Cisne Universo Totvs Recife

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    Notes on slide 1

    Para falar de tecnologia é precisofalarem GERAÇÃO. Mas o que é geraçãosegundo o dicionários?"Geração: cadauma das fasesquedemarcamumamudança no comportamentohumano“(DicionárioHouaiss)A clasificaçãoemdoisgrupos para identificamudança é mais simples em :Baby Boomers (1946 - 1964) e N Geners. A transição para ospróximosdois slides afim de falar de apenasdoisgrupos de gerações.

    Início do raciocínio para incluirtecnologia da vida dos usuários.O que é tecnologia. “tecnologiaétecnologiaapenas para pessoasnascidas antes de ela ser inventada." Alan KayAlan KayAlan Curtis Kay (27 de maio de 1940) Um dos pioneiros da computação pessoal, iniciando suas contribuições na década de 1960, na Universidade de Utah, Estados Unidos. Colaborou com a criação e difusão dos conceitos de computação pessoal, laptop, programação orientada a objetos, interface gráfica (GUI). Recentemente, recebeu o Nobel da Computação: Prêmio Turing. Para osjovenstecnologiaéaprendizadoPara adultostecnologiaédescoberta.Transição para o próximo slide: Se vocês me permitamdeixamostraronde a tecnologiaimpactaemnossodia-a-dia VEJA Eudiria SISTEMA PUBLICO DE ESPIONAGEM FISCAL.

    A referência de FRONTEIRAS ouobstáculos ser foram, quaissãoentãoosdesafios, que agora podemosdefinirtambémcomo TENDÊNCIAS, umavezquejogamos no chão o conceito de MUDANÇAS?A CERTEZA é quenãoteremosmaisfronteira e quemudanças é um estadosólido para tudoaquiloquenão tem FRONTEIRAS, complicado? Não e simples demaisportantolevamosalguma tempo pracairna real.

    Issonosleva a fase final do nossoobjetivo, que é o ganhonacorridapelavantagemcompetitivaatravés de otenção de ganhos.CASO DAS MAÇASOU CASO DO JUDEU IDADE MEDIA

    This leads us to focus on the two major retail components: store and shelf

    Masdependemos de um fator de sucesso! Sabequal é? VOCÊO que move o mundo: ENERGIA, DENSIDADE, MASSA, ESPAÇO(VOLUME), TEMPO(VELOCIDADE DA LUZ)

    Favorites, Groups & Events

    Cisne Universo Totvs Recife - Presentation Transcript

    1. A log ica como diferencial competitivo! íst Sergio Grisa – Gestão Segmento / SET-09 1
    2. Quantos livros você tem pra ler? “O que você não sabe é muito mais relevante do que aquilo que você sabe. Isso nos leva a concluir que aquilo que sabemos não pode nos causar problema. Então porque as empresas buscam novos patamares de desempenho afim de garantir competividade somente com aquilo que conhecem? As estratégias de organização e relacionamento não passam das fronteiras internas com boa integração. Mas a implantação de alguma oportunidade de colaboração externa entre os parceiros de negócio, conseguem benefícios progressivos dependendo do seu nível de integração, podendo alcançar ganhos logísticos em até 40%. “ 2
    3. Você já viu um Cisne Negro? A Lógica do Cisne Negro de Nassin Taleb 3
    4. Quantos livros você tem pra ler? “O que você não sabe é muito mais relevante do que aquilo que você sabe. Isso nos leva a concluir que aquilo que sabemos não pode nos causar problema. Então é por isso que as empresas buscam novos patamares de desempenho logístico afim de garantir competividade com aquilo que conhecem? (quais os atributos) As estratégias de organização e relacionamento não passam das fronteiras internas com boa integração. Mas a implantação de alguma oportunidade de colaboração externa entre os parceiros de negócio, conseguem benefícios progressivos dependendo do seu nível de integração, podendo alcançar ganhos logísticos em até 40%. “ 4
    5. 1-PESSOAS …para falar em PESSOAS é preciso falar em GERAÇÃO… “Cada uma das fases que demarcam uma mudança no comportamento humano” (Dicionário Houaiss) E AS GERAÇÕES? Baby Boomers (1946 - 1964) N Geners 5
    6. 2-TECNOLOGIAS “Tecnologia é tecnologia apenas para pessoas nascidas antes de ela ser inventada.” (Alan kay) Alan Curtis Kay (27 de maio de 1940) Um dos pioneiros da computação pessoal, iniciando suas contribuições na década de 1960, na Universidade de Utah, Estados Unidos. Colaborou com a criação e difusão dos conceitos de computação pessoal, laptop, programação orientada a objetos, interface gráfica (GUI). Recentemente, recebeu o TECNOLOGIA Nobel da Computação: Prêmio Turing. E AS GERAÇÕES • Para os jovens é um aprendizado • Para os adultos é uma descoberta • Para as empresas e o governo é uma opor
    7. O relacionamento da sua empresa com o governo é eletrônico 3-GOVERNO
    8. SPED SPED Nota Fiscal Fiscal Contábil Eletrônica (EFD) (ECD) GOVERNO
    9. Isto significa que Aquele monte de papel Documentos fiscais Obrigações acessórias Tributos Entregue para múltiplas esferas do governo Municipal Estadual Federal
    10. 4-SUSTENTABILIDADE Lixo eletrônico Indústria duplo impacto Responsabilidade do inicio ao fim SUSTENTABILIDADE Fabricação Desenvolvimento de Produtos Distribuição e transporte 10
    11. 4-SUSTENTABILIDADE Esforços aparentemente isolados como BIOCOMBUSTÍVEIS , POLÍMEROS BASEADOS EM DEPOIS DA BOLHA FINANCEIRA SOJA. A revolução industrial como ela tem se expandido e como queimamos fósseis. Case da Suécia e o case Brasil etanol. 11
    12. 4-SUSTENTABILIDADE Esforços aparentemente isolados como BIOCOMBUSTÍVEIS , POLÍMEROS BASEADOS EM BOLHA EXPANDIDA SOJA. A Era Industrial é uma bolha ampliada. Sua expansão já dura séculos e seu impacto positivo é inegável. Mas seus efeitos prejudiciais, como o impacto ambiental, estavam lá desde o início.
    13. 4-SUSTENTABILIDADE A Próxima ordem Mundial “pegue, use e jogue fora” predominou na era industrial. Impacto Ambiental Impacto Ambiental http://www.futuresupplychain.com/ 13
    14. Gestão Como ser competitivo num modelo de produção em tamanha mudança? Relacionamento Colaboração Convergência
    15. 5-GESTÃO Grandes avanços do Supply Chain Milk Run CPFR JIT Kanban CRM Lean 6 sigma SCOR Supply Chain Operations Reference – model) http://www.supply-chain.org/ 15
    16. O relacionamento na cadeia! “O que você não sabe é muito mais relevante do que aquilo que você sabe. Isso nos leva a concluir que aquilo que sabemos não pode nos causar problema. Então porque as empresas buscam novos patamares de desempenho afim de garantir competividade somente com aquilo que conhecem? As estratégias de organização e relacionamento não passam das fronteiras internas com boa integração. Mas a implantação de alguma oportunidade de colaboração externa entre os parceiros de negócio, conseguem benefícios progressivos dependendo do seu nível de integração, podendo alcançar ganhos logísticos em até 40%. “ 16
    17. ...O MUNDO EM 5 MINUTOS... 17
    18. Relacionamento Colaboração Convergência O que podemos esperar para o futuro? Tendências
    19. Caminhos Novos caminhos com velhos sapatos? Prof Dr Orlando Fontes Lima Jr LALT Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes UNICAMP
    20. TENDÊNCIA E DESAFIOS Volatização de ativos Gestão de risco Operações colaborativas e integradas Cadeias de Suprimentos Sustentaveis Crescimento das Pessoas Uso intensivo de Tecnologias VELHOS SAPATOS
    21. TENDÊNCIAS E DESAFIOS MOBILIDADE DISPONIBILIDADE CONECTIVIDADE 45 30 60 USABILIDADDE 15 75 NOVOS SAPATOS 0 100 MACRO LOGÍSTICA REDES SUSTENTABILIDADE 21
    22. Cadeia de Suprimentos 22
    23. Characteristics Of The Future Supply Chain 2016 http://www.futuresupplychain.com/
    24. As Is Situation: The Future Supply Chain 2016 http://www.futuresupplychain.com/
    25. To Be Situation: The Future Supply Chain 2016 http://www.futuresupplychain.com/
    26. Corrida pela Vantagem! “O que você não sabe é muito mais relevante do que aquilo que você sabe. Isso nos leva a concluir que aquilo que sabemos não pode nos causar problema. Então porque as empresas buscam novos patamares de desempenho afim de garantir competividade somente com aquilo que conhecem? As estratégias de organização e relacionamento não passam das fronteiras internas com boa integração. Mas a implantação de alguma oportunidade de colaboração externa entre os parceiros de negócio, conseguem benefícios progressivos dependendo do seu nível de integração, podendo alcançar ganhos logísticos em até 40%.” para chegar aqui tem que passar pelo controle 26
    27. Controle Desenvolver um referencial conceitual para que as informações contábil gerenciais tornem-se adequadas às necessidades de tomada de decisões de Logística, em seu papel estratégico. Custos
    28. O papel do Analista de Custo ! Facilidade e agilidade para análise de custos contábil e gerencial de forma gráfica e fácil visualização e interpretação dos dados podendo identificar de forma rápida e segura os custos detalhados e evolução de preços do item.
    29. Variação do Preço Médio Possibilita o rastreamento das movimentações realizadas de cada item e detalhar variações de real vs padrão e o saldo das ordens.
    30. Solução Além do controle temos soluções para produtividade, relacionamento e colaboração para gestão da cadeia de suprimentos! Fluxo Correto
    31. Cadeia de Suprimentos 31
    32. Criar seu próprio fluxo! Puxar o fluxo! Segui-lo não! DISTRIBUIÇÃO LOGÍSTICA 32
    33. Supply Chain Processo Atividades de TI para suportar o Supply Chain Planejamento de distribuição e da Gerenciamento Gerenciamento Otimização de produção de do Pedido Estoque Armazéns ERP ERP ERP WMS 88% 85% 83% 81% CONTROLE CONTROLE PRODUTIVIDADE PRODUTIVIDADE 33
    34. Supply Chain Processos Visão do lider da cadeia Gerenciamento e Planejamento de Gerenciamento de Planejamento de Peças demanda Transporte de reposição ERP TMS ERP 78% 77% 74% RELACIONAMENTO PRODUTIVIDADE CONTROLE
    35. Supply Chain Processos Desempenho e Indicadores Visibilidade e desempenho do supply chain ERP 63% Sistema de planejamento S&OP 70% de vendas e Produção Planejamento e 73% programação da ERP capacidade
    36. Supply Chain Processos Colaboração Previsão Colaborativa ERP 43% Gerenciamento de COMEX 51% transaçães internacionais 53% Sistemas de VMI ERP
    37. Como! Melhores práticas de Gestão, serviços de consultoria além da implementação de software e entendimento dos patamares de gestão! Novas Competências
    38. Modelo SCOR Supply Chain Operations Reference Model O modelo SCOR engloba todas as interações com os clientes (desde o pedido até o pagamento da fatura), todas as transações de material (desde os fornecedores dos fornecedores até os clientes dos clientes) e todas as interações com o mercado (desde a previsão da demanda agregada até o cumprimento de cada pedido). 38
    39. TOTVS Consulting Supply Chain é a linha de serviço que lida com a cadeia de suprimentos das empresas. Seja revendo a estratégia de compras de nossos clientes, seja otimizando estoques ou malhas de transporte, essa prática tem se mostrado de grande valor imediato para os nossos clientes. Casos de Sucesso E-business Otimização do Pátio Otimização da Gestão Produtos dos Estoques 2007 2006 2007  Strategic Sourcing Mapeamento dos processos do e- Otimização logística do principal Avaliação e melhoria da gestão business do Submarino e da pátio de transporte da Tegma do depósito de produtos da  Supply Chain Optimization Americanas.com Dadalto  E-Business Supply Chain  Logistic Diagnostic Experiências anteriores de nossos profissionais: Petrobras (Diversos) SHV Gas (Strategic Sourcing) Chevron (Logistic Diagnostic) Shell (Logistic Diagnostic) Ultragaz (Sourcing e Portal) Vale (SC Processes & Tools) Votorantim (SC Optimization) Supply Chain Cemig (SC Optimization e E-Business)
    40. 40 Ciclos de Gestão Entendendo o modelo dinâmico de Gestão • Segmento Diferencial competitivo Em cada ciclo de gestão uma indicação de implementação de softwares e processos Maior relação de retorno de investimento e resultados
    41. O que buscamos Entregar softwares e serviços para atender a necessidade de confiabilidade, flexibilidade, rapidez, custos e uso dos ativos para todos os nossos Clientes em toda a cadeia! Resultados
    42. Nem tudo e problema de Logística! RUPTURA? 42
    43. RUPTURA E SUAS CAUSA Para Reduzir o Índice de Ruptura Precisamos Primeiro Compreender as Causas • Projeções e pedidos das da Ruptura Lojas de Varejo (aproximadamente ½ das Rupturas) • Práticas de colocação nas gôndolas e de reabastecimento das lojas de varejo onde o produto está na loja mas não na gôndola (aproximadamente ¼ da Ruptura) • Diversas causas distribuição (aproximadamente ¼ da ruptura) 70-75% das rupturas são resultado direto das práticas adotadas pela loja © 2007 Thomas W. Gruen 43
    44. RESULTADOS Baixos estoques de Fim do matérias-primas transporte e produtos perdido acabados NA CADEIA DE SUPRIMENTOS Fim de Fim da Alta Produtos queima de disponibilida Obsoletos produtos par de de no estoque a geração Produtos de caixa 44
    45. RESULTADOS Menor Fim das Fidelidade nível de vendas do cliente descontos perdidas NA CADEIA DE SUPRIMENTOS Disponibilidade Aumento Aumento de de caixa para de vendas margem crescimento da empresa 45
    46. Correndo como os antílopes e comendo como os leões
    47. Distribuição Logística QUESTÕES Palestrante sergio.grisa@totvs.com.br

    + Sergio GrisaSergio Grisa, 2 months ago

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