SisEdu – Sistema Educacional - Módulo Ano Letivo

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Uma forma estruturada e padronizada para atender os discentes da Faculdade ABC (empresa fictícia), preferencialmente por meios digitais, em termos de solicitação de documentação, bem como disponibilização de certas informações de interesse do discente, atualmente é uma necessidade claramente pronunciada. Tanto para um maior controle do conteúdo das informações utilizadas dentro do âmbito dos profissionais da Faculdade quanto para maior agilidade no processamento das solicitações de serviços. Da forma como é realizado este fluxo de trabalho atualmente, levando-se em consideração o volume de serviços que são solicitados diariamente, a conclusão óbvia é uma solução acessível e confiável a ser implementada em breve, se não imediatamente. A instituição de ensino necessita que haja o controle da execução de serviços como emissão de documentos, dentre tantas outras atribuições do Setor de Atendimento da Faculdade. Este trabalho se propõe a criar um sistema de informação que cumpra este papel.

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SisEdu – Sistema Educacional - Módulo Ano Letivo

  1. 1. FACULDADE ALVORADACURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Afonso Alves Ribeiro Glauco Kendi Ribeiro Itai SisEdu – Modulo Ano Letivo Brasília-DF 2011
  2. 2. Afonso Alves Ribeiro Glauco Kendi Ribeiro Itai SisEdu – Modulo Ano Letivo Monografia apresentada a Faculdade Alvorada para a obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação.Orientadores: Prof. Elias Freitas da Silva Profa. Mestra Elizabeth d´Arrochella Teixeira Brasília-DF 2011
  3. 3. AGRADECIMENTOSGlauco Kendi Itai Agradeço primeiramente a Deus por me proporcionar a oportunidade deaprimorar meus conhecimentos através desta graduação. Aos meus pais RomeuKendi Itai e Alice Ribeiro, por me darem amor e carinho e me incentivarem aescolher e trilhar meus próprios caminhos. A minha tia Berenice Itai (Tia Yuki), poissem a ajuda dela nada disso seria possível. A minha esposa Vanesa Castro Itai porestar presente a cada momento galgando cada degrau dessa subida ao meu lado. Etambém ao meu primo Roger Luiz Itai cuja vasta experiência na área norteou meucaminho nessa longa jornada.Afonso Alves Ribeiro Agradeço aos Deuses e aos meus Ancestrais por todas as oportunidades, aOghma pela Iluminação, a Eochaid Ollathair por me ensinar a paciência, aos meuspais, Júlio César Antunes Ribeiro e Jane Alves da Silva Antunes por oferecerem,com suas vivências, o cerne forte sobre o qual fundamentei meu passado, à minhaavó, Iara Antunes Ribeiro, por tornar este trabalho possível, e a Jéssica Alves deVasconcelos, por ser a construtora auxiliar dos sonhos que me impulsionam para omeu futuro.
  4. 4. RESUMO Uma forma estruturada e padronizada para atender os discentes daFaculdade ABC (empresa fictícia), preferencialmente por meios digitais, em termosde solicitação de documentação, bem como disponibilização de certas informaçõesde interesse do discente, atualmente é uma necessidade claramente pronunciada.Tanto para um maior controle do conteúdo das informações utilizadas dentro doâmbito dos profissionais da Faculdade quanto para maior agilidade noprocessamento das solicitações de serviços. Da forma como é realizado este fluxode trabalho atualmente, levando-se em consideração o volume de serviços que sãosolicitados diariamente, a conclusão óbvia é uma solução acessível e confiável a serimplementada em breve, se não imediatamente. A instituição de ensino necessitaque haja o controle da execução de serviços como emissão de documentos, dentretantas outras atribuições do Setor de Atendimento da Faculdade. Este trabalho sepropõe a criar um sistema de informação que cumpra este papel.Palavras-chave: Sistema de Informação. Fluxo de Serviço e Agilidade.
  5. 5. ABSTRACT A structured and standardized way to attend the students of ABC College(fictional company), preferably by digital means, in terms of documentation requests,as well as availability of certain information that concerns to the students, is currentlya clearly pronounced need. As well as for a better control over the content of theinformation used inside the scope of the staff of the college, as for more agility in theprocessing of service requests. The way this work flow is carried out now,considering the amount of demands requested daily, the obvious conclusion is anavailable and trustable tool to be created soon, if not immediately. The educationalinstitution needs to control over the performance of services as the issue ofdocuments, among many other assignments of the college’s Care Sector. The currentarticle proposes the creation of an information system that meets this role.Keywords: Information System. Work Flow and Agility.
  6. 6. LISTA DE FIGURAS Descrição Pag. 1 Organograma 23 2 Modelo Incremental – XP 31 3 Modelo Incremental – SCRUM 32 4 Fases do RUP 39 5 Diagrama de Caso de Uso 50 6 Diagrama de Classe 74 7 Modelo de Entidade e Relacionamento - Elizabeth d’Arrochella Teixeira 75 8 Árvore do Sistema 89 9 TELA DE LOGIN 9010 TELA DE CONSULTA MATRÍCULA VAZIA 9111 TELA DE CONSULTA MATRÍCULA CHEIA 9112 TELA DE EDITAR MATRÍCULA 9213 TELA MENU 92
  7. 7. LISTA DE TABELAS Descrição Pag. 1 Planejamento do Projeto de Desenvolvimento 25 2 Casos de Uso 49 3 Caso de Uso UC01 – Manter Períodos 50 4 Caso de Uso UC02 – Manter Ementa 52 5 Caso de Uso UC03 – Manter Avaliação 54 6 Caso de Uso UC04 – Histórico Escolar 56 7 Caso de Uso UC05 – Manter Matrícula 57 8 Caso de Uso UC06 – Manter Turma 60 9 Caso de Uso UC06 – Manter Grade Horária 6210 Caso de Uso UC08 – Manter Calendário 6411 Caso de Uso UC09 – Manter Pauta 6612 Caso de Uso UC10 – Manter matrícula/Disciplina 6913 Caso de Uso UC11 – Enturmação 7214 PERÍODO 7615 MATRÍCULA 7616 TURMAS 7717 ENTURMAÇÃO 7718 MATRÍCULA_DISCIPLINA 7719 BANCO 7820 BOLETO 8021 CURSO 8022 DISCIPLINA 8123 DOCUMENTOS 8124 GRADE CURRICULAR 8125 HST_PESSOA 8226 HST_USUÁRIO 8327 INSCRIÇÃO_VESTIBULAR 8328 INSCRIÇÃO_VESTIBULAR ALUNO 8329 OBSERVAÇÃO 8430 PAGAMENTO 8431 PARAMETROS 8432 PERFIL 8533 PERÍODO 8534 PESSOA 8635 PLANO ENSINO 8636 TIPO_BOLETO 8737 TIPO_DOC 8738 TIPO_END 8739 UF 8740 USUÁRIO 8841 VESTIBULAR 88
  8. 8. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS DescriçãoAGI IRIX Sistema operacional baseado no Unix com o BSDAIX Advanced Interactive eXecutiveASP Active Server PagesBD Banco de DadosBSD Berkeley Software DistributionGNU GNU is Not Unix (em português: GNU Não é Unix)HP-UX Sistema operacional lançado pela empresa Hewlett-PackardIBM International Business MachinesITIL Information Technology Infrastructure LibraryJAVA Linguagem de programação orientada a objetoMAC OS Macintosh Operating SystemMySQL My Structured Query LanguagePHP Hypertext Preprocessor", originalmente Personal Home Page.RUP Rational Unified Process (ou Processo Unificado Racional)SGBD Sistema de Gerenciamento de Banco de DadosSisEdu Sistema Acadêmico para faculdadesSOLARIS Sistema Operacional UNIX desenvolvido pela Sun MicrosystemsSQL Structured Query LanguageTI Tecnologia da InformaçãoTRU 64 Sistema operacional UNIX 64-bitUML Unified Modeling LanguageXP Programação extrema (do inglês eXtreme Programming)
  9. 9. 10 Sumário1 Introdução 14 1.1 Tema 14 1.2 Justificativa 15 1.3 Formulação do Problema 16 1.4 Objetivos 17 1.4.1 Objetivo Geral 17 1.4.2 Objetivos Específicos 17 1.5 Organização do Trabalho 182 Análise Institucional 19 2.1 A Empresa e seu Negócio 19 2.1.1 Organograma da Empresa 21 2.2 Descrição das Necessidades 223 Cronograma 264 Referencial Teórico 28 4.1 Engenharia de Software 28 4.1.1 Cleanroom 29 4.1.2 Métodos Ágeis 29 4.2 Arquitetura de Software 32 4.3 Linguagem de Programação 32 4.3.2 PHP 33 4.3.3 ASP 34 4.4 Banco de Dados 35 4.4.1 Oracle 37 4.4.2 PostgreSQL 37 4.4.3 MySQL 38 4.5 RUP (Rational Unified Process) 38 4.5.1 Desenvolvimento Iterativo 39 4.5.2 Fases do RUP 40 4.5.2.1 Concepção 40 4.5.2.2 Elaboração 41 4.5.2.3 Construção 41 4.5.2.4 Transição 41 4.6 UML (Unified Model Language) 42 4.7 Information Technology Infrastructure Library – ITIL 435 Proposta do Novo Sistema 44 5.3 Descrição do Sistema Proposto 44 5.4 Resultados Esperados 47 5.5 Restrições do sistema proposto 47 5.6 Relação Custo x Benefícios: Análise de Viabilidade Econômica do Novo Sistema 48 5.7 Áreas Afetadas Pelo Novo Sistema 486 Documentação de Análise 49
  10. 10. 11 6.1 Visão Macro dos Atores 49 6.2 Identificação dos Atores 49 6.3 Listas de Casos de Uso 50 6.4 Diagrama de Caso de Uso 51 6.5 Descrição detalhada dos Casos de Uso 53 6.6 Diagramas de Classes 76 6.7 Modelo de Entidade-Relacionamento 77 6.8 Especificação das Tabelas 78 6.9 Árvore do Sistema 88 6.10 Especificação Técnica 89 6.10.1 Layout das Principais Telas da Aplicação 89 6.10.5 Segurança Física 937 Plano de Implantação 988 Conclusão 1009 Referências Bibliográficas cv
  11. 11. 121 Introdução Segundo GUILLON (1994), uma instituição de ensino difere de empresas comatuação em áreas diferentes em vários pontos. Deles, o mais facilmente observávelé a forma com que ela deve lidar com seu cliente. Essencialmente, uma Faculdade éuma prestadora de serviço, sendo assim, a qualidade deste serviço, bem como umaintegração com seus contratantes é ponto crucial. Promover um serviço informativo de qualidade significa interagir com osclientes, neste caso os docentes, da forma mais ágil e simplificada possível.(GUILLON, 1994) Para diversos fins, o discente matriculado em uma faculdade necessita, vez poroutra, de certos documentos autenticados contendo informações sobre sua atuaçãona instituição de ensino. A emissão e autenticação destes documentos não são, aprincípio, funções do Departamento de Atendimento, porém, ao solicitar taisserviços, é a este departamento que o discente irá se dirigir. Sendo assim, o Fluxodo Serviço interage diretamente com este setor, e deve ser definido de modo atornar a execução deste trabalho eficiente.1.1 Tema Ackoff (1999) defende que uma das muitas maneiras de perceber um sistema édescobri-lo como um “todo que não pode ser dividido em partes independentes”. Seudesempenho nunca é igual à soma das ações de suas partes, consideradasseparadamente: é uma função de suas interações. “Via de regra, os sistemasinteragem muito mais do que nossa capacidade de percepção.” Encontra-se em elaboração uma proposta de um sistema unificado naFaculdade ABC (empresa fictícia), que lide com as solicitações de serviços,monitoramento de informações financeiras e acadêmicas por gestores e discentesmatriculados, dentre outras atribuições dentro da Instituição, este projeto é intituladoSisEdu. O presente artigo será desenvolvido como um módulo integrante destesistema, responsável pela gestão das informações do Ano Letivo da Faculdade. O Módulo de Ano letivo do SisEdu da Faculdade ABC será um sistema capazde receber solicitações de serviços da parte dos alunos, registrá-las e encaminhá-las
  12. 12. 13aos gestores destes serviços. Além disso, será capaz de disponibilizar certasinformações referentes ao ano letivo para Alunos e Professores, mediante um login. Tomando como ponto de partida o cadastramento de informações comodisciplinas do semestre letivo, bem como as ementas destes cursos, além dediversas outras informações que podem ser utilizadas pelo usuário no meioacadêmico. Seguindo uma organização e apresentação destes dados os Docentes eaos Discentes de modo a agilizar os fluxos de trabalho, com base nas demandas dainstituição bem como suas rotinas administrativas, a fim de trabalhar as áreas emque a mesma possui falhas mais aparentes e necessidade da atenção por parte docorpo administrativo da faculdade a fim de atender as necessidades do corpodocente e discente de maneira rápida e agradável.1.2 Justificativa Para REZENDE (1999), modernamente, o software deve estar com o foco nonegócio empresarial e com o objetivo de auxiliar os processos de tomada dedecisões (estratégicas, táticas ou gerenciais e operacionais). A metodologia utilizada atualmente pela Instituição é comum, composta pordiversos trâmites de documentos por meios físicos, com auxílio do sistema Cathedrano cadastramento de informações de uso interno da Instituição, além do sistemaWebClass, voltado exclusivamente aos docentes para controle de frequência e notasdos alunos. Estes softwares foram adquiridos pela instituição, mas não se aplicamexclusivamente às suas necessidades, frequentemente apresentando umadivergência de escopo que prejudica a otimização dos fluxos de serviço. A Faculdade ABC necessita de uma forma automatizada de organizar asinformações de seus períodos letivos. Este processo atualmente é feitomanualmente por meio do uso de ferramentas como o Microsoft Excel. SOMMERVILLE (2003) diz que os engenheiros de software devem pensarsobre os serviços que o sistema fornece, as restrições dentro das quais o sistemadeve ser construído e operado e as interações do sistema com seu ambiente.
  13. 13. 14 Sendo assim, o Módulo Ano Letivo do sistema unificado SisEdu devepadronizar o cadastro de informações acerca do ano letivo da Faculdade, contandocom um banco de dados relacional bem organizado e exigindo coesão no conteúdodas informações cadastradas. Além disso o módulo deve disponibilizar estasinformações aos estudantes via Web.1.3 Formulação do Problema É observável a necessidade de uma maior integração entre o corpo discente ea Faculdade ABC. Cada serviço de informação de que o aluno necessite só éatendido pela Instituição após a incursão em filas e a verificação das informaçõessolicitadas por parte de pessoal responsável no setor, processo este feitomanualmente. Além disso, é necessária uma metodologia mais ágil no cadastramento dasinformações referentes as demandas administrativas e acadêmicas da Faculdade,de forma que o procedimento de, por exemplo, montar as grades curriculares doscursos deixe de ser um processo manual como é atualmente. Havendo uma maior integração entre as informações, desde seucadastramento pelo Gestor da mesma, até sua utilização em um documentoporventura solicitado por um aluno, o funcionário responsável por atender àdemanda poderia contar com maiores agilidade e confiabilidade no processo. Desta forma a necessidade identificada é a otimização destes fluxos detrabalho, de forma a integrar melhor o aluno à Faculdade, e oferecer uma forma ágile segura de manter as informações curriculares atualizadas a cada período letivo.1.4 Objetivos Um objetivo pode ser definido como um propósito ou alvo que se pretendeatingir. Tudo aquilo que se deseja alcançar através de uma ação clara e explícita,pode ser chamado de objetivos. (MARINHO, 2007)
  14. 14. 15 Além disso, segundo NUNES (2002), os objetivos estão ligados à importânciado tema e relevo da pesquisa, e deve apontar os objetivos que esta pretendealcançar. Disponibilizar aos alunos da Faculdade ABC uma ferramenta confiável erobusta para acessar suas informações de matrícula, notas, grades horárias, bemcomo solicitar emissão de documentos para diversos fins, dentre outrasfuncionalidades, é a proposta do presente artigo.1.4.1 Objetivo Geral Informatizar o processamento das informações dos períodos letivos daFaculdade ABC em um ambiente WEB, tanto para proporcionar um armazenamentootimizado destas informações, quanto para a organização destes em um documentoemitido para o aluno, mediante solicitação, que requeira apenas uma assinatura paraser validado.1.4.2 Objetivos Específicos  Garantir o acesso ágil, por parte dos alunos, a informações sobre seu ano letivo;  Permitir a solicitação da emissão de certos documentos de que o discente necessite;  Cadastramento destas informações por professores ou demais responsáveis, de modo a estarem sempre atualizadas e consistentes.1.5 Organização do Trabalho O primeiro capítulo refere-se ao contexto do trabalho, o tema, os objetivos damonografia em apresentação. O segundo capítulo realiza a apresentação da Faculdade ABC e seu ramo denegócio.
  15. 15. 16 O terceiro capítulo apresenta o cronograma das atividades dedesenvolvimento dessa monografia, sinalizando os prazos para a finalização dotrabalho. O quarto capítulo descreve o referencial teórico, todas as fontes de pesquisade ferramentas que serão utilizadas para o desenvolvimento do sistema e escrita damonografia. No quinto capítulo, é apresentada a proposta, a descrição, os resultados, asrestrições e as áreas afetadas pelo sistema que será desenvolvido. No sexto capítulo é apresentada a descrição e identificação dos atores ecasos de uso do sistema. Como também, a apresentação das principais telas dosistema e suas funcionalidades. O sétimo capítulo descreve as atividades desempenhadas para a implantaçãosistema na empresa. Para o oitavo capítulo está registrada a conclusão do trabalho. No nono e último capítulo estão descritas todas as referências bibliográficasque dão sustentação e base ao desenvolvimento deste trabalho.
  16. 16. 172 Análise Institucional Como tudo que é instituído, instituíste ou em vias de institucionalização, aanálise institucional é um produto social-histórico. Trata-se da concepção de históriada empresa (GOMES, 2006). Também é nossa responsabilidade compreender as necessidades dos usuáriose demais gestores, cujas vidas serão afetadas por nossa solução. (LEFFINGWELL,2003). A fim de obter um conhecimento mais aprofundado no que se refere aos fluxosde serviços e informações dentro do âmbito da Faculdade ABC, foram realizadasentrevistas com funcionários responsáveis pelo atendimento às demandas porinformação acerca do Ano Letivo da Faculdade e outros serviços disponíveis aosdocentes.2.1 A Empresa e seu Negócio Segundo SOMMERVILLE (2004), da mesma maneira que o ambiente físico, ossistemas são também situados em um ambiente organizacional. Isso inclui políticase procedimentos que são, por sua vez, regidos por questões políticas, econômicas,sociais e ambientais mais amplas. A Faculdade ABC é uma instituição de ensino superior (fictícia) com filialestabelecida em Brasília DF, classificada como de médio porte. Possui uma matrizno estado do Paraná e alguns campi em outros estados brasileiros. Conta comquadro de profissionais próprio, criado independentemente da avaliação da matriz. Eorganiza sua grade curricular de forma “Fechada”. Em um aspecto geral podemos dividir as necessidades em várias frentes deatuação onde os problemas são visíveis e graves. Quanto à infraestrutura, segundo levantamento efetuado nas dependências daABC, verificou-se que toda a estrutura possui falhas, todo o maquinário éultrapassado e poucos atendem as necessidades para qual vêm sendo usados. A
  17. 17. 18infraestrutura de rede mostra pontos fracos em sua organização e distribuição, e nãopossui um projeto. É utilizada por docentes e alunos, apesar das dificuldades eperda de banda. Todo o complexo da ABC carece de um sistema de segurança para bloqueio deinvasões exceto o que é fornecido pela matriz situada em outro estado, bem comotodo o sistema de informação que é vinculado à matriz cujo sistema de envio erecebimento de dados impossibilita ou dificulta a realização de certas tarefas pelosistema. Com relação à estrutura de dados, verificou-se que toda a base de dados que osistema se utiliza está localizada na matriz, essa mesma base de dados possuifalhas graves, como redundâncias e conflitos com dados das filiais, o acesso à basede dados é restrito somente a alta diretoria, ou seja, aos mantenedores dafaculdade. O fator mais preocupante identificado pela análise realizada é o conflito entredados de bases diferentes. Como exemplo, há registros de alunos recém-matriculados, iniciando seu curso, mas com registro de disciplinas já cursadas, poisna base de dados há registros de alunos que possuem o mesmo nome, e seencontram em vias de se formar. Sobre o sistema atual, verificou-se que, atualmente, a ABC se utiliza de doissistemas informatizados, ao Cathedra e o Web Class. Ambos utilizados paragerenciar a vertente acadêmica da faculdade. Contudo, não há nenhum sistema pragerenciar a parte administrativa da Instituição (Srh. Financeiro, almoxarifado, etc.). A análise do negócio revelou que, em ambos os sistemas utilizados, as falhasapresentadas na comunicação são graves, ou seja, eles quase não se comunicamentre si. Grande parte das informações é redundante, fazendo com que boa partedelas tenha que ser digitadas manualmente, e pelos seus operadores. Assim comoinformações complementares, que deveriam ser extraídas do outro sistema tambémtenha de ser inseridas manualmente.
  18. 18. 19 Todo o sistema é suscetível a falhas humanas. Pouco ou nenhum modelo derelatórios são emitidos. Nenhum dos utilizados atualmente possui um operador deacompanhamento de protocolo. Estes foram alguns dos problemas encontrados pelaAnálise dos sistemas em uso. A organização dos períodos letivos da Faculdade ABC é feita em períodosanuais, para fins financeiros. Já para fins acadêmicos, como a organização da gradede disciplinas, a organização segue um padrão semestral, o que gera diversosconflitos entre estas e aquelas informações. Para REZENDE (1999), toda empresa, independente de seu negócio e meio deatuação, possui cultura, filosofia e políticas, podendo ser definidas em formal oupraticadas informalmente. Estes valores são introduzidos na empresa, fazendo partede suas atividades cotidianas.2.1.1 Organograma da Empresa Abaixo se verifica o organograma da Faculdade ABC de forma a apresentarhierarquicamente os setores e departamentos que a compõem. Este organograma mostra como estão dispostas unidades funcionais, ahierarquia e as relações de comunicação existentes entre elas. Também são unidades administrativas com funções bem definidas. Aqui estamos representando apenas a faculdade ABC que é uma filial, pois osistema proposto afetará apenas a esta filial.
  19. 19. 20 Figura 1 - Organograma da Empresa2.2 Descrição das Necessidades Segundo LEFFINGWELL (2003), os requisitos definem as capacidades que ossistemas devem oferecer, em conformidade com um grupo de necessidades, quenormalmente definem o sucesso do projeto. Já para SOMMERVILLE (2004), os problemas que os engenheiros de softwaretêm para solucionar são, muitas vezes, imensamente complexos. Compreender anatureza dos problemas pode ser muito difícil, especialmente se o sistema for novo. De acordo com o que se propõe o módulo Ano Letivo do SisEdu, sãoobservadas diversas necessidades que o projeto deve atender. São elas:  Permitir o cadastramento de Diretores, Professores/Coordenadores, Funcionários e Alunos da Faculdade ABC, com perfis diferentes, ao sistema. Determinados perfis deverão permitir o cadastramento das informações que serão consultadas pelo perfil Aluno;  Disponibilizar, por meio de integração com outros módulos do SisEdu, informações sobre a situação atual da matrícula do discente ao perfil
  20. 20. 21 Aluno, de acordo com a identificação do usuário previamente cadastrado no sistema;  Manter, por meio de integração com os diários de classe, o histórico escolar do aluno, de modo a disponibilizar para ele quando solicitado;  Manter o diário de classe de cada turma. Esta operação será realizada pelo Professor, mediante acesso ao sistema;  Manter um registro, no histórico escolar do aluno, dos créditos prestados anteriormente à matrícula por alunos transferidos de outras instituições;  Permitir o armazenamento, por parte dos Professores, de arquivos que contenham a ementa de suas matérias para aquele período letivo;  Manter informações acerca de turmas montadas de acordo com as matrículas realizadas;  Permitir a consulta a algumas das informações cadastradas por parte do perfil Aluno;2.3 Sistema de Informação Existente na Empresa O software atualmente utilizado pela Faculdade ABC foi desenvolvido porterceiros chamado Cathedra. Ele possui um banco de dados próprio atualmente emMySQL segundo informações da mantenedora, o que faz com que a instituição seadéque a ele, e não o contrário. O Cathedra é um sistema utilizado para gerenciar e manter o controle dealunos, como pré- matrícula e matrícula em curso e disciplina, vestibular, emissão deboleto bancário, reajuste de mensalidade cálculo de atividades extracurriculares eprotocola pedidos como declarações diversas, contrato de monitorias e estágios,contrato aluno / instituição, ou seja o Cathedra apenas mantém um número de
  21. 21. 22protocolos para os serviços, esses são gerados a partir de editores de texto eeditores de planilhas. Webclass é um sistema proprietário web que por sua vez se utiliza de umbanco de dados próprio nos remetendo ao mesmo problema do Cathedra. O WebClass é por sua vez utilizado para manter o que diz respeito afuncionalidades acadêmicas da instituição, ou seja, é através dele que osprofessores lançam notas de frequência dos alunos, que são feitas as consultas parasaber os aprovados do semestre, sendo também responsável pelo controle de turmae disciplinas.2.4 Normas de Funcionamento Após análise, constata-se que, para o devido funcionamento de qualquer dosdois sistemas, o usuário deve ter acesso a eles via login, após devidocadastramento. No caso do Cathedra, é necessário que a aplicação esteja presentena máquina, já para o WebClass, o funcionário deve ter acesso à rede interna daFaculdade, além de ser um professor ou gestor de informações acadêmicas.2.5 Ambiente Tecnológico Existente O ambiente tecnológico é composto de: 100 computadores AMD Sempron,1GB, HD 160GB, Gravador de DVD - Space BR, monitor 15.6, sistema operacionalWindows XP, todo o pacote Microsoft Office 2003, compondo quatro laboratórios. Composto também dois computadores AMD Sempron, 1GB, HD 160GB,Gravador de DVD - Space BR, monitor 15.6", sistema operacional Windows. Além de 20 computadores AMD Sempron, 1GB, HD 160GB, Gravador deDVD - Space BR, monitor 15.6, sistema operacional Windows XP, cinco impressorasLexmark T632 e, cinco scanner HP 5590 utilizados pelos setores administrativos dainstituição, sendo todos conectados por uma rede cabeada.
  22. 22. 233 Cronograma Desenvolver o cronograma significa determinar as datas de início e fim paraas atividades do projeto. Se as datas de início e fim não forem realísticas, éimprovável que o projeto termine como planejado. Na tabela abaixo estão descritas o tempo medido em semanas de cada etapado projeto. Tabela 1 - Planejamento do Projeto de DesenvolvimentoMÊS ETAPAS acertos após Apresentação TCC Apresentação da monografia Levantamento de Requisitos Acertos após apresentação Análise (def. casos de uso) Definição da metodologia Planejamento de Ações Definição do Problema Escrever a monografia Levantamento Teórico Pesquisa Bibliográfica Delimitação do Tema Apresentação TCC I Implementação Entrega final Codificação ProjetoAno 2011 IFevereiro 1a. 2a. 3a. 4a.Março 1a. 2a. 3a. 4a. 5a.Abril 1a. 2a. 3a. 4a.Maio 1a. 2a. 3a. 4a. 5a.Junho 1a. 2a. 3a. 4a.
  23. 23. Julho MÊS Agosto Outubro Ano 2011 Setembro Dezembro Novembro4a. 3a. 2a. 1a. 5a. 4a. 3a. 2a. 1a. 4a. 3a. 2a. 1a. 4a. 3a. 2a. 1a. 5a. 4a. 3a. 2a. 1a. 4a. 3a. 2a. 1a. Definição do Problema Delimitação do Tema Pesquisa Bibliográfica Levantamento Teórico Definição da metodologia Planejamento de Ações Levantamento de Requisitos ETAPAS Análise (def. casos de uso) Escrever a monografia Apresentação TCC I acertos após Apresentação TCC I Projeto Codificação Apresentação da monografia Acertos após apresentação Entrega final 24 Implantação
  24. 24. 254 Referencial Teórico Segundo NUNES (2002), a verificação prévia da existência do materialbibliográfico, da facilidade para seu manuseio, dentre outros fatores importantes, éorientação necessária para todos os alunos, a partir da definição de qualquer tema. Este capítulo objetiva apresentar as tecnologias e conhecimentos, bem comoconceitos adquiridos durante o curso. Além de uma avaliação de sua aplicabilidadeno projeto Módulo Ano Letivo do SisEdu. Como afirma SALOMON (2001), documentar-se não é apenas uma das fasesda elaboração do trabalho científico: é um hábito do trabalhador intelectual e um tipode pesquisa também: a pesquisa documental.4.1 Engenharia de Software Segundo SOMMERVILLE (2003), a Engenharia de Software é umadisciplina da engenharia que se ocupa de todos os aspectos da produção desoftware, desde os estágios iniciais de especificação do sistema, até a manutençãodo mesmo. Os Engenheiros de Software aplicam teorias, métodos e ferramentas nassituações apropriadas, de modo seletivo, e sempre procuram descobrir soluçõespara os problemas. Todos os aspectos da produção de software adotam umaabordagem sistemática e organizada em seu trabalho, uma vez que essa é, comfrequência, a maneira mais eficaz de se produzir software. Segundo afirma REZENDE (1999), Engenharia de Software é ametodologia de desenvolvimento e manutenção de sistemas modulares, com ascaracterísticas de adequação aos requisitos funcionais do negócio, efetivação depadrões de qualidade e produtividade em suas atividades, fundamentação naTecnologia da Informação disponível, além de planejamento e gestão de atividades,recursos e datas.
  25. 25. 264.1.1 Cleanroom Ainda segundo SOMMERVILLE (2003), o método Cleanroom é umafilosofia de desenvolvimento que tem como base evitar defeitos de software pelo usode um rigoroso processo de inspeção. Seu nome deriva da analogia com asunidades de fabricação de semicondutores. Nestas unidades os defeitos sãoevitados por meio de uma atmosfera ultra limpa. Este método possui cinco características principais:  Especificação formal;  Desenvolvimento Incremental;  Programação estruturada;  Verificação estática;  Teste estatístico do sistema.4.1.2 Métodos Ágeis Segundo LEFFINGWELL (2003), nem sempre há uma disponibilidadegrande de tempo, de modo a permitir a estruturação de uma documentaçãocomplexa e abrangente. Nesses casos, pode-se utilizar um método dedesenvolvimento ágil. Visando muito mais o acompanhamento e a evolução dosoftware, os métodos ágeis muitas vezes simplificam, ou mesmo se abstém dealguns passos preliminares à codificação do projeto, otimizando seudesenvolvimento por meio da constante interação com o usuário, além de diversasmetodologias de teste aplicadas.4.1.3 XP – Extreme Programming Segundo BECK (2004), Extreme Programming – XP, é uma metodologiapara desenvolvimento de software ágil, com qualidade e que atenda asnecessidades do cliente. Alguns praticantes definem a XP como a prática e aperseguição da mais clara simplicidade, aplicado ao desenvolvimento de software.
  26. 26. 27 Uma metodologia voltada para projetos cujos requisitos mudem comfrequência, utilizem desenvolvimento orientado a objetos, equipes de até 12desenvolvedores e desenvolvimento incremental. Figura 2 – Modelo de Processo Incremental – XP Fonte: infoescola.com Já para TELES (2004), a XP é organizada em torno de um conjunto depráticas e valores que atuam perfeitamente para assegurar um alto retorno doinvestimento efetuado pelo cliente. A seguir serão apresentados os valores e emseguida as práticas.4.1.4 SCRUM Segundo SCHWABER e SUTHERLAND (2010), Scrum vem sendo utilizadopara o desenvolvimento de produtos complexos desde o início dos anos 90, e éfundamentado na teoria de controle de processos empíricos, empregando umaabordagem iterativa e incremental para otimizar a previsibilidade e controlar riscos.
  27. 27. 28 Figura 3 – Modelo Incremental - SCRUM Fonte: infoescola.com Três pilares sustentam cada implementação de controle. O primeiro pilar é a transparência, que visa garantir que aspectos doprocesso que afetam o resultado devem ser visíveis para aqueles que gerenciam osresultados. O segundo pilar é a inspeção, afirmando que diversos aspectos do processodevem ser inspecionados com uma frequência suficiente para que variaçõesinaceitáveis possam ser detectadas. O terceiro pilar é a adaptação, que diz que, se o inspetor determinar, a partirda inspeção, que um ou mais aspectos do processo estão fora dos limites aceitáveise que o produto resultante será inaceitável, ele deverá ajustar o processo ou omaterial sendo processado.4.2 Arquitetura de Software Os grandes sistemas são sempre decompostos em subsistemas, quefornecem algum conjunto de serviços relacionados. O processo inicial de projeto,que consiste em identificar esses subsistemas e estabelecer um Framework para ocontrole e a comunicação de subsistemas, é chamado de Projeto de Arquitetura, e a
  28. 28. 29saída desse processo de projeto é uma descrição da Arquitetura do Software.(SOMMERVILLE, 2003) Analisar e estabelecer formas de maximizar a eficiência de determinadosistema em seu ambiente de implementação, este é o fundamento da Arquitetura deSoftware, que se mostra imprescindível quando da união entre o Sistema e seu Meiode Utilização. (REZENDE, 1999)4.3 Linguagem de Programação ANDRADRE (2007) afirma que a função das Linguagens de Programaçãoé servir de um meio de comunicação entre computadores e humanos. Já para AMARIZ (2008) a linguagem de programação é uma forma dedeterminarmos como um dispositivo deve trabalhar. É como se déssemos ordenspara esses dispositivos que podem ser simples, como por exemplo, um carregadorde pilhas ou mais complexos como um computador. São veículos de comunicação entre os desenvolvedores de software,devidamente munidos de seus conhecimentos e melhores práticas, e suasmáquinas. (REZENDE, 1999)4.3.1 Java Segundo PACIEVITCH (2011) Java é uma linguagem de programaçãoorientada a objetos que começou a ser criada em 1991, na Sun Microsystems. Teveinicio com o Green Project, no qual os mentores foram Patrick Naughton, MikeSheridan, e James Gosling. Este projeto não tinha intenção de criar uma linguagemde programação, mais sim de antecipar a “próxima onda” que aconteceria na áreada informática e programação. Além da linguagem em si, Java possui uma rica biblioteca, que tornapossível escrever programas portáteis que podem driblar sistemas operacionaisproprietários. Contudo, você não pode esperar aprender tudo sobre Java em umsemestre. A linguagem contém um vasto conjunto de pacotes de biblioteca que são
  29. 29. 30necessários para se escrever programas úteis. Há pacotes para gráficos, projeto deinterfaces com o usuário, criptografia, redes, som, armazenamento de bancos dedados e muitos outros propósitos. O ideal é se concentrar nos pacotes que serãoutilizados no projeto a ser desenvolvido. HORSTMANN (2005)4.3.2 PHP Segundo PACIEVITCH (2011), PHP tem código fonte disponível paraqualquer pessoa, sem custos. A licença de uso e edição é Open Source, ou seja,ninguém pode comercializar qualquer versão modificada do PHP, e qualquermodificação deve continuar com o código fonte aberto para os usuários explorarem emodificarem. Este sistema de licença não traz lucro aos desenvolvedores, pois estesdisponibilizam tudo para o publico gratuitamente, e o publico, por sua vez, ajudareportando erros e ajudando a modificar o código fonte. Muitas empresas apoiam os desenvolvedores do PHP, pois estes nãovisam lucro ao criarem e desenvolverem o programa. O PHP é muito usado com oLinux e o MySQL, dois outros programas Open Source. Já segundo CONVERSE (2001), diferente de páginas de servidor Java ouCGI baseado em C, o PHP não exige que você possua uma compreensão profundadas mais importantes linguagens de programação antes de poder criar um banco dedados trivial. Diferentemente do Perl, o PHP tem uma sintaxe fácil de analisarsintaticamente e amigável a humanos. E, diferentemente do Active Server Pages -ASP, o PHP não obriga você a aprender duas linguagens de programação diferentespara ocasiões diferentes. Além disso, muitas das mais úteis funções específicas, como abrir umaconexão com um banco de dados, ou com um servidor de IMAP, são pré-definidas.Para tornar-se proficiente em PHP, você precisa estar à vontade para editar HTMLmanualmente, pois nem todos os editores de PHP são “arrastar e soltar”, muitasvezes é necessário lidar com o código puro.
  30. 30. 314.3.3 ASP Segundo AMARIZ (2011), Active Server Pages (ASP) é uma linguagempara geração de páginas HTML dinamicamente. A partir de um Windows NT Server com o IIS3 ou IIS4 (InternetInformation Server) instalado, é possível rodar códigos que geram páginas HTMLdinamicamente, e então, mandá-las para o Browser. Assim sendo, sempre que umapágina ASP for requisitada pelo Browser, esta página será executada pelo servidor. A linguagem ASP não serve apenas para consultas a banco de dados.Serve também para envio e recebimento de correio eletrônico via páginas HTML,para criação de rotinas de propaganda rotativa, para identificação e autenticação deusuários, para leitura de arquivos texto e uma infinidade de outras aplicações. Apesar destas vantagens, conclui-se que a utilização do ASP não seriaviável. Devido à definição de escopo do projeto, a integração entre módulos nãoseria facilitada por esta linguagem.4.4 Banco de Dados Segundo AMARIZ (2010), para armazenar um dado, é necessário criartabelas, dentro das tabelas são criadas colunas, onde as informações sãoarmazenadas. Para os dados da base de dados ficarem organizados, devem sercriadas tabelas que não misturem informações. Os comandos utilizados para consultar as informações armazenadasvariam de um SGBD para o outro. Embora a linguagem utilizada, a SQL, seja amesma, comandos para declarar tipos de campo, consultar determinadasinformações com junções entre tabelas, dentre outros, varia entre os diferentesSGBDs. Superficialmente, pode-se dizer que Orientação a Objetos corresponde àorganização de sistemas como uma coleção de objetos que integram estruturas de
  31. 31. 32dados e comportamento. Além desta noção básica, a abordagem inclui certo númerode conceitos, princípios e mecanismos que a diferenciam das demais. Abstração é a consideração apenas das propriedades comuns de umconjunto de objetos, omitindo os detalhes, utilizada com frequência na definição devalores similares e na formação de um tipo a partir de outro, em diferentes níveis deabstração. Os Objetos são abstrações de dados do mundo real, com uma interfacede nomes de operações e um estado local que permanece oculto. As abstrações darepresentação e das operações são ambas suportadas no modelo de dadosorientado a objetos, ou seja, são incorporadas as noções de estruturas de dados ede comportamento. Identidade de Objeto conceitua que, num modelo com identidade deobjetos, estes têm existência independente de seus valores correntes e dosendereços de armazenamento físico. A identidade do objeto é geralmente geradapelo sistema. Os Objetos Complexos são formados por construtores (conjuntos, listas,tuplas, registros, coleções, arrays) aplicados a objetos simples (inteiros, booleanos,strings). Nos modelos orientados a objetos, os construtores são em geral ortogonais,isto é, qualquer construtor pode ser aplicado a qualquer objeto. O Encapsulamento possibilita a distinção entre a especificação e aimplementação das operações de um objeto, além de prover a modularidade quepermite uma melhor estruturação das aplicações ditas complexas, bem como asegurança dentro do sistema. Um Conjunto de Objetos que possui o mesmo tipo (atributos,relacionamentos, operações) pode ser agrupado para formar uma classe. A noçãode classe é associada ao tempo de execução, podendo ser vista como umarepresentação por extensão, enquanto que o tipo é uma representação intencional.
  32. 32. 33 Herança é um mecanismo que permite ao usuário definir tipos de formaincremental, por refinamento de outros já existentes, permitindo composição de tiposem que as propriedades de um ou mais tipos são reutilizadas na definição de umnovo tipo. De fato, ela corresponde a transferência de propriedades estruturais e decomportamento de uma classe para suas subclasses. Em sistemas Polimórficos uma mesma operação pode se comportar dediferentes formas em classes distintas. Como exemplo tem o operação “print” queserá implementada de forma diferente se o objeto correspondente for um texto ouuma imagem: dependendo do objeto teremos um tipo de impressão. Tem-se tambémpolimorfismo quando ocorre a passagem de diferentes tios de objetos comoparâmetros enviados a outros objetos. Segundo REZENDE (1999), existe dois tipos diferentes de registrostratados por software: O registro lógico e o registro físico, que é o grupamento deregistros lógicos, economizando espaço e tempo de pesquisa, condensando agravação.4.4.1 Oracle Para PACIEVITCH (2000), Oracle é um sistema de banco de dados quesurgiu no final dos anos 70, criado por Larry Ellison. Visava desde o início ser umbanco de dados relacional, o que, na época ainda não havia sido feito por nenhumaoutra empresa de Bancos de Dados. Um banco de dados relacional segue o Modelo Relacional decomportamento, ou seja, a organização dos dados armazenados se baseia narelação entre as tabelas que os contém. A arquitetura de um banco de dadosrelacional pode ser descrita de maneira informal ou formal. Na descrição informal ofoco está em aspectos práticos da utilização e utilizam-se os termos TABELA, LINHAe COLUNA. Já na descrição formal prioriza-se a semântica formal do modelo e ostermos utilizados são RELAÇÃO (tabela), TUPLA (linhas) e ATRIBUTO (coluna).
  33. 33. 344.4.2 PostgreSQL Segundo EISENTRAUT (2011), PostgreSQL é um sistema de bancos dedados relacional poderoso e de código aberto. Ele possui mais de 15 anos dedesenvolvimento ativo e uma arquitetura que ganhou uma forte reputação econfiabilidade e integridade dos dados. Ele é suportado pela maioria dos sistemas operacionais, incluindo Linux,UNIX (AIX, BSD, HP-UX, SGI IRIX, Mac OS X, Solaris, Tru64), e Windows. Possuisuporte completo para chaves estrangeiras, joins, visões, gatilhos, e procedimentosarmazenados (em multiplas linguagens). Inclui a maior parte dos tipos de dados SQL:2008, incluindo INTEGER,NUMERIC, BOOLEAN, CHAR, VARCHAR, DATE, INTERVAL, E TIMESTAMP. Também suporta o armazenamento de grandes objetos binários, incluindoimagens, audio e video. Possui interfaces nativas para programação em C/C++,Java, .Net, Perl, Python, Ruby, Tcl, ODBC, dentre outras, e uma documentaçãoexcepcional.4.4.3 MySQL Para PACIEVITCH (2010), esse SGBD possui interface simples, e tambéma capacidade de rodar em vários sistemas operacionais, o que são alguns dosmotivos para este programa ser tão usado atualmente. O MySQL é protegido por uma licença de software livre, desenvolvida pelaGNU. É também um dos programas que vem geralmente instalado com oGNU/Linux. O banco de dados MySQL se tornou a base de dados mundial de códigoaberto mais popular por causa de seu alto desempenho, alta confiabilidade efacilidade de uso
  34. 34. 35 O MySQL funciona em mais de 20 plataformas, incluindo Linux, Windows,Mac, Solaris, HP-UX, IBM AIX, dando-lhe o tipo de flexibilidade que coloca você nocontrole. Se você é novo na tecnologia de banco de dados ou um desenvolvedorexperiente ou DBA, MySQL oferece uma gama abrangente de ferramentas de bancode dados, suporte, treinamento e serviços de consultoria para fazer sucesso. Já segundo CONVERSE (2001), o MySQL não disponibiliza a maioria dosrecursos sofisticados oferecidos pela PostgreSQL ou Oracle, contudo, paraaplicações de menor porte e mais simples ele é simplesmente ideal, principalmentese utilizado juntamente ao PHP e a plataforma Linux.4.5 RUP (Rational Unified Process) Para MARTINEZ (2010), o Processo Unificado da Rational conhecidocomo RUP (Rational Unified Process), é um processo de engenharia de softwarecriado para apoiar o desenvolvimento orientado a objetos, fornecendo uma formasistemática para se obter vantagens no uso da UML. Foi criado pela RationalSoftware Corporation e adquirido em fevereiro de 2003 pela IBM. O principal objetivo do RUP é atender às necessidades dos usuáriosgarantindo uma produção de software de alta qualidade que cumpra um cronogramae um orçamento previsíveis. Assim, o RUP mostra como o sistema será construídona fase de implementação, gerando o modelo do projeto e, opcionalmente, o modelode análise que é utilizado para garantir a robustez. O RUP define perfeitamentequem é responsável pelo que, como as coisas deverão ser feitas e quando devemser realizadas, descrevendo todas as metas de desenvolvimento especificamentepara que sejam alcançadas.
  35. 35. 36 Figura 4 – Fases do RUP Fonte: infoescola.com4.5.1 Desenvolvimento Iterativo Um projeto que usa o desenvolvimento iterativo tem um ciclo de vida queconsiste em várias iterações, atribuindo a ele um caráter evolucionário. Desta formadeve haver diversas interações com o cliente, ou usuário final, posto que este devevalidar cada uma das iterações, garantindo que o projeto esteja atendendo suasnecessidades e se aplicando ao seu negócio. No desenvolvimento Iterativo a documentação do projeto não é o focoprincipal da equipe, tendo em vista importância da agilidade em seudesenvolvimento.4.5.2 Fases do RUP MARTINEZ (2010), explica que o RUP organiza o desenvolvimento desoftware em quatro fases, onde são tratadas questões sobre planejamento,levantamento de requisitos, análise, implementação, teste e implantação dosoftware. Cada fase tem um papel fundamental para que o objetivo seja cumprido,
  36. 36. 37distribuídos entre vários profissionais como o Analista de sistema, Projetista,Projetista de testes, entre outros.4.5.2.1 Concepção Ainda segundo MARTINEZ (2010), a fase de Concepção abrange astarefas de comunicação com o cliente e planejamento. São feito um plano de projetoavaliando os possíveis riscos, as estimativas de custo e prazos, estabelecendo asprioridades, levantamento dos requisitos do sistema e preliminarmente analisá-lo. Assim, haverá uma anuência das partes interessadas na definição doescopo do projeto, onde são examinados os objetivos para se decidir sobre acontinuidade do desenvolvimento.4.5.2.2 Elaboração MARTINEZ (2010) segue esclarecendo que esta fase abrange aModelagem do modelo genérico do processo. O objetivo desta fase é analisar deforma mais detalhada a análise do domínio do problema, revisando os riscos que oprojeto pode sofrer e a arquitetura do projeto começa a ter sua forma básica.Indagações como “O plano do projeto é confiável?”, “Os custos são admissíveis?”são esclarecidas nesta etapa.4.5.2.3 Construção Esta fase desenvolve ou Adquire os componentes de Software. O principalobjetivo desta fase é a construção do sistema de software, com foco nodesenvolvimento de componentes e outros recursos do sistema. É na fase deConstrução que a maior parte de codificação ocorre.4.5.2.4 Transição MARTINEZ (2010) finaliza mostrando que esta fase abrange a entrega dosoftware ao usuário e a fase de testes. O objetivo desta fase é disponibilizar osistema, tornando-o disponível e compreendido pelo usuário final. As atividades
  37. 37. 38desta fase incluem o treinamento dos usuários finais e também a realização detestes da versão beta do sistema visando garantir que o mesmo possua o níveladequado de qualidade.4.6 UML (Unified Model Language) Conforme SOMMERVILLE (2003) a Linguagem Unificada de Modelagem éuma linguagem padrão para modelagem orientada a objetos. Tem como papelauxiliar a visualizar o desenho e a comunicação entre objetos. Ela permite que desenvolvedores visualizem os produtos de seu trabalhoem diagramas padronizados, e é utilizada para criar modelos de sistemas desoftware. Utiliza-se de um conjunto de técnicas de notação gráfica para criarmodelos visuais de software de sistemas intensivos, combinando as melhorestécnicas de modelagem de dados, negócios, objetos e componentes. É uma linguagem de modelagem única, comum e amplamente utilizável noatual paradigma de Orientação a Objetos, que tem substituído gradualmente ametodologia Estruturada.. A UML possui dois tipos de diagramas. São eles: 1. Diagramas Estruturais:  De Classe;  De Objeto;  De Componentes;  De Implantação;  De Pacotes;  De Estrutura;
  38. 38. 39 2. Diagramas Comportamentais  De Casos de Uso;  De Máquina de Estados;  De Atividades;  De Interação;4.7 Information Technology Infrastructure Library – ITIL Segundo MARTINEZ (2010) ITIL é a abordagem mais amplamenteadotada para Gerência de Serviços em TI no Mundo. Ela proporciona umaplataforma prática e intuitiva para identificar, planejar, entregar e manter serviços deTI para o Negócio. ITIL assume que serviços de TI devem estar alinhados às necessidadesdo negócio, e deve estar ligada ao núcleo dos processos do Negócio. Oferece guias para organizações sobre como utilizar a TI como umaferramenta para facilitar a mudança, a transformação e o crescimento do Negócio. As Melhores Práticas da ITIL são detalhadas em cinco publicaçõesprincipais, que permitem uma abordagem sistemática e profissional à gerência deserviços em TI. Estas cinco publicações mapeiam o Ciclo de Vida do serviço ITIL,começando pela identificação das necessidades do cliente e requerimentos de TI,passando pelo Design e implementação do serviço para a operação, até finalmenteàs fases de Monitoramento e Melhoria do serviço.
  39. 39. 405 Proposta do Novo Sistema A utilização das capacitações técnicas e gerenciais que resultem eminovações de processo, produto, organização da produção e novas formas decomercialização influenciarão toda a cadeia produtiva e permitirá à empresasustentar sua posição no mercado (MARIANO e DIAS, 1996). Com base nas palavras de Mariano e Dias trabalhamos o SISEDU de forma amaximizar estes aspectos, sendo assim, unificaremos a base de dados a fim dereduzir toda, ou em sua maioria, a redundância de dados. Trabalharemos o sistemade forma a atender aos três níveis: operacional, nível do conhecimento e nívelgerencial. Todo o sistema deverá se comunicar com esses níveis propostos, de formaque, para cada nível, se destacam funcionalidades distintas. 5.1 Descrição do Sistema Proposto A proposta do presente trabalho é criar um sistema informatizado baseado naweb que trabalhe em três frentes. A intranet funcionará da seguinte forma: todo e qualquer processo, e assume-se como processo qualquer ação efetuada pelo usuário no sistema, deverá ser feitoposteriormente a uma identificação do usuário, ou seja, login e senha. O acesso será local e restrito às dependências físicas da instituição. Ousuário só poderá acessar as funcionalidades da intranet se estiver logado na redefísica da faculdade ABC. A intranet conterá a maioria das funcionalidades do sistema, visto que pormotivo de segurança a maioria dos processos deverá ser feita dentro de uma redesegura.
  40. 40. 41 Nessa frente teremos a classificação por perfis, ou seja, cada usuário deveráter um perfil que possibilitará o acesso apenas às funcionalidades que lhe sejamrelevantes. Esses perfis serão baseados nos papéis: aluno, professor, funcionário eseus níveis, coordenador e gerência e seus níveis. Deve-se observar que os perfispoderão ser ampliados à medida que houver necessidade para tal. Quanto a exemplos dos processos que poderão ser demandados a partir daIntranet do SISEDU, os próximos capítulos mostram-nos em detalhes. Módulo Ano Letivo:  Manter cadastro de Ano Letivo / semestre  Manter matrícula aluno (com tipo de Contrato)  Manter histórico escolar aluno  Manter pauta  Manter ementa da Disciplina  Manter presença de alunos  Manter turmas A Extranet é a segunda frente na qual o SISEDU poderia atuar, nesteambiente serão trabalhadas as funcionalidades para as quais o usuário não teránecessidade de estar logado na rede física, mas apenas no sistema, para operar. A extranet do SISEDU sugere trabalhar basicamente com processos deconsulta e solicitações, e se volta principalmente para as funcionalidades que dizemrespeito os perfis de Professor e, em alguns casos, Coordenador. Quanto aos processos passíveis de serem demandados a partir da extranetdo SISEDU, citam-se capítulos seguintes. Módulo Ano Letivo:  Lançamento de notas remotamente;  Lançamento de Diários de Classe;
  41. 41. 42 A página do SISEDU na internet poderá disponibilizar informações sobre ainstituição, além de divulgar os serviços oferecidos pela faculdade ABC. De formabreve, se comportaria como uma Home Page para as demais frentes de trabalho, éatravés dela que seriam efetuados os “login”. A página da faculdade ABC conterá todo o conteúdo informativo da faculdadee estará disponível para toda forma de consulta.5.2 Resultados Esperados O sistema utilizará a intranet da empresa na maioria das suasfuncionalidades. Estará disponível em todos os terminais, facilitando o acesso porparte dos docentes. Em outra forma se utilizará da extranet com finalidade deconsultas e solicitações e contará com uma pagina para divulgação e como acessoprincipal. É esperado que o sistema consiga desempenhar os diversos processos efuncionalidades propostas, bem como manter uma base solida e confiável. Ocontrole de acessos será feito por login e perfis pré definidos.5.3 Restrições do sistema proposto Ao final do projeto, o sistema estará disponível em sua versão beta, o queindica que deverá haver mudanças em sua estrutura. De forma que tais alteraçõesnão interfiram nas regras propostas. O sistema será preparado para futuramente vir a contemplar um portal web,mas para tal deverá haver estudos de viabilidade.5.4 Relação Custo x Benefícios: Análise de Viabilidade Econômica do Novo Sistema O custo para o desenvolvimento desse projeto será, a princípio, viável, pois osistema será completamente desenvolvido pelos acadêmicos em parceria com ocorpo docente da faculdade ABC.
  42. 42. 435.5 Áreas Afetadas Pelo Novo Sistema Toda a faculdade ABC será afetada diretamente, uma vez que o sistema temcomo proposta unificar todos os processos acadêmicos, administrativos e financeirosda instituição. As áreas mais afetadas quando da ativação desse sistema serão:departamento Administrativo; departamento Financeiro; departamento deInformática; além de toda a área acadêmica e gerência.
  43. 43. 446 Documentação de Análise “O engenheiro de software amador está sempre à procura da mágica, de algum método sensacional ou ferramenta cuja aplicação promete tornar trivial o desenvolvimento de software. É uma característica do engenheiro de software profissional saber que tal panacéia não existe” - Grady Booch6.1 Visão Macro dos Atores O ator representa qualquer entidade que interage com o sistema durante suaexecução essa interação se dá através de comunicações, ou seja solicitaçõesconsultam execuções de processos. Um ator pode ser uma pessoa (gestor,secretaria, aluno, professor...), um dispositivo (impressora, máquina...), hardware(placa de modem, scaner...), softwares (sistema de BD, aplicativos...), etc. Algumasde suas características são: ator não é parte do sistema. Representa os papéis queo usuário do sistema pode desempenhar; ator pode interagir ativamente com osistema; ator pode ser um receptor passivo de informação e, ator pode representarum ser humano, uma máquina ou outro sistema (MACORATTI, 2010). Para o trabalho desenvolvido, serão propostos seis atores: Administrador,diretor, coordenador, funcionário, professor e alunos.6.2 Identificação dos Atores A lista de ator – objeto é o ponto inicial da negociação entre o usuáriorepresentativo, o responsável financeiro e o grupo de desenvolvimento.(COCKBURN, 2005) A lista enumera todos os objetivos que o sistema irá suportar, mostrando oconteúdo funcional do sistema. (COCKBURN, 2005) Dentre os quais citamos como atores:
  44. 44. 45 1. Administrador 2. Diretor 3. Coordenador 4. Funcionário 5. Professor 6. Aluno Administrador, responsável por controle geral do sistema. Esse ator teráacesso a todos os processos e procedimentos da empresa. Diretor, responsável por controlar todas as liberações de perfis e acessos. Coordenador, responsável pela administrar funcionalidades e processos detodo o setor acadêmico do sistema. Funcionário, perfil de funcionalidades equivalentes ao do coordenador comfuncionalidades destinadas as suas áreas. Professor, funcionalidades pré definidas somente as funcionalidades quedizem respeito ao controles de turmas disciplinas e cursos. Alunos, funcionalidade restrita a consultas e solicitações.6.3 Listas de Casos de Uso Um caso de uso descreve um objetivo que um ator externo ao sistema temcom o sistema. Um ator pode ser um elemento humano ou não que interage com osistema. O ator se encontra fora do escopo de atuação do sistema, enquanto oconjunto de casos de uso forma o escopo do sistema. A linha que separa os atoresdos casos de uso é a fronteira do sistema (SILVA , 2007). Escrever casos de uso como um meio de capturar os requisitoscomportamentais de sistemas de software e processos organizacionais é uma
  45. 45. 46prática que está ganhando popularidade rapidamente. Casos de uso é um auxílioimportante no planejamento de projeto porque mostram claramente como aspessoas, no final das contas, usarão o sistema que está sendodesenvolvido.(COCKBURN, 2005) No trabalho descrito foram utilizados nove casos de uso conforme descrito natabela 2: Tabela 2 – Casos de Uso UC01 Manter Cadastro do Períodos UC02 Manter Ementa UC03 Manter Avaliação UC04 Manter Histórico Escolar Aluno UC05 Manter Matrícula UC06 Manter Turma UC07 Manter Grade Horária UC08 Manter Calendário UC09 Manter Pauta UC10 Enturmação UC11 Manter Matricula Disciplina6.4 Diagrama de Caso de Uso Segundo JACOBSON, podemos dizer que um Caso de Uso é um "documentonarrativo que descreve a sequência de eventos de um ator que usa um sistema paracompletar um processo". Um Caso de Uso representa uma unidade discreta dainteração entre um usuário (humano ou máquina) e o sistema. Um Caso de Uso éuma unidade de um trabalho significante. Cada Caso de Uso tem uma descrição da funcionalidade que irá serconstruída no sistema proposto. Um Caso de Uso pode "usar" outra funcionalidadede Caso de Uso ou "estender" outro Caso de Uso com seu próprio comportamento.
  46. 46. 47 Casos de Uso são tipicamente relacionados a "atores". Um ator é um humanoou entidade máquina que interage com o sistema para executar um significantetrabalho. Na figura 5, está a representação do diagrama de caso de uso do módulodescrito no presente Trabalho de Conclusão de Curso. Figura 5 – Diagrama de Caso de Uso
  47. 47. 486.5 Descrição detalhada dos Casos de UsoUC01 – Manter Períodos Tabela 3 – Caso de Uso UC01 – Manter PeríodosNome UC01 – Manter PeríodosObjetivo Realizar cadastro do PeríodosAtores FuncionárioDados Ano e semestreConsumidosDados Período letivoProduzidosPrioridade AltaPré-condições Possuir autorização e perfil de acessoPós-condiçõesFluxo PrincipalO UC01 tem início quando o Ator acessa a opção de menu PeríodosAtor Sistema Mostra menu secundário com as opções: [ADICIONAR NOVO] [PESQUISAR] Mostra campos a serem preenchidos e oClica [ADICIONAR NOVO] botão [ADICIONAR]Preenche campos com informaçãoano eSemestre letivo. Perguntar a confirmação da inserção dosClica em [ADICIONAR] dados e o botão [CONFIRMA] Sistema grava informações cadastradasClica [CONFIRMA] no banco de dadosFluxo Alternativo 1Ano/Semestre letivo já existeAtor Sistema Após digitado informações do ano/semestre letivo O sistema verifica se já existe no banco de dados Caso já exista ano/semestre letivo cadastrado O sistema mostra erro “ano/semestre letivo já cadastrado”, e um botão [VOLTAR]. Sistema retorna a pagina de cadastroClica [VOLTAR] na/semestre letivo.Fluxo Alternativo 2PesquisarAtor Sistema Mostra campos ano e semestre letivo e oClica [PESQUISAR] botão [BUSCAR]Clica [BUSCAR] Em uma tela de pesquisa o sistema
  48. 48. 49 mostra resultados obtidos seguidos dos botões [EXCLUIR] [EDITAR] e no final da Pesquisa o Botão [VOLTAR]Fluxo Alternativo 3Pesquisar = 0Ator Sistema Mostra campos ano e semestre letivo e oClica [PESQUISAR] botão [BUSCAR] Mostra “nenhum resultado encontrado”Clica [BUSCAR] e no final da Pesquisa o Botão [VOLTAR]Clica resultado [VOLTAR] Sistema retorna a tela de pesquisa.Fluxo Alternativo 4EditarAtor Sistemaclica [EDITAR] ao lado do resultado Mostra campos a serem editados e oobtido botão [ALTERAR]Altera os campos necessários Sistema valida as informações inseridasClica [ALTERAR] Perguntar a confirmação da alteração e Botão [CONFIRMA] Sistema grava informações alteradas noClica [CONFIRMA] banco de dados Sistema retorna a tela de resultado de pesquisa.Fluxo Alternativo 5Erro: EditarAtor SistemaClica [EDITAR] ao lado do resultado Mostra campos a serem editados e oobtido botão [ALTERAR]Altera os campos necessários com Sistema não valida as informaçõesdados Incompatíveis com o aceito inseridaspelo sistema Sistema não valida as informaçõesClica [ALTERAR] inseridas Sistema retorna mensagem de erro apresenta frase: “dados inserido incorretamente” e o botão [VOLTAR] Sistema retorna a tela de resultado deClica [VOLTAR] pesquisa.Fluxo Alternativo 6ExcluirAtor Sistema Perguntar a confirmação da exclusão e oClica [EXCLUIR] ao lado do resultado obtido botão [CONFIRMAR] Sistema grava informações alteradas noClica [CONFIRMAR] banco de dados Retorna uma tela “dados excluído com sucesso” E o botão [OK]
  49. 49. 50 Sistema retorna a tela de resultado deClica [OK] pesquisa.UC02 – Manter Ementa Tabela 4 – Caso de Uso UC02 – Manter EmentaNome UC02 – Manter EmentaObjetivo Realizar inserção de ementa de disciplina no banco de dados.Atores CoordenadorDados Arquivos de ementaConsumidosDadosProduzidosPrioridade MédiaPré-condições Possuir autorização e perfil de acessoPós-condiçõesFluxo PrincipalO UC02 tem início quando o Ator acessa a opção de menu EmentaAtor Sistema Mostra menu secundário com as opções: [INCLUIR] [PESQUISAR] Mostra campo para inclusão e botões:Clica [INCLUIR] [LOCALIZAR ARQUIVO] [ENVIAR ARQUIVO]Clica [LOCALIZAR ARQUIVO] eseleciona o arquivo PDF de suaestação de trabalho. Sistema grava informações cadastradasClica [ENVIAR ARQUIVO] no banco de dados Sistema retorna a pagina de Ementa.Fluxo Alternativo 1Arquivo já existeAtor Sistema Após confirmado envio do arquivo o sistema verifica se já existe arquivo com mesmo nome no banco de dados Caso já exista o sistema mostra erro “arquivo já cadastrado”, e um botão [VOLTAR]Clica [VOLTAR] Sistema retorna a pagina de Ementa.Fluxo Alternativo 2PesquisarAtor Sistema Mostra campos disciplina e o botãoClica [PESQUISAR] [BUSCAR] Em uma tela de pesquisa o sistemaClica [BUSCAR] mostra resultados obtidos seguidos dos
  50. 50. 51 botões [EXCLUIR] e no final da Pesquisa o Botão [VOLTAR]Fluxo Alternativo 3Pesquisar = 0Ator Sistema Mostra campos ano e semestre letivo e oClica [PESQUISAR] botão [BUSCAR] Mostra “nenhum resultado encontrado” eClica [BUSCAR] no final da Pesquisa o Botão [VOLTAR]Clica resultado [VOLTAR] Sistema retorna a tela de pesquisa.Fluxo Alternativo 4ExcluirAtor Sistema Perguntar a confirmação da exclusão e o botãoClica [EXCLUIR] ao lado do resultado obtido [CONFIRMAR] Sistema grava informações alteradas no bancoClica [CONFIRMAR] de dados Retorna uma tela “dados excluído com sucesso” E o botão [OK] Sistema retorna a tela de resultado deClica [OK] pesquisa.UC03 – Manter Avaliação Tabela 5 – Caso de Uso UC03 – Manter AvaliaçãoNome UC03 – Manter AvaliaçãoObjetivo Lançar notas da Avaliação do anosemestre letivoAtores ProfessorDados notasConsumidosDadosProduzidosPrioridade AltaPré-condições Possuir autorização e perfil de acessoPós-condiçõesFluxo PrincipalO ator inicia selecionando a opção lançar notas no menu Avaliação do AlunoAtor Sistema Mostra menu secundário com as opções: [LANÇAR NOTAS] [EDITAR] [PESQUISAR]
  51. 51. 52 Mostra campos a serem preenchidos:Clica [LANÇAR NOTAS] “ano/semestre letivo, turma, disciplina. E um botão [AVANÇAR] Mostra relação de alunos matriculadosPreenche campos com informação: no ano, Semestre turma e disciplinas”ano/semestre letivo, turma, disciplina. respectivos, com Campos paraE clica no botão [AVANÇAR] lançamento das notas por aluno. e um botão [AVANÇAR]. Perguntar a confirmação da inserção eLança as notas e clica no botão [AVANÇAR] um botão [CONFIRMAR] Sistema grava informações cadastradasClica [CONFIRMAR] no banco de dados. Sistema retorna a pagina de Avaliação do AlunoFluxo Alternativo 1Dados de notas já lançadosAtor Sistema Após digitado informações “ano/semestre letivo, turma, disciplina O sistema verifica se já existe no banco de dados Caso já exista notas relacionadas a “ano/semestre letivo, turma, disciplina digitados O sistema mostra erro “notas já cadastradas”, e botões [VOLTAR] [EDITAR] Sistema retorna a pagina de Avaliação doClica [VOLTAR] AlunoFluxo Alternativo 2PesquisarAtor Sistema Mostra campos ano/semestre letivo,Clica [PESQUISAR] turma, disciplina e o botão [BUSCAR] Em uma tela de pesquisa o sistema mostra resultados obtidos seguidos dosClica [BUSCAR] botões [EXCLUIR] [EDITAR] e no final da Pesquisa o Botão [VOLTAR]Fluxo Alternativo 3Pesquisar = 0Ator Sistema Mostra campos ano e semestre letivo e oClica [PESQUISAR] botão [BUSCAR] Mostra “nenhum resultado encontrado”Clica [BUSCAR] e no final da Pesquisa o Botão [VOLTAR]Clica resultado [VOLTAR] Sistema retorna a tela de pesquisa.Fluxo Alternativo 4Editar
  52. 52. 53Ator Sistemaclica [EDITAR] ao lado do resultado Mostra campos a serem editados e oobtido botão [ALTERAR]Altera os campos necessários Sistema valida as informações inseridasClica [ALTERAR] Perguntar a confirmação da alteração e botão [CONFIRMA] Sistema grava informações alteradas no bancoClica [CONFIRMA] de dados Sistema retorna a tela de resultado de pesquisa.Fluxo Alternativo 5Erro: EditarAtor SistemaClica [EDITAR] ao lado do resultado Mostra campos a serem editados e oobtido botão [ALTERAR]Altera os campos necessários com Sistema não valida as informaçõesdados Incompatíveis com o aceito pelo inseridassistema Sistema não valida as informaçõesClica [ALTERAR] inseridas Sistema retorna mensagem de erro apresenta frase: “dados inserido incorretamente” e o botão [VOLTAR] Sistema retorna a tela de resultado deClica [VOLTAR] pesquisa.UC04 – Manter Histórico Escolar Tabela 6 – Caso de Uso UC04 – Histórico EscolarNome UC04 – Histórico EscolarObjetivo Emitir o Histórico EscolarAtores FuncionárioDados Matrícula do AlunoConsumidosDados Relatório constituindo o Histórico EscolarProduzidosPrioridade AltaPré-condições Possuir autorização e perfil de acessoPós-condiçõesFluxo PrincipalO UC04 tem início quando o Ator acessa a opção de menu Histórico EscolarAtor Sistema Mostra menu secundário com a opção:

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