Reumatismos  de Partes Moles  ( extraarticular )‏ Prof Dr  João Francisco Marques Neto FCM – UNICAMP EDUCOST
REUMATISMO DE PARTES MOLES Estado doloroso agudo, subagudo ou crônico, das estruturas periarticulares: musculos, ligamento...
Cervicobraquialgia Diagnóstico diferencial da ostoartrite cervical
Reumatismo de Partes Moles Regionais <ul><li>Sd. tensional do pescoço </li></ul><ul><li>Sd. cervical :posição inadequada d...
Reumatismo de Partes Moles Regionais <ul><li>Neuropatias por compressão </li></ul><ul><ul><li>Sindrome do desfiladeiro tor...
Síndrome do Desfiladeiro Torácico <ul><li>A Síndrome do Desfiladeiro Torácico é a compressão do plexo braquial e da artéri...
Sindromes por compressão do plexo vascular cervicotorácico ( síndromes do desfiladeiro)‏ Costela Cervical  Escaleno Anteri...
Sindrome da costela cervical extranumerária Tratamento conservador Cirurgia ( considerar resultados agravantes )‏ Compress...
Síndrome do escaleno anterior Manobras de Adson Allen Halstead
Reumatismo de Partes Moles Localizado <ul><li>Bursites </li></ul><ul><li>Funções das bursas : proteção tecidos moles das p...
Bursite sub-acromial
Reumatismo Partes Moles Localizado <ul><li>Tendinites e Tenossinovites </li></ul><ul><li>Inflamação dos tendões e bainhas ...
Tendinite bicipital Tendinite do supra espinhoso
Ombro doloroso: Síndrome do impacto <ul><li>A síndrome do impacto é uma das causas mais comuns de dor no ombro em adultos....
Síndrome do impacto Lesão do manguito rotator
Epicondilite lateral Epicondilite medial
Bursite olecraneana
Tenossinovite De Quervain <ul><li>Tenossinovite estenosante do abdutor longo e extensor curto do polegar </li></ul><ul><li...
Tenossinovite-Dedo em gatilho ( trigger-finger )‏ <ul><li>Tenossinovite dos flexores dos dedos das mãos </li></ul>
Síndrome do túnel do carpo Manobras de Phalen Sinal de Tinel (Compressão ou neurite no território de Inervação do nervo me...
Contratura de Dupuytren Contratura fixa da mão em flexão pelo espessamento da fascia palmar. História familiar positiva em...
Reumatismos  de Partes Moles Regionais - coluna vertebral- Síndrome tensional cervical Síndrome miofascial lombar Fibromia...
DOR LOMBAR MIOFASCIAL Dor miofascial:  contratura muscular, aguda ou crônica, com  nódulos musculares - pontos gatilhos pa...
DOR LOMBAR MIOFASCIAL - mm. estabilizadores da coluna - Músculos eretores da coluna:   Eretor da espinha ( íleocostal, lon...
Músculos intermediários e profundos: mm. eretores da coluna
DOR LOMBAR MIOFASCIAL Síndrome do quadrado lombar Quadrado lombar: gradrilátero achatado da parede abdominal posterior; co...
DOR LOMBAR MIOFASCIAL Síndrome do ileopsoas / ileolombar
Músculos multifídos   Multífidos:   Multifidos lombares responsáveis por dois terços da rigidez segmentar, diminuindo todo...
DOR LOMBAR MIOFASCIAL SÍNDROME DO PIRIFORME Compressão do  ciático entre os músculos piriforme e gêmeo superior Diagnóstic...
Bursite trocanteriana
Neurite herpética
Artroosteite pustulosa adquirida (sindrome SAPHO, a cquired hyperostosis s yndrome )‏ <ul><li>sinovite, acne pustulosa, hi...
Síndrome da banda ileotibial A banda íleotibial é uma extensão tendinosa da fáscia que desce lateralmente na coxa a partir...
Meralgia parestésica de Roth <ul><li>Neurite ou compressão do nervo femorocutâneo lateral </li></ul><ul><li>Causas </li></...
Bursite pré-patelar (nun’s  knee)‏
Tendinite patelar
Partes moles: joelhos Condromalácia patellae Sd.do compartimento anterior Sd. Da dor patelo-femoral ( dor à flexão dos joe...
Partes moles: joelhos Diagnóstico diferencial  com a osteoartrite  Acometimento dos ligamentos colaterais e internos
Tendinite anseriana
PARTES MOLES: TORNOZELO E PÉ Tendinite aquileana Bursite retrocalcânea Entesite ( espondiloartrites )‏ Síndrome do túnel d...
PÉ DOLOROSO: ENTORSE Entorse do tornozelo (inversão) (esq.) com lesão dos ligamentos do complexo lateral — calcaneofibular...
PÉ DOLOROSO: NEUROMA DE MORTON
Reumatismo de Partes Moles Regionais <ul><li>Quadros miofasciais </li></ul><ul><ul><li>Sd. do ângulo da escápula </li></ul...
Reumatismo  de Partes Moles Regionais <ul><li>Síndrome do túnel do carpo (n.mediano)‏ </li></ul><ul><ul><li>Quadro Clínico...
SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: DIAGNÓSTICO Clínico Radiológico Termográfico Eletroneuromiografia Cintilografia óssea Clínico:  ...
SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: FISIOPATOLOGIA Pouco esclarecida Predisposição genética Sensibilização do SNC Estímulo de recept...
SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: alterações radiológicas e cintilográficas - osteoporose “marchetada” (reabsorção óssea neurovasc...
SÍNDROME DA DOR COMPLEXA REGIONAL Fase aguda: inflamatória Fase crônica: fibrosante
SÍNDROME DA DOR COMPLEXA REGIONAL
FIBROMIALGIA :  DOR CRÔNICA FUNCIONAL QUE MAIS FREQUENTEMENTE COMPROMETE A QUALIDADE DE VIDA DA MULHER. Dor muscular difus...
FIBROMIALGIA : EPIDEMIOLOGIA Primeiros sintomas : 30 – 50 anos Sexo :  feminino 9 / masculino 1 Doença urbana Isolada ou a...
FIBROMIALGIA Etiopatogenia ainda por ser definida. Ligada à redução de neurotransmissores (serotonina e outras aminas biog...
FIBROMIALGIA : ETIOPATOGENIA  - ainda desconhecida - Estímulos cerebrais serotoninérgicos  em receptores 5HT1, 5HT2 e 5HT2...
DISTÚRBIOS DO SONO INDUTORES DE FIBROMIALGIA Apnéia noturna Sono interrompido Insônia Sonambulismo
FIBROMIALGIA DIAGNÓSTICO ESSENCIALMENTE CLÍNICO Dolorimento ou dor generalizada à palpação muscular, associada à rigidez a...
FIBROMIALGIA : DIAGNÓSTICO ESSENCIALMENTE CLÍNICO E FUNDAMENTADO NO RECONHECIMENTO E QUANTIFICAÇÃO DOS FATORES DE RISCO. A...
FIBROMIALGIA : DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOR CRÔNICA FUNCIONAL : Fibromialgia Síndrome miofascial Síndrome da Fadiga Crônica...
FIBROMIALGIA : TRATAMENTO <ul><li>Modificação do estilo de vida </li></ul><ul><li>Atividades físicas aeróbicas diariamente...
PARTES MOLES: TRATAMENTO <ul><li>Diagnóstico de lesão localizada </li></ul><ul><li>Analgésicos </li></ul><ul><li>Antiinfla...
DOR PELO ENVELHECIMENTO Dor pelas perdas físicas, estruturais, sociais, afetivas, psíquicas
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  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • índromeis freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • Partes moles

    1. 1. Reumatismos de Partes Moles ( extraarticular )‏ Prof Dr João Francisco Marques Neto FCM – UNICAMP EDUCOST
    2. 2. REUMATISMO DE PARTES MOLES Estado doloroso agudo, subagudo ou crônico, das estruturas periarticulares: musculos, ligamentos, bursas, fáscias, aponeuroses e tendões. Denominador comum: dor e rigidez músculo-esquelética. Dor localizada, regional ou até difusa aguda. subaguda ou crônica, causando limitação funcional transitória Causas: traumáticas, overuse inflamatórias, infecciosas, metabólicas, neoplásicas, funcionais
    3. 3. Cervicobraquialgia Diagnóstico diferencial da ostoartrite cervical
    4. 4. Reumatismo de Partes Moles Regionais <ul><li>Sd. tensional do pescoço </li></ul><ul><li>Sd. cervical :posição inadequada da cabeça e membro superior </li></ul><ul><li>Clínica: dor cervical e ombro, cefaléia occipitoparietal com duração prolongada, parestesias e tonturas </li></ul><ul><li>Exame: hipersensibilidade muscular, aumento do tônus, retificação da lordose cervical, queda e anteriorização dos ombros </li></ul>
    5. 5. Reumatismo de Partes Moles Regionais <ul><li>Neuropatias por compressão </li></ul><ul><ul><li>Sindrome do desfiladeiro torácico </li></ul></ul><ul><ul><li>Costela cervical ou hipertrofia de C7 </li></ul></ul><ul><ul><li>Sd. escaleno anterior </li></ul></ul><ul><ul><li>Sd. da hiperabdução </li></ul></ul><ul><ul><li>Sd. do túnel do carpo </li></ul></ul><ul><ul><li>Sd. do canal de Guyon </li></ul></ul><ul><ul><li>Espasmos de feixes musculares </li></ul></ul><ul><ul><li>Estenose do canal medular </li></ul></ul><ul><ul><li>Sd. do piriforme </li></ul></ul><ul><ul><li>- Sd. tunel do tarso </li></ul></ul>
    6. 6. Síndrome do Desfiladeiro Torácico <ul><li>A Síndrome do Desfiladeiro Torácico é a compressão do plexo braquial e da artéria subclávia, na altura do pescoço ou do ombro </li></ul><ul><li>São 3 pontos de compressão: </li></ul><ul><li>entre os músculos escalenos </li></ul><ul><li>entre a clavícula e a primeira costela </li></ul><ul><li>o tendão do músculo peitoral menor </li></ul><ul><li>1º Desfiladeiro: Músculos Escalenos 2º Desfiladeiro: Clavícula e Primeira Costela 3º Desfiladeiro: Tendão do Músculo Peitoral Menor </li></ul><ul><li>Alguns pacientes apresentam dores semelhantes a angina e embolia no membro superior acometido. </li></ul><ul><li>O diagnóstico é essencialmente clinico </li></ul>
    7. 7. Sindromes por compressão do plexo vascular cervicotorácico ( síndromes do desfiladeiro)‏ Costela Cervical Escaleno Anterior Costoclavicular Hiperabdução do braço
    8. 8. Sindrome da costela cervical extranumerária Tratamento conservador Cirurgia ( considerar resultados agravantes )‏ Compressão do plexo braquial e artéria subclávia na saída do tórax por costela extranumerária Cervicobraquialgia Paresia ou paralisia Parestesias Alterações sensoriais
    9. 9. Síndrome do escaleno anterior Manobras de Adson Allen Halstead
    10. 10. Reumatismo de Partes Moles Localizado <ul><li>Bursites </li></ul><ul><li>Funções das bursas : proteção tecidos moles das proeminências ósseas + lubrificação. </li></ul><ul><li>Causas : microtraumas de repetição, doenças metabólicas (gota), DDTC (AR), infecção localizada (bursas mais superficiais: pré-patelar e olecraniana)‏ </li></ul>
    11. 11. Bursite sub-acromial
    12. 12. Reumatismo Partes Moles Localizado <ul><li>Tendinites e Tenossinovites </li></ul><ul><li>Inflamação dos tendões e bainhas = tenossinovites </li></ul><ul><li>Causas : microtraumas (repetição ) por movimentos </li></ul><ul><li>em posição inadeqüada ou com mais força. </li></ul><ul><li>Exame Clínico : edema, calor local, crepitação, </li></ul><ul><li>espessamento sinovial </li></ul><ul><li>limitação funcional </li></ul>
    13. 13. Tendinite bicipital Tendinite do supra espinhoso
    14. 14. Ombro doloroso: Síndrome do impacto <ul><li>A síndrome do impacto é uma das causas mais comuns de dor no ombro em adultos. </li></ul><ul><li>Resulta de uma pressão na musculatura do ombro (manguito rotador) exercida por parte da escápula quando o braço é elevado. </li></ul><ul><li>O manguito rotador é formado por quatro músculos – o supraespinhoso, o infraespinhoso, o subescapular e o redondo menor. Estes músculos cobrem a cabeça do úmero, trabalhando em conjunto para elevar e girar o braço. </li></ul><ul><li>O acrômio é a borda frontal da escápula, posicionado acima e na frente da cabeça do úmero. Quando o braço é elevado, ocorre um impacto entre o acrômio e os tendões do manguito rotador. Isto pode causar dor e limitação de movimentos. </li></ul><ul><li>A dor pode ser por uma inflamação da bursa (bursite) que cobre o manguito rotador ou uma tendinite do próprio manguito. Algumas vezes, uma ruptura parcial do manguito pode ser a causa da dor. </li></ul>
    15. 15. Síndrome do impacto Lesão do manguito rotator
    16. 16. Epicondilite lateral Epicondilite medial
    17. 17. Bursite olecraneana
    18. 18. Tenossinovite De Quervain <ul><li>Tenossinovite estenosante do abdutor longo e extensor curto do polegar </li></ul><ul><li>( manobra de Finkelstein )‏ </li></ul>
    19. 19. Tenossinovite-Dedo em gatilho ( trigger-finger )‏ <ul><li>Tenossinovite dos flexores dos dedos das mãos </li></ul>
    20. 20. Síndrome do túnel do carpo Manobras de Phalen Sinal de Tinel (Compressão ou neurite no território de Inervação do nervo mediano)‏
    21. 21. Contratura de Dupuytren Contratura fixa da mão em flexão pelo espessamento da fascia palmar. História familiar positiva em 25% dos casos. Populações de risco: trabalhadores manuais, sedentários, alcoólatras, diabéticos e epiléticos.
    22. 22. Reumatismos de Partes Moles Regionais - coluna vertebral- Síndrome tensional cervical Síndrome miofascial lombar Fibromialgia
    23. 23. DOR LOMBAR MIOFASCIAL Dor miofascial: contratura muscular, aguda ou crônica, com nódulos musculares - pontos gatilhos para a dor. Imobilização, uso exagerado ou inadequado desses músculos causam dor e trava da coluna. A instabilidade lombar é causa de dor lombar. Discopatias, sobrecarga e compressão de raízes nervosas diminuem a estabilidade da coluna. ( BISSCHOP, 2003).
    24. 24. DOR LOMBAR MIOFASCIAL - mm. estabilizadores da coluna - Músculos eretores da coluna: Eretor da espinha ( íleocostal, longuíssimo dorsal, e espinhal ), quadrado lombar e multifidos A ação bilateral dos três ramos, extende a coluna lombar, torácica e cervical. A ação unilateral promove flexão lateral e rotação combinada para o mesmo lado,e lordose secundária quando sentado ou de pé (PALATANGA et al, 2000).
    25. 25. Músculos intermediários e profundos: mm. eretores da coluna
    26. 26. DOR LOMBAR MIOFASCIAL Síndrome do quadrado lombar Quadrado lombar: gradrilátero achatado da parede abdominal posterior; corre entre a pelve, ligamento iliolombar a crista ilíaca, e a décima segunda costela.
    27. 27. DOR LOMBAR MIOFASCIAL Síndrome do ileopsoas / ileolombar
    28. 28. Músculos multifídos   Multífidos: Multifidos lombares responsáveis por dois terços da rigidez segmentar, diminuindo todos os movimentos, exceto de rotação e translação posterior. Na dor lombar aguda e crônica ocorre uma falha na ativação dos multifidos, e instabilidade segmentar vertebral A reabilitação dos mm.multifidos se dá através de exercícios específicos ( técnica de Estabilização Segmentar Vertebral ).  
    29. 29. DOR LOMBAR MIOFASCIAL SÍNDROME DO PIRIFORME Compressão do ciático entre os músculos piriforme e gêmeo superior Diagnóstico : palpação profunda do músculo piriforme e manobras de Pace: (dor ciática abdução e rotação externas), Freiberg (dor à rotação interna, com o membro inferior estendido), Beatty (apoio sobre lado afetado leva a hiper-abdução do membro apoiado, contraindo o piriforme = dor ). Não há dor lombar - apenas dor no glúteo e na região posterior da coxa,
    30. 30. Bursite trocanteriana
    31. 31. Neurite herpética
    32. 32. Artroosteite pustulosa adquirida (sindrome SAPHO, a cquired hyperostosis s yndrome )‏ <ul><li>sinovite, acne pustulosa, hiperostose e osteíte </li></ul>
    33. 33. Síndrome da banda ileotibial A banda íleotibial é uma extensão tendinosa da fáscia que desce lateralmente na coxa a partir do músculo tensor da fáscia lata, na parte superior no quadril. Desce, até o tubérculo de Gerdy na parte proximal (superior) da tíbia, passando pelo côndilo femoral lateral. O glúteo máximo, o tensor da fáscia lata e o tracto íleo tibial formam o deltóide da coxa, grupo muscular que realiza abdução do quadril.
    34. 34. Meralgia parestésica de Roth <ul><li>Neurite ou compressão do nervo femorocutâneo lateral </li></ul><ul><li>Causas </li></ul><ul><li>Locais </li></ul><ul><li>Neuropatia L2L3 </li></ul><ul><li>Sistêmicas: gravidez, obesidade, ascite, sarcoidose </li></ul>
    35. 35. Bursite pré-patelar (nun’s knee)‏
    36. 36. Tendinite patelar
    37. 37. Partes moles: joelhos Condromalácia patellae Sd.do compartimento anterior Sd. Da dor patelo-femoral ( dor à flexão dos joelhos com ou sem efusão articular )‏ “ Joelho do corredor” GRAUS E CARACTERÍSTICAS I - amolecimento da cartilagem +edema II - fragmentação de cartilagem ou fissuras com diâmetro < 1,3cm diâmetro III - fragmentação ou fissuras com diâmetro > 1,3cm IV - erosão ou perda completa da cartilagem articular, com exposição do osso subcondral
    38. 38. Partes moles: joelhos Diagnóstico diferencial com a osteoartrite Acometimento dos ligamentos colaterais e internos
    39. 39. Tendinite anseriana
    40. 40. PARTES MOLES: TORNOZELO E PÉ Tendinite aquileana Bursite retrocalcânea Entesite ( espondiloartrites )‏ Síndrome do túnel do tarso Sinalde Tinel:positivo para sd. do tunel do tarso
    41. 41. PÉ DOLOROSO: ENTORSE Entorse do tornozelo (inversão) (esq.) com lesão dos ligamentos do complexo lateral — calcaneofibular e talo-fibular anterior (dir.)
    42. 42. PÉ DOLOROSO: NEUROMA DE MORTON
    43. 43. Reumatismo de Partes Moles Regionais <ul><li>Quadros miofasciais </li></ul><ul><ul><li>Sd. do ângulo da escápula </li></ul></ul><ul><ul><li>Fasciíte pré-sacral </li></ul></ul><ul><ul><li>Fasciíte glútea </li></ul></ul><ul><ul><li>Fasciíte do tensor da fáscia lata </li></ul></ul>
    44. 44. Reumatismo de Partes Moles Regionais <ul><li>Síndrome do túnel do carpo (n.mediano)‏ </li></ul><ul><ul><li>Quadro Clínico: Parestesia no trajeto do mediano </li></ul></ul><ul><ul><li>Parestesias noturnas </li></ul></ul><ul><ul><li>Extensão dolorosa </li></ul></ul><ul><ul><li>Tinel positivo </li></ul></ul><ul><ul><li>Phalen positivo </li></ul></ul>
    45. 45. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: DIAGNÓSTICO Clínico Radiológico Termográfico Eletroneuromiografia Cintilografia óssea Clínico: Tipo I = dor em queimação, localizada, espasmo muscular, rigidez articular, rubor e aumento da temperatura cutânea. Tipe II = dor intensa, edema difuso, alterações de pilificação e unhas, osteoporose,espessamento sinovial e atrofiamuscular. Tipo III = dor corrida pelos membros, atrofia muscular marcante com contratura incapacitante e rigidez articular, fibrose palmar.
    46. 46. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: FISIOPATOLOGIA Pouco esclarecida Predisposição genética Sensibilização do SNC Estímulo de receptores para N-metil-D-aspartato em nervos periféricos Citocinas pós traumáticas levam à excitação neurogênica Vias aferentes aferentes Atrivação de cels gliais Oxidação por radicais livres Reorganização cortical
    47. 47. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: alterações radiológicas e cintilográficas - osteoporose “marchetada” (reabsorção óssea neurovascular)‏
    48. 48. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA REGIONAL Fase aguda: inflamatória Fase crônica: fibrosante
    49. 49. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA REGIONAL
    50. 50. FIBROMIALGIA : DOR CRÔNICA FUNCIONAL QUE MAIS FREQUENTEMENTE COMPROMETE A QUALIDADE DE VIDA DA MULHER. Dor muscular difusa, inicio insidioso, fraca e média intensidade,contínua, persistente, refratária a analgésicos, miorrelaxantes e antiinflamatórios
    51. 51. FIBROMIALGIA : EPIDEMIOLOGIA Primeiros sintomas : 30 – 50 anos Sexo : feminino 9 / masculino 1 Doença urbana Isolada ou associada a outras enfermidades, geralmente incapacitantes ou estigmatizantes Não é doença profissional, mas pode superpor-se ou confundir-se com as LER / DORT
    52. 52. FIBROMIALGIA Etiopatogenia ainda por ser definida. Ligada à redução de neurotransmissores (serotonina e outras aminas biogênicas ) no parênquima cerebral. PRINCIPAIS FATORES DE RISCO : - distúrbios do sono - estados de humor depressivo - perda de autoestima - conflitos familiares - história de perdas - inadequação profissional - exclusão social - condições limitantes da qualidade de vida
    53. 53. FIBROMIALGIA : ETIOPATOGENIA - ainda desconhecida - Estímulos cerebrais serotoninérgicos em receptores 5HT1, 5HT2 e 5HT2B nos núcleos da rafe e estruturas mesolímbicas modulam : - informações afetivas e cognitivas - impulsos aferentes periféricos História pessoal, cultura, personalidade, estados de humor podem modificar a percepção da dor. Redução na concentração cerebral de neurotransmissores ( serotonina e outras aminas biogênicas)‏ moduladores do estado de sono profundo.
    54. 54. DISTÚRBIOS DO SONO INDUTORES DE FIBROMIALGIA Apnéia noturna Sono interrompido Insônia Sonambulismo
    55. 55. FIBROMIALGIA DIAGNÓSTICO ESSENCIALMENTE CLÍNICO Dolorimento ou dor generalizada à palpação muscular, associada à rigidez articular, sensação de inchaço muscular localizado, fadiga crônica, adinamia, membros pesados e parestesias. Prevalente no sexo feminino Talia, Aglaia e Eufrosine
    56. 56. FIBROMIALGIA : DIAGNÓSTICO ESSENCIALMENTE CLÍNICO E FUNDAMENTADO NO RECONHECIMENTO E QUANTIFICAÇÃO DOS FATORES DE RISCO. Avaliação subsidiária ( radiológica, imagens, laboratorial e eletroneuromiográfica )‏ não define a FIBROMIALGIA. Apenas identifica as associações Identificação de tender points ( 11 de 18 pontos especificados ).
    57. 57. FIBROMIALGIA : DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOR CRÔNICA FUNCIONAL : Fibromialgia Síndrome miofascial Síndrome da Fadiga Crônica Síndrome do Colo Irritável Migrânia Síndrome paraneoplásica Hipotireoidismo Diabetes Climatério não assistido Hipocalcemias Miopatias
    58. 58. FIBROMIALGIA : TRATAMENTO <ul><li>Modificação do estilo de vida </li></ul><ul><li>Atividades físicas aeróbicas diariamente </li></ul><ul><li>Correção dos distúrbios do sono </li></ul><ul><li>Atenuação das condições de conflito </li></ul><ul><li>Melhora da autoestima </li></ul><ul><li>Vigilância clínica para diagnóstico e tratamento de doenças associadas </li></ul><ul><li>ANALGÉSICOS E ANTI-INFLAMATÓRIOS </li></ul><ul><li>ANTIDEPRESSIVOS </li></ul><ul><li>tricíclicos ( clorimipramina, amitriptilina )‏ </li></ul><ul><li>inibidores seletivos de recaptação da serotonina </li></ul><ul><li>( fluoxetina, sertralina, citalopram ) </li></ul>
    59. 59. PARTES MOLES: TRATAMENTO <ul><li>Diagnóstico de lesão localizada </li></ul><ul><li>Analgésicos </li></ul><ul><li>Antiinflamatórios </li></ul><ul><li>Fisioterapia </li></ul><ul><li>Infiltrações locais </li></ul><ul><li>Acupuntura </li></ul><ul><li>Correção cirúrgica </li></ul>
    60. 60. DOR PELO ENVELHECIMENTO Dor pelas perdas físicas, estruturais, sociais, afetivas, psíquicas
    61. 61. www.marquesneto.com.br [email_address]
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