Plano Administrativo

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  • muito interessante muito obrigada isso vai me ajudar muito na minha disciplina de administração^^
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Plano Administrativo

  1. 1. MODELO ADMINISTRATIVO
  2. 2. TEORIAS UTILIZADAS
  3. 3. <ul><li>ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA </li></ul><ul><li>“ ... permite a manifestação dos funcionários em relação ao processo de administração da empresa de forma organizada e responsável, sempre contribuindo com suas experiências e conhecimentos...” valores às funções e pessoas dos quais participa. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>ADMINISTRAÇÃO QUÂNTICA </li></ul><ul><li>“ ... é preciso que haja uma mudança de valores nos seres humanos, bem como nas organizações, trata-se da implantação de um sistema integrado, quântico, logo não fragmentado.” </li></ul>
  5. 5. <ul><li>GESTÃO POR CONFIANÇA </li></ul><ul><li>“ ... gestão com foco não mais nas estruturas, mas nas pessoas – como Gestão por Competências, Direção por Valores e Gestão da Diversidade. O objetivo desses modelos é criar condições para maior participação, iniciativa, compromisso e auto-responsabilidade dos indivíduos, o que implica a existência de um clima de confiança em todos os níveis da empresa.” </li></ul>
  6. 6. <ul><li>As empresas passam por três fases. Infância, Adolescência e Maturidade. </li></ul><ul><li>Nos encontramos na adolescência e temos potencial para atingir e manter a maturidade. </li></ul><ul><li>Quais as propostas para isso? </li></ul>FASES DA EMPRESA
  7. 7. <ul><li>Na fase em que nos encontramos ocorrem os conflitos, inconsistência de metas e de sistemas de remuneração e reuniões improdutivas. Surge a ênfase para os sistemas administrativos, a elaboração de diretrizes, os controles necessários. A empresa deve deixar de “trabalhar mais e passar a trabalhar melhor”. Isto significa apurar e controlar custos e empenhar-se pela melhoria da qualidade. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>À medida que o volume dos negócios vai aumentando, não é mais possível cuidar de tudo de forma apenas sensitiva. O volume de atividades impõe delegação às pessoas e, em decorrência, a necessidade de adoção de novas formas de controle. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>No início de qualquer organização o proprietário executa sozinho boa parte das atividades de controle, e que à medida que a empresa vai crescendo, avançando nas fases do ciclo de vida, obrigatoriamente terá de delegar responsabilidade e adotar controles e procedimentos formalizados para que possa continuar crescendo. </li></ul>
  10. 10. O QUE DEVE SER CONTROLADO? COMO? POR QUÊ? <ul><li>O processo de controle inicia-se com planejamento estabelecendo o que se deseja controlar e os meios para executá-lo, definindo políticas e diretrizes para a organização e direção das atividades a serem controladas. Depois passa pela avaliação e análise dos resultados e por fim pela tomada de ações corretivas dos desvios observados entre o previsto e o realizado. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>O controle formalizado começa a se fazer necessário em nível operacional. O controle do caixa e das contas a receber e das contas a pagar são com freqüência os primeiros que se fazem indispensáveis. Assim são apresentados procedimentos para as atividades mais críticas como compras, e finanças. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Interesse pelo movimento de contas, pela análise dos balancetes e balanços para assim analisar os negócios com clientes e fornecedores, demonstrativos esses fornecidos pela contabilidade. Porém, além dos relatórios da contabilidade, a qual nesta fase ainda está essencialmente voltada a atender ao fisco, são necessários outros controles internos operacionais mais ágeis, como o controle efetivo de recebimentos e pagamentos, programação de compras e controle do capital de giro. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Quando a empresa apresenta razoável movimento dos negócios, gerando recursos próprios suficientes para os investimentos, não bastam somente os balanços e balancetes fornecidos pela contabilidade, nem os controles operacionais para a tomada de decisões. Para a eficaz gestão da empresa os dirigentes precisarão ter uma visão abrangente e clara da situação de mercado e da empresa como um todo, uma visão global. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Há necessidade de gestão eficaz dos custos, orçamentos e a prática da contabilidade gerencial paralela à contabilidade fiscal. Desta forma, o planejamento terá de ser melhor elaborado. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>A empresa deve ter controles formalizados nos três níveis, operacional, gerencial e estratégico. Porém, a gestão estratégica nesta fase é apenas embrionária, buscará sua plenitude na próxima fase quando a empresa fizer a transição de pequena para média, pois ao final da terceira fase apresentará uma estrutura sistematizada pela integração de todas suas funções. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Mudança do controle de execução para o controle da performance da empresa. O controle acontecerá de acordo com um planejamento formalizado, através de instrumentos globais como: controle de custos, controle orçamentário e aplicação de medições por meio de indicadores de desempenho. </li></ul>
  17. 17. CONSELHOS <ul><li>Mais agilidade nas decisões </li></ul><ul><li>Diminuição dos gargalos administrativos </li></ul><ul><li>Atribuição de responsabilidades </li></ul><ul><li>Descrição de cargos </li></ul><ul><li>Maior nível de estruturação </li></ul><ul><li>Definição das rotinas </li></ul>
  18. 18. Conselho Diretivo Conselho Deliberativo Conselho Específico CLIENTES
  19. 19. CONSELHO DIRETIVO CONSELHO DELIBERATIVO CLIENTES CONSELHOS ESPECÍFICOS COMUNICAÇÃO
  20. 20. <ul><li>Conselho Específico </li></ul><ul><li>Grupo de ação envolvido diretamente com a responsabilidade que lhe é atribuída. É gerido por um Conselheiro Mestre ( também, coordenador, mentor e líder do Conselho Específico.) , e deve ter no mínimo três* integrantes. Deve possuir certa autonomia em relação aos níveis superiores. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Conselho Deliberativo </li></ul><ul><li>Nível acima dos Conselhos Específicos. É responsável por decisões de caráter mais abrangente. Deve ser formada incondicionalmente pelos Conselheiros Mestres e por demais membros da empresa que demonstrarem interesse. Ele age quando uma decisão de um Conselho Específico influenciar em um ou mais conselhos. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Conselho Diretivo </li></ul><ul><li>Formado pelos Sócios-Diretores. É responsável pelas macro-decisões na empresa, como definir investimentos (neste exemplo, deve ser auxiliado pelo Conselho Específico Financeiro, através do Conselho Deliberativo). </li></ul>

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