Oficinas de escrita

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Compilação dos trabalhos dos alunos.

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Oficinas de escrita

  1. 1. Oficinas de escrita Meus amigos, hoje é o meu dia de sorte. O meu dono, pela primeira vez na vida, decidiu pôrde parte os outros sapatos muito requintados e chiques e calçou-me. Eu estava tão emocionada no pé do meu dono que desatei a chorar; este, pensando que asmeias estavam suadas, foi calçar outras, que ficaram irritadíssimas comigo… A minha sorte acabou cedo, descobri que o meu dono apenas me tirou da prateleira paranão sujar os outros sapatos. Porque é que eu digo isto? Porque ele levou-me para um pântanocheio de lama e terra. As folhas das árvores riam-se de mim, os botins de um Homem musculado atiravam-memais lama, parecia um pesadelo. Como se não bastasse, para piorar o meu dia, o descuidado do meu dono estava a apanharpinhas, quando por azar, ele pôs os pés onde não devia, já deves ter adivinhado o que elepisou, foi bosta de cão. Aquela porcaria ficou agarrada à minha sola, mas eu conti-me; já o meu dono, deu umpontapé numa árvore, e eu é que sofri, a minha biqueira ficou rasgada. Porque é que ele nãodeu um murro? Tinha de ser comigo, já não bastava a bosta de cão, agora a biqueira rasgada. Finalmente cheguei a casa, que pesadelo, o que me valeu foi a D. Alcinda que me limpou,cozeu e pôs no estendal. Que mulher tão carinhosa!João Guilherme Duarte Marques nº12 7ºE
  2. 2. Mãe, mãe! Estou com sono. Vou para a cama. Até amanhã.Eram 7:30 e acordei. Como é normal fui ao espelho para ver como estava. Quando lá cheguei, para meuespanto, não me vi. Procurei, procurei mas não me encontrei. Eu não a vi mas imaginei como estava aminha cara. Sentia-me assustado e sobretudo confuso. Até que depois de muito procurar, encontreiuma coisa no espelho. No chão estava uma mosca. Eu sentia-me a movimentar e à medida que o fazia amosca mexia-se na mesma direcção que eu. Então saltei e fiz um movimento de voo. Para meu espantonão sentia as patas no chão e também me sentia estranhamente mais leve. Pouco tempo depois entreino meu consciente e descobri que era uma mosca. Ao mesmo tempo deparei-me com muitossentimentos. De espanto e de medo, por estar naquele estado, mas também de uma certa felicidade. Naverdade podia voar, entrar pelas casas e sair quando quisesse.A primeira coisa que me passou pela cabeça foi sair de casa, ir procurar coisas e libertar-me. E foi issoque fiz.-Eia! Como é maravilhoso, conseguir voar.Era a melhor sensação do mundo. Sentia que podia fazer tudo o que me apetecesse, que eraindependente e que ninguém mandava em mim.A primeira coisa que fiz foi ir à escola. Vi o pessoal todo na sala de aula a ter aulas e eu cá fora, emliberdade sem ter que fazer rigorosamente NADA.A seguir deu-me uma vontade enorme de ouvir música. Como não tinha força para ligar o Ipod refugiei-me num carro onde estava a tocar a minha música favorita. Depois de muito ouvir o carro parou.-Onde estou?Depois vi um edifício gigante onde dizia com letras coloridas, Centro Comercial. Fui lá dentro, poisestava longe de Tondela e não tinha nada para fazer. Passei por muitas lojas, até que cheguei à minhapreferida- Eia! O casaco que eu queria a metade do preço. Quem me dera ter ali a minha carteira e podercomprá-lo.Posteriormente, deu-me uma grande vontade de comer. Apetecia-me um Big Mac…mas depois é queme lembrei que não podia comer. Não tinha dinheiro. Tive que comer restos de outra pessoa. Aíapercebi-me que era melhor ser humano do que mosca. Decidi ir-me embora. Voltei para casa e penseique se adormecesse outra vez iria acordar no dia seguinte como humano novamente.No dia seguinte acordei e fui-me ver ao espelho.-YES! Já sou humano outra vez!Apercebi-me que é muito melhor ser humano do que outro animal qualquer. Podemos aprender, rir,saltar, apaixonar, aprender, brincar e muito mais…Afonso Almeida Luís Nº1 7ºB
  3. 3. O meu dia começa e já estou a levar o meu dono onde ele quer. A primeira vez que sinto magia ao longo de todo o dia é quando as mãos do artista mepegam; e o artista é toda a gente, dos 0 aos 90. Ando às voltas e reviravoltas à vontade deleescorregando suavemente, riscando tudo aquilo que pode ser riscado e fico mais pequeno, maispequeno, mais pequeno e mais pequeno... Aliás, sou a única coisa que nasce grande e morrepequeno, embora também muito gasto porque a minha profissão é muito desgastante. Eu, e toda a minha (boa) gente vive num turbilhão de ideias, que são registadas,apagadas, repensadas, complementadas... mas tocam o coração de alguém especial. Nãointeressa quem és ou como és, vais ser tocado por algo que eu fiz. Vou-te fazer chorar, rir oususpirar... Faço cartas de amor que foram enviadas, que não foram enviadas, que foram lidas eque foram vividas a dois ou sozinhas num canto. Faço poemas foleiros, apreciados, folheados ou apenas lidas na diagonal, mas tambémfiz aqueles que não foram lidos e encalharam na memória de alguém. Escrevo e descrevo oceanos e rios, pessoas e amigos, grupos e raças, graçolas elamentos; mas eu nunca me vou lamentar porque, pura e simplesmente, sou o intermediário deideias e sentimentos e esta é uma profissão muito nobre. E pinto, pinto nas mãos de um menino de dois anos que rabisca os sentimentos pelamãe ou pela Maria João, embora de uma maneira que nunca ninguém vai perceber, apenas eusei todas as linguagens e códigos. E pinto nas mãos gastas e nobres de um pintor, que não se serve só da cor e estatela nasua tela as mágoas e risos de uma vida, de uma época partida que ele não gosta só de pintar, masde lembrar. E pinto nas nãos de um miúdo que persegue os seus sonhos, mas como não os podeviver, pinta-os para os imaginar muito mais vividamente. E retrato a nossa realidade, ou a realidade do próximo, retrato a bela senhora queguarda o seu bebé, ou que faz o jantar para o seu banal mas perfeito marido, retrato ospormenores de uma vida solitária ou de duas cruzadas por um grande amor, enfim... E escrevo, e pinto e retrato, mas o que ganho é uma vida ingrata, roído na bocanervosa dele, partido nas mãos fortes dele ou esquecido na gaveta de todos. Gustavo Marques nº13 8ºA
  4. 4. Troco rosa-choque por rosa-colisão. Contacto:932765765652357153467546234751756 Sr. Embate Troco um facto por um fato janota. Contacto: 62 sou-português-e-não-brasileiro7758395 Sr. Brasilês Trespasso espaço novo na baixa do Bairro Alto. Contacto: istoandatudoaocontrario@hotmail.com Sr. Eu Sei Que O Bairro Alto Não Tem BaixaGustavo Marques nº13 8ºA
  5. 5. Já comecei a minha viagem, o meu ciclo, digamos assim, de momento estão a usar-mepara o banho. E lá vou eu pelo ralo da banheira… aqui vou eu!De volta ao rio para voltar a fazer o meu ciclo. Oh não! Um poço agora, vou regar umcampo, um prado ou uma cultura de amendoins!Olha, afinal não reguei nenhum campo, nem um prado nem mesmo uma cultura deamendoins, fui regar uma cerejeira. Que bom! Adoro cerejas! Ainda bem que fui pararàquele poço para agora alimentar a cerejeira para que se amanhã voltar ao meu corpopoder comê-las!Que pena agora vou evaporar mas assim continuarei a ajudar as pessoas.Amanhã ninguém sabe o que vou ser (eu pelo menos não sei) mas sei que para o sabersó faltam 7 horas.Ricardo Santos, nº. 19 – 7º. D
  6. 6. Marcos Viegas - A minha avó é um espectáculo. Normalmente, temos a ideia de que as avozinhas sãoqueridas e estão sempre acamadas, mas esta avó é especial. Esta avó faz altas corridas de snowboard evai à caça de lobos.João Marques - Não faz só snowboard. Faz também acrobacias de circo, salta de prédios e faz Parkour ,anda de skate, de bmx e o mais incrível é que nunca foi ao hospital. Nunca partiu uma anca, um osso ouaté mesmo a cabeça. Pratica wrestling e ninguém lhe ganha. Vai ao ginásio e tem altos músculos. A suaalcunha era radical pois era conhecida no mundo e participava em todos os torneios e ganhava. Temumas 1000 taças em sua casa.Beatriz Barros - Esta avó era o tipo de avó que todos queriam. Levava-me a parques radicais do mundointeiro, e ai de alguém que se pusesse na sua frente. Para mim, era um sonho de avó. Mas um sonho deavó super radical. Quando chegava a hora de dormir, ela deitava-se numa cama de espinhos paraendireitar a coluna, e, no dia seguinte, ainda fazia mais coisas radicais.Joana Santos - Mas certo dia tudo mudou! Como era habitual, a avó, de manhãzinha, foi praticarParkour, mas caiu e ficou ali deitadinha no chão. Chegaram algumas pessoas e chamaram umaambulância. Na ambulância, o médico fez-lhe alguns exames e não ficou nada contente com o que viu!Filipa Carvalho - Apenas partiu uma rótula e um dedo da mão. Nesse mesmo dia voltou aos seus hábitosde wrestling e andar de bicicleta. Era a minha avó, era especial e radical.Trabalho dos alunos do 7ºB: Marcos Viegas, João Marques, Beatriz Barros, Joana Santos, Filipa Carvalho
  7. 7. Beatriz Barros - Era uma vez um rapaz que tinha medo de tudo. Ele era baixo, franzino e tinhacabelos loiros. Era rapaz extremamente medroso e qualquer coisa que lhe fosse estranha, eraconsiderada um perigo para ele. Este rapaz chamava-se Rui. O Rui tinha medo de sair à rua,pois o perigo andava sempre à espreita, e quando ficava em casa sozinho, trancava-se noquarto com as janelas fechadas e as luzes acesas.Filipa Carvalho - Seria medo ou vergonha? Não sabemos, mas quando estava com um amigo,sentia-se diferente. O seu medo desaparecia como que por magia. Era um momento únicopara ele.Joana Santos - Tudo parecia diferente, até o simples acto de sair à rua era diferente, o mundoparecia mais colorido, aquela escuridão desaparecia. Era pena ser só por momentos. Certo dia,tudo mudou…Marcos Viegas – Como por magia…um dia acordou cheio de energia. Sentiu-se como sequisesse mudar o mundo. Levantou-se, vestiu roupas radicais e foi ao cabeleireiro pintar ocabelo de preto. Chegou à escola e começou a distribuir socapas. Arranjou um grupo deamigos drogados e assim nasceu um novo Rui.João Marques - Sem medo, mandou os amigos embora porque eram drogados. Foi mudar ocabelo e meteu-o espetado e o Rui mudou o seu nome para Daniel. Todo radical, foi comprarum skate e pôs música Rock nos auriculares. A mãe chegou a casa, pôs o “Daniel” de castigo,mas este fugiu de casa. A partir daí, era um pobre, vivia debaixo de uma ponte e passou a termedo de formigas.O grupo é do 7ºano e da turma B
  8. 8. Acordei; eram 7:00 horas da manhã do dia 24 de Dezembro; só acordei porque tinhamuita, muita fome. A primeira coisa que fiz foi olhar-me ao espelho, pois todas as manhãsacordo numa personagem diferente, e queria saber em que me transformara hoje. Hoje acordei no papel de Pai Natal. Ora, se eu sou o Pai Natal, hoje é dia 24 deDezembro (dia de as pessoas abrirem as suas prendinhas) e eu tenho muito trabalho pela frente.Com esta confusão até me esquecera que estava com fome! Comi muitas panquecas recheadascom doce ou chocolate e bebi uma grande caneca de leite bem quentinho! A seguir a comer, fui acabar de embrulhar os presentes e pu-los todos no meu trenó.Acabada esta tarefa fui vestir as minhas renas, agasalhei-as muito bem e vesti-me com o meufato vermelho preferido. Também me agasalhei muito bem porque estava muito frio na rua eafinal o meu trenó era “descapotável”. Lavei a cara, os dentes e penteei o meu cabelo e a minhagrande barbicha. Arranquei a toda a velocidade no meu trenó e comecei e comecei a distribuir asprendinhas… Mas, tinha de me acontecer isto a mim? Não é que fiquei preso numa chaminé?!Gritei por uma das minhas renas e disse-lhe para ir à caixa dos primeiros socorros buscar ogarrafão do óleo! Ela foi e eu disse-lhe para pôr um bocadinho nas paredes da chaminé. Caí nalareira, fiquei todo enfarruscado! Mas será que as pessoas não sabem limpar as suas lareiras nodia de Natal? Deixei as prendas que tinha a deixar e quando ia a sair deparei-me com um gatoenorme à minha frente! Mordiscou-me as pernas e os pés e de repente alguma pulga ofez coçar-se! Nesse momento em que ele estava distraído, eu fugi e pensei “Mas será que estacasa está embruxada?”. Corri para o meu trenó e continuei a distribuir os presentes quefaltavam! Quando cheguei a minha casa, pensei que estar nesta personagem deve ter sido dasminhas maiores aventuras. Fui comer uma sanduíche e depois deitei-me na minha cama eadormeci num instante!Carolina Marques Brás | nº9 | 8ºA
  9. 9. Avisos: Troco camisola preta por camisola noir! Assinatura: Batman Troco uma moeda de 2 euros com cara por outra moeda de 2euros mas com coroa. Assinatura: Rainha de InglaterraCarolina Marques Brás | nº9 | 8ºA
  10. 10. Hoje disseram-me que ia participar num assado.Meteram-me dentro do forno, regada com azeite, cebolas e umas ervas muitosimpáticas a meu ver.Passados uns quarenta minutos as batatas entraram no forno, elas eram muitocuriosas, queriam saber a minha história toda e como fui parar àquele forno eu disse-lhes que tinha vindo de um aviário, onde muitas amigas parecidas comigo. A minhavida era muito feliz, davam-me milho a toda a hora, água, havia um senhor que tratavade mim. Como me iam matar, ele levou-me para casa e continuou a cuidar de mim. Atéque um dia me deu a esta senhora que me matou e pôs no forno.De repente abriram o forno e levaram-nos para a mesa e comeram-nos.Foi assim que vivi o dia de hoje.Mónica veiga 7ºE Nº17
  11. 11. Vende-se metade de um pêssego. Dá-se o caroço com bichos e seus respectivos ovos.Se estiver interessado contacte:TLM 964544588Assinado: Tó da fruta podreProcura-se assassino de chapéus. A sua descrição é: alto, muitos braços sem cabeça, os pés emforma de círculo e traz pendurado chapéus e casacos rotos.TML 965555555Assinado: Chapeleiro loucoAlugo quarto esférico. Com 18m2 de área, um candeeiro no chão e tapetes no tecto emobilado com esferovite mas sem cama.TLM960000045Assinado: Maria que não dormeMónica Veiga 7ºe Nº17
  12. 12. Hoje de manha cedo estava na garagem.Depois pegaram em mim e levaram-me aos pontapés até a entrada de uma casa.Meteram-me dentro de uma mochila, eu adormeci, acordei a levar pontapés num campo defutebol.Estive ali 20 minutos de um lado para o outro, até que me levaram para dentro de uma sala.Estive ali metida num canto durante 90 minutos, a ouvir uma senhora falar.Quando saíram da sala esqueceram-se de mim até que apareceu uma pessoa estranha e melevou.Depois, pegaram em mim e encheram-me de desenhos.A seguir pegaram num objecto cortante e deram cabo de mim. Foi o meu fim.Depois num ápice acordei outra vez na sala, e vi que tinha sido tudo um pesadelo e voltoutudo à normalidade.Pedro nº16 8B
  13. 13. Hoje acordei e apercebi-me que me tinha transformado numa folha de papel. Nascinas mãos de um chinês e mais tarde multipliquei-me por todo o mundo! Em primeiro, fui umpapiro: fui lido por um escravo da corte real a todos os cidadãos. Mais tarde fui encontrado ereciclado e fui uma página de um livro de poesia! O rapaz que me acolheu, lia todas assemanas um verso à sua amada. Mas, quando se separaram, o rapaz mandou-me pela janelafora, até partiu vidros! Mas fui encontrado novamente, e mais uma vez, reciclado. Depois, fuiuma carta: as crianças passavam a vida a brincar comigo, até quando não deviam! Querestivessem a comer, a pular, a saltar, a correr, até na casa de banho lá estava eu! Mas um dia,a mãe do meu dono fartou-se, pois ele tinha apanhado uma “cartovirose”! Nem imaginam,aquilo dá uma febre! Teve de ficar de cama o dia todo, com o bife na cabeça! Então lá fui eu,mais uma vez, ganhar uma nova vida na reciclagem. Desta vez, tornei-me numa folha de umlivro especial, de um diário ! Uma mulher foi-me comprar à livraria e a seguir deu-me à suasobrinha. A rapariga passava todos os minutos que tinha livres a escrever. Fiquei dois anoscom ela! Até parece que já sou a cabeça dela, sei tudo o que lhe aconteceu! Desde ao primeiroamor, àquela vez em que ficou tremendamente envergonhada por dar um pum na aula! Masela cresceu e mandou-me mais uma vez para a reciclagem. Desta vez, era uma simples folha depapel de linhas. Fui comprada por uma senhora e fui posta num ‘dossier’ de uma adolescente.Ela passava a vida a rasgar-me aos pedacinhos e em cada um fazia um desenho. Ela desenhabastante bem! Mas infelizmente, isto foi tudo feito em tempo de aulas, logo ela não prestavaatenção nenhuma … Mas, houve um dia em que rasgou-me e usou-me para passar bilhetinhosaos colegas … Ai, ai, aqueles bilhetes eram desde declarações de amor, até mensagens quefalavam mal das colegas! Um dia, aconteceu uma coisa que ela não esperava. A professora,que tinha fama de ser muito má, apanhou o bilhete. Lá fui eu ter á direcção, meiaamachucada. A rapariga teve direito a 2 dias de suspensão! Mas foi a professora que ficoucomigo, e enfiou-me no bolso. Mais tarde a professora tirou-me do bolso, leu-meatentamente, e soltou uma risada! Depois rasgou-me em 100 bocadinhos e meteu-me no lixo .E lá vou eu novamente, para a reciclagem …Cláudia Dinis nº8 7ºD
  14. 14. Era uma vez uma borracha, era grande e tinha duas cores, uma parte branca e a outraazul. Eu estava na prateleira de um supermercado, e sempre que alguém passava por mim eretirava alguma das borrachas que estavam à minha frente, eu ficava toda entusiasmada. Passado algum tempo chegou a minha vez. Colocaram-me no carrinho das comprase lá fui eu para casa de um menino. Quando chegámos a casa ele começou logo a preparar o seu material escolar. Alguns instantes depois a mãe do Ricardo perguntou-lhe: - Onde estás Ricardo? -Estou no quarto, mãe – respondeu ele. A mãe foi ter com o filho ao quarto e viu que ele estava a preparar o material escolare disse-lhe: - Filho, ainda falta muito tempo para começarem as tuas aulas. Passado um mês lá chegou o meu primeiro dia de trabalho; mal cheguei, comeceilogo a conhecer outras borrachas. Mas simpatizei mais com umas do que com outras. Euestava a falar com elas e, de repente, o Ricardo pegou-me e apagou uma linha comigo; umpouco de mim desapareceu, e mais outro, e mais outro até eu desaparecer. Embora tenhadurado muito tempo pareceu-me muito pouco tempo.Nuno Henrique da Silva Pais
  15. 15. AnúnciosProcuro confortáveis sapatos sem sola e cheiro forte a chulé. Até 20eurosJosé sucata 965534989Troca-se irmão por skateMarcos Gomes 969249815Vende-se computador todo partido. Funciona bem. Windows 2Oliver Fugaça 926220147Marcos Viegas Gomes Nº 14 7ºB
  16. 16. Se eu fosse uma sapatilhaNo meu primeiro diaLá vou eu todo emproadoA pensar que ser sapatilhaEra um trabalho privilegiado!Ao princípio nem foi fácilAo peso me habituarPois o meu donoEra difícil de transportar!Lá me fui habituandoNão era fácil aguentarCada dia que passavaO cheiro a aumentar!Era já muito difícilAquele cheiro suportarPois aquele meninoAs sapatilhas devia lavar!
  17. 17. Uns tempos depoisA minha sola foi romperE assim fiqueiCom dores a valer!Agora o pé deleNo sapato já não cabiaPois o miúdoA crescer se via!Fui deitado para o lixoE caminhei para a reciclagemMe fizeram de novoArrumando-me na estalagem!Fui para as montrasEra o centro das atençõesE o meu styleConquistou corações!Com licitações altíssimasToda a gente me queria terE para o dono da lojaAquilo é que foi render!
  18. 18. Fui calçado por um ricalhaçoTodos os dias me punha a lavarEra como um troféuQue não se podia estragar!Mas aquela vidaComeçava-me a chatearAté que enfimJá não me podia calçar!Refizeram-me de novoDesejei ao meu primeiro dono voltarAgora é que é vidaO meu sonho a se concretizar!Marcos Viegas Gomes nº14 7ºB
  19. 19. Procura-se russo com sotaque irlandês que tenha 1 cão e 3 pardais…Quem o encontrar diga-lhe que acabei com ele, sff.Vende-se trotineta com um cestinho de cogumelos (venenosos) e umas pedras caso volte aaparecer o lobo mau.Marta Raquel Brito Pereira 7ºD º17
  20. 20. Acordei e era o vento…No início foi complicado, estava confusa tinha medo e ninguém me ouvia. No início, gritavamas ninguém me ouvia. Sentia-me infeliz, triste e só. Depois apercebi-me da beleza que havianeste momento… podia controlar as marés, fazer com que as nuvens se fossem embora paraque entre as nuvens se visse um raio de sol, por mais pequeno que fosse, pois estávamos noinverno e pensei que se afastasse as nuvens as crianças viriam cá para fora, mas estavaenganada, o que ouvi foi uma pequena frase, uma pequena frase que me fez ficar sozinha,uma frase cruel:-Não podes ir para fora de casa porque não quero que vás lá para fora! -disse a mãe.Não posso ir simplesmente porque a mãe não quer, sem outra explicação, apenas porque não.Irritei-me e precipitei-me e comecei a soprar. Quando reparei no que estava a fazer, apercebi-me que tinha destruído milhares de coisas. Tudo… Arrefeci o ar e fiz com que todas as pessoasmorressem. Agora, sim, fiquei sozinho.Marta Raquel Brito Pereira 7ºD º17
  21. 21. Eu sou o objecto mais sortudo do mundo. Sou os óculos de sol preferidos de uma superestrela. Mas não é por acaso! Sou todo preto, mas com umas lindas chamas do diamante domelhor e mais caro que há.Estava eu a descansar, visto que não posso dormir, quando a minha caixa de repouso é abertae umas grandes mãos me pegam com delicadeza. São as mãos do meu dono! Hoje iria passar odia com ele. Não que seja novidade, ele escolhe-me quase sempre, mas só quando há sol. Arotina dos dias com a minha estrela recomeça. Começam por esguichar um líquido perfumadopara as minhas lindas lentes escuras e esfregam com um pequeno pano antiquado,cuidadosamente.Depois, colocam-me no hall de entrada da mansão do meu dono.E enquanto o dono se prepara para ir trabalhar no seu famoso filme, eu observo o dia lá fora.Estava um dia muito solarengo, hoje de certeza que o meu dono apenas me iria tirar duranteas gravações do filme (era ao ar livre).Finalmente ele chega, pega-me e coloca-me na sua face, por cima da cana do nariz.A sua limusina privada já o espera. O condutor abre-nos a porta e deixa-nos entrar.O interior da limusina é cheio de estilo. Como os vidros são fumados, o sol não entra, pelo queo meu dono tira-me e coloca-me numa pequena e leve mesa cheia de coisas dele.Entretanto, como a viagem demora tempo, ele toma o seu pequeno-almoço.Por fim chegámos. Ele coloca-me de novo e entra no estúdio de filmagens. Aí ele retira-me epõem-me na sua cabeça. Enquanto ele trabalha, o seu segurança toma conta de mim. Como jádisse sou feito com diamantes do melhor e mais caro.Por fim, ele sai do trabalho, mas como era muito tarde, e ele estava exausto, fomosdirectamente para casa. Quando chegámos ele volta a pedir para me limparem delicadamente,e depois volta a colocar-me na minha caixa de repouso…Mariana Oliveira nº16 7ºD
  22. 22. 1º Anúncio:Vende-se casa insuflável, com montagem fácil (tira-se da caixa e enche-se de arautomaticamente). Esta casa saltitante tem todas as divisões, com os seus objectos insufláveisem cada uma. Se estiver interessado contacte – nos pelo seguinte número de telefone:913618794.2º Anúncio:Aluga-se super cão, ele cozinha, ele leva os miúdos à escola, ele traz o jornal matinal e muitasoutras coisas. Ligue já 963438089.3º AnúncioEsta “menina” topo de gama, em mármore branco, com torneiras de ouro, satisfaz o prazerapós um dia de trabalho estafante. Incluindo um robô escravo que faz tudo o que desejar.Não hesite, ligue já 924839293.4º AnúncioTroco gato inválido mas amoroso por carro desportivo.Tenha pena deste fofo gato, e dê-me um bom carro.Ligue já 9122436r58.Mariana Oliveira nº16 7ºD
  23. 23. Vende-se azeite de uvasMorada: Rua do Monte Judeus de TrásQuantia: Ainda não determinadaVende-se leite de pedraMorada: Ruas das pedras mãe e pai tambémNº: pedra, pedra...Quantia: 1€ por cada 3 kgProcura-se político assaltanteMorada: n.º 13 da PacíficolandíaTelefone n.º: 123456789Vende-se carro (motor e rodas não incluídas)Em: Futura LisboaCausa: Já existem carros flutuantes que me servem paradar umas voltas sobre as estradas virtuais. O Zé dos pneus furadosProcura-se garrafas de cervejas vazias paraque os bêbados não bebam mais.Morada Cerveja CityZé da CervejaTomás HSR Marques, n.º22, 7.º E
  24. 24. “ Acordei transformado num … ”Estava a sentir as areias a escaldar da Austrália, abri os olhos e estava em plenomeio-dia. Como já não comia à algum tempo decidi ir caçar. Eu já tinha andadomais do que uma hora até que encontrei um canguru. Baixei-me e rastejei até juntodele e comecei a correr. De repente encontrei uma carrinha que tinha dois homenslá dentro, e a carrinha dizia em letras grandes:“ Salvem os cangurus “Quando me apercebi, os dois homens saíram disparados da carrinha e atiraram-separa cima de mim. Como tinha muita fome atirei com a minha cauda na cara de ume com a pata na cara do outro, mas este não cedeu e agarrou-me pelo pescoço,levantou-me e eu não consegui escapar.Levaram-me para a carrinha e puseram-me dentro de uma jaula com umtranquilizante que me pôs a dormir.Quando acordei estava numa muito maior. Nessa jaula estavam mais varanuscomo eu. Eles ajudaram-me a levantar e começaram a explicar onde estava. Elesdisseram:- Tu estás no Zoo da Austrália e este é muito fixe porque nos dão cinco refeiçõespor dia e temos um jacuzzi.E assim, fiquei para sempre no Zoo da Austrália.Tomás HSR Marques, n.º 22, 7.º E
  25. 25. Olá, eu sou a Miley Cyrus.Levantei-me, lavei os dentes, tomei banho, vesti-me e penteei-me. Cheguei àcozinha para tomar o pequeno-almoço, e, como sempre, o meu pai, Billy RayCyrus, tinha-me preparado leite com Ovomaltine. No fim, fui para o carro econduzi até aos estúdios, pois estou a gravar o meu videoclip. No fim de umamanhã de trabalho fui almoçar sushi com o meu amigo Jason Earles.Hoje tenho a tarde toda livre por isso vou com a minha melhor amiga Mandi àscompras.No caminho, encontro muitos fãs que me pedem fotos e autógrafos, mas nãome importo pois já estou habituada.No fim das compras vou para casa para jantar em família e arranjar-meporque tenho um concerto aqui em L.A.Vou entrar em palco e já ouço os fãs.Acabou o concerto e vou para casa.Foi um dia cansativo mas já acabou por isso vou para a cama.Ana Margarida Coelho de Almeida, nº2, 7ºC
  26. 26. Este século, no teatro "Alugue a Retrete", o espectáculo "O Quebra-Pernas",traga gesso, pois vai haver lesões e entorses!Faço trocas de órgãos, mas os primeiros clientes fazem de graça, pois aindanão temos órgãos para trocar!Ass.: Corporation DermopatéticaTroco duzentas couves por trezentos euros. Porquê, não sei, o meu marido éque me mandou anunciar.Ass.: O meu marido, Zé CouveiroTroco a minha irmã por um cêntimo, porque o cêntimo não reclama. Ana Margarida Coelho de Almeida, nº2, 7ºC
  27. 27. Era uma vez um macaco chamado Joaquim. Ao subir a uma árvore para apanharbananas caiu e magoou-se no joelho e na cabeça. Foi parar ao Hospital Santa Mariapara fazer um curativo. Quando lá chegou não havia médico, portanto, ficou sem dorde cabeça e de joelho, e deram-lhe uma vacina.Berrou tanto que causou um tsunami de 20 cm de altura e uma formiga morreu, era ofim para as formigas.Logo no dia a seguir realizou-se um funeral com muitas pessoas. A florista Rosinha deuas flores, mas estas ficaram cheias de abelhas, e as abelhas ficaram furiosas pois nãohavia néctar e começaram a picar as pessoas.As pessoas ficaram todas inchadas e não cabiam no autocarro.E a Rosinha chorava porque o cão dela não cabia no autocarro.Por isso comprou uma bicicleta com um cesto à frente para levar o cão, mas o cão eramuito pesado, de tal maneira que a bicicleta fez a Rosinha voar pelos ares. Quandochegou aos ares, a Rosinha começou a saltar nas nuvens.Diana, Filipe, Inês, Levi, Pedro - 8ºC
  28. 28. A agente Catarina estava no escritório quando recebeu uma chamada para uma missão comhonorários no valor de 120 milhões de euros. Primeiro hesitou, pois não sabia o conteúdo damissão que com este valor poderia ser muito arriscada.A missão era nem mais nem menos do que concorrer a um “casting” de iogurtes. Quandosoube, negou a proposta porque não era a sua profissão. No dia seguinte, ligaram-lhe aexplicar que a proposta de ontem fazia parte da missão e então a agente Catarina aceitou. Aproposta tinha servido para a testar, para ver se o fazia só por dinheiro.O informador disse que a agente Catarina tinha de estar no hotel S. José, às cinco horas emponto, na suite 357. Ela assim fez, às cinco horas estava lá presente. Quando entrou,encontrou o homem que tinha assassinado o seu pai, há já muito tempo, e que ela nunca tinhaconseguido encontrar. Foi por essa razão que se tinha tornado agente secreta. Tentoucontrolar as emoções pois não sabia que perigos correria se o matasse e arruinasse a missão.Quando chegou junto do homem que arruinou a sua vida, tentou controlar-se, foi difícil masconseguiu. Fez-se passar por uma simples civil que o queria conhecer e ele de nadadesconfiou. Começaram a encontrar-se, até que um dia Catarina decidiu fingir que gostavadele. Foram os dois para o mesmo hotel onde ela ficou a conhecer a sua missão. Quando láchegaram, Catarina já tinha tudo planeado, então foi só agir conforme o plano. Envolveram-see no dia seguinte de manhã o homem acordou algemado e logo foi levado para a prisão. Nofim de tudo isto, Catarina estava pronta para receber o seu prémio de 120 milhões de euros,mas nesse momento recusou-o e disse que não havia melhor prémio do que vingar a morte dopai.Joana, Patrícia, Vítor, Gabriel, Pedro - 8ºD
  29. 29. Era uma vez um gato que tinha as patas de trás maiores do que as da frente e andava aosziguezagues.Quando se sentava mais parecia que estava a fazer o pino.Nunca cheguei a perceber como andava; não deveria usar umas muletas ao algo assim?Bem, se calhar o gato passava a vida a estalar os joelhos das pernas da frente e por issocortaram-lhe as patas...A partir daí, a vida dele nunca mais terá sido a mesma, mas chegou o dia em que descobriuque existiam próteses para gatos. Só que quando era para ir comprá-las eram muito caras…Pensou:- Tenho de pedir ajuda aos meus amigos para comprar a "porcaria" das próteses.Mas já tinha gasto a mesada que a dona lhe tinha dado num “pâté” de Vaca Calçada, que porser calçada as suas conchas sabiam a peixe!...Mas a revelação estava para acontecer:- Fui roubar o cuco, que tinha um tronco de ouro! Ele não descobriu que o roubei, entãofinalmente pude comprar as minhas próteses e fiquei mais bonito, esbelto, lindo de morrer,agora posso dizer a verdade: eu sou o GALÃ DOS GATOS! Adoro a vida com patas grandes.Ana Beatriz Valente, Carolina Coimbra, Catarina Rodrigues, João Ferreira, Nuno Cortêse Raquel Ferreira - 8ºA
  30. 30. Numa terra vizinha havia um padre. Um padre que era muito casmurro;pequeno e resmungão. Ninguém gostava dele. Já tinha uma certa idade efalava como uma criança. Era hiperactivo e falava e falava pelos cotovelos.Para se calar tinham de lhe bater. Então um dia calou-se de vez e ficoumudo. Nunca mais falou, as pessoas faziam-lhe perguntas e ele virava-lhesas costas.Dois meses mais tarde, o padre voltou a falar depois de consultar uma bruxaque lhe receitou um xarope feito de patas de rã.Um dia perguntaram-lhe quem é que atirou a primeira pedra e ele pegou nasua bengala e quase ia matando a pessoa. Chateado por terem feito aquelapergunta, foi à bruxa e pediu-lhe umas barbatanas de tubarão. A bruxa deu-lhe as barbatanas; ele foi para o mar e fugiu. Como não sabia nadar, acaboupor se afogar.Passados uns minutos… O padre “acordou morto”. Depois de morrer, já nocéu, Deus disse-lhe: -Tu não mereces o céu, por isso vais para o infernooooooooooooo…Deus pôs o padre dentro de um caixão, ligou o motor e enviou-o para oinferno.Foi parar a um sítio que tinha como nome inferno, mas, no entanto, era oparaíso…Carolina Gonçalves, Francisca Gomes, José Francisco, Ricardo Vinhanova -8º C
  31. 31. Havia uma criança que andava sempre a dançar. A vida dela era esta. Dançava muitobem, bastou um piscar de olhos e o vestido dela estava lindo de morrer! Era azul àsbolinhas cor-de-rosa. Mas quando fez a espargata, rasgou o vestido e ficou muitotriste. Chegou a casa a choramingar, a mãe perguntou-lhe porque que estava assim.Respondeu que o vestido estava rasgado. A mãe olhou para o vestido e disse-lhe paranão se preocupar porque o ia coser. Quando a menina viu o vestido cosido ficou muitocontente. E agradeceu à mãe. A mãe avisou-a que quando quisesse voltar a fazer aespargata, não o fizesse com o vestido. Mas ela voltou a fazer e, além de ter rasgado ovestido, magoou-se e teve de ir ao médico. O médico mandou-a ficar em casa, unsdias, a repousar.Beatriz Rei, Diogo Peixoto, Miguel Sousa, Mónica Rodrigues, Sara Pinto, Tânia Gomes,Wang - 8ºE
  32. 32. Havia uma praia que crescia a cada dia. O mar ia desaparecendo e um desertocomeçava a surgir. As pessoas espantadas olhavam a água a desaparecer e o desertoque se ia impondo. O calor começava a apertar... A água salgada do mar afastava-se,afastava-se, afastava-se... E o deserto a avançar.No alto das dunas que se tinham formado via-se uma pirâmide dourada. Reluzia, masdepois percebeu-se que o dourado era apenas o reflexo do sol numa pirâmide demetal. Mais tarde, veio-se a descobrir que afinal era uma nave de extraterrestres, deonde saíram seis “ETs”, uma família: o pai, a mãe e quatro filhos. Como era uma famíliatão grande, quiseram ir ao Intermarché comprar os cartões anunciados para famíliascom 1, 2, 3, 4, 5, 6 elementos. Compraram comida e material escolar para dizer aosamigos que tinham estado na Terra e aproveitaram também para comprar coisas maisbaratas. Quando partiram tudo voltou ao normal... A praia a ser como era.Alexandre Carvalho, Cláudia Rodrigues, Cláudio Simões, Diogo Figueiredo, Guilherme Almeida,Sílvia Duarte – 8º E
  33. 33. A cidade não dormia, mas também estava sempre acordada, logo não queria dormir,queria estar acordada, por isso tinha muitas insónias e então tomava muitoscomprimidos para dormir, mas mesmo assim ficava acordada. Então foi ao médiconoutra cidade.Para passar a cidade tinha de ir de navio, mas o navio não tinha combustível, por issousaram Coca-Cola para andar a alta velocidade. Foi tanta a velocidade que flutuarampelo ar e começaram a libertar muitas bolhinhas. Acabou por descobrir-se que não eraCoca-Cola, mas um sumo de uva com gás. O barco andou tão depressa que chegourapidamente à outra cidade.Dirigiu-se ao consultório do médico, mas era um cão e não podia atender as pessoas,só lhes podia lamber a cara e as pernas, mas como uma mulher tinha uma lagarta aocolo, o cão médico fico assustado, fugiu e ninguém foi atendido.Diana, Filipe, Inês, Levi, Pedro - 8ºC
  34. 34. Um rapaz ficou perdido, ao longo de um dia de frio e neve, numa enorme floresta. Durante anoite, encontrou um animal que queria ter um amigo e tornaram-se amigos. O animalchamava-se Dentuças e levou o rapaz para uma gruta muito assustadora. O amigo Dentuçasdisse-lhe para não ter medo e ele ficou mais descansado. Como estava exausto, o rapazadormeceu e o seu amigo também.No dia seguinte, o rapaz acordou primeiro e decidiu entrar na gruta. Encontrou esqueletos edespojos humanos. Ficou com algum medo. Ao longo do percurso, os esqueletos iam-semexendo e ele estava a ficar com cada vez mais medo.No final do percurso, encontrou uma imensa harmonia entre árvores e seres vivos, bem comouma cascata lindíssima, só com árvores, aves e animais aquáticos, uma verdadeira florestaencantada.Continuou a caminhar, mas distraído caiu num túnel que o levou para outra gruta muitodiferente.Dentro desta gruta havia crocodilos que o quiseram comer, mas ele pegou na arma e matou-osa todos com vários tiros na cabeça.Nesse dia, ele viu tanto sangue que desmaiou e quando acordou viu uma fogueira com váriosanimais em seu redor.Tinha entrado numa gruta de uma tribo de índios chamada “Ocara”. Ficou muito espantadoporque nunca tinha visto uma tribo.A tribo era muito forte e defendia aqueles que andavam perdidos na floresta e grutas que aliexistiam. Deram uma ajuda para reencontrar os pais e a família e todos ficaram contentes.Ana Ribafeita, Bernardo Fernandes, Inês Santos, Marcos Pereira – 8º D
  35. 35. A menina juliana, filha do corredor de F1 Fernando Alonso, revelou desde pequena umavocação para o futebol.Esta filha adoptada foi obrigada pelo pai a viver nos autódromos, mas detestava ascorridas, indo para trás dos pavilhões dar uns toques na bola.Ela era muito bela, tendo muitos pretendentes, todos corredores de F1.Recusou a todos, revelando a sua intenção de se tornar futebolista e de apenas se casarcom o Cristiano Ronaldo.Ela foi para o real Madrid e conheceu o Cristiano.Ela gastou todo o seu dinheiro a comprar buggatis e ferraris para o impressionar, masnão resultou.Mas ainda restavam dois truques: posar nua numa revista ou ser a sua próxima barrigade aluguer.Ela posou, foi barriga de aluguer dele, mas nem assim ele olhou para ela, e acabou poradoecer.Só quando estava para morrer é que Cristiano reconheceu o seu amor por ela.Quando morreu, Cristiano enfeitou a sua campa com fotos dela nua e bolas de futebolassinadas por ele e pelo director da playboy para lhe prestar uma ultima homenagem.Marcos Gomes, 7ºB
  36. 36. O Dia de um LápisEste é um dia como todos os outros, felizmente amanhã já é fim-de-semana. Vou aprontar-me com todosos cuidados, afiar a minha grafite e …prontinha para ir para a escola.Quando a Mariana, a minha linda dona, chega ao escritório para preparar a sua mochila, cumprimenta-mecom um sorriso simples.Hoje, a Mariana tem um teste de Língua Portuguesa, e, claro, o rascunho da composição do teste serei euprópria a fazê-lo. Tenho ideia de alguns temas inspiradores para a Mariana, mas temos de respeitar o temaque a professora Magda indicar no teste.Agora, dentro do estojo, estou bastante empolgada com o teste e não consigo deixar de pensar empossíveis temas.A primeira aula é de Ciências da Natureza, não é a aula que eu mais goste, mas é necessária para, maistarde, ser o lápis mais instruído do mundo. Quem sabe, até ser um lápis de uma grande escritora como aMariana.Nesta disciplina, a professora Isabel, uma professora com cabelo pequeno, ondulado e escuro, explica oCiclo do Carbono e o Ciclo da Água com esquemas bem elaborados de uma forma de interpretação fácil.Ah… finalmente intervalo! A Mariana está lá fora a falar com as suas amigas Inês e Diana.Enquanto ela se diverte lá fora com as amigas, vou falar com as minhas…-Olá, borracha! Como tens passado?-Bem, Bem, … E tu?-Também. Estou muito entusiasmada com o teste de Língua Portuguesa!-Ah sim, o teste de Português, já nem me lembrava.-Como assim, já não te lembravas?! És uma caneta, e a Diana vai precisar muito de ti neste teste.-Sim, sim, eu sei, mas já não tenho a tua idade e a minha tinta já está a acabar. Às vezes gosto de revivero momento em que a Diana me comprou: era a última semana de férias, a Diana tinha ido com a sua mãecomprar todo o material escolar (pasta, caneta, lápis, borracha, estojo, etc.). Rapidamente escolheu o seumaterial todo, só faltava uma caneta azul e eu, impaciente, abanei o coração cor-de-rosa brilhante quetenho numa das minhas extremidades. De um modo brusco, mas carinhoso, agarrou-me e abraçou-me deuma forma espantosa. E foi esta a minha história.
  37. 37. -É uma história e-e-e-e-e-mo-mo-mo-mo-ci-ci-ci…-O que se passa? Diz logo de uma vez.-Olha só quem está ali!-Quem, quem??!! Ah… Estás a falar daquela lapiseira ali?!-Sim, essa mesmo! Azul brilhante, com uma mina 0.7 elegante e musculada.- Olá meninas, tudo bem por aí??!! – interviu a lapiseira elegantemente.-Siiimm… És novo aqui?-Sim, sou, vim de outra escola.-Hoje, vamos ter teste de Língua Portuguesa!-Sim, já ouvi dizer.Este momento até pareceu mágico!! Aquela lapiseira fazia muito desporto, e era muito elegante. Aqueleazul que cobria todo o seu corpo saltava à vista entre as melhores das melhores lapiseiras. E no precisomomento em que eu lhe ia perguntar o seu nome, tocou a campainha da escola - o intervalo tinhaacabado. A nossa próxima aula era francês. A professora mais alta da escola, com um cabelo muitoondulado e loiro que combinava perfeitamente com a beleza de um rosto arrojado. A matéria que estamosa tratar nesta disciplina é “La Maison”- A Casa. Para além desta matéria sem interesse, aquela lapiseiranão sai dos meus pensamentos.Depois desta agitação toda, dei-me conta do que a caneta azul realmente tinha dito. Palavras sábias, asdela. A caneta azul, realmente já não é uma jovem. Até já deve ter atingido a meia-idade. O que mais mecusta é o facto de o seu sonho nunca ter chegado a ser realizado - ser caneta de um político. A razão queela me explicitou para querer ser caneta de um político era pelo facto de assinar documentos importantes,quem sabe até um documento em que se garanta a paz e a liberdade de povos e populações. As suaspalavras incentivaram-me e cativaram-me a escrever mais e melhor. Cada vez que falava com a caneta,ela dizia-me a grande importância de ser alguém importante, mesmo que todos digam o contrário.Mais um intervalo, acho que devo ir falar com a caneta, toda a gente sabe que ninguém guarda umacaneta sem tinta no fundo de um estojo. Mesmo que fosse este o seu futuro próximo, estou determinada aanimá-la e a passar bons tempos com conversas sábias e misteriosas. Neste mesmo momento, a lapiseiraveio abordar-me de uma forma carinhosa fazendo perguntas que eu nem ouvia de tão atenta que estava àperfeição da sua mina. E, mais uma vez, a campainha da escola toca – agora é o teste de LínguaPortuguesa. A professora Sandra Guimarães com o seu corpo esguio entrega os testes um por um, folhapor folha, aluno por aluno.Eu aguardo, ansiosamente em cima da mesa junto à borracha e à afia. Ah… o momento do rascunhochegou finalmente! O tema era: “Imagina que és um objecto inanimado. Descreve como teria sido o teudia.” Este tema suscitou um pequeno sorriso em cada um de nós. Escrevi, escrevi, escrevi, até que no fimpercebi que tinha conseguido atingir os meus objectivos, e penso que a Mariana pensou o mesmo. Cadavez mais penso que tenho oportunidade de ser uma grande escritora. Bem, está na hora de regressar aoestojo, foi um dia cheio de surpresas, como será o de amanhã?! Estou bastante curiosa! E quanto à canetaazul, o teste correu-lhe muito bem, de hoje em diante vamos ter muitas conversas sábias em que ela meensinará tudo aquilo que sabe. Até Amanhã!Bruna Silva, 8ºC
  38. 38. Procuro mulher 18 anos com regulador de volume e controlo de humor.Tem de ter cabelos loiros e olhos azuis, devido à água que tem dentro dacabeça.Se a senhora for assim contacto: 972346789Atenciosamente:Amigdalite AgudaVendo sanita com rodinhas e que tem sensores estacionamento e andaatrás das pessoas. A sua cor é azul. Ela é muito útil pois está sempre ondeé necessário.Contacto: 245 239689Atenciosamente,Anacleto SilvaNuno Pais
  39. 39. O muito antigo Coelho da Páscoa que ainda hoje existe nos arredores daPascolândia tem na origem a história de um cientista, o Dr. Frankenstein. Jápesquisava há dias pelo estreito corredor do laboratório. Esse cientista era viciadoem ovos da Páscoa e então queria criar uma criatura que desse ovosautomaticamente. Ele queria inventar isto porque quando era mais pequeno etentava ir à caça dos ovos da Páscoa, nunca conseguia, porque adormecia e chegavasempre tarde. Durante muito tempo tentou, tentou, tentou… e houve um dia queconseguiu. O Dr. Frankenstein descobriu e parou a criatura levando-a para o espaçoe deixando-a lá. Ainda hoje no espaço existem ovos da Páscoa que ainda não foramdescobertos. E assim vai continuar.8ºB Ana Luísa
  40. 40. A Lenda Do Mosteiro de AlcobaçaEm 1147, a Carolina Salgado dirigiu-seaos paços de Coimbra para falar com D.Eusébio, irmão adoptivo do primeiro reide Portugal. D. Eusébio ficousurpreendido com a súbita aparição deCarolina salgado, mas ainda ficou maisadmirado com aquilo que CarolinaSalgado lhe disse. Carolina revelou-lheum segredo: a melhor altura paraconquistar Santarém.Carolina sentia-se humilhada, pois tinha sido abandonada por Pinto da Costa que era o alcaidede Santarém. Sendo assim, queria vingar-se, dando aos cristãos as informações que tinhasobre a defesa do Castelo.Contudo, D.Mourinho, rei astuto, já tinha enviado o seu cavaleiro Cristiano Ronaldo aSantarém para vigiar o inimigo. A vigilância e observação deste cavaleiro perspicaz foramimportantes para a decisão do ataque.Segundo a Lenda, foi na serra dos Albardos que D.Mourinho fez uma promessa: Se Deus oajudasse a conquistar Santarém, construiria um Mosteiro. Cristiano Ronaldo terá segurado asescadas contra as muralhas para facilitar a entrada dos soldados.O Mosteiro de Alcobaça foi construído por D.Mourinho como forma de agradecimento a Deuspela sua vitória. O Mosteiro foi fundado em 1153.João Valente, 7ºB, nº9
  41. 41. Dois homens fizeram uma aposta, quem ganhasse a aposta receberia 100euros. A aposta era a seguinte: fazer a Morte chorar. Os dois encontraram-se no cemitério à hora combinada. Eles tentaramchamar a Morte, mas ela não apareceu. Então decidiram chamá-la cominsultos e ela apareceu cheia de raiva; eles olharam para ela e começarama fugir, a Morte seguiu-os. Os dois decidiram separar-se, um tropeçounuma pedra e o outro bateu na porta da igreja e ficou ali deitado a olharpara as estrelas enquanto o outro estava a fugir da Morte. Ele começou aandar à volta das sepulturas até que ficou meio zonzo. E começou a fazercoisas engraçadas e estúpidas, a Morte olhou para ele, começou a rirdurante aproximadamente 30 minutos, passados 20 minutos começou achorar de tanto rir. Ele ganhou a aposta e começou aos berros e quandoviu o amigo, pediu--lhe o dinheiro, mas o outro não lhe deu o dinheiropois não tinha a sua carteira, explicando que a tinham roubado. O outroviu uma carteira no meio do chão e encontrou lá dentro 100 euros. Ooutro disse que esse dinheiro era do pai dele, mas não acreditou nele poiso pai dele não tinha dinheiro nem para comprar uma carteira. Disse que iaficar com a carteira e foi-se embora. Quando estava a caminhar caiu-lheuma arma do bolso, o outro pegou nela e disse-lhe para devolver acarteira. Ele respondeu-lhe que a arma não tinha munições, o outroacreditou, e deu-lhe a arma.Diogo Chen
  42. 42. Sou uma mochila, todos os dias de manhã levam-me para um sítiochamada escola, estava nas costas do meu dono, cheio de livros.Estava lá muita gente. Ouvi o mesmo som que ouvia todos os diasde manhã, não sabia o que aquilo queria dizer ou o que aquilo era.Via toda a gente correr e à espera à porta das salas. Vinha umadulto com uma mala e um livro cor-de-laranja, todos o seguiampara dentro da sala, o meu dono sentava-se numa cadeira e euficava no chão. Ele tirava de mim 1 caderno, 2 livros e 1 estojo, euperguntava-me:”Para quê tirava ele o estojo?”. Quando o vi abrir oestojo, vi imensos lápis e canetas, e apercebi-me que o estojolevava os materiais para escrever nos livros e cadernos. Elesescreviam muito, e aquele adulto também. Quando passouaproximadamente 1 hora e 30 minutos ouvia aquele som esquisito,e todas as pessoas arrumavam as suas coisas na mochila e saíamda sala a correr, e iam para um campo com 2 balizas. Elescomeçavam a jogar com uma bola e eu estava ali no chão debaixode outras mochilas. Ao meio dia, o meu dono deixa-me numa pequena sala, era muitopequena e deixava-me lá durante imenso tempo. Ficava lá dentro adormir. 1hora depois ele vinha buscar-me e levava-me de volta paracasa, e deixava-me no meio da casa. Não tinha nada para fazer. Ánoite ele levava-me para o seu quarto e tirava os livros e metiaoutros dentro de mim.Diogo Chen
  43. 43. A fonte de Presley que existe em Adalgamir ficou com uma história curiosa.Um grupo de crianças, liderado pelo mais pequeno, andava à procura do seu cãozinho,quando de repente ficaram com sede. De repente apareceu uma bela rapariguinha e olíder perguntou-lhe se sabia onde ficaria uma fonte.Esta disse bem alto para Elvis Presley fazer ali mesmo uma fonte. Todos começaram acantar. De repente, começa a aparecer ali água por todo o lado. Eles ajoelharam-se nochão a agradecer ao Elvis Presley pelo que fez. A pequena rapariguinha tanto seemocionou que começou a chorar.A fonte ficou assim conhecida pela fonte do Presley.Beatriz Rei 8ºE nº2
  44. 44. Compra-se e vende-se:Vende-se empregada horrível, mal cheirosa, ignorante quenunca dá mimos à minha mobília - para comprar umaempregada jeitosa, bonita, loira de olhos azuis, para dar umritmo à minha mobília e fazer uma festa com ela na piscina. Ligue-me: 1963211007 Entre as 8:00h às 23:00hAluga-se:Aluga-se dentadura da minha avó que é certinha, branquinha ebrilhante, pois ela quer uma toda torta, suja, mal cheirosa erepugnante. Ligue-me: 9963221000Avisos:Aviso que não podem entrar na Escola Secundária de Tondela,pois os alunos, professores e funcionários estão a fazer umafesta/baile privado. Só acabarão daqui a 2 anos. Até lá não sepode estudar. Com os melhores cumprimentos; fiquem bem.
  45. 45. Anúncios de Emprego:Precisa-se um cão extrovertido para fazer uma confusão nomeu café. Pois assim sou despedida e livro-me daquela pocilga. Leve-mo ao café Jerusalém. Se não me encontrar perguntepela Rosalina Figueira.Editais:Informo que a Rua Doutor Luís vai estar em obras, porque vai-se lá construir um livro gigante com as regras de boa Educação.Digo já que quem não as cumprir vai limpar as casas de banhopúblicas dos supermercados. Passem bem!!!!!!!Marta Fernandes dos Santos Figueiredo 7ºA Nº11
  46. 46. Na casa da Joana, vivia um homem de sangue roxo e alma musical, Justino, que tinha comomelhor amigo e companheiro, John. Justino era um homem poderoso e muito sensível, porisso John veio pedir-lhe para ir com ele esperar a sua jovem e bela prima Rita Cyrus, queJohn queria impressionar. Os primeiros olhares e as primeiras palavras trocadas entre Rita e Justino foramsuficientes para que surgisse um amor tão intenso que martirizou profundamente John.Mas os pais de Rita não aceitaram a sua união com um famoso, pois este tinha milhares defãs, que poderiam ameaçar Rita pelas redes sociais (como tinham feito há uns tempos atráscom Selena), e ordenaram o casamento de Rita com um dos fidalgos da rua ali perto.Justino não escondeu a sua intenção de lutar por Rita e foi preso durante alguns dias. À saída da prisão esperava-o o seu fiel amigo John que o informou que Rita estava amorrer de amor. Com a ajuda de John, Rita e Justino fugiram para uma ilha paradisíaca,sem câmaras e sem paparazzis. Mas Rita não resistiu, acabando por morrer, sendoenterrada na bela ilha. Conta-se que Justino morreu em cima da campa de sua amada, Rita Cyrus. Um grandeamor que através de Justino, foi para sempre recordado na bonita vila de Paris (a vila doamor), na ilha de França.Ana Ribeiro nº3 8ºB
  47. 47. Troca-se:Troco irmão de 17 anos por irmão que deixe ir ao computador,preferencialmente um irmão menos irritante, com 12 anos. O meu irmãosabe de computadores, sai à noite e sabe tudo, mas o irmão que quero nãodeve ser esperto nem saber de computadores. Se tiver dúvidas contacte:Nº:961759991Contacte preferencialmente à noite que é quando ele não está.Vende-se:Vende-se cavalo voador com 4 anos. Não sabe voar, o cavalo só sabe comer edormir. Tem asas grandes e está perto de morrer.Nº: 967126894PS: IVA incluídoJoão Marques, 7º B
  48. 48. Hoje de manhã, acordei transformado num simples e vulgar papel de pastilha.Daqueles de cor verde e sabor a mental. Eu, que pensava estar na cama, acordei numadaquelas embalagens que costumamos ver nos cafés. Ainda estava eu cheio de sono,quando um homem muito aprumado entrou no café com os seus dois filhos.Aproximou-se do balcão e pediu exactamente cinco pastilhas do mesmo sabor que aminha. Eu dizia para mim próprio: «não me tires, não me tires, por favor». Oempregado do café, com a sua mão enorme e suada, tirou-me.O homem muito aprumado deu duas pastilhas aos seus filhos e ficou comigo.Levou-me para o seu escritório e deixou-me na sua mesa. Penso que ele eraarquitecto, pois vi as suas enormes plantas. Não tive lá dentro mais de quinze minutos. Ele voltou e saiu logo de seguidacomigo. Abriu-me e tirou a pastilha (nesse momento senti-me incompleto). Sempiedade mandou-me para o chão. Fiquei lá uma noite. No dia seguinte, vieram os homens do lixo descarregar os caixotes do lixo. Aminha sorte foi que um dos homens me viu e apanhou. Cheguei ao Aterro sanitário e vi aquelas máquinas todas a triturar lixo. Eu nãoqueria que aquilo me acontecesse. Estava prestes a ser triturado e, acordei na minha cama com braços e pernas,normais. Tudo tinha sido um sonho!!!Nuno Pais 7ºB
  49. 49. AvisosProcura-se inteligência para canetas, para quandoestiver a fazer os testes, a minha caneta me dizeras respostas.Vende-se carro em perfeitas condições. Só não tem3 portas, e tem tecto de abrir feito por umaretroescavadora. Também tenho o dever de o avisarque o escape está ocupado por um ninho de ratos.Preço: 200 eurosNuno Pais 7ºB
  50. 50. Há um centro de navegação espacial em Fanecas de Cima, onde vivia umaovelha verde, que era a principal tripulante da única nave espacial ali presente. Conta-se que há muito tempo, esse centro, era apenas uma estrebaria e que quando oscavalos ali passavam, aparecia uma égua toda jeitosa. Ora, certo dia um rinocerontepassou lá ao pé, mas não avistou ninguém na estrebaria. Perguntou aos animais que láestavam, mas estes disseram-lhe que a égua tinha morrido com uma trombose. Osanimais também lhe disseram que se quisesse ver o seu futuro, teria que pôr três dassuas unhas na estrebaria. No dia seguinte o rinoceronte arrancou as suas unhas e colocou-as naestrebaria. Mal as colocou no cimo de um pedregulho que lá estava, apareceu umaprojecção do seu futuro. Também apareceu um portal, onde o rinoceronte entrou,mas como não aguentou a pressão, morreu com um enfarte.Nuno Pais 7ºB

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