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Bullying respeite as diferenças!

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Aceitar as pessoas como elas são, para uma vida justa e sem violência, para todos.

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  • @francilenenascimentonascimento5
    Espero que obtenha resultados superpositivos.
    Deyse da Silva Sobrino
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  • estou amando essa experiência
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  • Most schools have anti-bullying policies, yet most school-age children know who the bullies in their classrooms are. For most kids, bullying is painful and makes it difficult for them to learn and play, but once they are away from the bully they are able to recover fairly quickly.So parents need to guide and help our kids in order to begin the healing process because bullying is kind a sensitive especially if a child experienced extreme bullying and they may find it difficult to bounce back. For parents out there I would like to share this Safety Service for you and for your family.With just a click of a button, you get conferenced with an emergency response agent, a list of people in your so called-safety network, and can even get escalated to the nearest 911. #SafekidZone, Check out here: http://bit.ly/ZjYchC
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  • Adorei!!!
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    Bullying   respeite as diferenças! Bullying respeite as diferenças! Presentation Transcript

    • Bullying
    • 1ª Etapa Distribuir pelos vários ambientes da escola, cartazes com a palavra BULLYING ??????? Dessa forma espera-se estimular a curiosidade e expectativas nos membros da comunidade escolar.
    • 2ª Etapa Após duas semanas, da distribuição dos cartazes, no LIE (Laboratório de Informática Educativa) , numa roda de conversa discute-se o entendimento que possuem sobre o Bullying.
    • 3ª Etapa
      • Exibição de vídeos sobre aceitação das diferenças.
      • Roda de conversa sobre o entendimento do vídeo e os requisitos necessários para a existência e manutenção de uma relação de amizade.
      • Confiança
      • Respeito
      • Solidariedade
      • Afinidades
    • 4ª Etapa Assistir vídeos sobre Bullying, no Youtube, que demonstrem os tipos de agressões e as consequências que as pessoas muitas vezes carregam por toda a sua vida. Após, descrever no Word, texto de entendimento sobre o material pesquisado. O texto deverá ser formatado de acordo com as normas e critérios estabelecidos pelo professor orientador da atividade. (ABNT)
    • Texto de entendimento sobre o vídeo assistido 1
      • O Bullying nas Escolas
      • O vídeo traduz a história de um menino que sofria bullying. Ele sofria várias agressões, humilhações, etc...
      • Pelo motivo de ser diferente ele era bastante humilhado pelos meninos maiores e populares da escola dele.
      • Com isso ele foi ficando triste, sofrendo calado e não podendo fazer nada.
      • Eles colocavam a cabeça do menino no vaso sanitário, batiam nele, zoavam ele, etc...Maltratavam bastante o menino.
      • No final do vídeo o menino tenta se matar, só que os agressores não deixaram.
      • O que é bullying? Bullying é o tipo de agressão e humilhação repetitiva, que acontece nas escolas com os alunos diferentes ou mais velhos (Ex: Nerds, deficiente, crianças, idosos ou até autoridades da escola).
      • As pessoas que praticam o bullying podem no futuro se tornarem agressivas, autoritárias, etc.Isso irá prejudicar também pessoas que sofrem bullying, pois podem entrar em depressão a ponto de querer se suicidarem!
      ♥ Jadi & Ariel ♥
    • 5ª Etapa Realização de enquete, que deverá ser respondida pelos alunos de 4º ano até o 8º, anonimamente, com o objetivo de levantar possíveis ocorrências de Bullying em cada sala de aula e na escola como um todo.
    • Enquete:
      • Responder às questões referentes a:
      • prática e sofrimentos passados ou presentes;
      • testemunho das agressões e suas denúncias;
      • a existência da prática de Bullying na escola e ambientes de prováveis ocorrências.
      • Por fim, criar uma frase de repúdio ao Bullying.
    • ENQUETE Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.     Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.     Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.     Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.     Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.     Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.     Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.     Perguntas Sim Não 1. Você já sofreu Bullying?     2. Você sofre o Bullying?     3. Você já praticou Bullying?     4. Você pratica o Bullying?     5. Você já presenciou a prática de Bullying?     6. Se você já testemunhou a prática de Bullying, você denunciou?     7. Na sua escola existe a prática de Bullying?     8. Se você respondeu a questão anterior Sim, Qual o ambiente de sua escola onde o Bullying é praticado com maior freqüência?   9. Crie na linha abaixo, uma frase de repúdio a prática de Bullying.    
    • Não pratique o bullying, ele pode matar.   Somos diferentes por fora mas por dentro somos iguais.   Se você não quer sofrer o bullying, não o pratique. Bullying, NÂO!   Não sofra com o bullying, denuncie.   Não pratique o bullying para que não seja praticado contra você . Faça amigos, não faça bullying.   Não pratique o bullying, ele faz as pessoas chorarem.   Bullying é sofrimento.   Eu não gosto de bullying, ele faz mal ao mundo.   Primeiro me supera e depois fale mal de mim.   Diga não ao bullying. Faça a sua parte.   Trate os outros como você quer ser tratado.   Respeito SIM, Bullying NÃO.   Crie um ambiente melhor para você não pratique o bullying.   O bullying não é hobby, é crime.   Bullying, a arma que pode matar. FRASES CRIADAS EM REPÚDIO AO BULLYING
    • Bullying, a arma que pode matar. Se te derem um tapa, mostre superioridade, de Amor!   Não pratique bullying, pratique felicidade.   Bullying é ruim, não cometa essa prática irracional.   Não pratique o bullying, porque todos nós somos iguais.   Não machuque as pessoas... as feridas nunca cicatrizam.   Se o bullying não acabar, a vingança também não acaba.   Não pratique o bullying se quiser um mundo melhor.   Não pratique o bullying, você pode ser a próxima vítima.   Não pratique bullying, pratique esportes.   Enquanto a diferença significar algo ruim, existirá o Bullyuing.   Enquanto olharmos o exterior, dentro de nós haverá mediocridade, nada mais belo do que o brilho dos olhos, não importando as diferenças”. FRASES CRIADAS EM REPÚDIO AO BULLYING
    • 6ª Etapa Após tabulação dos resultados os alunos construirão gráficos, demonstrando o locais de ocorrência de Bullying; a prática e sofrimento dessa violência. Cada classe, com os seus dados em mãos, construirá gráficos que serão personalizados segundo critérios próprios.
    • GRÁFICOS - BULLYING PRÁTICAS, SOFRIMENTO E DENÚNCIAS LOCAIS DE OCORRÊNCIAS
    • GRÁFICOS - BULLYING PRÁTICAS, SOFRIMENTO E DENÚNCIAS LOCAIS DE OCORRÊNCIAS
    • GRÁFICOS - BULLYING PRÁTICAS, SOFRIMENTO E DENÚNCIAS LOCAIS DE OCORRÊNCIAS
    • GRÁFICOS - BULLYING PRÁTICAS, SOFRIMENTO E DENÚNCIAS LOCAIS DE OCORRÊNCIAS
    • GRÁFICOS - BULLYING PRÁTICAS, SOFRIMENTO E DENÚNCIAS LOCAIS DE OCORRÊNCIAS
    • Locais de ocorrência de Bullying – 6º ano “A”
    • Prática, Sofrimento, Denúncia.....
    • Continuação O professor orientador do projeto fará o gráfico geral, com os dados das salas envolvidas.
    • Ambientes
    • Prática, Sofrimento, Denúncia...
    • 7ª Etapa A partir do conhecimento agora adquirido em relação ao tema estudado, os alunos levantam algumas questões. A seguir serão selecionadas pelo orientador do projeto questões cujas respostas sejam subjetivas, as quais deverão ser respondidas.
    • Questões levantadas pelos alunos, selecionadas e respondidas como base para elaborar texto subjetivo. Como parar com a violência - bullying na escola?   O que aprendi sobre o bullying?   Bullying pode ocorrer em qualquer lugar?   O que é bullying para você? O bullying é prática do bem ou do mal?   Você já cometeu algum ato relacionado à prática de bullying?   Você conhece algum amigo que já sofreu a prática de bullying?   Você já presenciou uma cena de bullying? Qualquer pessoa pode sofrer bullying?   Como você se comporta em relação ao Bullying?
    • CONTINUAÇÃO Você considera o bullying um crime?   Você já assistiu alguma palestra sobre o bullying?   O bullying prejudica o estado emocional das pessoas que são agredidas?   O que você faria para evitar o bullying?   É normal, as pessoas que sofrem a prática de bullying mudarem de escola?   Como será a vida da pessoa que sofreu bullying?   Se você sofresse a prática de bullying, o que faria?   O que você acha sobre o projeto bullying na escola?   O bullying prejudica o estado emocional das pessoas que são agredidas?   A sua escola tem segurança?
    • Perguntas sobre Bullying     1. Dê sua opinião quanto a segurança da escola. R: Achamos que a segurança poderia ser melhor, porque todos podem entrar a hora que quiser.   2. O que você acha sobre o projeto Bullying na escola? R: Muito interessante, pois com ele ficamos bem informados, e através dele devemos tomar consciência e não praticar.     3-Como você se comporta com seus colegas em relação ao Bullying? R: Normalmente, não praticamos e nem presenciamos.   4-Como parar com a violência do Bullying na escola? R: Tomando consciência e não me tornar um agressor.   5-O que você aprendeu sobre Bullying? R: Não é legal agredir e nem ser agredido.     6-Como você reagiria se algum praticasse com você? R: Eu denunciaria.   7- Como combater e exterminar com essa agressão chamada Bullying? R: Denunciando todas as agressões.   8-Você considera Bullying um crime? R: Sim, porque ninguém tem direito de agredir ninguém.   9-Você já assistiu alguma palestra sobre Bullying? R: Não, mas gostaria.   10-È normal às pessoas que sofrem de Bullying mudarem de escola? R: Sim, porque eles denunciam e as escolas não resolvem nada.
    • Continuação: Utilizando-se das perguntas e respostas, de modo claro, montar um texto que demonstrará a opinião da dupla em relação ao tema estudado e, posteriormente, ilustrá-lo.
    • Texto sobre o Bullying Para que o Bullying não se repita, as escolas devem ter uma segurança adequada para que os pais possam ficar tranqüilos. È interessante terem nas escolas projetos sobre Bullying para que possamos ficar bem informados e não fazermos o mesmo. Bullying é um crime, por que ninguém tem direito de agredir ninguém, somos todos cidadãos. Ser presenciarmos á pratica devemos denunciar.
    • Consciência - Caroline e Pâmela
      • Esse texto é para os praticantes debullying.
      • Informação somente, não basta.
      • Muitos acham que por terem palestras na escola, aula e mais aulas explicando sobre o bullying, isto vai fazer com que pratiquem menos esse ato de violência. Errado! Temos que ter responsabilidade e consciência, pois para os praticantes é engraçado, divertido, porém para os que sofrem não.
      • Não importa o lugar, hora ou até mesmo um motivo forte, violência tanto verbal quanto física não é jeito de resolver nada, muito menos de se tratar uma pessoa que não tem culpa de ter nascido negra, branca, japonesa, descendente de espanhóis ou qualquer outra banalidade .
      • Nas escolas é onde o bullying é praticado com mais freqüência, isso porque os alunos que praticam vêem como brincadeira, como forma de se mostrar forte para os outros colegas, e não medem as conseqüências de seus atos.
      • Claro que boa parte da culpa, é de muitos programas, jogos de videogame, filmes violentos, ou às vezes até mesmo de criação, se a criança nasce em um ambiente violento, é provável que a violência se torne comum para ela.
      • O que temos de fazer para acabar com isso, é antes de praticar perguntar a si mesmo: “Eu gostaria que fizessem o mesmo comigo?”. Eu aposto que a resposta seria não, então vamos nos perguntar isso diariamente, antes de ofender de qualquer maneira outra pessoa.
    • 8ª Etapa Estudar a forma de apresentação de uma notícia, percebendo que o texto deve estar relacionado à Manchete. Essa deve ser atrativa para que desperte o interesse da leitura do texto. Criar, coletivamente, uma notícia sobre o tema Bullying, com a Manchete e ilustração referente ao assunto abordado. O professor será o escriba da notícia.
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      • Bullying, Respeite as diferenças!!!
      • Colocar apelido é feio.
      • Não devemos chamar quem usa óculos de quatro olhos.
      • Ninguém gosta de ser chamado de gordo, é feira 
      • A amizade é muito boa. 
      • Quem é magro não é pau.
      •  
      •  
      •  
      •  
      •  
      •  
      • Autores: alunos do 1º ano “A”.
      • Informática Educativa-2010.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://1.bp.blogspot.com/_Gs4ytevpLg4/S8TYKf5dL_I/AAAAAAAAAhE/l1ctGXgRwj4/s1600/casaclaudia-01.jpg
      • acesso em 09/08/2010.
      Jornal “A KatraKa”   São Paulo, setembro/2010   Respeite!!! Não somos todos iguais!!!       Bullying é maldade que se faz com as pessoas.   Chamar alguém de cabeça de ovo é maldade. Todos os dias, na hora do intervalo, alguém por nada te chuta, de derruba e você fica todo machucado. Isso é Bullying.   A pessoa diz que está brincando! Não se deve chutar.   Colocar apelidos como gordo, feio, quatro-olhos, baleia, não é divertido.   Na sala de aula não pode derrubar o colega quando ele passa perto de você.                   Autores: alunos do 1º ano “B” Informática Educativa – 2010. Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino. http://1.bp.blogspot.com/_Gs4ytevpLg4/S8N_8clKgKI/AAAAAAAAAg8/IgYlEcazF0Q/s1600/casaclaudia-02.jpg acesso em 09/08/2010.
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      •  
      •   FORA BULLYING !!!  
      •   Durante reportagem, conhecemos um menino malcriado que vivia batendo em outros meninos. Ele batia até na professora.
      •  
      • Ele xingava as pessoas e também colocava apelidos. Apelidos feios como gordo, magrelo, baleia, quatro olhos, elefante, gorducho, tubarãozinho, macaco, chato, bola murcha, e outros.
      •  
      • Ele era forte e andava sempre com sua turma.
      •  
      • Todos os dias ele e sua turma batiam em algumas pessoas.
      •  
      • Um dia, as pessoas maltratadas por eles e com apelidos, foram conversar com a diretora da escola que abriu uma ocorrência, chamando os pais para resolver o problema.
      •  
      • Os pais compareceram, o problema foi resolvido, e na escola nunca mais teve a ocorrência da prática de bullying.
      •  
      •    
      •  
      • Autores: alunos do 2º ano “A”
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª Deyse da Silva Sobrino.
      • http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/stop_Bullying.jpg
      Jornal “A KatraKa”   São Paulo, setembro/2010. ACEITANDO AS DIFERENÇAS!   Em uma de nossas reportagens conversamos com Ticio, menino gordo que usava aparelho nos dentes e óculos.   Ele nos contou que toda vez que chegava na escola, era chamado de quatro olhos, boca de lata e outros apelidos que ele não gostava.   Ele caia nas escadas porque era empurrado e derrubado por alguns meninos.   Ele dizia para a mãe que não queria mais ir para a escola porque judiavam muito dele. Também dizia que não queria ficar perto de seus colegas porque não queria ser rejeitado.   A mãe do menino, no dia da reunião de pais, conversou com as mães dos alunos que maltratavam seu filho e por ora resolveu-se o problema.   Caso as agressões tornassem a se repetir, os alunos malvados sofreriam corretivos mais severos como a troca de escola.   Os alunos se desculparam e as diferenças foram aceitas.         Autores: alunos do 2º ano “B”. Informática Educativa – 2010. Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino. http://2.bp.blogspot.com/_OTaKKgYa_Hc/Sr1YMuKYuDI/AAAAAAAAFLA/ebz5Msc1DA/s400/imagens+da+mami+008.jpg acesso em 09/08/2010.  
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      •   BULLYING É ESPORTE RADICAL?
      •  
      • Bulying não é, e nunca foi considerado esporte.
      •  
      • Bullying é uma agressão que pode ser física, moral e também pode ser praticada pela Internet. 
      • Pode levar as pessoas, vítimas dessa violência, à morte, sendo considerado crime.
      • O bullying é uma violência considerada, por nós, irracional. Pode deixar suas marcas pela vida, como hematomas, ou depressões que às vezes levam a pessoa a cometer o suicídio.  
      • A ocorrência do bullying pode ser em qualquer lugar, hoje com grande freqüência nas escolas, escolhendo suas vítimas as crianças e adolescentes, preferencialmente. Também acontece, dentro de casa, entre os membros da família, pais e filhos. 
      • Muitas vezes, alguns casos chegam para soluções, ao Conselho Tutelar. 
      • As pessoas que praticam o bullying não aceitam as diferenças de outras pessoas, as quais sofrem
      • porque são gordas, usam óculos, são muito estudiosas, usam aparelhos nos dentes e outras mais. 
      • Respeite as pessoas, não pratique o bullying ele nunca foi e nunca será uma modalidade esportiva.
      •  
      •  
      •  
      • Autores: alunos do 3º ano “A”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://4.bp.blogspot.com/_jXtFfjhHKZg/Shsd60mzP3I/AAAAAAAAAA4/H3CKioUeB-8/s320/bully.jpg
      Jornal “A KatraKa”   São Paulo, setembro/2010 BULLYING É AGRESSÃO.   Menino muito mau chamado Francenildo, tinha atitudes perversas de pegar dinheiro dos colegas de classe.   Francenildo, certa vez, chegou a enfiar a cabeça do colega na privada da escola. Ele é adolescente e anda sempre sozinho.   Ele sempre bate em seus colegas, tranca-os no armário da sala de aula, xinga, coloca apelidos e por       isso foi chamado pela direção da escola.   Francenildo disse para a diretora que era apenas uma brincadeira, mas a diretora disse que o que ele estava fazendo era chamado bullying e convocou a mãe de Francenildo para uma conversa junto com ele.   A mãe disse para a diretora que não tinha mais controle sobre ele, e que a diretora poderia tomar as providências que considerasse necessária.   A diretora então encaminhou o caso para o Conselho Tutelar.   Todos estão aguardando a solução do caso.           Aurores: alunos do 3º ano “B”. Informática Educativa. Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino. http://4.bp.blogspot.com/_S01Fhq5tRGg/SC3-LXzvX-I/AAAAAAAAAJw/0Ba02TSPmkM/s320/bullying-739607.png acesso em 09/08/2010.  
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      • BULLYING AINDA EXISTE NAS ESCOLAS.
      •  
      • Apesar de várias atitudes para o término do bullying nas escolas, ele ainda continua muito vivo entre os estudantes e professores.
      •  
      • Levantamento feito quanto à prática do bullying demonstrou que ele ocorre nas várias dependências das escolas como: pátio (no horário do intervalo), banheiro, sala de aula, entrada e saída da escola e corredores.
      •  
      • Comunidades virtuais também são criadas para a prática do bullying, como também trocas de maldades digitadas pelo MSN que nesses casos são chamados cyberbullying.
      •  
      • A existência de jogos com a prática de agressões favorecem e estimulam os jovens para a reprodução na vida real.
      •  
      • As pessoas que sofrem o bullying são pessoas que se diferenciam da maioria e por isso  
      • são agredidas física, moral ou virtualmente.
      •  
      • Como conseqüências, as vítimas do bullying muitas vezes sofrem depressão e partem para o suicídio, tendo em vista a rejeição e o isolamento que sofrem pelo grupo social.  
      • Se não aceitarmos as pessoas como elas são o bullying vai continuar existindo e se multiplicando.  
      • Autores: alunos do 4º ano “A”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª Deyse da Silva Sobrino.
      • http://www.ciae.com.mx/media/cyberbullyrex_468x366.jpg
      • acesso em 09/08/2010.
      Jornal “A KatraKa”   São Paulo, setembro/2010  BULLYING É VIOLÊNCIA?     Bullyin é violência. É uma agressão, repetitiva, que pode ser física, moral ou virtual.   O bullying ocorre nos mais variados lugares, como: escolas, trabalho, parques, ruas e outros.   A prática do bullying pode trazer graves conseqüências tanto para a vítima quanto para o agressor, como: depressão, isolamento, chegando algumas pessoas a cometerem o suicídio.   Geralmente as pessoas vítimas de bullying apresentam algumas diferenças não aceitas pelo grupo como: cor, religião, estrutura física (gordo, baixo), ou é muito estudioso, usa óculos, etc, diferenças essas que não deveriam ser rejeitadas pelo grupo social.     Normalmente a prática do bullying é realizada por pessoas mais fortes e populares que intimidam as vítimas, as quais não conseguem reagir aos maus tratos sofridos.     As vítimas do bullying, quase sempre são crianças e adolescentes e não denunciam a violência com medo de agressões ainda maiores.   Portanto, não pratique o bullying.   Diga NÂO à VIOLÊNCIA.        Autores: alunos do 4º ano “B”. Informática Educativa – 2010. Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino. http://veja.abril.com.br/saladeaula/080206/imagens/valentoes2.jpg acesso em 09/08/2010.  
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      • DETETIVES DO BULLYING  
      • Algumas pessoas foram convidadas a investigar o caso de prática de bullying, que passou a ocorrer com a vítima, a qual viera transferida de outro estado para escola pública deste estado. 
      • A vítima de 10 anos de idade encontrava-se acima do peso para sua altura e idade, possuía cabelos muito enrolados e usava aparelho para correção dos dentes. 
      • A menina logo no primeiro dia de aula sentiu-se isolada, e seus colegas de classe já iniciaram uma série de apelidos como: chupeta de baleia, dente de pá, cabelo de bombril e outros que a ofendiam demais. 
      • Dentre os 35 alunos da sala apenas um se aproximara da menina e lhe dera proteção, pois também havia sofrido bullying na época em viera transferido. 
      • Os detetives fizeram uma entrevista com a vítima para saber o que vinha sofrendo e quem estava como agressor dessa violência chamada bullying. Descobriram que todos estavam rejeitando a menina pela sua aparência física. 
      • Os detetives fizeram um relatório sobre o caso e esclareceram que a menina deveria denunciar o caso para os pais e para a direção de sua escola. Avisou ainda que novos rumos poderiam ser tomados caso o problema não fosse resolvido. 
      • Após denúncia à direção da escola e não obtendo solução para o caso a vítima entrou em depressão e doente tornou-se dependente de remédios fortíssimos. Após algum tempo, a vítima retorna a escola e agora passa de vítima a agressora. 
      • A situação termina dessa forma tendo em vista que a vítima não reagiu quando deveria e a situação não foi resolvida quando deveria ter sido  
      • Autores: alunos do 5º ano “A”.
      • Informática Educativa.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://www.maniakids.com.br/media/catalog/product/d/e/detetive.jpg
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      • PALESTRA SOBRE BULLYING.
      •  
      • Os alunos do 5º ano do ensino fundamental da rede municipal de ensino estiveram presentes em uma palestra sobre o bullying. 
      • A palestrante informou aos presentes que o bullying está presente na maioria das escolas, tanto publicas como particulares. 
      • Disse também que a prática do bullying pode ser caracterizada como crime. 
      • Ela explicou aos presentes como ocorre a prática do bullying e as conseqüências dessa prática tanto para quem sofre como para quem pratica. 
      • Esclareceu ainda que o bullying, geralmente, é praticado por uma pessoa ou grupo de pessoas, fortes, que se dizem valentões e que agridem as pessoas mais fracas, que não conseguem reagir e repetidas vezes machucam e ofendem por pura diversão. 
      • Ficou claro para os presentes que as pessoas que
      • sofrem o bullying, ficam traumatizadas, não querem mais freqüentar a escola e podendo até chegar a prática do suicídio. 
      • As pessoas que praticam o bullying, tornam-se mais agressivas quando adultas e podem ter conseqüências sérias em relação a vida em sociedade. 
      • Ela termina a palestra dizendo que as pessoas que sofrem a prática de bullying devem pedir ajuda, denunciando o agressor, praticante do bullying 
      • Portanto, para uma vida melhor, devemos considerar e aceitar que as pessoas são diferentes.  
      •  
      • Autores: alunos do 5° ano “B”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://lh3.ggpht.com/_AyjfOjFNzBA/S_ndrBPdkpI/AAAAAAAABGI/rXflHx5c4AQ/imagem%20bullying%202_thumb%5B11%5D.jpg?imgmax=800
      • acesso em 09/08/2010.
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010 
      • BULLYING NAS ESCOLAS.
      •  
      • Nós repórteres da Imprensa Jovem, ao passarmos diante de uma escola municipal de São Paulo, pudemos presenciar um ato de prática de Bullying. 
      • Cinco garotos grandes, fortes fisicamente, supostamente valentões, agrediam uma menina de aproximadamente 8 anos de idade que usava óculos, aparelho odontológico, possuía sardas na face e estava acima do peso para sua idade e estatura. 
      • A vítima foi agredida verbalmente e fisicamente. Xingavam a menina de nomes desprezíveis como baleia, quatro olhos, dente cinza, cataporada e outros. Empurravam a menina, puxavam seu cabelo, jogavam o seu  
      • material fazendo a vítima de bobinha. 
      • Depois de sofrer grandes humilhações a vítima retornou para o interior da escola e denunciou os fatos para o Diretor da mesma 
      • O acontecimento teve seu final com a convocação dos pais dos agressores, que também eram alunos da escola, e com advertências que puseram o fim da prática desse ato violento, repetitivo, chamado Bullying, pelo menos temporariamente. 
      • Nossa equipe de reportagem, em breve, trará, aos nossos leitores, maiores informações a respeito do Bullying nas escolas.  
      •  
      •  
      • Autores: Alunos do 5º ano “C”
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie – Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://1.bp.blogspot.com/_5RogF2bgYqw/TA6ixfqXThI/AAAAAAAAAik/pVzxlsyIyiY/s320/bully.gif
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010 
      • O BULLYING CONTINUA!
      •  
      • Apesar de todas as providências tomadas pelas autoridades das escolas, o bullying continua. 
      • Cada vez mais vem crescendo a quantidade de pessoas que cometem a prática do bullying e as que sofrem também. 
      • Após diversas condutas, pela direção da escola, para acabar com essa violência, entre os alunos, não foram identificadas mudanças de comportamentos e atitudes dos agressores que geralmente se intitulam valentões.  
      • Maiores em estatura e mais velhos em idade agridem os menores e com certas diferenças como: estrutura física, aparência, raça, idade, religião.
      • A ocorrência do bullying não está simplesmente na agressão física, mas ele existe também verbalmente e virtualmente (cyberbullying) a qual dificulta a extinção dessa conduta agressiva e violenta. 
      • A comunidade em geral, no momento, deverá reunida tomar decisões para providências contra esse ato violento, cujo fim é dever da  
      • família, escola, sociedade, amigos e de todos que desejam uma sociedade melhor sem a existência dessa prática.  
      •  
      •  
      •  
      • Autores: alunos do 6º ano “A”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • HTTP://WWW.ELISABETHSALGADOENCONTRANDOVOCE.COM/FIGURAS/BULLYING_CONJUNTO.JPG
      • Acesso em 09/08/2010.
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010 
      • O BULLYING VAI ACABAR?
      •  
      • A grande preocupação com a prática do bullying, brincadeira sem graça e nada agradável, vem aumentando entre a população escolar. Então a pergunta: o bullying vai acabar? No momento o que se pode responder é que existe uma vontade muito grande para que isso aconteça. 
      • Para as vítimas do bullying essa pergunta é uma constante, pois o sofrimento pelas agressões, altera o seu convívio social. 
      • Para que haja uma ação efetiva para o fim dessa prática, devem ser promovidas campanhas, projetos, debates de repúdio ao bullying, conscientização de todos quanto às conseqüências que atingem as pessoas que sofrem ou mesmo praticam essa violência. 
      • A prática do bullying, que pode ser física, moral, ou mesmo pela Internet abala a pessoa agredida podendo causar danos irreparáveis 
      • Não podem ficar inertes as pessoas vítimas do bullying.  
      • A denúncia deve ser feita para a família ou mesmo autoridade competente para que o mal seja  
      • amenizado ou exterminado, respeitando-se as diferenças em busca da paz.  
      •  
      •  
      •  
      • Autores: alunos do 6º ano “B”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://4.bp.blogspot.com/_fbBbPF2f79I/S98h6i0kAUI/AAAAAAAAAEI/sihomM2uVVk/s1600/No+Bullying+circle.gif
      • acesso em 09/08/2010.
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010. 
      • COMBATE AO BULLYING  
      •  
      • Determina escola pública estava contaminada pela prática do bullying. A violência era grande, forte e até os professores estavam envolvidos. 
      • Os xingamentos eram muitos, apelidos, brigas, todos os dias os mesmos atos agressivos, contra as mesmas pessoas. 
      • Os valentões queriam provar a valentia diante dos pequenos os quais não reagiam, pelo fato de serem menores em tamanho e temerem agressões maiores.  
      • As mães que chegaram a presenciar alguns atos de bullying resolveram denunciar à direção da escola e requerer providências imediatas. 
      • A diretora então, tentando resolver ou amenizar a prática do bullying, convidou uma pessoa conhecedora do assunto, para realizar uma palestra para a comunidade de alunos e entorno da escola. 
      • Fez cartazes esclarecedores e distribuiu pela escola e redondezas. 
      • Folhetos de alerta quanto às características das pessoas que sofrem o bullying também foram afixados nas dependências da escola. 
      • Aumentou a vigilância dos ambientes escolares com a colocação de câmeras. 
      • Aumentou o número de funcionários pelos corredores e durante a saída dos alunos. 
      • Espera-se que em 3 meses ocorra a diminuição ou extinção da prática do bullying. Caso isso não ocorra os agressores serão chamados novamente para punições agora mais severas, para o bom andamento da escola e de todos os envolvidos na educação.   
      •  
      • Autores: alunos do 6º ano “C”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • HTTP://REPORTERDECRISTO.COM/WP-CONTENT/UPLOADS/2010/05/NO_TO_BULLYING3.JPG
      • Acesso em 09/08/2010.
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      • INTENÇÃO E DESEJO NÃO PODEM FALTAR.
      •  
      • Hoje se vê cada vez mais casos de bullying, que ocorrem independentemente das classes sociais. 
      • As escolas públicas realizam campanhas contra o bullying, violência que pode ser física, moral ou virtual. 
      • Alunos relatam fatos que aconteceram e alertam sobre os problemas que essa prática e sofrimento causam à vida pessoal e social do agressor e da vítima.  
      • O bullying é praticado em escolas, ruas e até mesmo dentro da casa de algumas famílias e é importantíssimo que as vítimas denunciam para evitar posterior sofrimento que levam algumas vezes ao suicídio. 
      • Palestras, distribuição de folhetos explicativos e orientadores, cartazes, pesquisas sobre o tema, nada que se faz pode mudar essa situação se não existir na vítima e no agressor a intenção e o desejo de mudança. 
      • Podemos ajudar para que ocorram mudanças, basta cada um fazer a sua parte. 
      • O bullying não é hobby, é crime.  
      •  
      •  
      •  
      • Autores: alunos do 7º ano “A”
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino. http://jornalcidade.uol.com.br/fotos//fotos_0606112418000000.jpg
      • Acesso em 08/09/2010.
      Jornal “A KatraKa”   São Paulo, setembro/2010 TODOS CONTRA O BULLYING   Em uma escola no interior de São Paulo aconteceu o caso relatado a seguir: Uma menina por estar acima do peso, e usar aparelho odontológico, foi “zoada” por alguns alunos da classe.  Esse fato já vem acontecendo há algum tempo (meses). A vítima não suportando mais resolveu denunciar o fato para sua mãe.  Assustada a mãe compareceu na escola para conversar com o diretor. Na conversa ficou esclarecido que o fato não se repetiria.  A menina, no entanto, se recusa a voltar para a escola. Sua mãe explicou que nada mais acontecerá de ruim, pois já havia resolvido a situação junto com a direção da escola.   No entanto, ao retornar para a escola, o fato se repetiu.  Alguns alunos se juntaram à vitima para poder ajudá-la e colocar um fim nessa situação.   Eles fizeram uma campanha contra o bullying.   O diretor viu que o caso não tinha sido solucionado e ajudou os alunos contratando uma pessoa especialista no assunto para realizar uma palestra na escola.  Depois de alguns meses o livro de ocorrência da escola já não existia tantos registros com práticas de agressões.  Os alunos ainda não satisfeitos desejavam a extinção por completo do bullying na escola. Então fizeram passeata pelo bairro comunicaram e convidaram autoridades para debaterem o assunto, famílias, comunidade escolar, na expectativa de solução definitiva para o caso.   Após tantos esforços e união da sociedade local, o bullying foi abolido dessa escola.  A união faz a força.        Autores: alunos do 7º ano “B”. Informática Educativa – 2010. Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino. http://fotos.sapo.pt/8vGZVVJ4iElqFocKufw2/s320x240 acesso em 09/08/2010.
    • NOTÍCIA - BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
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      • São Paulo, setembro/2010
      • BULLYING NO MUNDO
      •  
      • Pelos vários meios de comunicação estamos cientes de que a prática do bullying ocorre no mundo todo. 
      • Essa violência acontece nas escolas, no trabalho e até mesmo pela internet (cyberbullying), criando comunidades, em sites de relacionamentos, contras as pessoas, enviando mensagens via SMS ou torpedos nos celulares, ofendendo física e moralmente as pessoas.
      • O bullying exclui as pessoas levando-as a solidão e até mesmo à morte. 
      • O mundo inteiro reclama pela prática do bullying que leva às pessoas consequências como depressão, suicídio, exclusão, problemas de saúde física e mental.
      • As pessoas vítimas de bullying podem ter problemas não só  
      • na vida pessoal, mas também na vida profissional. 
      • Quem pratica o bullying, reage como se estivesse apenas se divertindo com a pessoa (vítima) que na realidade não está achando graça nenhuma da brincadeira, o que o está revoltando e maculando a sua imagem. 
      • O bullying acontece geralmente com pessoas que se demonstram diferentes da maioria por ter a pele mais escura, ser muito alta ou baixa demais, ser muito dedicada aos estudos, ser gorda ou magra, e não reagir a essa violência que acontece repetitivamente. 
      • Se quisermos ter um mundo melhor, devemos respeitar as diferenças, aceitando as pessoas como elas são. 
      • O mundo pode melhorar, só depende de cada um de nós. 
      • Diga Não ao bullying, busquem a PAZ. 
      • Autores: alunos do 7º ano “C”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://mundoestranho.abril.com.br/imagem/internet.jpg
      • acesso em 09/08/2010.
      Jornal “A KatraKa”   São Paulo, setembro/2010  CONSEQUÊNCIAS DO BULLYING   As vítimas do bullying, pelas agressões sofridas, acabam por ter conseqüências tanto físicas como psicológicas, dificilmente superadas. Conseqüências essas, como depressão, agressividade, mau humor, muitas vezes decorrentes de problemas familiares.  As pessoas buscam ajudam procurando médicos psiquiatras para acompanhamento dos traumas sofridos. Essa violência é tão dramática que nem mesmo o tempo cura as feridas deixadas por ela.  As marcas deixadas pelo bullying são ocasionadas   principalmente nas escolas, mas podem ser sofridas no trabalho, em casa, nas ruas, ou seja, não existe lugar determinado para sua prática. Atualmente, é também praticado até mesmo pela Internet.  A ajuda de todos principalmente dos amigos é muito importante.  É muito importante a conscientização das pessoas em relação aos problemas causados pela prática do bullying e a aceitação das diferenças entre os homens para que essa violência chegue ao fim ou pelo menos seja amenizada diminuindo o sofrimento causado às ítimas.                   Autores: alunos do 8º ano “A”. Informática Educativa – 2010. Poie: Profª Deyse da Silva Sobrino. http://4.bp.blogspot.com/_IV_Qr_AAsxk/Sv7DI-pUUmI/AAAAAAAAABk/il9MF9Krvd8/s320/bullying4.gif acesso em 09/08/2010.
    • NOTÍCIA – BULLYING
      • Jornal “A KatraKa”
      •  
      • São Paulo, setembro/2010
      •  
      • AGRESSÃO CONTRA COSPLAY.  
      •  
      • Todas as pessoas independente da idade, têm direito à escolas onde existam alegria, amizade, solidariedade e respeito às características individuais. 
      • Em uma das escolas da rede pública do Estado, onde ocorria evento aberto ao público, um aluno, representando e trajando roupas típicas de roqueiro foi agredido por um fã que rejeita a existência de imitação de seu ídolo.  
      • Esse ato preconceituoso é comum entre os jovens, principalmente a prática de bullyng pela não aceitação das diferenças existentes entre as pessoas como: raça, religião, aparência física e outras. 
      • Por não aceitarmos essa prática de violência disfarçada de brincadeira de mau gosto, dizemos: 
      • Diga não ao bullying. 
      • Não pratique o bullying.  
      • Ajude seus amigos. Diga não ao bullying. 
      • Se vir práticas de bullying, denuncie. 
      • Bullying não leva a nada.
      • Bullying é crime. 
      • Bullying e racismo devem ser rejeitados. 
      • O bullying não leva a nada. Escola é feita para estudar e aprender. 
      • Quem pratica o bullying não faz bem à sociedade. 
      •  
      •  
      • Autores: alunos da 8º ano “B”.
      • Informática Educativa – 2010.
      • Poie: Profª. Deyse da Silva Sobrino.
      • http://www.omelete.com.br/images/galerias/scottpilgrim//Scott_Pilgrim_68.jpg
      • acesso em 09/08/2010.
      •  
      Jornal “A KatraKa ”   São Paulo, setembro/2010   VÍTIMAS DO BULLYING     O bullying virou tema de reportagem após vários acontecimentos de agressões em escolas públicas e particulares.  A busca por informações a respeito do bullying vem crescendo, tendo em vista o aumento espantoso em relação às agressões físicas, morais ou psicológicas e pela internet também chamada cyberbullying   Essas práticas vêm causando transtornos as vítimas que se recusam a denunciar os agressores por medo de agressões maiores. Causam também transtornos na vida escolar.   Pesquisas confirmam que os praticantes do bullying vêem de famílias desestruturadas e que o agressor nesse caso também pode ser vítima.  As vítimas do bullying acabam sofrendo traumas   psicológicos que carregam pela vida afora. Muitos deles sem soluções, algumas vezes as vítimas se tornam violentas surgindo até mesmo o psicopata.  O tratamento médico é um meio de tentativa de solução dos transtornos causados pelo bullying.  Diante das ocorrências, o bullying está sendo divulgado em vários veículos de comunicação, com a intenção de esclarecimentos e alertas para que seja combatido e banido do meio estudantil.  A comunidade escolar preocupada está desenvolvendo projetos, com objetivos de combater essa prática agressiva que sujeita alguns estudantes por apresentarem características diferentes da maioria, a situações de ridículo e menosprezo.  Os projetos estão sendo benéficos, pois as vitimas estão sendo informadas e tomando atitudes positivas em relação ao bullying.  Todos aguardamos por um futuro melhor sem o bullying.   Autores: alunos do 8º ano “C”. Informática Educativa – 2010. Poie: Profª Deyse da Silva Sobrino. Http://www.ruadireita.com/info/img/quando-as-criancas-sao-vitimas-de-bullying.jpg Acesso em 09/08/2010.
    • 9ª Etapa Elaborar vídeo em Movie Maker, contendo um resumo do estudo realizado, utilizando imagens e textos. Entrevista de alguns alunos sobre o tema, a quais deverão fazer parte do vídeo que integrará todas as ações desenvolvidas no referido projeto. http://www.youtube.com/watch?v=XBYHZTC33Uo
    • 10ª Etapa Criação de um remédio (solução) para o extermínio do bullying. Escolha no nome do remédio. (SITOCOL) Confecção da caixa Criação da bula (informações ao paciente). Exposição dos trabalhos e distribuição das caixinhas em dia reservado para a conscientização (mural, cartazes, notícias, frases, vídeos, mensagens, palestras, etc.)
    • SITOCOL ANTIBULLYING
    • SITOCOL Informações ao paciente
      • Formas farmacêuticas e Apresentações.
      • Sitocol (Respeito ao próximo e aceitação das diferenças). É apresentado sob a forma de comprimidos de 25 mg de alegria/2,5 mg de cordialidade, com 28 comprimidos e 50 mg de solidariedade/5 mg de amizade, com 14 comprimidos.
      •  
      • Uso oral
      •  
      • Uso infantil
      •  
      • Uso adulto
      •  
      • Ingredientes ativos
      • Cada comprimido de Sitocol contém 50 mg/5 mg de compreensão e 2,5 mg de sorrisos.
      •  
      •  
      • Como este medicamento funciona?
      • Aumenta a compreensão entre as pessoas, provoca relacionamentos de amizades, aumenta o prazer da vida em sociedade e aumenta a vontade de aceitar as diferenças existentes entre as pessoas.
      •  
      • Sitocol age fazendo com que você elimine a vontade de zoar, bater, discriminar, xingar, sacanear, porém, aumenta a vontade de tratar e querer bem as pessoas não se importando com a religião, raça, estrutura física, e outras características.
      •  
      • Por que este medicamento foi indicado?
      • Sitocol foi indicado para ajudar a manter os níveis normais de vontade e aceitação do outro como ele é.
      •  
      • Quando não devo usar este medicamento?
      • Este medicamento não tem contra indicações.
      •  
      • Advertências
      •  
      • Uso na gravidez e na amamentação.
      • O uso do Sitocol é recomendado mesmo durante a gravidez ou amamentação, pois seus componentes ao atingirem a criança por meio do leite, só acarretarão benefícios desejáveis para a vida toda.
      •  
      • Uso pediátrico
      • Todas as crianças, não só podem como devem tomar Sitocol. Dessa forma desde cedo criarão e demonstrarão amor, carinho, amizade, solidariedade, respeito e outros requisitos essenciais para a formação da personalidade e vida em sociedade.
      • Interações Medicamentosas
      •  
      •  
      • Em geral, Sitocol pode ser tomado com outros medicamentos.
      • Informe seu médico caso esteja tomando outro medicamento que estimule as brincadeiras de mau gosto onde existe ou existam pessoas que não estão se divertindo.
      •  
      • Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico; pode ser perigoso para a sua saúde.
      • Informe as pessoas sobre o aparecimento das reações de alegria, de transformação e de desejo de um mundo melhor, longe de qualquer tipo de violência.
      • Não há contraindicações relativas às faixas etárias.
      •  
      • Como devo usar este medicamento?
      •  
      • Sempre que você perceber que sua autoestima estiver baixa ou sentir que houve aumento da vontade de agredir as pessoas, sem motivo aparentemente justificável.
      •  
      •  
      • Dosagem
      •  
      • Algumas pessoas podem tomar um comprimido ao mês, se considerarem necessário. Outras podem tomar sempre que ocorrer mudanças de humor levando a prática de agressões sem causas justificáveis. A dosagem pode ser aumentada sempre que diminuir a vontade de sorrir, amar, compartilhar energias positivas.
      •  
      • O que devo fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
      •  
      • Ria muito, porque mudanças desejáveis surgirão, levando prazer a todos os envolvidos. Doses elevadas trarão efeitos desejáveis com maior rapidez.
      •  
      • Onde e como devo guardar este medicamento?
      •  
      • Deixe em lugar visível, ao alcance de todos e de preferência aberto para que não exista nenhum impedimento ao seu uso.
      •  
      •  
      •  
      • POIE: responsável: Deyse da Silva Sobrino
      • Contato: deysesobrino@ig.com.br
    • Observação SITOCOL, o remédio criado para a diminuição e extinção do Bullying. SITOCOL foi criado para produzir momentos de reflexão diante de uma agressão a ser praticada ou sofrida, provocando a intenção e o desejo de mudanças de atitudes e formas de pensamentos, para atingirmos um mundo livre de preconceitos e justo para todos. http://www.youtube.com/watch?v=D_s9c75QWD0
    • DIA “D” - CONSCIENTIZAÇÃO - BULLYING Dia pré-estipulado para mostra das atividades desenvolvidas no decorrer do ano letivo, com o objetivo da conscientização dos alunos, pais e ou responsáveis, professores, coordenadores e demais funcionários envolvidos no processo educacional sobre a necessidade da diminuição e ou extinção da prática do Bullying, prática essa levantada em enquete realizada com os alunos.
    • EMEF JOSÉ BONIFÁCIO   DIA “D” CONTRA O BULLYING   DIA 08 DE OUTUBRO / sexta-feira
      • PROGRAMAÇÃO
      • 08 DE OUTUBRO
      • Manhã
      •  
      • 08:00 – Reunião de Pais e apresentação – 7ªs e 8ªs.
      • - Vídeo Bullying – Profª Deyse.
      • - Vídeo Bullying – Profª Ecleir.
      • - Premiação Prova da Cidade e Provão.
      • - Palestra Bullying.
      •  
      • 10:00 – Reunião de pais e apresentação – 3ªs e 4ªs.
      • - Mostra de fotos.
      • - Jogral do 3º ano A e B.
      • - Apresentação: Somos diferentes – 3ª A e B.
      • - Premiação Prova da Cidade e Provão.
      • - Premiação Campeonato de Xadrez.
      •  
      • Exposição de Trabalhos.
      • Palestra Bullying.
      •  
      • 11:30 – DJs da Escola.
      PROGRAMAÇÃO 08 DE OUTUBRO Tarde     13:30 – Reunião de pais e apresentação – 1ªs e 2ªs. - Mostra de Fotos e apresentação dos alunos dos 1ºs e 2ºs anos. 15:00 – Reunião de pais e apresentação – 5ªs e 6ªs. - Teatro da AEL. - Apresentação SAP – Profª. Mônica - Premiação Prova da Cidade e Provão. - Premiação Campeonato de Xadrez. - Exposição de Trabalhos – Ciclo I e II     Fica decretado que agora vale a verdade.    agora vale a vida,    e de mãos dadas,    marcharemos todos pela vida verdadeira.    
    • Dia “D” Conscientização – Bullying Mostra de trabalhos
    • Dia “D” Conscientização – Bullying Mostra de trabalhos
    • Dia “D” Conscientização – Bullying Mostra de trabalhos
    • Dia “D” Conscientização – Bullying Mostra de trabalhos
    • Resultados obtidos pela enquete realizada por classe
    • Questões elaboradas pelos alunos
    • Notícias criadas coletivamente
    • A KatraKa – Jornal Mural do LIE (Laboratório de Informática Educativa)
    • SITOCOL antibullying
    • Mostra de trabalhos desenvolvidos pela Sala de Apoio Pedagógico (SAP)
    • Jogral
    • Valorize as amizades
    • Música: Vamos construir juntos
    • Grupo de teatro AEL
    • Entrega de medalhas Xadrez e Prova São Paulo
    • Dia “D” mostra de trabalhos com presença da comunidade de pais.
    • Dia “D” mostra de trabalhos com presença da comunidade de pais.
    • Deyse da Silva Sobrino
      • Professora Orientadora de Informática Educativa.
      • 2010.