Apostilapedagogica2012

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Apostilapedagogica2012

  1. 1. Agosto de 2012
  2. 2. ÍNDICEPUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS- ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA ....................................................................................................................................................... 4- INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS CEGOS E BAIXA VISÃO ................................................................................................................... 5- O FRACASSO ESCOLAR DE MENINOS E MENINAS: ARTICULAÇÕES ENTRE GÊNERO E COR/RAÇA .............................................. 10- REFERENCIAL SOBRE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA ÁREA DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (RAADI) ................................ 15- REFERENCIAL DE EXPECTATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA LEITORA E ESCRITORA NO CICLO II DO ENSINO FUNDAMENTAL ................................................................................................................... 19- ORIENTAÇÕES CURRICULARES: EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) ........ 37- REFERENCIAL SOBRE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS ................................................................................................................................................................. 44- ORIENTAÇÕES CURRICULARES: PROPOSIÇÃO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) ......................................................................................................................................... 50- ORIENTAÇÕES CURRICULARES: EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA A EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL ............................... 52- ORIENTAÇÕES CURRICULARES: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM ............................................................................................................................................. 58GESTÃO ESCOLAR- ENSINAR: AGIR NA URGÊNCIA, DECIDIR NA INCERTEZA (CAP. 5) - PERRENOUD, Phillippe .......................................................... 65- INOVAR NO INTERIOR DA ESCOLA - THURLER, Mônica Gather ....................................................................................................... 67- FORMANDO PROFESSORES PROFISSIONAIS: QUAIS ESTRATÉGIAS? QUAIS COMPETÊNCIAS? PERRENOUD, Philippe; PAQUAY, Léopold; ALTET, Marguerite e CHARLIER, Évelyne...................................................................... 71- PROFESSOR REFLEXIVO NO BRASIL: GÊNESE E CRÍTICA DE UM CONCEITO - PIMENTA, Selma G. .............................................. 72- AVALIAÇÃO DESMISTIFICADA - HADJI, Charles. ............................................................................................................................... 74- AVALIAR: RESPEITAR PRIMEIRO, EDUCAR DEPOIS - HOFFMANN, Jussara .................................................................................... 83- AVALIAÇÕES EXTERNAS PODEM AUXILIAR O TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA? - OLIVEIRA, Romualdo ........................... 92
  3. 3. - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO VIRTUAL - COLL, César e MONEREO, Carles ...................................................................................... 93- CIBERCULTURA - LÉVY, Pierre ........................................................................................................................................................ 103- QUANDO A ESCOLA É DEMOCRÁRICA - TOGNETTA, L.RP. e VINHA, TP. ...................................................................................... 108CURRÍCULOS E PROGRAMAS- PEDAGOGIA DA AUTONOMIA: SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA - FREIRE, Paulo ............................................. 116- ENSINAR A LER, ENSINAR A COMPREENDER - COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna ...................................................................... 123- LER E ESCREVER NA ESCOLA: O REAL, O POSSÍVEL E O NECESSÁRIO - LERNER, Délia ............................................................ 126- APRENDIZAGEM ESCOLAR E CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO- COLL, César ......................................................................... 129- JOVENS E ADULTOS COMO SUJEITOS DE CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM - OLIVEIRA, Marta Kohl ................................... 130- ENFOQUE GLOBALIZADOE E PENSAMENTO COMPLEXO: UMA PROPOSTA PARA O CURRÍCULO ESCOLAR - ZABALLA, Antoni. .................................................................................................................................. 131- CICLOS, SERIAÇÃO E AVALIAÇÃO: CONFRONTO DE LÓGICAS - FREITAS, Luiz Carlos de ............................................................ 137EDUCAÇÃO E SOCIEDADE- ESCOLA, REFLEXIVA E NOVA RECIONALIDADE - ALARCÃO, Isabel ............................................................................................... 140- O ENSINO BA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: EDUCAÇÃO NA ERA DA INSEGURANÇA. HARGREVES, Andy .......................... 142
  4. 4. SI N E SI NP PE EM PE E EE SI N NP SI IN PE EM IN PE NP SI S PE S N SIM EM SI N N SI EM PE EM SI PE EM N PE EM EM N PE SI N PE EM PE EM EM SI N SI N PE EM N PE PE SI SI N PE SI N PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS SI SI N EM EM EM N SI PE EM SI PE PEM N PE EM EM EM SI N SI N SI N PE PE EM EM SI PE EM N PE PE SI N SI N PE SI N EM EM N SI SI N EM NP PE EM SI PE PE SI N PE EM EM EM SI N SI N SI N EM ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA PE M PE SI PE EM PE EE N EM SI N E SI N M P SI IN P E M PE N S N zação e a integração entre indivíduosEcom diferen-PE N M BRASIL. Ministério da Educação. SEESP. SI SI PE SI N EE M M educacional especializado: tes condições físicas, mentais e sensoriais. IN N SI N P M Atendimento EE EE EM S SI SI EE NP deficiência física. Brasília: MEC/Seesp, 2007PEM NP 2 -EEM Direito à independência: todos os espa- EM EM NP SI EE SI N EM PE SI NP (p. I105 a 108). Disponível em SI NP ços físicos – pátios, salas, etc... e seus componen- PE PE EE M SI N M S M SI IN rampas, Pcarteiras etc. – devemN SI http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ tes – brinquedos, E EE S N M PE EM SI atividades de forma in- PE E SI N EM NP PE aee_df.pdf EM permitir o desempenho de M EM PE SI IN EE E dependente por todos os usuários. Na impossibili- PE EM M SI N IN S NP P E EM IN PE EE E M S S I dade, S o INindivíduo tem direito aS um acompanhante. INP P SI N EM PE Com base nos princípios do Desenho Univer- (Ibid, pág. 158) SIN S N EM PE toda escola deve promo- SI sal e da Lei nº 10.098/00, EM IN PE M EM 3 - Direito à tecnologia assistiva: todos os EM M PE S ver ambiente acessível, eliminando as barreiras ar- SI N PE E PE M PE E M M quitetônicas e adequando os espaços queNatendam SINalunos portadores de Snecessidades especiaisEEtêm S IN EE IN PE P M E EM S I P IN EE PE M IN direito à utilizaçãoM equipamentos, instrumentos, NP de S INN M PE à diversidade humana. O Decreto nº 5.296/04, tam- EE M S S I bém S IN EE estabelece normas Pgerais e critérios básicos recursos e material técnico-pedagógico, adaptados S M EE EE M N P S IN EE N P M N P EE necessários para o M SI para a promoção da acessibilidade das pessoas de uso individual ou coletivo, NP SI EE SI NP EE EM EM com deficiência ouM com mobilidade SI reduzida e esti- INP desempenho das atividades escolares. SI INP Incluem-se PE EM P E E M S S SI N PE EM E pulaIN prazo NP 30 meses (junho dePEE EM nesta categoria as salas de recurso, computadores SINPE S um I de EMtornem acessíveis. EM 2007), para PE EM que os lugares públicos PseS E SI N E com Iprogramas PE N especiais, material emEM EM braile, etc N responsabilidade dosP Mi- (Ibid, pag. 159)IN S PE E EM A fiscalização é Sda I N S P EM M PE nistériosEEPúblicos Estaduais. EEM SI N SI e segurança: “Todos IN PE N P EM 4 - Direito ao conforto S SI N SI IN haver uma participação efetivaMde alunos NPE os ambientes e equipamentos M M NP EE M devem possibilitar Para S E SI E EM PE nas atividades escolares, faz-seI seu uso Pe a realização de atividades com conforto PE PE S IN EE M EEM com deficiência M SI N IN S NP NP EM IN EEnecessário um ambiente adequado,S com acessibili-EM M e segurança, de acordo com as necessidades es-S SI SI PE NP PE E peciais de cada indivíduo. O desenhoI deve minimi- M N SI dade arquitetônica.SINM M PE EE M S EM E E IN P EM ambiente SIN zar o cansaço, reduzirEo esforço físico, evitar PE E riscos EM É Epreciso analisar as condições do S P PE P M SI N M SI N à saúdePe acidentes E SI Ndos usuários.” (Ibid, pág. 160) E SI N PEEM numa parceriaEentre profissionais da educação e N E IN PE EEM M 5 SI- Direito à informação P IN espacial: deve estar S profissionais da arquitetura e engenharia, dentro N EE S M SI EM NP EM prevista a possibilidade de acesso Eà informação EM EE de uma perspectivaPE SI ampla de inclusão, atenden- NP M PE P EM N P M IN do asEEespecificidades oriundas de cada SItipo de PEespacial necessária para a compreensão, orienta- E SIN E EM IN PE EM SI P S EM de comunicação,SIN ção e uso dos espaços. NP S SI N PE dificuldade: motora, sensorial, N EM SI IN SI PE M Os princípios do Desenho Universal permitem S EE EM cognitiva ouEEM múltipla. SIN PE N NP PE EM E EM NP Para IDischinger e Machado (2006, p...),Eaces- SI EM a compreensão de conceitos de acessibilidade re- SI EE M SIN PE EM NP sibilidade depende M S P E das condições ambientais de MlacionadosIN espaço físico. AssimI sendo, para ir IN P ao S N PE PE S I E M S S N IN acesso à informação, das PEE M NP possibilidades de loco- EE além da exigência das normas técnicas e atender EM SI S EE SI de atividades que permitam aosP às necessidades PE alunos EEM diferentes tipos M N N de comM NP moção e de uso SI EM SI EM N E SI indivíduosEM participar da sociedadeE e estabelecer P de deficiência, éI imprescindível o estudo detalha- E PE S NP EE M P N N SI N E M relaçõesPcom as demais pessoas. Ainda para Dis- EE SI EM SI do das necessidades do ambiente escolar, uma vez IN P SI EM N P PE EM Sé um direito ga- NP PE SI chinger, os projetos arquitetônicos acessíveis po- M que a acessibilidadeEarquitetônica IN S IN PE EM M SI N S EM E IN P E SI dem se valer de cinco princípios do Desenho Uni- M PE PE rantidoS por lei, absolutamente fundamental para EM IN EM N PE E M N S que as crianças e jovens com deficiência possam E PE SI versal, paraEM inclusão SIN PE E a escolar. SãoEeles: PE SI M IN sua escola e partici-P N acessar todos os espaços de EE N SI NP 1 - Direito à equidade, participação: todos os SI N EE M S M SI SI devem ser desenhados de forma a não INP de todas as atividades escolares com segu- EM par EE EM ambientes EM PE S NP e maior independência possível, de M P PE EM segregar ou excluir pessoas,M PE E promovendo a sociali- rança, conforto PEE N SI SI N EM NPE EEM S IN PE SI M acordo com suasNhabilidades e limitações. PE SI N E I N NP SI PE EM S EM SI SI EM IN PE PE EM EEM E M PE S S IN M S IN M N PE EE N EE E NP PE SI P PE SI INP 4 SI SI N M APOSTILAEEPEDAGÓGICA –IN CONCURSO 2012 – SINPEEM S M N P EM S EE SI EM N PE NP EM PE SI IN SI M PE EM SI N S E M E SI N PE M PE PE IN EM
  5. 5. SI EM PE SI N EM EM IN SI PE EM PE PE S EM EM SI N PE SI N SI N EM PE PE N PE EM SI N N SI EM N PE SI EM INCLUSÃO ESCOLAR DE M PE SI N EE M EM PE N SI EM PE SI NP PE N SI N ALUNOS CEGOS NEEMBAIXA VISÃO EE EM SI N SI PE EM NP PE SI EM PE SI IN EM EM E SI N S PE EM M PE NP SI EM SI NPE E EM EE BRASIL.IN SI M E M M PE P S Ministério da Educação. EE 1. Quando Efalta a visão E N NP SI N EM P PE SI SI SEESP. Atendimento educacional especializado: M EM NP PE IN IN EM deficiência SI EE visual. Brasília: MEC/Seesp, SIN A criança que enxerga bem estabelece NPE PE S S uma EE P N EM EM EM IN S2007 (p. 13 a SI 27). Disponível em: comunicação visual com o mundoPE M SI os NP E PE EM EM PE E N exterior desde SI NP PE IN http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ primeiros meses Ide vida. Acompanha movimentos EM PE SI S EM EM N PE SI N N EM PE PE SI aee_dv.pdf das pessoas e dos objetosMsem sair do Elugar. A vi-EM IN S P N SI N S E são integra os outros sentidos, permiteI associar som N PE EM SI EM PE S IN PE EM EM E IN S IN M M PE EM INP PE e imagem, imitar umS gesto ouEM comportamento e EM S S N EEEm um mundo repleto Ide símbolos gráfico, le-N explorarSo mundo. EE N PE I E EM PE S IN NP NP tras e números, que privilegia a visualização - inclu- SI EM A cegueira Eé uma alteração graveNou total de S NP PE SI SI EE M P SI I sive na escola - não éEM E conveniente negligenciar ou uma ou mais SIN funções elementaresSda visão que M NP das M EM EE EM M NP E ignorar Eas necessidades decorrentes de limitações SI PE P M afeta de modo irremediável a capacidade de perce- EE PE EM PE E SI IN P É preciso rever preconceitos e atitudes, co- ber cor, EM SIN P EM N PE SI N visuais. SI N S M tamanho, distância, forma, posiçãoSIou mo- IN PE SI N M nhecendo e reconhecendo as diferenças como as- EE vimento. Pode ser:SPE IN PE E M M NP N SI - congênita – quando ocorre desde o nasci-M S M pectos positivos. Cabe Eà escola PEE E criar, descobrir e SI M EM EE EE reinventarN estratégias e atividades pedagógicas mento SI NP EE EM PE P I S IN EM M P E N NP S IN S EE S IN P SI em decorrência SI S adequadas às necessidades gerais e específicas NP EM PE - adventícia ouIN S adquirida – EM P EM dosEalunos, visando sua inclusão. E M S IN SI de causas orgânicas ou acidentais EM PEM E M EM N NP SI Para ajudar o educador, este documento abor- PE PE E Também pode-se observar a surdocegueira,SI M PE N SI IN M M N EE PE IN da os conteúdos: baixa visão; alfabetização e EE S EE apren- SI NP quando se associa à perda da audição ou a outras SI N S EM dizagem de pessoas cegas e com baixa visão e uso deficiências.I NP NP S EM NP PE EM M SI SI EM PE SI N de NP E EE recursos didáticos para sua educação. EM Às M M PE N SI I INP olhar daEEM M PE E vezes a perda da visão ocasiona a Iextirpa- M EE E globo ocular e a consequente necessidade E P S IN S S Um rápido E N S P professoraE sobre sua SI P sala ção NP do SI N PE IN de aula é suficiente para lhe trazer vários dados. A IN de SIuso de próteses oculares. Se a Efalta da visão M EM IN EM M S S M EE P S SI N PE observação da posição dos móveis, do comportamen- EMafetar apenas um dos Polhos (visão monocular), o EE EE M N IN SI N EM to dosPalunos, dos professores, já lhe traz um contro-PE outro assumirá as funções visuais sem causar trans- N M NP EE SI S EM SI N PE P EE NP SI de forma tornosSIsignificativos no que diz respeito aoE uso sa- EEM IN P le visual. O sistema visualNdetecta e integra SI S EM EM N SI Minstantânea e imediata mais de 80% dos estímulos tisfatório e eficiente da visão. PE PE SI NP E EM N I N SI PE no ambiente. Se aEM EM professora NPE entrasse na Emesma EM SI EM Os sentidos têm as Smesmas características e PE IN sala com os olhos Evendados não conseguiria locali- NPE I P EM M EM S S IN P S SIN I potencialidades paraMtodas as Ipessoas. OPEE E M N PE desen- PE N S E N zar os móveis eI portas, ficaria aturdida com o voze- S volvimento aguçado da audição, do tato, do olfato e SI PE PE S N M N N SI rio, com dificuldade para Ese deslocar. QuandoEM EM E M falta SI SI do paladar é resultante da ativação contínua des- PEluz elétrica,M NP EE M IN PE E ficamos também desorientados. PE SI NP ses sentidos por força da Enecessidade. Cada pes- PE M EM N S N S I M IN é bem EE desenvolve processos particulares de codifica- M N EE PE SI Mas a privação real e definitiva da visão SI S P soa EE SI NP IN M EM diferente da perturbação artificial e momentânea. Os IN ção queIformam imagens mentais. A habilidade para EM NP SI S EE M PE EM M S S M E alunos cegosNe com baixa visão nãoEE EE SI PE são diferentes M compreender, interpretar e assimilar a EinformaçãoINP EE M M SI N NP NPdos demais nos desejos, curiosidades, motivações, será ampliadaIN acordo com a pluralidade das ex- E EM P de EE PE S SI SI PE PE S NP IN necessidades, convívio e recreação. DevemNser tra- IN EM SI periências e vivências. SI S EM EE M PE tados como qualquer EM educando no que se refere S O sistema háptico é o tato ativo, constituído M PE por INP EM SI N PE EM E NPE IN PE aos direitos, deveres e disciplina. Porém, em um am- EE M M PE EM componentes cutâneos e sinestésicos, através dos S EE M SI S N P E IN PE SI biente carregado de estímulos visuais, são coloca- SI N PE S N quais impressões, sensações e vibrações detecta- SI NP M M EM M E dos em situação de desvantagem. Necessitam IN de das pelo indivíduo são interpretadasPpelo cérebroEe SI EE E S P E S M P S PE EM IN um ambiente estimulador, deEmediadores e condi- PEEconstituemMfontes valiosas de informação. AsIN M M SI N S pes- SI N PE PE M N soas surdocegas seEE EE M ções favoráveis à exploração de seu EreferencialI IN IN E S NP P comunicam pelo tadoma, uma PEEM S S P SI SI N EM M perceptivo particular. M SI N comunicação tátil que permite entenderE a fala deSIN E PE EE M M NP P EM E PE E uma pessoa, ao perceberI as vibrações e os movi- M S SIN SI N PE PE M IN PE E EE M EM IN S IN P EE S IN P M PE EM S IN S IN EE EM IN PEEM M S M S NP PE S SI N M EE EE M SI SIN E P E NP PE APOSTILA PEDAGÓGICAN – CONCURSO EEM EE M SI PE 2012 – ESINPEEM EM 5 IN SI P IN P E M M PE EM EE S IN S IN P EE IN PE M S S SI N P S SI N NP E EM SI N SI M PE M PE EEM M

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