Partes moles
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  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • índromeis freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.
  • 1. As periartrites estão entre a causa mais freqüente de incapacidade temporária , nos indivíduos abaixo de 45 anos 2. A prevalência dessas patologias aumentou 24% na última década. e 3. Calcula-se que 15 a 25% das consultas médicas se devam a queixas referentes às periartrites. 4.A falta ao trabalho por problemas crônicos relativos as afecções de partes moles ultrapassam a soma das ausências causadas pelas doenças ciculatórias, mentais e neoplásicas. 5. Além disso, 16% das aposentadorias precoces são decorrentes dos distúrbios músculoesqueléticos.

Transcript

  • 1. Reumatismos de Partes Moles ( extraarticular )‏ Prof Dr João Francisco Marques Neto FCM – UNICAMP EDUCOST
  • 2. REUMATISMO DE PARTES MOLES Estado doloroso agudo, subagudo ou crônico, das estruturas periarticulares: musculos, ligamentos, bursas, fáscias, aponeuroses e tendões. Denominador comum: dor e rigidez músculo-esquelética. Dor localizada, regional ou até difusa aguda. subaguda ou crônica, causando limitação funcional transitória Causas: traumáticas, overuse inflamatórias, infecciosas, metabólicas, neoplásicas, funcionais
  • 3. Cervicobraquialgia Diagnóstico diferencial da ostoartrite cervical
  • 4. Reumatismo de Partes Moles Regionais
    • Sd. tensional do pescoço
    • Sd. cervical :posição inadequada da cabeça e membro superior
    • Clínica: dor cervical e ombro, cefaléia occipitoparietal com duração prolongada, parestesias e tonturas
    • Exame: hipersensibilidade muscular, aumento do tônus, retificação da lordose cervical, queda e anteriorização dos ombros
  • 5. Reumatismo de Partes Moles Regionais
    • Neuropatias por compressão
      • Sindrome do desfiladeiro torácico
      • Costela cervical ou hipertrofia de C7
      • Sd. escaleno anterior
      • Sd. da hiperabdução
      • Sd. do túnel do carpo
      • Sd. do canal de Guyon
      • Espasmos de feixes musculares
      • Estenose do canal medular
      • Sd. do piriforme
      • - Sd. tunel do tarso
  • 6. Síndrome do Desfiladeiro Torácico
    • A Síndrome do Desfiladeiro Torácico é a compressão do plexo braquial e da artéria subclávia, na altura do pescoço ou do ombro
    • São 3 pontos de compressão:
    • entre os músculos escalenos
    • entre a clavícula e a primeira costela
    • o tendão do músculo peitoral menor
    • 1º Desfiladeiro: Músculos Escalenos 2º Desfiladeiro: Clavícula e Primeira Costela 3º Desfiladeiro: Tendão do Músculo Peitoral Menor
    • Alguns pacientes apresentam dores semelhantes a angina e embolia no membro superior acometido.
    • O diagnóstico é essencialmente clinico
  • 7. Sindromes por compressão do plexo vascular cervicotorácico ( síndromes do desfiladeiro)‏ Costela Cervical Escaleno Anterior Costoclavicular Hiperabdução do braço
  • 8. Sindrome da costela cervical extranumerária Tratamento conservador Cirurgia ( considerar resultados agravantes )‏ Compressão do plexo braquial e artéria subclávia na saída do tórax por costela extranumerária Cervicobraquialgia Paresia ou paralisia Parestesias Alterações sensoriais
  • 9. Síndrome do escaleno anterior Manobras de Adson Allen Halstead
  • 10. Reumatismo de Partes Moles Localizado
    • Bursites
    • Funções das bursas : proteção tecidos moles das proeminências ósseas + lubrificação.
    • Causas : microtraumas de repetição, doenças metabólicas (gota), DDTC (AR), infecção localizada (bursas mais superficiais: pré-patelar e olecraniana)‏
  • 11. Bursite sub-acromial
  • 12. Reumatismo Partes Moles Localizado
    • Tendinites e Tenossinovites
    • Inflamação dos tendões e bainhas = tenossinovites
    • Causas : microtraumas (repetição ) por movimentos
    • em posição inadeqüada ou com mais força.
    • Exame Clínico : edema, calor local, crepitação,
    • espessamento sinovial
    • limitação funcional
  • 13. Tendinite bicipital Tendinite do supra espinhoso
  • 14. Ombro doloroso: Síndrome do impacto
    • A síndrome do impacto é uma das causas mais comuns de dor no ombro em adultos.
    • Resulta de uma pressão na musculatura do ombro (manguito rotador) exercida por parte da escápula quando o braço é elevado.
    • O manguito rotador é formado por quatro músculos – o supraespinhoso, o infraespinhoso, o subescapular e o redondo menor. Estes músculos cobrem a cabeça do úmero, trabalhando em conjunto para elevar e girar o braço.
    • O acrômio é a borda frontal da escápula, posicionado acima e na frente da cabeça do úmero. Quando o braço é elevado, ocorre um impacto entre o acrômio e os tendões do manguito rotador. Isto pode causar dor e limitação de movimentos.
    • A dor pode ser por uma inflamação da bursa (bursite) que cobre o manguito rotador ou uma tendinite do próprio manguito. Algumas vezes, uma ruptura parcial do manguito pode ser a causa da dor.
  • 15. Síndrome do impacto Lesão do manguito rotator
  • 16. Epicondilite lateral Epicondilite medial
  • 17. Bursite olecraneana
  • 18. Tenossinovite De Quervain
    • Tenossinovite estenosante do abdutor longo e extensor curto do polegar
    • ( manobra de Finkelstein )‏
  • 19. Tenossinovite-Dedo em gatilho ( trigger-finger )‏
    • Tenossinovite dos flexores dos dedos das mãos
  • 20. Síndrome do túnel do carpo Manobras de Phalen Sinal de Tinel (Compressão ou neurite no território de Inervação do nervo mediano)‏
  • 21. Contratura de Dupuytren Contratura fixa da mão em flexão pelo espessamento da fascia palmar. História familiar positiva em 25% dos casos. Populações de risco: trabalhadores manuais, sedentários, alcoólatras, diabéticos e epiléticos.
  • 22. Reumatismos de Partes Moles Regionais - coluna vertebral- Síndrome tensional cervical Síndrome miofascial lombar Fibromialgia
  • 23. DOR LOMBAR MIOFASCIAL Dor miofascial: contratura muscular, aguda ou crônica, com nódulos musculares - pontos gatilhos para a dor. Imobilização, uso exagerado ou inadequado desses músculos causam dor e trava da coluna. A instabilidade lombar é causa de dor lombar. Discopatias, sobrecarga e compressão de raízes nervosas diminuem a estabilidade da coluna. ( BISSCHOP, 2003).
  • 24. DOR LOMBAR MIOFASCIAL - mm. estabilizadores da coluna - Músculos eretores da coluna: Eretor da espinha ( íleocostal, longuíssimo dorsal, e espinhal ), quadrado lombar e multifidos A ação bilateral dos três ramos, extende a coluna lombar, torácica e cervical. A ação unilateral promove flexão lateral e rotação combinada para o mesmo lado,e lordose secundária quando sentado ou de pé (PALATANGA et al, 2000).
  • 25. Músculos intermediários e profundos: mm. eretores da coluna
  • 26. DOR LOMBAR MIOFASCIAL Síndrome do quadrado lombar Quadrado lombar: gradrilátero achatado da parede abdominal posterior; corre entre a pelve, ligamento iliolombar a crista ilíaca, e a décima segunda costela.
  • 27. DOR LOMBAR MIOFASCIAL Síndrome do ileopsoas / ileolombar
  • 28. Músculos multifídos   Multífidos: Multifidos lombares responsáveis por dois terços da rigidez segmentar, diminuindo todos os movimentos, exceto de rotação e translação posterior. Na dor lombar aguda e crônica ocorre uma falha na ativação dos multifidos, e instabilidade segmentar vertebral A reabilitação dos mm.multifidos se dá através de exercícios específicos ( técnica de Estabilização Segmentar Vertebral ).  
  • 29. DOR LOMBAR MIOFASCIAL SÍNDROME DO PIRIFORME Compressão do ciático entre os músculos piriforme e gêmeo superior Diagnóstico : palpação profunda do músculo piriforme e manobras de Pace: (dor ciática abdução e rotação externas), Freiberg (dor à rotação interna, com o membro inferior estendido), Beatty (apoio sobre lado afetado leva a hiper-abdução do membro apoiado, contraindo o piriforme = dor ). Não há dor lombar - apenas dor no glúteo e na região posterior da coxa,
  • 30. Bursite trocanteriana
  • 31. Neurite herpética
  • 32. Artroosteite pustulosa adquirida (sindrome SAPHO, a cquired hyperostosis s yndrome )‏
    • sinovite, acne pustulosa, hiperostose e osteíte
  • 33. Síndrome da banda ileotibial A banda íleotibial é uma extensão tendinosa da fáscia que desce lateralmente na coxa a partir do músculo tensor da fáscia lata, na parte superior no quadril. Desce, até o tubérculo de Gerdy na parte proximal (superior) da tíbia, passando pelo côndilo femoral lateral. O glúteo máximo, o tensor da fáscia lata e o tracto íleo tibial formam o deltóide da coxa, grupo muscular que realiza abdução do quadril.
  • 34. Meralgia parestésica de Roth
    • Neurite ou compressão do nervo femorocutâneo lateral
    • Causas
    • Locais
    • Neuropatia L2L3
    • Sistêmicas: gravidez, obesidade, ascite, sarcoidose
  • 35. Bursite pré-patelar (nun’s knee)‏
  • 36. Tendinite patelar
  • 37. Partes moles: joelhos Condromalácia patellae Sd.do compartimento anterior Sd. Da dor patelo-femoral ( dor à flexão dos joelhos com ou sem efusão articular )‏ “ Joelho do corredor” GRAUS E CARACTERÍSTICAS I - amolecimento da cartilagem +edema II - fragmentação de cartilagem ou fissuras com diâmetro < 1,3cm diâmetro III - fragmentação ou fissuras com diâmetro > 1,3cm IV - erosão ou perda completa da cartilagem articular, com exposição do osso subcondral
  • 38. Partes moles: joelhos Diagnóstico diferencial com a osteoartrite Acometimento dos ligamentos colaterais e internos
  • 39. Tendinite anseriana
  • 40. PARTES MOLES: TORNOZELO E PÉ Tendinite aquileana Bursite retrocalcânea Entesite ( espondiloartrites )‏ Síndrome do túnel do tarso Sinalde Tinel:positivo para sd. do tunel do tarso
  • 41. PÉ DOLOROSO: ENTORSE Entorse do tornozelo (inversão) (esq.) com lesão dos ligamentos do complexo lateral — calcaneofibular e talo-fibular anterior (dir.)
  • 42. PÉ DOLOROSO: NEUROMA DE MORTON
  • 43. Reumatismo de Partes Moles Regionais
    • Quadros miofasciais
      • Sd. do ângulo da escápula
      • Fasciíte pré-sacral
      • Fasciíte glútea
      • Fasciíte do tensor da fáscia lata
  • 44. Reumatismo de Partes Moles Regionais
    • Síndrome do túnel do carpo (n.mediano)‏
      • Quadro Clínico: Parestesia no trajeto do mediano
      • Parestesias noturnas
      • Extensão dolorosa
      • Tinel positivo
      • Phalen positivo
  • 45. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: DIAGNÓSTICO Clínico Radiológico Termográfico Eletroneuromiografia Cintilografia óssea Clínico: Tipo I = dor em queimação, localizada, espasmo muscular, rigidez articular, rubor e aumento da temperatura cutânea. Tipe II = dor intensa, edema difuso, alterações de pilificação e unhas, osteoporose,espessamento sinovial e atrofiamuscular. Tipo III = dor corrida pelos membros, atrofia muscular marcante com contratura incapacitante e rigidez articular, fibrose palmar.
  • 46. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: FISIOPATOLOGIA Pouco esclarecida Predisposição genética Sensibilização do SNC Estímulo de receptores para N-metil-D-aspartato em nervos periféricos Citocinas pós traumáticas levam à excitação neurogênica Vias aferentes aferentes Atrivação de cels gliais Oxidação por radicais livres Reorganização cortical
  • 47. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA: alterações radiológicas e cintilográficas - osteoporose “marchetada” (reabsorção óssea neurovascular)‏
  • 48. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA REGIONAL Fase aguda: inflamatória Fase crônica: fibrosante
  • 49. SÍNDROME DA DOR COMPLEXA REGIONAL
  • 50. FIBROMIALGIA : DOR CRÔNICA FUNCIONAL QUE MAIS FREQUENTEMENTE COMPROMETE A QUALIDADE DE VIDA DA MULHER. Dor muscular difusa, inicio insidioso, fraca e média intensidade,contínua, persistente, refratária a analgésicos, miorrelaxantes e antiinflamatórios
  • 51. FIBROMIALGIA : EPIDEMIOLOGIA Primeiros sintomas : 30 – 50 anos Sexo : feminino 9 / masculino 1 Doença urbana Isolada ou associada a outras enfermidades, geralmente incapacitantes ou estigmatizantes Não é doença profissional, mas pode superpor-se ou confundir-se com as LER / DORT
  • 52. FIBROMIALGIA Etiopatogenia ainda por ser definida. Ligada à redução de neurotransmissores (serotonina e outras aminas biogênicas ) no parênquima cerebral. PRINCIPAIS FATORES DE RISCO : - distúrbios do sono - estados de humor depressivo - perda de autoestima - conflitos familiares - história de perdas - inadequação profissional - exclusão social - condições limitantes da qualidade de vida
  • 53. FIBROMIALGIA : ETIOPATOGENIA - ainda desconhecida - Estímulos cerebrais serotoninérgicos em receptores 5HT1, 5HT2 e 5HT2B nos núcleos da rafe e estruturas mesolímbicas modulam : - informações afetivas e cognitivas - impulsos aferentes periféricos História pessoal, cultura, personalidade, estados de humor podem modificar a percepção da dor. Redução na concentração cerebral de neurotransmissores ( serotonina e outras aminas biogênicas)‏ moduladores do estado de sono profundo.
  • 54. DISTÚRBIOS DO SONO INDUTORES DE FIBROMIALGIA Apnéia noturna Sono interrompido Insônia Sonambulismo
  • 55. FIBROMIALGIA DIAGNÓSTICO ESSENCIALMENTE CLÍNICO Dolorimento ou dor generalizada à palpação muscular, associada à rigidez articular, sensação de inchaço muscular localizado, fadiga crônica, adinamia, membros pesados e parestesias. Prevalente no sexo feminino Talia, Aglaia e Eufrosine
  • 56. FIBROMIALGIA : DIAGNÓSTICO ESSENCIALMENTE CLÍNICO E FUNDAMENTADO NO RECONHECIMENTO E QUANTIFICAÇÃO DOS FATORES DE RISCO. Avaliação subsidiária ( radiológica, imagens, laboratorial e eletroneuromiográfica )‏ não define a FIBROMIALGIA. Apenas identifica as associações Identificação de tender points ( 11 de 18 pontos especificados ).
  • 57. FIBROMIALGIA : DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOR CRÔNICA FUNCIONAL : Fibromialgia Síndrome miofascial Síndrome da Fadiga Crônica Síndrome do Colo Irritável Migrânia Síndrome paraneoplásica Hipotireoidismo Diabetes Climatério não assistido Hipocalcemias Miopatias
  • 58. FIBROMIALGIA : TRATAMENTO
    • Modificação do estilo de vida
    • Atividades físicas aeróbicas diariamente
    • Correção dos distúrbios do sono
    • Atenuação das condições de conflito
    • Melhora da autoestima
    • Vigilância clínica para diagnóstico e tratamento de doenças associadas
    • ANALGÉSICOS E ANTI-INFLAMATÓRIOS
    • ANTIDEPRESSIVOS
    • tricíclicos ( clorimipramina, amitriptilina )‏
    • inibidores seletivos de recaptação da serotonina
    • ( fluoxetina, sertralina, citalopram )
  • 59. PARTES MOLES: TRATAMENTO
    • Diagnóstico de lesão localizada
    • Analgésicos
    • Antiinflamatórios
    • Fisioterapia
    • Infiltrações locais
    • Acupuntura
    • Correção cirúrgica
  • 60. DOR PELO ENVELHECIMENTO Dor pelas perdas físicas, estruturais, sociais, afetivas, psíquicas
  • 61. www.marquesneto.com.br [email_address]
  • 62.