Your SlideShare is downloading. ×
História da arte contemporanêa
História da arte contemporanêa
História da arte contemporanêa
História da arte contemporanêa
História da arte contemporanêa
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

História da arte contemporanêa

3,812

Published on

1 Comment
3 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
3,812
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3
Actions
Shares
0
Downloads
136
Comments
1
Likes
3
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. História da arte ContemporanêaA arte acompanha o homem e sua história em manifestações que refletem o contexto social do momento em queele está inserido. E, partindo da premissa de que arte é cultura, o estudo de sua produção artística é uma potencialreferência aos acontecimentos sociais, políticos e econômicos de cada época.A Arte Contemporânea, alusão à arte produzida depois da 2ª Guerra Mundial, é caracterizada por apresentar umaampla disposição para a experimentação, levando os artistas a realizarem uma verdadeira fusão de linguagens,materiais e tecnologias.Os artistas contemporâneos, como em toda a história, mostram através de sua arte o pensamento de determinadaépoca, a sociedade em que estão vivendo, as questões políticas, religiosas, econômicas e sociais que os envolvem.Distanciam-se do Modernismo e seus conceitos de negação ao que é antigo.A Arte Contemporânea recebe inúmeras denominações, entre elas “Pós-Modernismo”. Todavia, esse termo éevitado por muitos autores contemporâneos. Segundo GARDNER (1996 p.87):Muitos artistas e críticos dirão que este é um rótulo impreciso para formas diversas de expressão artística, uma cruaaproximação daquilo que realmente está acontecendo. Mas, uma vez que precisamos usar palavras e ainda nãoapareceu ninguém com uma palavra melhor, Pós-Modernismo [é usado] para denotar a arte que sucede oModernismo e que geralmente o ataca.Requisitando uma nova forma de representação dos problemas atuais, a Arte Contemporânea é norteada,principalmente, por questões que afetam a todos diretamente, seja na rua, nos conceitos, nas relações pessoais, namídia e na própria arte. Traz à tona um momento de integração das linguagens artísticas, combinando instalações,performances, imagens, textos e tecnologias.Essa integração, em uma só obra, é fruto das relações sociais que, cada vez mais interligadas pelo fenômeno daglobalização, promovem uma expansão de conceitos determinantes em diferentes culturas. O que resulta numamiscelânea de gostos e costumes apreciados em grandes mostras internacionais de arte como as bienais de Venezae a Documenta de Kassel, que se cristalizam como as mostras coletivas mais importantes do mundo.As bienais propiciaram a inter-relação de mundos, divulgando a arte brasileira no exterior e trazendo a arteinternacional ao Brasil. Como a Bienal de São Paulo idealizada por Francisco Matarazzo Sobrinho. Inspirada na Bienalde Veneza, a primeira Bienal de Artes Plásticas de São Paulo aconteceu em 1951. Desde então, as 24 Bienaisrealizadas até hoje reuniram obras de valor inestimável. A média de participação estrangeira em todas as Bienais éde 50 países com, aproximadamente, 12 mil obras, entre nacionais e internacionais.Portanto, na tentativa de entender essa miscelânea artística, este estudo reúne um panorama sistemático da artecontemporânea mundial, brasileira e maranhense, abrangendo movimentos artísticos característicos das décadas de50 até os dias atuais.2 RECORTE HISTÓRICO DOS ESTILOS CONTEMPORÂNEOSA modernidade caracterizou-se por produzir diferentes estilos concomitantes e variadas correntes, numademonstração de diversidades de gostos e, já de certa forma, numa busca pela originalidade, estilo próprio e pelouso da criatividade na estética. O “Pós-Modernismo” possui correntes artísticas que diferem entre si, mas quereagem à liberdade da técnica disseminada pela pintura de ação modernista.2. 1 HARD EDGEAos poucos o Action Painting é abandonado. Inaugurando um período, surge o Hard Edge Painting (pintura comcontorno marcado) em Nova York, adotando o rigor do controle da técnica em função da liberdade sugerida peloExpressionismo Abstrato. “A pintura Hard Edge usa formas simples e contornos rígidos. Os quadros são precisos efrios, como se feitos à máquina” (STRIKLAND, 2002, p.170). Foi neste estilo de arte que os artistas passaram a usartelas em que seus formatos de triangulos, circulos e outras formas irregulares passaram a tornar-se parte dacomposição.
  • 2. 2. 2 ARTE POPOs anos 50 e 60 dão continuidade à história da arte com a Arte Pop e o resgate do figurativismo. Ela tem comocaracterísticas a impactante captação de imagens de produtos da mídia e da industria, uma forma de crítica ou, porque não, exaltação à sociedade de consumo. Ela “elevou a ícones os mais crassos objetos de consumo, comohamburgueres, louça sanitária, cortadores de grama, estojos de batom, pilhas de espaguete e celebridades comoElvis Presley” (STRICKLAND, 2002, p. 174).Os trabalhos confeccionados possuíam grandes dimensões e revelavam, de forma bem humorada, imagens dequadrinhos e de objetos do cotidiano, como fez Andy Warhol em suas obras retratando latas de sopa Campbell e aatriz Marilyn Monroe, caracterizando o consumo das massas.Warhol foi um mestre em autopromoção e abusou da irreverência. Sua obra é realmente centrada em torno damercantilização, e as grandes imagens de outdoors da garrafa de Coca-Cola ou da lata de sopa Campbell, queexplicitamente enfatizam o fetichismo das mercadorias, remete Jameson (1997, p. 35).2. 3 ARTE OPO termo optical alude à capacidade de exploração do olho perante determinadas obras pictóricas ou escultóricas. AArte Op surgida na década de 50, procurava acentuar certos efeitos ópticos de natureza instável através demovimentos aparentes, imagens ambíguas e ilusões espaciais. Produz um jogo de efeitos entre cores, tons ou formaso que causa a sensação de movimento. “O que é novo na Op Art é que ela estende a ilusão de óptica até a arte nãofigurativa e a faz funcionar de todas as formas concebíveis”, remete JANSON (1996 p. 393).2. 4 MINIMALISMOMomento em que a arte se mostra despretensiosa e básica, afastando-se de sua função ideológica derepresentação, de marcas pessoais ou mensagem. Os artistas procuravam imediatismo, criando obras que ganharamnotoriedade por sua simplicidade de apresentação com formas mínimas que deram corpo ao movimentominimalista na década de 60. Sua produção artística constituía telas monocromáticas e esculturas formadas porobjetos pré-fabricados, como caixas de metal e até mesmo tijolos. Nele os objetos assumem posições seqüenciais.Na visão pessimista de GARDNER (1996, p. 97), esse tipo de arte viria a ser o prenúncio do “fim da História da Arte”,tudo já havia sido feito.2. 5 ARTE CONCEITUALMovimento artístico que, em toda história da arte, aboliu a pintura em sua tipologia de composição, adotando otermo objeto como designação de alguns tipos de trabalho e considerando a idéia, o conceito, por trás da confecçãode uma obra artística. Quem deu nome ao movimento foi o artista Sol Le Witt, para ele “a própria idéia, mesmo senão é tornada visual é uma obra de arte, tanto quanto qualquer produto” (STRICKLAND, 2002, P. 178). Com o artistamoderno Marcel Duchamp podem ser percebidos os primeiros indícios da sobrevalorização do conceito. Na ArteConceitual o artista utiliza a arte como veículo de comunicação, pois ela exige a participação mental do espectador.A Arte Conceitual ainda possui como sub movimentos a Arte Processo que parte do preceito de concepção da obracomo idéia; a Arte Ambiental que é exposta ao ar livre, aproveitando o ambiente externo, das ruas e a natureza; aArte Performática que deriva dos Happennings (surgidos na década de 60 com as apresentações públicas de AlanKaprow), sugerindo um tipo de arte onde o artista utiliza o corpo como uma expressão cênica e as instalações comoformas de representação em montagens utilizando objetos retirados de seu contexto usual para outro, que ressurgecom uma nova significação partindo de uma idéia do artista. As instalações proporcionam ao fruidor, a possibilidadede poder entrar na obra, fazer parte dela.2. 6 ARTE POVERANos anos 70 surgiu na Itália a arte Povera. Significando Arte Pobre, sofreu influência da arte Conceitual e promoveuuma reação ao Minimalismo.
  • 3. O objetivo da Arte Povera era desafiar os padrões da arte vigente criando imagens coerentes, mas fora da relaçãoconvencional de objetos e substâncias, como um verdadeiro desafio à ordem estabelecida. Como muitosmovimentos, absorvia temas de cunho político como a oposição mundial à guerra do Vietnã.Um tipo de arte com a intenção de interagir com o público através de instalações, esculturas e montagens comfotos, pintura e outros materiais não convencionais como terra, madeira, pedaços de árvore, ferramentas agrícolas,terra, metal, feltro, espelhos e trapos.2. 7 FOTORREALISMOProporcionando um revival do Realismo, o Fotorrealismo, também conhecido como Hiper-realismo, mostra umaforma de retratar a realidade em uma fidelidade fotográfica. Porém, o que difere este movimento da década de 60dos estilos tradicionais, dentro da história da arte, é que além dos artistas utilizarem aparelhos tecnológicos comoprojeção de slides e o airbrush.Resultam deste trabalho, pinturas que se confundem com fotografias e esculturas que se confundem com pessoas. Aarte fotorrealista, além da realidade, também exprime em suas obras simbologias e expressividade, utilizando atécnica clássica de perspectiva e desenho e a preocupação minuciosa com detalhes, cores, formas e textura. Utiliza-se de cores luminosas e pequenas figuras incidentais, para pintar de maneira irônica e bonita o mundo ao nossoredor. O Hiper-Realismo abriu espaço para o estilo neofigurativo.2. 8 NEOFIGURAÇÃOMovimento dos anos 70 e 80 que se baseia em seus principais preceitos, como o figurativismo e a expressividade.Um retorno do figurativismo por uma perspectiva diferente. Na pintura do alemão Anselm Kiefer, por exemplo,paisagens e pessoas aparecem num mundo expressionista de angústia e solidão.2. 9 NEO-EXPRESSIONISMOModalidade artística resgatada a partir da década de 80, ao voltar a registrar os sentimentos através da arte. Foifortemente influenciado pelo Expressionismo, Simbolismo e Surrealismo. Trouxe de volta a pintura e a escultura,com suas representações críticas, emocionais e subjetivas, após algumas décadas. Formulando o devir da arte emsua história universal. Os artistas costumavam utilizar tintas misturadas a materiais como areia, palha e outros,colados à tela.A arte dos anos 90 e da virada do século reafirma as tendências supracitadas enveredando-se ainda mais na políticae causas sociais, ambientais e econômicos. Mostra ainda a proliferação da arte performática, das instalações esuportes associados a gêneros híbridos e materiais variados.2.2 ARTE CONTEMPORÂNEA NO BRASILO Brasil acompanha os movimentos artísticos internacionais com uma menor distância de tempo. Tal qual noexterior, a Arte Contemporânea começa a mostrar-se a partir da década de 50. Na década de 60 surge oTropicalismo e sua contestação à política vigente através da arte; a década de 70 caracteriza-se pelas noções deconceito e tecnologia a serviço da arte; já na geração 80 produz-se uma arte de caráter festivo e alegre.Em 20 de outubro de 1951, um acontecimento deu abertura a uma grande movimentação no campo artísticobrasileiro, a realização da primeira Bienal de São Paulo que contou com 1.854 obras representando 23 países. Umaproposta de Ciccillo Matarazzo para a realização de uma grande mostra internacional inspirada na Bienal de Veneza.Seu êxito resultou em “50 anos de atividades, 25 edições com a participação de 148 países, 10.660 artistas e cercade 56.932 obras, num espaço que permitiu a estimulante convivência das artes plásticas, das artes cênicas, das artesgráficas, do design, da música, do cinema, da arquitetura e de muitas outras formas de expressão artística”(ARTIGAS, 2001).
  • 4. A década marca também o ressurgimento, do Abstracionismo: Geométrico e Informal. O primeiro propõe a rupturacom a arte figurativa, baseando-se no neoplasticismo de Piet Mondrian. É adotado em São Paulo pelo GrupoRuptura, em 1952, e no Rio de Janeiro com o Grupo Frente, em 1954.O segundo, não se organiza em torno de grupos e teorias. Na verdade, seu pressuposto básico é a liberdadeindividual de cada artista para a expressão de sua subjetividade. Não há categorias a priori a condicionar aexperiência artística; a única regra a ser seguida é a da não-representação. Inspira-se nas idéias e experiências dopintor Wassily Kandinsky.O Neo-concretismo foi o movimento das artes plásticas, genuinamente brasileiro, que começa em 1957, no Rio deJaneiro, alguns artistas aliam sensualidade ao Concretismo. Um expoente do movimento é o artista Hélio Oiticica.Os anos 60 favoreceram o declínio da abstração e o surgimento de uma produção artística que capta o consumo e acomunicação de massa, sugeridos pela influência da Arte Pop americana, além de promover opinião política e amilitância por conta da repressão, da censura e pela referência do Tropicalismo.Esse momento marca uma era onde a arte brasileira acompanha paripasso a arte internacional, produzindoinstalações e happennings. Fez surgir movimentos como o Movimento Phases ou Grupo Austral e o Grupo Rex.Teve também grandes mostras como a Opinião 65; Nova Objetividade Brasileira; Jovem Arte Contemporânea – JAC eDomingos de Criação.A arte da década de 70 afasta-se da política e dos problemas sociais. É caracterizada pela emblematização dareflexão, da razão, do conceito e tecnologia. A Exposição Internacional de Arte por Meios Eletrônicos / Arteônica dáabertura à arte tecnológica, realizada com ajuda de computador. A Fundação Nacional de Arte (FUNARTE) é criadanesse período dando grande incentivo à produção artística brasileira.O momento de transição para a década de 80 foi marcado pela insígnia das diretas já, pela retomada da pintura epelas mudanças no panorama artístico, marcado por grandes exposições como: Tradição e Ruptura, 1984; A Tramado Gosto, 1987 (organizadas pela Bienal de São Paulo); A Mão Afro-Brasileira, 1988 (organizada pelo Museu de ArteModerna de São Paulo). Além da mostra Como Vai Você, Geração 80? Realizada em 1984 na Escola de Artes Visuaisdo Parque Lage, um dos importantes centros de formação da nova geração no Rio de Janeiro.A arte efêmera também é fruto desse momento utilizando os mais diversificados materiais para compor o objetoartístico. Para o poeta, ensaísta e crítico de arte, Ferreira Gullar (agosto,2002),[...] A arte conceitual não propõe nada. Apenas adotou, como fundamento ideológico, o caráter efêmero que oconsumismo impôs à sociedade atual [...] fazer da arte expressão do efêmero é chover no molhado. Efêmeros somosnós mesmos e quase tudo a nossa volta.A arte contemporânea brasileira dos anos 90 desenvolve características da arte que está sendo feita em outrospaíses, como, por exemplo, fazer o público participar, até mesmo interferir na obra de arte. Atitude apresentada nasdiversas feiras internacionais de Artes Plásticas assim como nas diversas bienais.2.3 ARTE CONTEMPORÂNEA NO MARANHÃOA arte maranhense adentra na contemporaneidade com acontecimentos como as exposições esporádicas nasvitrines da Farmácia Jesus, onde era fabricado o Guaraná Jesus, cuja logomarca foi cria da por Ambrósio Amorim.Além das reuniões entre artistas e intelectuais na Movelaria Guanabara.Entre os artistas desse período que trilharam seu caminho dentro da arte maranhense figuram: Ambrósio Amorim,Floriano Teixeira e Antônio Almeida, cujo estilo foge da composição tradicional dos demais.No final da década de 70 a arte maranhense ganha grande incentivo com a fundação do Centro de Artes eComunicações Visuais do Estado – CENARTE, hoje, Centro de Criatividade Odylo Costa Filho. Promovia o contatoentre artistas maranhenses e artistas de outros estados, oferecendo oficinas sobre técnicas e práticas em diversasmodalidades das artes visuais.
  • 5. Um exemplo do incentivo às artes plásticas vem da Universidade Federal do Maranhão - UFMA, através do seuDepartamento de Assuntos Culturais - DAC, ao realizar anualmente a mostra de Arte Efêmera, um evento aberto àcomunidade, estudantes e artistas que procuram experimentações de arte ao apresentarem trabalhos decaracterísticas conceituais através performances, instalações, vídeos, e outros trabalhos de natureza similar.Entre os acontecimentos que nortearam o período destacam-se as fundações do Centro de Arte Japiaçú em 1972, doMuseu Histórico e Artístico do Maranhão em 1973 e a criação da Associação dos Artistas Plásticos do Maranhão em1976 pelos pintores Nagy Lajos, Ambrósio Amorim, José João Lobato e Jesus Santos.Surgiram movimentos como o Antroponáutico de 1972 que, por sua vez, influenciou o Movimento Gororoba dadécada de 80, que teve como participantes representantes das diversas modalidades de arte como Valdelino Cécio,Sérgio Abib, Josias Sobrinho, César Teixeira, Paulo César e Ciro Falcão. Além do movimento Mirarte de 1982,fundado por Fernando Mendonça e Marçal Athaíde, que recebeu influência do artista Rubens Gerchman. Na mesmadécada alguns artistas iniciam estudos com o artista húngaro Nagy Lajos.Os anos 90 foram marcados pela realização anual, de 1991 até 1996, da Coletiva de Maio no Salão de Maio doConvento das Mercês, sede da Fundação José Sarney, a qual promovia mostras que difundia a produção artísticacontemporânea local.Outro evento que norteia a cultura local é o Concurso Literário e Artístico Cidade de São Luís criado em 1955 e hojeinstaurado como lei municipal. Promovido pela Prefeitura Municipal de São Luís, através da Fundação Municipal deCultura, realiza premiações nas áreas de artes visuais e literatura. Em 2004 comemora sua 27ª edição.Aliados a esse fato ampliaram-se os espaços que divulgam e incentivam as manifestações artísticas maranhensescom exposições permanentes e temporárias como: o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, o Conventodas Mercês e o Palácio dos Leões. E espaços que exibem mostras temporárias como o Palacete Gentil Braga e aGaleria de Arte do SESC.

×