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  • 1. « Jornalistas e parlamentares se reúnem nesta segunda, 17/08, para discutir quedado diplomaA briga Globo x Record »Teoria da Abordagem Empírico-Experimental ouda PersuasãoPosted by analisesdejornalismo em agosto 17, 2009Por Bruno Barros BarreiraO modelo comunicacional da Teoria Empírico-Experimental (ou da Persuasão)permanece semelhante ao da Teoria Hipodérmica, mas com a adição do fatorpsicológico. Assim, sua formula representa uma revisão da relação mecanicista eimediata do E→R (Estímulo → Resposta), para a seguinte formula: E→FP→R(Estímulo→Fatores Psicológicos→Resposta).Ao enxergar dessa forma, a abordagem de estudo deixa de ser global – baseado nacrença de que todo estímulo gera uma reação (behaviorista) – para se tornar direcionadacom o intuito de entender qual a melhor maneira de aplicar a comunicação com sucessopersuasivo e entender os eventuais insucessos dessas tentativas.Ou seja, a Teoria Empírico-Experimental (ou da Persuasão) acredita que a persuasão(objeto da pesquisa) é algo possível de se alcançar. Assim, para que os efeitos esperadossejam alcançados, a comunicação deve-se adequar aos fatores pessoais do destinatário.Portanto, diferente da Teoria Hipodérmica, não toma como irrelevante as característicaspessoais do destinatário.UsosAssim como a teoria hipodérmica, a teoria empírico-experimental faz parte do grupodas chamadas pesquisas administrativas (Comunication Research) da Escola Americanade Comunicação. Foi aplicada como suporte para campanhas eleitorais, informativas,propagandísticas e publicitárias. Seu uso tem duração definida, com objetivos claros.Ela é intensa, pode ser avaliada e é usada por instituições dotadas de poder e autoridade.Pressupostos para aplicaçãoO processo para a aplicação da Teoria Empírico-Experimental obedece a observaçãomais pormenorizada a dois itens:1) O destinatário (audiência)2) Fatores ligados a mensagemEsses dois itens foram destrinchados em alguns princípios que, segundo a teoria, podegarantir o sucesso da campanha persuasiva.1) Fatores ligados ao destinatário (audiência)
  • 2. a) O interesse do indivíduo em querer adquirir informação. Isso significa quepara existir sucesso numa campanha, é necessário que o próprio público queira sabermais sobre o assunto que está sendo transmitido.b) Exposição seletiva. Trata-se de saber escolher quais veículos de informação irãoatingir o público-alvo com maior precisão. Exemplo: rádio? Televisão? Também servepara os produtores dos veículos descobrirem seus públicos e saber o que eles queremver, ouvir ou ler.c) Percepção seletiva – os indivíduos não se expõem aos Meios de Comunicaçãonum estado de nudez psicológica, pois são revestidos e protegidos por predisposiçõesexistentes. Como exemplo, as crenças religiosas, ideologias liberais ou conservadoras,partidarismo, preconceitos, empatias com o emissor etc.d) Memorização seletiva – o indivíduo tende a guardar somente aquilo que é maissignificativo para ele em detrimento dos outros valores transmitidos, chamados aqui desecundários. Mas também pode ocorrer o efeito latente, onde a mensagem persuasivanão tem efeito algum no momento imediato em que é transmitido, mas com o passar dotempo, o argumento rejeitado pode passar a ser aceito.2) Fatores relativos à mensagema) A credibilidade do comunicador. Estudos mostram que a mensagem a mensagematribuída a uma fonte confiável produz uma mudança de opinião significativamentemaior do que aquela atribuída a uma fonte pouco confiável. Mas a pesquisa não descartaque, mesmo na fonte não confiável, pode ocorrer o efeito latente.b) A ordem das argumentações. A maior força de um dos argumentos influenciam aopinião numa mensagem com múltiplos pontos de vista. Fala-se que um efeito primicycaso se verifique a maior eficácia dos argumentos iniciais. E efeito recency, caso severifique que os argumentos finais são mais influentes.c) O caráter exaustivo das argumentações. Tenta argumentar um assunto de formaexaustiva até esgotá-lo para convencer a opinião pública.d) A explicação das conclusões de um determinado fato/acontecimento. Chama-sealguém com autoridade no assunto, para analisar um acontecimento ou fato, mas não hádados suficientes se esse tipo de persuasão realmente ocorre.ConclusãoA Teoria Empírico-Experimental afirma que pode haver influência e persuasão nacomunicação. Mas a influência e a persuasão não são indiscriminadas e constantes. Ouseja, não ocorre pelo simples fato de acontecer o ato de comunicar, como cria a TeoriaHipodérmica. Assim, a pesquisa empírico-experimental observou que deve ser atendidaa necessidade de atenção ao público-alvo e suas características psicológicas. Dessaforma, ela acredita que a comunicação pode obter efeitos consideráveis.Sugestão Bibliográfica
  • 3. Wolf. Mauro. Teorias das Comunicações de Massa. Martins FontesLuiz C. Martinho, Vera França e Antonio Hohlfeldt. Teorias da Comunicação:conceitos, escolas e tendências.As Teorias da Comunicação são uma série de estudos sobre a Comunicação Social,podendo englobar filosofia, sociologia e psicologia, a depender do tipo de abordagem eda área a ser estudada.Essas teorias estudam o desenvolvimento e a aplicação da Comunicação Social emtodos os seus aspectos políticos, sociais, econômicos e tecnológicos. Tais estudoscomeçaram a se desenvolver a partir do início do uso da Comunicação de Massa pelaspolíticas totalitárias da Europa no período entreguerras. A primeira das teoriascomunicacionais inclusive, a Teoria Hipodérmica, que tratava toda a massa deindivíduos de forma idêntica, supondo que a informação atingisse a todos da mesmamaneira e sem resistência, surgiu neste período.Como na Teoria Hipodérmica, todo o desenvolvimento inicial das Teorias daComunicação teve foco nas mensagens enviadas pela mídia e nos seus efeitos sobre osindivíduos da massa, no entanto, este modo revelou-se demasiadamente superficial paracompreender os verdadeiros efeitos da Comunicação sobre a sociedade, foi então que ocaráter dos estudos comunicacionais passou a salientar o processo de seleção dasinformações midiáticas, geração e divulgação, valorizando assim o conteúdo e a formaque o mesmo era veiculado, pois se percebeu que a qualidade do que era difundido tinhaligação direta com os efeitos causados no receptor.Após a Teoria Hipodérmica surgiu o Modelo de Lasswell. Apesar de baseado na TeoriaHipodérmica, este modelo, criado pelo cientista político Harold Lasswell, apontava asfalhas da mesma e foi um dos responsáveis pela sua defasagem. O Modelo de Lasswellapontava cinco questões cruciais para a compreensão correta da mensagem midiática:“Quem? Diz o quê? Através de que canal? A quem? Com que efeito?”. A partir daobtenção das respostas para tais perguntas, a mensagem era caracterizada como clara ecompleta.Logo após surge a Teoria da Persuasão que, diferentemente da Hipodérmica, ébaseada em aspectos psicológicos, e defende que a mensagem enviada pela mídia não éassimilada imediatamente pelo indivíduo, dependendo de várias perspectivasindividuais. Portanto essa Teoria não seria de dominação ou manipulação como aHipodérmica e sim de persuasão, pois o indivíduo tende a se interessar por informaçõesque estejam inseridas em seu contexto sócio-cultural e político, e com as quais ele estejade acordo.Sucessivamente surge a Teoria Empírica de Campo (ou Teoria de EfeitosLimitados) que, embora baseada na Teoria da Persuasão, fundamenta-se em aspectossociológicos, e deduz que a mídia tem influência limitada na sociedade por ser apenasum instrumento de persuasão, pois a mídia é apenas parte da vida social. A TeoriaEmpírica de Campo entende que a mídia exerce influência social limitada assim comoqualquer outra força social (igreja, política, escola, etc.), ou seja, a mensagem midiática
  • 4. passa por diversos filtros individuais de caráter social do indivíduo antes de serabsorvida pelo mesmo. Derivando daí a intensidade do efeito da mensagem noindivíduo, a Teoria Empírica de Campo conclui que os filtros individuais são de carátersociológico e não psicológico, como da Teoria da Persuasão.Posteriormente surge a Teoria Funcionalista que estuda o papel da mídia na sociedadee não mais apenas os seus efeitos. O indivíduo deixa de ser analisado apenas por seucomportamento, e passa a ser estudado por sua ação social, os valores que considera eos modelos sociais que adquire em comunidade.Logo depois surge a Teoria Crítica, inaugurada pela Escola de Frankfurt, baseada emteorias marxistas que encaram a mídia como instrumento de influência social capitalista.A Teoria Crítica age por meio de repetição, e é nela que surge o fenômeno da indústriacultural em que a arte passa a ser reproduzida tecnicamente, como produto de consumoda massa. A obra de arte perde seu caráter artístico e passa a ter um caráter capitalista deconsumo.Em seguida surge a Teoria Culturológica, que parte do pressuposto de que a mídia nãoproduz uma padronização cultural, e sim se baseia em uma padronização já existentenas sociedades, que surge a partir de características nacionais, religiosas e/ouhumanísticas. Ou seja, a cultura de massa não é autônoma, mas depende de muitosaspectos particulares a cada organização social.Depois disso, desenvolve-se uma segunda fase das Teorias da Comunicação. Aindamuito recentes, as Teorias da segunda fase dividem-se em três: Teoria doAgendamento, Gatekeeper e Newsmaking. A Teoria do Agendamento estuda acapacidade que os meios de comunicação possuem de enfatizar algum tema, estuda aimportância que a mídia tem ao aproximar o indivíduo de uma realidade distante da sua.Já o Gatekeeper (Guardiões do Portão) estuda as características que levam umamensagem a ser ou não divulgada na mídia, dependendo de cada veículo e seuspressupostos particulares como relevância, influência, confiabilidade, contexto político-social e até mesmo política empresarial. Por fim, o Newsmaking, que é umaperfeiçoamento do Gatekeeper, estuda com maior minúcia o trabalho dos profissionaisde mídia, na industrialização das informações cedidas pela realidade, ou seja, atransformação da informação em notícia.As Teorias da Comunicação continuam em desenvolvimento, pois o papel da mídiamuda de acordo com sua evolução tecnológica, o que muda também sua abrangência efunção social. Ou seja, os estudos comunicacionais estão diretamente atrelados aoprogresso da tecnologia dos meios de comunicação.Fontes:http://www.slideshare.net/wpexercer/teorias-da-comunicaoconceitoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_comunicação