quem ama a Cristo De um jeito sem igual. Dois caminhos, mais uma porta. O melhor para nossas vidas Não está em diamantes Aprendi novas palavras E encontrei a mais bela, Jesus. Eu preparo boas novas Que façam acordar o mundo E adormecer a iniquidade ... Felipe R. dos Santos 1º A 4ª Antologia Poética 09
  • 10. Canção Família Eu preparo uma homenagem Para o povo da minha cidade Que espalhe paz e amor E tragam muita felicidade Eu preparo uma alegria Para todas as famílias Que acordam todo o dia Buscando paz e harmonia Eu preparo um pensamento Para todas as pessoas Que precisam de carinho Que nesse mundo a fora Estão sofrendo sozinhas Allan Kennedy 1º A 4ª Antologia Poética 10
  • 11. Estudo A vida não é fácil Temos que nos esforçar ao máximo Superar nossos medos Ir atrás do futuro. A vida é cheia de segredos. Só depende de cada um Fazer a diferença Ou se tornar Apenas mais um. Brendon Oliveira 3º B Ensino Médio 4ª Antologia Poética 11
  • 12. Fabrício Valdomiro da Silva 9º B 4ª Antologia Poética 12
  • 13. A busca da Felicidade Ao som da Esperança Gritei à Liberdade Deixando de ser criança Em busca da Felicidade. Ao abrir a porta A Liberdade chegou Acompanhada da Confiança Que nunca mais me deixou. Ao deixar de ser criança Conheci a Responsabilidade Que me acorda Todo dia lembrando De um compromisso de Felicidade. A Felicidade tem sensação De alegria e de bem estar Mas parece passageira Então, na busca Vou continuar. Jailson Alves 3º A 4ª Antologia Poética 13
  • 14. O Inverno O inverno chega com o frio pálido. Com seus ventos fortes E suas noites frias. Sozinho, ele se diverte Com seu jeito frio e sombrio Derramando as folhas das árvores Mas ele é rigoroso, em um ponto até maldoso. Castiga pobres inocentes, que na rua dormem Batendo seu vento frio, em suas peles sujas. Mas ele age assim de forma irracional Sem saber o que faz Apenas segue soprando Seu vento gelado pela cidade. Villiam Rodrigues Oliveira 3º ano A 4ª Antologia Poética 14
  • 15. Poeminhas Inspirados em Manoel de Barros Inventado No meu casaco Vive um homem E vive o mundo Assim não preciso Sair de casa. Matheus Antonio Vicente de Castro 6º A 4ª Antologia Poética 15
  • 16. Lembrança O sol caiu Na cabeça do Elefante E ele guardou De lembrança. Matheus Antonio Vicente de Castro 6º A 4ª Antologia Poética 16
  • 17. Thainara Marques 3º B 4ª Antologia Poética 17
  • 18. 4ª Antologia Poética 18
  • 19. 4ª Antologia Poética 19
  • 20. 4ª Antologia Poética 20
  • 21. 4ª Antologia Poética 21
  • 22. Eu e a Personificação O livro mostrou uma página para mim. A janela se abriu toda. Esse lápis me estressa muito. Minhas canetas não foram com minha cara. A mesa fez eu errar. O sol não gosta de mim. O meu not não deixa eu dormir. A xícara pintou minha roupa toda. A porta nunca me obedece. Aline O. Lopes 7º A 4ª Antologia Poética 22
  • 23. Os nomes e as rimas Amanda gosta de banana. Daniel gosta de pastel. Isabella de canela. João de mamão. Camila de clorofila. Marcelo de caramelo. Carola gosta de acerola. Renato de feijão no prato. Maria de melancia. Anna de banana E o Carlinhos? Eu gosto de beijinhos! Laura Beatriz Rocha 7º A 4ª Antologia Poética 23
  • 24. PseudoHaicai É festa Piscina de areia: pardalzinho brinca e canta acha que é sereia. Toda prosa Termômetro sobe na capital. O sol arteiro de butuca: araras conversando no mangueiral. Sol-zinho As árvores se foram, lá de cima do poste um passarinho brinca de telefone-sem-fio. Professora Diana Pilatti 4ª Antologia Poética 24
  • 25. Poesia Concreta Michele de Lima Neves 3º B 4ª Antologia Poética 25
  • 26. Acróstico de Pais JOÃO BATISTA Orgulho Ãmor Orientador Bonito Alegria Te amo Inteligente Social Talentoso Amoroso Gosto da Lua Gosto do Luar Gosto do senhor Em primeiro lugar! Com A escrevo amor Com P escrevo paixão Com J escrevo João Do fundo do meu coração! Feliz Dia dos Pais! Nicoly Fernanda Rodrigues da Silva 5º A 4ª Antologia Poética 26
  • 27. Acróstico de Pais J jóia O orgulho V vaidoso E educado N natural I inteligente R romântico Querido papai, Eu te desejo um Feliz dia dos pais! Te amo Do fundo do meu coração! Maria Eduarda 5º A 4ª Antologia Poética 27
  • 28. Acróstico de Pais Pai te amo! Amor da minha vida! Inteligente Responsável Orientador Natural você em minha vida Dedicado a seus filhos Importante em minha vida Normal eu te amar Estudioso Lindo papai Legal Yrado Te amo! Ana Caroline dos Santes Marques 5° ano A 4ª Antologia Poética 28
  • 29. Acróstico de Pais Paixão Amor Inseparável Forte Romântico Alegre Natural Karinhoso Inteligente Sorridente Pai, o senhor é meu herói que cuida de mim, que me ama e faz tudo por mim. Obrigada, papai, por existir. Isabella de Paula 5º A 4ª Antologia Poética 29
  • 30. O auto-retrato No retrato que me faço Às vezes me disfarço Me pinto triste Às vezes me pinto feliz Às vezes pinto coisas que já existem Mais que um dia deixarão de existir... Enfim o que buscamos na vida? Uma semelhança ou uma diferença? No final isso não importa Cada um tem o seu jeito Louco de ser! Fabiana Chaparro Tavares 1º B 4ª Antologia Poética 30
  • 31. Davi da Silva Oliveira 9º A 4ª Antologia Poética 31
  • 32. Quem sou eu? Olhando a minha imagem Vejo humildade, beleza e mudanças. Humildade que me faz diferente, Beleza que me faz linda, Mudanças que me faz melhor. Sou aquela que ama, Que sente, que chora E sorri por ser uma pessoa feliz. Jeito de menina moça, Atitude de mulher menina. Sei expor minhas verdades E encantar a realidade. Eu erro e aprendo com isso Me considero forte e feliz Por que tenho amigos sinceros. Bruna Carvalho 1º A 4ª Antologia Poética 32
  • 33. Ser mulher é... Ser mulher é ser vencedora É superar todas as dores E ainda sim sorrir como uma flor E demonstrar muito carinho. Ser mulher é ser uma mãe Que sorri mesmo sofrendo Nas dificuldades de um parto. Ser mulher é estar sempre correndo Atrás de seus sonhos e de seus filhos, Estar sempre escondendo suas lágrimas em um sorriso. E não desistir dos sonhos perdidos. Ser mulher é refletir o amor Em seu abraço a magia. Isso é ser mãe Isso é ser mulher. Ana Paula Rodrigues de Lima Teixeira 1° A 4ª Antologia Poética 33
  • 34. Ser mulher Ser mulher e chorar Por qualquer coisa Demonstrar um sorriso Mesmo estando triste Ser mulher e fingir estar surpresa Só para não magoar as pessoas É ir atrás do que quer E nunca desistir de seus sonhos Ser mulher é saber se divertir E sair de situações inesperadas Ser mulher é assumir a dor de um filho Ser mulher é simplesmente inexplicável Fabiana Chaparro Tavares 1º B 4ª Antologia Poética 34
  • 35. Wendrio de Souza Pessoa 2º A 4ª Antologia Poética 35
  • 36. Meu Amor Por Ele O amo... Meu amor por ele É com se não existisse mais nada Quando penso nele Me sinto uma rosa perfumada. Mas isso não é muito sério Muitos amores vêem e vão E apesar da insatisfação Continuo sempre na solidão. Mas ele é ele, e dessa vez Parece que veio pra ficar mesmo Que outros amores tornem a vagar Meu amor por ele nunca irá mudar. Jhenifer da Silva Lisboa 4ª Antologia Poética 36
  • 37. Marcus Vinícius Reis 9º B 4ª Antologia Poética 37
  • 38. Dama da Noite A noite fria chega Enquanto ela nasce Simples e meiga Ela mostra sua face Me toque e me sinta Com tua magia Flor fechada pela manhã Que me acalma com ousadia Doce igual maçã Sei que é minha cura Tão forte, porém tão pequena Que forma meu amor como uma escultura E me surpreende com sua delicadeza É a beleza pura Que se espalha pela noite escura Quando se fecha Vem me mostrar O momento certo Que devo descansar Antes do sol chegar Dama da Noite Do seu lado que estar Marcus Vinícius Reis 9º B 4ª Antologia Poética 38
  • 39. Amor só de Mãe Por ter me feito quem eu sou E sem você não sou metade Independente de onde eu vou O sentimento é de verdade Você me fez nascer, me viu chorar, Me fez crescer, me deu um lar Quero que saiba que seu filho sempre te amará Mesmo longe, distante Meu amor por você, Mãe, sempre será constante Obrigado, minha Mãe, por você existir Obrigado a Deus por me permitir algo assim Posso não ser exemplo de ser humano, Pois cometo muitos enganos. Muitas vezes até pensamentos insanos Lucas Garcia 2° C 4ª Antologia Poética 39
  • 40. Marcos Vinícius Reis 9º B 4ª Antologia Poética 40
  • 41. O meu pedido Aqueles olhos cor de mel Combinavam com aquele sorriso encantados Com o seu lindo cabelo comprido e enrolado Sim, ela havia me fascinado O seu rostinho é de uma princesa O seu corpo, um violão Sua voz erra tão doce Que encantou meu coração Uma pena eu ser muito tímido Mas, não aguento mais esse momento Vamos ser felizes e aceite O meu pedido em casamento. Cristian Cáceres 2º A 4ª Antologia Poética 41
  • 42. O motivo de viver Hoje eu posso dizer que eu tenho um motivo, Para dormir, acordar e viver feliz Pois Deus colocou em minha vida, A sua mais bela obra de arte, Que ele criou você O brilho deste sol e como você, Forte e belo por isso não reclamo, Como que vendo e sentido por ele, E ter a sensação de ter você, A todo instante. Jackeline da Fonseca Roque 2º B 4ª Antologia Poética 42
  • 43. Por te Amar Te amo e apenas amo Sem ao menos saber o porquê. O amor é um estado de graça, Algo que se dá, sem ao menos receber. E com todos os seus defeitos Ainda consigo amar você. Só você não compreende isso E eu já não sei o que fazer. E hoje por te amar, peço que se vá. Não por orgulho ou coisa assim, Apenas porque preciso amar mais a mim. Stephanne Maria da Silva 2°C 4ª Antologia Poética 43
  • 44. Marcus Vinícius Reis 9º B 4ª Antologia Poética 44
  • 45. Não desistirei de nós Quando olho para o céu Vejo as estrelas e lembro de nós Eu lhe dei todo o meu amor E não desistirei de nós. Você me ensinou muito Tive apenas que ceder Ceder à pressão do mundo Tive que aprender a respeitar quem eu sou. Ainda olho para cima E vejo no fim de tudo Que você ainda é meu amigo Pois me mostrou quem eu sou... Jéssica Lemes dos Santos 2º B 4ª Antologia Poética 45
  • 46. Saudade de você Um silêncio repetido acontece Numa noite onde só se via breu Todas as casas fechadas literalmente E, a chuva caindo lentamente. Que tempestade se acalme E a lua na sua luminosidade volte Clareando as estradas da minha vida. Não queria mais estar assim perdido. Entre raios e trovões trepidando o coração Murmurando entre dentes minha emoção Cansado de estar com um nó no peito De uma saudade presa sem proveito Esta saudade que se embrulha ao viver Não deixando no dia a dia te esquecer! Edimauro J. Rodrigues 2ºC 4ª Antologia Poética 46
  • 47. Saudade Você foi embora, Deixando em mim um sentimento ruim. Sinto saudade até hoje, Sofro a cada momento, Cada pensamento que me lembra de você. Eu queria entender esse meu coração: Ama sem ter razão e vive na solidão E não que esquecer você. Queria terminar, parar de sofrer, Seguir outro destino, Mas todos os caminhos me levam pra você. Matheus Henrique 2°C 4ª Antologia Poética 47
  • 48. Lágrimas De Saudade Relembro ainda do amor Perfeito, dias após dias. O tempo ajudava e atrapalhava Tinha alegria e tristeza. Sorriso das brincadeiras Lágrimas nas desconfianças. Sorriso ao te ver, Coração vai a mil, As lágrimas rolam dos olhos: Sem você tudo é vazio. Thiago Dos Santos 2ºC 4ª Antologia Poética 48
  • 49. Wendrio de Souza Pessoa 2º A 4ª Antologia Poética 49
  • 50. Amar e sem medo Amar é sem dúvidas uma terapia, Pois quando temos a pessoa amada Tudo fica mais calmo. Tudo Fica romântico, só fala lindas palavras De amor e paixão, fica menos estressada, Pois se preocupa somente com coisas do coração. Quando sente que o amor é verdadeiro Ao amor deve se entregar De corpo e alma, muito bem faz! Marcelly Salomão 2º A 4ª Antologia Poética 50
  • 51. As outras razões do amor Eu te amo porque te amo Não importa seu jeito de ser Eu te amo porque te amo Sem seu amor fica difícil de viver O amor quando vem não tem como escapar Você encontra o amor em qualquer lugar Seja olhando para a lua Ou sentindo a brisa do mar Você pode ir a qualquer lugar Mas não adianta... O amor você sempre irá encontrar. Eu te amo porque não quero Outras pessoas para amar Amo você como o centro de tudo Pois sem sua companhia, como vou ficar? “O amor é primo da morte E da morte vencedor” E um dia você for embora Ficará apenas solidão e dor. Luiz Felipe Moraes Gomes 2°A 4ª Antologia Poética 51
  • 52. As sem-razões do amor ao contrário Não amo porque amo Não precisa ser novo E nem sempre idoso Não amo porque amo O amor é cobrado E nem sempre pago O amor não é dado E nem sempre semeado, nem no vento Nem na cachoeira, muito menos no eclipse. O amor foge dos livros Até da realidade Não amo porque amo Bastante ou a menos a mim Porque o amor se troca O amor se conjuga Mas “amor que é bom Ninguém quer dar!” O amor é irmão da desilusão Da solidão e do derrotado Por mais que tentem matá-lo A cada instante amarei. Marcos Oliveira 2°C 4ª Antologia Poética 52
  • 53. Canção dos Sonhos Eu preparo um poema Em que o mundo melhore, Todos os jovens se respeitem E que tenham mais amor Caminho por uma estrada Onde vejo famílias destruídas Jovens drogados Crianças se perdendo... Eu preparo um sonho de felicidade Em que famílias sejam mais unidas Que todos tenham o que comer todos os dias E que simplesmente se amem... Eu preparo um poema Em que todos acordem para a vida E que o amor ao próximo Esteja acima de tudo. Elisiane S. Sodré 1°A 4ª Antologia Poética 53
  • 54. Canção Eu preparo um verso Em que eu me defina E que as pessoas me reconheçam Nas palavras simples que escrevo Caminho pelas ruas Onde todos passam E só os meus amigos Me saúdam Eu distribuo meu carinho Para quem me faz feliz No jeito mais natural Todos procuram a felicidade Na minha vida eu tenho Um lema: “Nunca desistir” Fabiana Chaparro Tavares 1º B 4ª Antologia Poética 54
  • 55. Canção da minha terra Minha terra tem tereré Que todos podem tomar Até os velhos gostam Do sabor que ele dá. Nosso céu é mais azul Nossas mangueiras têm mais flores Nosso sul tem mais vida Nossa vida mais amores Quando ando pela noite Pelas ruas vou passear Nosso Estado tem mais vida Só aqui podemos encontrar A beleza e o amor Que o Pantanal pode dar. Pedro Henqrique 9º A 4ª Antologia Poética 55
  • 56. Minha Terra Minha terra tem estrelas E sempre fico a olhar. Às vezes aparece uma estrela cadente Faço um pedido e fico a esperar. Nossas vidas, tem mais alegria. Nosso país tem mais paz. Nossas escolas, mais educação. Nossa humildade a gente faz. Em cantar alegre, sorrindo, Mais felicidade encontro eu lá Minha terra tem esperança Acreditar é possível: Você é capaz! Lucas Dias Sampaio 9º A 4ª Antologia Poética 56
  • 57. Meu jardim Meu jardim tem ipês Tem também jacarandá Tem flamboyants vermelhos Que não encontro por cá Ao ficar sozinho à noite Eu paro para pensar Meu planeta tem muitas árvores Que eu preciso preservar Não permita Deus que eu morra Sem que eu veja florescer As árvores que plantei E o ipê qu'inda vai nascer Poliane Alves de Oliveira 9°A 4ª Antologia Poética 57
  • 58. Canção da Selva A minha terra é uma selva Uma grande selva de pedra Ao invés de sábia Moro perto do aeroporto E sempre vejo ele passar. Minha terra tem avião Ao invés de sábia Moro perto do aeroporto E sempre vejo ele passar. Mais eu sei que uma hora Tudo vai mudar Porque as estrelas sempre Voltam a brilhar. E apesar de tudo isso É aqui que quero morar. Francielly Rodrigues 9°A 4ª Antologia Poética 58
  • 59. Canção da minha terra Minha terra tem mais vida Porque Deus olha para cá Minha vida mais amores Porque amor encontro cá. Nosso céu tem mais estrelas Porque Deus está por lá Nossos bosques têm mais vida Porque o Brasil é um bom lugar. Em casa cozinhando à noite eu pensei em viajar Mas Deus olhou para mim e disse: “Não vá. O Brasil é sua casa E aqui deve morar”. Minha terra tem amores Que tais não encontro lá A vida é tão bonita É aqui que eu devo morar. Letícia Stephanie dos Santos B. 9ºB 4ª Antologia Poética 59
  • 60. Os Velhinhos Pensem nos velhinhos Sem carinho, sem amor Pensem nas velhinhas Com medo e com pudor Pensem nas famílias Sem dó e sem amor Pensem nos seus netos Sem saber sem conhecer Mas, oh, não esquecem dos velhinhos. Os velhinhos do asilo Os velhinhos prestativos Os velhinhos com amor Os velhinhos carentes de carinhos Pensando em suas famílias Que os abandonaram sem dó Sem amor. Gerson Oliveira 3ºB 4ª Antologia Poética 60
  • 61. Gabriel Pinheiro 9º B 4ª Antologia Poética 61
  • 62. Morte A vida é assim Às vezes acaba Muitas vezes por nada... Sim, é assim Talvez à toda Por simples vingança Uma coisa tão boba! Talvez por descuido Ou então por acaso A vida do nada, De repente, acaba. Maria Clara Rockel Amarilho 9º A 4ª Antologia Poética 62
  • 63. A Morte Deus meu, sei que um dia estarei contigo Sempre vos carrego comigo Nessa vida já perdi vários amigos Muitos entes queridos A morte marca um fim de uma vida Se má ou bem vivida Todos nós morremos Ao final de tudo Poderemos dizer Que vivemos? Fernando Renan 2º C 4ª Antologia Poética 63
  • 64. A Guerra Oh! A guerra Ao longe vejo A destruição O holocausto Já está aqui em nosso meio Pessoas se destruindo Vidas sendo ceifadas Mulheres, jovens e crianças. Tudo por conquistas de terra Suja de sangue derramado... Amanda Diniz Barbosa 3°B 4ª Antologia Poética 64
  • 65. Bruno de Souza Jaques 9º B 4ª Antologia Poética 65
  • 66. O planeta pede socorro Vou falar para todos De um problema geral, A poluição do ar Na esfera mundial, Esse assunto em evidência O “aquecimento global” Essencial para a vida, Precisamos implantar Medidas e soluções Para preservar o ar, Se a semente for plantada Será fácil transformar Doenças decorrentes da Grande poluição Pois substâncias minúsculas Pelo ambiente estão Acarrentando mais problemas Para a população Se o homem agir rápido Com mais participação, Cumprindo com seu dever Que tem como cidadão, Mostrara ações corretas Com zelo e dedicação. Alexandre Rodrigues 3º B 4ª Antologia Poética 66
  • 67. Sonho Moro na praça Durmo em um banco Com a roupa rasgada E um saco nas costas Não tenho nome Como sou conhecido Na maioria das vezes Me chamam Mendigo Vivo de resto Resto de comida Resto de pinga Resto de uma vida Na noite, sinto frio Mas quando pego no sono Vem-me aquele sonho Com a minha família Família que tinha Que queria De volta. Joilson Alves 3°A 4ª Antologia Poética 67
  • 68. A vida como deve ser Milhões de brasileiros Não tem terra, não tem chão E eu sou apenas mais um Mais um na multidão A gente quer saúde A gente quer educação Não queremos mais viver assim Não queremos mais sofrer não Queremos uma vida digna Queremos uma vida Linda como deveria ser. Francielly Valdemiro 9º B 4ª Antologia Poética 68
  • 69. Miséria Brasileira Chinelos acabados, roupas rasgadas Tristeza no olhar, alegria no falar. Crianças na rua brincando descalça Com o pé no chão Dorme cedo para espantar a fome Sonha alto para viver melhor Sai na rua pra brincar à noite E ver a luz do luar Que miséria brasileira é essa Que na pobreza O povo só pode sonhar Cellena Souza de Queiroz 3°A 4ª Antologia Poética 69
  • 70. Marcos Vinícius Reis 9º B 4ª Antologia Poética 70
  • 71. Rosas da Periferia Pensem na vida Nas famílias devastadas Pensem nas crianças Inocentes, abaladas Pensem nas mulheres Mães doentes, sem rumo. Pensem nas feridas Abertas, sem cura. Pensem nos espinhos Das rosas perdidas Oh! Rosas sem vida Rosas perdidas no sofrimento Da escuridão... Amanda Diniz Barbosa 3° B 4ª Antologia Poética 71
  • 72. No meio da rua No meio da rua Vejo crianças perdidas Com cabeça iludida. No meio da rua Vejo miséria por toda parte Na certeza de que algo vai mudar Mas não vai. No meio da rua Vejo adolescentes envolvidos em algo errado E com o coração apertado De ver tanta miséria na rua. No meio da rua vejo corrupção no chão, De gente que não tem coração Com egoísmo e ganância Ignoram o que se vê no meio da rua Uma vida de ilusão. Claudia Martins do Nascimento 3°B 4ª Antologia Poética 72
  • 73. Corrupção Na cidade, em meio à necessidade Encontra se uma mocidade Sob efeito de alguns covardes. Capazes de iludir, uma população, Por trás da falsidade, A realidade: O roubo e a corrupção, Espalharam-se por todas as cidades. Brendon Oliveira 3°B 4ª Antologia Poética 73
  • 74. Nosso Mundo A saúde está feia A educação não é legal O prefeito não ajuda E nem constrói um posto municipal. A fome mata A alegria nos enriquece Nem o médico ganha bem E do mesmo jeito perece. As coisas não são fáceis Mas temos que lutar. O céu é o limite Nem o oceano vai nos afogar. Ezequiel Soares Sodré 9º B 4ª Antologia Poética 74
  • 75. A Voz Do Povo O preço da desigualdade Não cabe no poema A voz do povo não cabe Na lei do país... Não cabem neste poema As sacanagens que fazem com o povo. Até onde vai o grito da humanidade Para podermos ser ouvidos? Gente de todas as raças e lugares Com um mesmo objetivo Todos com o mesmo intuito Mudar este mundo. O problema é o seguinte: Vamos resolver na constituinte! A voz do povo é quem manda E não há homem nenhum no poder Que desmanda. Povo de raça Que mostra a sua cara! Dorcas S. de Jesus, Ketelaine Campos e Jéssica dos S. Penha 2º A 4ª Antologia Poética 75
  • 76. Desabafo para o Brasil Que lugar é esse que vivemos nos bairros, nas escolas, nas igrejas é sujeira para todo o lado as pessoas querem justiça as pessoas querem viver! Por que está tudo bagunçado? Por que os governantes não vêm Lutar ao nosso lado? Essa guerra é nossa E eles não ligam para o nosso Futuro. Egoísmo. Vivemos numa sociedade cega Cega pelo descaso, pela falta de amor. Precisamos correr atrás do tempo perdido, Precisamos acordar Vamos lutar pelo que é nosso! Pietra Rockel Amarilha, da Penha Luna e Elisa Soares Sodréma 2º A 4ª Antologia Poética 76
  • 77. O Brasil Acordou O preço da tarifa Dos ônibus foi a gota d'água Pro Brasil acordar. Juntos todos fomos Para rua protestar Com cartazes nas mãos Queremos gritar. Não era só vinte Centavos que queremos Alcançar. Queremos dizer aos Nossos governantes. Que chega de corrupção, De impostos altos e inflação. Da falta de hospitais E educação. Só assim mudaremos A nação. Simone Lima 2° A 4ª Antologia Poética 77
  • 78. O gigante acordou Brasil, buscamos um lugar perfeito Um lugar onde exerçamos os nossos direitos Um lugar com a transparência política Um Brasil do Povo! Não lutamos só pelos 0,20 centavos E sim por estarmos cansados, Cansados de sermos explorados Pelas corrupções que nos cercam Corrupção, tráfico, agiotagem... Estão se protegendo com a Copa Mas bilhões sendo gastos em estádios E os hospitais? E a educação? A única coisa que acontece é a corrupção. Cristiano Gabriel Valdeir 2º A 4ª Antologia Poética 78
  • 79. Fabrício Valdomiro da Silva 9º B 4ª Antologia Poética 79
  • 80. Os Playboys Os meninos playboys Passam a caminho da cidade -Eh, playboys! Com seus carros de luxo vão levando sua vida. Seus carros são da hora Cada um com a top do momento. Onde passam, tudo para. -Eh, playboys! Só mesmo esses meninos Vão bem com seus carros de luxo. Nas ruas, as lojas parecem ser feitas pra eles... Bela e doce luxúria! -Eh, playboys! Quando voltam, vêm tomando seus milkshakes. Assistindo a corrida, Escutando música, dançando uma vida normal Apenas cumprindo sua rica rotina. Gerson Oliveira 3º B 4ª Antologia Poética 80
  • 81. Homem Viciado Vi ontem naquele estado Completamente dopado e alucinado Roupas rasgadas e cabisbaixo. Quando tinha o pó à mão, Não examinava, apenas cheirava, Mas cheirava com voracidade. Aquilo não era um cão, Um porco Ou um rato. Aquilo, meu Deus, era um Homem viciado. Valmir de Souza L. Júnior 3º A 4ª Antologia Poética 81
  • 82. Procura-se algum lugar Procura-se um lugar para se morar Onde não há violência E onde não há ladrões. Procura-se um lugar, em algum lugar no bairro. Onde há bom desenvolvimento E onde há boas pessoas. Procura-se algum lugar na cidade Onde há alegria E onde há uma boa sociedade. Merillyn Joni 8°B 4ª Antologia Poética 82
  • 83. Lar doce Lar? Deixa a chuva cair Deixa o sol abrir Meu barraco só não pode cair Deixa a gente viver de qualquer jeito Para que se preocupar? Deixa a gente morar em qualquer lugar Para que se preocupar? Meu barraco só não pode escorregar Um dia minha vida vai melhorar Os governantes poderiam se preocupar de verdade Ai sim meu barraco! Meu barraco ia mudar! Queria um teto na beira da praia Já que não tenho, pelo menos posso sonhar Deixa a chuva cair Deixa o sol abrir Meu barraco só não pode cair Deixa a gente viver de qualquer jeito Para que se preocupar? Deixa a gente morar em qualquer lugar Para que se preocupar? Asafe Dutra 3º B 4ª Antologia Poética 83
  • 84. Minha decepção Aos meus 2 anos de idade, meu pai e minha mãe se separaram, quero dizer, deixaram de viver juntos, pois nunca foram casados. Com isso meu pai foi embora para Três Lagoas a trabalho com minha prima e o esposo dela, eu e minha mãe continuamos morando em Anastácio. A partir daí não lembro se tive contato com meu pai só sei que por volta dos meus 8 anos, ele apareceu no portão da minha casa e eu chorei muito em vê-lo, ele já estava morando aqui em Campo Grande e sempre quando podia, ia me visitar e isso me deixava muito feliz. Em 2009, eu e minha mãe viemos morar aqui e eu já nem sabia em que cidade ele estava, e foi aí que descobri que a empresa que ele era sócio faliu e ele se entregou para a bebida. Os tempos passaram e esse vício só ia aumentando, e eu cada vez sofrendo mais com isso, doía e dói muito ouvir ele dizer que ia embora, que vai morrer. E hoje trago isso como “minha decepção'', já aconteceu tanta coisa com ele, já levou facadas, ficou internado várias vezes, já apanhou em bares, mas nada disso trazia uma força de vontade para sair do vício. Eu choro todas às vezes que o vejo, porque além de tudo ele tem uma doença de pele que está tomando conta do corpo todo e do rosto também e isso faz ele ter vergonha em me ver. Existe um tratamento, mas ele não consegue continuá-lo. 4ª Antologia Poética 84
  • 85. 4ª Antologia Poética Meu pai troca a comida pela bebida, chorei tanto ao servir vários pratos de comida e ele não conseguir comer nem metade e hoje ele se entregou e está totalmente acabado, sem forças. Mesmo assim, fico feliz em ouvi-lo dizer que eu sou a razão da vida dele. Ele vai permanecer, pois todos os dias eu peço isso a Deus e creio que ele lá de cima me ouve. Quando dou conselhos pro meu pai e arranco sorrisos, me sinto a melhor pessoa do mundo, meu pai não é minha decepção, mas o vício dele sim, e eu tenho orgulho em chamar aquele velho bêbado de pai, porque apesar de tudo ele sempre procurou de alguma forma se fazer presente em minha vida e hoje eu digo que jamais vou desistir dele. Linda Flor da Esperança (pseudônimo) 85
  • 86. Um poema de repente Pra mim não é muito fácil Escrever um poema, Mas de repente estes versos Sugiram em minha mente. Não é comum isso acontecer Por isso fiquei muito surpresa Não sabia como começar, Mas logo surgiu com clareza Uma luz pra me ajudar. E deu no que deu: O poema que você leu! Dayane da Silva Dias 1º B 4ª Antologia Poética 86