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Social Commerce por Dani Rodrigues
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Palestra sobre Social Commerce ministrada aos alunos da FGV-SP, da turma de MBA de Marketing, no dia 14 de janeiro de 2013. Apresentação a convite do professor Nino Carvalho.

Palestra sobre Social Commerce ministrada aos alunos da FGV-SP, da turma de MBA de Marketing, no dia 14 de janeiro de 2013. Apresentação a convite do professor Nino Carvalho.

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  • Elementos a considerar: endividamento da nova classe média, que representa 56% dos e-consumidores. Em Novembro, 59% das pessoas disseram estar endividadas, sendo que 6,8% declararam que não teriam como pagar as dívidas.
  • Mesmo nas lojas físicas, os vendedores usa o sistema de e-commerce.
  • O que difere o saldão brasileiro do original é justamente o período (4 dias ao invés de apenas 24 horas, como o Boxing Day.

Social Commerce por Dani Rodrigues Social Commerce por Dani Rodrigues Presentation Transcript

  • Social CommerceDaniele Rodrigues+ Planner e consultora em marketing digital+ Professora da São Paulo Digital School+ Pesquisadora e mestranda em comunicaçãodigital pela USPTwitter: @dani_rodriguesSlideshare: slideshare.net/danirodrigues Jan/2013
  • A tecnologia mudou aforma de comunicar...
  • + Comunicação UM PARA MUITOS e com possibilidade de participação de todos os agentes envolvidos.+ Comunicação em rede, com o compartilhamento de ideias entre pessoas que possuem interesses comuns. View slide
  • E cai por terra a referência tradicional que 1 pessoa repassa uma mensagempara outras 3. O compartilhamento acontece, em média, para 231 pessoas, emespecial via redes sociais (Fonte: TNS) View slide
  • Outros elementos + Interatividade em várias interfaces e formatos;que fazem parte da + Compartilhamento ilimitado; “mistura” que + Mobilidade: tuitamos e até blogamos em qualquer lugar; caracteriza os + Conteúdo gerado pelos usuários; + Comunicação para nichos. ambientes sociais + Ao acessar os perfis e páginas das marcas as pessoas não estão digitais: interessadas em “produtos” simplesmente, elas buscam experiências! Ou seja, a relação entre consumidores e marcas mudou de modo significativo.
  • E como gerar receita nesse novo cenário?
  • Eis a era doSocial Commerce!
  • Não significa que cada like deve estar atrelado a um link da loja ou a uma mensagem deproduto. Mas é preciso ter em mente que quando alguém se propõe a ser fã de uma FBPage, abre a porta para “conversar” com a Marca.O público está ciente que as empresas recorrem aos recursos de “social”visando business. E por isso não espera um “bom dia engraçadinho”, aplicativos compirotecnia sem razão ou “fotos de gatinhos”. É importante aproveitar a oportunidade de“conversa” para contar algo útil, interessante e cativante.
  • Social commerce não ée-commerce nas redessociais!O Social Commerce, ou Comércio Social, éa integração do e-commerce com recursos e condutastípicas das mídias sociais, tais como:classificações, comentários e compartilhamentos porparte dos consumidores.
  • Social Commerce é novidade? Embora o termo seja “novo”, usar relações sociais para vender é premissa antiga.Avon e Tupperware, duas marcas “velhinhas”, apostam nessa estratégia há tempos. Avon é uma empresa de cosméticos com 125 anos de atividade e quase 60 anos de atuação no Brasil. Suas vendas são feitas - há pelo menos meio século – por meio de catálogos e revendedoras que atuam de “porta em porta”. A maior força de venda da Avon é justamente as amigas e as amigas das amigas das suas revendedoras, ou seja, aproveita as conexões sociais para vender. A Tupperware é uma empresa americana de caixas para armazenagem de alimentos. Após meio século de atuação – no Brasil está há 35 anos, a sua principal forma de venda continua sendo reuniões feitas por demonstradoras da marca. Elas apresentam para grupos de amigas os produtos e todas as suas funcionalidades. Ou seja, também aposta nas conexões sociais de mulheres comuns para vender. Recente a Tupperware começou a investir em mídias sociais.
  • Seis elementos do Social Commerce Compra Social Classificações e Recomendações (Exemplo: compra coletiva) Comentários e Referências Fóruns e Social Media Anúncios Sociais Comunidades Optimization e Aplicativos
  • VantagensPotencializa a divulgação da marca/loja, além de trazer o consumidor para umaposição de destaque na apresentação dos produtos/serviços, criando um ambiente amigável aoscompradores que podem compartilhar experiências e dúvidas com outros clientes, saindo da posição derefém das informações “oficiais”.E as empresas precisam acompanhar e participar dessas conversas, da mesma forma como ocorre nosPDVs, aproveitando essa comunicação de mão dupla para construir e aprofundar relacionamentos.
  • Acompanhando o comportamento dos consumidores no meio digital é possível traçar de modopreciso o perfil dos clientes. As informações captadas - antes, durante e pós-venda - devemser transformadas em inteligência de negócio, melhorando produtos/serviços e a experiênciade compra para, com isso, reverter em maior satisfação dos clientes, fidelização e aumento de vendas.É fundamental utilizar boas ferramentas de monitoramento para registrar essasinformações estratégicas. Com equipe de Business Intelligence especializada emSocial é possível, inclusive, antecipar tendências, incrementar produtos/serviços e estabelecer novasfrentes de comércio e de posicionamento de marca.
  • Importância doBusiness IntelligenceEm um dia:+ 3 bilhões de likes e comentários no FB;+ 2 milhões de postagens em blogs;+ 300 milhões de fotos no FB;+ 830 mil vídeos publicados no Youtube.
  • O que fazer com isso?Que tal transformarnúmeros, variáveis, gráficos emenções em dadosestratégicos? + Estudo de conteúdo e presença (horário, temática, desempenho e engajamento) + Mapeamento de influenciadores (de marca ou setor) + Análise de desempenho (audiência, engajamento e sentimento) + Benchmarking + Insights de marca ou produto
  • Futuro promissorProblemas com segurança e limitações dos meios de pagamento ficaram no passado. E a melhoria naregulamentação desse tipo de transação também ajudou os consumidores a aderirem ao e-commerce, em especial quando ancorado na validação social.É importante entender as vantagens do Social Commerce logo, pois a tendência é que essemercado movimente até 30 bilhões de dólares em 2015 no mundo, segundopesquisa da Booz & Company. Desse montante, 14 bilhões de dólares serão movimentados nos EUA.
  • Números
  • E-commerceAmérica Latina
  • E-Commerce na América Latina**Considerando Argentina, México, Colômbia e ChileFonte: E-bitQuem utiliza:70% argentinos65% chilenos Pensando na realidade do64% mexicanos social commerce, a50% colombianos abordagem com esses clientes deve ser ainda maisUtilizam o mercado exterior para estratégica.encomendas online: Netshoes, por exemplo, que13% colombianos investe em redes sociais no4% argentinos e mexicanos Brasil, Argentina e3% chilenos México, tem posicionamento bem peculiar em cada praça.Fonte: E-bit Os resultados, em termos de vendas, são positivos.
  • O estudo da comScore apontou outrodado importante: o brasileiro tem ohábito de usar a web para buscarinformações sobre produtos, serviços elojas.+ Comparou produto/preço - 74%+ Viu foto ou vídeo do produto - 69%+ Leu descrições de produtos - 68%+ Leu comentários e classificações de clientes - 57%+ Consultou informações sobre a loja - 54%+ Consultou disponibilidade do produto na loja - 54%+ Visitou sites de comparação de preços/produtos - 47%+ Se escreveu para receber alertas de produtos/lojas viarede social - 41%+ Buscou ingressos – 30%
  • Mais considerações sobre o E-commerce na América Latina+ 8 em cada 10 consumidores da América Latina buscam, investigam e compram produtos online semanalmente;+ Em comparação com 2011, as vendas online em dólares cresceram 16% nos EUA;+ Celulares e tablets se encontram entre as categorias com crescimento mais rápido - 27% e 20% respectivamente, emcomparação com 2011;+ O gasto online foi maior entre os entrevistados do Brasil e da Venezuela;+ Cartão de crédito é o método mais utilizado para pagar compras online (74%), seguido de transferência eletrônica(41%) e cartão de débito (41%).+ 9 de cada 10 pessoas usaram smartphone para atividades relacionadas a e-commerce. Contudo, a efetivação dacompra só ocorreu em 25% dos casos. Isso se deve, em grande parte, porque os sites não estão adaptados para mobile.54% dos sites de e-commerce da América Latina não funcionam plenamente quando acessados em mobiles e asituação mais crítica é no Brasil onde 70% das lojas virtuais apresentam problemas nessa plataforma.+ Quase 2/3 dos consumidores usam smartphone sempre ou frequentemente para comparar preços ou investigarenquanto se encontra na loja física.Fonte: Estudio de ecommerce em Latinoamérica 2012, comScore, Inc.
  • E-commerce no BR
  • + O varejo tem uma taxa de crescimentomaior que a do PIB. Em 2011, o faturamento E-commerce no Brasilfoi de R$ 790 bilhões, equivalente a 16% doPIB Brasileiro no mesmo ano.(Fonte: IBGE - Pesquisa Anual comércio 2011)+ Quanto ao varejo online, o faturamentofoi de u$ 11 bilhões. No mesmo período, nosEUA o montante foi de u$ 237 bilhões.(Fonte: Index Mundi 2011 / Ecommerce Brasil)
  • Fonte: Etail Report - Janeiro a Outubro/2012. Top 30 lojas em audiência de ecommerce /produto clicado-comprado+ A influência da web no total de produtos vendidos no offline é de50%, crescimento de 8% em comparação com 2009. (Fonte: Forester Research WebInfluenced Retail Sales Forest 2009-2014)
  • Origem de tráfego por categorias Moda Calçado: 43% buscadores e portais e 26% redes sociais Multicategorias: 36% buscadores e portais e 32% concorrentes Livros: 40% buscadores e 22% redes sociais Beleza e Saúde: 53% redes sociais e 21% blogs Fonte: Etail Report Outubro/2012O comércio eletrônico brasileiro faturou em 2012...+ R$ 918 milhões no Dia das Mães, 22% de aumento em relação a 2011.+ R$ 784 milhões no Dia dos Namorados, 15% de aumento em relação a 2011.+ O Reclame Aqui registrou 8 mil reclamações de 187 empresas nos dias 23 e 24 de novembrorelacionadas ao Black Friday no Brasil. Apesar disso, na edição de 2012 foram vendidos R$ 243,8milhões – crescimento de 143% em comparação ao ano passado. Ao todo foram emitidos 599 milpedidos e o ticket médio foi de R$ 407. (Fonte: e-Bit)
  • Faturamento Natal* online 20122011 – R$ 2,6 bilhões em bens de consumo (*Fonte: Navegg, dados de 15/nov a 24/dez/2012)2012 – R$ 3,6 bilhões, com ticket médio de R$ 359 e número depedidos igual a 8,5 bilhões (crescimento de 18% comparando ao anopassado)+ Enquanto isso, as vendas em shoppings cresceram apenas6%, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).Categorias mais vendidas:1º - Moda e Acessórios - 12%2º - Eletrodomésticos - 11%3º - Saúde, beleza e medicamentos: 10%4º - Informática - 9%5º - Casa e decoração - 8%+ Atrasos nas entregas: 13% dos pedidos não foram entregues noprazo em 2011. Em 2012, o índice – que já era ruim - subiu pra 18,37%.
  • Integração social + e-commerce A presença das marcas em redes sociais tem amadurecido, mas ainda é incipiente quanto ao social commerce. A boa notícia é 77% Classificações e Comentários que os principais varejistas destacados no relatório anual da 8thBridge já estão integrando funcionalidades sociais nos seus 64% Botão “Like” do Facebook sites de e-commerce . 61% Botão “Share” do Twitter Fonte de tráfego p/ sites de e-commerce 51% Botão “Pin” do Pinterest 36% Botão Google+ 12% Login do Facebook 4% Aplicativo personalizado no FB 4% Aplicativo Social em website Áreas importantes para o crescimento do Social CommerceFonte: Relatório anual 8thBridge
  • Frequência que compartilha produtos Em qual rede socialcom amigos nas redes sociais compartilha produtos35% - nunca 53% - Facebook39% - 1 a 4 vezes 25% - Twitter11% - 5 a 10 vezes 22% - Pinterest15% - mais de 11 vezes Conscientização das marcas quanto ao uso das Redes SociaisFatores de sucesso Tráfego gerado a partir das redes sociaisdo Social Commerce Utilização de recursos sociais em websitesem 2012 Social CRM
  • Top 25 do SocialCommerce
  • + 90% pesquisam na web antes da compra;+ 76% pesquisam em blogs e fóruns;+ 50% já mudou de opinião sobre uma compra após encontrar uma opinião negativa;+ O consumidor procura cada vez mais informação antes de comprar – referências daloja, do produto, melhor preço, condições de pagamento e indicação dos amigos e 28%fecharam a negociação devido a informações coletadas nas redes sociais;+ 90% dos expectadores mudam de canal nos comerciais se tiverem possibilidade;+ 14% das pessoas confiam em comerciais;(Fonte: TNS)+ Varejo no Brasil tem crescido mais que o PIB em termos percentuais;+ Categorias como moda e beleza impulsionam o mercado eletrônico.(Fonte: comScore)+ Das pessoas que acessaram a Internet, 22% fizeram alguma compra pessoal em sitesde comércio eletrônico nos últimos 30 dias.(Fonte: Target Group Index BrV13w2 - Fev12-Ago12)
  • A atuação em marketing digital temmuito do tradicional. Mas o FAZER éDIFERENTE!Ao invés de pensar emimpacto, palavras de ordem sãoENGAJAR e CATIVAR.
  • F-commerce, O-commerce e afins
  • F-CommerceAo falar em Social Commerce é comum pensar nas “lojasdo FB”. Diversas empresas estão desenvolvendoaplicativos para essa rede, possibilitando transformarreferências positivas em vendas.Todavia, o F-Commerce ainda é explorado de modoincipiente. Boa parte dos “cases famosos” é apenas“vitrine”, ao invés de plataformas efetivas de vendas!A implementação de um sistema de pagamentoleve, seguro e transparente - semelhante ao modelo daApple para a venda de aplicativos - para o Facebookajudaria a fechar o ciclo de vendas na própria rede.
  • Uma das redes que mais cresce em número de usuários – 1 bilhão ao todo. As marcas estãocada vez mais presentes, mas a relação comercial com o Facebook é uma constanteincógnita. Formatos de mídia possíveis, recursos de interação, exposição das mensagensnos feeds dos fãs e “privacidade” são elementos “negociados” a todo instante.Apesar disso, por abrigar aplicativos, diversos formatos de conteúdo (texto, vídeo efoto), chat e as possibilidades de anúncio, é a rede social mais efetiva às marcas (porenquanto).
  • Para entender como está o socialcommerce, analisamos algumas marcas.E percebe-se comportamentos padrões:+ Já existe uma loja online que é embedada em uma aba naFacebook Page, limitando a experiência do usuário;+ Boa parte apenas adiciona botões de like e share para"simular" uma experiência social;+ O pagamento e, muitas vezes, a compra em si é feita forado FB.As f.commerces são apenas Na prática é umavitrines, subaproveitando os recursos sociais doFB, deixando de enriquecer a experiência do usuário “iFrame Store” (lojae sua relação com a marca (não concedendo hospedada em uma aba).benefícios, por exemplo). Elementos comoexclusividade, novidade e vantagens não sãoexplorados.
  • E boa parte do acesso aoFACEBOOK ocorre via MOBILESegundo o SocialBakers, cerca de 488 milhões de pessoas utilizamaparatos mobile. E o Brasil figura como um dos países com o maiornúmero de usuários do aplicativo do FB para smartphone.
  • A aposta de Netshoes com a loja noFB era converter a base qualificada defãs + o bom relacionamento comessas pessoas em RECEITA.
  • Top Shop: F-commerce como branding O F-Commerce ficou no ar por um período curto. O aplicativo permitia que a usuária montasse um look com roupas e maquiagem e, em seguida, uma modelo aparecia desfilando com os itens. Além disso era possível fotografar e compartilhar o “desfile”.
  • BMW: F-commerce como brandingO usuário podia comprarchaves customizadas. A açãofoi exclusiva para fãs e comtempo limitado.
  • O e-commerce da Farm traz o conceito de rede social, permitindo que clientes criem o próprioperfil e convidem amigas para participar. A grife investiu R$ 1,4 milhão na abertura da E-farm, em 2011.No primeiro ano de funcionamento, comercializou cerca de R$ 1 milhão em peças pormês, valor superior à venda de qualquer uma das lojas físicas. A coleção de inverno 2012, porexemplo, vendeu no dia de lançamento R$ 533 mil. Até o final deste ano, a meta é alcançar 3milhões de reais de vendas por mês e expandir a variedade de produtos online para eletrônicose móveis.
  • Instagram* é outro “canal social” importante para as vendas da Farm.Vale lembrar que com milhões de imagens e comentários por minuto, em 2 anos o Instagram se tornou uma dasredes mais populares do Brasil e as “interações” estão ultrapassando o Twitter. Ainda mais depois de ganhar versãoAndroid, em abril de 2011 (mesma época em que foi adquirido pelo FB pela quantia de u$ 1 bilhão). Hoje, o númerode usuários no mundo passa de 100 milhões.
  • E quem vai além da vitrine...
  • A Camiseteria , fundada em 2005, tem em seuDNA as premissas do Social Commerce. O sucesso dasvendas está diretamente associado à credibilidade e àaprovação por parte dos clientes.Abusa dos botões de compartilhamento de informações naspágina do produto. Outra estratégia usada com frequência éa premiação atrelada a participações - envio de foto vestindouma camiseta da marca, indicação de produto para amigos(que precisam comprar para contabilizar benefícios) oupagamento por autoria de estampa escolhida pelo públicosão exemplos de ações recompensadas com pontos queequivalem a créditos para compras.Há também o Camiseteria Labs, área destinada aos clientespara testarem aplicativos no intuito de melhorar aexperiência de compra. Quem participa também érecompensado, assim como todas as colaboraçõesvinculadas à geração de receita.
  • A redeMagazine Luiza entrou no mundo online em 1992 - antes dapopularização dos computadores - quando criaram as Lojas Eletrônicas Luiza, queconsistiam em unidades sem estoque ou produtos em exposição. Os PDVS tinhamterminais multimídia conectados a uma central de dados, onde os produtos eramvisualizados nas telas. O e-commerce como conhecemos hoje teve início em 1999.A última novidade da varejista foi o lançamento do aplicativo “Magazine você” paraOrkut e Facebook, no começo de 2011. Trata-se de uma loja personalizada para asduas redes (O-commerce e F-Commerce), na qual os usuários podem venderqualquer produto da Magazine Luiza.O “dono” pode personalizar a loja com seu nome e editar sua vitrine. Os processosoperacionais - como cobrança, entrega e pagamento – são de responsabilidade daMagazine. O acesso ao controle das vendas é bem simples, informação importantepois cada “lojista” recebe entre 2,5% e 4,5% de comissão por produto vendido aosamigos. Na ocasião do lançamento, em apenas 15 dias, chegaram a marca de 20 millojas.
  • A atuação da Lu, com recomendações e avisos durante o processo de compra, cuidado com fóruns no Orkut e demaismenções nas redes sociais e o próprio Blog da Lu - modelo de SAC 2.0 que aproxima a empresa dos clientes - é outraestratégia interessante para o social commerce da varejista.
  • Resultado...+ A empresa está no TOP 5 de lojas virtuais noBrasil;+ Aumento de 50% de seu faturamento via e-commerce em 2011;+ O resultado do e-commerce supera em até dezvezes a loja de maior faturamento da redeconvencional;+ Prêmio E-bit 2012 - pela nova vez consecutivaeleita loja diamante na categoriaEletrodoméstico;+ Não por acaso, desde 2007 a história davarejista é case de estudo permanente emHarvard.
  • Com expressiva audiência feminina ( 79% do total), ultrapassa 20 milhões de vistantes únicos nosEUA. E está crescendo especialmente nas categorias ligadas a compras, 80% do total dosconteúdos produzidos hoje. Nos EUA, o valor do ticket médio das compras de produtos ou serviçosanunciado no Twitter é US$ 68,79, US$ 80,22 no FB e US$ 179,36 no Pinterest.Enquanto no mercado internacional o Pinterest vem sendo usado de modo efetivo nas estratégias de e-commerce, no Brasil ainda é subaproveitado.
  • Exemplos internacionais
  • Exemplos internacionais
  • Exemplos internacionais
  • Bons exemplos no mercado brasileiro
  • Bons exemplos no mercado brasileiro
  • Bons exemplos no mercado brasileiro
  • E outros não tão inspiradores...
  • E outros não tão inspiradores...
  • NIKE Store (nikestore.com.br)O e-commerce já representa grande parte dofaturamento da Nike do Brasil. E a partir dejunho deste ano, contará com o sitenikestore.com.br, que será a primeira BrandExperience Digital da América Latina. A datada inauguração é para coincidir com a Copa dasConfederações.A meta? Entregar a melhor experiência deconsumo virtual do varejo brasileirototalmente alinhado aos “valores docomércio social” no intuito de garantir omelhor produto e o melhor ambiente aosconsumidores.
  • Ferramentas
  • Buy on SocialVantagens: Suporte Brasil e Desconto Social
  • Like Store BRVantagem: Brasileira epossibilidade de customização dolayoutMas, é preciso ter cuidado com os“cases” anunciados na página daLike Store (likestores.com.br). Nemtodos tiveram êxito nas vendas. Exemplo: Fashioneira - estrutura básica de layout, com possibilidade de share, like e comentários
  • Like Store BR Chivas: customização da aparência
  • Datas doE-commerce
  • De 26 a 29 de dezembro de 2012 aconteceu oBoxing Week (boxingweek.com.br), umsaldão de Natal, que contou com mais de 50 lojasvirtuais do Brasil.O Boxing Week é inspirado no BoxingDay, data tradicional em países da Europa, noCanadá e Austrália realizado no primeiro dia útildepois do Natal.No Brasil, o Boxing Day foi realizado pelaprimeira vez em 2011 e, segundo dados do e-bit, movimentou R$ 58,9 milhões para o e-commerce. Foram registrados 170.632 pedidosvia internet, sendo que o ticket médio ficou emR$ 345. A data representou o segundo dia quemais faturou no comércio eletrônico em2011, ficando atrás apenas do Black Friday.
  • E por falar emBlack Friday , a realização daterceira edição, em 2012, mostrou o potencial das açõesdo comércio eletrônico brasileiro. Mas a cada ano ficamais evidente que os brasileiros estão dispostos acomprar, mas exigem descontos reais. As lojas quefizerem maquiagem de preços criam uma impressãomuito ruim junto ao consumidor, enquanto as queofereceram um desconto real alcançaram conversão efidelização.Black Friday, Cyber Monday, Dia do Frete Grátis eBoxing Week são exemplos da maturidade do e-commerce no Brasil e demonstram uma independênciadas datas do varejo tradicional. Indicam ainda adisposição dos consumidores para comprar (e criticarquando necessário).
  • Se sua marca investe em socialcommerce, vale pensar sobre:+ Plataforma proprietária? Avalie o custo-benefício de investir em umaplataforma própria de e-commerce;+ Recompensa aos fãs: criar campanhas e promoções para os fãs (produtoscom venda exclusiva, por exemplo), oportunizar a customização de itens e incentivar osfãs a votarem na oferta da vez são estratégias promissoras;+ Espalhe: Incentive seus clientes a divulgar sua marca nas redes sociais. Dêprêmios e benefícios aos clientes que ajudam a promover sua empresa de forma positivaentre os amigos;+ As lojas físicas serão cada vez mais apenas a vitrine do que vamos comprar naweb;+ Adaptação dos sites de e-commerce para Mobile. Não ignoreessa plataforma, afinal 25% dos celulares vendidos no BR são smartphones e commenos de R$ 0,50 dia as pessoas têm acesso a Internet;
  • Se sua marca investe em socialcommerce, vale pensar sobre:+ Visual e usabilidade: Atenção aos pequenos botões/recursos genuínos do FB quepodem ser customizados para sua oferta. A mesma preocupação estética e funcional que existenos PDVs deve ser considerada no ambiente virtual, aliás, ainda mais. Usabilidade é pré-requisito!Importante também ilustrar – sempre que possível – com imagens e vídeos sobre os produtos;+ Atenda bem: tenha um serviço de atendimento de qualidade e integrado com todas asáreas da empresa. Seja solícito e preze pela agilidade nas respostas e rápida solução de problemas.E não se esqueça do pós-vendas. Redes sociais são estratégicas para essa fase também.+ Aproveitar o login social;+ Monitore e Mensure: utilize uma boa ferramenta de monitoramento paraacompanhar o comportamento do público. Utilize essas informações para elaborar estratégias.Links com referências facilitam a mensuração sobre as vendas para quem não dispõe deprofissionais especializados em mensuração.
  • Are you ready?Daniele Rodrigues+ Planner e consultora em marketing digital+ Professora da São Paulo Digital School+ Pesquisadora e mestranda em comunicação digital pela USPTwitter: @dani_rodrigues || slideshare.net/danirodrigues