HÁ    M E lOS É C U L O            fornece          artigos         porodesenho   pintura           engenharia            ...
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EXECUÇÃO DA VIDROTlL -     Vidrotil Indústria e Comércio de Vidros Ltda. -  Telefone35-5288 - Avenida Brigadeiro Luiz Anto...
MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO                         III    bienal  catálogo                       geral------------...
NDICE         GERALARTE GERAL             ATE   PAG.   XXXVI NTRODUCÃO                  PAG.   XXXVIIBRASIL >             ...
MUSEU              DE       ARTE            MODERNA   Diretoria                      ExecutivaD i r e t o r Presidente:   ...
PRESIDÊNCIA DE HONRADA TERCEIRA BIENALSua Excelência Senhor João Café FilhoPresidente da República dos Estados Unidos do B...
JURI DE SELEÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS                Antonio Bento                Moria Eugênia Franco                Clovis ...
DEPARTAMENTOS                         DA      111   BIENALS e c r e t a r i a Geral:   Arturo ProfiliArquivas e Secretaria...
ADVERTÊNCIA                     No relação dos obrasusou-se o ordem cronológica, pora os salasespeciais, e a   ordem alfab...
EXPOSiÇÃO INTERNACIONAL                    DE ARTES PLÁSTICAS                    DA TERCEIRA BIENAL                       ...
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REGULAMENTO     de Arte Moderno de São Paulo ou pessoa por êle cre-     denciado, dois membros indicados pelo Diretoria do...
REGULAMENTO     melhor gravador nocional (obros opresentadas)                                          Cr$ 50.000,00     m...
REGULAMENTO15 Pelo simples assinatura do ficho de inscrição, os artis-   tas submetem-se implicitamente à observância dêst...
11 CONCURSO INTERNACIONAL       PARA ESCOLAS DE ARQU ITETU RA                         regúlamento     Integrando a 111 Bie...
REGULAMENrod) o seleção do projeto apresentado pelo escola 00 Con-   curso, deverá ser feito por voto comum dos estudantes...
REGULAMENTO      •   Abastecimento: deverá o centro ser, tanto quan-          to possí vel, auto-suficiente.      •   Aces...
R E G U L A ME N TO8   O JCJri de Premiação seró constituído pelo Presidente do    Museu de Arte Moderno ou pessoa por êle...
L I STA            DE         PRÊMIOS            Os premlos mencionados como aquisição, re-            vertem a obra premi...
LISTA     DE    PR~MIOSPR~MIOS REGULAMENTARES PARA OSEGUNDO CONCURSO INTERNACIONALDAS ESCOLAS DE ARQU ITETURA             ...
PAfSES   P A R T 1 CI P A N T E S         BRASIL         ALEMANHA         ANTILHAS HOLANDÊSAS         ÁUSTRIA         B~LG...
N T R O D                   u ç        Ã     o   F oi intenção dos organizadores da     Paulo prosseguir, na execução do  ...
INTRODUÇÃOobteve. Reunir em um mesmo momento conjuntos deBeckmann, de Léger, de Taeuber-Arp, de Sutherland, semcontar as s...
BRASIL
Sala       especial             CÂNDIDO PORTINARI o    s quadros constantes desta Sala Portinari fo-      ram realizados c...
BRASIL  pintor fez uma exposição na "Galerie Charpentier"  em Paris. Nessa, época, estava muito acesa a dis-  puta entre a...
BRASILmuita largueza, de grupos e figuras da "Guerra",alguns no tamanho em que devem ficar na tramada camposição e outros ...
Sala      especia             LASAR       SEGALL A sobras deque se reservaram enadeIH Bienal às      salas             Cân...
BRASILdos estudiosos das artes de hoje. São valores queem sua dualidade de aspecto simbolizam de certomodo como que num es...
BRASILcomo na beleza da natureza, de plantas, animais,paisagens. E aqui que se abre um novo expressio-nismo profundamente ...
BRASIL13   FLORESTA   lI, 1954. 130 x 114.14   FLORESTA   III, 1954. 115 x 89.15   FLORESTA   IV, 1954. 116 x 81.16   PAIS...
SALA        GERAL    ARTISTAS BRASILEIROS E ESTRANGEIROS RE-    SIDENTES NO BRASIL QUE ESPONTÂNEAMEN-    TE SE APRESENTARA...
BRASIL comum, um sentimento comparável à nostalgia da idade infantil, tão viva em todos os homens. Na própria arte figurat...
BRASILderna, principalmente no que diz respeito à abs-tração.Mas, é desejável que essa ligação deixe de ser tãoíntima como...
BRASIL 8     CIDADE AZUL, 1954-1955. 100 x 81. 9     PAISAGEM AGRESTE, 1954-1955. 100 x 81.                     GERALDO DE...
BRASIL                            ALDO BONADEI (1906)22   COMPOSIÇAO   I, 1954. 82 x 105.23   COMPOSIÇAO   II, 1955. 82 x ...
BRASIL                  GENARO DE CARVALHO (1926)39   A GRANDE FLOR, 1954.        óleo sôbre papelão.     100 x 70.       ...
BRASIL51   IDEIA VIS-íVEL N.O 5, 1955.          Tinta em massa     sôbre nordex. 61 x 61.                  WALDEMAR DA COS...
BRASIL                      JACQUES DOUCHEZ (1921>68    NAUTICA lI, 1954. 60 x 100.69    MERIDIANA, 1955. 75 x 150.70    D...
BRASIL                    MIRA BARGESBEIMER (1919)82   COMPOSIÇAO N.o 4, 1954.         Têmpera sôbre· ma-     deira. 61 x ...
BRASIL93    PINTURA COM RITMOS V, 1955.          Têmpera sôbre      papel. 70 x 50.                        MARIA LEONTINA ...
BRASIL           ALOíSIO SÉRGIO MAGALHãES (1927)108   PAISAGEM N.o 2, 1955.       óleo sôbre      madeira      prensada. 8...
BRASIL             MAURíCIO NOGUEIRA LIMA (1930)119   PINTURA-OBJETO n.O 3, 1954.           Esmalte    sõbre      nordex. ...
BRASIL                          LEYLA PERRONE (1924)131   EM BUSCA DO EQUILíBRIO, 1955. 81 x 65.132   ASSUNTO ABSTRATO, 19...
BRASIL147   "CONCRETION" 5523, 1955.         Esmalte sôbre ma-      deirit. 72 x 40.       FIRMINIO FERNANDES SALDANHA (19...
BRASIL           ELISA MARTINS DA SILVEIRA (1912)160   CASAMENTO, 1954.    65 x 54.161   PATEO DO "STELLA MARIS", 1955.   ...
BRASIL                      FUKUSHIMA TIK4SHI                 (1920)175   COMPOSIÇAO, 1954.          90 x 70.             ...
BRASIL                       SERGIO DE CAMARGO (1930)5    GERMINAL, 1952.     Bronze polido.          30.                 ...
BRASIL                                   JULIO GUERRA (1912)18   FIGURA.   Gesso.   75.                                   ...
BRASIL                     MOUSSIA PINTO ALVES (1910)33   ANJO, 1954.   Gesso pintado.       80.34   COMPOSIÇAO CIRCULAR, ...
BRASIL                                MARY VIEIRA (1927)49   GRUPO DE COLUNAS, 1953. Aço inoxidável. 50.50   HARMONIA ENTR...
BRASIL 6   PEIXES 2, 1955.    Branco e preto sôbre madeira.     60 x 80.                 ROBERTO BURLE MARX (1909) 7   CID...
BRASIL                      LOTHAR CHAROUX (1912)27   DESENHO, 1954.   Nanquim.     55 x 40.28   DESENHO, 1955.   Nanquim....
BRASIL                             CLAUDIO MOURA (1930) 47   COMPOSIÇAO N.o I, 1954. 50 x 60.48   CASAS N.o 2, 1954. 50 x ...
BRASIL63    NAMORADOS, 1955. Nanquim. 44 x 59.64    MANDRIL, 1955. Nanquim. 45 x 60.65   TARTARUGA EM MOVIMENTO, 1955. Nan...
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BRASIL 6   INCISÃO N.o 4, 1955.        Bisturi sôbre papel, fundo     de papel. 76 x 52. 7   INCISÃO N.O 5, 1955.    Bistu...
BRASIL                                    RENINA KATZ (1925)23   FAVELA 1, 1955.     Xilogravura.       28 x 45.24   FAVEL...
BRASIL                                      LYGIA PAPE (1929)39   XILOGRAVURA N.O 1, 1954.           49 x 56.40   XILOGRAV...
ALEMANHADELEGAÇÃO ORGANIZADA PELO MINISTÉRIODAS RELAÇÕES EXTERIORES DA ALEMANHA          COMISSÁRIO: WALTER PASSARGE
Como em 1951 e em 1953, a delegação e não   apresenta apenas uma seleção parcial                                        al...
ALEMANHAKandinsky. Nay estudou com Hofer em Berlim edurante o terceiro Reich passou uma temporadana Noruega, hospedado por...
ALEMANHAé um dos mais famosos desenhistas alemães. Omestre, que reside em Dresdem, não é apenas umsubtil e espirituoso obs...
ALEMANHAcida em Wuerzburg, e residente hoje em Mainz,revelam construção vigorosa e nitidez de linhas.Sua arte alcançou mat...
ALEMANHA3    VENDEDOR DE TAPETES, 1946. Curt Valentin     GaUery, Nova York.4    COLOMBINA, 1950. 135,24 x 99,14. Curt Val...
ALEMANHA18   MULHER    VELHA     (SENHORA    TUBE) ,   1916.     forte.19   O FUMANTE (AUTO-RETRATO), 1916. Agua-     fort...
ALEMANHA40   RETRATO DE REINHARD PIPER, 1921. Lito-     grafia.41   O FUNAMBULO, 1921. Agua-forte. Prova de im-     pressã...
ALEMANHA65    O PROF. SWARZENSKI. Posterior a 1923. Agua-     forte. Impressão definitiva.66   LEVANTA-SE O PANO. Posterio...
ALEMNNHA87      O CIRCO.88      O ESPELHO MAGICO I.89      O PECADO.90      CRISTO E PILATOS.Nota:     Esta coleção de gra...
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  1. 1. HÁ M E lOS É C U L O fornece artigos porodesenho pintura engenharia São Paulo - Ruo Libero Badaró, 1 18 Fo n e s 3 2 - 2 2 9 2 -- 3 5 - 4 2 5 7 FALCHI Chocolates Caramelos Bombons
  2. 2. um céu aberto ... com os luxuosos SuperDC·68 da Aff=I1fAff=IA de sio PAULO p! Usboa, Milão • Romo às 30s. feiros. p/ Buenos Aires às 2.s. I.iro,Par. maiores informfócs, consulte sua Agencia Je Viagens ou os Agentes Gerais para o Brasil
  3. 3. -=-....=...~..".~ ----===-- 22 21 ~ _~~:«;:.i,. .---------:." , " --. ~ 20 19 18 17 16 ~Andar superior: 9, Estados Unidos; 10, França; 11, Itália; 12, Holanda; 13, Grã-Bretanha (Sutherlandl; 14, sala especial Taeu- berarp e sala geral Suíça; 15, Noruéga; de 16 a 21: Antilhas Holandêsas, Bolívia, Canadá, Chile, Cuba, Grão- Ducado de Luxemburgo, Grécia, Israel, Iugoslávia, Ja- pão, México, Nicarágua, Paquistão, Paraguai, Portugal, República Dominicana, União Panamericana, Uruguai, Venezuela, Viet-Nam. I 3 2 l ~ I IAndar térreo: 1, sala especial Portinari; 2 e 3, sala geral Brasil; 4, sala especial Sega"; 5, sala especial Beckmann; 6, sala geral Alemanha; 7, sala geral Áustria e salas especiais Thôny e Kubin; 8, Bélgica.
  4. 4. ......... .... . ... -.~. - - .. _~- ~-----. 9 ID~. .--_._------ -,---- - --~------ . .. _,-,,--- - .--------~ --~---_. . : 13: =EEEll . . __ • 12 - _u _ ._______ ~_ __0 _._n _._. ___ .~__ ~~ l< I ,/.~/> I 1 81 I I~/~. C 14 1 . 1 r6 1 j 5 , I I I I I I I
  5. 5. EXECUÇÃO DA VIDROTlL - Vidrotil Indústria e Comércio de Vidros Ltda. - Telefone35-5288 - Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, 306 - End. tel.: "Vidrotil" - São Paulo
  6. 6. MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO III bienal catálogo geral------------------ Primeiro edição, junho de 1955EDIAM, EDiÇõES AMERICANA DE ARTE E ARQUITETURA
  7. 7. NDICE GERALARTE GERAL ATE PAG. XXXVI NTRODUCÃO PAG. XXXVIIBRASIL > PAG. 3ALEMANHA PAG. 41ANTILHAS HOLANDÊSAS PAG. 57ÁUSTRIA PAG. 61BÉLGICA PAG. 75BOUVIA PAG. 87CANADÁ PAG. 93CHILE PAG. 99CUBA PAG. 107ESTADOS UNIDOS PAG. 113FRANÇA PAG. 133GRÃ-BRETANHA PAG. 149GRÃO-DUCADO DE LUXEMBURGO PAG. 155GRÉCIA PAG. 159HOLANDA PAG. 167ISRAEL PAG. 173ITÁLIA PAG. 181IUGOSLÁVIA PAG. 201JAPÃO PAG. 207MÉXICO PAG. 213NORUÉGA PAG. 219PAQUISTÃO PAG. 227PARAGUAI PAG. 233PORTUGAL PAG. 237REPÚBLICA DOMINICANA PAG. 241SUrçA PAG. 245UNIÃO PANAMERICANA PAG. 255URUGUAI PAG. 261VENEZUELA PAG. 267VIET-NAM PAG. 275ARQUITETURA PAG. 279REPRODUÇõES PAG. 291 XV
  8. 8. MUSEU DE ARTE MODERNA Diretoria ExecutivaD i r e t o r Presidente: Francisco Matarazzo SobrinhoDiretor Vice-Presidente: Sergio Buarque de HolandaDiretor 1. 0 Secretário: Fernando MillanDiretor 2. 0 Secretário: Maria Penteado CamargoDiretor 1. 0 Tesoureiro: Isai LeirnerDiretor 2. 0 Tesoureiro: Francisco Beck Conselho de AdministraçãoCarlos Pinto Alves, Aldo Magnelli, Oscar Pedroso Horta,Oscar Americano, Ziro Ramenzoni, Francisco Luis AlmeidaSalles, Adalberto Ferreira do Valle, José Barbosa de Al-meida, Maria Penteado Camargo, Francisco Beck, RuyBloem, Salvador Candia, Roberto Paiva Meira, Isai Leirner,Herbert V. Levy, Joõo Mattar, Luis Medici, Helio Mor-ganti, Pola Rezende, Luis Coelho, Marcos Gasparian, HassoWeiszflog, Ema Klabin, Gregori WarchÇlvchik, Kunito Mia-saka, Gerda Brentani, Ernesto Wolf, Erich Humberg, JoséJuliO de Carvalho e Sá, Fernando Millan, Henrique OlavoCosta, Joõo Adelino Almeida Prado Neto, Lourival GomesMachado, Flavio de Carvalho, Lahyr Castro Cotti, Ambro-gio Bonomi.Di retor A r t í s t i c o : Sergio MillietDiretor Técnico: Wolfgang PfeifferConservador da Filmoteca: Paulo Emílio Salles GomesAdministrador: Biagio Motta XVII
  9. 9. PRESIDÊNCIA DE HONRADA TERCEIRA BIENALSua Excelência Senhor João Café FilhoPresidente da República dos Estados Unidos do BrasilSua Excelência Senhor Jânio QuadrosGovernador do Estado de São PauloSua Excelência Senhor Raul FernandesMinistro de Estado para os Negócios das Relações ExterioresSua Excelência Senhor José Maria WhitakerMinistro de Estado para os Negócios do FazendoSua Excelência Senhor Candido Motta FilhoMinistro de Estado poro os Negócios do Educação e CulturaSuo Excelência Senhora Carolina RibeiroSecretário de Estado poro os Negócios de Educação de São PauloSuo Excelência Senhor J uvenal Uno de MattosPrefeito da cidade de São PauloSuo Excelência Senhor Guilherme de AlmeidaPresidente da Comissão do IV CentenárioSuo Excelência Sr. Prof. Eugenio GudinSua Excelência Senhor William Salém XVIII
  10. 10. JURI DE SELEÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS Antonio Bento Moria Eugênia Franco Clovis Graciono Thomás Santo Rosa José Geraldo VieiraJURI DE PREMIAÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS Sergio Milliet Wolfgang Pfeiffer Mário Pedrosa Thomás Santa Rosa José Valladares Jean Cassou Grace L. McCann Morley . Umbro Apollonio W. Sandberg Gustav Beck Haim GamzuJURI DE PREMIAÇÃO DE ARQUITETURA Francisco Beck Salvador Candio Eduardo Kneese de Mello Oscar Niemeyer Oswoldo Arthur Bratke Lourival Gomes Machado XIX
  11. 11. DEPARTAMENTOS DA 111 BIENALS e c r e t a r i a Geral: Arturo ProfiliArquivas e Secretaria: Wanda Svevo Maria Teresa Lara Campos Irene Eunice Sabatini •o plano e a supervisão dos interiores do Palácio das Na-ções e do Palácio dos Estados ficaram a cargo do arqui-teto Jocob Ruchti e do Secretaria da Bienal. •o catálogo geral da exposlçao foi realizado pelo "Ediam",Edições Americanas de Arte e Arquitetura, sob a direçãode Dante Paglio, e impresso nas oficinos da "Impres",em São Paulo, •o cartaz poro o propagando do III Bienal de São Paulo éde autoria do pintor Alexandre Wollner e a capa do ca-tálogo foi ideado por Arnaldo Pedrosa dHorta. xx
  12. 12. ADVERTÊNCIA No relação dos obrasusou-se o ordem cronológica, pora os salasespeciais, e a ordem alfabética, para osartistas das salas gerais. Quando indicado naobra, o ano da execução, segue-se 00 título.As dimensões são dadas em centímetros eseguem-se à data de execução ou à técni-co usado, conforme o caso. Das esculturas,menciona-se apenas a altura. N õo havendo outras indicações, entende-se que as pinturas são a óleo sóbre tela. Os desenhos, salvo indi-. cação em contrário, são a lápis sôbre papel. A s obras que não tra-gam indicação de proprietário, entendem-secomo de propriedade do artista. As datas que· se se-guem ao norr.e do artista referem-se ooson05 de nascimento e morte. o presente catálogofoi encerrado a 25 de junho de 1955, afim de poder ser entregue ao pública nodia da inauguração da terceira Bienal doMuseu de Arte Moderna de São Paulo.Em virtude de fatores independentes davontade da Comissão organizadora, algu- mas obras deixam de nele figurar, o que ~e co(rigiró oportunamente mediante oacréscimo de uma adendo. XXI
  13. 13. EXPOSiÇÃO INTERNACIONAL DE ARTES PLÁSTICAS DA TERCEIRA BIENAL regulamento A III Bienal do Museu de Arte Moderno de São Paulo, exposição internacional de artes plásticos, realizar-se-á de junho o outubro de 1955.2 A Diretoria Executivo do Museu de Arte Moderno de São Paulo estobelecerá o programo do exposição, cujo administração e direção ficarão 00 seu exclusivo cui· dado, e poderá, no medido dos necessidades, nomear prepostos, quer individuais, quer representados por en- tidades, com poderes definidos no ato do nomeação e extinguíveis o juíZO.9a Diretoria. -3 No plano geral do organização do Bienal fico previsto o Exposição Internacional de Arquitetura que, desta vez, será dedicado às Escolas de Arquitetura, poro os quais é instituído um Concurso Internacional, com especial regulamento e temo, publicados à porte. A Exposição Internacional de Artes Plásticos DO 111 Bienal ficará constituído:aI de solos poro os representações nacionais dos Países participantes, cujo organização decorre de solicitação expresso do Diretoria do M. A. M. Dentro dessas re- presentações poderá haver Solos Especiais dedicados o um ou mais artistas, vivos ou falecidos;bl de solos especiais dedicados o movimentos coletivos, escolas ou grupos, que" " tiveram ou têm importância plástico e histórico no desenvolvimento do arte mo- derno; XXIII
  14. 14. REGULAMENTOc) de salas especiais dedicadas a obras de artistas nacio- nais ou estrangeiros expressamente canvidados pela Bie- nal, ficando os artistas considerados "hors-concours";d) de salas para a representação brasileira, constituída de artistas nacionais ou residentes no País há mais de dois anos, que se apresentem espontâneamente ao Júri de Seleção, com um máximo de cinco obras de pintura ou escultura, ou de oito obros de desenho ou gravura.4 Os artistas nacionais ou residentes no Paí s deverão sa- tisfazer as seguintes condições:a) os artistas incumbir-se-ão de fazer chegar suas obra~ à sede ou posto de recepção da Bienal, que só respon- derá pelas despesas de desembalagem e reembalagem;b) as obras deverão estar em perfeito estado e convenien- temente apresentadas ao chegarem à sede da Bienal, a qual, embora se comprometa a dispensar o maior cui- dado no manuseio e colocação das peças, não assumiró por elas responsabilidade alguma, cabendo aos artistas a faculdade de segurá-Ias por conta própria.cl as obras deverão chegar à séde da Bienal até o dia 30 de março de i 955;d) as obras de pintura não deverão ultrapassar 120 cm. de largurar permitindo-se, não obstante, a compensação de tamanho entre obras do mesmo artista; em qualquer caso, os trabalhos deverão ser apresentados prontos para exposição, com baguettes ou molduras; e os de- senhos, guaches e gravuras possivelmente protegidos por vidro; a Bienal não assume responsabilidade alguma pelas obras em gêsso, terracota ou vidro;e) cada obra deverá vir acompanhada de uma via da ficha de inscrição, devendo a outra via, juntamente com a ficha de jdentidade do artista, ser remetida à Secre- taria da Bienal até o dia 1. 0 de fevereiro de 1955.5 Para efeito de premiação, excluir-se-ão os artistas já falecidos, salvo quando vierem a fblecer depois de ini- XXIV
  15. 15. REGULAMENTO ciada a exposlçao. Considerar-secão em igualdade de condições com os brasileiros, para efeito de premiação, os artistas estrangeiros residentes no País há mais de dois anos.6 As representações de cada país, organizados por enti- dades oficiais ou particulares, serão solicitadas pelo M. A. M· e por elas responderá um comissário nomeado pela entidade organizadora da representação. Os comis- sários cuidarão do envio, à Secretaria da Bienal, das fichas coletivas da delegação, dos nomes dos artistas participantes, de notas biográficas dos mesmos, de uma seleção de fotografias das obras que serão expostas, e de um breve prefácio da Seção, isto, aos fins da com- pilação do Catálogo Oficial. A Secretaria da Bienal, não se responsabilizará pelo exclusão da publicação dos dados acima si estes não tiverem chegado até o dia 15 de março de" 1955. Aos comissários presentes em São Paulo será oferecido a hospedagem durante o perí odo de instalação dos respectivas solos.7 A Bienal fará funcionar um posto de recepção no porto de Santos, Estado de São Paulo, Brasil, a fim de faci- Iitar a recepção dos obras que forem remetidas por via marítima, e outro em São Paulo, para os obras que che- garem por via aéreo.S Nos fichas de inscrição dos obras, deverá constar, ex- pressamente, se o artista as põe à vendo e se concorre aos prêmios de aquisição, ficando entendido que sà- mente concorrerá aos prêmios de valor igualou supe- rior 00 fixado para o venda. Em coso algum essa de- claração poderá ser anulado por outro posterior, nem poderá ser aumentado o preço declarado inicialmente.9 No Secretario do Bienal, funcionará uma seção espe- cialmente destinado à venda das obras e que cobrará uma comissão de 10% sôbre o montante líquido das aquisições.10 Haverá um Juri de Seleção e um Juri de Premiação. Constituem o Júri de Seleção, o Presidente do Museu xxv
  16. 16. REGULAMENTO de Arte Moderno de São Paulo ou pessoa por êle cre- denciado, dois membros indicados pelo Diretoria do mesmo Museu e dois membros escolhidos pelos artistas concorrentes. No ficho de inscrição o concorrente deve- rá indic,ar, em ordem de preferência, os mesmos nomes dos dois artistas que elege para membras do Juri de Seleção e que serão escolhidos por maioria de votos.11 Constituem o Juri de Premiação, o Presidente do Museu de Arte Moderno ou pessoa por êle credenciado, um representante do Diretoria do Museu de Arte Moderno de São Paulo, o mais votado dos dois nomes eleitos pelos arfistos poro o Júri de Seleção, e críticos nacio- nais ou estrangeiros de nomeado internacional, desig- nados pelo Diretoria do Museu de Arte Moderno de São Paulo.12 Dos resoluçães dos Juris não cabe recurso.13 O Juri de Seleção concluirá seus trabalhos 60 dias antes do inauguração do Bienal. O Juri de Premiação reunir-se-á, pora início de seus trabalhos, 30 dias de- pois de inaugurado o Bienal.14 Ficam instituí dos poro o III Bienal, sem prejuízo de outros:o) os seguintes prêmios regulamentares: melhor pintor estrangeiro (obras apresentados) Cr$ 100,000,00 melhor pintor nacional (obras apresentados) Cr$ 100·000,00 melhor escultor estrangeiro (obras apresentados) Cr$ 100·000,00 melhor escultor nacional (obras apresentados) Cr$ 100·000,00 melhor gravador estrangeiro (obras apresentados) Cr$ 50.000,00 XXVI
  17. 17. REGULAMENTO melhor gravador nocional (obros opresentadas) Cr$ 50.000,00 meLhor desenhista estrongeiro (obras apresentadas) Cr$ 50.000,00 melhor desenhista nacional (obras apresentadas) Cr$ 50.000;00bl "Prêmio São Paulo" - Fica instituído, em caráter per- manente, o "Prêmio São Paulo" no valor de Cr$ .... 300.000,00 .para o artista nacional ou estrangeiro, ins- crito em qualquer categoria ou seção, que obtiver una- nimidade, ou pelo menos, os 9/1 o dos votos dos mem- bros do Juri de Premiação. O critério para concessão do prêmio basear-se-á na qualidade das obras apresen- tadas pelo artista à Bienal, de modo a valorizar o me- lhor conjunto exposto.cl todos os demais prêmios posteriormente instituí dos, o serão sob cláusula de aquisição, passando as obras pre- miadas à propriedade do Museu de Arte Moderna de São Paulo.dI de comum acôrdo com a Bienal de Veneza, fica esta- belecido, a partir desta III Bienal de Sãa Paulo, que os artistas laureados com os grandes prêmios internacio- nais numa Bienal, não poderão ser contemplados com prêmios correspondentes, na Bienal imediata. Nesta Bienal, são assim considerados "hors concours" os ar- tistas agraciados com os grandes prêmios da XXVII Bienal de Veneza.el O Juri poderá abster-se de conferir um au mais prê- mios, como também poderá subdividi-los.fI depois de distribuídos os prêmios em dinheiro e as aquisiçães constantes do regulamento da Bienal, e a fim de estimular as delegações participantes, o Juri de Pre- miação procurará conceder ao melhor das artistas de cada país ·não contemplado, uma distinção especial de ordem honorífica, a ser decidida pelo próprio Juri reu- nido. XXVII
  18. 18. REGULAMENTO15 Pelo simples assinatura do ficho de inscrição, os artis- tas submetem-se implicitamente à observância dêste re- gulamento, e à irrecorrível decisão dos Juris, conferin- do plenos poderes à Diretoria do Museu de Arte de São Paulo no tocante à colocação das suas obras no recinto da exposição.16 Os eventuais adiamentos ou prorrogações, que só pode- rão ser determinados pela Divisão da Bienal, não alte- rarão nem restringirão o vigor do presente regulamento. NOTA: Todos os prêmios serão pagos após o encerra- mento do exposição, deduzindo-se, sempre, as taxas legais, conforme as normas vigentes no época. São Paulo, Março, de 1954. FRANCISCO MATARAZZO SOBRINHO Presidente XXVIII
  19. 19. 11 CONCURSO INTERNACIONAL PARA ESCOLAS DE ARQU ITETU RA regúlamento Integrando a 111 Bienal do Museu de Arte Moderna de São Poulo, realiza-se, simultaneamente, a Exposição In- ternacional de Arquitetura (E. I. A.), que, desta vez, será reservada, exclusivamente, ao 11 Concurso Inter- nocionol para Escolas de Arquiteturo.2 A Direção Artística da E. I· A. será exercida por uma comissão de arquitetos e representantes do Museu de Arte Moderna de São Paulo.3 Poderão participar da lHE. I. A. da Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo, isto é, do Concurso Internacional, as Escolas de Arquitetura de todos os Poíses, oficialmente reconhecidos, que obedeçam às sé- guintes condições:aI As escolas deverão apresentar um projeto sôbre um único temo, que será desenvolvido pelos alunos, indi- vidualmente ou em equipe;bl o tema será proposto em linhas gerais, devendo ser desenvolvido de ocôrdo com as tendências e condições regionais de cada país e a orientaçõo adotada pela escora;cl cada escola paderá apresentar somente um trabalho. E livre o tamonho e o número das ,fotografias, sendo, contudo, limitado o espaço a um máximo de dez me- tros quadrados. As fotografias serõo dispostas em pai- néis de 2,50 m. de largura por 1,30 de altura. XXIX
  20. 20. REGULAMENrod) o seleção do projeto apresentado pelo escola 00 Con- curso, deverá ser feito por voto comum dos estudantes e dos professores;e) os trabalhos poderão ser opresentados em desenhos ori- ginais, fotocópias ou fotografias, que serão montados em São Paulo. A Diretoria do 111 E· I. A aconselho às escolas o reme- ter o material desmontado, como simples pacote de fotografias e desenhos, e acompanhá-lo com um cro- quis que sirvo de orientação poro o instalação no solo de exposição;f) os escolas deverão remeter à Secretoria do III Bienal E. I. A, até o dia 28 de fevereiro de 1955, o ficho de identidade do(s) concorrente(s), acompanhado de uma via do ficho de inscrição do projeto. A segundo via desta ficho deverá acompanhar os obras que deverão chegar à Secretario do 111 Bienal E. I. A, impreteri- velmente até o dia 30 de Maio de 1955, prazo máxi- mo irrevogável., A remessa de tais elementos ou do material, foro do prazo, pode acarretar o exclusão do catálogo oficial ou do próprio exposição.4 A 111 Bienal - E. I. A, responsabilizo-se apenas pelas despesas de desembalagem dos trabalhos, ficando a re- messa dos mesmos à cargo do escola participante. Após a realização da 111. 0 Bienal - E.I.A, o maté- rial exposto ficará de propriedade do Museu de Arte Moderna de São Paulo que poderá, eventualmente, . uti- lizá-lo para publicações documentativas como também poderá organizar,com aquele material, exposições iti- nerantes no País e no Exterior, antes de incluí-lo no seu acêrvo, paro efeitos didáticos.5 O tema que os estudantes desenvolverão a fim de par- ticiparem do COncurso, é o seguinte: • Situação: à margem de lago, rio ou mar. Afas- tado de qualquer outro centro urbano. xxx
  21. 21. REGULAMENTO • Abastecimento: deverá o centro ser, tanto quan- to possí vel, auto-suficiente. • Acessos: deverão ser indicados no projeto os meios de ligação com outros centros. • Finalidade: recuperação física e mental de tra- balhadores e suas famílias. • Permanência: cada grupo permanecerá no centro em período de fêrias de um mês. • Acomodações: deverõo ser previstas acomodações para trabalhadores solteiros (homens e mulheres) e também para famílias. • Recreação: será dada especial importância aa es- tudo do porte recreativo do centro. Outrossim, deverá o estudo prever entretenimento e distra- ção em número, quantidade, e variedades tais que os hás pedes possam tirar o proveito necessá- rio à uma temporada de férias sem se aperce- berem do aborrecimento que o simples descanso fí sico usualmente provoca.6 Ficam instituídos para a 111 E. I. A. - 11 Concurso In- ternacional poro Escolas de Arquitetura, os seguintes prêmios .em dinheiro 00 autor ou autores do trabalho: Prêmio Cr$ 100.000,00 Prêmio Cr$ 30.000,00 Prêmio Cr$ 30.000,00 Prêmio Cr$ 30.000,00 Prêmio Cr$ 10.000,00 Aos vencedores e à Escola à qual pertencem, será tam- bém entregue um diplomo.7 O Júri poderá abster-se de conferir um ou mais prêmios, como também poderá subdividi-los. XXXI
  22. 22. R E G U L A ME N TO8 O JCJri de Premiação seró constituído pelo Presidente do Museu de Arte Moderno ou pessoa por êle delegado, e por eleméntos nacionais e estrangeiros, de. renome in- ternacional, indicados pelo Diretoria do E. I· A., no ma- neiro dos Bienais anteriores. Os nomes dos componentes dos júris serão· divulgados até o dia 1.° de Março de 1955.9 Dos decisões do Júri não cabe recurso.10 Os cosas omissos no presente regulamento serão deci- didos de acôrdo com o disposto nos normas gerais do Bienal do Museu de Arte Moderno de São Paulo. No hipótese de tais normas não se aplicarem à situa- ção específico, serão elos resolvidos pelo direção do E. I. A., de cujas decisões não caberó recurso.11 Pelo simples assinatura do ficho de inscrição, os que participarem do III E. I.. A., sujeitam-se à observânda dêsteregulamento, conferindo plenos poderes à Direção do E. I. A., no tocante à colocação dos Seus trabalhos no recinto do exposição.NOTA: Todos os prêmios serão pagos após o encerramento do exposição, deduzidos os taxas legais, conforme os normas vigentes no época· São Paulo, Junho de 1954 FRANCISCO MATARAZZO SOBRINHO Presidente XXXII
  23. 23. L I STA DE PRÊMIOS Os premlos mencionados como aquisição, re- vertem a obra premiada à plena propriedade do Museu de Arte Moderna de São Paulo. A fim de estimular as delegações participan- tes, o Juri de Premiação concederá ao melhor dos artistas de cada país não contemplado na distribuição dos prêmios, uma menção honrosa. O Juri poderá abster-se de conferir um ou mais prêmios, como também poderá subdiví- di-los (art. 14, par. "e" do Regulamento).PR~MIOS REGULAMENTARESPARA ARTES PLÁSTICASPrêmio São Paulo Cr$ 300.000,06Prêmio para o melhor pintor estrangeiro 100.000;00Prêmio para o melhor pintor nacional 100.000,00Prêmio para o melhor escultor estrangeiro 100.000,00Prêmio para o melhor escultor nacional 100.0ÓO,00Prêmio para o melhor desenhista estranlJeiro 50.000,00Prêmio para o melhor desenhista nacional 50.000,00Prêmio para o melhor gravador estrangeiro 50.000,00Prêmio para o melhor gravador nacional 50.000,00 XXXIII
  24. 24. LISTA DE PR~MIOSPR~MIOS REGULAMENTARES PARA OSEGUNDO CONCURSO INTERNACIONALDAS ESCOLAS DE ARQU ITETURA Prêmio Cr$ 100.000,00 Prêm:o Cr$ 30.000,00 Prêmio Cr$ 30.000,00 Prêmio Cr$ 30.000,00 Prêmio Cr$ 10.000,00PR~MIOS E FUNDOS DE AQUISiÇÃO Cr$Aquisição livre (Prêmio Jockey Club) 100.000,00Aquisição livre (Metolúrgica Matarazzo) 100.000,00Aquisição livre (Prêmio Moinho Santista S. A.) 50.000,00Aquisição p/ escultor nacional (Prêmio Sanbra) 50.000,00Aquisição livre (Prêmio Cio. Gessy) 50.000,00Aquisição livre (Prêmio Circolo Italiano) 50.000,00Aquisição livre (Prêmio Jafet) 50.000,00Aquisição livre (Prêmio Cio. de Sego do Baía) 30.000,00Aquisição p/ pintor nacional (Prêmio Tricot- lã) 20.000,00Aquisição livre (Prêmio AmoS/A.) 20.000,00AC;uisição livre (Prêmio Probel) 20.000,00Aquisição livre (Prêmio Caixa Econom. Federal) 35.000,00Aquisição p/ pintor nacional (Prêmio Museu de Arte Moderno do Rio de Janeiro) 20.000,00Aquisição p/ escultor nacional (Prêmio Museu de Arte Moderno do Rio· de Janeiro) 20.000,00Aquisição livre (Prêmio Co rio Tamagnil 10.000,00PR~MIOS ESPECIAISAnônimo (Passagem de ida e volto poro o Europa)ClT (Prêmio de viagem - idem)ENIT (Prêmio Sicilia) XXXIV
  25. 25. PAfSES P A R T 1 CI P A N T E S BRASIL ALEMANHA ANTILHAS HOLANDÊSAS ÁUSTRIA B~LGICA BOLrVIA CANADÁ CH ILE CUBA ESTADOS UNIDOS FRANÇA GRÃ-BRETANHA GRÃO DUCADO DE LUXEMBURGO GR~CIA HOLANDA ISRAEL ITÁLJA IUGOSLÁVIA JAPÃO M~XICO NICARAGUA NORUEGA PAQUISTÃO· PARAGUAI PORTUGAL REP. DOMINICANA SUrçA UNIÃO PANAMERICANA URUGUAI VENEZUELA VIET-NAM XXXV
  26. 26. N T R O D u ç Ã o F oi intenção dos organizadores da Paulo prosseguir, na execução do 111 Bienal de São programa estabe-lecido desde o início em linhas gerais, de colocar a nossaarte em vivo contacto com a arte do resto do mundo,dando ao mesmo tempo ao público brasileiro a oportuni-dade de conhecer e apreciar as obras dos mais impor-tantes artistas destes últimos cinquenta anos de tentativasde renovação, de resoluções estéticos, de revisão das con-cepções artísticas, de recondução da arte a seus verdadei-ros objetivos.Nas primeira e segunda bienais procurou-se reunir, ao ladodas obras mais recentes dos artistas nacionais e estran-geiros, alguns conjuntos representativos dos diversos movi-mentos ocorridos na evolução da arte moderna. Assim foique se deu ao nosso público um panorama, suficiente-mente esclarecedar, senão completo, ,dessa linha quebradaque vai dos impressionistas aos abstratos, com suas açõesinventivas e suas realizações de disciplina. Juntamentecom as realizações contemporâneas, mostrou-se o ponto departida de cada tendência, procurando realçar as razõesde ser das novas pesquisas, bem como os resultados al-cançados.Nesta 111 Bienal, a carência de espaço e dificuldades detôda espécie impediram o desenvolvimento desse programacoma mesma amplitude de antes. Na impossibilidade deorganizar e apresentar algumas escolas do passado, de in-terêsse indiscutível para a compreensão do fenômeno esté-tico que nos é dado apreciar atualmente, solicitaram-se dosdiversos países convidados algumas retrospectivas impor-tantes suscetíveis de completar as informações anterior-mente fornecidas ao público. No expressionismo por umlado (Alemanha, Áustria, Bélgica) no Cubismo (França, comLéger) no abstracionismo concretista (Suiça, cam Taeuber-Arp) e no surrealismo <Inglaterra, com Sutherland) concen-trou-se a atenção dos convidados e alguma cousa útil se XXXVII
  27. 27. INTRODUÇÃOobteve. Reunir em um mesmo momento conjuntos deBeckmann, de Léger, de Taeuber-Arp, de Sutherland, semcontar as salas especiais italianas e as nacionais (Portinarie Segalll, constitue sem dúvida uma recompensa ao esforçodos organizadores.Justificada a orientaçãa dada ao certame, não cabe aquiuma apreciação das obras enviadas pelos países convida-dos: a tarefa é da alçada dos críticos· I:les dirão em queesta 111 Bienal se terá evidenciado mais ou menos atraentee interessónte do que as anteriores. E também até queponto terá sido profícuo o contacto íntimo que com elase estabeleceu entre nacionais e estrangeiros.Como nas exposições anteriores, tem-se ainda nesta IIIBienal de São Paulo a impressão de que a polêmica entreabstratos e figurativos continua sem solução conciliatória.A observação do fato é reconfortante, porquanto dessa lutade tendências e teorias mais ou menos intransigentes nas-cem as mais belas realizoções. Uma arte parada, satisfei-ta, "dona" da verdade estética, assinalaria um momentode decadência, a formação de um academismo esteril.Nãa corre ainda êsse risco a produção contemporônea, quecontinua a interpretar contradições e dúvidas caracterí sti-cas da nossa sociedade. Mais do que nunca ela aborrecea copIa, a fórmula, o convencionalismo e se apega à. ex-pressão, à invenção, à composição construtiva, dentro doespí rito de um mundo machucado, em verdade, mas an-sioso por viver e criar, por penetrar a essência das cousase a transformar em benefício do homem livre. SERGIO MILLlET XXXVIII
  28. 28. BRASIL
  29. 29. Sala especial CÂNDIDO PORTINARI o s quadros constantes desta Sala Portinari fo- ram realizados como estudos para o painel da"Guerra" que, juntamente com o da "Paz", o artistaestá executando, por encomenda do govêrno brasi-leiro, para decorar o novo edifício da ONU.Pinturas enormes, de 14 metros de altura por 10de largura cada uma, exigem naturalmente umlongo trabalho preliminar de planejamento, a fimde que, numa superfície tão grande, as côres domi-nantes e os grupos variados de figuras se harmo-nizem ese integrem, dando unidade à composição.Nas maquetes originais, de tamanho reduzido, fei-tas há mais de dois anos, o pintor não podia entrarem detalhes. Traçou apenas as linhas gerais quedeveriam ser seguidas, pois. a administração daqueleorganismo internacional queria ver previamente oprojeto da obra. .Tinham assim de constituir apenas um esbôço asmaquetes preparadas pelo artista, que se limitou afazer indicações de caráter essencialmente plástico.Era, como conseqüência, muito natural que se tor-nasse mais formalista êsse trabalho preliminar, emface de sua própria finalidade decorativa, como emobediência aos princípios estéticos postos em vogapelo modernismo. Este foi desde seu início ummovimento formalista, tendência que o realismomoderno pretende ultrapassar, voltando à grandetradição narrativa da pintura ocidental, contráriaao plasticismo puro dos abstratos, tão próximo aoanti-figurativismo.priental.Portinari é hoje" um dos artistas mais empenhadosna tarefa da criação de um realismo moderno,tan-to no quadro de cavalete como no domínio da pin-tura mural. Isso já foi notado desde 1946, por umcrítico da autoridade de René Huyghe, quando o 3
  30. 30. BRASIL pintor fez uma exposição na "Galerie Charpentier" em Paris. Nessa, época, estava muito acesa a dis- puta entre abstratos e figurativos, tendo o mestre francês salientado que Portinari estava dedicado, na atualidade, a um trabalho igual ao de Giotto, que logrou realizar a síntese da pintura bizantina com a dos italianos, plasmando a linguagem origi- nal do realismo renascentista. Não há dúvida que o realismo da atualidade terá forçosamente de ser diverso dos padrões criados por Giotto, Caravaggio e Courbet. Será certamente um realismo de tipo expressionista, ou seja um instru- mento mais adequado a interpretar não somente as idéias como os sentimentos da época apocalípti-, ca que vamos atravessando. ~ste é na verdade um mundo de misérias inimagináveis. É o mundo das duas ou talvez três guerras totais, que, já agora, podem chegar à destruição da própria humanidade. Os quadros da "Guerra", fragmentos de uma deco- ração ,gigantesca, dão uma amostra da paixão que O pintor põe na execução da obra que lhe foi pe- dida., . As figuras desgraçadas das mães, espôsas, e noiva~, diante dos filhos, maridos e noivos mortos ou feridos, são de uma dramaticidade de legenda. Vivem êsses seres num mundo de pesadelos infer- nais. Seus gritos e lamentos de monstruosa afli- ção parecem perder-se no vácuo. São imagens vivas do sofrimento gerado por uma época de irraciona- lismo e destruição, que envolvem todos os conti- nentes, com a fatalidade das coisas irremediáveis. Há, por isso mesmo, em todo o painel, uma atmos- fera de tragédia. Os azues e violetas, no, primeiro projeto eram apoiados por laranjas mais extensos. O pintor diminuiu depois as superfícies em que êsses tons quentes imperavam. Disso resulta que o painel tem agora um aspecto mais sombrio, no qual dominam os azues, cores pelas quais o artista sempre manifestou predileção. Isso pode ser visto em diversos quadros desta Sala, estudos feitos, com
  31. 31. BRASILmuita largueza, de grupos e figuras da "Guerra",alguns no tamanho em que devem ficar na tramada camposição e outros em escala reduzida.Com o vigor que todos lhe reconhecem, Portinaridá-nos nesses trabalhos não sàmente figuras plás-ticas, cores e formas expressivas, como tambémuma visão terrificante da barbaria moderna. ANTONIO BENTO pintura 1 "A GUERRA". óleo sôbre madeira. 110 x 160. 2 "A GUERRA". óleo sôbre madeira. 110 x 160. 3 "A GUERRA" óleo sôbre madeira. 110 x 160. 4 "A GUERRA" óleo sôbre madeira. 110 x 160. 5 "A GUERRA" óleo sôbre_madeira. 110 x 160. 6 "A GUERRA" óleo sôbre madeira. 110 x 160. 7 "A GUERRA" óleo sôbre madeira. 110 x 160. 8 "A GUERRA" óleo sôbre madeira. 160 x 190. 9 "A GUERRA" óleo sôbre madeira. 130 x 200. 10 "A GUERRA" óleo sôbre madeira. 220 x 150. 11 "A GUERRA". óleo sôbre madeira. 160 x 220. 12 "A GUERRA". óleo sôbre madeira. 70 x 190. 5
  32. 32. Sala especia LASAR SEGALL A sobras deque se reservaram enadeIH Bienal às salas Cândido Portinari Lasar Segall,juntam-se propositadamente à representação daarte de tendências expressionistas, com que depa-ramos novamente em vários artistas das delega-ções européias.Mas não é só essa tendência o que motiva a novapresença dos dois mestres nesta Bienal; de fatoêles estão tão integrados no âmago da vida artis-tica brasileira, que difícil seria encontrar outroselementos que, mantendo a sua importância de pio-neiros, possam ainda hoje com suas obras recentesfigurar como expoentes da arte atual desta terra.Os elementos que caracterizam especialmente apintura de Lasar Segall são, a nosso ver, por umlado, a preocupação profunda de conservar o es-pírito humano, de movimentar a nossa alma; poroutro, a atenção constante dada à pintura própria-mente dita, que se exprime nas formas e tonali-dades das cõres, tratadas com o máximo cuidadoquanto aos seus valores expressivos e ao conjuntode seus elementos plásticos.As pinturas e esculturas que representam a obrade Lasar Segall na IH Bienal de São Paulo subli-mam os dois elementos acima mencionados. Nãoé o pintor novo e um tanto revolucionário do ex-pressionismo jovem da segunda década do século,fase essa de sua pintura que nos foi muito bemrevelada na sua exposição retrospectiva de 1951 emSão Paulo. E o pintor circunspecto, mestre de vas-tas experiências, o pintor sábio, no qual encontra-mos ao lado da grande riqueza da paleta, a mais sóbria reserva na aplicação dos tons infinitamente matizados. Coloca-se com estas características a pintura de Lasar Segall aCima das discussões de tendências 7
  33. 33. BRASILdos estudiosos das artes de hoje. São valores queem sua dualidade de aspecto simbolizam de certomodo como que num espelho de grande expressi-vidade o espírito do nosso século e que, refletindoas suas criações, podem transmitir-nos muitos en-sinamentos.A situacão atual da sociedade humana, que se en-contra -ante a formação de novas estruturações,redunda naturalmente em choques, em aconteci-mentos que desequilibram e que causam mais so-frimentos, transplantações e catástrofes para ospróprios membros dessa sociedade do que as cau-sadas antigamente pelas fôrças da natureza, quetinham de enfrentar.Como se poderá perder o contacto emocional comêsses acontecimentos que se imprimem na almahumana? Não poderá decerto o artista negar fatostão portentosos, nem deixá-los passar sem se sen-tir profundamente abalado em sua sensibilidade.Estes fatoreS, entretanto, em muitos casos foramnegados nas artes de hoje, em benefício de umaprocura de novas bases formais, de elementos pu-ros em vista da renovação das artes plásticas em si.Ao mesmo tempo houve abuso dos temas de signi-ficação humana, por parte de gente que se serve darepresentação das imagens não para fazer arte mascomo veículo de propaganda de ideologias políticas.A pintura de Lasar Segall mostra-nos com autên-tica sensibilidade de artista a vida e as catástrofestanto do indivíduo como da coletividade humana.Mas êle nos quer dar dos fatos íntimos como domundo, uma síntese vista pelo homem e criadapelo homem que é pintor, essencialmente pintor.Sega II não se limita assim a um círculo de motivose problemas, como tão pouco se limita a um gênerode exvressão ou de colorido. Mas êle nos demons-tra pela sua arte que devemos atentar para o ele-mento humano, única atitude capaz de criar poroutro lado o amor no sentido mais amplo. Esteamor pode concentrar-se tanto em um ser humano, 8
  34. 34. BRASILcomo na beleza da natureza, de plantas, animais,paisagens. E aqui que se abre um novo expressio-nismo profundamente enraizado na existência vivado universo.Esta arte de Segall manifesta-se de maneira reser-vada, culta e construtiva. Encontramos o seu es-pírito em todos os grupos das obras expostas,sejanas figuras dos quadros da serie "As Erradias" emsua impressionante solidão, seja nas esculturas,quase tôdas relacionando intimamente as figurashumanas entre si; e também nas paisagens brasi-leiras na sua atmosfera, no seu colorido e na suaqualidade de vida intensa. Achamos que ao lado daspesquizas dos abstracionistas e de tantos outrosmovimentos que se propõem como objetivo a des-coberta de novas bases para a pintura em si, aobra pitórica de Lasar Segall traz. uma mensagemde nível espiritual e artístico suscetível de propa-gação universal. WOLFGANGPFEIFFER pintura 1 POGROM, 1936-1937. 184 x 150. 2 GUERRA, 1942.185 x 270. 3 SOBREVIVENTES, 1946. 130 x 98. 4 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" I, 1949. 70 x 40. 5 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" lI, 1949. 70 x 38. 6 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" IIl, 1950. 81 x 65. 7 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" IV, 1952. 81 x 65. 8 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" V, 1952. 84 x 68. 9 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" VI, 1953. 92 x 65. 10 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" VII, 1953. 100 x 65. 11 DA SÉRIE "AS ERRADIAS" VIII, 1953. 56 x 46. 12 FLORESTA I, 1952. 100 x 65. 9
  35. 35. BRASIL13 FLORESTA lI, 1954. 130 x 114.14 FLORESTA III, 1954. 115 x 89.15 FLORESTA IV, 1954. 116 x 81.16 PAISAGEM I, 1954. 73 x 60.17 PAISAGEM lI, 1954. 65 x 54.18 PAISAGEM III, 1954. 65 x 50. escultura 1 BAIXO-REL1l:VO I, 1929. Bronre. 47 x 38. 2 GRUPOS I, 1934. Bronze. 40. 3 GRUPOS lI, 1934. Bronze. 10. 4 GRUPOS III, 1935. Bronze. 30. 5 GRUPOS IV, 1936. Bronze. 16. 6 GRUPOS V, 1936. Bronze. 34. 7 BAIXO-REL1l:VO, lI, 1950. Bronze. 25 x 20. 8 BAIXO-REL1l:VO III, 1950. Bronze. 25 x 55. 9 GRUPOS VI, 1951. Bronze. 21.10 GRUPOS VII, 1951. Bronze. 23.11 BAIXO-REL1l:VO IV, 1954. Bronze. 28 x 14.12 BAIXO-REL1l:VO V, 1955. Bronze. 30 x 35.13 BAIXO-REL1l:VO VI, 1955. Bronze. 39 x 29. 10
  36. 36. SALA GERAL ARTISTAS BRASILEIROS E ESTRANGEIROS RE- SIDENTES NO BRASIL QUE ESPONTÂNEAMEN- TE SE APRESENTARAM AO JÚRI DE SELEÇÂO N Bienal de dos artistas oque concorrem à III a escolha São Paulo, lúri teve, antes detudo, o obletivo de selecionar as obras que pudes-sem ser classificadas dentro das diversas tendên-cias do movimento de renovação das artes plás-ticas. Essa era uma tarefa necessária, pois ins-creveram-se numerosos candidatos culos trabalhosnão eram modernos. Como a Bienal paulista é umacompetição de arte de vanguarda, tendendo mesmoa ser, dado o empenho de seus dirigentes, uma dasmais avançadas do mundo, impunha-se ao lúri opropósito de fazer Uma escolha, senão rigorosa,pelo menos em harmonia com os princípios estéti-cos do modernismo. Foi igualmente seu desejo reu-nir um conlunto de obras que pudesse ser posto aolado das exposições congêneres da Europa, sem quebaixasse sensivelmente o nível qualitativo da re-presentação brasileira, como aconteceu na I Bien.al.Graças às modificações operadas em nossos meiosartísticos desde 1951, como consequência (las duasBienais lá realizadas, acentua-se a preocupação doslovens artistas brasileiros de expressar-se atravésde uma linguagem plástica de caráter internacio-nal, ao contrário do que se verificou nos primeirostempos do modernismo. A tendência "nacional" vaiassim aos poucos se enfraquecendo, enquanto au-menta o número dos artistas abstratos. Mesmo dospintores filiddos à corrente primitivista, em númeroreduzido nesta Bienal, não se pode dizer que pre-tendam fazer arte brasileira. Tem antes uma visãopoética e virginal das coisas. E apresentam comoadultos uma mentalidade e uma técnica que se as-semelham às das crianças e que despertam, porisso mesmo, tanto no crítico como no observador 11
  37. 37. BRASIL comum, um sentimento comparável à nostalgia da idade infantil, tão viva em todos os homens. Na própria arte figurativa, são raros os que, nesta representação, seguem a tendência nacional. Pode mesmo ser notada sensível abstenção de artistas dessa corrente, os quais ficaram com a falsa im- pressão de que a Bienal dava preferência aos abs- tratos. Conforme o júri teve oportunidade de sa- lientar, na ata de seus trabalhos, essa suposição é injusta, pois os dirigentes dessa exposição não ma- nifestaram, por atos ou palavras, qualquer prefe- rência pela arte não-figurativa, mantendo-se equi- distante das diversas tendências modernas. Foi essa igualmente a conduta do júri de seleção, composto em sua maioria de críticos que, nessa du- pla qualidade, não deviam e não podiam manifestar preferências artísticas. Todavia, há um fato que não pode ser obscurecido. E êsse é o desenvolvimento atual da arte abstrata no Brasil, como consequência direta: 1.°) de sua ascenção na Europa e nos Estados Unidos, notada- mente depois da segunda guerra mundial; 2.°) das condições favoráveis, criadas no país, pela divUlga- ção que a Bienal de São Paulo tem feito da obra dos mestres não-figurativos e do papel que êles representam na criação plástica da atualidade. Corresponde êsse surto da abstração a uma neces- sidade profunda de expressão dos nossos artistas ou decorre de uma imposição da moda? Esta per- gunta só terá uma resposta definitiva no futuro. Examinando-se os trabalhos dos abstratos brasilei- ros, nesta exposição, verifica-se desde já sua liga- ção estreita com a produção dos europeus. Esse tem sido, em linhas gerais, um fenômeno por assimdizer inelutável no desenvolvimento da arte dos países americanos, desde os tempos coloniais. No passado, isso ocorria pelas relações de dependência política e cultural, que os prendiam às metrópoles distantes. Hoje, acontece um pouco pela força da inércia da tradição, e também pela própria carac- terística internacional da linguagem plástica mo" 12
  38. 38. BRASILderna, principalmente no que diz respeito à abs-tração.Mas, é desejável que essa ligação deixe de ser tãoíntima como se verifica no presente, passando osartistas brasileiros, tanto os abstratos como os fi-gurativos, a criar também suas próprias escolas.Só assim afirmarão o gênio plástico de seu povo,contribuindo ao mesmo tempo, de forma decisiva,para a obra de renovação comum das artes plásti-cas em nossa época.Finalmente, cabe observar que, não obstante o ca-ráter heterogêneo da remessa feita pelos artistasbrasileiros (a qual não dava margem a nenhumplanejamento na escolha da representação nacio-nal), o júri teve o propósito de selecionar trabalhosdas diversas tendências da arte moderna no país. ANTONIO BENTO pintura OSWALD DE ANDRADE FILHO (1914) 1 PINTURA 3, 1955. 120 x 92. ZACHARIAS AUTUORI (1889) 2 RUA COM IGREJA, 1954. 60 x 36. 3 GRUPO DE CASAS, 1954. 46 x 38. 4 CIDADEZINHA DO INTERIOR, 1954. 65 x 46. ANTONIO BANDEIRA (1922) 5 QUERMESSE, 1954-1955. 100 x 81. .6 CIDADE AMARELA, 1954-1955.~ 100 x 81. 7 A CATEDRAL BRANCA, 1954-1955. 1:00 x 81. 13
  39. 39. BRASIL 8 CIDADE AZUL, 1954-1955. 100 x 81. 9 PAISAGEM AGRESTE, 1954-1955. 100 x 81. GERALDO DE BARROS (1923)10 COMPOSIÇAO COM TR1!:S METADES DE UM, 1954. Esmalte sôbre kelmite. 60 x 60.11 COMPOSIÇAO - VERMELHO EM FUNÇAO DE CINZA, 1954. Esmalte sôbre kelmite. 60 x 60.12 COMPOSIÇAO, 1954. Esmalte sôbre kelmite~ 60 x 60. UBI BAVA (1915)13 COMPOSIÇAO N.o 1 (CíRCULOS ESTATICO- DINAMICOS), 1953. 80 x 80.14 COMPOSIÇAO NO 2 (CíRCULOS ESTATICO- DINAMICOS), 1953. 80 x 80.15 COMPOSIÇAO N.o 4 (CíRCULOS ESTATICO- DINAMICOS), 1954. 126 x 62.16 COMPOSIÇAO N.o 5 (CíRCULOS ESTATICO- DINAMICOS), 1954. 126 x 62. PAULO BECKER (1927)17 PAISAGEM, 1954. 100 x 73.18 FIGURAS, 1955. óleo sôbre madeira. 100 x 73. SUZANA IZAR DO AMARAL BERLINCK (1915)I!} .DISTORÇAO, 1954. 87 x 61. HEINRICH BOESE (1897)20 COMPOSIÇAO 2, 1954. Têmpera sôbre tela. 60 x 80.21 PAISAGEM, 1954. óleo sôbre madeira. 70 x 90. 14
  40. 40. BRASIL ALDO BONADEI (1906)22 COMPOSIÇAO I, 1954. 82 x 105.23 COMPOSIÇAO II, 1955. 82 x 105.24 COMPOSIÇAO III, 1955. 62 x 75.25 COMPOSIÇAO IV, 1955. 82 x 115.26 COMPOSIÇAO V, 1955. 82 x 115. MARIA BONOMI (1935)27 RETRATO 1,1954. Têmpera sôbre papel. 92 x 62.28 CATEDRAL, 1955. 75 x 50. VALENTINO CAI (1918)29 COMPOSIÇAO N.o 2, 1955. Guache sôbre papel. 42 x 52.30 RITMO CONTíNUO, 1955. Gauche sôbre papel. 41 x 61. LULA CARDOSO AYRES (1910)31 PINTURA N.o 1, 1955. 115 x 150..32 PINTURA N.O 3, 1955. 150 x 70.33 PINTURA N.o 5, 1955. 70 x 150. FLÁVIO DE CARVALHO (1899)34 CRIATURA PENSATIVA, 1955. 70 x 65.35 PAISAGEM MENTAL, 1955. 92·x 73.36 RETRATO DO ARQUITETO ROBERTO BURLE MARX, 1955. 73 x 92.37 RETRATO DE NIOMAR MONIZ SODR~, 1955. 73 x 92.38 VELAME DO DESTINO, 1955. 70 x 65. 15
  41. 41. BRASIL GENARO DE CARVALHO (1926)39 A GRANDE FLOR, 1954. óleo sôbre papelão. 100 x 70. ALUíSIO CARVAO (1918)40 RETAS EM ESPAÇO VERMELHO, 1954. óleo sôbre madeir.a. 120 x 75.41 PARALELAS EM ESPAÇO AMARELO, CINZA E BRANCO, 1954. Sintética sôbre madeira. 100 x 80.42 RITMOS CENTRIFUGAIS, 1954. Guache sôbre celotex. 52 x 50.43 CONSTRUÇAO N.o 3, 1955. Sintética e óleo sôbre madeira.. · 62 x 55. LYGIA CLARK (1920)·44 SUPERFíCIE MODULADA N.o I, 1955. óleo sôbre madeira. 114 x 77.45 SUPERFíCIE MODULADA N.o 2, 1955. óleo sôbre madeira. 114 x 77.46 SUPERFÍCIE MODULADA N.D 3,1955. óleo sôbre madeira. 66 x 91. WALDEMAR CORDEIRO (1925)47 IDEIA VISíVEL N.o I, 1955. "Plexiglass". 40 x 40.48 IDEIA VISíVEL N.o 2, 1955. Tinta em massa sôbre nordex. 61 x 61.49 IDEIA VISiVEL N.D 3, 1955. Tinta em massa sôbre nordex. 61 x 61.50 IDEIA VISÍVEL N.o 4, 1955. Tinta em -massa sôbre nordex. 61 x 61. 16
  42. 42. BRASIL51 IDEIA VIS-íVEL N.O 5, 1955. Tinta em massa sôbre nordex. 61 x 61. WALDEMAR DA COSTA (1904)52 COMPOSIÇAO A, 1954. 81 x 65.53 COMPOSIÇAO B, 1954. 81 x 65.54 COMPOSIÇAO C, 1954. 73 x 97.55 COMPOSIÇAO D, 1954. 61 x 73. CARMELO CRUZ (1924)56 FIANDEIRA, 1955. 196 x 97.57 FIANDEIRAS, 1955. 100 x 73. MILTON DA COSTA (1915)58 COMPOSIÇAO, 1954. 81 x 55.59 COMPOSIÇAO, J954. 41 x 33.60 SõBRE FUNDO NEGRO, 1954 - 1955. Têmpera. 81 x 60.61 SõBRE FUNDO AZUL, 1955. 92 x 65.62 SõBRE FUNDO MARRON, 1955. Têmpera. 55 x 38. DANILO DI PRETE (1911)63 ESPAÇO QUADRADO, 1955. 100 x 73.64 FESTA DE SAO JOAO, 1955. 100 x 73.65 SIL1l:NCIO INTERNO, 1955. 73 x 60.66 FORMAS NOTURNAS, i955. 73 x 60.67 FORMAS NO ESPAÇO, 1955. 100 x 73. 17
  43. 43. BRASIL JACQUES DOUCHEZ (1921>68 NAUTICA lI, 1954. 60 x 100.69 MERIDIANA, 1955. 75 x 150.70 DUALISMO, 1955. 80 x 125. ESTRELA DE FARIA (1910)71 LIBERTAÇAO, 1954-1955. 190 x 146. HERMELINDO FlAMINGm (1920)72 COMPOSIÇAO N.o I, 1953. 45 x 55.73 SEQU:I!:NCIA DE CURVAS N.o I, 1955. Cartão. 50 x 60. SAMSON FLEXOR (1907)74 "VA ET VIENT DIAGONAL" N.o 3,1954. 120 x 120.75 PURíSSIMO N.o 2, 1954. 120 x 120.76 "MODULATION A LA DOMINANTE ROUGE", 1954. 160 x 180.77 "VA EI VIENT DIAGONAL" N.o 4, 1955 179 x 80.78 "MODULATION EN DEUX SENS", 1955. 179 x 80. MAURO FRANCINI (1924) 79 MESA NA TARDE, 1954. 128 x 94. 80 GARRAFA E VINHO, 1954. 139 x 104. KLAUS FRANKE (1930)81 ESTúDIO DE TELEVISAO, 1953. óleo sôbre madeira. 46 x 65,3. 18
  44. 44. BRASIL MIRA BARGESBEIMER (1919)82 COMPOSIÇAO N.o 4, 1954. Têmpera sôbre· ma- deira. 61 x 41.83 COMPOSIÇAO N.O 5, 1955. Têmpera sôbre ma- deira. 62 x 42. FRANS KRAJCBERG (1921)84 PEIXES, 1955. 73 x 92.85 NATUREZA MORTA I, 1954. 60 x 73. BEINZ KUEBN (1908)86 PINTURA n, 1954. 130 x 162. EMERIC LANYI (1907)87 COMPOSIÇAO COM CONTRATES, 1955. 94 x 72.88 COMPOSIÇAO N.o I, 1955. 94 x 72. JUDITH LAUAND (1922)89 COMPOSIÇAO N.o I, 1954. Esmalte sôbre kelmite. 60 x 72. DÉA CAMPOS LEMOS (1925)90 FOLHAGEM, 1955. 116 x 81.91 PAISAGEM, 1955. 81 x 65. FERNANDO LEMOS (1926)92 PINTURA COM RITMOS IV, 1955. Têmpera sôbre papel. 70 x 50. 19
  45. 45. BRASIL93 PINTURA COM RITMOS V, 1955. Têmpera sôbre papel. 70 x 50. MARIA LEONTINA (1917)94 DA SÉRIE "OS ENIGMAS" lI, 1953-1954. 92 x 60.95 DA SÉRIE OS ENIGMAS" III, 1953-1954. 92 x 73.96 DA SÉRIE "OS ENIGMAS" V, 1954. 100 x 73.97 DA SÉRIE "OS JOGOS" IV, 1954. 54,5 x 54,5.98 DA SÉRIE "OS JOGOS" lI, 1954-1955. 81 x 60. WALTER LEWY (1905) 99 PINTURA N.O 1, 1953. 110 x 75.100 PINTURA NO 3, 1954. 100 x 75.101 PINTURA N.o 5, 1954. 90 x 77. RUBEM MAURO LUDOLF (1932)102 SIMETRIA VERDE-AZUL, 1954. Guache sôbre papel. 50 x 40.103 ASSIMETRIA RESULTANTE DE DESLOCAMEN- TOS SIMÉTRICOS, 1955. Guache sôbre papel. 68 x 44.104 SIMETRIA N.O 32, 1955. Guache sôbre papel. 58 x 44.105 SIMETRIA N.o 40, 1955. Guache sôbre papel. 58 x 44. MANABU MABE (1924)106 MULHER, 1954. 75 x 100.107 PINTURA N.o 2, 1954. 80 x 100. 20
  46. 46. BRASIL ALOíSIO SÉRGIO MAGALHãES (1927)108 PAISAGEM N.o 2, 1955. óleo sôbre madeira prensada. 80 x 60.109 PAISAGEM N.O 3, 1955. óleo sôbre madeira prensada. 80 x 60. EMILIO MALLET NETTO (1924)110 COMPOSIÇÃO 5, 1954. 55 x 45.111 COMPOSIÇÃO 4, 1955. 65 x 46. EMERIC MARCIER (1916)112 TRAPICHE NA BAíA, 1953. 100 x 73.113 IGREJA EM VENEZA, 1954. 81 x 65. LEYLA MARIA DE ORNEIROS MATTOSO (1926)114 RETRATO DE MOÇA, 1955. 81 x 60. CAETANO MIANI (1920)115 COMPOSIÇÃO (GRUA), 1954. 100 x 73.116 COMPOSIÇÃO (NATUREZA MORTA), 1954. 100 x 73. ELIDE MONZEGLIO (1927)117 ESTUDO N.o 1 (ACROMATICA), 1955. 73 x 60. CAIO ALONSO MOURÃO (1933)118 COMPOSIÇÃO lI, 1954. óleo sôbre cartão. 80 x 40. 21
  47. 47. BRASIL MAURíCIO NOGUEIRA LIMA (1930)119 PINTURA-OBJETO n.O 3, 1954. Esmalte sõbre nordex. 60 x 60.120 PINTURA-OBJETO N.o 5, 1955. Esmalte sôbre nordex. 60 x 60. RAYMUNDO JOSÉ NOGUEIRA (1909)121 A NOVA CONSTELAÇAO, 1954. 116 x 85.122 A NOVA CONSTELAÇAO, 1954. 116 x 85.123 A NOVA CONSTELAÇAO, 1954. 116 x 85. ABRAHAM PALATNIK (1928)124 SUPERFíCIE VISUAL N.o 26,1954. Celulose com- pensado. 60 x 80.125 SUPERFíCIE VISUAL N.o 43, 1954. Celulose compensado. 80 x 100. JOSÉ PANCETTI (1905)126 AUTO-RETRATO CINZA, 1939. 65 x 54. Coleção particular.127 HOMEM LOUCO, 1940. 47 x 55.128 MARINHA NA BAíA, 1950. 73 x 60. Coleção par- ticular.129 PRAIA DO FAROL, 1950. 73 x 60. Coleção par- ticular.130 AUTO-RETRATO, 1954. 55 x 46. 22
  48. 48. BRASIL LEYLA PERRONE (1924)131 EM BUSCA DO EQUILíBRIO, 1955. 81 x 65.132 ASSUNTO ABSTRATO, 1955. 90 x 60. ANTONIO PRADO NETTO (1927)133 COMPOSIÇAO N.o 12, 1954. óleo sôbre cartão prensado. 92 x 65.134 RITMO, 1954. óleo sôbre cartão prensado. 92 x 65.135 ENSAIO, 1955. óleo sôbre cartão prensado. 116 x 81. LEOPOLDO RAIMO (1912)136 PINTURA, 1954. 74 x 74.137 BINARIO, 1954. 65 x 81.138 COMPOSIÇAO I, 1954. 100 x 73.139 RITMO, .1955. 92 x 73. FRANCISCO REBOLO GONZALES (1903)140 COMPOSIÇAO. 65 x 45.141 PAISAGEM L 60 x 45.142 PAISAGEM 2. 60 x 45. PAULO RISSONE (1925)143 COMPOSIÇAO COM FIGURAS, 1954. 60 x 50.145 PôR DO SOL, 1954. 100 x 81. LUIZ SACILOTTO (1924)146 "CONCRETION" 5521, 1955. Esmalte sôbre ma- deirit. 90 x 30. 23
  49. 49. BRASIL147 "CONCRETION" 5523, 1955. Esmalte sôbre ma- deirit. 72 x 40. FIRMINIO FERNANDES SALDANHA (1905)148 COMPOSIÇÃO 2, 1954. 100 x 74.149 COMPOSIÇÃO 1, 1955. 90 x 65.150 NATUREZA MORTA, 1955. 116 x 90. IONE SALDANHA (1921)151 CASAS lII, 1954. 105 x 40.152 CASAS IV, 1955. 100 x 50. FRANK SCHAEFFER (1917)153 NOITE NO ARTICO, 1955. 100 x 73.154 ROCHEDOS, 1955. 100 x 73. IVAN FERREIRA SERPA (1923)155 CONSTRUÇÃO N.O 75, 1955. "Collage", papel e celulose. 40 x 40.156 CONSTRUÇAO N.o 78, 1955. "Collage", papel e celulose. 31 x 43.157 CONSTRUÇÃO N.o 79, 1955. "Collage", papel e celulose. 34 x 45.158 CONSTRUÇAO N.O .85, 1~55. "Collage", papel e celulose. 30 x 43.159 CONSTRUÇÃO N.o 87, 1955. "Collage", papel e celulose. 36 x 48. 24
  50. 50. BRASIL ELISA MARTINS DA SILVEIRA (1912)160 CASAMENTO, 1954. 65 x 54.161 PATEO DO "STELLA MARIS", 1955. 92 x 73.162 PONTE DAS CANOAS, 1955. 92 x 73. JOAO JOSÉ SILVA COSTA (1931)163 IDEIA, JUNHO-DEZEMBRO, 1954. 44,4 x 56,4.164 IDEIA, SETEMBRO-MARÇO, 1954-1955. 52 x 62. JOSÉ ANTONIO DA SILVA (1909)165 ENGENHO, 1954. 115 x 65.166 ALGODOAL, 1954. 97 x 62.167 FESTA ANTONINA, 1954. 119 x 64.168 AS FILHAS DE MARIA, 1955. 100 x 75. JOSÉ FABIO BARBOSA DA SILVA (1934)169 PONTEIO N.o 1, 1954-1955. Esmalte sôbre .nordex. 100 x 70.170 PONTEIO N.o 5, 1954-1955. Esmalte sôbre nordex. 100 x 70.171 PONTEIO N.o 7, 1954-1955. Esmalte sôbre nordex. 100 x 70. ALBERTO TEIXEIRA (1925)172 CROMATISMO 1, 1955. 65 x 85.173 CROMATISMO 3, 1955. 65 x 100.174 CROMATISMO 4, 1955. 65 x 100. 25
  51. 51. BRASIL FUKUSHIMA TIK4SHI (1920)175 COMPOSIÇAO, 1954. 90 x 70. RUBEM VALENTIM (1922)176 COMPOSIÇAO N.o 5, 1953. óleo sôbre madeira. 40 x 40.177 COMPOSIÇAO N.o 9, 1953. óleo sôbre madeira. 40 x 40. DÉCIO VIEIRA (1922)178 PLANO CONSTRUIDO 1, 1954. 100 x 81.179 PLANO CONSTRUIDO 2, 1954. 100 x 81. ALFREDO VOLPI (1896)180 CASAS 1. 116 x 73.181 CASAS 2. 116 x 73.182 CASAS 3. 116 x 73.183 PINTURA 1. 73 x 54.184 PINTURA 2. 73 x 54. escultura VICTOR BRECHERET (1894) 1 BARTIRA, 1954. Gesso. Comp. 200. 2 MATERNIDADE, 1954. Terracota. 30. 3 TRt:S VIRGENS, 1954. Terraoota. 30. 4 PIROGA, 1955. Terracota. Comp. 70. 26
  52. 52. BRASIL SERGIO DE CAMARGO (1930)5 GERMINAL, 1952. Bronze polido. 30. ALFREDO CESCHlATTI (1918)6 PASSARO, 1951. Madeira e metal. 200.7 ADãO, 1954. Mármore. 86.8 EVA, 1954. Mármore. 82. MARIO CRAVO JUNIOR (1923) 9 CRISTO BAIANO, 1954. Vergalhão de ferro. 36.10 CRISTO NA COLUNA, 1954. Vergalhão de ferro em fusão com metais. 22.11 CAPOEIRISTA, 1955. Ferro em fusão. 48.12 CRISTO CRUCIFICADO, 1955. Fervo em fusão com metais. 63.13 AISKILI, 1955. Chapa de ferro. 79. TERESA FOURPOME DAMICO (1919)14 MãE E FILHO, 1954. Gesso. 70.15 MULHER DEITADA, 1955. Gesso. 30. SONIA EBLING (1922)16 FIGURA ALADA, 1954. Gesso patinado. 126. CAETANO FRACCAROLI (1911)17 CURVAS EM MOVIMENTO, 1954. Alumínio. 50. 27
  53. 53. BRASIL JULIO GUERRA (1912)18 FIGURA. Gesso. 75. IRENE BAMAR (1909)19 NOITE DE SAO JOAO, 1954. Mármore branco polido. 67.20 ANDANTE, 1954. Mármore polido côr de rosa. 65. FELíCIA LEIRNER (1904)21 FIGURA SENTADA, 1954. Bronze. 80.22 MAE E CRIANÇA, 1954.· Bronze. 100.23 MOÇA DEITADA, 1954. Bronze. Comp. 200.24 MOÇA EM Plt, 1954. Bronze. 200. MARIA MARTINS (1900)25 O IMPLACAVEL, 1947. Bronre. 50.26 ISHW ARA, 1952. Estanho, 95.27 O CANTO DO MAR, 1953. Sermolite. 65.28 INSôNIA INFINITA DA TERRA, 1954. Sermolite. 100.29 A SOMA DE NOSSOS DIAS, 1954-1955. Sermolite e estanho. 270. JOSÉ PEDROSA (1915)30 ESCULTURA 1, 1954. Bronze. 50.31 ESCULTURA 2, 1954. Bronze. Comp. 50.32 ESCULTURA 3, 1954. Gesso. 70. 28
  54. 54. BRASIL MOUSSIA PINTO ALVES (1910)33 ANJO, 1954. Gesso pintado. 80.34 COMPOSIÇAO CIRCULAR, 1955. Gesso. 135. POLA REZENDE (1907)35 CRISTO, 1954. Bronze. 63.36 CRISTO, 1954. Bronze. 80.37 ESTUDO SOBRE CRISTO, 1954. BlOn:re. 64.38 SEM RUMO, 1955. Bronze. 55.39 MAE E FILHO, 1955. Bronze. 90. ZELIA SALGADO (1909)40 FORMA 1, 1954. MárIiiore preto. 38,5.41 FORMA 2, 1954. Pedra sabão verde. 42.42 CICLOPE, 1954-1955. Pedr,a sabão cinza. 117. CACIPORÉ TORRES (1932)43 FIGURA ADOLESCENTE, 1954. Terracota. 40.44 FIGURA, 1954. Gesso. 140.45 TORSO DEITADO, 1954. Gesso. 65.46 TORSO PRETO, 1955. Barro patinado. 70. BASSANO VACCARlNI (1914)47 ESPAÇO, 1954. Ferro. 130.48 COMPOSIÇAO 3, 1954. Ferro. 120. 29
  55. 55. BRASIL MARY VIEIRA (1927)49 GRUPO DE COLUNAS, 1953. Aço inoxidável. 50.50 HARMONIA ENTRE SEIS VOLUMES, 1953. Ma- deira. 70.51 LUZ-METAL, 1954-1955. Alumínio. 216.52 LUZ-METAL, 1954-1955. Alumínio. 216. FRANZ JOSEF WEISSMANN (1911)53 ESTRUTURA 1, 1954. Metal. 26.54 ESTRUTURA 2, 1954. Metal. 60.55 ESTRUTURA 3, 1954. Metal. 60.56 ESTRUTURA 4, 1954. Metal. 70.57 ESTRUTURA 5, 1954. Metal. 30. desenho MARIA HELENA ANDRÉS (1908) 1 DESENHO N.O 3, 1955. Nanquim. 50 x 60. 2 DESENHO N.o 8, 1955. Nanquim. 50 x 40. GERDA BRENTANI (1908) 3 DESENHO 1, 1954. Nanquim. 38 x 90. 4 DESENHO 2, 1954. Nanquim. 50 x 50. BRAMANTE BUFFONI (1912) / 5 PEIXES 1, 1955. Branco e preto sôbre madeira. 60 x 80. 30
  56. 56. BRASIL 6 PEIXES 2, 1955. Branco e preto sôbre madeira. 60 x 80. ROBERTO BURLE MARX (1909) 7 CIDADE, 1953. Bico de, pena. 80 x 100. 8 ESPINHOS 1, 1953. Bico de pena. 80 x 100. 9 ESPINHOS 2, 1953. Bico de pena. 80 x 100.10 MANGUE 1, 1953. Bico de pena. 80 x 100.11 MANGUE 2, 1953. Bico de pena. 80 x 100.12 MANGUE 3, 1953. Bico de pena. 80 x .100.13 MANGUE 4, 1953. Bico de pena. 80 x 100.14 MANGUE 5, 1954. Bico de pena. 80 x 100. MARINA CARAM (1925)15 LIXEIROS, 1954. Nanquim. 100 x 100.16 CRISTO, 1954. Nanquim. 70 x 100,·17 ORFAOS, 1954. Nanquim. 70 x 100. CARYBÉ (HEITOR BERNABó) (1911)18 DESENHO N.o 1, 1955. Bico de pena. 50 x 60.19 DESENHON.O 2, 1955. Bico de pena. 50 x 60.20 DESENHO N.o 3, 1955. Bico de pena. 50 x 60.21 DESENHO N.o 4, 1955. Bico de pena. 50 x 60.22 DESENHO N.o 5, 1955. Bico de pena. 30 x 45.23 DESENHO N.o 6, 1955. Bico de pena. 60 x 37. ITALO CENCINI (1925)24 DESENHO N.o 1, 1954. 61 x 79.25 DESENHO N.O 3, 1954. 68,5 x 83.26 DESENHO N.o 8, 1954. 52,5 x 65. 31
  57. 57. BRASIL LOTHAR CHAROUX (1912)27 DESENHO, 1954. Nanquim. 55 x 40.28 DESENHO, 1955. Nanquim. 74 x 52. ROSA FRISONI (1921)29 ESTUDO N.o 4, 1954. Nanquim. 50 x 70.30 ESTUDO N.O 7, 1954. Nanquim. 50 x 70.31 ES~DO N.G 8, 1954. Nanquim. 50 x 70. OSWALDO GOELDI (1895)32 DENTRO DA NOITE, 1952. Nanquim. 60 x -44.33 DIA DE NEBLINA, 1952. Bico de pena e lápis. 54,7 x 43,1.34 SEGREDO, 1952. Carvão. 54,7 x 44,6.35 P~ DE VENTO, 1953. Carvão. 70 x 55,2.36 INC~DIO, 1953. Carvão. 55,2 x 70.37 PEIXES, 1953. Carvão. 52,3 x 44,4.38 RECANTO ABANDONADO, 1953. 60 x 44.39 CASA-TERROR, 1954. Carvão. 60 x 44: ALDEMIR MARTINS (1922)40 SALTADOR, 1954. Nanquim. 70 x 52.41 GALO, 1954. NanqUim. 70 x 50.42 GATO I, 1954. Nanquim. 70 x 50.43 GATO II, 1954. Nanquim. 70 x 52.44 VIUVA, 1954. Nanquim. 70 x 50.45 FIGURA, 1954. Nanquim. 70 x 50.46 ECOLóGICO, 1954. Nanquim. 70 x 52. 32
  58. 58. BRASIL CLAUDIO MOURA (1930) 47 COMPOSIÇAO N.o I, 1954. 50 x 60.48 CASAS N.o 2, 1954. 50 x 60. FAYGA OSTROWER (1920)49 VOLUMES NO ESPAÇO, 1954. Desenho aquare- lado. 60 x 71.50 FORMAS LIVRES, 1954. 65 x 78. DARCY PENTEADO (1926)51 MENINA CORRENDO I, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.52 MENINA CORRENDO 2, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.53 CRIANÇAS I, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.54 CRIANÇAS 2, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.55 MENINO EM BICICLETA 4, 1955. Nanquim. 80 x 60. KARL PLATTNER (1919)56 COMPOSIÇAO I, 1954. 90 x 45.57 COMPOSIÇAO 2, 1954. 73 x 37.58 COMPOSIÇAO 3, 1954. 40 x 80.59 COMPOSIÇAO 4, 1954. 70 x 37.60 COMPOSIÇAO 5, 1954. 95 x 41. HILDE WEBER (1913)61 GAIOLAS, 1955. Nanquim. 43 x 60.62 GATO, 1955. Nanquim. 46 x 56. 33
  59. 59. BRASIL63 NAMORADOS, 1955. Nanquim. 44 x 59.64 MANDRIL, 1955. Nanquim. 45 x 60.65 TARTARUGA EM MOVIMENTO, 1955. Nanquim. 44 x 58.6 POMBOS, 1955. Nanquim. 45 x 57.67 MULHER COM CRIANÇA, 1955. Nanquim. 46 x 58.68 MENINO COM CACHORRO, 1955. Nanquim. 45 x 50. ANATOL WLADYSLAW (1913)69 COMPOSIÇÃO I, 1954. Nanquim e aquarela. 70 x 70.70 COMPOSIÇÃO 2, 1955. Nanquim e aquarela. 75 x 53. gravura VERA BOCAYUVA CUNHA (1920) 1 COMPOSIÇÃO (QUADRADOS), 1955. Litografia. 72 x 58. 2 COMPOSIÇÃO (FORMAS NO ESPAÇO), 1955. Litografia. 62 x 55. ARNALDO PEDROSO DHORTA (1914) 3 INCISÃO N.o I, 1955. Bisturi e canivete sôbre papel, fundo de papel. 100 x 68. 4 INCISÃO N.o 2, 1955. Bisturi e canivete sôbre papel, fundo de papel. 100 x 70. 5 INCISÃO N.O 3, 1955. Bisturi sôbre papel, fundo de papel. 49 x 37. 34
  60. 60. BRASIL CLAUDIO MOURA (1930)47 COMPOSIÇÃO N.O 1, 1954. 50 X 60.48 CASAS N.O 2, 1954. 50 X 60. FAYGA OSTROWER (1920)49 VOLUMES NO ESPAÇO, 1954. Desenho aquare- lado. 60 X 71.50 FORMAS LIVRES, 1954. 65 x 78. DARCY PENTEADO (1926)51 MENINA CORRENDO 1, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.52 MENINA CORRENDO 2, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.53 CRIANÇAS 1, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.54 CRIANÇAS 2, 1955. Nanquim sôbre tecido. 100 x 80.55 MENINO EM BICICLETA 4, 1955. Nanquim. 80 x 60. KARL PLATTNER (1919)56 COMPOSIÇÃO 1, 1954. 90 x 45.57 COMPOSIÇÃO 2, 1954. 73 x 37.58 COMPOSIÇÃO 3, 1954. 40 x 80.59 COMPOSIÇÃO 4, 1954. 70 x 37.60 COMPOSIÇAO 5, 1954. 95 x 41. HILDE WEBER (1913)61 GAIOLAS, 1955. Nanquim. 43 x 60.62 GATO, 1955. Nanquim. 46 x 56. 33
  61. 61. BRASIL63 NAMORADOS, 1955. Nanquim. 44 x 59.64 MANDRIL, 1955. Nanquim. 45 x 60.65 TARTARUGA EM MOVIMENTO, 1955. Nanquim. 44 x 58.6 POMBOS, 1955. Nanquim. 45 x 57.67 MULHER COM CRIANÇA, 1955. Nanquim. 46 x 58.68 MENINO COM CACHORRO, 1955. Nanquim. 45 x 50. ANATOL WLADYSLAW (1913)69 COMPOSIÇÃO I, 1954. Nanquim e aquarela. 70 x 70.70 COMPOSIÇÃO 2, 1955. Nanquim e aquarela. 75 x 53. gravura VERA BOCAYUVA CUNHA (1920) 1 COMPOSIÇÃO (QUADRADOS), 1955. Litografia. 72 x 58. 2 COMPOSIÇÃO (FORMAS NO ESPAÇO), 1955. Litografia. 62 x 55. ARNALDO PEDROSO DHORTA (1914) 3 INCISÃO N.O I, 1955. Bisturi e canivete sôbre papel, fundo de papel. 100 x 68. 4 INCISÃO N.o 2, 1955. Bisturí e canivete sôbre papel, fundo de papel. 100 x 70. 5 INCISÃO N.o 3, 1955. Bisturí sôbre papel, fundo de papel. 49 x 37. 3<1
  62. 62. BRASIL 6 INCISÃO N.o 4, 1955. Bisturi sôbre papel, fundo de papel. 76 x 52. 7 INCISÃO N.O 5, 1955. Bisturi sôbre cartolina, fundo de papel. 68 x 47. 8 INCISÃO N.o 6, 1955. Bisturi sôbre cortiça, fundo de papel e couro. 77 x 58. 9 INCISÃO N.o 7, 1955. Bisturi sôbre couro, fundo de papel. 66 x 48.10 INCISÃO N.o 8, 1955. Bisturi sôbre papel, fundo d~ vidro. 65 x 50. MARCELO GRASSMANN (1925)11 SONHO, 1954. XHogravura. 75 x 50.12 HIBRIDO, 1954. Xilogravura. 75 x 50.13 OS GATOS, 1954. Xilogravura. 75 x 50.14 SEREIA, 1954. Xilogravura. 75 x 50.15 CENTAUROS E PASSAROS, 1955. Xilogravura. 75 x 50.16 PEIXE E CAVALO, 1955. Xilogravura. 75 x 50.17 NOTURNO, 1955. Xilogravura. 75 x 50.18 LUTA, 1955. Xilogravura. 75 x 50. KARL-HEINZ HANSEN (1915)19 MÃE PRETA 2, 1954. Xilogravura. 60 x 95.20 RUA, 1954. Xilogravura. 60 x 95.21 VELÓRIO, 1954. Xilogravura. 60 x 95.22 ZEBÚ, 1954. Xilogravura. 22 x 95. 35
  63. 63. BRASIL RENINA KATZ (1925)23 FAVELA 1, 1955. Xilogravura. 28 x 45.24 FAVELA 2, 1955. Xilogravura. 54 x 38.25 FAVELA 4, 1955. Xilogravura. 28 x 45.26 FAVELA 5, 1955. Xilogravura. 28 x 45. GISELDA KLINGER (1928)27 LITOGRAFIA N.o 5, 1954. Litografia. 85 x 5.28 LITOGRAFIA N.O 6, 1954. Litografia. 85 x 65. POTY LAZZAROTTO (1924)29 GRAVURA 1, 1955. 35 x 50.30 GRAVURA 2, 1955. 15 x 35.31 GRAVURA 3, 1955. 35 x 50.32 GRAVURA 4, 1955. 35 x 50. FAYGA OSTROWER (1920)33 MADRUGADA, 1954. Ponta sêca. 56 x 46.34 CõRES EM MADEIRA, 1954. Xilogravura colOrida. 66 x 78.35 DO NAVIO, 1954. Agua-forte colorida. 50 x 46.36 VOLUME E PAISAGEM, 1954. Xilogravura colo- rida. 45 x 56.37 GRAVURA lI, 1954. Agua-tinta e ponta sêca. 49 x 59.38 GRAVURA, 1954. Agua-forte e água-tinta. 71 x 57. 36
  64. 64. BRASIL LYGIA PAPE (1929)39 XILOGRAVURA N.O 1, 1954. 49 x 56.40 XILOGRAVURA N.O 2, 1954. 56 x 49.41 XILOGRAVURA N.O 3, 1954. 56 x 49.42 XILOGRAVURA N.O 4, 1954. 56 x 49. MIRABEL PEDROZA (1927)43 ESCóRIA - USINA BELGO MINEIRA, 1955. Xilogravura. 30 x 40.44 CARVÃO - USINA BELGO MINEIRA, 1955. Xilogravura. 30 x 40.45 ALTO FORNO - USINA BELGO MINEIRA, 1955. Xilogravura. 40 x 30. ROSSINI QUINTAS PEREZ (1932)46 CASAS, 1954. Linogravura. 58 x 78.47 ESCADA, 1954. Linogravura colorida. 51 x 72.48 BARCOS, 1954. Linogravura colorida. 58 x 76.49 BARCOS 2, 1954. Linogravura. 51 x 76.50 ENSEADA, 1954. Linogravura. 58 x 76. ARTHUR LUIZ PIZA (1928)51 GRAVURA V, 1954. Agua-f·orte. 50 x 60.52 GRAVURA VI, 1954. Agua-forte. 50 x 60.53 GRAVURA I, 1955. Agua-forte. 50 x 60.54 GRAVURA II, 1955. Agua-forte. 50 x 60.55 GRAVURA, IV, 1955. Agua-forte. 50 x 60. 37
  65. 65. ALEMANHADELEGAÇÃO ORGANIZADA PELO MINISTÉRIODAS RELAÇÕES EXTERIORES DA ALEMANHA COMISSÁRIO: WALTER PASSARGE
  66. 66. Como em 1951 e em 1953, a delegação e não apresenta apenas uma seleção parcial alemãpanorâmica da arte alemã de hoje e do passadorecente. Para a apreciação deste, inclui-se na re-presentação um conjunto de gravuras do saudosoMax Beckmann, falecido nos EE. UU. em 1950. :tsseartista, originário do norte da Alemanha, foi umdos mais fortes e originais representantes da pin-tura expressionista alemã. Na sua arte a procurade uma maior sinceridade de expressão alia-se aodesejo de uma simplificação monumental da forma,a qual por isso talvez evidencia certa dureza áspera,porém não carece nunca de grandiosidade. Nossaépoca cruel e bárbara marcou sua obra de um pro-fundo pessimismo; mas nela se revela também umgrande amôr à natureza e em conseqüência o de-sejo de dominar êsse pessimismo pela criação ar-tística. "Amai a natureza de todo o coração" -escreveu êle no fim de sua vida - "porque artequer dizer natureza aperfeiçoada". Ao lado da pin-tura, apresentam-se as obras gráficas - litogra-fias e xilogravuras - desse grande desenhista, ilus-trando a sua evolução artística, desde o post-im-pressionismo até a máxima simplificação da formae a extrema densidade de expressão.Entre os artistas contemporâneos no apogeu de suacriação, temos em primeiro lugar cinco pintores,cada um deles representado por um número signi-ficativo de obras. Fritz Winter e Ernst WilhelmNay são conhecidos em São Paulo desde a Bienalde 1951. Ambos podem ser classificados entre osmaiores e mais inventivos mestres da pintura abs-trata alemã. Os quadros de Nay são de uma ine-briante magnificência cromática, de movimentobrilhante e tumultuoso, ao passo que Winter prefereformas mais severas e côres mais sombrias, reve-lando um estilo que lembra sua origem proletária (foi mineiro) e no qual aparecem as "fôrças ve-getativas da terra." Winter estudou no DessauerBauhaus e foi em particular aluno de Klee e de 41
  67. 67. ALEMANHAKandinsky. Nay estudou com Hofer em Berlim edurante o terceiro Reich passou uma temporadana Noruega, hospedado por Edward Munch. HojeWinter vive na região de Oberbayern e Nay em Co-lonia, cidade que constitui um dos centros da pin-tura abstrata alemã.As obras de Wíllem Grimm e Hans Meyboden tam-bém revelam um sentimento profundo da natureza.Ambos vivem na Alemanha setentrional: Grimmem Hamburgo onde ensina pintura, na Landes-kunstschule; Meyboden em Fischehude, onde sededica exclusivamente à sua arte. Grimm, que nas-ceu na Alemanha do sul e é igualmente um apre-ciado gravador, vem produzindo quadros de tonsbrilhantes e vivos. Seus assuntos preferidos são,além do Carnaval, especialmente a alegre e colo-rida folgança das crianças, paisagens e naturezasmortas. Meyboden, cidadão do norte, foi aluno deKokoschka em Dresdem e, na Alemanha setentrio-nal sofreu a influência da arte de Paula Modersohnque por algum tempo morou não longe dele, emWorpswede.i:sses diferentes estímulos deram-lhe,em se fundindo, um estilo singularmente pessoal,e seus quadros, que reproduzem livremente suasimpressões da natureza, caracterizam-se pela fa-tura cuidadosa e seu colorido nobre.Entre o abstracionismo e o figurativismo, situa-sea arte de Eduard Bargheer, originário de Hamburgoe, que já há muitos anos, reside de preferência emForio na ilha de Ischia, vizinho de Werner Gilles,cujos quadros foram exibidos em São Paulo em1951. Bargheer expressa a paisagem, especialmentedas cidades sulinas, numa trama de superfíciescoloridas que recobre quase todo o quadro, dando,ao mesmo tempo, a impressão da profundidade noespaço. Suas paisagens de Ischia refletem a ter-nura e a alegria do sul, ao passo que seus quadrosda Alemanha exibem tons mais sombrios.Desta vez dedicamos muito espaço à gravura, nomais amplo sentido da palavra. Josef Hegenbarth 42
  68. 68. ALEMANHAé um dos mais famosos desenhistas alemães. Omestre, que reside em Dresdem, não é apenas umsubtil e espirituoso observador da vida quotidiana,e especialmente dos animais, mas também um ilus-trador de inesgotável gênio inventivo.Edward Frank, atualmente residindo em Birkenfeld,pertence a uma geração muito mais nova. Suaspoéticas aquarelas nos levam para um mundo com-pletamente diferente, em que revive o gênio de suaterra renana. A seu respeito Ludwig Thormaehlenfalou muito justamente em sentido telúrico, no seuanseio de dignidade e no seu amôr à magia da vidaanimal.A obra do seu patrício Rolf Muller-Landau, que viveem uma aldeia do Rheinpfalz revela afinidades coma de Frank, porém com maior inclinação para osimbolismo; ambos os artistali são também muitoconhecidos por suas pinturas muraes.Apresentamos algumas gravuras coloridas de RolfMueller. Diga-se de passagem que se está empre-gando muito atualmente na Alemanha esta técnica.Testemunham-no as litografias sensuais e de bri-lhante colorido de Karl Rodel, que alcançou extraor-dinária perfeição no gênero. Foi aluno de Carl Cro-del (Halle a. d. Saale) e hoje reside em Mannheim.Provam-no também as obras cheias de espírito dojovem berlinês Rudolf Kugler, que se formou naEscola de Max Kaus e cujo estilo hesitante entre onaturalismo e o abstracionismo, relembra às vêzesKlee.Deu-se também, desta vez, maior espaço à escul-tura. Philipp Harth e Emy Roeder pertencem ain-da à geração antiga. Philipp Harth, nascido emMainz e hoje residente em Bayrisch-Zell, é o maiorescultor animalista da Alemanha de hoje. Pelassuas esculturas solidamente construídas e plàstica-mente bem delineadas e ainda mais pelas reflexõesbásicas sôbre a formação escultural, êle teve grandeinfluência sôbre a geração mais nova. Os esme-rados retratos e as figuras de Emy Roeder, nas- 43
  69. 69. ALEMANHAcida em Wuerzburg, e residente hoje em Mainz,revelam construção vigorosa e nitidez de linhas.Sua arte alcançou maturidade clássica na longatemporada que passou na Itália.Kurt Lehmann e Hans Wimmer são mais moços.Lehmann nasceu na Renania e atualmente ensinaescultura na Technische Hochschule de Hannover:realça-se por uma vocação escultural de grande vi-talidade e cuja mais bela expressão está na repre-sentação decantada e essencial da juventude. Asobras de Hans Wimmer -- figuras, animais e pe-quenos e preciosos bronzes, evidenciam sentidoplástico e alta sensibilidade. Hoje professor daKunstakademie de Nuremberg, foi êle aluno de Ber-nhard Bleekers em Munique. Não há provàvel-mente na Alemanha contemporânea que sugereHans Wimmer nos retratos.Agradecemos a todos que nos emprestaram obraspara a organização do conjunto que expomos. WALTER PASSARGE Di reto r do Stodtische Kunstholle de Monnheim Sala especial MAX BECKMANN (1884 - 1950) pintura 1 MULHER COM VASO DE FLORES, 1941. Curt Valentin Gallery, NOVa York. 2 MOINHO DE VENTO, 1946. 131,29 x 76,34. Curt Valentin Gallery, Nova York.
  70. 70. ALEMANHA3 VENDEDOR DE TAPETES, 1946. Curt Valentin GaUery, Nova York.4 COLOMBINA, 1950. 135,24 x 99,14. Curt Valentin Gallery, Nova York.5 NATUREZA MORTA COM POMBOS, 1950. 103,04 x 128,44. Curt Valentin Gallery, Nova York.6 AVES DO PARAISO (FLORES), 1950. 77,64 x 62,40. Curt Valentin Gallery, Nova York. gravura1 RETRATO DE MINK, 1911. Litografia.2 AUTO-RETRATO, 1911. Litografia.3 ALEGRIA, 1912. Agua-forte.4 AUTO-RETRATO PEQUENO, 1913. Agua-forte.5 MINK DE FRENTE, 1913. Agua-forte.6 MULHER CHORANDO, 1914. Agua-forte.7 AUTO-RETRATO, 1914. Agua-forte.8 OPERAÇãO GRANDE, 1914. Agua-forte.9 OPERAÇãO PEQUENA, 1914. Agua-forte.10 DECLARAÇãO DE GUERRA, 1914. Agua-forte11 REVISTA, 1914. Agua-forte.12 NECROTÉRIO, 1915. Agua-forte.13 OFICIAIS AUTOMOBILISTAS, 1915. Agua-forte.14 SOCIEDADE, 1915. Agua-Íorte.15 AUTO-RETRATO COM BURIL, 1916. Agua-forte. Prova da La versão.16 AUTO-RETRATO COM BURIL, 1916. Agua-forte. Versão definitiva.17 A NOITE (TRÉS FIGURAS), 1916. Agua-forte. Prova. 45
  71. 71. ALEMANHA18 MULHER VELHA (SENHORA TUBE) , 1916. forte.19 O FUMANTE (AUTO-RETRATO), 1916. Agua- forte.20 OS BATTENBERG, 1917. Agua-forte.21 CENA FAMILIAR, 1918. Agua-forte. Prova.22 PAISAGEM DO MENO, 1918. Agua-forte.23 MULHER BOCEJANDO (SIESTA), 1918. Agua- forte. Prova de impressão manual.24 DESCIDA DA CRUZ. 1918. Agua-forte.25 PAISAGEM COM BALÃO, 1918. Agua-forte.26 AUTO-RETRATO, 1918. Agua-forte.27 FRISA NO TEATRO, 1918. Agua-forte.28 HOMEM DE BONÉ, 1919. Agua-forte.29 CASAL DE NAMORADOS, 1920. Agua-forte. Prova.30 NO BAR DA RAINHA (AUTO-RETRATO), 1920. Agua-forte.31 PETER DE CARAPUÇA, 1920. Agua-forte.32 PIERROT E MASCARA, 1920. Litografia.33 MULHER COM VELA, 1920. Xilogravura. Prova de impressão.34 MULHER COM VELA, 1920. Xilogravura. Im- pressão definitiva.35 AUTO-RETRATO DE CARTOLA, 1921. Agua- forte.36 DOSTOIEWSKI, 1921. Agua-forte. Prova de im- pressão manual.37 BARRACÃO DE TIRO, AO ALVO, 1921. Agua- forte.38 O NEGRO, 1921. Agua-forte. Prova da La versão.39 RETRATO DE MME. BATTENBERG, 1921. Li- tografia. 46
  72. 72. ALEMANHA40 RETRATO DE REINHARD PIPER, 1921. Lito- grafia.41 O FUNAMBULO, 1921. Agua-forte. Prova de im- pressão manual.42 A MULHER SERPENTE, 1921. Agua-forte.43 AUTO-RETRATO, 1922. Xilogravura.44 FRIEDEL FRAUENKOPF, 1922. Xilogravura.45 CARNAVAL, 1922. Agua-forte. Prova.46 GAROTOS À JANELA, 1922. Agua-forte.47 RETRATO DO COMPOSITOR FREDERIK DE- LIUS, 1922. Litografia.48 MINA, 1922. Agua-forte. Prova de impressão.49 MINA, 1922. Agua-forte. Prova de impressão.50 MINA, 1922. Agua-forte. Prova de impressão.51 MINA, 1922. Agua-forte. Impressão definitiva.52 PRAIA, 1922. Agua-forte.53 A PONTE GRANDE, 1922. Agua-forte.54 ANTES DO BAILE DE MASCARAS, 1923. Agua forte.55 ZERETELLI, 1923. Litografia.56 NAILA, 1923.. Agua-fort-e.57 SENHORA COM MENINO, 1923. Agua-forte.58 RETRATO DE FRITZ P., Agua-forte.59 DIANTE DO ESPELHO, 1923. Agua-forte.60 KASBEK, 1923. Agua-forte.61 SIESTA, 1923. Agua-forte. Prova.62 A MANHA, 1923. Agua-forte. 1.a impressão do cliché.63 TOILETTE. Posterior a 1923. Agua-forte. Prova.64 O PROF. SW ARZENSKI. Posterior a 1923. Agua- forte. 47
  73. 73. ALEMANHA65 O PROF. SWARZENSKI. Posterior a 1923. Agua- forte. Impressão definitiva.66 LEVANTA-SE O PANO. Posterior a 1923. Agua- forte. Prova de impressão manual.67 O SONHO. Posterior a 1923. Agua-fort-e. Pro- va de impressão manual.68 A PONTE DE FERRO, 1924. Agua-forte.69 DEPOIS DO BANHO, 1924. Agua-forte. Prova de impressão manual.70 PIERROT E MASCARA. Posterior a 1924. Agua- forte.71 MME. SW ARZENSKI, 1925. Xilogravura. Prova de impressão -manual.72 RETRATO DO BARAO S., 1928. Agua-forte.73 O RISO, 1928. Agua-forte. Prova.74 MULHER DORMINDO, 1929. Agua-forte. única prova manual.75 AUTO-RETRATO. Litografia.76-90 DAY AND DREAM. Série de litografias edit3.- das em 1946 por Curt Valentin, New York.76 AUTO-RETRATO.77 CATAVENTO.78 ATLETA DORMINDO.79 TANGO.80 MULHER DE RASTRO.81 NAO QUERO COMER MINHA SOPA.82 CASAL DANÇANDO.83 REI E DEMAGOGO.84 O BODE.85 SONHO DE GUERRA.86 A MANHA. 48
  74. 74. ALEMNNHA87 O CIRCO.88 O ESPELHO MAGICO I.89 O PECADO.90 CRISTO E PILATOS.Nota: Esta coleção de gravuras de Max Beckmann foi posta à disposição dos org.anizadores pela Guenther Franke Galerie de Muních. S A L A G E R A L pintura EDUARD BARGHEER (1901) 1 CIDADE SULINA. 4.> x 54. 2 PINHEIROS NUMA PAISAGEM VULCANICA. 43 x 62. 3 CASAS A BEIRA DO RIO. 75 x 95. 4 FIGUEIRAS DA íNDIA E MUROS. 75 x 94. 5 CIDADE NO OUTONO. 56 x 41. 6 CASAS E MONTE NA PRIMAVERA. 46 x 54. EDVARD FRANK (1909) 7 VILA ROMANA, 1952. Aquarela:. 8 PESCADORES A CAMOGLI, 1952. Aquarela. 9 MARTIRES, 1953. Aquarela.10 CENA A BEIRA-MAR, 1954. Aquarela.11 PORTOFINO, 1953. Aquarela.12 PROVENÇAL, 1953. Aquarela. 49

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