Ava 2013
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  • 1. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDEPREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃOSECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E POLÍTICASSUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E POLÍTICAS EDUCACIONAISEDUCACIONAIS DIVISÃO DE TECNOLOGIA EDUCACIONALDIVISÃO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL CURSO AVA-2013-TURMA ACURSO AVA-2013-TURMA A CURSISTA: DEBORA APA.ª F. O. LACERDACURSISTA: DEBORA APA.ª F. O. LACERDA MEDIADOR: GUILHERME MATHIAS FERRARIMEDIADOR: GUILHERME MATHIAS FERRARI ATIVIDADE II -MÓDULO 4 Elaboração de uma apresentação, referente à leitura obrigatória Pesquisa: princípio científico e educativo, utilizando tópicos frasais.
  • 2. A PESQUISA COMO PRINCÍPIO CIENTÍFICOA PESQUISA COMO PRINCÍPIO CIENTÍFICO 1. A QUESTÃO CURRICULAR • CURRÍCULO NA NOÇÃO CORRENTE DE PROPOSTA DE ENSINO/APRENDIZAGEM, NA QUAL SE DEFINE , GROSSO MODO, O QUE E COMO ESTUDAR. • PESQUISA COMO PRINCÍPIO CIENTÍFICO, PARA DEMARCAR O ABSURDO QUE É O MERO ENSINAR E O MERO APRENDER. • DO LADO DO PROFESSOR TEMOS A VISÃO EMPOBRECIDA DO MINISTRADOR DE AULAS: a) EM SEU CAMPO DE GRADUAÇÃO É CHAMADO A DAR QUALQUER MATÉRIA; b) REPASSADOR DE CONHECIMENTO ALHEIO; c) PREDOMINA A LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA. • IMPROBIDADE FLAGRANTE DA FUNÇÃO PROFESSOR. • A NOÇÃO DE PROFESSOR PRECISA SER TOTALMENTE REVISTA. • O QUE É PROFESSOR: a) PESQUISADOR; b) SOCIALIZADOR; c) CAPAZ DE MOTIVAR O NOVO PESQUISADOR. • É IMPOSSÍVEL SER PROFESSOR “DE QUALQUER COISA”. • SEM PESQUISA NÃO A ENSINO.
  • 3. • EXIGÊNCIAS PARA O PROFESSOR: a)PESQUISA; b)DOMÍNIO TEÓRICO; c)HABILIDADES DE MANUSEIO DE DADOS EMPÍRICOS; d)VERSATILIDADE METODOLÓGICA; e)EXPERIÊNCIA PRÁTICA; f)CRIAR ESPAÇOS ALTERNATIVOS DE COMPREEENSÃO E INTERVENÇÃO. g)CAPAZ DE ESTABELECER ATITUDE DE DIÁLOGO COM A REALIDADE; h)CONSTRUTOR DO CONHECIMENTO NOVO. •A MISÉRIA DO PROFESSOR É A MESMA DO ALUNO. •AULA É MOMENTO DE PRELEÇÃO DISCURSIVA, QUE TEM SEU LUGAR ADEQUADO, MAS QUE JAMAIS PODE SER EXPEDIENTE DIDÁTICO PREDOMINANTE. •É TOTAL DISPARATE RESUMIR O ENSINO À AULA. •PARA ENTRAR NA SALA, MISTER SE FAZ ELABORAR CIÊNCIA. •MOTIVARMOS O ELABORADOR CIENTÍFICO: a)IINDUÇÃO DO CONTATO PESSOAL DO ALUNO COM AS TEORIAS; b)MANUSEIO DOS PRODUTOS CIENTÍFICOS E TEORIAS; c)TRANSMISSÃO DE ALGUNS RITOS FORMAIS DO TRABALHO CIENTÍFICO; d)DESTAQUE DA PREOCUPAÇÃO METODOLÓGICA; e)COBRANÇA DE ELABORAÇÃO PRÓRPIA. •O MAIOR PROBLEMA NÃO E O ALUNO QUE APENAS APRENDE, MAS O PROFESSOR QUE APENAS ENSINA.
  • 4. 2.A QUESTÃO DA TEORIA E PRÁTICA •A PRÁTICA DEVE SER ESTRITAMENTE CURRICULAR. •UMAS DAS COISAS MAIS RIDÍCULAS EM CIÊNCIAS SOCIAIS É A TEORIA SEM PRÁTICA, OU TEORIA COMO PRÁTICA. •FORMAÇÃO ADEQUADA É FEITA METADE DE FORMAÇÃO GERAL E METADE DE ESPECIALIZAÇÃO. •A PRÁTICA NÃO SE RESTRINGE À APLICAÇÃO CONCRETA DOS CONHECIMENTOS TEÓRICOS. •É FUNDAMENTAL DEFENDER A NECESSITAÇÃO MÚTUA DE TEORIA E PRÁTICA. a)ESTÁGIO É MERA CONCESSÃO À NECESSIDADE DE PRÁTICA; b)A CARGA TEÓRICA DEVE CORRESPONDER A MESMA CARGA PRÁTICA EM VAIVÉM; c)A PRÁTICA É ALGO NECESSARIAMENTE CURRICULAR; d)É PRECISO ORGANIZAR CURRICULARMENTE A PRÁTICA. •MAIS FUNDAMENTAL QUE A APLICABILIDADE CIENTÍFICA É A CONJUGAÇÃO NECESSÁRIA ENTRE TEORIA E PRÁTICA. •BOAS TEORIAS , MUDAM AS PRÁTICAS E VICE-VERSA, SEMPRE NO CONTEXTO DA PESQUISA CURRICULAR. •TODA PRÁTICA NECESSITA SER TEORICAMENTE ELABORADA. •A AULA VAI PERDENDO A IMPORTANCIA A MEDIDA QUE SURGE O CIENTISTA AUTÔNOMO, O NOVO MESTRE.
  • 5. 3. DAR CONTA DE UM TEMA •O TRABALHO PESSOAL DE PESQUISA ENCONTRA EXPRESSÃO PRÓPRIA NO DESAFIO DE ASSUMIR UM TEMA PARA ELABORAR. •O PRIMEIRO PASSO É APRENDER A APRENDER, QUE SIGNIFICA NÃO IMITAR, COPIAR, REPRODUZIR. •A VERDADEIRA APRENDIZAGEM É AQUELA CONSTRUÍDA COM ESFORÇO PRÓPRIO ATRAVÉS DA ELABORAÇÃO PESSOAL. •O PROFESSOR TEM SEU LUGAR COMO PESQUISADOR E ORIENTADOR, PARA MOTIVAR O ALUNO NO SURGIMENTO DO NOVO MESTRE. •DAR CONTA DE UM TEMA SIGNIFICA RETOMAR O CONTEXTO DO TRABALHO CIENTÍFICO. •PARA DAR CONTA DE UMA TEMA SÃO PASSOS RELEVANTES: a)TER UM TEMA; b)PROJETA-SE UM CAMINHO; c)O MOMENTO INICIAL; d)PERGUNTA-SE PELO QUE JÁ SE SABE DO TEMA. e)CHEGA-SE A UMA PRIMEIRA VISÃO GERAL; f)O QUE LER; g)QUESTÃO METODOLÓGICA; h)MOMENTO DE CONSTRUIR; i)DAR CONTA DE UM TEMA.
  • 6. 4. A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO •A AVALIAÇÃO ACABA TORNANDO-SE INEVITÁVEL E TEM O SEU PROTÓTIPO MAIS DURO NA “MERCADORIA”. •SE NÃO EXISTISSE DESIGUALDADE SOCIAL, NÃO SERIA PRECISO AVALIAÇÃO. •A AVALIAÇÃO PODE CONTER O DESAFIO DA PRÓPRIA PESQUISA. •A AVALIAÇÃO É UM DOS DESAFIOS CIENTÍFICOS QUE MAIS ESCANCARAM OS LIMITES DA CIÊNCIA. •QUANTIDADE NÃO GARANTE QUALIDADE. •AVALIAR É PESQUISAR. •A AVALIAÇÃO DO ALUNO PRECISA SER RADICALMENTE REVISTA. •A FORMA MAIS FECUNDA E CONVENIENTE DE AVALIAR É MOTIVAR A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM AMBIENTE PRÓPRIO, COM LIBERDADE ACADÊMICA. •A AVALIAÇÃO APENAS FORMAL É FUGA, MAS SE BEM FEITA, JÁ REPRESENTA CUIDADO PROVIDENCIAL.
  • 7. A PESQUISA COMO PRÍNCIPIO EDUCATIVO 1.EDUCAÇÃO, PESQUISA E EMANCIPAÇÃO •EMANCIPAÇÃO É O PROCESSO HISTÓRICO DE CONQUISTA E EXERCÍCIO DA QUALIDADE DE ATOR CONSCIENTE E PRODUTIVO. •CONCEBER E EXECUTAR PROJETO EMANCIPATÓRIO SUPÕE DE MODO GERAL DOIS SUPORTES MAIS VISÍVEIS, QUE SÃO A BUSCA DE AUTO- SUSTENTAÇÃO E DE AUTOGESTÃO, ALGO ECONÔMICO E POLÍTICO. •EMANCIPAÇÃO QUER DIZER RECUPERAR O ESPAÇO PRÓPRIO QUE OUTROS USURPARAM, JÁ QUE PODER NÃO É BEM ABUNDANTE DISPONÍVEL, MAS APROPRIADO NO CONTEXTO DO CONFLITO SOCIAL. •EDUCAÇÃO POLÍTICA NÃO SE ESGOTA NA FACE PROPRIAMENTE POLÍTICA (DA QUALIDADE POLÍTICA), MAS INCLUI SEMPRE A FACE TÉCNICA, LIGADA À INFORMAÇÃO E AO ENSINO. •A ESCOLA — QUE NÃO FAZ MILAGRES — PODE FUNGIR PAPEL ESTRATÉGICO COMO INSTRUMENTO PÚBLICO DE EQUALIZAÇÃO DE OPORTUNIDADES
  • 8. 2. LIMITAÇÕES DO APENAS ENSINAR •NO “ENSINAR” CABE MENOS O DESAFIO DA EMANCIPAÇÃO COM BASE EM PESQUISA DO QUE A IMPOSIÇÃO DOMESTICADORA QUE LEVA A REPRODUZIR DISCÍPULOS. •A SALA DE AULAS, LUGAR EM SI PRIVILEGIADO PARA PROCESSOS EMANCIPATÓRIOS ATRAVÉS DA FORMAÇÃO EDUCATIVA, TOMA-SE PRISÃO DA CRIATIVIDADE CERCEADA, À MEDIDA QUE SE INSTALA UM AMBIENTE MERAMENTE TRANSMISSIVO E IMITATIVO DE INFORMAÇÕES DE SEGUNDA MÃO. •O PROBLEMA MAIS AGUDO DA ESCOLA NÃO É O ALUNO, POR SER POBRE, INCULTO, MAS O PROFESSOR, QUE AINDA É APENAS “ALUNO”. •A PRIMEIRA PREOCUPAÇÃO É REPENSAR O “PROFESSOR” E NA VERDADE RECRIÁ-LO. •O “PROFESSOR” (COM ASPAS), PARA TOMAR-SE PROFESSOR (SEM ASPAS E COM MAIÚSCULAS), CARECE DE INVESTIR-SE DA ATITUDE DO PESQUISADOR. SABER •“DAR AULA” É SOBRETUDO NÃO RECAIR NA “AULA”, COMPREENDIDA COMO FALA AUTORITÁRIA, VAZIA, APENAS FORMAL, DE UM AGENTE PREPOSTO, CÓPIA CARICATURADA DE OUTRA CÓPIA, QUE SÓ VIVE
  • 9. 3. LIMITAÇÕES DO APENAS APRENDER • A ESCOLA CONTINUA CURRAL FORMAL. •O PROFESSOR QUE VIVE DE AULA E PROVA, PRATICA E IMPÕE A CÓPIA DOS OUTROS. •A ESCOLA PRECISA PERGUNTAR-SE PELA INFLUÊNCIA EDUCATIVA QUE EXERCE NO ALUNADO, CASO PRETENDA ULTRAPASSAR O ESPAÇO INFORMATIVO, PARA ATINGIR CONTEÚDO FORMATIVO. 4. VAZIOS DA ESCOLA FORMAL •REINVIDICAR A PESQUISA NA ESCOLA FORMAL SIGNIFICA, POR COERÊNCIA, REFAZER ALGO DA AUTOCRÍTCA.R •A INFLUÊNCIA DA ESCOLA SOBRE A CRIANÇA É CADA VEZ MAIS FORMAL. •DO PONTO DE VISTA DA PESQUISA, SERIAM DESAFIOS DA ESCOLA FORMAL: a)A ESCOLA PRECISA ASSUMIR PAPEL DE ESPAÇO CULTURAL COMUNITÁRIO. b)APRESENTAR-SE COMO REFERÊNCIA. c)CAMINHAR NA DIREÇÃO DA OFERTA INTEGRAL. d)CULTIVAR A NOÇÃO DE PATRIMÔNIO SOCIAL E COMUNITÁRIO. e)PRECISA ACATAR O CONTROLE DEMOCRÁTICO. f)CONSTITUIR SE PATRIMÔNIO DO PROFESSOR PÚBLICO.
  • 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DEMO, Pedro. Pesquisa : principio cientifico c educativo.12. ed. - São Paulo : Cortez, 2006.