Pcn Roteiro De Aula

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Pcn Roteiro De Aula

  1. 1. PCN - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS [email_address] Universidade de São Paulo FFLCH-USP Prof. Carlos Manoel H. Ribeiro
  2. 2. INTRODUÇÃO – CONTEXTO HISTÓRICO <ul><li>Década de 80 – globalização, desenvolvimento tecnológico, qualificação profissional, inserção no mercado mundial. </li></ul><ul><li>No Brasil, altos índices de desigualdade social, má distribuição de renda; </li></ul><ul><li>Evasão e repetência indicando má qualidade do ensino público; </li></ul>
  3. 3. CONTEXTO HISTÓRICO <ul><li>Urgente revisão da política educacional brasileira; </li></ul><ul><li>Crítica à expansão das vagas com custos altos para a União por ineficiência e mal direcionamento dos gastos públicos em educação; </li></ul><ul><li>Direcionar os esforços para melhoria da qualidade, focalizando o E.F. (Fundef); </li></ul>
  4. 4. CONTEXTO HISTÓRICO <ul><li>1990 – Conferência Mundial da Educação para Todos – Jontien/Tailândia – Unesco, Unicef, PNUD e Banco Mundial – satisfação das necessidades básicas de escolaridade; </li></ul><ul><li>1993 – Plano Decenal de Educação para Todos vinculado aos princípios da Conferência: </li></ul>
  5. 5. Princípios de Jontien <ul><li>EQUIDADE </li></ul><ul><li>QUALIDADE </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS ESCOLARES </li></ul>
  6. 6. ESTRUTURA DO CURRÍCULO <ul><li>Art. 210 da CF. “fixa conteúdos mínimos, assegurando formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos nacionais e regionais.” </li></ul><ul><li>Art. 9º - inciso IV da LDBen. “A União incumbir-se-á de:...estabelecer em colaboração com os Estados, o DF, e os Municípios, competências e diretrizes para a E.I., E.F., e E.M. que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos de modo a assegurar formação básica comum.” </li></ul>
  7. 7. LINHAS GERAIS DA FORMAÇÃO BÁSICA NO BRASIL <ul><li>Art. 32 da LDBen. “Objetivos do EF (princípios da educação democrática); obrigatório e gratuito na escola pública: </li></ul><ul><li>Domínio pleno da escrita, leitura e cálculo; </li></ul><ul><li>Compreensão do ambiente natural, social, tecnologia, artes e valores sobre os quais se assenta a sociedade; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de habilidades para a formação de atitudes e valores; </li></ul><ul><li>Fortalecer os vínculos da família, laços de solidariedade e tolerância. </li></ul>
  8. 8. PCN – 1995/1996 <ul><li>Composição de um grupo de especialistas (professores universitários e dos níveis afins) para redação do texto e análise das propostas dos Estados e Municípios. </li></ul><ul><li>Pareceres de especialistas – incorporação das críticas e publicação definitiva em 1996. </li></ul>
  9. 9. CARACTERIZAÇÃO/DIAGNÓSTICO Da situação sócio-econômica e escolar no Brasil pelos PCN’s <ul><li>Quase universalização com desigualdades regionais (atendimento por matrícula: sudeste 39% e c.oeste 9%); </li></ul><ul><li>Repetência e evasão: principal problema para melhoria do atendimento educacional, mesmo com taxa decrescente em ambos; </li></ul>
  10. 10. AINDA... <ul><li>Má utilização do dinheiro público </li></ul><ul><li>Incapacidade do sistema público de atendimento e manutenção dos alunos no sistema </li></ul><ul><li>Defasagem idade/série: pior rendimento escolar </li></ul>
  11. 11. SAEB - 1995 <ul><li>Desempenho baixo em rendimento escolar – necessidade de melhoria da qualidade de ensino-aprendizagem no Ensino Fundamental </li></ul>
  12. 12. ANÁLISE DA CONJUNTURA MUNDIAL <ul><li>Progresso científico/tecnológico e o grande abismo estrutural entre ricos e pobres fernte ao processo de globalização; </li></ul><ul><li>Degradação ambiental, a utilização irracional dos recursos naturais; </li></ul><ul><li>Grandes conflitos étnicos </li></ul>
  13. 13. Conjuntura Mundial <ul><li>Neste contexto marcado pela interdependência dos povos (globalização) como dar conta destes conflitos e destas disparidades sociais e econômicas? </li></ul>
  14. 14. Para tanto, não podemos perder de vista... <ul><li>Com a mundialização cultural, os fóruns internacionais assumem crescente importância; </li></ul><ul><li>Considerar essa mundialização sem perder de vista as características únicas; </li></ul><ul><li>Apropriar-se dos processos produtivos/científicos e tecnológicos; </li></ul><ul><li>Embora materialista, a sociedade busca valores segundo suas tradições (morais e espirituais). </li></ul>
  15. 15. ASSIM, A EDUCAÇÃO <ul><li>DEVE ESTAR FUNDADA EM 4 PILARES AO LONGO DA VIDA: </li></ul><ul><li>Aprender a conhecer </li></ul><ul><li>Aprender a fazer </li></ul><ul><li>Aprender a conviver </li></ul><ul><li>Aprender a ser </li></ul>
  16. 16. CONJUNTURA NACIONAL <ul><li>Quadro idêntico ao da conjuntura mundial </li></ul><ul><li>Mas na educação, a expansão das vagas às classes populares simplificando os conteúdos, de um lado aumenta o ACESSO mas decai sua QUALIDADE... </li></ul><ul><li>Assim está colocado o desafio para o poder público em conformar a educação no seguinte tripé: </li></ul>
  17. 17. TRIPÉ DOS PCN’s <ul><li>ACESSO </li></ul><ul><li>PERMANÊNCIA </li></ul><ul><li>QUALIDADE </li></ul>
  18. 18. DIANTE DESSE QUADRO <ul><li>“...Há uma expectativa da sociedade brasileira para que a educação se posicione na linha de frente da luta contra as exclusões, contribuindo para a promoção e integração de todos os brasileiros, voltando-se à construção da cidadania, não como meta a ser atingida num futuro distante, mas como prática efetiva...” </li></ul>
  19. 19. ... <ul><li>“...a sociedade brasileira demanda uma educação de qualidade, que garanta as aprendizagens essenciais para a formação de cidadãos autônomos, críticos, participativos, capazes de atuar com competência, dignidade e responsabilidade na sociedade em que vivem e na qual esperam ser atendidas suas necessidade individuais, sociais, políticas e econômicas.” </li></ul>
  20. 20. A importância de um RCN para o EF <ul><li>CONCEITO </li></ul><ul><li>Parâmetro : idéia de construir referência de “pontos comuns” </li></ul><ul><li>Curricular : princípio e metas de um projeto educativo </li></ul>
  21. 21. PARÂMETRO <ul><li>Variável ou constante – Todo elemento cuja variação de valor modifica a solução de um problema sem lhe modificar a natureza. </li></ul>
  22. 22. O QUE É CURRÍCULO <ul><li>Pretende-se que o currículo seja um conjunto de ações, práticas, vivências e experiências fundamentadas a partir de uma concepção de Educação (ensino/aprendizagem/avaliação/sociedade) e que quando operacionalizadas na prática pedagógica, administrativa ou financeira expresse-se num: </li></ul>
  23. 23. MODELO CURRICULAR <ul><li>que seja capaz de organizar os princípios Éticos, Políticos e Estéticos entre as Áreas do Conhecimento e os aspectos da Vida Cidadã. </li></ul><ul><li>!!! Este é o Novo Paradigma Curricular: relacionar a vida cotidiana com o conhecimento, DIALETICAMENTE. </li></ul>
  24. 24. O CONCEITO CURRÍCULO ENVOLVE TRÊS OUTROS <ul><li>*CURRÍCULO FORMAL – Planos e Propostas Pedagógicas, PPP’s; </li></ul><ul><li>*CURRÍCULO EM AÇÃO – Aquilo que realmente acontece na escola; </li></ul><ul><li>*CURRÍCULO OCULTO – Aquilo que está subjacente às ações de professores e alunos. Está carregado de sentidos próprios criando as formas de relacionamento, poder e convivências nas salas de aulas e nas escolas. (Isto à luz das DCNEF. </li></ul>
  25. 25. O QUE É CONHECIMENTO <ul><li>É o resultado de um complexo e intrincado processo de modificação, reorganização e construção, utilizado pelos alunos para assimilar e interpretar os conteúdos escolares. </li></ul>
  26. 26. ONDE O ALUNO SE ENCAIXA <ul><li>* Nada pode substituir a atuação do próprio aluno na tarefa de construir significados sobre os conteúdos da aprendizagem. </li></ul><ul><li>* É ele quem modifica, enriquece e, portanto, constrói novos e mais potentes instrumentos de ação e interpretação. </li></ul><ul><li>* É, portanto, a capacidade de receber informação, assimilá-la e transformá-la em conhecimento. </li></ul>
  27. 27. MOTIVOS PARA JUSTIFICAR <ul><li>Abrangência Nacional </li></ul><ul><li>Existem diferenças sociais e culturais marcantes que determinam diferentes necessidades de aprendizagem; </li></ul><ul><li>Existe aquilo que é comum a todos, que um aluno de qualquer lugar do Brasil deve ter direito de aprender e esse direito deve ser garantido pelo Estado. </li></ul>
  28. 28. Natureza e função dos PCN’s (para que serve) <ul><li>Aberto e flexível </li></ul><ul><li>Referencial para os currículos dos Estados e Municípios e escolas (sala de aula) </li></ul><ul><li>Não impositivo </li></ul><ul><li>Dialogar com os projetos já existentes </li></ul><ul><li>Formular a reflexão sobre a concepção de ensino-aprendizagem </li></ul>
  29. 29. Quatro Níveis de Implementação <ul><li>Governo Federal – Mec – País – os PCN’s estabelecem a meta educacional que direcionará as ações políticas do Mec. </li></ul><ul><li>Estados e Municípios – recurso para adaptações e elaborações curriculares locais </li></ul>
  30. 30. Quatro Níveis de Implementação <ul><li>3 – Escola – proposta curricular da instituição escolar através do projeto educativo (identidade da escola em processo dinâmico de discussão e elaboração contínua – professores e equipe pedagógica) </li></ul><ul><li>4 – Sala de aula: concretização curricular – realização das atividades de ensino e aprendizagem – responsabilidade do professor (distribuição das aulas, orientações didáticas, seleção de material, planejamento de projetos e execução) </li></ul>
  31. 31. Fundamentos dos PCN’s (orientação teórico-metodológica) <ul><li>Construtivismo </li></ul><ul><li>PIAGET </li></ul><ul><li>Psicologia Genética </li></ul><ul><li>Ontogênese </li></ul><ul><li>VYGÓTSKY </li></ul><ul><li>Teoria sociointeracionista e atividades significativas </li></ul><ul><li>Formação social do pensamento </li></ul><ul><li>LÚRIA </li></ul><ul><li>Desenvolvimento das linguagens e do pensamento psicológico </li></ul>
  32. 32. Fundamentos dos PCN’s (orientação teórico-metodológica) <ul><li>Ensino/aprendizagem : processos complementares; </li></ul><ul><li>Conhecimento: construção histórica, social, interferências culturais e psicológicas – atividade construtiva , física e mental- construir significados – estabelecer relações substantivas entre conteúdos escolares e conhecimentos já adquiridos pelo aluno. (ex: aluno feirante) </li></ul><ul><li>Desenvolvimento real e potencial. </li></ul>
  33. 33. Estrutura organizacional <ul><li>Área - LP Ciências Hist. Geo. Arte Ed Fís. L.Estrang. </li></ul><ul><li>Área = conteúdos de diferentes disciplinas que contribuem para a construção dos instrumentos de compreensão e intervenção na realidade. </li></ul><ul><li>TEMAS TRANSVERSAIS </li></ul><ul><li>Ética – Saúde - Meio Ambiente - Orientação Sexual Pluralidade Cultural - Trabalho e Consumo </li></ul>
  34. 34. Estrutura organizacional <ul><li>Caracterização da Área/Objetivos gerais da área </li></ul><ul><li>1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo 4º Ciclo </li></ul><ul><li>Objetivos da área para o ciclo/ Critérios de avaliação da Área para o ciclo e Orientações Didáticas </li></ul>
  35. 35. Contribuição das diferentes áreas do conhecimento <ul><li>Língua Portuguesa/Matemática/Ciências Naturais/História/Geografia/Arte e Língua Estrangeira </li></ul><ul><li>Explicitado no art. 26 da LDBen </li></ul>
  36. 36. BASES LEGAIS - LDBen <ul><li>Art. 26 “Os currículos do Ensino Fundamental e Médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela. </li></ul>
  37. 37. <ul><li>Nessa perspectiva os PCN’S foram organizados em áreas e temas transversais, prevendo as adequações às peculiaridades de cada localidade. Em todas se buscou evidenciar: </li></ul><ul><li>A dimensão social que a aprendizagem cumpre no percurso da construção da cidadania; </li></ul><ul><li>Eleição de conteúdos de relevância social e potencialmente significativos </li></ul>
  38. 38. OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO <ul><li>Cidadania; </li></ul><ul><li>Posicionamento crítico e responsável; características do Brasil; </li></ul><ul><li>Valorizar a pluralidade; perceber-se integrante do meio; </li></ul><ul><li>Desenvolver capacidade afetiva, física, cognitiva, ética, estética, inter-relação pessoal e inserção social; </li></ul><ul><li>Cuidar e conhecer o corpo; </li></ul><ul><li>Utilizar diferentes linguagens; </li></ul><ul><li>Saber diferentes fontes de informação; </li></ul><ul><li>Formulação e solução de problemas </li></ul>
  39. 39. Constituição de uma Referência Curricular <ul><li>Perpassa por todas as áreas do conhecimento enquanto orientações no que diz respeito a necessidades de: </li></ul><ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Conteúdos </li></ul><ul><li>Critérios de avaliação </li></ul><ul><li>Orientações didáticas </li></ul>
  40. 40. OBJETIVOS <ul><li>Potencializar as capacidades dos alunos; </li></ul><ul><li>Aprender a resolver problemas; </li></ul><ul><li>Respeitar o processo de aprendizagem dos alunos; </li></ul><ul><li>Propiciar reger suas ações e atitudes </li></ul>
  41. 41. CONTEÚDOS (categorias) <ul><li>Conceitual: o que irá ser aprendido; </li></ul><ul><li>Procedimental: ações para aprender; </li></ul><ul><li>Atitudinal: relacionado ao agir, mudanças de atitudes, de comportamento; </li></ul><ul><li>(Observa-se uma amplitude de compreensão sobre o conteúdo, saindo do campo estritamente conceitual e conteudista) </li></ul>
  42. 42. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO <ul><li>Considerar os objetivos e conteúdos propostos; </li></ul><ul><li>Os critérios devem expressar não o que foi trabalhado em todo o ciclo, mas os conteúdos fundamentais para que se possa prosseguir no próximo ciclo com aproveitamento; </li></ul><ul><li>Apresentem formulação suficientemente ampla para ser referência para adaptações necessárias em cada escola; </li></ul><ul><li>Ter como meta a busca da qualidade de ensino aprendizagem </li></ul>
  43. 43. ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS <ul><li>Os alunos como sujeitos de seu processo ensino aprendizagem; </li></ul><ul><li>Propiciar múltiplas e complexas interações com o objetivo a ser conhecido; </li></ul><ul><li>Professor como mediador do processo </li></ul>
  44. 44. PCN e o Projeto Educativo da Escola <ul><li>Premissa é sua elaboração coletiva </li></ul><ul><li>Objetivos coletivamente delineados </li></ul><ul><li>Processo contínuo de reflexão sobre a prática pedagógica ( análise-discussão-aprendizagem-reelaboração) </li></ul><ul><li>Construindo sua identidade própria (conhecer sua clientela) </li></ul><ul><li>Pais – Alunos - Professores </li></ul>
  45. 45. Aspectos a serem analisados para formulação do projeto educativo da escola às luzes dos PCN’s <ul><li>Autonomia – princípio educativo (ex: Grêmio) </li></ul><ul><li>Interação e Cooperação </li></ul><ul><li>Diversidade </li></ul><ul><li>Disponibilidade para aprendizagem </li></ul><ul><li>Organização do tempo e do espaço (escolar) </li></ul><ul><li>Seleção de recursos didáticos </li></ul><ul><li>Decisões sobre avaliação </li></ul>
  46. 46. PCN – Escola/Adolescência/Juventude <ul><li>O que eles precisam para agora? </li></ul><ul><li>Quais as potencialidades e valores que precisamos propiciar? </li></ul><ul><li>Construção da sua identidade (biografia pessoal e coletiva) </li></ul><ul><li>Compreensão de si e da realidade a sua volta </li></ul><ul><li>Relevância dos temas transversais – problemática social </li></ul>
  47. 47. Estar atento para: <ul><li>Inserção social </li></ul><ul><li>Compreensão das mudanças corporais </li></ul><ul><li>A intensidade dos desafios </li></ul><ul><li>Imaginário social imposto: beleza, estética, valores, padrões culturais, mídia </li></ul><ul><li>Convívio familiar </li></ul><ul><li>Entrada precoce no mercado de trabalho </li></ul><ul><li>Auto imagem (quem eu sou?(individual) Por onde e para onde eu vou? (grupo) </li></ul><ul><li>Fruição para a produção cultural </li></ul>
  48. 48. PCN – Tecnologia da comunicação e da informação <ul><li>O domínio da tecnologia só faz sentido quando se torna parte do contexto das relações entre o homem e a sociedade (esse domínio pode acentuar a barreira dos que podem e dos que não podem ter acesso a ela) </li></ul><ul><li>Qual papel deve cumprir os recursos tecnológicos? </li></ul><ul><li>Somente tem sentido se contribuir para a melhoria da qualidade de ensino </li></ul>
  49. 49. ANÁLISE GERAL <ul><li>O modelo educativo que vem orientando a maioria das práticas pedagógicas não atende mais às necessidades apresentadas pelo atual cenário sócio-político-econômico do país. </li></ul>
  50. 50. CONCLUI-SE QUE... <ul><li>* É obrigatório e urgente melhorar a qualidade do ensino. </li></ul><ul><li>* A educação deve estar voltada para a formação de cidadãos capazes de se exercerem plenamente no mundo contemporâneo, nas dimensões ética, política, social, cultural e econômica. </li></ul>
  51. 51. PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS DOS PCN’s <ul><li>Conjunto de proposições curriculares não obrigatórias de caráter nacional e amplo, direcionados para a construção de uma educação democrática para o aprofundamento da cidadania através do acesso aos bens públicos, ou seja, o conjunto de conhecimentos socialmente RELEVANTES. (A sociedade já possui conhecimentos para sobreviver...) </li></ul>
  52. 52. ARTIGO 32 DA LDBen <ul><li>§1º - “…PODE DESDOBRAR O E.F. EM CICLOS…” </li></ul><ul><li>§2º - “…PROGRESSÃO CONTINUADA…” </li></ul>
  53. 53. TEMAS TRANSVERSAIS – 1998 QUESTÕES SOCIAIS URGENTES <ul><li>Os PCN’s elegem a cidadania como eixo vertebrador da educação escolar e, dessa forma, comprometem-se com duas perspectivas capazes de transformar a realidade: </li></ul><ul><li>Acesso ao conhecimento socialmente acumulado pela humanidade – via áreas </li></ul><ul><li>Reflexão sobre as questões sociais – via temas transversais </li></ul>
  54. 54. Critérios adotados para eleição dos temas <ul><li>Urgência Social </li></ul><ul><li>Abrangência Nacional </li></ul><ul><li>Possibilidade de ensino e aprendizagem no ensino fundamental </li></ul><ul><li>Favorecer a compreensão da realidade e da participação social </li></ul>
  55. 55. TEMAS ELEITOS <ul><li>ÉTICA </li></ul><ul><li>Moral (regras) </li></ul><ul><li>Ética (julgamento crítico sobre a moral) </li></ul><ul><li>Blocos de conteúdos </li></ul><ul><li>Respeito mútuo </li></ul><ul><li>Justiça </li></ul><ul><li>Solidariedade </li></ul><ul><li>diálogo </li></ul>
  56. 56. PLURALIDADE CULTURAL <ul><li>Sociedade Plural </li></ul><ul><li>Bloco de conteúdos </li></ul><ul><li>P.C. e a vida dos adolescentes no Brasil </li></ul><ul><li>P.C. na formação do Brasil </li></ul><ul><li>O ser humano como agente de cultura </li></ul><ul><li>Direitos humanos, direitos de cidadania e pluralidade </li></ul>
  57. 57. MEIO AMBIENTE <ul><li>Bloco de conteúdos </li></ul><ul><li>A natureza “cíclica” da Natureza – sustentabilidade ecológica </li></ul><ul><li>Sociedade e meio ambiente </li></ul><ul><li>Manejo e conservação ambiental </li></ul>
  58. 58. SAÚDE <ul><li>OMS – 1984 “Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença” </li></ul><ul><li>Bloco de conteúdos </li></ul><ul><li>Conhecer seu corpo </li></ul><ul><li>Higiene corporal </li></ul><ul><li>Qualidade dos alimentos </li></ul><ul><li>Hábitos alimentares </li></ul><ul><li>Condições de vida e da população </li></ul>
  59. 59. ORIENTAÇÃO SEXUAL <ul><li>Alguns cuidados ao tratar do assunto: </li></ul><ul><li>Postura do educador </li></ul><ul><li>Relação escola-familía ao tratar do assunto </li></ul><ul><li>Bloco de conteúdos </li></ul><ul><li>Corpo – com todas as sua matizes </li></ul><ul><li>Relações de gênero </li></ul><ul><li>Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis </li></ul>
  60. 60. TRABALHO E CONSUMO <ul><li>Trabalho como construtor da riqueza do país e suas consequências para a sociedade </li></ul><ul><li>Bloco de conteúdos </li></ul><ul><li>Relações de trabalho </li></ul><ul><li>Trabalho, consumo </li></ul><ul><li>Consumo, meios de comunicação de massas, publicidade e vendas </li></ul><ul><li>Direitos humanos, cidadania, trabalho e consumo </li></ul><ul><li>Direito dos consumidores </li></ul>

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