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Calendário Mensal: Outubro 2010

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    Calendário Mensal: Outubro 2010 Calendário Mensal: Outubro 2010 Presentation Transcript

    • Calendário do mês de outubro 2010
      by Rosely Lira
    • Há dentro de mim uma paisagementre meio-dia e duas horas da tarde.Aves pernaltas, os bicos mergulhados na água, entram e não neste lugar de memória,uma lagoa rasa com caniço na margem.Habito nele, quando os desejos do corpo,a metafísica, exclamam:como és bonito!Quero escrever-te até encontraronde segregas tanto sentimento.Pensas em mim, teu meio-riso secretoatravessa mar e montanha,me sobressalta em arrepios,o amor sobre o natural.O corpo é leve como a alma,os minerais voam como borboletas.Tudo deste lugarentre meio-dia e duas horas da tarde.
      Adélia Prado
      01 de outubro
    • “Fico tão cansada às vezes, e digo para mim mesma que está errado, que não é assim, que não é este o tempo,
      que não é este o lugar, que não é esta a vida. (…)então eu não sentia nada,
      podia fazer as coisas mais audaciosas sem sentir nada, bastava estar atenta como estes gerânios,
      você acha que um gerânio sente alguma coisa?
      quero dizer, um gerânio está sempre tão ocupado em ser um gerânio
      e deve ter tanta certeza de ser um gerânio que não lhe sobra tempo para nenhuma outra dúvida…”
      Caio Fernando Abreu
      02 de outubro
    • Se for para esquentar, que seja o sol;
      Se for para enganar, que seja o estômago;
      Se for para chorar, que seja de alegria;
      Se for para mentir, que seja a idade;
      Se for para roubar,que se roube um beijo;
      Se for para perder,que seja o medo;
      Se for para cair,que seja na gandaia;
      Se existir guerra, que seja de travesseiros;
      Se existir fome,que seja de amor;
      Se for para ser feliz, que seja o tempo todo.
      Mário Quintana
      03 de outubro
    • Precisamos lembrar que não somos os únicos que estamos diante de um problema quase insolúvel.
      Mas, da mesma maneira que uma pipa só consegue levantar vôo quando é colocada contra o vento,
      mesmo o pior de nossos problemas serve para nos elevar a um degrau mais alto.
      Não podemos esquecer nunca que outras pessoas já atravessaram momentos tão insuportáveis
      como o que estamos passando agora;
      se elas conseguiram, nós também vamos conseguir.
      Dr. R. Brasch
      04 de outubro
    • Os encontros mais importantes já foram combinados pelas almas antes mesmo que os corpos se vejam.
      Geralmente estes encontros acontecem quando chegamos a um limite,
      quando precisamos morrer e renascer emocionalmente.
      Os encontros nos esperam – mas a maior parte das vezes evitamos que eles aconteçam.
      Entretanto, se estamos desesperados, se já não temos mais nada a perder,
      ou se estamos muito entusiasmados com a vida, então o desconhecido se manifesta,
      e nosso universo muda de rumo.
      Todos sabem amar, pois já nasceram com este dom.
      Algumas pessoas já o praticam naturalmente bem, mas a maioria tem que reaprender, relembrar como se ama,
      e todos – sem exceção – precisam queimar na fogueira de suas emoções passadas,
      reviver algumas alegrias e dores, quedas e subidas,
      até conseguir enxergar o fio condutor que existe por detrás de cada novo encontro.
      Paulo Coelho
      05 de outubro
    • Os conhecimentos nos dão meios para viver.
      A sabedoria nos dá razões para viver.
      Rubem Alves
      06 de outubro
    • Em qualquer atividade, é preciso saber o que se deve esperar,
      os meios de alcançar o objetivo, e a capacidade que temos para a tarefa proposta.
      Só pode dizer que renunciou aos frutos aquele que, estando assim equipado,
      não sente qualquer desejo pelos resultados da conquista, e permanece absorvido no combate.
      Pode-se renunciar ao fruto, mas esta renúncia não significa indiferença ao resultado.
      Gandhi
      07 de outubro
    • “Nenhum homem é uma ilha, completa em si mesma.
      Todo homem é um pedaço de continente, uma parte da terra firme.
      Se um torrão de terra for levado pelo mar, toda a Europa fica menor – porque perdeu um pouco de si mesma.
      Por isso, o assassinato de qualquer homem me diminui, já que sou parte da humanidade.
      John Donne
      08 de outubro
    • Quando você perceber o quanto tudo é perfeito,
      vai inclinar a cabeça pra cima e rir em direção aos céus.
      Sidarta Gautama
      09 de outubro
    • VerdadeiramenteNada em mim sinto.Há uma desolaçãoEnquanto eu sinto.Se vivo, parece que minto.Não sei do coração
      Outrora, outroraFui feliz, emboraSó hoje saiba que o fui.E este que fui e sou,Margens, tudo passouPorque flui.
      Fernando Pessoa
      10 de outubro
    • Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual.
      Somos seres espirituais tendo uma experiência humana.
      Teillard de Chardin
      11 de outubro
    • No coração, talvez, ou diga antes:Uma ferida rasgada de navalha,Por onde vai a vida, tão mal gasta.Na total consciência nos retalha.O desejar, o querer, o não bastar,Enganada procura da razãoQue o acaso de sermos justifique,Eis o que dói, talvez no coração.
      Jose Saramago
      12 de outubro
    • A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar.
      Rubem Alves
      13 de outubro
    • Ninguém passa por sacrifícios suficientes para chegar ao céu sem antes passar por momentos duros.
      A dificuldade da vida pode ser um tesouro por sua natureza,
      mas só pode ser usada como moeda corrente se servir para ajudar os outros.
      Alguém pode estar agonizando neste momento, e todo o seu sofrimento jazer inútil aos pés de sua cama.
      Pois todos os momentos difíceis que este homem passou não serviram de exemplo para ninguém.
      John Donne
      14 de outubro
    • Há um tempo em que é preciso abandonar
      as roupas usadas ...Que já têm a forma do nosso corpo ...E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares ...É o tempo da travessia ...E se não ousarmos fazê-la ...Teremos ficado ... para sempre ...À margem de nós mesmos..
      Fernando Pessoa
      15 de outubro
    • Então, que seja doce.
      Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce.
      Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo,
      repito sete vezes para dar sorte:
      que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
      Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder.
      Tudo é tão vago como se não fosse nada.
      Caio Fernando Abreu
      16 de outubro
    • A morte é indolor.O que dói nela é o nadaque a vida faz do amor.Sopro a flauta encantadae não dá nenhum som.Levo uma pena levede não ter sido bom.E no coração, neve.
       
      Thiago de Mello
      17 de outubro
    • Aprendemos palavras para melhorar os olhos.
      Rubem Alves
      18 de outubro
    • Com o tempo,
      você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa,
      você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
      Percebe também que aquele alguém que você ama
      (ou acha que ama) e que não quer nada com você,
      definitivamente não é o alguém da sua vida.
      Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
      O segredo é não correr atrás das borboletas...
      é cuidar do jardim para que elas venham até você.
      No final das contas,
      você vai achar não quem você estava procurando,
      mas quem estava procurando por você!
      Mário Quintana
      19 de outubro
    • Não é preciso assobiopara estar só,para viver a escuras.
      Em plena multidão, em pleno céu,nós nos lembramos de quem nós éramos,ao íntimo, ao desnudo,ao único que sabe como crescem suas unhas,que sabe como se faz seu silêncioe suas pobres palavras.Há Pedro para todos,luzes, satisfatórias Berenices,mas, para dentro,por debaixo da idade e vestimenta,ainda não temos nome,somos de outra maneira.Não só para dormir os olhos se fecharammas sim para não ver o mesmo céu.Nós cansamos de súbitoe como se tocassem no campanáriopara entrar ao colégio,regressamos à pétala escondida,para o osso, para a raiz semi-secreta,e ali, súbito, somos,somos aquele puro e não lembrado,somos o verdadeiroentre os quatro muros de nossa única pele,entre as duas espadas de viver e de morrer.
       
       
      Pablo Neruda
      20 de outubro
    • Ando tão à flor da pele,Que qualquer beijo de novela me faz chorar,Ando tão à flor da pele,Que teu olhar flor na janela me faz morrer,Ando tão à flor da pele,Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser,Ando tão à flor da pele,Que a minha pele tem o fogo do juízo final.Um barco sem porto,Sem rumo,Sem vela,Cavalo sem sela,Um bicho solto,Um cão sem dono,Um menino,Um bandido,Às vezes me preservo noutras suicido.Às vezes me preservo noutras suicido.Oh sim eu estou tão cansado,Mas não pra dizer,Que não acredito mais em vocêEu não preciso de muito dinheiro graças a DeusMas vou tomar aquele velho navio,Aquele velho navio..Um barco sem porto,Sem rumo,Sem vela,Cavalo sem sela,Um bicho solto,Um cão sem dono,Um menino,Um bandido,Às vezes me preservo noutras suicido.
      assim que me sinto nesses dias de desejos desmedidos...
      Zeca Baleiro
      21 de outubro
    • A todos vocês,que eu amei e que eu amo,ícones guardados num coração-caverna,como quem num banquete ergue a taça e celebra,repleto de versos levanto meu crânio.
      Penso, mais de uma vez:seria melhor talvezpôr-me o ponto final de um balaço.Em todo casoeuhoje vou dar meu concerto de adeus.
      Memória!Convoca aos salões do cérebroum renque inumerável de amadas.Verte o riso de pupila em pupila,veste a noite de núpcias passadas.De corpo a corpo verta a alegria.esta noite ficará na História.Hoje executarei meus versosna flauta de minhas próprias vértebras.
      Vladimir Maiakovski
      22 de outubro
    • E sou meu próprio frio que me fecholonge do amor desabitado e líquido,amor em que me amaram, me feriramsete vezes por dia em sete diasde sete vidas de ouro,amor, fonte de eterno frio,minha pena deserta, ao fim de março,amor, quem contaria ?E já não sei se é jogo, ou se poesia.
      Carlos Drummond de Andrade
      23 de outubro
    • Minha estrela não é a de Belém:A que, parada, aguarda o peregrino.Sem importar-se com qualquer destinoA minha estrela vai seguindo além...
      — Meu Deus, o que é que esse menino tem? —Já suspeitavam desde eu pequenino.O que eu tenho? É uma estrela em desatino...E nos desentendemos muito bem!
      E quando tudo parecia a esmoE nesses descaminhos me perdiaEncontrei muitas vezes a mim mesmo...
      Eu temo é uma traição do instintoQue me liberte, por acaso, um diaDeste velho e encantado Labirinto.
      Mario Quintana
      24 de outubro
    • Por ti junto aos jardins recém-enflorados me doem os perfumes de primavera.
      Esqueci teu rosto, não recordo de tuas mãos,
      de como beijavam teus lábios?
      Por ti amo as brancas estátuas adormecidas nos parques,
      as brancas estátuas que não têm voz nem olhar.
      Esqueci tua voz, tua voz alegre,
      esqueci de teus olhos.
      Como uma flor a seu perfume,
      estou atado à tua lembrança imprecisa.
       Estou perto da dor como uma ferida,
      se me tocas me maltratarás irremediavelmente.
      Tuas carícias me envolvem como as trepadeiras aos muros sombrios.
      Esqueci teu amor e não obstante te adivinho atrás de todas as janelas.
      Por ti me doem os pesados perfumes do estio:
      por ti volto a espreitar os signos que
      precipitam os desejos,
      as estrelas em fuga, os objetos que caem.
       
      Pablo Neruda
      25 de outubro
    • Ninguém sonha duas vezes o mesmo sonhoNinguém se banha duas vezes no mesmo rioNem ama duas vezes a mesma mulher.Deus de onde tudo derivaE a circulação e o movimento infinito.
      Ainda não estamos habituados com o mundoNascer é muito comprido.
      Murilo Mendes
      26 de outubro
    • Há na memória um rio onde navegamOs barcos da infância, em arcadasDe ramos inquietos que despregamSobre as águas as folhas recurvadas. Há um bater de remos compassadoNo silêncio da lisa madrugada,Ondas brancas se afastam para o ladoCom o rumor da seda amarrotada.Há um nascer do sol no sítio exacto,À hora que mais conta duma vida,Um acordar dos olhos e do tacto,Um ansiar de sede inextinguida.
      Há um retrato de água e de quebrantoQue do fundo rompeu desta memória,E tudo quanto é rio abre no cantoQue conta do retrato a velha história.
      José Saramago
      27 de setembro
    • Eu me dou melhor comigo mesma quando estou infeliz:
      há um encontro.
      Quando me sinto feliz, parece-me que sou outra.
      Embora outra da mesma.
      Outra estranhamente alegre, esfuziante, levemente infeliz é mais tranqüilo.Tenho tanta vontade de ser corriqueira e um pouco vulgar e dizer: a esperança é a última que morre.
      Clarice Lispector
      28 de outubro
    • “- Quando alguém procura muito – explicou Sidarta –
      pode facilmente acontecer que seus olhos se concentrem exclusivamente no objeto procurado
      e que ele fique incapaz de achar o que quer que seja,
      tornando-se inacessível a tudo e a qualquer coisa porque sempre só pensa naquele objeto,
      e porque tem uma meta, que o obceca inteiramente.
      Procurar significa: ter uma meta.
      Mas achar significa: estar livre, abrir-se a tudo,
      não ter meta alguma.
      Pode ser que tu, ó venerável,
      sejas realmente um buscador, já que,
      no afã de te aproximares da tua meta,
      não enxergas certas coisas que se encontram bem perto dos teus olhos.”
      Hermann Hesse – Sidarta
      29 de outubro
    • É impossível no mundoestarmos juntosainda que do meu lado adormecesses.O véu que protege a vidanos separa.O véu que protege a vidanos protege.Aproveita, pois,que é tudo branco agora,à boca do precipício,neste vórticee falanesta clareira aberta pela insôniaquero ouvir tua almaa que mora na gargantacomo em túmulosesperando a hora da ressurreição,fala meu nomeantes que eu retorneao dia pleno,à semi-escuridão
      Adélia Prado
      30 de outubro
    • Me guarde num embrulho de vento porque eu gosto mesmo é de ser livre.
      Autor desconhecido
      31 de outubro