Interacção Homem-Máquina<br />Introdução<br />
Definição<br />[ACM SIGCHI] Human-computerinteractionis a discipline concernedwiththe design, evaluationandimplementationo...
Áreas deconhecimento afins<br />Informática<br />Psicologia cognitiva<br />no que respeita ao conhecimento humano e aos pr...
Motivação<br />Cerca de metade do esforço de concepção e desenvolvimento é dedicado ao interface com o utilizador<br />O i...
Evolução<br />Anos 50<br />o interface faz-se directamente com o hardware<br />Anos 60 e 70<br />o interface faz-se atravé...
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />programação<br />física<...
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />7<br />
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />8<br />
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />9<br />
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />10<br />
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />11<br />
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />o primeiro<br />computad...
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />13<br />
Xerox Star<br />A investigação sobre a sua usabilidade foi extensiva<br />As aplicações não surgem ao utilizador<br />é do...
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />15<br />
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />16<br />
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />um dos<br />primeiros<br...
Ainda o Xerox Star<br />Infelizmente, comoconstatou David Liddle, responsávelpelodesenvolvimento do Xerox Star…<br />In la...
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />19<br />
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Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />25<br />
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Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />interfaces<br />multi-to...
Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />28<br />
O computador...<br />Começou por ser encarado como uma ferramenta<br />servia para aumentar a nossa capacidade de produzir...
Isto não devia ser necessário...<br />David Lamas, ULP, 2010<br />30<br />
Inovação<br />O relatórioda Academia Nacional de Ciências dos EstadosUnidos, revelouem 2003 que…<br />a evoluçãodas te...
A profissão<br />Umcandidatoaespecialistaem interacção Homem-máquinadesercapaz de:<br />Identificareresolverproblemas conc...
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Interacção Homem-Máquina (introdução)

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Apresentação de suporte às aulas da unidade curricular de Interacção Homem-Máquina da Licenciatura em Engenharia Informática da Universidade Lusófona do Porto

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Interacção Homem-Máquina (introdução)

  1. 1. Interacção Homem-Máquina<br />Introdução<br />
  2. 2. Definição<br />[ACM SIGCHI] Human-computerinteractionis a discipline concernedwiththe design, evaluationandimplementationofinteractivecomputingsystems for human use andwiththestudyof major phenomenasurroundingthem<br />Os objectivos são:<br />tornar os sistemas fáceis de aprender e de utilizar<br />contribuir para a eficiência, a eficácia, a utilidade e a segurança dos sistemas<br />David Lamas, ULP, 2010<br />2<br />
  3. 3. Áreas deconhecimento afins<br />Informática<br />Psicologia cognitiva<br />no que respeita ao conhecimento humano e aos processos mentais subjacente<br />Psicologia social e organizacional<br />explorando a influência de um indivíduo ou de um grupo nas atitudes e comportamentos de outros indivíduos ou grupo<br />Ergonomia e factores humanos<br />definindo e desenhando artefactos para diferentes ambientes que respeitem as características do Homem<br />Linguística<br />Inteligência artificial<br />na simulação de aspectos do comportamento humano inteligente<br />Filosofia, Sociologia, Antropologia,…<br />David Lamas, ULP, 2010<br />3<br />
  4. 4. Motivação<br />Cerca de metade do esforço de concepção e desenvolvimento é dedicado ao interface com o utilizador<br />O interface com o utilizador é crítica para a aceitação do sistema<br />para muitos utilizadores, o interface é o sistema<br />Acidentes acontecem por não se dar a devida atenção o interface<br />[Neuman, 1991] Lacuna num interface causa erro humano e resulta em queda de avião<br />[Leveson, 1993] Aplicação de controlo de aplicação de radiação provocou erro fatal<br />David Lamas, ULP, 2010<br />4<br />
  5. 5. Evolução<br />Anos 50<br />o interface faz-se directamente com o hardware<br />Anos 60 e 70<br />o interface faz-se através de linguagens de programação (COBOL, FORTRAN, etc...)<br />Anos 80<br />o interface faz-se dialogando com o sistema operativo (linha de comando)<br />aparecem as primeiras interfaces gráficas<br />Anos 90<br />o interface faz-se manipulando representações gráficas do sistema (a metáfora mais comum é a secretária)<br />Depois de 2000<br />o interface torna-se ubíquo (manifesta-se um pouco por todo o lado)<br />David Lamas, ULP, 2010<br />5<br />
  6. 6. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />programação<br />física<br />6<br />
  7. 7. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />7<br />
  8. 8. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />8<br />
  9. 9. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />9<br />
  10. 10. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />10<br />
  11. 11. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />11<br />
  12. 12. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />o primeiro<br />computador<br />gráfico<br />12<br />
  13. 13. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />13<br />
  14. 14. Xerox Star<br />A investigação sobre a sua usabilidade foi extensiva<br />As aplicações não surgem ao utilizador<br />é documentcentered<br />Existem teclas dedicadas para comandos genéricos<br />não existem teclas modais<br /> tais como o ALT, CTRL, OPT, etc.)<br />Uma Janela tem a forma de um ícone em grande<br />David Lamas, ULP, 2010<br />14<br />
  15. 15. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />15<br />
  16. 16. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />16<br />
  17. 17. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />um dos<br />primeiros<br />computadores <br />comerciais <br />com uma<br />interface<br />gráfica<br />17<br />
  18. 18. Ainda o Xerox Star<br />Infelizmente, comoconstatou David Liddle, responsávelpelodesenvolvimento do Xerox Star…<br />In later systems, such as the Macintosh and Windows, people did strange things with icons, such as using them to represent an application program.Theuser should never need to operate directly on programs. [...] That was not what happened, because the later designers were retrofitting the Star’s concepts over existing ideas.<br />In the Macintosh, they just missed it<br />In Windows, they were retrofitting it over DOS<br />David Lamas, ULP, 2010<br />18<br />
  19. 19. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />19<br />
  20. 20. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />20<br />
  21. 21. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />21<br />
  22. 22. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />22<br />
  23. 23. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />23<br />
  24. 24. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />24<br />
  25. 25. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />25<br />
  26. 26. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />26<br />
  27. 27. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />interfaces<br />multi-toque<br />27<br />
  28. 28. Exemplos<br />Da interacção com o hardware à manipulação directa<br />David Lamas, ULP, 2010<br />28<br />
  29. 29. O computador...<br />Começou por ser encarado como uma ferramenta<br />servia para aumentar a nossa capacidade de produzir<br />Mas agora cada vez mais se vê como um assistente<br />sem deixar de servir para aumentar, serve cada vez mais também para automatizar<br />Deve ser:<br />fácil de aprender<br />fácil de utilizar<br />intuitivo<br />produtivo<br />David Lamas, ULP, 2010<br />29<br />
  30. 30. Isto não devia ser necessário...<br />David Lamas, ULP, 2010<br />30<br />
  31. 31. Inovação<br />O relatórioda Academia Nacional de Ciências dos EstadosUnidos, revelouem 2003 que…<br />a evoluçãodas tecnologias de informaçãotelecomunicaçõesdesde a invençãoemlaboratórios, até se tornaremindústrias de biliões de dólares, demoraemmédia 20 anos<br />istosignificaque as tecnologiasquenosirãoafectarsignificativamentenospróximos 10 anosjácáandamháumadécada<br />importa, portanto, éaprender a descobri-las!<br />Tintaelectrónica<br />Smartboards<br />David Lamas, ULP, 2010<br />31<br />
  32. 32. A profissão<br />Umcandidatoaespecialistaem interacção Homem-máquinadesercapaz de:<br />Identificareresolverproblemas conceptuais<br />Descrevereapresentar conceitos,sendocapazdeexplicardeformasustentadaporque sãoadequadasassoluções apresentadas<br />Compreenderaspessoasparaasquaisseestáa trabalhar<br />Se exceder sistemáticamente,tantona concepçãodealto nível,comona identificaçãoedescriçãodosdetalhes<br />David Lamas, ULP, 2010<br />32<br />
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