Book Planejamento Daniel Feitoza

Loading...

Flash Player 9 (or above) is needed to view presentations.
We have detected that you do not have it on your computer. To install it, go here.

1 comments

Comments 1 - 1 of 1 previous next Post a comment

  • + Thozmania Thomaz Gonçalves 2 days ago
    Parabéns pela apresentação de seus trabalhos...
    Estou começando a pesquisar um pouco mais a respeito de planejamento...trabalho com criação...e como voce mesmo cita na apresentação... também não me agrada tanto quanto o 'pensar' o que deve ser criado...

    Abraço!
Post a comment
Embed Video
Edit your comment Cancel

18 Favorites

Book Planejamento Daniel Feitoza - Presentation Transcript

  1. BOOK DE PLANEJAMENTO_DANIEL FEITOZA_MIAMI AD SCHOOL
  2. conseguir diferenciar música de qualquer por política e gosto por estratégias eleitorais barulho, ainda que vez ou outra eu adore BIOGRAFIA também começaram por lá. Agora creio que a ouvir certas besteiras. Completando a lista, habilidade e o interesse em trabalhar com sou filho de sergipanos. Mas ainda não pessoas diferentes deve ser atribuída aos 9 consegui descobrir em que isso fez diferença anos em que integrei a equipe de vôlei da na minha formação, se até o meu time de Pulando a parte em que nasci em janeiro escola. futebol é potiguar. de 1986 (sou de capricórnio) e desde então Tantas experiências na escola, até que moro numa cidade conhecida pelas belas praias um dia o ano de prestar vestibular chega, e (Natal/RN), me chamo Daniel Feitoza, tenho 22 com ele todo o peso em decidir o que fazer anos e sou recém-formado em Publicidade e para o resto da vida. Como se as escolhas não Propaganda pela Universidade Potiguar e pudessem ser refletidas e alteradas. Mas estudante torto de Jornalismo da Universidade vamos deixar assim para conceder um tom Federal do Rio Grande do Norte. Acho que é mais dramático. Como medicina já tinha ido importante dizer que durante toda a minha vida pra escanteio há muito, eis que entra a todo- estudei em um colégio católico de freiras, o que poderosa Publicidade e Propaganda e o meio Durante a minha vida, muita coisa até bem pouco tempo eu acreditava não dizer desajeitado Jornalismo. Dois vestibulares mudou, menos a certeza de que eu iria ser nada sobre a minha personalidade, já que nem diferentes e estava decidido o meu destino, médico. Talvez a certeza fosse tanta por eu de longe a escola me transformou em um nunca ter parado para pensar no porquê religioso, nem muito menos em um católico, exato de ter escolhido essa profissão. Até que ainda que não praticante. Mas talvez tenha sido um dia fui apresentado à comunicação: 2001, por passar 15 anos em um ambiente como o ano em que meus pais nunca mais vão aquele que eu tenha desenvolvido uma certa esquecer... \"foi quando a vida de Daniel fez o consciência social e humanitária. Não uma visão desvio\"... Assumi a direção de comunicação hipócrita do que seria ajudar os outros, mas algo do Centro Cívico da escola (grêmio estudantil, como um sentimento de todo, de sociedade. pelo menos é o que a gente sempre pensa. se preferir). E desde então, a comunicação Não que eu acredite que a Igreja Católica seja a Entrei em publicidade na única universidade entrou na forma máxima que podia na minha melhor professora dessa disciplina, mas vamos que oferecia o curso; e, para não deixar de vida. Ao Centro Cívico, acho que devo a deixar esse assunto para outra discussão. lado a tão sonhada aprovação em uma formação de um senso de liderança e a perda Bem como a religião, os três anos de universidade federal, optei pelo curso que do medo de assumir grandes aulas de teclado obrigados pela minha mãe acreditava ser o mais similar, jornalismo. A responsabilidades. Acho que foi lá também também eram considerados inúteis ou pelo experiência em cursar ao mesmo tempo duas que aprendi que não é preciso recompensa ou menos desencaixados daquilo em que eu habilitações da comunicação social em reconhecimento pra fazer um trabalho bem acreditava ter me formado. Até me dar conta instituições de ensino superior com feito, mas a vontade de fazê-lo. Curiosidade que eles foram fundamentais para hoje eu
  3. contraria e contradiz a teoria. Mesmo vivendo primeiro semestre de 2008 me proporcionou a loucura e a correria do mercado publicitário, um aprimoramento indescritível da minha nunca me faltou tempo para atuar em projetos experiência de vida. A convivência com d e p e s q u i s a e ex te n s ã o d e nt ro d a diferentes hábitos culturais; a possibilidade de universidade. Em 2006, destaco a monitoria da viver uma rotina completamente nova; e o disciplina Pesquisa de Mercado, responsável contato com pessoas e idéias vindas das mais por dividir comigo conhecimentos e diferentes partes do mundo são apenas alguns propósitos tão diferentes abriu minha cabeça e habilidades em identificar tendências, dos fatores que contribuíram para o sucesso expandiu minha vivência universitária. demandas, anseios e até sentimentos. E em desse fantástico processo de aprendizagem e Mesmo servindo de passaporte para 2007, o projeto de iniciação científica autoconhecimento. um curso que não me interessava, a aprovação Arquétipos na Propaganda que me fez E em paralelo às descobertas e ao no primeiro vestibular em uma universidade enxergar a publicidade muito mais que como crescimento profissional, os últimos anos federal, além de funcionar muito bem como uma técnica, quando amparada pelas ciências também presenciaram o meu crescimento moeda de troca em negociações com os meus d a co m u n i ca çã o, d a s o c i o l o g i a , d a pessoal. Acho que o equilíbrio entre o ensino pais, me proporcionou o contato com privado e o público; entre a prática e a teoria; e discussões mais profundas e densas sobre entre Natal e Vancouver me ajudaram a temas globais e de cunho social; desenvolver critérios de comparação mais aprofundamento na real situação do país; e amplos e ao mesmo tempo uma maior contato com realidades um tanto quanto capacidade de tolerância às diferenças. O que ignoradas anteriormente. O que, sem dúvida, contribuiu que eu me tornasse uma pessoa ampliou meus horizontes e aguçou minha essencialmente crítica, mas ao mesmo tempo capacidade de pensar. com o mínimo de preconceitos e pré- Por outro lado, foi em Publicidade que julgamentos. No mesmo pacote, opiniões bem conheci áreas de interesse e me desenvolvi antropologia e da psicologia. Além de expandir formadas e uma boa capacidade de profissionalmente. Desde o começo do curso, minha vontade de fazer propaganda para a compreensão ao novo, ao diferente. me envolvi em projetos e participei ativamente vontade de, também, analisá-la como de atividades extracurriculares. A partir do atividade cultural e social. segundo ano, comecei a atuar Ao término da faculdade, decidi que profissionalmente no mercado em diferentes precisava de novos conhecimentos, novas experiências e tipos de atividade. O dia-dia do experiências e maior preparo antes de mercado foi fundamental para aplicar enfrentar o que seria o maior desafio da minha conhecimentos e viver a propaganda na vida: mudar para São Paulo. Tão bem quanto prática. Mas nunca conseguiu me contaminar aperfeiçoar os meus conhecimentos sobre a com a velha premissa de que a prática língua inglesa, morar em Vancouver no
  4. PLANEJAMENTO trends e desenvolvimento de idéias; dissecando Foi no mínimo interessante a forma sites, grupos de discussão, comunidades virtuais como eu descobri o planejamento. Trabalhando e b l o g s , e s p e c i a l m e nte d o g r u p o d e como redator júnior de uma agência do Estado, planejamento; e quebrando a cabeça, aplicando comecei a perceber que eu me divertia muito os novos conhecimentos em trabalhos mais com o processo de descobrir o quê as acadêmicos e no mercado que formei a minha campanhas precisavam dizer ao público, e qual própria idéia do que seria planejamento. E mais ele seria, do que em criar uma forma inusitada do que isso, uma imensa vontade de trabalhar e de transformar essas informações em peças, construir uma carreira na área. ações ou outras manifestações criativas. Fui aos Pra mim, é planejamento por várias livros e à internet e comecei a descobrir um razões. Pela possibilidade de envolvimento com pouco de quais seriam as funções de um idéias novas e pessoas diferentes. Por projetos possível profissional para atuar entre o inovadores que sempre me desafiem. Acho que atendimento e a criação, pelo menos essa foi a também pela necessidade constante de adaptar- primeira idéia que fiz do profissional de se a circunstâncias variáveis. Por ser uma área planejamento. que trabalhe promovendo conhecimentos e Como as coisas lá mais pra cima do mapa vendendo inspiração. Por ser um ambiente ainda são um pouco atrasadas, mesmo Stephen receptivo à descoberta de coisas novas em King e Stanley Pollitt terem colocado a idéia em territórios desconhecidos e que exige a prática há exatos 40 anos, não tive na faculdade habilidade em transmiti-las de forma criativa em nenhuma disciplina ou aula específica sobre o linguagem clara e fácil de entender. E, assunto, o que me obrigou a buscar o máximo de principalmente, por ser um ambiente que informações. E em diferentes meios, já que a permita ter um pé no chão e outro prestes a dar prateleira de Planejamento de Comunicação da um passo em direção à inspiração; ambiente no Siciliano, Saraiva e Submarino não possuíam qual a intuição, e não só a lógica, é que revelam mais do que 3 livros. E foi esgotando as sessões emocionantes conceitos. de branding, comportamento do consumidor,
  5. Iniciação Científica Os Arquétipos na CURRÍCULO Publicidade e Propaganda Potiguar, orientado Habilidades Auxiliares pela professora doutora Luciana Celestino na Informática avançada: Universidade Potiguar, Natal, RN em 2007. Dados Pessoais Programas gráficos - Cursou webdesigner Experiências Profissionais (Corel, Photoshop, Flash, HTML) na SIC Nome: Daniel Silva Santos Feitoza Informática em 2 004. Estagiou como redator na F2 Data de nascimento: 15 de janeiro de 1986 Publimanager - cursou disciplina sobre Comunicação, Natal, RN, desenvolvendo Local: Natal, Rio Grande do Norte utilização do software na faculdade e utilizou projetos de criação para grandes clientes do Estado civil: solteiro em todas as citadas experiências profissionais. setor privado Atuou entre março de 2005 até Endereço: rua França Pinto, 263, Vila Mariana, Inglês fluente: agosto de 2005. São Paulo/SP Básico e intermediário - Cursou inglês regular Trabalhou como redator júnior e, em Telefone: (11) 9277 1291 no Yázigi International, Natal, RN entre 1998 e seguida, gerente de informação na Faz E-mail: danielssfeitoza@gmail.com 2001. Comunicação Natal, RN, desenvolvendo Formação Acadêmica Avançado e fluência - Cursou General English projetos de criação e construção de informação Program na Global Village English Centres, para grandes clientes do setor público. Atuou Vancouver, BC, Canadá entre março e maio de entre outubro de 2005 até dezembro de 2006. Concluiu o ensino médio no Colégio 2008. Trabalhou como atendimento de contas Nossa Senhora das Neves, Natal, RN em 2003. Business - Cursou Business English Program na na Pandora Comunicação, Natal, RN, Graduando em Comunicação Social - Global Village English Centres, Vancouver, BC, gerenciando contas para grandes clientes do Habilitação em Jornalismo na Universidade Canadá em junho de 2008. setor industrial, entre fevereiro de 2007 até Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN. janeiro de 2008. Cursando equivalente ao 5 período. (Curso Experiência Extracurricular trancado). Aperfeiçoamento Profissional Graduado em Comunicação Social - Morou, entre março de 2008 até junho Pa r t i c i p o u d o c u rs o d e fé r i a s Habilitação em Publicidade e Propaganda na de 2008, em Vancouver, BC, Canadá, durante Planejamento de Comunicação ministrado pelo Universidade Potiguar, Natal, RN em 2007.2. p ro g ra m a d e i nte rcâ m b i o c u l t u ra l e professor Roberto Corrêa e oferecido pela aperfeiçoamento da língua inglesa. Experiência Escola Superior de Propaganda e Marketing, São Atividades Acadêmicas c o n t r i b u i u p a ra e v o l u ç ã o p e s s o a l e Paulo, SP em julho de 2007. aprimoramento da experiência de vida, através Participou do Bootcamp-Planejamento Atuou como monitor da disciplina de convivência com diferentes hábitos culturais, de comunicação oferecido pela Miami Ad Pesquisa de Mercado, ministrada pela quebra de rotina e contato com pessoas das School/ESPM, São Paulo, SP, entre setembro e professora Merle Ranieri na Universidade mais variadas partes do mundo. dezembro de 2008. Eleito aluno destaque pela Potiguar, Natal, RN em 2006.1. coordenação do curso através do prêmio TOP Atuou como bolsista do Projeto de DOG.
  6. O briefing O cliente: Nestlé Trabalho desenvolvido para o Bootcamp em 2008 A Nestlé, através da marca Nescafé, iria lançar uma nova bebida pronta. A idéia do produto foi originada com a grande tendência no consumo de bebidas à base de café. Porém, Nescafé Up foi criada a partir de um conceito original de bebida gelada e refrescante com café, limão e guaraná entre os ingredientes. Da agência, o cliente gostaria de uma idéia capaz de lançar o novo conceito do produto no mercado para um público diferente do tradicional cafezinho, mas respeitando a essência da marca-mãe Nescafé.
  7. E se... Fosse pelo Seria bater de frente com: O produto como lado refrescante? ponto de partida! Lançar um café gelado em um Com essa questão, a primeira segmento farto de opções como o de hipótese foi levantada. O produto poderia bebidas prontas. Em uma situação como ser posicionado pelo seu poder essa, por onde começar? refrescante. Os atributos que poderiam Refrigerantes Sucos Que tal começar pelo início? Ou fundamentar esse caminho seriam os seja, pelo produto? E foi assim que a sabores limão e guaraná. situação que parecia bastante complicada começou a se desenrolar. O briefing do cliente já deixava claro duas características bem aparentes do produto: o lado refrescante e o lado Chás gelados Águas saborizadas estimulante. Claro que não seria um caminho impossível, afinal, nunca foi tão fácil ganhar espaço dos refrigerantes. No entanto, também estava longe de ser um Mas falar em refrescância através caminho fácil. de limão e guaraná seria entrar na seara Aqui vale lembrar que essa seria do sabor. Seria apelar para o paladar. E apenas uma das possibilidades de como seria concorrer com as categorias trabalho a partir dos atributos do produto. que se fundamentam nessa estratégia? E foi assim que a Segunda hipótese foi levantada. Briefing do cliente
  8. Mas esse é um Tendência E se... Fosse pelo benefício novo ou já lado estimulante? existe no mercado alguém oferecendo Pelo lado estimulante, a estratégia poderia ser fundamentada a partir do energia? poder estimulante da cafeína. Não só produtos, como categorias inteiras trabalham vendendo energia. Isso mesmo. Bebida funcional é uma tendência que tem se destacado em diversas parte do mundo. Basicamente, são bebidas preparadas com algum ingrediente específico que de alguma forma reforça o funcionamento do organismo humano. E isso seria apelar para benefícios Energéticos Isotônicos E o quê Nescafé Up técnicos. Ou seja, entrar na seara do lado Energia pra ficar Energia pra atleta funcional do produto. pilhado amador fornece ao organismo? Mas espere aí, bebida funcional? Repositores Nescau Energia pra atleta Energia pra crescer Energia profissional saudável
  9. E existe cansaço mental? Após o insight, a idéia de um Em todas as categorias e produtos energético para a mente começou a analisados, deu pra ver que energia Muitas vezes o cansaço mental está ganhar força. Mas antes de continuar, era sempre está ligada ao desempenho físico. muito mais presente na vida dessas preciso ver como isso funcionaria no dia- pessoas do que o cansaço físico. Energia e a-dia do target. Insight! bom preparo físico são exigidos na !!! correria do dia-a-dia. Mas muitas vezes, o trabalho é o dia inteiro sentado em uma Quem é o target? cadeira na frente de um computador, deixando a cabeça pesada e a mente estafada. 18 anos Em quais aspectos o desempenho é afetado? O poder da Acordam Dormem 30 cafeína cedo tarde Humor anos estimula o Homens e mulheres (classes A/B/C1 – entre 18 e 30 anos) que Inspiração/novas idéias corpo. Mas trabalham e/ou estudam, e que têm um dia-a-dia corrido e cheio de atividades. Por isso, enxergam e precisam do efeito também a funcional do café. Além disso, são pessoas ousadas que adoram experimentar Força de vontade/disposição mente! produtos originais.
  10. Montando a estratégia 2. Inspiração já fazia parte do DNA de Nescafé Mais do que nunca, o planejamento precisou ser encarado como um processo de escolhas. Se o produto ia ser posto como um energético para a mente, não dava pra trabalhar com todos os aspectos do desempenho mental do dia-a-dia, sendo apenas um deles escolhido para ser trabalhado na comunicação. Dessa forma, a promessa ficava mais consistente e a Inspiring quality moments comunicação mais focada. E pelas Por se tratar de um produto sob seguintes razões inspiração e novas idéias uma marca já consagrada, Nescafé Up não foi o caminho que ganhou vida. podia fugir muito da herança da marca 3. O melhor caminho para criar Nescafé. Mas ao mesmo tempo, precisava 1. O mundo é de quem de algo diferenciador para se conectar Além de tudo isso que já colaborava tem idéias! com o público, que era bem diferente do para a estratégia ser fundamentada em tradicional público do cafézinho. inspiração e novas idéias, esse ainda era o O bacana é que inspiração já estava caminho mais amplo e que apresentava no DNA da marca mãe. Desse modo, por mais possibilidades para criar. se tratar de um produto sob a marca Convidados a entrar no processo a Nescafé, Nescafé Up continuaria partir deste momento, os criativos inspirando. A diferença está no que ele concordavam que não só era uma boa passaria a inspirar. solução estratégica, como também um Mais atual do que falar em bom tema que possibilitava o desenvolvimento humor e força de vontade, é falar em De: momentos de qualidade de peças e ações originais e de alto nível idéias e inspiração. Afinal, cada vez mais as criativo. Para: novas idéias pessoas estão sendo cobradas e remuneradas pelas idéias que têm.
  11. Idéia Motriz: Nescafé Up. Energia para tirar as idéias da caixa. o briefing criativo foi construído a partir da mensagem acima. Na verdade, energia pra tirar as idéias da caixa foi passada para os criativos não como uma mensagem que precisaria ser transmitida através da comunicação. Mas como um mundo em que o produto e a comunicação deveriam gravitar em volta. Mais ou menos assim: o pedido feito aos criativos dizia que não bastava só a comunicação entregar a mensagem, ela precisaria também ser uma fonte inspiradora de novas idéias.
  12. O briefing O cliente: CDHMP/RN Trabalho desenvolvido para a faculdade em 2006 O Centro de Direitos Humanos e O Centro não ficou satisfeito com o Memória Popular do Rio Grande do resultado do Referendo Popular sobre a Norte é uma entidade da sociedade civil comercialização de armas de fogo e comprometida com atividades voltadas munição realizado em 2005 e gostaria para a defesa e promoção dos Direitos voltar a falar com a sociedade sobre o Humanos no estado. É uma organização tema. Basicamente, o cliente queria que sem fins lucrativos, filiada ao Movimento a agência encontrasse um novo jeito de Nacional de Direitos Humanos e sócia da falar sobre desarmamento com a Associação Brasileira de Organizações sociedade. Não-Governamentais. Na prática, o Centro tem levado para a população o debate de políticas públicas, principalmente, sobre justiça, cidadania e segurança.
  13. Estipulando objetivos Com as metas em mente, era hora e Com todos esses problemas sendo levantar dado sobre o tema. Saber como causados por armas de fogo, a primeira anda a situação do País no que se refere à idéia seria publicá-los na mídia e deixar Com o briefing do cliente sem muita armas de fogo. E como todo mundo meio que eles falassem por si só. Mas isso não orientação, o primeiro passo foi que supõe, a situação não era das mais funcionaria. Isso porque as pessoas já determinar quais seriam os objetivos da legais. estavam familiarizadas com esses dados. campanha. E dois pontos foram O referendo realizado no ano anterior já determinados: Como andava a realidade havia trazido tudo isso e coisa ainda pior à tona. 1 O sistema público de saúde O que mais sobre o gastou 140 milhões de reais para tratar de feridos por armas de fogo em 2003. Referendo (Ministério da saúde) era importante saber? Existem no Brasil mais de Despertar novamente a atenção da 17 milhões de armas de fogo, estando apenas 10% população para o tema. delas em poder do estado. O Brasil é o país em que 2 mais se morre por armas de fogo no mundo, mesmo em comparação com os países que estão em guerra. Referendo: votação popular que (Unesco). buscou saber a opinião dos cidadãos sobre No Brasil, as armas de fogo a comercialização de armas de fogo e matam mais do que Provocar a reflexão de que não é munição em território nacional. acidentes de trânsito. porque a comercialização de armas de (Ministério da Saúde) fogo continua autorizada que é preciso ter 63% da população escolheu Quase 20 milhões de uma arma. internações no SUS não proibir a comercialização de causadas por armas de fogo foram registradas em 2004. armas de fogo e munição. (Ministerio da Saúde).
  14. Para convencer as pessoas a votar Com a ajuda de matérias de jornais Quem era contra a comercialização sim ou não para a proibição da e revistas, pesquisas secundárias e de armas estava munido de argumentos comercialização de armas de fogo foram comunidades de discussão sobre o tema irrefutáveis sobre como as armas formadas duas frentes parlamentares que mantidas ainda online, foi possível recriar contribuem para o assustador quadro de conduziram as campanhas de mobilização a discussão entre um votante do sim violência brasileiro. E como o jogo mudou popular. E o que elas diziam? (contra a comercialização) e um votante em países que haviam proibido o do não (a favor da comercialização). comércio. O interessante e intrigante é E a coisa funcionava mais ou menos que quem era a favor da comercialização Campanha pelo SIM- a defesa pela vida: assim: não discordava desses pontos. Para eles, a questão era outra. - estatísticas da violência urbana gerada Argumentos de quem votava SIM: pelas armas. - campanha voluntária de entrega de armas. Insight! - Diversos casos de violência urbana, de violência - artistas famosos como interlocutores. doméstica, de violência familiar e de violência - tom de alegria e esperança. !!! contra a mulher têm sido provocados por armas de fogo tanto de bandidos como de civis. - A arma de fogo é o método de suicídio mais Campanha pelo NÃO - a defesa pelo direito: utilizado por homens no Brasil. - O risco da mulher ser assassinada aumenta cinco -opção de legítima defesa. vezes quando o marido tem acesso a uma arma de fogo. - falência no sistema de segurança do País. Quem votava não - Na Austrália, que aprovou uma lei de controle do - ninguém pode tirar o direito do cidadão. acesso às armas em 1996, a taxa de homicídios por - tom transgressor e de rebeldia. armas de fogo havia caído 50%. para a proibição - No Brasil, quarenta mil armas que estavam em poder de cidadãos de bem foram roubadas no ano de 2003. Mas apenas isso não estava não estava em - Nos Estados Unidos, onde há uma arma para cada bastando para indicar qual o melhor adulto, o número de mortes por armas de fogo já era caminho de trazer novamente esse tema à o maior entre os países desenvolvidos. defesa das armas. tona. Argumento de quem votava NÃO: Foi quando surgiu a idéia de saber Estava em defesa como as pessoas estavam discutindo nas - Poder comprar arma está na lei, portanto é ruas na época do Referendo. um direito. E não vou abrir mão de um da lei e do direito. direito.
  15. Pesquisando a área jurídica deu pra Era isto que precisava ser provado: Não adiantaria mais colocar as ver que duas coisas são facilmente a lei é uma coisa e o direito é outra. Não é armas no papel de vilãs, as pessoas já confundidas como sendo a mesma: o necessariamente porque está na lei que é sabiam e concordavam com isso. Se era direito e a lei. o melhor para a sociedade. pra reabrir a discussão e a reflexão sobre o Mas na verdade, não é bem assim: Os exemplos abaixo provam isso: tema que fosse a partir do ponto em que ela parou. Isso seria feito questionando a lei e o que as pessoas imaginam que seja “A lei não esgota ter um direito. o Direito, assim ? como a partitura A escravidão, considerado um dos não corporifica a piores crimes da humanidade, era assegurada por lei, mesmo ferindo Questionar a lei? música.” diversos direitos, entre eles o da integridade da pessoa humana. Mário Moacir Porto - Jurista Mas havia um ponto aí. As pessoas são educadas de modo a pensar que se “A lei não esgota algo está na (ou é uma) lei, é porque aquilo é um direito já conquistado e que portanto o Direito, assim não se deve abrir mão. como a gramática ? As mulheres, por muito tempo, foram proibidas de votar. E mesmo ferindo não exaure o o direito de igualdade entre homens e mulheres, era um questão assegurada idioma.” pela lei. Calheiros Bonfim - Jurista
  16. Mensagem: Comercialização de armas de fogo e munição está na lei. Mas não é legal. Como visto, a discussão só deveria ser reaberta se fosse para ser do ponto em que parou. Não adiantava mais falar que arma não presta e que arma mata. As pessoas já sabiam disso. O que elas precisavam agora saber é que lei e ter um direito não são a mesma coisa. E que não é porque algo está na lei que significa que é o melhor para a sociedade.
  17. O cliente: Perdigão O briefing Trabalho desenvolvido para o Bootcamp em 2008 A Perdigão gostaria de implementar sua participação no mercado de snacks congelados. Atuando na categoria apenas com o produto quickpizza (mini-pizza congelada em formato retangular), a empresa pediu para agência entender melhor sobre o mercado, os concorrentes e os hábitos dos consumidores para montar a estratégia de lançamento de uma linha de novos produtos para concorrer na categoria.
  18. Como anda o mercado? A Seara não comunicava, mas criou uma linha praticamente igual a da Sadia e com nome bem parecido (Hot 1. Ainda pouco conhecido e sem Hit). Ou seja, entregava o mesmo forma definida, o mercado de snacks benefício: rapidez no preparo. congelados no Brasil estava começando a A própria Perdigão também não se formar. comunicava, nem tinha uma linha 2. O ritmo de vida das pessoas semelhante à Sadia. Mas atuava no Como anda cada vez mais acelerado contribuía para segmento com o produto Quick Pizza. Ou a concorrência? o aumento do consumo de produtos de seja, oferecia: rapidez no preparo. fácil preparo. Conclusão: se todos os players Aparentemente, o cenário se ofereciam o mesmo benefício, a A Sadia, principal concorrente da mostrava favorável para a atuação no competição acabava acontecendo entre Perdigão, saiu na frente e praticamente segmento. as marcas-mãe e não entre os próprios inaugurou a categoria ao lançar sua linha produtos. O que levava a concluir que na Hot Pocket. E mais: de forma inteligente, guerra entre Sadia, Seara e Perdigão, o construiu a estratégia de lançamento dos grande vencedor seria Sadia. produtos baseada na rapidez do preparo do microondas, se apropriando desse benefício. Os demais players acabaram sendo percebidos como cópias da Sadia. Pois fosse através da comunicação, do X X nome da linha ou da concepção dos produtos acabavam se restringindo a prometer o benefício que Sadia havia brilhantemente se apropriado. Mais ou menos assim:
  19. O começo da estratégia: No entanto, outra motivação muito forte para consumir snacks Com essa conclusão, a estratégia também foi revelada: começou a ser desenhada. E dois pontos já foram acertados: É o tipo de comida que se 1 come por ser algo diferente do que se come no dia-a-dia. Quando questionadas em que tipo Incluindo as pessoas! de situações diferentes, foram obtidas as A estratégia de concepção dos seguintes respostas: produtos e de comunicação da nova linha de snacks congelados Perdigão deveria Neste estágio do processo, tudo já ser desenvolvida a partir de um benefício havia sido extraído da análise de dados diferente de ‘rapidez no preparo’. ‘’Pra mudar o jantar’’ de mercado e na observação do 2 comportamento dos concorrentes. Estava na hora de descobrir mais sobre a ‘’Pra sair da dieta’’ relação das pessoas com a alimentação e, principalmente, sobre a relação das pessoas com os snacks congelados. ‘’Pro final de semana não ser igual a semana’’ Na observação, ficou mais uma vez 2. O nome Quick Pizza deveria ser ‘’Pra comer besteira no almoço’’ clara a competência da estratégia da substituído por outro que melhor Sadia, pois uma das principais razões descrevesse os novos benefícios ‘’Pra não cozinhar hoje’’ para esse tipo de comida ser consumido é entregues pela linha de produtos. a rapidez com que fica pronto.
  20. Mas da rotina de quem Mas não dava pra trabalhar de Insight: forma eficiente com todos esses públicos estamos falando? ao mesmo tempo. Eram três perfis com !!! interesses muito diferentes. Dessa forma, um deles foi estrategicamente Foi visto que esse tipo de alimento escolhido para funcionar como o target tem boa penetração entre moradores de central da estratégia de comunicação. centros urbanos das seguintes faixas de idade: Os pré-adolescentes foram escolhidos por ser onde o consumo da linha de produtos tem mais chances de virar hábito. Por permitir a criação de consumidores mais jovens de Perdigão. E por ajudar a modernizar a marca- Pré-adolescentes entre 12 e 16 anos mãe. Snacks E o que sabemos congelados é o sobre eles? tipo de comida Eles estão na fase de questionar Adolescentes entre 17 e 22 anos tudo, sendo assim conhecidos como os rebeldes sem causa. Adoram ser ‘’do que se come contra’’ e se identificam com tudo que de alguma forma fuja do padrão. Buscam para quebrar a quebrar as regras na música, na moda e, agora, até nos relacionamentos. rotina! Jovens adultos entre 23 e 30 anos
  21. Mensagem: Escape Perdigão. A linha que saiu da linha. A mensagem acima é a síntese da estratégia e foi elaborada em parceria com a criação. A partir dessa mensagem deveriam ser desenvolvidas ações de comunicação para lançar no mercado a nova linha de snacks congelados Perdigão que foi denominada Escape.
  22. O briefing O cliente: Simas Trabalho desenvolvido para a faculdade em 2007 A Sima’s Industrial S.A. é uma A Simas estava passando por uma emp res a p o tigu ar q u e atu a n o situação desconfortável em relação ao desenvolvimento e produção de candies mercado estrangeiro, de onde tirava a há mais de 60 anos. A Sima’s produz 400 maior parte dos seus lucros. Desse modo, toneladas de balas, caramelos, pirulitos, precisava melhorar seu desempenho no chicletes por mês, sendo a maior parte mercado nacional, onde atuava por meio dessa produção destinada ao mercado da marca Sams. A empresa precisava da externo. Através de alta tecnologia e ajuda da agência para organizar a forma excelentes índices de qualidade de atuar com o consumidor final. reconhecidos mundialmente, a empresa já chegou a atender de uma só vez até 60 países.
  23. A situação da Simas A lógica do mercado Para efetivar a participação da A Simas era uma empresa que se marca Sams no mercado interno, era acostumou a se sustentar do mercado preciso saber como ele funcionava. E os externo. Não era pra menos, até o concorrentes no segmento de candies momento, a situação parecia cômoda. No poderiam ser basicamente divididos em entanto, com a estabilização da economia dois grupos: brasileira e a queda do dolar, antigos negócios lucrativos passaram a se transformar em prejuízo. E a antes extensa Extensores de marca carteira de clientes diminuiu A situação da Sams drasticamente, passando de 60 países exemplificados pela Adams, são as compradores para apenas 15. empresas que desenvolveram marcas (posicionamentos, atributos, essência) para Com a base ficando feia, a empresa Com o expertise e os controles de produtos com diferenciações técnicas (Halls e precisou olhar para novas alternativas e qualidade aprendidos como fornecedor Trident) e ao longo dos últimos anos têm se oportunidades de negócios. Foi nesse de mercados consumidores estrangeiros, beneficiado na extensão dessas marcas para momento em que a Simas percebeu a o padrão dos produtos da Simas atingia novos produtos. São players com ações de necessidade de prestar mais atenção ao excelentes níveis de qualidade. E eram comunicação efetiva e linhas de produtos mercado interno. estrategicamente limitadas. esses mesmos produtos trabalhados pela empresa no mercado nacional. Mas a lógica de comercialização, Extensores de linha distribuição e comunicação dos produtos exemplificadas pela própria Simas, são que, no Brasil, foram lançados sob a marca empresas que colocaram uma grande Sams não correspondia ao processo de quantidade de produtos no mercado de forma excelência em que eram desenvolvidos. desordenada. Não é possível identificar A Simas dava aula no mercado B2B. diferenciação técnica entre a maioria deles. Mas para satisfazer consumidores finais, Não possuem atributos de imagem definidos pelo fabricante e é praticamente impossível ainda precisava aprender muita coisa com definir a linha completa de produtos. sua marca Sams.
  24. A lógica do consumidor Foi visto que candies, de modo p e l a fa c i l i d a d e , s i m p l i c i d a d e e E a partir deles, foi percebido que geral, são produtos com alta penetração possibilidade de consumo em diversas por mais que a penetração seja grande em todos os grupos sociais e faixas de situações. em todo mundo, eles consomem de idade. As balas sortidas (produtos Alguns perfis hipotéticos foram formas diferentes. E assim, foram vendidos sob a marca Sams) ainda montados a partir de dados de pesquisa destacados os públicos mais apresentam maior desempenho, pelo para ilustrar os públicos de candies, importantes para o segmento em preço acessível por qual são vendidas e especialmente balas sortidas. relação a freqüência de compra e consumo e intimidade com o segmento , portanto, os grupos em que valia a pena Todo mundo consome candies/balas sortidas conhecer mais. Mariana Paulinho Inovadores da categoria 35 anos, casada, 7 anos, solteiro, arquiteta e com renda média Referente ao consumo de candies, são estudante e com renda mensal de R$ 3.800,00. crianças e pré-adolescentes ligados em mensal acima de R$ 3.00,00 novidades e lançamentos. Conhecem praticamente todos os produtos disponíveis no Gabi Dona Cláudia mercado e escolhem motivados por sabores, cores, embalagens e brindes. 42 anos, casada, 11 anos, solteira, médica e com renda média estudante e com renda mensal acima de R$ 5.700,00. mensal de R$ 900,00. Adotantes inicias Bruno Seu Antônio São jovens adultos recém saídos da 60 anos, viúvo, 20 anos, solteiro, adolescência, portanto, com grande aposentado e com renda estudante universitário e com conhecimento sobre produtos. Mas a essa média de R$ 1.400,00. renda mensal de R$ 2.500,00 altura consomem apenas os produtos preferidos e se arriscam a testar novidades.
  25. Montando a estratégia Sobre a principal característica 1. Lúdico: um mundo de fantasias e imaginação. Com o produto encontrando um 2. Socialização: é muito importante estar bom número de adeptos em todos os em grupos, fazer parte de turmas. Inovadores: ‘Lembra a Cláudia grupos, a estratégia não poderia ser 3. Tribo Global: a percepção das diferenças Leite. Ela é divertida e canta de tudo.’ restritiva mas ao mesmo tempo precisava e a sua importância para a sociedade. responder a anseios mais específicos de dois grupos. E em busca desses anseios e Conclusão: se a estratégia fosse características particulares que os dois baseada no lúdico se igualaria a todos os grupos continuaram a ser testados. produtos infantis. Se fosse baseada na Adotantes iniciais: ‘É tipo o Video socialização se igualaria a todos os Show, que é um programa variado e só Sobre a decisão de compra produtos para jovens. assisto quando não tenho nada pra fazer.’ Recomendação: usar os valores da tribo global, apelando para o valor das Conclusão: os dois grupos diferenças. apontavam a variedade como a grande Inovadores: Preferência por cores, característica diferencial das balas diversão, alegria. Destaque para produtos Resumindo... sortidas. Mas enquanto para um sortidos. representava algo positivo, para outro era algo cotidiano e sem graça. Recomendação: fundamentar a Era preciso criar uma marca Adotantes iniciais: Preferência por estratégia na variedade dos produtos, mas + produtos com personalidade e atributos de forma original e diferenciada. de imagens bem definidos. Destaque para apoiada na variedade dos produtos Halls e Trident. Sobre a mitologia latente + Conclusão: as balas sortidas não têm imagem e personalidade de marca Ambos os grupos relacionaram as definidas. e na importância e valor das diferenças balas sortidas com as seguintes = Recomendação: a Sams precisa ter significações arquetípicas: imagem e personalidade
  26. Convivência de idéias, características ou Faz sentido! Insight! elementos diferentes. Pluralidade. E n q u a nto o s p ro d u to s q u e !!! concorriam com as balas sortidas (Halls, Multiplicidade. TicTac e Trident, por exemplo), em sua Diferentes ângulos de visão. maioria, eram ofertados em embalagens com mais de uma unidade, e geralmente, Heterogeneidade todas com o mesmo sabor, as balas sortidas deixavam livre, em unidades e variedade. individuais, para escolha de vários sabores a o m e s m o te m p o . E ra i s s o . O s DIVERSIDADE concorrentes representavam a homogeneidade, a padronização e a uniformidade. Enquanto as balas sortidas representavam a variedade, o apoio as diferenças, a originalidade, a diversidade. Comunhão de contrários. falar em Ah, a diversidade. Essa era a palavra- Intersecção de diferenças. chave. Ou melhor, diversidade se tornaria Tolerância mútua. a essência da marca. A base de todo e variedade e no qualquer discurso. Sem contar no enorme Abundância de culturas alcance que a diversidade poderia valor das e de tribos urbanas proporcionar para a marca, era forte e amplo o suficiente para alcançar todos os se misturando. diferenças é falar seus públicos. Era pela diversidade que a Melting Pot. Sams agora iria lutar. Essa seria sua em diversidade! bandeira, sua filosofia. Brasil.
  27. Idéia motriz: Sams. A vida no plural. Mais do que uma mensagem, a Sams estava precisando de uma idéia prima. Algo que fosse verdadeiro com a principal característica dos seus produtos, mas que também conseguisse ampliar o ponto-de-vista da marca. A Sams não estava precisando de uma campanha publicitária, mas de um ponto de partida criativo capaz de fazer a marca finalmente ter uma personalidade e essência e, ao mesmo tempo, de ser comunicado em diversas plataformas.

+ danielssfeitozadanielssfeitoza, 9 months ago

custom

1750 views, 18 favs, 3 embeds more stats

Book de Planejamento desenvolvido para a Miami Ad S more

More info about this document

© All Rights Reserved

Go to text version

  • Total Views 1750
    • 1737 on SlideShare
    • 13 from embeds
  • Comments 1
  • Favorites 18
  • Downloads 0
Most viewed embeds
  • 6 views on http://www.taticas.blogspot.com
  • 5 views on http://taticas.blogspot.com
  • 2 views on http://ig.gmodules.com

more

All embeds
  • 6 views on http://www.taticas.blogspot.com
  • 5 views on http://taticas.blogspot.com
  • 2 views on http://ig.gmodules.com

less

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate. If needed, use the feedback form to let us know more details.

Cancel
File a copyright complaint
Having problems? Go to our helpdesk?

Categories