2011                     Instituto Politécnico de Santarém                Escola Superior de Educação de Santarém       Me...
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Mtp projecto rsnes-convertido

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  1. 1. 2011 Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Educação de Santarém Mestrado em Educação e Comunicação Multimédia – 1º Ano Metodologia de Projeto Tecnológico Proposta de Intervenção Pedagógica Redes Sociais: Navegar em segurança O presente documento pretende ser uma proposta de implementação de um projeto que apoia jovens, professores e encarregados de educação no sentido de se defenderem contra os perigos da utilização da rede/Internet. Enquadra-se na unidade curricular de MPT da Escola Superior de Educação de Santarém. David Pereira Maria Valadares 1-03-2011
  2. 2. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 1. Identificação do ProjetoA escola como organização social que reflete a natureza da sociedade em que estáinserida. As funções que nela são desempenhadas estão relacionadas com as respetivasfinalidades da escola; ou seja a educação dos alunos.No documento “Um tesouro a descobrir” da Comissão da UNESCO, datado de 1996 lê-se “parapoder responder ao que lhe é solicitado, a educação deve organizar-se em redor de quatrotipos de aprendizagens fundamentais: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender aviver em comum e aprender a ser.” *1+ São estes os “quatro pilares da educação” e todos elesdevem ser objeto de igual atenção por parte do ensino estruturado, de modo a que aeducação seja uma experiência global.Título: Redes Sociais: Navegar em SegurançaÁrea científica: Educação e Comunicação MultimédiaPalavras-chave: Segurança e perigos na internet, crianças nas Redes Sociais, Facebook; Internet security; Dangers; Young people; FacebookData de início: 1 de março de 2011 (1 de março a 13 de junho) 2. Instituições ParticipantesInstituição/ Participantes: Comunidade Educativa das escolas envolvidas (pais, professores., alunos) Escola Superior de Educação do IPS – MECMPropõem-se dar início a este projeto, sob a coordenação da professora de Metodologia deTrabalho Tecnológico: Maria Potes Barbas e supervisão da etutora Ana Loureiro, osprofessores/mestrandos:-David Alexandre Januário Pereira, licenciado em ensino na variante da Matemática eCiências da Natureza – 2º ciclo pela Escola Superior de Educação de Santarém, concluídaem 13 de junho de 2001. Atualmente a lecionar no 2º ciclo, na EB 2, 3 Dr. AnastácioGonçalves em Alcanena, como professor contratado e diretor de turma do 6ºD.-Mestrando do Curso ECM a frequentar o 1º ano na Escola Superior de Educação deSantarém.-Maria Aurélia Rosália da Costa Valadares, licenciada em ensino na variante daMatemática e das Ciências da Natureza pela Escola Superior de Educação de Lisboa, 2
  3. 3. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011concluída em 24 de junho de 1996.Atualmente a lecionar o 2º ciclo na Escola E.B. 2/3 de Vialonga.-Mestranda do Curso ECM a frequentar o 1º ano na Escola Superior de Educação deSantarém.3.1 Componente CientíficaEste projeto enquadra-se na unidade curricular de MPT da Escola Superior de Educação deSantarém.Tem como principais objetivos:- Averiguar como podemos proteger crianças e jovens na rede/Internet;- Alertar os pais;- Sensibilizar para os perigos da internet através de formações nas escolas;- Fornecer alternativas de redes cuja utilização é apropriada à faixa etária das crianças;- Prevenir situações de pedofilia, raptos, assaltos.O Plano Tecnológico implementado pelo governo nos últimos anos permitiu um aumentoconsiderável da utilização da internet por parte da população portuguesa. No entantoassociado a este aumento da utilização da internet têm surgido muitas situações deinsegurança, maioritariamente por desconhecimento. Neste ponto, as crianças são as maisdesprotegidas e as mais vulneráveis. Como diretores de turma, constatamos que mais demetade dos alunos têm perfis falsos no Facebook, pois a sua idade não permite a suautilização. Verificámos que partilham muitas informações que as podem colocar emperigo, como por exemplo os seus dados pessoais e fotografias. O nosso projeto pretendedar resposta a este problema, procurando também ir ao encontro de alguns objetivos daAgenda Digital 2015 [2] nomeadamente os que se relacionam com a Educação deExcelência: "Disponibilização de espaços pessoais (...) para alunos, docentes eencarregados de educação" e "Disponibilização online de conteúdos educativos em todasas áreas disciplinares (...)."This project fits into the course of MTP, School of Education at Santarém.Its main objetives are:- Investigate how we can protect children and young people on the network / Internet;- Alert parents;- Raising awareness of the dangers of the Internet through training in schools;- Provide alternative networks whose use is appropriate for the age group of children;- To prevent situations of child abuse, abductions, assaults.The Technology Plan implemented by the government in recent years has enabled aconsiderable increase in Internet usage by the population. However associated with thisincreased Internet usage have been many situations of insecurity, largely through ignorance.At this point, children are the most unprotected and vulnerable. As directors of the class,found that more than half of students have fake profiles on Facebook, as your age does notallow its use. We found that many share information that may jeopardize such as personal 3
  4. 4. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011data and photographs. Our project aims to tackle this problem, trying also to meet someobjetives of the Digital Agenda 2015 [2] in particular those relating to Education Excellence:"To make (...) personal spaces for students, teachers and carers "and" Available onlineeducational content”. 3.2. Descrição Técnica:Os intervenientes na dinamização do projeto são mestrandos de Educação e ComunicaçãoMultimédia, para além de docentes na área da Matemática e C.N. e que estãointeressados em sensibilizar toda a comunidade educativa para os perigos da utilização darede.Atualmente serão poucas as casas portuguesas que não tenham um PC ligado à Internet. Oprograma e-escolas facilitou este processo tal como vem referenciado no site da Microsoft“A Microsoft associou-se ao Programa e-Iniciativas no quadro do seu compromisso deapoio ao Governo no grande desígnio de inclusão e massificação da Sociedade deInformação. Através dos Programas e-escola, e-professor e e-oportunidades mais de 600mil alunos, professores e formandos incluídos nas Novas Oportunidades terão acesso, emcondições excecionais a um computador portátil com acesso Banda Larga”*3+. As redessociais tornaram-se parte do nosso quotidiano e, diariamente, surgem notíciasrelacionadas com este fenómeno. Sabemos que as crianças, recorrendo a perfis falsos,estão no Facebook ou outras redes sociais como o MSN, só para referir outro exemplo. Aolongo da nossa vida de professor e mais nos últimos anos, temos acompanhado muitosalunos, em diferentes turmas e contextos escolares diversos, tendo usado estasplataformas como forma de aproximação e de contacto com os alunos pois sabíamos queos mesmos lá se encontravam. O que fazer para contornar esta situação? Como educar ascrianças para a utilização segura deste meio de comunicação alertando-as para os perigosque podem encontrar?O propósito deste trabalho é o de fazer uma pesquisa sobre algumas redes sociais maisdiretamente vocacionadas para as crianças, nas quais estas possam interagir emsegurança. Para tal, pretendemos fazer junto das escolas algumas ações de sensibilização eatividades lúdico-educativas que abranjam não só os jovens, como também os professorese encarregados de educação.As ferramentas necessárias para a concretização deste projeto passam pelo acesso acomputadores com ligação à Internet. A criação de um blog com informação detalhada,bem como a criação de grupos no Facebook.Como necessidade premente necessitamos da colaboração das Direções das escolas paradivulgação do projeto e respetiva implementação. 4
  5. 5. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 3.3. Revisão da literatura:A sociedade moderna de hoje caracteriza-se pela sua dependência tecnológica, segundoCastells “fala da nova ordem económica e social, cujo centro das transformações está narevolução tecnológica concentrada nas tecnologias da informação e comunicações”*4+.Sãovários os serviços comerciais e diferentes fornecedores de Serviços de Internet (InternetService Provider - ISP), por vezes gratuitos, que nos permitem e facilitam estar “em linha”ou conectados.Para captarem a atenção e preferência dos seus clientes, estes serviços oferecem sempregarantias de segurança e inigualáveis experiências de comunicação. Contudo, parece-nosdifícil estas empresas fornecerem e assegurarem a privacidade e segurança na Internetdos seus clientes, ou dos comportamentos adequados destes nesse contexto. Por outrolado, também não existe por parte do governo forma de controlar o comportamento dosseus cidadãos numa correta utilização destes serviços.“A Internet é uma vasta rede global que não é gerida por nenhum governo ou empresa.Qualquer pessoa no mundo - empresa, governo, organização, indivíduo - pode livrementepublicar materiais na Internet. Um ISP liga-nos a estes locais, mas tem muita dificuldadeem controlar o que neles existe.” *5+A utilização da internet tem aspetos positivos mas pode compreender riscos,principalmente para as crianças e os jovens. Estas podem ser alvo de crimes e explorações.No jornal Ionline, publicado a 19 de abril de 2011, a jornalista Sílvia Caneco afirmou: ” Umquarto das crianças está nas redes sociais sem proteção”.Ao definirem o perfil como público ficam mais vulneráveis a práticas de assédio ealiciamento”. [6]Este artigo refere ainda que, um quinto destas crianças, fornece dados pessoais comomoradas e números de telefone.Também os responsáveis pela Agenda Digital reagiram perante o inquérito realizado pela“Eu Kids Online Portugal” para a Comissão Europeia junto de 25 mil jovens europeus, eexigiram que se tomassem medidas para que as redes sociais fossem mais seguras eprotegessem o perfil dos mais jovens.Sobre o mesmo estudo, Neelie Kroes, vice-presidente da Comissão Europeia e também responsável pela Agenda Digital para a Europa referiu: "Todas as empresas deredes sociais devem, de imediato, predefinir os perfis dos menores de modo a que fiquemacessíveis apenas para uma lista aprovada de contactos e fora do alcance dos motoresde pesquisa. As empresas que ainda não assinaram os princípios para tornar as redessociais mais seguras na UE devem fazê-lo sem demora, a fim de garantir a segurança dasnossas crianças”. [6]Neelie Kroes afirmou também que as empresas das redes sociais deveriam ser 5
  6. 6. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011responsáveis pela ocultação dos perfis dos menores uma vez que cada vez mais novas,estas crianças utilizam as redes: "muitas não tomam as precauções necessárias para seprotegerem em linha".[6]A União Europeia tem assumido um papel cada vez mais incisivo na política de regulaçãosobre as redes sociais, tendo pedido uma avaliação de todos os atuais acordos deautorregulação das empresas de redes sociais.É também interessante analisarmos os dados de um outro estudo: “Todos em (na) Rede”,publicado pela rede EUKidsonline [7] referente a um inquérito financiado pelo Programa“Safer Internet” da Comissão Europeia e realizado na primavera verão de 2010:A população alvo em estudo foram crianças e respetivos pais/EE, dos 25 países da UniãoEuropeia, com idades compreendidas entre os 9 e os 16 anos, utilizadoras da Internet.Estiveram em estudo: Riscos online *Pornografia *Contato com *Encontros *Conteúdos pessoas *Recebimento com pessoas nocivos desconhecidas de mensagens desconecidas *Abuso de *Bullying de caris sexual via Internet dados pessoais • Algumas conclusões do estudo: Usos e Atividades online 60% 93% Periodicidade Todos os dias de acesso à Uma vez por ou quase Internet semana todos os diasPortugal é um dos países em que as crianças e jovens afirmam ter utilizado excessivamente aInternet (49%- acima da média Europeia). 6
  7. 7. [Atividadesa desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 7
  8. 8. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 - 7 anos - 8 anos (Dinamarca e (Norte Europa) A média de idades de acesso Suécia); à Internet atinge os 78% em Portugal, em crianças entre 80% entre os 15 1/3 entre os 9 e e 16 anos acede 10 acede os 9 e os 16 anos. diariamente diariamente A Dinamarca e a Suécia são os países em que acedem - 78% entre os 9 crianças mais novas. e 16 anos Média de idades de Acesso (Portugal) 49% Acedem à Internet no seu quarto 33% Acedem à Internet pelo Portugal (67%)-diferença telemóvel ou outro mais acentuada do que dispositivo móvel a média europeia 8
  9. 9. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 Trabalho escolar (85% das crianças entre os 9 e 16 anos) Usam blogues Jogos (11%) (83%) Usam sites de partilha Veêm clips de vídeo de ficheiros (76%) (16%) Atividades potencialmente benéficas online Usam Webcam Trocam mensagens (31%) instantaneas (62%) Partilham imagens Publicam imagens (31%) (39%)Uma das vantagens desta utilização é o facto de a frequência facilitar a literacia digital e asegurança. 9
  10. 10. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011No entanto, em Portugal, 13% das crianças e jovens afirma já ter visto imagens sexuais emsites (uma em cada quatro declarou ter ficado incomodada com o que viu). Só 4% dos pais éque admitem que os seus filhos já as encontraram. 9 ou 10 anos 11 ou 12 anos 13 ou 14 anos 15 ou 16 anos (26%) (49%) (73%) (82%)- No caso Português, 5% dos jovens inquiridos afirmou já ter ido a encontros com pessoas queconheceu online e 16% desses continua a manter os referidos contactos (estes dados uma vezmais estão abaixo da média europeia)Popularidade das Redes Sociais É na Holanda que as redes sociais são mais Holanda Dinamarca Turquia populares. (80%) (75%) (49%) A Alemanha fica-se pelos 51% de popularidade. Lituânia Roménia Alemanha (76%) (46%) (51%) Hungria Roménia (55%) (44%) É na Hungria que se observam mais jovens com perfis Turquia 29 % têm mais de 100 públicos. (46%) contactos Em Portugal, apenas 25% dos jovens tem Portugal Perfis públicos entre os utilizadores-"qualquer um perfil público. (25%)* pessoa pode ver" *destes apenas 7% partilha morada ou nº telefone (26%) 10
  11. 11. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 • 43% Perfis • Só amigos podem ver privados Perfil • 28% parcialmente • Podem ver os "amigos dos amigos ou outras redes" privado“São as crianças dos 9 aos 12 os que menos têm preocupações de privacidade na rede: em15 dos 25 países, a percentagem de crianças dessas idades com perfis públicos é superior àdos jovens dos 13 aos 16 anos. E se mais de três quartos (78%) dos jovens dos 15 aos 16dizem saber como mudar os parâmetros de privacidade, apenas 56% dos jovens com 11 e12 anos sabem como alterar o seu perfil.A média das crianças dos 9 nove aos 12 anos que têm mais de 100 amigos na rede socialsitua-se nos 15%, mas a percentagem triplica entre as crianças húngaras: 47% afirmam termais de 100 contactos no seu perfil. A percentagem dos 13 aos 16 anos belgas,dinamarqueses, gregos, húngaros, italianos, neerlandeses, noruegueses, polacos, suecos ebritânicos com mais de 100 contactos é superior à dos jovens dos restantes países.” *7+Como já referimos, existem alguns riscos para as crianças que usam a Internet. Contudo,os jovens estão particularmente em risco uma vez que utilizam frequentemente ocomputador sem supervisão familiar e por isso é mais provável que visualizem páginas ouparticipem em conversas em linha relacionadas com atividades sexuais. Alguns dos riscossão: 11
  12. 12. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 Exposição a material inapropriado Riscos de utilização da Internet para as crianças Legal e Abuso físico financeiro– Como podem atuar os pais?Todos são unânimes em acordar que a participação e supervisionamento dos pais são desuma importância. Estar alerta, conversar com os filhos, procurar orientações comprofessores são alguns conselhos que podemos deixar. A internet tem as suaspotencialidades que podem e devem ser aproveitadas, desde que se mantenha e alertepara os perigos da sua utilização. [8] [10] 3.4. Plano de Investigação e Métodos:Segundo Fortin (1999;51) “ uma questão de investigação é uma interrogação explícitarelativa a um domínio que se deve explorar com vista a obter novas informações.” *9+Para este projeto de investigação foi formulada a seguinte questão:Como educar as nossas crianças nas redes, alertando-as também para os perigos quepodem representar?O tipo de estudo presente neste projeto de investigação é essencialmente exploratóriocom uma componente prática, uma vez que existem, de acordo com a nossa revisão 12
  13. 13. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011bibliográfica acerca do tema, conhecimentos prévios sobre o assunto.Neste projeto de investigação realizar-se-á um estudo descritivo com análise de conteúdoa qual será submetida a uma concretização efetiva em contexto sala de aula nas diferentesescolas onde os mestrandos lecionam. Para isso foi concebido um plano de formação queconduzirá a alguns seminários na sensibilização das comunidades educativas face aosriscos de utilização da internet. Serão também dinamizados um blogue e constituir-se-áum grupo fechado de alunos no facebook no sentido de se promoverem reflexões sobre astemáticas. Segundo Fortin (1999:161) um estudo descritivo “visa obter mais informações, quer sejasobre as características de uma população, quer seja sobre fenómenos em que existampoucos trabalhos de investigação.” *9+Para Fortin (1999:161) “ a investigação exploratória-descritiva consiste em descrever,nomear ou caracterizar um fenómeno, uma situação ou um acontecimento, de modo atorna-lo conhecido”. *9+Uma vez que:- O Plano Tecnológico é uma realidade, integrando a Agenda Digital 2015 a qual se propõeutilizar e potenciar as Redes de Nova Geração;-O Governo não tem legislação própria (e) nem consegue controlar as atitudes doscidadãos numa correta utilização da rede.Pensámos poder ser uma mais-valia nesta caminhada da sociedade moderna tãodependente da Tecnologia, sensibilizando e alertando as comunidades educativas em quenos inserimos para os aspetos positivos e negativos da utilização das redes sociais pelosnossos jovens.As metodologias que iremos adotar passam essencialmente pelas seguintes tarefas:- Pesquisa Bibliográfica; Elaboração da entrevista; Consulta de relatórios/registos; Recolhade dados; Pesquisa de informações noutros países; Realização de entrevista; Dinamizaçãodo Facebook (grupo restrito); Dinamização do Blogue; Realização dos Seminários/Cursosde Formação; Interpretação resultados/conclusões.Desta forma, e com as ações que pretendemos desenvolver, desejamos ser mais “umagente” na ajuda e disseminação desta temática entre os jovens.Como resultados expectáveis, esperamos apresentar um estudo cuja interpretação dosresultados nos ajude a tirar conclusões que conduzam a uma prática da utilização dasredes sempre com maior segurança e privacidade.Como apresentaremos na secção seguinte, a pesquisa bibliográfica que tomará os quatromeses de elaboração e implementação do projeto caberá aos dois elementos do grupo eas restantes tarefas serão subdivididas para uma maior rentabilização e gestão do tempo. 13
  14. 14. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 3.5. Tarefas: AV – Aurélia Valadares DP – David Pereira Tarefas AV DP Objetivos Metodologias Resultados Articulação esperados com outras tarefas Pesquisa X X *Descrever *Pesquisar nos *Recolher *Esta será aBibliográfica trabalhos diferentes meios à uma base base para a anteriores e disposição sólida de elaboração de recolher informação todo o (b-on; recaap e informação sobre que nos trabalho. Zapping) a temática permita escolhida elaborar o projeto e mostrar inovação na proposta apresentada.Elaboração e X X *Recolher algum *Elaborar uma *Recolher *Permitirá tirarrealização da (EE) (Alu feedback de entrevista a ser dados que conclusões e entrevista nos) estudantes e EE realizada a possam ser interpretar Recolha de sobre como atuam estudantes e EE uma mais- resultados dados na rede valia na apresentação de resultados e conclusões do projetoConsulta de X X *Descrever *Pesquisar nos *Recolher *Esta será arelatórios/ trabalhos diferentes meios à uma base base para a Registos/ anteriores e disposição sólida de elaboração de recolher informação todo o Estudos (b-on; recaap e informação sobre que nos trabalho. recentes Zapping) a temática permitaPesquisa de escolhida elaborar oinformações projeto e noutros mostrar países inovação nas proposta apresentada.Dinamização *Alertar e *Criar um grupo *Sensibilizar *Permitirá tirardo Facebook X promover a fechado no para uma conclusões e (grupo temática das redes facebook correta interpretar restrito) sociais e potenciais utilização das resultados perigos na sua redes sociais utilização. 14
  15. 15. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011Dinamização *Alertar e *Promover o *Sensibilizar *Permitirá tirar do Blogue X promover a diálogo e a para uma conclusões e temática das redes discussão nos correta interpretar sociais e potenciais blogues das utilização das resultados perigos na sua turmas com vista redes sociais utilização. aos objetivos pretendidos X X Participação *Alertar e *Promover o *Sensibilizar *Alertar para no concurso promover a diálogo e a para uma os perigos de de vídeo temática das redes discussão das correta utilização da Seguranet sociais e potenciais turmas com vista utilização das internet. perigos na sua aos objetivos redes sociais utilização. pretendidos através de um meio audiovisual. *Averiguar como Realização *Estruturar um *Alertar e *Permitirá tirar podemos proteger dos X X pequeno curso de sensibilizar a conclusões e crianças e jovensSeminários/C Formação em comunidade interpretar na rede/Internet; ursos de forma de educativa resultados Formação *Alertar os pais; seminário a ser realizado nas *Sensibilizar para escolas envolvidas os perigos da internet através de formações nas escolas; *Fornecer alternativas de redes cuja utilização é apropriada à faixa etária das crianças; *Prevenir situações de pedofilia, raptos, assaltos. Interpretação X X *Interpretar e tirar *Interpretar e tirar *Contribuir *Permite fazer resultados/c conclusões do conclusões sobre o para a a súmula de onclusões projeto projeto sensibilização todo o implementado que implementado da trabalho não termina com a comunidade sua apresentação escolar mas continuará ao longo da vida.4. Responsável e justificação dos recursos humanos 15
  16. 16. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 2011 Os dois mestrandos, Aurélia Valadares e David Pereira. Os recursos humanos envolvidos nesta fase do projeto são: alunos de cada uma das nossas turmas e respetivos encarregados de educação.5. Calendarização e Gestão do TrabalhoCronogramaApresenta-se um exemplo de calendarização: Tarefas Março Abril Maio Junho Pesquisa Bibliográfica X X X X Elaboração e realização da X X entrevista Recolha de dados Consulta de relatórios/ X X X X Registos/ Estudos recentes Pesquisa de informações noutros países Dinamização do Facebook X X (grupo restrito) Dinamização do Blogue X X Participação no concurso X de vídeo Seguranet Realização dos X X Seminários/Cursos de Formação Interpretação resultados/conclusões X X X X 16
  17. 17. [Atividades a desenvolver em função dos objetivos 1 de março de 20116. Referências Bibliográficas[1] Educação, um tesouro a descobrir, Porto, Ed. Asa, Cap. 4 -Publicações da Unesco, 1996[2] Agenda Digital 2015. Plano Tecnológico Portugal a Inovar. Ministério da Economia daInovação e do Desenvolvimento.[3] Programa E-Escolas da Microsoft. Acedido em 14 de maio de 2011 emhttp://www.minerva.uevora.pt/internet-segura/[4] Castells, Manuel (2000) - A SOCIEDADE EM REDE. São Paulo: Paz e Terra[5] Centro de Competência TIC da Universidade de Évora. Segurança das Crianças naInternet – Publicações. Acedido em 20 de abril de 2011 emhttp://www.minerva.uevora.pt/internet-segura/[6] Caneco, Sílvia (2011, 19 de abril) Um quarto das crianças está nas redes sociais semproteção. Acedido a 20 de abril de 2011, em http://www.ionline.pt/conteudo/118134-um-quarto-das-criancas-esta-nas-redes-sociais-sem-proteccao#enviar[7] Eu Kids Online Portugal. Os resultados completos de uma investigação Europeia.Acedido em 21 de abril de 2011, em http://www.fcsh.unl.pt/eukidsonline/[8] Miúdos Seguros na NET. Minimizar Riscos, Maximizar Benefícios. Acedido em 20 deabril de 2011, em http://miudossegurosnanet.blogs.sapo.pt/tag/redes+sociais[9] - FORTIN, Marie-Fabienne (2000) – O Processo de investigação: da conceção àrealização. 2ª Edição. Loures: Lusociência.[10] Hughes, Donna. Kids Online: Protecting Your Children in Cyberspace [Versãoelectronica] . Acedido em 20 de abril de 2011, emhttp://www.protectkids.com/kidsonline/index.htm Santarém, 1 de abril de 2011 Os professores: ____________________ (Aurélia Valadares) ___________________ (David Pereira)Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince. 17

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