TOTVS ESB
José Faria / Novembro - 2009
Ilhas
Aplicações interessantes raramente vivem
sozinhas
2
Integrando Aplicações
3
— Sistemas heterogêneos
— Mecanismos de integração despadronizados
— Transações e objetos de negócio duplicativos e confli...
Migrando a forma de integração
Peças para a integração
Foco em Serviços
SOA
Service
Oriented
Architecture
Decomposição de
...
Porque SOA?
6
SOA serve para ganhar vantagem na busca de
flexibilidade em sistemas isolados em ambientes
distribuídos. Ser...
Enterprise Service Bus
Solução ESB
• Um ESB aumenta a abrangência, flexibilidade e gama de soluções para integração
• Comp...
Fundamento para a Integração
TOTVS ESB
8
TOTVS ESB
9
SISTEMA
•Transporte com flexibilidade e segurança
•Transferência independente de Plataforma, Linguagem ou Banc...
TOTVS ESB
SISTEMA
Camadas de Integração
10
<A>
INTERFACE DE INTEGRAÇÂO
Perfis de uso e componentes do TOTVS ESB
Componentes TOTVS ESB
Serviço
TOTVS ESB
Editor Monitor
11
Configuração da integração
Editor Gráfico de Diagramas
12
Visão das mensagens trafegadas
Monitor de Integração
13
Funções do TOTVS ESB
Características
Multi-protocolos
Pronto para trabalhar em diversos protocolos
<XML>
Manipulação de Me...
Integração
15
Vantagens
Redução da complexidade do processo de integração
Padronização de transações e objetos de negócio
...
16
José Carlos Faria
totvsesb@totvs.com.br
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TOTVS ESB

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COmo integrar sistemas e aplicativos de plataformas diferentes

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  • Olá, eu sou José Faria da equipe de Tecnologia e Inovação e vou apresentar uma visão geral do TOTVS ESB, a solução da TOTVS para agilizar na integração de sistemas.
  • O TOTVS ESB foi feito para atender a necessidade em que os sistemas não podem mais viver isoladamente, e precisam se comunicar.

    Com o crescimento de número de sistemas que a empresa precisa administrar para manter seu negócio, tentar gerenciar eles isoladamente se torna uma missão impossível para manter a expectativa dos usuários de garantia da confiabilidade das informações.

    Para realizar uma integração entre sistemas existem diversas técnicas, todas válidas.
  • Aqui temos ilustrado uma Integração entre sistemas bem simples.
    Existem dois sistemas que precisam trocar informações entre eles.
    Nesse caso as informações estão em um arquivo TXT e é enviada para o outro sistema pelo sistema de arquivo.
    A integração pode ser feita desta forma. Isso quando se tem poucas aplicações.
  • Mas quando envolve várias aplicações a tendência é virar um caos, além de ser praticamente impossível de se manter não se tem integridade dos dados.
    É esse o cenário que enfrentamos hoje nas empresas. São diversos sistemas que tentar padronizar as comunicações é inviável, pois os sistemas normalmente são heterogêneos e em muitos casos estão em tecnologias diferentes, como ADVPL, .NET, Progress, Java, entre muitos outros.
    Como cada sistema tem sua necessidade, enviar específico para novo sistema vai gerar objetos sendo trafegados de forma duplicada e tendendo a gerar conflitos.
    Nesse cenário colocar mais um sistema é muito caro, dado o trabalho de adaptação de cada sistema.
    Uma arquitetura assim sem padrões gera vários fatores negativos, e atrapalhar o dia-a-dia dos usuários, levando o usuário a ter uma má impressão da qualidade das informações nos sistemas.
    Para tentar resolver algumas dessas situações um novo padrão de abordagem tem crescido ao longo desses anos.
  • Uma dessas novas formas é o foco em serviços

    Um modelo mais adequado onde a integração é mais definida.
    As áreas são divididas em processos. Não mais em sistemas.
    A Área de TI fica centralizada e se divide em serviços para atender todas as áreas de forma padronizada.
    Dessa forma há integração entre as áreas e as informações se tornam precisas e confiáveis.

    A Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) faz com que os sistemas sejam disponibilizados na forma de serviços para toda a empresa.
    As aplicações são decompostas em serviços e se tornam peças reutilizáveis para a integração.

    São como peças de Lego que foram projetadas de forma que uma se encaixa na outra e podem ser reutilizadas sempre que houver necessidade.
    Então qualquer mudança, seja uma nova aplicação, mudança nos processos não terá tanto impacto nas peças que já estão disponíveis, o processo fica em saber encaixá-las.
  • Por que adotar uma arquitetura orientada a serviços?
    Uma pesquisa feita pela InfoWord em 2006 reforça as 5 principais vantagens de se aplicar o SOA segundo as principais companhias que optaram por este tipo de sistema:
    71% das empresas procuram arquiteturas mais flexíveis
    67% precisam de integração com aplicações existentes
    62% procuram integração de dados
    59% procuram integração de serviços
    E
    53% Desenvolvimento de aplicações compostas, os mashups

    Também segundo resultado de pesquisa de tendências de desenvolvimento de software, a IDC em 2009 apresenta que a arquitetura orientada a serviços serve justamente para ganhar flexibilidade em ambientes onde os sistemas estão distribuídos, e que de 2009 à 2013 será naturalmente adotado por novos produtos dado o interesse em integrar sistemas.
  • Nesse cenário de SOA temos um importante ator de integração, o ESB.

    O ESB, Enterprise Service Bus, é o meio de campo de integração. É ele que terá a atividade de ligar as peças do Lego da empresa.

    Lembram no início desta apresentação a confusão quando se tenta integrar vários aplicativos de uma forma não estruturada?

    Com o ESB é diferente. Todos os aplicativos estão conectados com este canal. Para que um aplicativo se comunique com outro, troque informações é necessário passar antes pelo ESB.
    É ele que vai conduzir a mensagem ao seu destino de forma centralizada, garantindo segurança e confiabilidade.

    Baseado na arquitetura orientada a serviços, o ESB oferece as funcionalidades necessárias para implementar esta abordagem entre os sistemas.

    Para isso foi criado o TOTVS ESB.
  • O TOTVS ESB é a solução da TOTVS tem para oferecer aos seus clientes para realizar suas integrações desde 2000.

    O TOTVS ESB é o orquestrador entre os sistemas, coloca harmonia e adapta as informações de modo que garanta a sua entrega. Ele tem o papel de mensageiro, garantindo a entrega segura e precisa das mensagens.

    O TOTVS ESB é baseado nas melhores práticas do mercado e está fundamentado no Apache ServiceMix, projeto código aberto da fundação Apache baseado na tecnologia Java. Mundialmente o ServiceMix é utilizado como base em diversas situações críticas de integração e na TOTVS ele já é utilizado em diversas situações de integração.
  • Trazendo isso pra prática, qual é o papel do TOTVS ESB?

    Pode existir um aplicativo enviando mensagens em um formato e um outro aplicativo que recebe informações em um outro formato, pois cada sistema tem suas peculiaridades.
    Então os aplicativos enviam dados em um formato para outro aplicativo. Para que este outro aplicativo receba as informações o ESB recebe estas informações, faz a conversão necessária para garantir que esta informações seja recebida com segurança e converte, se necessário, no formato onde este outro aplicativo reconheça.

    Então, o ESB faz a intermediação entre esses sistemas de uma maneira que o sistema que envia a mensagem não precisa conhecer o sistema que recebe esta mensagem, e vice-versa. Essa tarefa fica centralizada no ESB, realizando o transporte, transformação e roteamento das informações.

    Há muitas empresas optando por este tipo de solução pois aumenta a abrangência, flexibilidade e gama de soluções para integração;
  • Exemplificado a utilização do TOTVS ESB e como ele é ligado com um sistema.
    O primeiro passo importante é que o sistema possua uma interface de comunicação. Essa interface é o que isola do sistema do mundo externo. É dela a responsabilidade de criar serviços.
    É nela que o ESB irá se basear para trocar informações entre os sistema, e para isso existe um leque de opções de comunicação que o ESB conhece.
    Existem desde conexões mais clássicas como WebServices, popular na arquitetura SOA entre aplicações multi-plataforma, passando por JMS, HTTP, FTP, e até um componente de comunicação customizada.
    Uma vez a mensagem dentro do ESB, várias ações poderão ser feitas, como transformação, garantia de segurança como criptografia e assinatura de mensagens e até o roteamento de mensagens.
  • Apresentando uma visão geral de como os usuários trabalham com o ESB e seus componentes.
    Para começar a utilizar o ESB o configurador do ESB usa um editor gráfico, nele arrastando e soltando é possível configurar o funcionamento da solução através de diagramas.
    Esse editor alimenta o serviço do TOTVS ESB propriamente dito, que fica executando sem interrupções no servidor realizando as integração e servindo de canal para as mensagens trafegadas pelos sistemas.
    Para acompanhar esse serviço existe um monitor WEB que um usuário administrador do sistema consegui visualizar como estão as integrações, podendo tomar ações sobre elas.
  • Apresentando um diagrama que exemplifica a utilização do TOTVS ESB e seu Editor.
    Todo esse diagrama foi feito em poucos minutos de forma muito simples. Basta utilizar os botões do menu de ferramentas, arrastando e soltado e criando ligações entre os componentes selecionados.
    Para a maioria dos casos não é necessário escrever nenhum código.
    Com o editor visual da integração fica fácil a construção do fluxo das mensagens, garantindo a flexibilidade e rapidez no desenvolvimento da integração além de uma melhor clareza de como estão as integrações.
  • No apoio do controle do funcionamento do TOTVS ESB está incluído um monitor Web que pode ser acessado remotamente que permite acompanhar como estão as integrações.
    Sempre olhando para as mensagens que já trafegaram, ele permite verificar como está o status de cada mensagem, processada ou não-processada, permite visualizar a mensagens XML que foram trafegadas, bem como permite reprocessar mensagens que passaram pelo ESB.
  • Em resumo podemos citar algumas características do TOTVS ESB:

    Ele é multi-protocolos e suporta várias formas de configurações para comunicação com sistemas.

    Também é o agente de manipulação de mensagens trafegadas entre os sistemas, usando XML como base para as mensagens trafegadas.

    Com o TOTVS ESB o desenvolvimento de novas integrações é facilitado, pois ações comuns de integração já estão prontas e são de fácil re-aproveitamento, evitando que seja necessário fazer alterações em código fonte.

    E também para acompanhar o que está passando pelo ESB ele já inclui o que é necessário para acompanhar o que está acontecendo, e permite a criação de alertas em eventos no processo.
  • Finalizamos nossa apresentação que mostrou o conceito de ESB e a solução TOTVS ESB. Apresentamos suas funcionalidades mais básicas e suas características.

    Nesse cenário vemos que com a utilização do ESB a empresa terá:

    Uma redução significativa da complexidade do processo de integração com uma arquitetura mais robusta
    Agilidade no processo de integração devido a padronização e centralização de transações e objetos de negócio
    Facilidade na utilização e manutenção, pois haverá um cenário padronizado e homogêneo e alta escalabilidade através de todo uma ferramental de integração.
    Terá também agilidade e a redução de custos no processo de integração de aplicativos, com a utilização de toda infra estrutura para integração trazendo flexibilidade nas mudanças continuas das empresas..
  • Com isso encerramos nossa breve visão geral do TOTVS ESB com sua visão de integração. Para mais informações, fica o nosso contato.

    Até mais.
  • TOTVS ESB

    1. 1. TOTVS ESB José Faria / Novembro - 2009
    2. 2. Ilhas Aplicações interessantes raramente vivem sozinhas 2
    3. 3. Integrando Aplicações 3
    4. 4. — Sistemas heterogêneos — Mecanismos de integração despadronizados — Transações e objetos de negócio duplicativos e conflitantes — Lentidão e alto custo no processo de integração — Falta de confiabilidade na integração ODBC SQL Integrando Aplicações 4
    5. 5. Migrando a forma de integração Peças para a integração Foco em Serviços SOA Service Oriented Architecture Decomposição de aplicações em serviços Blocos de construção reutilizáveis 5
    6. 6. Porque SOA? 6 SOA serve para ganhar vantagem na busca de flexibilidade em sistemas isolados em ambientes distribuídos. Será naturalmente adotado por novos produtos (previsão 2009-2013)
    7. 7. Enterprise Service Bus Solução ESB • Um ESB aumenta a abrangência, flexibilidade e gama de soluções para integração • Componente chave para SOA Capacidades de um ESB 7
    8. 8. Fundamento para a Integração TOTVS ESB 8
    9. 9. TOTVS ESB 9 SISTEMA •Transporte com flexibilidade e segurança •Transferência independente de Plataforma, Linguagem ou Banco de Dados •Roteamento Inteligente de eventos de negócio
    10. 10. TOTVS ESB SISTEMA Camadas de Integração 10 <A> INTERFACE DE INTEGRAÇÂO
    11. 11. Perfis de uso e componentes do TOTVS ESB Componentes TOTVS ESB Serviço TOTVS ESB Editor Monitor 11
    12. 12. Configuração da integração Editor Gráfico de Diagramas 12
    13. 13. Visão das mensagens trafegadas Monitor de Integração 13
    14. 14. Funções do TOTVS ESB Características Multi-protocolos Pronto para trabalhar em diversos protocolos <XML> Manipulação de Mensagens Todas as comunicações são com documentos XML Agilidade em mudanças Desenvolvimento Acelerado Criação e manutenção de integrações são rápidas Tarefas comuns deixam de ser escritas em código fonte Acompanhamento Facilidades em acompanhar a movimentação de mensagens criando alertas de problemas 14
    15. 15. Integração 15 Vantagens Redução da complexidade do processo de integração Padronização de transações e objetos de negócio Facilidade e alta escalabilidade Rapidez e redução de custos no processo de integração
    16. 16. 16 José Carlos Faria totvsesb@totvs.com.br QUESTÕES Obrigado!

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