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Jornalismo e a plataforma
   digital: case Clickfoz



               Jornalista Daniele Rodrigues
         Apresentação p...
Permita-me SONHAR...
         Paixão por jornalismo
                   +
  experimentar formatos e linguagens
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Contudo, antes da ação é preciso
COMPREENDER o meio!

 “A jornada em direção ao novo começa com o básico, ou
 seja, aprend...
Se não estiver disposto a compreender os
REFERENCIAIS da WEB 2.0...

     “Se não sabe brincar, não desce para o play!”


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Público 2.0
Público 2.0 (aproximando)...
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Ok, vamos facilitar...
                         Público 2.0!
JB online em 1996
                    (1 ano após o lançamento)




15 anos depois...
#Tecnologia
#Compartilhamento | #Interação
#Inclusão digital
#Hora do Café @Clickfoz
- Público leitor passivo
WEB 1.0

          - Interação limitada
          - “Dono” é quem publica
          - Buscador Ne...
WEB 1.0
- Público leitor = passivo
- Canais de interação limitados




                                                   ...
REDES SOCIAIS:
interação | colaboração | consumo e produção
WEB 1.0
- “Dono” é quem escreve/publica
- Netscape




                          WEB 2.0
                          - Compa...
WEB 1.0: Os jornalistas faziam a mera
transposição do jornal impresso para o online




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INTEGRAÇÃO vídeo + blog + enquete por twitter + links
  referenciais sobre a pauta e os entrevistados
Oportunidade | relevância
proximidade de linguagem
Oportunidade | relevância
 comprometimento social
Colaboração do público | serviço de utilidade
Colaboração do público | serviço de utilidade
Serviço de utilidade | integração GoogleMaps
Institucional | texto + vídeo |Promoção
Institucional | texto + vídeo |Promoção
#Hora do Café @Clickfoz




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Reunião de Pauta ClickFoz


Horário: Full Time
Fontes: “tradicionais” + redes sociais
Definição de formatos e recursos:
co...
Reunião de Pauta

ClickFoz
                                          @bzanette
                           @garonphn
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Estamos preparados?
“(...) Respondi que diante da crise de credibilidade do Congresso, em
breve surgiria uma proposta de p...
Práticas do Jornalismo 2.0
•   Autoria colaborativa: conteúdo
    produzido por milhares de mãos,
    de todos para todos,...
Que tal incrementar as reportagens?
Na pressa de publicar o mais rápido possível, é comum
esquecer elementos da reportagem...
O GOOGLE é nosso editor também!




Entenda e respeite esse “editor”!
Conteúdo gerado pelo usuário
Criando plataformas


 Os editores da Web
 criam conteúdo e
 plataformas para que
 os usuários também
 criem conteúdo.
Porém, contudo, entretanto, todavia...

Continua sendo responsabilidade do jornalista apurar
as informações passadas pelo ...
Uma repórter da Rádio Jovem Pan AM/SP
produziu uma matéria sobre o estado de saúde de
Hebe Camargo baseada em supostas dec...
Baseada nesse perfil fake, a jornalista relatou que Hebe se divertia
correndo pelo hospital de cadeira de rodas e agradeci...
O twitter é
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                             informação. Contudo, sua
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#Hora do Café @Clickfoz



Piadas infames (muitas, todo dia)
Depois de estudar as potencialidades e “regras” da web
   2.0, planejar, reavaliar, cancelar metade, replanejar
(incontáve...
O que o internauta busca?
 70%   entretenimento
 20%   notícia
 10%   serviço


 Partindo desses dados, percebe-se o mo...
COLUNAS
Colunista criativo e
 com leve distúrbio
     (#brinks)
         +
assunto de interesse
                       =
Nosso jornalista
   esportivo, Bruno
  Zanette, outros dois
jornalistas convidados
 e uma professora de
   Educação Física...
Fotógrafos amadores
  ou profissionais e o
registros de momentos
sob ângulos singulares
                         =
Maya Riquelme
Carol Cañete
Aline Helena
Letícia Lichacovski
André Sinkos
Thallen Alves
Tem mais!!!
#PROMO
SERVIÇOS
INTERAÇÃO C/ LEITORES
“As velhas mídias não morreram.
 Nossa relação com elas é que morreu.
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Redes Sociais e
   ferramentas
Quando se deixa de lado o medo - que naturalmente
   está impregnado em qualquer processos de
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Eis o jornalismo 2.0!




Ainda estamos nos adaptando a esse novo formato e linguagem. Contudo,
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O “fazer jornalístico”frente
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 Usabilidade = condição vital para o sucesso do portal

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O “fazer jornalístico”frente
às novas plataformas digitais
-Projeto voltado ao público que
pretende atingir. O mundo acha ...
O “fazer jornalístico”frente
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- Está apoiado mais nos relacionamentos do que nos
conteúdos: ...
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às novas plataformas digitais

- Poder descentralizado: o detentor da informação se
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O “fazer jornalístico”frente
às novas plataformas digitais

- Ética: liberdade pede mais responsabilidade. O
jornalista 2....
O “fazer jornalístico”frente
às novas plataformas digitais



Plataforma, práxis, tempo, ferramentas, alcance,
participaçã...
#Hora do Café @Clickfoz
Obrigada,
                      Daniele Rodrigues
           www.clickfozdoiguacu.com.br
E-mail: daniele.rodrigues100@gmai...
Jornalismo e plataforma digital   julho2010 udc - atualizado
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Jornalismo e plataforma digital julho2010 udc - atualizado

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Apresentação do case do portal de notícias ClickFoz aos alunos de graduação em Jornalismo da UDC, em Foz do Iguaçu (abril/2010)

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  1. 1. Jornalismo e a plataforma digital: case Clickfoz Jornalista Daniele Rodrigues Apresentação para acadêmicos de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo, da União Dinâmica de Faculdades Cataratas (Foz do Iguaçu, 29/04/2010)
  2. 2. Permita-me SONHAR... Paixão por jornalismo + experimentar formatos e linguagens + boa perspectiva comercial + turbilhão de ideias + empenho e dedicação (em larga escala) + confiança no projeto = Portal de notícias ClickFoz
  3. 3. Contudo, antes da ação é preciso COMPREENDER o meio! “A jornada em direção ao novo começa com o básico, ou seja, aprender as características da Web. Um jornalista poderia se perguntar por que é necessário conhecer alguma coisa aparentemente tão enigmática como as características de um meio de comunicação, mas quando você não sabe como funciona um jogo, como o futebol ou beisebol, é difícil jogar.” (Professora Jane Stevens, Universidade da Califórnia)
  4. 4. Se não estiver disposto a compreender os REFERENCIAIS da WEB 2.0... “Se não sabe brincar, não desce para o play!” E não adianta chorar!
  5. 5. Público 2.0
  6. 6. Público 2.0 (aproximando)... VOCÊ está aqui! Achou? @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @ @
  7. 7. Ok, vamos facilitar... Público 2.0!
  8. 8. JB online em 1996 (1 ano após o lançamento) 15 anos depois...
  9. 9. #Tecnologia
  10. 10. #Compartilhamento | #Interação
  11. 11. #Inclusão digital
  12. 12. #Hora do Café @Clickfoz
  13. 13. - Público leitor passivo WEB 1.0 - Interação limitada - “Dono” é quem publica - Buscador Netscape - Transposição do impresso p/ online - Público lê e produz conteúdo - Interação por vários canais WEB 2.0 (comentário, fórum e RS) - Compartilhamento ilimitado - Buscador Google - Reportagens com links, vídeo, podcast e infográficos (convergência) Fonte: blog “Jornalismo de bolso”
  14. 14. WEB 1.0 - Público leitor = passivo - Canais de interação limitados WEB 2.0 - Público lê e produz conteúdo Interação por meio de - comentários e redes sociais
  15. 15. REDES SOCIAIS: interação | colaboração | consumo e produção
  16. 16. WEB 1.0 - “Dono” é quem escreve/publica - Netscape WEB 2.0 - Compartilhamento ilimitado - Buscador Google
  17. 17. WEB 1.0: Os jornalistas faziam a mera transposição do jornal impresso para o online X WEB 2.0: Reportagens com link, vídeo, fotografia, podcast e infográficos (convergência midiática)
  18. 18. INTEGRAÇÃO vídeo + blog + enquete por twitter + links referenciais sobre a pauta e os entrevistados
  19. 19. Oportunidade | relevância proximidade de linguagem
  20. 20. Oportunidade | relevância comprometimento social
  21. 21. Colaboração do público | serviço de utilidade
  22. 22. Colaboração do público | serviço de utilidade
  23. 23. Serviço de utilidade | integração GoogleMaps
  24. 24. Institucional | texto + vídeo |Promoção
  25. 25. Institucional | texto + vídeo |Promoção
  26. 26. #Hora do Café @Clickfoz X
  27. 27. Reunião de Pauta ClickFoz Horário: Full Time Fontes: “tradicionais” + redes sociais Definição de formatos e recursos: condicionada a relevância, viabilidade técnica e custo-benefício entre tempo/trabalho de produção X informação agregada
  28. 28. Reunião de Pauta ClickFoz @bzanette @garonphn @dani_rodrigues @augustocf (palpiteiro) @letiroese @vilmarmachado (palpiteira) (palpiteiro) @heverex (palpiteiro)
  29. 29. Estamos preparados? “(...) Respondi que diante da crise de credibilidade do Congresso, em breve surgiria uma proposta de plebiscito para o povo decidir se deseja ou não um Parlamento aberto. Uma frase por telefone, de dentro de um carro no meio do engarrafamento, em poucas horas se espalha por todo o Brasil. Quando cheguei aonde ia, já havia jornalista me ligando para saber sobre o assunto. Anos atrás, a frase ficaria restrita a poucas pessoas, porque demoraria tanto a se espalhar, que se espalharia morta. Esta lição nos permite descobrir que os políticos, como eu, não estamos preparados para os novos tempos das comunicações universalizadas e instantâneas. O Parlamento também não.” (Senador Cristovam Buarque)
  30. 30. Práticas do Jornalismo 2.0 • Autoria colaborativa: conteúdo produzido por milhares de mãos, de todos para todos, num processo não-linear de conexões graças aos links e ferramentas de compartilhamento. • Pirâmide invertida é substituída por módulos interligados por vínculos contextuais, sendo que a ordem desse fluxo semântico é determinada pelo leitor que clica nos conteúdos de seu interesse. Imagem: Comunique-se *Não existe quantidade de link máxima por matéria. Coloque o necessário!
  31. 31. Que tal incrementar as reportagens? Na pressa de publicar o mais rápido possível, é comum esquecer elementos da reportagem que podem ajudar o leitor. Antes de apertar o PUBLICAR, convém verificar se é possível: - Usar foto, áudio, vídeo, slideshare ou mapa - Linkar matérias relacionadas - Promover debates e fóruns explorando as ferramentas de interação do portal
  32. 32. O GOOGLE é nosso editor também! Entenda e respeite esse “editor”!
  33. 33. Conteúdo gerado pelo usuário
  34. 34. Criando plataformas Os editores da Web criam conteúdo e plataformas para que os usuários também criem conteúdo.
  35. 35. Porém, contudo, entretanto, todavia... Continua sendo responsabilidade do jornalista apurar as informações passadas pelo público diretamente ao profissional ou divulgadas nas redes sociais. O profissional continua sendo o jornalista!
  36. 36. Uma repórter da Rádio Jovem Pan AM/SP produziu uma matéria sobre o estado de saúde de Hebe Camargo baseada em supostas declarações da apresentadora no twitter. Contudo, esse era um dos 7 perfis fakes feitos em nome de Hebe. Além de ferir preceitos básicos do jornalismo como APURAR os fatos e a credibilidade das fontes, as mensagens publicadas nesse perfil em especial, no mínimo deveriam soar estranho. No perfil hebecamargo, citado pela jornalista na sua matéria, há tweets como: - “Paris Hilton me ligou. Muito gentil da parte dela. O Maluf também ligou e eu mandei falar que estava dormindo”. -“Estou apostando corrida de cadeira de rodas pelos corredores do hospital. Nunca me diverti tanto”. - “Já tomei toda a vodka que trouxe para o hospital. Agora terei que tomar whisky”.
  37. 37. Baseada nesse perfil fake, a jornalista relatou que Hebe se divertia correndo pelo hospital de cadeira de rodas e agradecia o apoio da população. Depois de virar motivo de piada nas redes sociais, para justificar seu erro, ela alegou que não trabalha na editoria de TV e sim na de “saúde”. Disse ainda:“citei o Twitter, depois procurei uma fonte médica”. O portal Vírgula e a rádio Tempo FM, de Fortaleza, também noticiaram as “tuitadas falsas”, pegando carona no erro. No dia seguinte da publicação, o gestor do perfil falso de Hebe postou: “Um beijo pro povo do vírgula! O profissionalismo de vocês me surpreendeu!”.
  38. 38. O twitter é um importante canal de informação. Contudo, sua utilidade no jornalismo é monitorar o “buzz”. Um comentário não pode ser posto como verdadeiro sem a devida apuração! Apurar, checar, definir o que é notícia e ouvir todos os lados são normas que valem no jornalismo 1.0, 2.0, 3.0 e seja lá a nomenclatura que vier! Vale repetir: o profissional é o jornalista!
  39. 39. #Hora do Café @Clickfoz Piadas infames (muitas, todo dia)
  40. 40. Depois de estudar as potencialidades e “regras” da web 2.0, planejar, reavaliar, cancelar metade, replanejar (incontáveis vezes), chegou o momento de “materializar” esse árduo trabalho desenvolvido por meses. Em janeiro de 2009 é lançado oficialmente
  41. 41. O que o internauta busca? 70% entretenimento 20% notícia 10% serviço Partindo desses dados, percebe-se o motivo do árduo trabalho dos portais de notícias para atrair o público. Nesse ponto, as ferramentas de vídeo e foto (youtube e flickr, por exemplo) e as redes sociais se tornam aliadas dos portais. Dialogar com esses “canais” é o caminho para “fisgar” leitores. Oferecer serviço relevantes ao internauta é outra estratégia eficaz. Publicar material relevante e de qualidade é pressuposto, nem se discute!
  42. 42. COLUNAS
  43. 43. Colunista criativo e com leve distúrbio (#brinks) + assunto de interesse =
  44. 44. Nosso jornalista esportivo, Bruno Zanette, outros dois jornalistas convidados e uma professora de Educação Física + Tema que dispensa = justificativas
  45. 45. Fotógrafos amadores ou profissionais e o registros de momentos sob ângulos singulares =
  46. 46. Maya Riquelme Carol Cañete
  47. 47. Aline Helena Letícia Lichacovski
  48. 48. André Sinkos Thallen Alves
  49. 49. Tem mais!!!
  50. 50. #PROMO
  51. 51. SERVIÇOS
  52. 52. INTERAÇÃO C/ LEITORES
  53. 53. “As velhas mídias não morreram. Nossa relação com elas é que morreu. Estamos numa época de grandes transformações e nós temos três opções: temê-las, ignorá-las ou aceitá- las.” (Mark Warshaw)
  54. 54. Redes Sociais e ferramentas
  55. 55. Quando se deixa de lado o medo - que naturalmente está impregnado em qualquer processos de MUDANÇA - e se busca compreender os formatos, linguagens e plataformas do jornalismo contemporâneo é possível vislumbrar a NOVA SIGNIFICAÇÃO de premissas como distribuição de informação, pluralidade e transparência.
  56. 56. Eis o jornalismo 2.0! Ainda estamos nos adaptando a esse novo formato e linguagem. Contudo, as inovações no meio online são dinâmicas e os desenvolvedores já discutem a web 3.0 (semântica). Daqui a pouco essa “novidade” entra na pauta dos jornalistas (produtores de conteúdo).
  57. 57. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais - Exploração de potencialidades da web (multimediação) para agregar informação e não para exibicionismo.
  58. 58. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais - Entenda redes sociais: linguagem, formato, público e proposta de cada uma. Só use as que agregam ao seu portal e sempre com planejamento, monitoramento e mensuração!
  59. 59. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais Usabilidade = condição vital para o sucesso do portal Se a informação é difícil de ler ou não responde as “perguntas-chave” do usuário, ele abandona a página! Essa regra é válida para texto, disposição gráfica e programação.
  60. 60. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais -Projeto voltado ao público que pretende atingir. O mundo acha você através do Google. Mas não esqueça que seu leitor fiel, aquele que acessa o site todos os dias, é o seu público- alvo. - Exige uma mudança de atitude: menos poder e mais talento. Não basta dizer que é bom! Seu público deve propagar e legitimar esse talento!
  61. 61. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais - Está apoiado mais nos relacionamentos do que nos conteúdos: quem tem uma boa rede vai mais longe. - Interação direta com o leitor: quem me lê não está lá, está aqui! - Humanidade: em vez de “usar fontes”, interage com pessoas. (mais uma vez a palavra mágica RELACIONAMENTO)
  62. 62. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais - Poder descentralizado: o detentor da informação se transforma em divulgador. - Profundidade: a informação é de domínio público. A qualidade da informação depende de cada um. - Desapego: é mais saudável compartilhar do que dominar. Busque enfoque criativos e não exclusividade da pauta (soma com o item anterior). - Afinidade: não temos mais reféns, temos fãs!
  63. 63. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais - Ética: liberdade pede mais responsabilidade. O jornalista 2.0 tem o poder e o “peso” da escolha. - Tags Jornalismo 2.0: fórum / post / depoimento / comunidade / mídia social / link / hipermídia / chat / twitter / coletivo / agregador de notícia / tag / RSS / indexação / podcast / download / blog / facebook / flickr / youtube / compartilhamento / interação / feedback
  64. 64. O “fazer jornalístico”frente às novas plataformas digitais Plataforma, práxis, tempo, ferramentas, alcance, participação dos leitores e tantos outros elementos e procedimentos mudaram com as plataformas digitais. Contudo, ética, apuração dos fatos, ouvir todos os lados e responsabilidade social continuam pautando o trabalho dos jornalistas, independente da mídia na qual será veículado o material!
  65. 65. #Hora do Café @Clickfoz
  66. 66. Obrigada, Daniele Rodrigues www.clickfozdoiguacu.com.br E-mail: daniele.rodrigues100@gmail.com Twitter: @dani_rodrigues
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