Porque estudar e_praticar_a_kabbalah
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Porque estudar e_praticar_a_kabbalah Porque estudar e_praticar_a_kabbalah Document Transcript

  • Porque estudar e praticar a Kabbalah? Porque o significado da vida é a Evolução Espiritual e a transformação pessoal através do desenvolvimento da alma. Porque o homem é potencialmente divino, uma vez que ele veio da Fonte Primeira e Única. E, sendo assim, ele é tanto humano quanto divino. Mas se ele só desenvolve seu lado humano, perde a meta principal, que é a volta às suas raízes e torna distante o seu contato com o Superior. As religiões têm procurado mostrar essa verdade, mas de modo geral, elas se tornam exclusivistas. Quer dizer, se você não for desta ou daquela religião, não alcançará o Reino dos Céus. A Kabbalah tem um sentido religioso, somente naquilo que diz respeito ao RELIGARE, do Latim: Ligar-se à Fonte. Ela não é propriedade de nenhuma religião específica. Um budista pode ser cabalista, tanto quanto um xintoísta ou um cristão. A meta precípua da Kabbalah é tornar o ser humano consciente de seu lugar na natureza e no Universo. E também fazer despertar sua criatividade, para que ele exerça plenamente suas capacidades físicas, intelectuais e psíquicas. A Árvore da Vida é um instrumento,através do qual a Kaballah não ortodoxa se utiliza, para que possamos compreender todas as tarefas que um aspirante ou um adepto pode executar ao longo da existência. Ela é um gráfico com 10 séfiras ou círculos, e mais 1 que é oculto. Cada um desses círculos tem uma correspondência com todos os assuntos com os quais temos que lidar em nossa existência. Sua estrutura é de tal ordem perfeita, que podemos tanto associá-la ao corpo humano, quanto à vida profissional de determinada pessoa, ou ainda a uma sonata ou a um sistema político qualquer que seja ele. Vários textos sagrados têm se referido à ela. Na Torah e na Bíblia, por exemplo, só para citar textos ocidentais, temos referências da Árvore da Vida e da Árvore do Bem e do Mal. Mas além de referências,algumas Bíblias antigas, datadas de 1.520 e 1.580apresentam esse gráfico, tal qual vemos hoje em textos não sagrados. Isto também pode significar que a filosofia pela qual os cabalistas têm se guiado ao longo de milênios, é tão imutável quanto as leis da natureza.Aliás, é necessário lembrar, que filosoficamente tudo já foi dito. O que temos de novo é a ciência e tecnologia e a adaptação dos sistemas filosóficos aos tempos modernos. Na verdade, a ciência vem depois, provando tudo o que os mestres ocultistas já tinham como verdade estabelecida. Robert Anton Wilson escreve em seu livro, "Prometheus Rising", uma frase bem interessante: " Tudo o que o pensador pensa, o provador prova. " Desconhecemos quem foi o autor desse gráfico universalista a que chamamos de Árvore da Vida. O fato relevante é que, se compreendermos o que ela significa, acabaremos por adotar uma forma de vida
  • mais saudável, plena e, conseqüentemente, mais feliz. Na verdade, é a ignorância da virtude e da verdade que nos coloca no estado de infelicidade. A Sabedoria é que nos ensina a viver de maneira plena, ampliando nossos potenciais. E a Árvore da Vida é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores instrumentos para nossa total realização. O Esquema da Árvore da Vida Como gráfico, ela é composta de três colunas denominadas Pilares. O Pilar do Meio é chamado de Pilar do Equilíbrio. O da esquerda, de Pilar da Severidade e, o da Direita, Pilar da Misericórdia. Poderíamos fazer uma outra associação, dizendo que o da esquerda é Mental e Construtor. O da Direita é Emocional e ligado à Arte. O do meio, funciona como a interação de ambos. Tal qual nosso cérebro, com seus hemisférios direito e esquerdo. Se fizermos uma comparação com a música do Oriente e a do Ocidente, entenderemos melhor esses dois Pilares, pois a música oriental não tem compassos nem seqüência lógica, embora haja uma grande harmonia. Já a música ocidental é metrificada, com tempos tão específicos que entendemos seu começo,
  • meio e fim. Nesse sentido, podemos dizer que a Kaballah é a Mística do Ocidente, pois diferente do homem oriental, o ocidental precisa decodificar através de um processo lógico, tudo o que é necessário para que ele alcance a iluminação.Os orientais sentam em meditação yoga durante um ou quarenta anos e alcançam um estado de "nirvana" sem a necessidade de compreender o que os leva a isso. Por esse motivo, podemos dizer que a Kaballah é a yoga do ocidente e, a Árvore da Vida, o meio pelo qual, através dos 3 pilares, o ser humano sobe por graus e séfiras, a "Escada de Jacó" para encontrar o significado da Vida. SÉFIRAS A palavra vem do grego, e significa esfera. O gráfico da Árvore da Vida é formado de 10 esferas ou séfiras, mais uma oculta. Portanto são 11. Em hebraico, séfira também significa número. O número 11 foi adotado pelo sistema astronômico Ptolomaico, que já se relacionava Antes de Cristo com 11 planetas (para eles tudo o que tinha movimento no céu eram planetas): Terra, Lua, Sol, Mercurio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Portanto, desde a Antiguidade, já se sabia de planetas que só seriam descobertos milenios mais tarde. Para a Kabbalah, a séfira é a força mediadora entre o céu e a terra. Entre Deus e o homem. Entre o Absoluto e o Material. É uma representação gráfica para melhor compreensão intelectual. kether chockmach binah daath geburah chesed tiphereth hod netzach yesod malcuth
  • Significado Kether é a séfira localizada no mais alto na Árvore da Vida. Está associada à luz, à coroa, ao ponto. Quando estudamos essa vasta área do conhecimento humano que é a Kaballah, verificamos que ela trabalha com os Quatro Mundos ou Quatro Dimensões. Kether é também, nesse sentido, o ponto acima, ou um nível acima do plano em que nos encontramos, ou acima do plano que queremos nos relacionar. Desta forma, no nível imediatamente superior, Kether é Malcuth da próxima Árvore da Vida do Mundo imediatamente acima. Porque Kether é relacionado às origens. Desta forma, a associação com a Coroa é perfeita, pois essa é aquilo que fica acima da cabeça. A Kaballah nos leva a crer que o Sagrado Espírito Orientador está acima de nós. O ponto, outro dos símbolos de Kether, é completo em si mesmo, sem dimensões, sem definições externas. É a unidade total, a semente de onde a partir dele todo o Universo cresce e se expande. Do Ponto de Luz, flui a luz para todo aquele que está no caminho de evolução. Todo o trabalho de oração, meditação ou ritualístico deve começar por uma invocação da Luz superior de Kether. Esse ato produz uma sutil atividade dos planos inferiores. À Kether são atribuídas as letras hebraicas: Yod He Vau He, que também representam os 4 elementos de Malcuth : Fogo, Terra, Ar e Água. Isso define o axioma : As above so below. E a questão do Mal, que está implícita em Malcuth, só pode ser resolvida em Kether. Porque esta séfira é a única da Árvore da Vida onde não existe nenhum mal. As Lâminas dos Ases no Tarot pertencem à esfera de Kether, pois eles representam o Espírito em Ação. O Um, o primeiro, de onde tudo se origina. A Fonte. Mitologia Urano, o deus dos espaços, é o mais compatível com a séfira de Kether. A idéia de Infinito está explícita e implícita neste arquétipo. Lançando nova luz sobre esse mito, compreenderemos a idéia do Bem e do Mal. Este, não é nada mais nada menos que a Ignorância. O sábio só pratica o Bem. Para os celtas representa o Reino Perfeito de Avalon. A Mitologia Egípcia faz a associação com Keru-Pa-Kraath. Conexão com a Astrologia Urano é o regente de Aquarius e o planeta que se identifica com Kether. Há muita controvérsia sobre isso, pois alguns autores supõem que Kether seja associado à Netuno. Um estudo mais acurado irá mostrar que o "Ouranós" dos gregos tem mais a ver com a Luz dessa séfira que é a fonte de Luz e das Emanações.
  • Correspondências Símbolos : A coroa e o ponto Imagem Mágica : Um rei barbado visto de perfil Figura Arcangélica : Metatron Experiência Espiritual : União com Deus Nome Divino : Eheiaheh Chakra : Coronário Atributo : Realização do bem Vício : Desconsideração e ignorância Nota Musical : O Som das esferas No Reino Mineral : A platina (metal). brilhante e opala (gemas) No Reino Vegetal : Âmbar (Botânica) No Reino Animal : A Águia Quanto aos Corpos: Inteligência admirável (corpo atmico) Parte do corpo físico : A cabeça Número : 1 As de Paus: Início da energia As de Copas : Força emocional que se derrama da Taça As de Espadas : Poder diante das dificuldades As de Ouros : Poder e sucesso material Cores nos Quatro Mundos : Aziluth : Esplendor Briah : Branco puro Yetzirath : Branco brilhante Assiah : Branco salpicado de ouro
  • Significado Essa sefirot é chamada de Sabedoria. Se Kether é a Coroa, a cabeça da Árvore, o ponto de onde todas as manifestações da divindade emanam, Chockmach é a Linha, que vai conduzir a Sabedoria eterna. Ela é a séfira mais difícil de ser compreendida. Porque ela deriva de um ponto no vazio, e se estende através dessa linha que é, nada mais nada menos, que o ponto que se estende no espaço. Essa linha é essencialmente dinâmica. Podemos considerá-la como um canal por onde passa a energia e/ou um fluxo sem organização. A organização vai se dar em Binah. No nível mais abstrato, trata-se do Pai celestial, enquanto que Binah é a Mãe Celestial. Chockmach representa a idéia de virilidade, enquanto que Binah manifesta a idéia de feminilidade. Chockmach é o impulso de toda a manifestação, enquanto que Kether é a origem. Poderíamos dizer que Chockmach é o Ser, enquanto que Kether é o Não Ser. A idéia de Inconsciente coletivo também está inserida nessa séfira. Muitos autores se relacionam com o Oceano para designar o Inconsciente Coletivo. Assim, muitas religiões usam o mar para "descarregar" energias negativas. Para eles, o mar tem um efeito purificador, pela grande capacidade de reduzir processos sutis de impressão que operam no sentimento do homem. Mitologia É Netuno para a mitologia romana, assim como Poseidon para os gregos, que se mantém no Panteão mitológico dos deuses. Da mesma forma que Chockmach representa o Inconsciente Coletivo no mito, Poseidon também não atua só. Ele está sempre rodeado das sereias, das nereidas e das danaides. Para os celtas é a própria Távola Redonda, com seus 12 Cavaleiros. Conexão com a Astrologia Netuno, regente do signo de Peixes, ligado à Espiritualidade é o que melhor se associa à Chockmach. Muito embora Júpiter seja o primeiro regente de Peixes, a descoberta de Netuno veio propiciar um acerto para a Astrologia, já que Netuno tem características mais condizentes com esse signo. Correspondências Símbolos : O falo, o pedestal e a torre. Imagem Mágica : O zodíaco, os 12 cavaleiros da Távola Redonda Figura Arcangélica : Ratziel
  • Experiência Espiritual : A visão do trono divino Nome Divino : Jeovah Chakra : Secundário Atributo : Devoção Vício : Fanatismo Nota Musical : Todos os sons considerados mantrans devocionais No Reino Mineral : Água Marinha ( Gema ) No Reino Vegetal : Almíscar No Reino Animal : Baleia Quanto aos Corpos: Inteligência iluminadora Parte do corpo físico : Não consta Número : 2 Dois de Paus: Domínio Dois de Copas : Amor Dois de Espadas : Paz Dois Ouros : Harmonia material Rei de Paus: Energia dinâmica Rei de Copas: Domínio sobre as emoções Rei de Espadas: Mudança de direção Rei de Ouros: Renascimento cíclico da Terra Cores nos Quatro Mundos : Aziluth : Puro e suave azul Briah : Cinza Yetzirath : Cinza perolado e translúcido Assiah : Branco, com pintas vermelhas, azuis e amarelas
  • Significado A Séfira de Binah é chamada de Compreensão. Mas também poderia ser chamada de Concretização ou, ainda , a séfira da Estrutura. Ela completa a Tríade Suprema. A Energia Divina vem pura de Kether, entra no processo de dualidade ainda desorganizada em Chockmach e toma forma em Binah. Se Chockmach é o princípio da masculinidade cujo símbolo é fálico, Binah é o princípio da feminilidade cujo símbolo é a vagina. Esses dois símbolos definem a bissexualidade da alma. Uma das questões difíceis de entender na Árvore, é o fato de que a qualidade masculina da energia está em Chockmach, no Pilar da Misericórdia, ao passo que, a feminilidade, está no Pilar da Severidade. Tradicionalmente, a mãe, o elemento feminino é mais ligada à generosidade e ao amor incondicional. Por isso se torna difícil essa compreensão. Porém, se considerarmos o feminino e o masculino como Energia, então essa compreensão ficará mais acessível. A energia de Chockmach é pura vazão e, portanto, sem restrições. Só nesse sentido ela é irrestrita e, portanto, misericordiosa. A feminilidade, ao contrário, é limitada, portanto severa. Os conceitos de gênero masculino e feminino são insuficientes para descrever esse intercâmbio energético que existe no Universo, e que é mostrado na Árvore da Vida. Binah, como complemento de Chockmach, é o desejo de criar, enquanto Chockmach é quase uma energia expontânea. Se Chockmach representa o Oceano do Inconsciente Coletivo, Binah é o mar a partir do qual surge toda a vida. Binah é a disciplina de organização. No nível mais abstrato, Binah é a Mãe Celestial, assim como Chockmach é o Pai Celestial. Não daria para entendermos uma séfira, sem a compararmos com seu polo oposto. Assim, se Chockmach é a Força, Binah é a Forma. Mitologia Na Roma Antiga era Saturno, o deus de tudo o que é concreto, assim como no Mito grego era Chronos, o Tempo, que engole seus filhos. Ambos severos, vão refletir sua organização para os celtas na função disciplinadora de Morgana, irmã do Rei Arthur. Para a Mitologia Egípcia é Nephthis, mas Ísis também é relacionada a essa esfera. Conexão com a Astrologia É ao planeta Saturno, que representa a forma, a concretização, que coube a tarefa de correlação com Binah no mundo da Astrologia. Este planeta é o regente de Capricórnio, o signo que se associa também à carreira, prestígio e fama. Mas, para isso, vale a experiência, o Tempo.
  • Correspondências Símbolos : A Concha e a vagina Imagem Mágica : Uma velha senhora Figura Arcangélica : Tzaphkiel Experiência Espiritual : A visão da dor Nome Divino : Jeovah Elohim Chakra : Nenhum Atributo : Silêncio Vício : Avareza Nota Musical : Si No Reino Mineral : Lápis lázuli, a turquesa e as gemas negras. No Reino Vegetal : Mirra No Reino Animal : O cabrito montês Quanto aos Corpos: Inteligência santificadora Parte do corpo físico : Ossos e dentes Número : 3 Tres de Paus: Equilíbrio Tres de Copas : Abundância Tres de Espadas : Infortúnio Tres de Ouros : Ganhos materiais Rainha de Paus: Domínio sobre a energia - Vontade Rainha de Copas: Serenidade Rainha de Espadas: Corta a fantasia para chegar à realidade Rainha de Ouros: Poder feminino material da terra.
  • Significado Esta séfira é conhecida como O Abismo. Ela é relacionada ao desconhecido. É a esfera oculta. É a entrada para a Vida e a saída para a Morte. Ela se situa entre a Tríade Superior ( que representa a divindade ) e todas as outras esferas. Fica no ponto da junção cósmica entre o humano e o divino. Mostra, assim, que a vida vem de Kether através de Daath. O organismo que está em desenvolvimento fica ciente de si por meio do conhecimento de Daath. É nesse ponto que a entidade encarnada se separa da Unidade e se personifica. Esta esfera da Árvore da Vida se associa a Yesod, porque existe um campo eletro-magnético entre as duas, que conecta a percepção e consciência ao corpo ocasionando tanto as percepções físicas quanto as psicológicas. O homem comum não chega a ter esse conhecimento. Somente a partir de Daath do Mundo yetzirático é que ele vai despertar. Sendo assim, é fácil a associação desta séfira com a Serpente do Kundalini. O Chakra Esplênico é a base dessa serpente ígnea, que sobe e se divide através dos dois nadis principais: Ida e Pingala, chegando ao processo de cura e conhecimento, para atingir os Chakras superiores : Laríngeo, Adjna e Coronário. E tudo isso acontece acionando um dos nadis principais que é o Shushuma. Para melhor entendimento, o Shushuma nada mais é do que o campo eletro magnético que se situa entre Yesod e Daath. Essa séfira também está ligada à idéia de renascimento e ressurreição. Na Árvore da Vida ela está colocada logo acima de Tiphereth, mostrando nitidamente a ressurreição do Christo, uma vez que Ele é o representante de Tiphereth. A premissa que nos leva à compreensão que existe uma vida após a morte está implícita na séfira de Daath. Somos originados por Kether, a Energia ou Espírito Único, nos formamos pelo Pai e pela Mãe Celestiais ( Chockmach e Binah ) e saímos para a vida física através de Daath. No momento da morte, fazemos o caminho inverso. Mitologia Há várias figuras mitológicas concernentes à esta séfira. Para os gregos era Hades, o deus do mundo tectônico. Para os romanos é Plutão, o Senhor dos Infernos. Mas os Infernos greco- romanos não são semelhantes aos da Igreja Católica. São estágios para onde se encaminha a alma após a morte. Para os egípcios é Osíris, mas a deusa Ísis participa ativamente dessa área, uma vez que foi ela quem fez a reconstrução do corpo de Osíris morto. Esse relato mítico inspirou Madame Helena Blavatsky a escrever sua obra: Ísis sem véu. A deusa Maat, que pesa a alma dos mortos no Duat Egípcio também pertence a essa séfira. Conexão com a Astrologia Para a Astrologia, é o planeta Plutão que se refere à Daath. Foi descoberto em 1.930 e só então passou a reger o signo de Escorpião. Na Antigüidade, era Marte quem operava essa regência. Mas Plutão tem mais afinidades com este signo do que Marte. Pela sua relação com a morte, com a vida após a morte (com heranças num sentido mais prático), e com o lado oculto da vida. Num
  • sentido amplo, todas as ciências ocultas são da esfera de Escorpião e Plutão. As artes mágicas e divinatórias também. Correspondências Há muito poucas correspondências com Daath. As mais freqüentes são as mitológicas e astrológicas. O que se sabe é extraído de pesquisas. Por exemplo: Chakra : Laríngeo No reino Mineral : Blood Stone ( Gema ) No Reino Vegetal : A árvore da romã e o cardamomo No Reino Animal : A Serpente No Reino Imaginário : Cérbero, o cão de 3 cabeças
  • Significado Geburah é Força, luta, empenho e ação. As palavras que a definem são coragem, destemor, iniciativa e capacidade de liderança. Por isso todos os arquétipos ligados a essa esfera de atuação são os soldados, os gladiadores, os aventureiros, e todos os que personificam os guerreiros, incluindo os atletas. Nas artes marciais, ensina-se também o lado espiritual da luta e da vitória, que é a essência de Geburah. Sob o ponto de vista do Eu Superior, Geburah utiliza o princípio de uma avaliação severa da personalidade. Geburah apresenta o aspecto catabólico da força, ou seja, aquele aspecto de todo o procedimento vital que se relaciona com a liberação da energia. Existem títulos que são atribuídos à Geburah, e eles contém, em si, os aspectos de dualidade dessa esfera da Árvore da Vida : severidade, justiça, força e poder. A séfira de Geburah pode revelar que, com um julgamento mental correto e uma ação positiva, é possível concretizar algo desejado. Por essa razão, ela não pode ser analisada sem levar em conta a séfira oposta : Chesed. Cabe a cada um de nós "Agir", palavra relativa à Geburah, para que qualquer dificuldade seja superada. Mas uma ação, sem considerar o que é necessariamente justo, termina em guerra. E durante a vida nos deparamos com as batalhas pessoais e as guerras coletivas, tudo sob a ação desconsiderada de Geburah. Daí a necessidade de equilibramos nossas atitudes através dos conceitos da séfira oposta que é Chesed. Mitologia Para a Mitologia greco - romana, é Marte, o deus da Guerra, quem desempenha o papel do mito nessa séfira. Nas guerras da Antigüidade, ele era colocado como um símbolo nas bigas que iam à frente dos combates. Para os celtas, é Sir Lancelot, o guerreiro do Rei Arthur. É Horus para a Mitologia Egípcia. Os cristãos ligam as figuras de Joanna D´Arc e São Jorge à esta séfira. Conexão com a Astrologia O planeta Marte, considerado o arquétipo do pioneirismo, do guerreiro e da força, é associado a Geburah. Marte não é estagnado. Marte é ação, desempenho e luta. Somente um Marte mal aspectado numa carta astrológica vai fazer uma pessoa fraca e sem iniciativas.
  • Correspondências Símbolos: O pentágono, a Espada e a Lança Imagem Mágica: Um poderoso Guerreiro em seu carro Figura Arcangélica: Michael Experiência Espiritual: Visão do Poder Nome Divino: Elohim Geburah Chakra: Secundário Atributo: Energia e Coragem Vício: Destruição e Crueldade. Nota Musical: Dó da Clave de Sol No Reino Mineral: Cobre (Metal) Coral vermelho (Gema) No Reino Vegetal: Tabaco, Cravo, Canela e as Pimentas No Reino Animal: O Carneiro Quanto aos Corpos: Inteligência Radical Parte do corpo físico: Ombro Direito Número: 5 Lâminas do Tarot : Cinco de Paus: Energia em alta Cinco de Copas: Conflitos emocionais Cinco de Espadas: Perdas Cinco de Ouros: Nova fase financeira Cores nos Quatro Mundos : Aziluth: Laranja. Briah: Vermelho escarlate. Yetzirath: Vermelho brilhante. Assiah: Vermelho, salpicado de negro.
  • Significado Esta séfira é considerada como a Preservadora. Ela protege aquilo que o Grande Pai gerou, com generosidade e equilíbrio. Controla a Ação de Geburah, continua a obra de Chockmach e vislumbra o futuro. Por essa razão, Chesed é considerada como uma das fases da Criação, pois aquele que não tem um sonho e uma visão do porvir, perde a capacidade de criar. É aqui que a consciência se eleva e recebe a inspiração da séfira que trabalha no plano da forma. Por isso, sua relação com a expansão. A benevolência e a misericórdia estão intrinsecamente ligadas ao plano de Chesed. Mas a obediência também tem seu lugar aqui, já que a expansão e a independência sem a obediência às leis cósmicas levam ao caos. Temos ouvido muito falar do Quarto Caminho e da Quarta Dimensão. Essa esfera de número 4 mostra que só chegaremos a isso com uma base sólida, organizada para o bem comum. Sem a extensão de Chesed não será possível. Pois ela é a séfira que nos mostra o caminho da prosperidade em todos os níveis. Mas só realizaremos esse ideal quando a humanidade chegar à compreensão dessa esfera do conhecimento, usando os recursos da natureza e derramando essas virtudes para todos. Chesed representa os 4 elementos de equilíbrio com sua força anabólica de construção. Mitologia Chesed se encontra arquetípicamente ligada ao grande Zeus da mitologia grega. Um deus que era o poderoso do Olimpo mas, ao mesmo tempo, tinha fraquezas humanas. Bondoso e magnânimo, mas lançava os raios da ira que tanto assustava os homens. Conta o mito que os terrenos se assustavam quando ouviam o trovão, pois significava que Zeus estava zangado. Na Roma Antiga seu nome era Júpiter. Para os celtas é a figura de Guinevere, esposa do Rei Arthur, mulher educada, humana e popular que desempenhava o papel de estabilidade e expansão do reino. Para os egípcios era o deus Amon. Conexão com a Astrologia O planeta Júpiter, o grande benéfico da Astrologia, é quem se relaciona com a séfira de Chesed. Regente do signo de Sagitário, é o agente de expansão, de aumento, mas também do exagero. Correspondências Símbolos : A Pirâmide, o globo e a cruz de 4 braços iguais Imagem Mágica : Um rei poderoso sentado no trono Figura Arcangélica : Tzadkiel
  • Experiência Espiritual : A visão do amor Nome Divino : El Chakra : Secundário Atributo : Obediência Vício : Gula e hipocrisia Nota Musical : Lá No Reino Mineral :Ametista e a safira azul No Reino Vegetal : Carvalho e o anis estrelado No Reino Animal : O centauro e o cavalo Quanto aos Corpos : Inteligência receptiva Parte do corpo físico : Braço esquerdo Número : 4 Quatro de Paus : Tarefa completa Quatro de Copas : Exagero Quatro de Espadas: Descanso , sossego Quatro de Ouros : Ordem Cores nos Quatro Mundos : Aziluth : Violeta Briah : Azul Yetzirath : Púrpura Assiah : Azul Real
  • Significado Bem no Centro da Árvore da Vida se encontra a séfira de Tiphereth. É ela a mais importante de todas as séfiras, uma vez que sua colocação se acha na posição de equilíbrio de todo o esquema da Árvore. Do ponto de vista das religiões, a séfira de Tiphereth é considerada como o Centro Crístico. É aí que as religiões cristãs se apoiam e também todas aquelas que têm como símbolo maior, os deuses sacrificados. As religiões panteístas se identificam com a séfira de Yesod. As metafísicas, tais como o Budismo e o Confucionismo, se centralizam em Kether, mas a fé cristã tem como característica o centro de Tiphereth. Em vários gráficos de Árvores, temos 3 figuras principais representando essa séfira : a criança Bacchus Dionisius, a Cruz como presença crística e o Rei Arthur. Como Tiphereth está associada ao Sol, o doador da Luz, cada uma dessas figuras, à sua maneira, representa um dos aspectos dos deuses sacrificados. Embora o trabalho de Dionisius não seja compreendido pela maioria das pessoas, que vêem nele o representante da luxúria, a criança representa a pureza e a inocência. Tiphereth nessa posição vai elucidar todo o trabalho do adepto, ou do estudante, que acabará por compreender que é necessário o sacrifício para poder alcançar a Luz Superior, que faz parte do caminho. Esse sacrifício é embasado no fato de que teremos que chegar à compreensão em relação ao nosso semelhante, pois cada um de nós está em uma das etapas do trabalho de evolução. Compreender, aceitar e não julgar, é uma tarefa de capital importância para essa séfira. Esse tipo de Compreensão está ligado à consciência superior, onde o ser humano se torna puro e se identifica com a realidade maior e transcendente. Mitologia Na Mitologia grega, Apolo se identifica com o Sol, conseqüentemente com Tiphereth. Mas todos aqueles considerados como os deuses sacrificados, pertencem à área de Tiphereth. Cristo para a mística cristã, Odin para os nórdicos, a criança Dionisius para a Mitologia Pan-helênica e para os celtas, o Rei Arthur. Para a Mitologia Egípcia é Rá. Só não cabe aqui Osíris pois, pela sua associação com a Morte, ele é relativo à séfira de Daath. Conexão com a Astrologia Uma vez que Tiphereth está no centro da árvore, é a estrela, o Sol do nosso sistema, que corresponde à esta séfira. O Sol, que dá vida, luz e calor, a energia que nos lembra o centro cardíaco do amor e da compaixão. Na Astrologia, o Sol é também a Criatividade.
  • Correspondências Símbolo : A Cruz do Calvário e a estrela de seis pontas Imagem Mágica : Um rei. Uma criança. Um deus sacrificado. Figura Arcangélica : Khamael Experiência Espiritual : Visão harmônica do mundo Nome Divino: Tetragrammaton Chakra: Plexo Solar e cardíaco Atributo: Devoção à grande obra ( The Great Work ) Vício : Orgulho Nota Musical : Sol da clave de sol No Reino Mineral : Ouro (Metal) Rubi (Gema) No Reino Vegetal : Olíbano, girassol e "Mary gold" No Reino Animal : Leão Quanto aos corpos: o Corpo mental superior, ou corpo causal. Parte do corpo físico: Coração Número: 6 Seis de Paus: Vitória Seis de Copas: Vitória após um esforço. Seis de Espadas: Sucesso merecido. Seis de Ouros: Sucesso material Príncipe de Paus: Enorme força Príncipe de Copas: Energia dinâmica que contém as emoções. Príncipe de Espadas: Capricho e inconstância. Príncipe de Ouros : Comando sobre o poder mundano. Cores nos Quatro Mundos : Aziluth : Rosa dourado Briah : Amarelo dourado Yetzirath : Salmão Assiah : Âmbar dourado
  • Significado Hod é a mente Individual, a Lógica, a Razão. É Hod quem propicia a forma através do processo mental. Hod capta as imagens formadas em Yesod e elabora, a forma pensamento que se materializa é trabalho de Hod. Essa séfira opera de forma que a mente possa formar conceitos e compreenda. É ela que corresponde ao processo racional, por isso também diz respeito à literatura, à informação, à comunicação, à locomoção, e também ao comércio. Cada vez que fazemos uma abordagem intelectual estamos usando nosso conhecimento de Hod. E também a nossa possibilidade de adaptação. Pessoas que são extremamente ligadas a essa esfera, são os intelectuais frios. É necessário equilibrar essa séfira com a oposta, que é Netzach. Sem essa ponte de equilíbrio, o racional se torna calculista e sem emoção. É de extrema importância que as duas séfiras estejam em harmonia, para que uma, Hod esteja funcionando com a Inteligência Absoluta, e a outra, Netzach consiga concretizar seus sonhos. Na Maçonaria, o símbolo de Hod é o Avental. Isso porque nas lojas maçônicas, a idéia é construir. Para se deitar mãos ao trabalho, se necessita do avental. Se observarmos como se usa o avental, veremos que ele cobre a região do corpo físico relativa à Yesod. E esta séfira, por sua vez, se relaciona com o mundo astral, o mundo das projeções. Por analogia, o que está por trás da forma concreta, é produto de nossos pensamentos que foram projetados pela nossa emoção. Daí a particular necessidade de vigiarmos nossas emoções e pensamentos, para que não concretizemos coisas desagradáveis. A mesma emoção/pensamento que cria momentos difíceis, pode nos ajudar a concretizarmos o Bem. Nos Mistérios Menores das Escolas Herméticas, Hod opera o aspecto funcional, como um pedreiro, isto é, como um construtor das formas. Mitologia O mito romano relativo à Hod é Mercúrio, o deus alado, com asas no capacete e asas nos pés, representando a rapidez de pensamento e a mobilidade de locomoção. Para os gregos é Hermes, aquele cuja mente é profunda, perspicaz e se endereça para as ciências ocultas. Para os celtas, é o Mago Merlin que desempenha o papel de Hod, aquele que engendrou toda a Magia do Reino de Camelot. E para o Egito Antigo é Anubis. Conexão com a Astrologia É Mercúrio quem representa Hod na Astrologia. Por sua mobilidade e rapidez, esse planeta é
  • associado às idéias, pensamentos e palavras. É o responsável pela comunicação e também pela locomoção, mas seu papel fundamental é relacionado com o uso adequado da inteligência. Correspondências Símbolo: Um avental Imagem mágica : Um hermafrodita ou um Anjo Figura Arcangélica : Raphael Experiência Espiritual : Visão do Esplendor Nome Divino : Elohey Tzabaoth Chakra : Secundário Atributo : Veracidade Vício : Falsidade, desonestidade Nota Musical : Mi No Reino Mineral : Mercúrio ( Metal ) e o Topázio ( gema ) No Reino Vegetal : O Estoraque, a Alfazema e o Zimbro e os Cítricos. No Reino Animal : O Veado Quanto aos corpos : Corpo Mental Inferior Parte do corpo físico : Lado direito da bacia Número : 8 Lâminas do Tarot : Oito de Paus : Rapidez Oito de Copas : Sucesso através do Esforço Oito de Espadas : Diminuição da Força Oito de Ouros : Prudência Cores nos 4 Mundos : Aziluth : Violeta - Púrpura. Briah : Laranja. Yetzirath : Roxo avermelhado. Assiah : Preto salpicado de Amarelo
  • Significado Da mesma forma que Hod significa o mental e a forma que se dá ao plano intelectual, Netzach representa os instintos e as emoções. Esta séfira trata do plano emocional e instintivo. Em Netzach tudo é mais "percebido" do que intelectualizado. Mas as atividades de Netzach não podem ser separadas de Hod. As duas séfiras formam um par funcional. Poderíamos dizer que os dois verbos mais adequados para as duas séfiras seriam: pensar (Hod) e sentir (Netzach). Compreenderemos Netzach se entendermos que é nessa esfera que se trabalha e se integra toda a nossa afetividade e os nossos instintos. Enquanto Hod intelectualiza, Netzach sente e percebe. Enquanto Hod é ligado à palavra escrita e falada, portanto aos comunicadores: escritores e oradores, Netzach é associada aos pintores, músicos e poetas. Quando falamos de Amor, sensibilidade e emoção, estamos atuando em Netzach. Nas antigas civilizações eram incluídas em Netzach todas as atividades onde entra o Afeto, seja a camaradagem entre os guerreiros, seja o relacionamento entre professor e aluno, seja o amor entre um homem e uma mulher. No cumprimento da função sexual, várias séfiras entram em ação. Em Netzach há o relacionamento e interação sutil da força vital entre dois fatores: fluxo e refluxo, estímulo e reação, mas ultrapassando e muito a esfera do sexo. Ela atua também em outros níveis de consciência. Através de um sutil magnetismo, inspira a mente, e a mente dirige as emoções. As emoções, por sua vez, assumem a atividade do duplo etéreo, que por sua vez atua no veículo físico. A tríade formada por Yesod, Hod e Netzach, unem a criação, mente e coração (Emoção). Mitologia Para os gregos, é Afrodite, assim como para os romanos a Vênus, a figura mitológica que eqüivale a Netzach. Ambas representam o Amor e a Beleza. No Egito, é Hathor que desempenha esse papel. Para os celtas é Nimue, a amada do mago Merlin, amante e inspiradora musa. Já os nórdicos, associam-na à Frigga.
  • Conexão com a Astrologia Vênus é o planeta cujo arquétipo representa o amor, a arte, a estética, mas também a segurança em todos os níveis, inclusive a financeira. Mas tanto o signo da Balança, quanto o signo de Touro, ambos regidos por esse planeta se encaixam na séfira de Netzach Correspondências Símbolos: A rosa, o cinto e a lâmpada Imagem Mágica: Uma bela mulher nua Figura Arcangélica : Haniel e Oriel Experiência Espiritual : A Visão da beleza do universo Nome Divino: Jeovah Tzabaoth Chakra: Secundário Atributos: Amor e desprendimento Vício: Luxúria Nota Musical: Dó No Reino Mineral : Platina ( Metal ), brilhante, turmalina e esmeralda. No Reino Vegetal : Benjoim, rosa e sândalo No Reino Animal : Touro Quanto aos corpos : Inteligência oculta. Parte do Corpo físico : Rins e quadris Número : 7 Lâminas do Tarot: Sete de Paus: Valor. Sete de Copas: Sucesso ilusório. Sete de Espadas: Esforço na instabilidade. Sete de Ouros: Sucesso dentro da instabilidade. Cores nos Quatros Mundos Aziluth : Âmbar Briah : Esmeralda Yetzirath : Verde bem brilhante Assiah : Oliva salpicado de ouro
  • Significado De acordo com Eliphas Levi e Madame Blavatsky, Yesod é o plano sutil, o plano Astral que serve de base ao mundo físico. É chamado também de plano lunar. A Lua recebe a luz do Sol que, por sua vez, é representado pela séfira de Tiphereth que se localiza logo acima de Yesod. Essa imagem da Lua que é atribuída a Yesod é essencialmente fluida e com fluxos e refluxos que governam o Elemento Água. Um dos conceitos adequados para Yesod é que a idéia dessas águas fluídas do caos se reúnem e se organizam por meio de representações que foram desenhadas em Hod . Portanto, Yesod participa tanto da natureza da Mente ( Hod ) quanto da Matéria ( Malcuth ). Mas nada podemos explicar separado do todo. Temos que nos relacionar com algo maior. O quinto elemento, o éter é atribuído a esta séfira. E aí voltamos ao Princípio das Correspondências: tudo aquilo que é manifestação como fenômeno físico, tem a sua contrapartida no Imanifesto. Assim como a Árvore tem o seu Imanifesto na Tríade de Ain, Ain Soph, Ain Soph Or. Ou, como dizia Platão, cada forma concreta tem uma correspondência no Mundo Arquetípico das Idéias. Devemos conceber Yesod como o receptáculo das emanações de todas as outras séfiras e o mais próximo e imediato transmissor dessas emanações à Malcuth. Por este motivo, à Yesod é atribuído o campo das Emoções. Yesod é a base das nossas origens, a família a que pertencemos, nossa memória e o passado. Não só o passado dessa vida, como também das memórias anteriores, chamado de memória akashica. É também a área da fantasia e da imaginação. Representa a Fundação, a Fecundação, o Alicerce e o Ego. É nesta séfira que se localiza o Depósito das Imagens. Mitologia Todas as deusas lunares fazem parte da Mitologia atribuída a Yesod: Diana, a caçadora, Selene, Cibele, e também Hécate, que é a relacionada aos recônditos da alma humana. Para os celtas, Yesod, sendo o receptáculo, é a Taça, o Santo Graal. É a Durga para os hindus. Nas imagens cristãs, são as Madonas representadas com as luas aos pés. Conexão com a Astrologia Na Astrologia Tradicional, é o satélite da Terra, a Lua, responsável pela Alma, pelas emoções e pelas origens. Na Astrologia Esotérica, a Lua é regente de Peixes, pela sua associação com os fluxos e refluxos das marés.
  • Correspondências Símbolo : O Cálice Imagem Mágica : Um forte e belo homem nu Figura Arcangélica : Gabriel Experiência Espiritual : A visão do mecanismo do Universo. Nome Divino : Shaddai El Hay Chakra : Esplênico Atributo : Estabilidade Emocional Vício: Ociosidade Nota Musical: Mi No Reino Mineral : a Prata ( Metal ) e a Pérola ( Pedra ) No Reino Vegetal : Jasmim, Lírio e Gingseng No Reino Animal : Lebre Quanto aos corpos : Corpo Astral ou campo das Emoções. Parte do corpo físico : Aparelho genital masculino e feminino Número : 9 Lâminas do Tarot : Nove de Paus : Grande Força Nove de Copas : Felicidade Nove de Espadas : Desespero e Crueldade Nove de Ouros : Ganho Material Cores nos 4 Mundos : Aziluth : Índigo Briah : Violeta Yetzirath : Púrpura Assiah : Citrino salpicado de Azul
  • Significado Vários autores e cientistas da Antigüidade concordam que os 4 reinos da Natureza (Mineral, Vegetal, Animal e Humano) são compostos dos 4 elementos: Fogo, Terra, Ar e Água. Se observarmos a Árvore da Vida, na esfera da Malcuth temos 4 cores diferentes que representam estes elementos e reinos. O Elemento Fogo corresponde à Energia e ao Espírito em todos os Reinos. O Elemento Terra corresponde à Matéria em todos os Reinos. O Elemento Água corresponde evidentemente a todos os líquidos em todos os Reinos e, finalmente, o Elemento Ar corresponde à Mente e aos 3 aspectos da Mente: Consciente, Subconsciente e Superconsciente de todos os Reinos. É evidente que temos um quinto reino, assim como um quinto elemento, mas estes não pertencem à esfera de Malcuth. É um elemento pertinente à séfira de Yesod (clique a séfira de Yesod para saber mais à respeito). Todos os corpos materiais têm uma mesma resposta semelhante em qualquer dos elementos. O que deve ser levado em conta é o arranjo molecular de cada um. Por exemplo: Na Medicina Ayurveda há um princípio que diz: "O corpo é constituído de átomos. O átomo é composto de partículas. As partículas são flutuações de energia e informação num vazio de energia e informação". Para melhor entendermos: o grosso da matéria é essencialmente não material. De fato, 99 por cento do corpo é, nada mais, nada menos, que espaço vazio. Mas, ao mesmo tempo, é inteligência, esta qualidade não material de informação que regula, constrói e governa o corpo. E a mesma inteligência do espaço interior é parte e continuação do espaço externo. A natureza vai à mesma fonte para criar as galáxias, uma floresta tropical, o corpo humano, ou até o pensamento. De acordo com Einstein, matéria é energia congelada. A física quântica diz que "Quando a energia se torna circular ela se materializa, ou seja, nos dá a percepção de matéria. É partícula física e pode ser percebida. Já a energia que segue em linha reta é energia pura e só conhecemos através dos efeitos. Pois ela é onda vibratória. A luz é considerada um fenômeno material e ao mesmo tempo um fenômeno ondulatório. Massa e Energia. Partícula e Onda". Se quisermos olhar de outra forma, temos, em Malcuth: 1. A Terra, o planeta que habitamos 2. Os 4 reinos: homem, vegetal, animal e mineral 3. O corpo humano 4. Todas as formas de matéria concreta. Mitologia
  • Para os gregos, Malcuth se relaciona com Gea, a deusa da Terra. Mas é Demeter, a deusa mãe da Terra cultivada, que mais se assemelha ao trabalho de Malcuth. É chamada de Ceres pelos romanos. Quanto à Mitologia Celta, esta séfira é comparável a Camelot, o ideal ocidental de mundo perfeito. Conexão com a Astrologia Na Astrologia, Malcuth representa, em primeiro lugar, a Terra, planeta em que habitamos e onde temos que trabalhar para torná-la agradável e segura. Também é a sede dos 4 Elementos. Mas a maioria dos autores designam o signo da Virgem como sendo o mais ligado à Malcuth. Correspondências Símbolo : Os 4 Elementos Imagem Mágica : Uma jovem coroada, sentada no trono. Figura Arcangélica : Sandalphon Experiência Espiritual : A visão do Anjo da Guarda Nome Divino : Adonai Chakra : Básico ou Chakra Raiz Atributos : Segurança e paciência Vício : Avareza Nota Musical : Fá No Reino Mineral : Cristal de Rocha No Reino Vegetal : Papoula, Patchouli e Hortelã No Reino Animal : ( animal imaginário dos 4 elementos) a Esfinge Quanto aos corpos : corpo físico Parte do corpo físico : Pés e períneo Número: 10 Lâminas do Tarot: Dez de Paus: Opressão Dez de Copas : Sucesso Dez de Espadas : Ruína Dez de Ouros : Riqueza Princesa de Paus : Transformação Princesa de Copas : Evolução Princesa de Espadas : Controle sobre a Mente Princesa de Ouros : Crescimento Material Cores nos 4 Mundos: Aziluth : Amarelo Briah: Castanho avermelhado Yetzirath: Verde Oliva Assiah: Preto
  • A MEDITAÇÃO DOS CABALISTAS JUDEUS Com a alma suficientemente limpa através das práticas étnicas e espirituais centradas na Consciência, e no caminho da perfeição (Mitzvah), o místico está então preparado para refletir uma visão do Absoluto; como nos relata Perle Epstein em seu livro "Kabbalah". Ainda que este estágio não seja classificado como "união", é bastante elevado. O místico não se sente mais uma criatura mínima, insignificante, separada por eons em tempo e espaço de seu Criador, mas agora vê a Deus como seu amigo querido (dodi). Mesmo nesse nível elevado, o amante aproxima-se de seu objetivo em estágios; a interdependência da cadeia inteira de mundos ao longo da Árvore Cósmica lhe permite trabalhar com o Amor que ele obteve com o Despetar da Consciência para o conhecimento de Deus, Sua Idéia e Seu mundo que são Um. Portanto no microcosmo correspondente de sua própria alma, o pensamento, a fala e a ação do místico podem ser unificados como um. Esvaziado de seu ego, ele também está livre para criar novos mundos em cada respiração e destrí-los em cada expiração. As sagas no círculo do Rabi Akiva na academia judáica de estudos em Yavneh, no primeiro século da Era Comum, relatam que se empregava viagens "visualizadas" através das esferas, para induzir estados estáticos. Desenhados para levar adiante o místico em sua paixão e desejo de conhecer a Deus, esses exercícios contemplativos enfatizavam excurções mentais através de lugares celestes e elaboradas visões do Trono ou da Carruagem de Deus. Em livros tais como: Ezekiel, O Hekhalot Menor e o Maior, Merkabah Rabbah, Shiur Komah e o Livro de Enoch, delineavam-se este "potpurri" de meditações Judaicas, Persas e Gnósticas, de modo que os mais ardentes e impecavelmente preparados iniciados pudessem praticá-las. Rabi Akiva os avisava para não serem enganados pelas ilusões, que suas mentes inevitavelmente iriam criar durante estes estados altos de consciência; que apenas os vissem, mas não amassem as suas próprias projeções. Utilizando os Salmos como livro guia para as visualizações de Deus, estes místicos encarnavam gráus ascendentes de conscientização em imagens concretas que eventualmente perdiam as suas formas e se trasnformavam em pura luz. O autor (ou os autores) do Hekhalot Menor (Salas do Palácio de Deus), assim como o Rabi Akiva, também preveniam os viajantes contra imagens criadas por suas próprias mentes: "A porta da sexta câmara (ou nível de contemplação) aparece como mármore, coberto com uma miríade de cem mil (um bilhão) de ondas de água; mas não existe nele nem uma simples gota d'água, mas sim reflexos do brilho das pedras de puro mármore que são claramente visíveis na câmara, e cuja luminosidade faz lembrar a água".
  • Rashi, o grande comentarista do Talmud do décimo segundo século, elabora no texto do primeiro século, dizendo: "Puro mármore é tão transparente como a água, mas não é, como a água, físico ou produtor de vida". Sagas como a do Rabi Hananel ben Chushiel (900 - 1055) relatam que ele rezava, e passava por procedimentos rituais de limpeza antes de sentar para contemplar as Salas do Palácio de Deus. Uma vêz lá, eles viam os Anjos Guardiães, a estrutura dos Mundos dentro dos Mundos de Ezekiel, e até mesmo o Aravot, um lugar sagrado habitado por grandes almas que partiram. Uma outra saga do século XI relata que o Rabi Nathan ben Yechiel dizia que toda a jornada meramente acontece na mente do que medita. Fixando sua atenção na Coroa da Árvore Cósmica e no topo de sua própria cabeça, o místico torna-se capaz de ver as Salas do Palácio de Deus, as hostes Angélicas, e os seres elevados que habitam os domínios da inconsciência humana. Rabi Hai Gaon (939-1038) estava mais interessado na natureza do homem que ousa aspirar essa jornada. Ele aconselhava a seus leitores a se afastar destas formas de conteplação, enquanto, assim como o Rabi Akiva, não tivessem experimentado a sabedoria divina. "E Deus deu a Akiva vida e tudo o que ele entreviu, ele pensou pensamentos adequados com conhecimentos adequados". As visões místicas por sí próprias, conclui Rabi Hai Gaon, são verdades históricas, sucessoras de uma longa tradição de transformações visionárias, experimentadas por santos bíblicos e profetas, em estágios elevados de consciência. Essencialmente centrados em dois símbolos, O Palácio de Deus e Seu Trono ou Carruagem, estas "subidas" e "descidas", nunca se tornaram propriedade do homem comum. Os místicos que praticaram estas técnicas entre os anos 200 AC e 200 DC, eram usualmente professores que, antes de mesmo começar estas práticas, eram completamente versados na Tradição intelectual e mística de Israel. Além disso eram perfeitamente aderentes aos preceitos da Torah em sua vida quotidiana e tinham atingido um estado de santidade, que lhes conferia o direito de iniciar esta jornada. A partir das descrições de suas experiências, nós apreendemos um mundo repleto de "criaturas vivas de fogo que enchem o mundo de alegria" e canções que somente os iniciados perfeitos podem ouvir sem arriscar suas vidas. Depois de passar por sete estados de consciência, que precedem a primeira visão do Hekhalot (Salas do Palácio de Deus), o místico atravessava mais sete "céus" antes de chegar ao Trono de Deus. A visão usualmente culminava aqui com a forma projetada de um homem cósmico pousado sobre um brilhante assento de glória. O Caminho não era sem obstáculos. Para pacificar os guardiães que tentavam barrar o seu caminho, o iniciado carregava "sêlos" contendo os nomes de Deus que correpondiam a Seus Atributos: Compreensão, Julgamento, Amor-Delicadeza, e assim por diante. Quando se sentiam distraidos pelos guardiães (projeções psicológicas que podiam se manifestar de forma sedutora ou horripilante), o iniciado visualizava o "sêlo" e simultaneamente pronunciava o nome apropriado. "Adonai" por exemplo, é o nome conectado com o atributo Julgamento. Caso o meditador desejasse obliterar uma imagem aterrorizante, ele meramente visualizava a esfera do Julgamento na Árvore Cósmica pintada de vermelho brilhante e repetia "Adonai" até que a imagem horrível desaparecesse. Na sua qualidade de Mestre da Mercabah (Misticismo do Trono), Rabi Akiva escreveu diversos manuais de instrução para indução da ectasia. Estes tomaram a forma de literatura esotérica da
  • secção de Criação do Genesis, o Cântico dos Cânticos e o Shiur Komah (Medida do Corpo). O último destes, segundo Akiva, preparava o místico para uma visão, inicialmente do Haluk (adorno de luz que circunda a glória de Deus) e posteriormente a própria glória. O ritual chamado "colocar os Nomes" consistia literalmente de vestir o iniciado com uma túnica com os diversos Nomes de Deus escritos. O místico da Mercabah utilizava esta túnica, que servia como lembrança externa, ao se introduzir na meditação, absolutamente sem distração, sobre os Nomes que o levaria a encontrar a experiência visionária. Vestido em seu robe sagrado, cujas características estão cuidadosamente detalhadas em outro manual do primeiro século - Sefer Ha-Malbush (Livro da Vestimenta), o místico estava realizando a metade física da experiência contemplativa que não podia ser realizada pela mente sozinha. "Vestindo" e e consequentemente "encarnando" os Nomes tornava o místico mais "poderoso" para sua meditação. Vamos imaginar que o Rabi Akiva tendo jejuado, orado, e imerso no banho ritual, agora vestindo o robe dos Nomes, enquanto ascende os níveis de consciência para o Hekhalot (Salas). Quando eu subi para o primeiro palácio eu era Hasid (Devoto), no segundo palácio eu era Tahor (Puro), no terceiro Yashar (Sincero), no quarto eu era completamente Tamim (com Deus), no quinto eu mostrava santidade perante Deus, no sexto eu falei a Kedushah (Santificação) perante Ele, que falou e criou, de modo que os Anjos Guardiães não me molestassem, no sétimo palácio eu me mantive ereto com todo o meu poder, e tremendo, disse a seguinte oração: "Louvados sejam aqueles que são exaltados, Louvados sejam aqueles na sublime câmara da grandiosidade". Akiva emergiu de sua visão do Trono de Deus um homem transformado. Ele podia agora meramente ao olhar uma pessoa, saber se era adúltero ou assassino; ele tornou-se mestre sobre a natureza; um santo, ele era distinto de todos os outros homens por sua bondade e por seu julgamento sobre as leis. Rabi Ishmael, um conteporâneo de Akiva, e ele mesmo um mestre da tradição Merkabah, apresentou a seus companheiros uma lista de cânticos projetados para evocar o estado visionário de consciência no qual, o Trono de Deus aparecia. Com base em suas próprias experiências, Rabi Ishmael esboçou para seus discípulos um quadro cuidadosamente pintado sobre a quem eles deveriam confrontar e como deveriam reagir. Eu imediatamente levantei e levei todo o grande Sanhedrin (montagem rabínica) e o pequeno Sanhedrin para o terceiro grande salão da casa de Deus. Me sentei em um sofá de puro mármore que me foi dado por meu pai Elisha. Eentão vieram Rabi Shimon ben Gamiel, Rabi Eleazar o Grande, Rabi Eleazar ben Dama ... Jonathan ben Uziel, Rabi Akiva, Rabi Yehudah ben Bava. Nós viemos e sentamos perante Ele, e toda a massa de companheiros ergueu-se em seus pés, pois viram torrentes de fogo e chamas de luz separando a nós deles. E o Rabi Nehuniah ben Hakana sentou e arranjou ante eles as palavras da Mekabah, sua descida e subida, como um que desce deve fazê-lo e como se deve subir. Quando alguém quer descer deve chamar Suryah (o príncipe da face), ligando-se a ele por recitar cento e vinte vêzes um cântico, usando o Nomes Totrosyai: Totrosyay, Tzurtek, Tutrcyal, Tofgor, Ashruylyay, Zvudial, Vzlterriyal, Tendal, Shuked, Hozya, Yemryon, Vadiryron. Alguém deve dizer isto apenas cento e vinte vêzes, ou pode morrer. Se isto é feito corretamente, ele desce
  • imediatamente e assume grande autoridade sobre a Merkabah. Dividino os dedos da mão na forma utilizada pelo Grande Sacerdote (do Templo) e pronuncia os Nomes. Assim, como mostramos nestes pequenos exemplos, desde a Idade Média a Árvore Cósmica da Vida com as suas dez esferas, ou atributos divinos, tem sido a imagem central da meditação cabalista. Mesmo que alguns mestres tenham adaptado os "sete Céus" da mística Merkabah do primeiro século, igualando-os aos sete ramos mais baixos da Árvore, a maioria dos cabalistas focaliza sua atenção na própria Árvore simbólica. Com suas luzes internas, cores correspondentes, metais e nomes divinos, a Árvore por sí só é suficientemente complexa. A atitude dos místicos quando se aproximam da meditação sobre as esferas prova a eles próprios que este é o seu objetivo final, tão certamente quanto foi a sua reverência. Diz Moses de Leon, o grande cabalista espanhol do século treze: "Quando Deus deu a Torah a Israel, Ele abriu sete céus a eles, e eles viram que nada estava realmente lá além de Sua Glória; Ele abriu os sete mundos para eles, e eles viram que nada estava realmente lá além de Sua Glória; Eele abriu os sete abismos perante os seus olhos e eles viram que nada estava lá além de Sua Glória. Medite sobre estas coisas e você entenderá que a essência de Deus está ligada e conectada a todos os mundos, e que todas as formas de existência estão ligadas e conectadas umas às outras, mas derivam de Sua existência e de Sua Essência". (Gershom Scholem - "Major Trends in Jewish Mysticism"). Dentro deste espírito, o místico preparado para escalar a Árvore, confronta os mundos, experimenta as ligações dentro de sua própria pessoa, e vem para a experiência direta no terreno divino, sobre o qual todo o esquema reside. A esfera de Malkhut (Sovereignty - Adonai) representa o mundo da Matéria (Assiah). Yesod (Foundation - El Hai ou Shaddai), Netzah (Endurance - YHVH Zevaot) e Hod (Majesty - Elohim Zevaot) combinam-se como o mundo Pré-manifesto do Espírito (Yehidah). Tifereth (Beauty - YHVH), Hesed (Loving-kindness - El) e Gevurah (Judgment - Elohim) fromam o mundo da Criação (Briah). Enquanto que o mundo de Hokmah (Wisdom - Yah), Binah (Understanding - Elohim) e Kether (Crown - Eheyeh) são o próprio domínio da divina imanência (Atziluth). Subindo então, mentalmente em direção a sua fonte, o místico transversa uma miríade de universos personificados em dez esferas, assim como quatro mundo arquetípicos, os sete Nomes Divinos e inumeráveis "faces" na Árvore. Na culminação de todo o trabalho devocional, contemplativo e visionário, sobre a ascenção, o guia dos guias é o Zohar (Livro do Esplendor). Um massivo compêndio de histórias e exegeses Bíblicas, este livro decodifica a Torah Esotérica e apresenta ao devoto uma mapa detalhado do terreno visionário que ele irá explorar ao longo da Árvore. "Quando abri o livro do Zohar", diz Baal Shem Tov, "Eu segurei todo o Universo". E ele queria dizer isso mesmo, literalmente...
  • Os 32 Caminhos da Sabedoria Tifereth a sephirah do amor onde o Homem se diviniza e a Divindade se humaniza...
  • ...segundo a Cabala, o universo pode ser comparado a uma Árvore. O mundo visível é representado pelos ramos e o mundo invisível pelas raízes. A Árvore possui as raízes invertidas, pois os mundos mais altos são simbolizados pelas raízes. O nosso mundo mais baixo reflete os padrões do mundo superior, e tudo que é encontrado neste mundo superior pode ser encontrado aqui, como uma cópia na terra, ainda assim o todo é uno... Por isso os cabalistas utilizam a "linguagem dos ramos" no desenvolvimento de sua metafísica, e de seus ensinamentos sobre o mundo espiritual... (*) (*) adaptado de "Ten Luminous Emanations" de R. Itzchak Luria T''L ... assim também está conforme com o universal princípio hermético da analogia: - tudo que está em baixo é como está em cima...
  • As Raízes invertidas da Árvore da Vida - Ráio da Criação - Relâmpago Brilhante - Caminho da Vida - - A Década saída do Nada - "Yah, o Senhor das Hostes, o Deus Vivo, Rei do Universo, Onipotente, Todo-Bondade e Misericordioso, Supremo e Glorioso, que é Eterno, Sublime e Sacrossanto, ordenou (formou) e criou o Universo em 32 misteriosas sendas da sabedoria, por meio de três Sepharim, a saber 1- S'for, 2- Sippur e 3- Sapher que são Nele um e o mesmo. Eles consistem de uma década saída do nada e de vinte e duas letras fundamentais. "
  • Árvore da Vida é um Arquétipo universal
  • O Sephiroth = 10 Sephirah + 22 caminhos
  • Diversidade de Expressões
  • Três Pilares & Três Triângulos Quatro Mundos & Sete Planos
  • Resumo...