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Tecnologias digitais em Educação: trajetórias e perspectivas
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Tecnologias digitais em Educação: trajetórias e perspectivas

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Trabalho apresentado na XV Semana Universitária da UECE em 25/11/2010. …

Trabalho apresentado na XV Semana Universitária da UECE em 25/11/2010.

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  • 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEAR&#xC1;UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEAR&#xC1; XV Semana Universit&#xE1;ria TECNOLOGIAS DIGITAIS EM EDUCA&#xC7;&#xC3;O:TECNOLOGIAS DIGITAIS EM EDUCA&#xC7;&#xC3;O: trajet&#xF3;rias e perspectivastrajet&#xF3;rias e perspectivas Dennys Leite MaiaDennys Leite Maia (Mestrando) Marc&#xED;lia Chagas BarretoMarc&#xED;lia Chagas Barreto (Orientadora) Fortaleza - CE Novembro/2010
  • 2. INTRODU&#xC7;&#xC3;OINTRODU&#xC7;&#xC3;O &#x25CF; Dissemina&#xE7;&#xE3;o das Tecnologias de Informa&#xE7;&#xE3;o e Comunica&#xE7;&#xE3;o (TIC) em diversas atividades da sociedade moderna Sociedade em Rede (Castells,&#x2192; 2003); &#x25CF; A educa&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o deve ficar alheia a esse processo &#x2192; PCNs refor&#xE7;am essa ideia; &#x25CF; D&#xE9;cada de 1990 Documentos oficiais recomendam a&#x2192; inser&#xE7;&#xE3;o e incentivo ao uso das tecnologias digitais em educa&#xE7;&#xE3;o
  • 3. OBJETIVOSOBJETIVOS &#x25CF; Compreender como se deu a inser&#xE7;&#xE3;o das tecnologias digitais, mais especificamente os computadores, no espa&#xE7;o escolar brasileiro; &#x25CF; Como est&#xE1; sendo feita a forma&#xE7;&#xE3;o de pedagogos, na UECE &#x2013; Campus do Itaperi, para o uso das TDs.
  • 4. METODOLOGIAMETODOLOGIA &#x25CF; Tipo de Pesquisa: &#x25CF; Qualitativa &#x25CF; M&#xE9;todo de Pesquisa: &#x25CF; An&#xE1;lise de documentos. &#x25CF; Categorias an&#xE1;lise: &#x25CF; A&#xE7;&#xF5;es voltadas para a recomenda&#xE7;&#xE3;o e instala&#xE7;&#xE3;o dos equipamentos; &#x25CF; Forma&#xE7;&#xE3;o docente inicial para o uso das &#x201C;novas&#x201D; ferramentas. &#x25CF; Recorte: &#x25CF; Foco na forma&#xE7;&#xE3;o dos professores para o anos iniciais do Ensino Fundamental Pedagogia - UECE.&#x2192;
  • 5. AS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS E ASAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS E AS CORRENTES PEDAG&#xD3;GICASCORRENTES PEDAG&#xD3;GICAS &#x25CF; Tecnologias em Educa&#xE7;&#xE3;o Pedagogia tecnicista?&#x2192; &#x25CF; Abordagens Pedag&#xF3;gicas: &#x25CF; Instrucionista Comportamentalista Skinner&#x2192; &#x2192; &#x25CF; Construcionista Cognitivista Papert&#x2192; &#x2192; &#x25CF; Pedagogia tecnicista ainda presente em algumas posturas pedag&#xF3;gicas e recursos instrucionais digitais e, inclusive, anal&#xF3;gicos. &#x25CF; Efetiva&#xE7;&#xE3;o de abordagem mais significativa demanda quest&#xF5;es ligadas &#xE0; gest&#xE3;o e forma&#xE7;&#xE3;o de professores.
  • 6. RECOMENDA&#xC7;&#xD5;ES PARA A INSER&#xC7;&#xC3;ORECOMENDA&#xC7;&#xD5;ES PARA A INSER&#xC7;&#xC3;O DE TICS NA EDUCA&#xC7;&#xC3;O BRASILEIRADE TICS NA EDUCA&#xC7;&#xC3;O BRASILEIRA &#x25CF; Inform&#xE1;tica Educativa surge em 1970: &#x25CF; UFRJ Ensino de Qu&#xED;mica;&#x2192; &#x25CF; UFRGS Avalia&#xE7;&#xE3;o de alunos da p&#xF3;s-gradua&#xE7;&#xE3;o;&#x2192; &#x25CF; UNICAMP: &#x2013; Foco na Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica (D'Ambr&#xF3;sio); &#x2013; Visita de Papert e Minsky; &#x2013; Projeto com Logo Cria&#xE7;&#xE3;o do NIED.&#x2192; &#x25CF; Semin&#xE1;rio Internacional de Inform&#xE1;tica Educativa (1981 e 1982) &#x2192; Desperta interesse do MEC; &#x25CF; EDUCOM (1984) Estudos e A&#xE7;&#xF5;es;&#x2192; &#x25CF; FORMAR (1986) Forma&#xE7;&#xE3;o de pessoal;&#x2192; &#x25CF; PRONINFE (1989) Cria&#xE7;&#xE3;o dos CIEDs;&#x2192; &#x25CF; PROINFO (1997 - &#x2026;) Cria&#xE7;&#xE3;o de LIEs atrav&#xE9;s dos NTEs.&#x2192;
  • 7. RECOMENDA&#xC7;&#xD5;ES PARA A INSER&#xC7;&#xC3;ORECOMENDA&#xC7;&#xD5;ES PARA A INSER&#xC7;&#xC3;O DE TICS NA EDUCA&#xC7;&#xC3;O BRASILEIRADE TICS NA EDUCA&#xC7;&#xC3;O BRASILEIRA &#x25CF; Em Fortaleza &#x2013; CE o NTE est&#xE1; localizado no CRP; &#x25CF; Nos &#xFA;ltimos anos o poder p&#xFA;blico tem tra&#xE7;ado formas de ado&#xE7;&#xE3;o e inser&#xE7;&#xE3;o de tecnologias digitais nos ambientes escolares. Todavia, desarticuladas com a forma&#xE7;&#xE3;o inicial de professores; &#x25CF; 1990 LDBEN, PCN dentre outros recomendam o uso&#x2192; das TIC no ensino. &#x25CF; O ideal &#xE9; que o professor aprenda a lidar com as Tecnologias da Informa&#xE7;&#xE3;o durante sua forma&#xE7;&#xE3;o regular (CYSNEIROS, 2000);
  • 8. AS TIC NAS INSTITUI&#xC7;&#xD5;ES DE ENSINOAS TIC NAS INSTITUI&#xC7;&#xD5;ES DE ENSINO &#x25CF; Inser&#xE7;&#xE3;o das TD na Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica, se d&#xE1;, via de regra pela cria&#xE7;&#xE3;o de LIEs; &#x25CF; Nas primeiras experi&#xEA;ncias o professor do LIE n&#xE3;o passava de um t&#xE9;cnico em TI e o professor regente um mero auxiliar; &#x25CF; Falta de planejamento pedag&#xF3;gico (Borges Neto, 1999); &#x25CF; N&#xE3;o significa aprender sobre computadores, mas sim atrav&#xE9;s deles (Valente, 1999) &#x25CF; Inova&#xE7;&#xE3;o Conservadora (Cysneiros, 2000)
  • 9. AS TIC NAS INSTITUI&#xC7;&#xD5;ES DE ENSINOAS TIC NAS INSTITUI&#xC7;&#xD5;ES DE ENSINO &#x25CF; Estudos da OECD revelam que o corpo t&#xE9;cnico- administrativo das escolas s&#xE3;o quem mais usa os computadores: &#x25CF; Alunos: 47% &#x25CF; Professores: 39% &#x25CF; T&#xE9;cnico-administrativo: 18% &#x25CF; &#xC9; suficiente lembrar que o corpo discente representa a maioria da comunidade escolar, seguida por professores e pessoal t&#xE9;cnico-administrativo
  • 10. A FORMA&#xC7;&#xC3;O INICIAL DO PEDAGOGOA FORMA&#xC7;&#xC3;O INICIAL DO PEDAGOGO PARA O USO DAS TIC EM EDUCA&#xC7;&#xC3;OPARA O USO DAS TIC EM EDUCA&#xC7;&#xC3;O &#x25CF; Poder p&#xFA;blico n&#xE3;o regulamentou a forma&#xE7;&#xE3;o inicial docente; &#x25CF; Parecer do CNE/CP n&#xBA; 9/2001 (Forma&#xE7;&#xE3;o de professores da E.B.) &#x2192; Reconhece a necessidade; &#x25CF; Parecer CNE/CP n&#xBA; 3/2006 (Diretrizes para o Curso de Pedagogia) &#x2192; Egresso deve ter dom&#xED;nio das TIC para o desenvolvimento de aprendizagens significativas; &#x25CF; Estudo de Gatti e Barreto (2009): &#x25CF; Disciplinas obrigat&#xF3;rias que exploram TD: menos de 1%; &#x25CF; Disciplinas optativas que exploram TD: menos de 3%; &#x25CF; Curso de Pedagogia da UECE (Fortaleza) &#x2013; Rec&#xE9;m-formulado (2008): &#x25CF; Apenas 1* disciplina optativa, ofertada no turno da tarde &#x25CF; Postura anacr&#xF4;nica Curr&#xED;culo &#x201C;antigo&#x201D; tinha 2 disciplinas.&#x2192;
  • 11. CONSIDERA&#xC7;&#xD5;ES FINAISCONSIDERA&#xC7;&#xD5;ES FINAIS &#x25CF; Evidencia-se uma desarticula&#xE7;&#xE3;o entre a inser&#xE7;&#xE3;o das tecnologias digitais em educa&#xE7;&#xE3;o e a forma&#xE7;&#xE3;o docente para o uso; &#x25CF; Sugere-se uma atua&#xE7;&#xE3;o mais contundente na forma&#xE7;&#xE3;o inicial de professores para o uso das TIC; &#x25CF; Esta perspectiva vislumbra altera&#xE7;&#xF5;es significativas no &#xE2;mbito da gest&#xE3;o pedag&#xF3;gica e, consequentemente, da qualidade do ensino.
  • 12. REFER&#xCA;NCIASREFER&#xCA;NCIASALMEIDA, M. E. B. de. Inform&#xE1;tica e forma&#xE7;&#xE3;o de professores. Bras&#xED;lia: MEC, 2000. BORGES NETO, H. Uma classifica&#xE7;&#xE3;o sobre a utiliza&#xE7;&#xE3;o do computador pela escola. Revista Educa&#xE7;&#xE3;o em Debate, ano 21, vol. 1, no 27, 1999, p. 135-138. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educa&#xE7;&#xE3;o Nacional. Bras&#xED;lia: Minist&#xE9;rio da Educa&#xE7;&#xE3;o e Cultura. MEC, 1996. _______. Secretaria de Educa&#xE7;&#xE3;o Fundamental. Par&#xE2;metros curriculares nacionais: introdu&#xE7;&#xE3;o aos par&#xE2;metros curriculares nacionais. Bras&#xED;lia: MEC/SEF, 1997a. 126p. _______. Secretaria de Educa&#xE7;&#xE3;o a Dist&#xE2;ncia. Programa Nacional de Inform&#xE1;tica na Educa&#xE7;&#xE3;o. Bras&#xED;lia: MEC/SEF, 1997b. 23p. _______. Conselho Nacional de Educa&#xE7;&#xE3;o. Parecer CNE/CP N&#xBA; 9/2001, de 8 de maio de 2001. Diretrizes curriculares nacionais para a forma&#xE7;&#xE3;o de professores da educa&#xE7;&#xE3;o b&#xE1;sica, em n&#xED;vel superior, curso de licenciatura, de gradua&#xE7;&#xE3;o plena. Bras&#xED;lia, 2001. _______. Conselho Nacional de Educa&#xE7;&#xE3;o. Parecer CNE/CP n&#xBA; 3/2006, de 11 de abril de 2006. Diretrizes curriculares nacionais para o curso de Pedagogia. Bras&#xED;lia, 2006. CASTELLS, M. A sociedade em rede. 7a. ed. S&#xE3;o Paulo: Paz e Terra, 2003. CEAR&#xC1;. Grade do Curso 012 &#x2013; Pedagogia/Fortaleza &#x2013; Habilita&#xE7;&#xE3;o Magist&#xE9;rio: fluxo 1991.1. Universidade Estadual do Cear&#xE1; - Campus Itaperi. Dispon&#xED;vel em: &lt;http://www.uece.br/uece/index.php/graduacao/presenciais&gt;. Acesso em: 15/08/2010. CEAR&#xC1;. Grade do Curso 012 &#x2013; Pedagogia/Fortaleza &#x2013; Habilita&#xE7;&#xE3;o Magist&#xE9;rio: fluxo 2008.2. Universidade Estadual do Cear&#xE1; - Campus Itaperi. Dispon&#xED;vel em: &lt;http://www.uece.br/uece/index.php/graduacao/presenciais&gt;. Acesso em: 15/08/2010. CYSNEIROS, P. G. Novas tecnologias na sala de aula: melhoria do ensino ou inova&#xE7;&#xE3;o conservadora? Revista Inform&#xE1;tica Educativa. Universidad de los Andres. Vol. 12, n.1, 1999, p. 11-24. ___________, P. G. Novas tecnologias no cotidiano da escola. Anais da XXIII Reuni&#xE3;o Anual da ANPED, Caxambu, 2000. DRAVIS, P. Open source software: perspectives for development. Washington: Infodev, 2003. FERREIRA, A. B. de H. Miniaur&#xE9;lio S&#xE9;culo XXI: o minidicion&#xE1;rio da l&#xED;ngua portuguesa. 5a ed. Rev. Ampliada &#x2013; Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. GATTI, B. A. (coord); BARRETO, E. S. de S. Professores do Brasil: impasses e desafios. Bras&#xED;lia: UNESCO, 2009. KENSKI, V. M. Tecnologias e ensino presencial e a dist&#xE2;ncia. Campinas: Papirus, 2003. LIB&#xC2;NEO, J. C. Did&#xE1;tica: velhos e novos temas. Edi&#xE7;&#xE3;o do autor, 2002. MAIA, D. 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  • 13. OBRIGADO!OBRIGADO! dennysleite@hotmail.com

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