Aula 7   gestão de riscos
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Aula 7   gestão de riscos Aula 7 gestão de riscos Presentation Transcript

  • Professor: Daniel Moura
  • Prevenção: finalidade e tipos Os procedimentos de PREVENÇÃO buscam propiciar ao trabalhador as condições necessárias à manutenção da sua saúde no ambiente de trabalho. Existem dois tipos de prevenção: PASSIVA e ATIVA A prevenção Passiva (ou  A prevenção Ativa é o conjunto Reativa) é aquela que se resume de esforços para, a estudar os acidentes e danos antecipadamente, identificar e que ocorrem, buscando as tratar os riscos potenciais. Esses causas e implementando esforços são, geralmente, medidas de segurança para que estudos sobre o ambiente de os acidentes não tornem a trabalho, os processos, os acontecer. equipamentos etc. Os dois tipos de Prevenção são necessários !
  • Fluxograma clássico para gestão de riscos Início Elaborar Plano de Ação p/ Redução Identificar as atividades de e Controle de Riscos* trabalho N Plano adequado ? Identificar os perigos (fontes de riscos) S Implementar o Plano de Ação p/ Controle de Riscos Avaliar riscos (probabilidade e impacto) Monitorar e Avaliar implementação e resultados do Plano Risco tolerável ? N Atividade segura ? S S Estabelecer e manter registros das ações relevantes (opcional).Cerqueira, 2006:141 Fim(adaptado)
  • Identificando o trabalhoPara fazer o gerenciamento devemos conhecer muito bem as atividades envolvidas, pode-se partir de três premissas: Local de trabalho; Condições de trabalho; Organização do trabalho.
  • Local de trabalhoDefinir: Tipo da construção Pavimentação Revestimento Iluminação Ventilação Conforto
  • Condições de TrabalhoLevantar quais as condições em que o trabalho é feito: Equipamentos disponíveis Mobiliário Instalações Posição de trabalho
  • Organização de TrabalhoLevantar como o trabalho é organizado, como se dá a comunicação entre o setor avaliado e outros setores, se as atividades realizadas são realmente necessárias ou se podem ser melhoradas ou até mesmo reavaliadas.
  • Identificação dos perigosOs perigos podem ser identificados dividindo-se o trabalho em ações e em cada etapa do trabalho responder a seguinte pergunta: O que pode dar errado? Utilizar técnicas de avaliação de riscos
  • Plano de AçãoDevem ser elaborados planos de ação para cada risco analisado e qualificado, quanto mais detalhados esses planos de ação mais exequíveis eles serão, portanto nunca é demais detalhar e pensar muito bem em como esses planos serão implementados. O que fazer? Quando fazer? Quem vai fazer? Como vai ser feito?
  • Plano de AçãoO plano de ação deve conter ainda uma forma de avaliação para que se possa mensurar os resultados de sua implementação e se for o caso fazer os ajustes necessários.
  • Análise do Problema PROBLEMA Risco deProteção do queimadura por Condiçãooperador projeção de insegura na ( EPI´s) metal ou inspeção dasnão eficaz. irradiação. ventaneiras.
  • Solução Proposta“ Construção de um escudo de alumínio ( leve ), com vidro triplex, resistente ao calor ”
  • Descrição do processo de gerenciamento de riscos 15
  • Técnicas Inerentes a cada etapaRisco (Risk): Expressa WHAT-IF (WI)uma probabilidade depossíveis danos dentro deum período específico de TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC)tempo ou número de ciclosoperacionais, ANÁLISEAnálise PreliminarFALHA E EFEITOS- ANÁLISE DE MODOS DE de Risco (APR) ou DE OPERABILIDADE DE PERIGOSPerigo (Hazard): uma (AMFE)Perigos (APP). HAZard and OPerability Studies (HAZOP)ou mais condições deuma variável compotencial para causardanos ManagementdeDE ÁRVORE DE EVENTOS(AAF) Análise Oversighte Conseqüências (AAE) ANÁLISEpor Diagrama DE FALHAS (ACC) Análise DE ÁRVORE Risk Tree (MORT) ANÁLISE Causas and de Blocos (ADB) 16
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS, ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC) TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC) WHAT-IF (WI) WHAT-IF (WI) 17
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC) TIPO: Análise operacional, qualitativa. TIPO: Análise operacional, qualitativa. APLICAÇÃO: Fase operacional de sistemas e tratamento dos APLICAÇÃO: Fase operacional de sistemas e tratamento dos riscos que representam. riscos que representam. OBJETIVOS: Detecção de Incidentes e Tratamento dos Riscos OBJETIVOS: Detecção de Incidentes e Tratamento dos Riscos que representam. que representam. PRINCÍPIOS/METODOLOGIA: Obtenção de dados sobre os PRINCÍPIOS/METODOLOGIA: Obtenção de dados sobre os incidentes críticos através de entrevistas com “observadores- incidentes críticos através de entrevistas com “observadores- participantes” de uma amostra aleatória estratificada. participantes” de uma amostra aleatória estratificada. 18
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC) BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Elenco de Incidentes Críticos BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Elenco de Incidentes Críticos presentes no sistema. Prevenção e correção dos riscos Antes presentes no sistema. Prevenção e correção dos riscos Antes que os mesmos se manifestem através de eventos catastróficos. que os mesmos se manifestem através de eventos catastróficos. OBSERVAÇÕES: Simplicidade de aplicação e flexibilidade. OBSERVAÇÕES: Simplicidade de aplicação e flexibilidade. Obtenção de informações sobre os riscos que não seriam Obtenção de informações sobre os riscos que não seriam detectáveis por outras formas de investigação. detectáveis por outras formas de investigação. 19
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  Desastre – Comissão pede que Airbus faça aviões mais seguros (de Paris) Relatório preliminar:as causas do Airbus A-320, que A Comissão que apura Relatório preliminar: caiu dia 20 de janeiro em Estrasburgo (nordeste da 1. Instalação de87um alarme que que três ao piloto 1. Instalação de um alarme que indique ao piloto França) e matou pessoas, sugeriu indique a aproximação do solo; modificações sejam introduzidas no aparelho para a aproximação do solo; aumentar suas condições de segurança. 2. A alteração do formato de um dos botões de 2. A alteração do formato de um dos botões de comando para diferencia-lo de outro parecido; comando para diferencia-lo de outro parecido; A comissão deve se pronunciar sobre as causas do 3. Instalação de um equipamento que emita sinais 3. Instalação de um equipamento que emita sinais acidente dentro de dez ou 15 dias. (JBM) indicando a localização do avião em caso de indicando a localização do avião em caso de acidente. acidente. 20
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS What-if / Checklist (WIC) O que aconteceria se? E se? 21
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  WHAT-IF (WI) / CHECKLIST Tipo: Análise Geral, Qualitativa Tipo: Análise Geral, Qualitativa APLICAÇÃO: Ideal como primeira abordagem na análise de APLICAÇÃO: Ideal como primeira abordagem na análise de riscos de processo, inclusive na fase de projeto ou pré- riscos de processo, inclusive na fase de projeto ou pré- operacional. operacional. OBJETIVOS: Identificação e tratamento de riscos. OBJETIVOS: Identificação e tratamento de riscos. 22
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  WHAT-IF (WI) / CHECKLIST PRINCÍPIOS //METODOLOGIA: O WIC é um procedimento de PRINCÍPIOS METODOLOGIA: O WIC é um procedimento de revisão de riscos de processos que se desenvolve através de revisão de riscos de processos que se desenvolve através de reuniões, questionamento de procedimentos, instalações etc.., de reuniões, questionamento de procedimentos, instalações etc.., de um processo, gerando também soluções para os problemas um processo, gerando também soluções para os problemas levantados. Utiliza-se de uma sistemática técnico-administrativa levantados. Utiliza-se de uma sistemática técnico-administrativa que inclui princípios de dinâmica de grupos. O WIC, uma vez que inclui princípios de dinâmica de grupos. O WIC, uma vez utilizado, é aplicado periodicamente. utilizado, é aplicado periodicamente. 23
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  WHAT-IF (WI) / CHECKLIST BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Revisão de um largo espectro de BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Revisão de um largo espectro de riscos. Consenso entre as áreas de atuação (produção, riscos. Consenso entre as áreas de atuação (produção, processo, segurança) sobre a operação segura da planta. Gera processo, segurança) sobre a operação segura da planta. Gera um relatório detalhado, de fácil entendimento, que é também um um relatório detalhado, de fácil entendimento, que é também um material de treinamento e base de revisões futuras .. material de treinamento e base de revisões futuras OBSERVAÇÕES: O WIC possui uma estruturação e sistemática OBSERVAÇÕES: O WIC possui uma estruturação e sistemática capaz de ser altamente exaustivo na detecção de riscos. capaz de ser altamente exaustivo na detecção de riscos. Excelente como primeiro ataque de qualquer situação, seja já Excelente como primeiro ataque de qualquer situação, seja já operacional ou não, sua utilidade não está limitada às empresas operacional ou não, sua utilidade não está limitada às empresas de processo. de processo. 24
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS, ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS  WHAT-IF (WI) / CHECKLIST - Planilha O que Observação eAtividade aconteceria se? Causas Consequências Recomendação
  • EXERCÍCIO Considere e Atividade: Lavar roupa utilizando a máquina lavadora automática1. Liste a sequência de atividades, para lavar 5 kg de roupa utilizando a lavadora de roupa automática.2. Utilizando a planilha WI, indique na primeira coluna da planilha cada uma das atividades listadas no item anterior.3. Para cada uma das atividades faça a pergunta O que aconteceria se . . . ? e preencha todas as outras colunas da planilha.Atividade O que Causas Consequências Observação e aconteceria se? RecomendaçãoSeleção Fossem Falta de Roupas escuras Criar critério de separaçãode roupas misturadas critério ou com fiapos claros entre roupas claras e escuras roupas claras com conhecimento Roupas claras e instruir o responsável ela escuras manchadas de atividade escuroSeleção Fossem Falta de Roupas boas sujas Criar critério de separaçãode roupas misturadas critério ou por fiapos entre roupas boas e instruir o roupas boas e conhecimento responsável pela atividade ruins
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS (APR) Tipo: Análise Inicial, Qualitativa Tipo: Análise Inicial, Qualitativa APLICAÇÃO: Fase de projeto ou desenvolvimento de qualquer APLICAÇÃO: Fase de projeto ou desenvolvimento de qualquer novo processo, produto ou sistema. novo processo, produto ou sistema. OBJETIVOS: Determinação de Riscos e medidas preventivas OBJETIVOS: Determinação de Riscos e medidas preventivas antes da fase operacional. antes da fase operacional. 27
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS (APR) PRINCÍPIOS //METODOLOGIA: Revisão geral de aspectos de PRINCÍPIOS METODOLOGIA: Revisão geral de aspectos de segurança através de um formato padrão, levantado-se causas e segurança através de um formato padrão, levantado-se causas e efeitos de cada risco, medidas de prevenção ou correção e efeitos de cada risco, medidas de prevenção ou correção e caracterizando-se os riscos para priorização de ações. caracterizando-se os riscos para priorização de ações. BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Elenco de medidas de controle de BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Elenco de medidas de controle de riscos desde o início operacional do sistema. Permite revisões de riscos desde o início operacional do sistema. Permite revisões de Projeto em tempo hábil no sentido de maior segurança. Definição Projeto em tempo hábil no sentido de maior segurança. Definição de responsabilidade no controle de riscos. de responsabilidade no controle de riscos. 28
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS (APR) OBSERVAÇÕES: de grande importância para novos sistemas de OBSERVAÇÕES: de grande importância para novos sistemas de alta inovação. Apesar de seu esforço básico de análise inicial é alta inovação. Apesar de seu esforço básico de análise inicial é muito útil como revisão geral de segurança em sistemas já muito útil como revisão geral de segurança em sistemas já operacionais, revelando aspectos as vezes despercebidos operacionais, revelando aspectos as vezes despercebidos 29
  • PLANILHA DE APREmpresa:Processo:Intenção Projetada: Risco Possíveis Consequências Categoria Ações Requeridas Causas Freq. Sever. Risco 30
  • CATEGORIA DE FREQUÊNCIA DE OCORRÊNCIA DOEVENTOA- PROVÁVELB- RAZOAVELMENTE PROVÁVELC- REMOTAD- EXTREMAMENTE REMOTA 31
  • SEVERIDADE DAS CONSEQÜÊNCIAS DO EVENTOCAT. NOME CARACTERÍSTICAS I DESPREZÍVEL • Ausência de lesões. Possibilidade apenas de casos de primeiros socorros ou tratamento médico menor; • Sem danos, ou danos não significativos as instalações e equipamentos; • Não comprometimento significativo do meio ambiente. II MARGINAL • Lesões moderadas a trabalhadores ou habitantes; • Danos moderados às instalações e equipamentos; • Degradação moderada do meio ambiente, porém passível de controle através de equipamentos e medidas operacionais adequadas. III CRÍTICA • Lesões severas ou impactantes; • Danos severos às instalações e equipamentos; necessita manutenção corretiva imediata; • Danos relevantes ao meio ambiente, necessita medidas emergênciais. IV CATASTRÓFICA • Morte ou lesões impactantes entre trabalhadores e/ou população; • Perda de instalações e equipamentos; • Severa degradação ambiental, com alterações populacionais e/ou estruturais ou danos irreparáveis ao meio ambiente. 32
  • MATRIZ DE RISCOS S E V E R I D A D E P I II II IV R O A B A B B I L I C D A D D E1 DESPREZÍVEL2 MENOR3 MODERADO4 SÉRIO5 CATASTRÓFICO 33
  • EXEMPLO DE APR Conta a mitologia grega que o Rei Minos, de Creta, mandouaprisionar Dédalo e seu filho Ícaro, na parte montanhosa da ilha. Com objetivo de escapar da Grécia Dédalo idealizou fabricar asas;o que fez habilidosamente com penas, linho e cera de abelhas. Antes da partida, Dédalo advertiu a Ícaro que tomasse cuidadoquanto a seu curso: • Se voasse muito baixo, as ondas molhariam as penas; • Se voasse muito alto, o sol derreteria a cera e ele cairia no mar; E ele cairia no mar! Essa advertência, uma das primeiras análises de riscos que sepode citar, define o que hoje chama-se Análise Preliminar de Riscos -APR. 34
  • PLANILHA DE APREmpresa: DÉDALO E ÍCARO MEProcesso: FUGA DE CRETAIntenção Projetada: VOAR UTILIZANDO ASAS. Risco Possíveis Consequências Categoria Ações Requeridas Causas Freq. Sever. Risco1- Radiação -Voar muito alto 1.1- O calor A IV V 1.1.1- Provertérmica do sol em presença derrete a cera orientação quanto a vôo muito alto. de forte que une as radiação. penas: Não 1.1.2- Restringir sustentação área da superfície aerodinâmica com aerodinâmica, linho, entre aeronauta pode aeronautas. morrer no mar.2- Umidade - Voar muito 2.1- Asas A IV Velevada perto da lamina absorvem água 2.1.1- Advertir d’água aumentando aeronauta para peso do voar a meia conjunto – altura – o sol aeraonauta mantêm as asas pode morrer no secas. mar 35
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  • EXERCÍCIO Considere e Atividade Risco para troca de pneu em Rodovia Utilizar a planilha da APR. Analisar os riscos. Situação: sozinho no seu carro, no acostamento e na rodovia. Atitudes: descer do carro, pegar o macaco e o step. Quais riscos o motorista está correndo? Quais as causas desses riscos? Quais os riscos quais os níveis de severidade? Que controles deveria ter para impedir que esses perigos ocorressem?
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS FMEA Failure Mode and Effects Analysis AMFE Analise de Modos de Falha e Efeitos 38
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS (AMFE) TIPO: Análise detalhada, quantitativa //qualitativa TIPO: Análise detalhada, quantitativa qualitativa APLICAÇÃO: Riscos associados a falhas em equipamentos. APLICAÇÃO: Riscos associados a falhas em equipamentos. OBJETIVOS: Determinação de falhas de efeito crítico e OBJETIVOS: Determinação de falhas de efeito crítico e componentes críticos, análise da confiabilidade de conjuntos de componentes críticos, análise da confiabilidade de conjuntos de equipamentos e sistemas. equipamentos e sistemas. 39
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS (AMFE) PRICÍPIOS //METODOLOGIA: Determinar os modos de falha de PRICÍPIOS METODOLOGIA: Determinar os modos de falha de componentes e seus efeitos em outros componentes e no componentes e seus efeitos em outros componentes e no sistema. Determinar meios de detecção e compensação das sistema. Determinar meios de detecção e compensação das falhas e reparos necessários. Categorizar falhas para priorização falhas e reparos necessários. Categorizar falhas para priorização das ações corretivas. das ações corretivas. 40
  • TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS,ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS  ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS (AMFE) BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Redução de falhas no BENEFÍCIOS E RESULTADOS: Redução de falhas no desenvolvimento, produção e utilização do produto. Prevenção ao desenvolvimento, produção e utilização do produto. Prevenção ao invés de detecção. Redução do tempo e do custo no invés de detecção. Redução do tempo e do custo no desenvolvimento de produtos. Fontes de dados para critérios de desenvolvimento de produtos. Fontes de dados para critérios de manutenção. Critérios para planejamento e aplicação de inspeção e manutenção. Critérios para planejamento e aplicação de inspeção e ensaios. Integração entre departamentos envolvidos. Documentação ensaios. Integração entre departamentos envolvidos. Documentação do conhecimento que a empresa tem do produto e da sua fabricação. do conhecimento que a empresa tem do produto e da sua fabricação. OBSERVAÇÕES: Ações frente as falhas: OBSERVAÇÕES: Ações frente as falhas: ••Açãode contenção (provisórias e internas) Ação de contenção (provisórias e internas) ••Açãocorretiva Ação corretiva ••Açãopreventiva Ação preventiva 41
  • SEQUÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO AMFE1.Definir a equipe responsável pela execução;2.Definir os itens do Sistema que serão considerados e dividir os subsistemasque podem ser controlados. Traçar diagramas de blocos funcionais dosistema e subsistemas, para determinar os inter-relacionamentos existentes;3.Preparação Previa e Coleta de dados (CHECKLIST dos componentes decada subsistema e sua função específica);4.Identificação dos modos de falha e seus efeitos;5.Identificação de causas das falhas; 6.Identificação dos Controles Atuais dedetecção das falhas;7.Determinação dos índices de Ocorrência, Severidade, Detecção e Risco;8.Analise das recomendações;9.Revisão dos procedimentos;10.Preenchimentos dos Formulários de AMFE, a partir, das listas deverificação;11.Reflexão sobre o processo
  • Equipamentos instalados nas salas de compressores: reservatório de arcomprimido; resfriador intermediário (inter-cooler); resfriador posterior (aftercooler); separador de condensado; purgador; silenciador; filtros; acessórios;desumidificador para secagem do ar em certas aplicações especiais.
  • EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA MODELO DE PLANILHA AMFECliente: AMFE de Processo AMFE nº 001/09Código: Pagina 01/01Item Responsável de projeto Data da FMEA (inicio) __/__/__Função Modo de Efeito S Causa O Controle de D N Ação Resp.Grupo de Trabalhode Falha Potencial Preparado E Mecanismo por C Processo E Data __/__/__ - Revisão 00/00 P Rec. eProcesso/ Potencial de falha V Potencial O Atual T R Prazo Resultados da açãoProduto E de falha R E Ações S O D N R R C Tomada E C E P I E Ç s V O T R D N Ã A C O D I E ARequisitos * NPR (NUMERO DE PRIORIDADE DE RISCO)
  • GRAU DE SEVERIDADE - AMFEEFEITO CRITÉRIO INDICEMuito alto Grande interrupção na produção 7Alto Pequena interrupção na produção 6Moderado Pequena interrupção na produção 5Baixo Uma parte dos produtos deve ser selecionado 4Muito baixo Uma parte dos produtos deve ser retrabalhado 3 fora da estação de trabalhoMenor muito Uma parte dos produtos deve ser retrabalhado, 2menor defeito notado por alguns clientesNenhum Não afeta o produto e não prejudica o processo 1
  • GRAU DE OCORRÊNCIA - AMFEPROBABILIDADE DE TAXAS DE FALHAS INDICEFALHAS POSSIVEISMuito alto 1 em 10 5Alto 1 em 29 4Moderado 1 em 50 3Baixo 1 em 100 2Remoto 1 em 1000 1
  • GRAU DE DETECÇÃO - AMFEDETECÇÃO CRITÉRIO INDICERemota Chance remota de que o controle detecte 5 a falha subsequenteMuito baixa Pequena interrupção na produção 4Baixa Pequena interrupção na produção 3Moderada Uma parte dos produtos deve ser 2 selecionadoAlta Uma parte dos produtos deve ser retrabalhado fora da estação de trabalho 1
  • NPRNumero de Prioridade de Risco É o produto da Severidade, Ocorrência e Detecção Avaliado como em um diagrama de ParetoSempre que houver uma nota ALTA de Severidade, deve ser dada atenção especial a esta falha independente do valor do NPR.
  • A SIMPLICIDADE DO MAPA DE RISCOS  Mapa e Mapeamento de Riscos Ambientais
  • Definições Mapa de riscos:Representação gráfica do mapeamento de riscos ambientais
  • Definições Mapeamento de Riscos ambientais: O MAPEAMENTO DE RISCO é um levantamento dos locais de trabalho apontando os riscos que são sentidos e observados pelos próprios trabalhadores de acordo com a sua sensibilidade.
  • Mapeamento dos riscos ambientaisPor Que Fazer ? Estes riscos podem prejudicar o bom andamento da seção, portanto, devem ser identificados, avaliados e controlados de forma correta.
  • Dificuldade ? A maior dificuldade das empresas no mapeamento dos riscos ambientais, está na falta de capacidade, informação e subsídios técnicos para identificar, avaliar e controlar os riscos existentes dentro de seus processo produtivos. Os MAPAS DE RISCO, devem ser refeitos a cada gestão da CIPA.
  • BenefíciosPara a empresa: Facilita a administração da prevenção de acidentes e de doenças do trabalho; Ganho da qualidade e produtividade; Aumento de lucros diretamente; Informa os riscos aos quais o trabalhador estáexpostos, cumprindo assim dispositivos legais.
  • BenefíciosPara os trabalhadores Propicia o conhecimento dos riscos que podem estar sujeitos os colaboradores; Fornece dados importantes relativos a sua saúde; Conscientiza quanto ao uso dos EPI ´s.
  • Informações ? Os MAPAS DE RISCO contém, ainda informações como o número de trabalhadores expostos ao risco e especificação do agente. (Ex.Local laboratório: químico - ácido clorídrico - 5 colaboradores).
  • MAPA DE RISCOS Objetivosa) reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa;b) possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e di- vulgação de informações entre os trabalhadores, bem como estimular a sua participação nas atividades de prevenção. C25
  • MAPA DE RISCOS AMBIENTAISMAPA DE RISCOS AMBIENTAIS --Providências -- Providências LEVANTAMENTO DOS RISCOS ELABORAR O MAPA AFIXAR O MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS PARA CONHECIMENTO DOS TRABALHADORES PROPOR MEDIDAS CORRETIVAS C26
  • MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS Quem elabora? Quem elabora?  CIPA (*) – NR 5 – Item 5.16 – a (legislação)  TRABALHADORES de todos os setores do estabelecimento (*) (*) Com colaboração do SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho Imprescindível a participação dos TRABALHADORES devido ao:IMPORTANTE • CONHECIMENTO DA ÁREA • ENVOLVIMENTO COM OS RISCOS
  • Representação gráfica do MAPADE RISCOS O mapa de riscos é representado graficamente, através de círculos de cores (conforme tabela anexa) e tamanhos proporcionalmente diferentes (riscos pequeno médio e grande), sobre o Layout da empresa e deve ficar afixado em local visível a todos os trabalhadores.
  • MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS O significado O significado PEQUENO MÉDIO GRANDE CÍRCULO = GRAU DE INTENSIDADE • VERDE Físicos • VERMELHO Químicos • MARROM BiológicosCOR = TIPO DO RISCO • AMARELO Ergonômicos • AZUL De Acidentes
  • FACILIDADE E SIMPLICIDADEPara fazer o Lay-out.  Dica: Utilizando ferramentas de desenho no Word ou Powerpoint, inserir linhas e na opção formatar auto forma definir o tamanho.Para inserir círculos  Dica: Utilizando ferramentas de desenho (auto formas) no Word ou Powerpoint, inserir círculos e semicírculos e na opção formatar auto forma definir o tamanho e a cor. Exemplo: Inserir figura - auto formas - círculo ou 5 5 semicírculo e formatar. Inserir e centralizar uma caixa de texto para identificar o número de trabalhadores expostos ao risco e outra ao lado ou abaixo para identificar o risco.
  • CORES USADAS NO MAPA DE RISCOS Nome e logotipo da empresa MAPA DE RISCOS – CIPA Gestão 2001/2002 Nome do Setor LEGENDA: CORES TAMANHO DOS CIRCULOS INDICA RISCO PEQUENO INDICA RISCOS FÍSICOS INDICA RISCOS QUÍMICOS INDICA RISCO MÉDIO INDICA RISCOS BIOLÓGICOS INDICA RISCOS ERGONÔMICOS INDICA RISCO GRANDE INDICA RISCOS DE ACIDENTES Os números dentro dos círculos indicam quantos funcionários estão expostos ao risco.
  • EXEMPLO DE MAPA DE RISCO 02 Box Box Dep. lixo Café Box Box D.M.L 01 Shaft 07 05 03 01 06 06 Corte / perfuração Postura inadequada Iluminação inadequada Microorganismos Box Box Box Box Área técnica Apoio Espera 08 06 04 02 H Acesso Serviço 08 08 Acesso a saída de emergência Hall Iluminação inadequada Postura inadequada Microorganismos Recepção Entrada Acesso a saída de emergência SAÍDA DE Espera Elevador Elevador W.C W.C Feminino Masculino EMERGÊNCIA GRADAÇÃO DE RISCOS DEFINIÇÃO DOS RISCOS EXTINTORES DE INCÊNDIO DADOS DA EMPRESA Ruído; vibrações; radiações não ionizantes; frio; calor; pressões anormais; umidade. Risco Pequeno Poeiras; fumos; neblinas; gases; vapores; substâncias compostas ou produtos químicos em PQS - Pó Químico Seco geral. Unidade Madureira Rua: Américo Brasiliense, 135 Risco Médio Vírus; bactérias; fungos; parasitas; bacilos. CO2 - Gás Carbônico Pavimento Térreo Esforço físico intenso; levantamento e transporte manual de peso; controle rígido de produtividade; imposição de ritmos excessivos; trabalho em turno e noturno; jornadas de trabalho prolongadas; Risco Grande monotonia e repetitividade; outras situações causadoras de estresse físico e/ou psíquico. MAPA DE RISCO GESTÃO 2003 / 2004 AP - Água Pressurizada Arranjo físico inadequado; máquinas e equipamentos sem proteção; iluminação inadequada; TOTAL DE FUNCIONÁRIOS DO ESTABELECIMENTOO número localizado no interior do círculo eletricidade; probabilidade de incêndio ou explosão; armazenamento inadequado; animaissignifica a quantidade de funcionário expostos HOMENS 03 MULHERES 14 peçonhentos; outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes.a determinado risco.
  • EXEMPLO DE MAPA DE RISCO 02 Box Esteira Microorganismos 10 corte / perfuração 02 Vestiário Microorganismos Coleta / Antecâmara Feminino Vacina Corte / Perfuração Preparo Microorganismos Corte / perfuração Curva Glicêmica Espera Área Técnica Box 09 UP H Copa Acesso a saída de emergência Acesso a saída de emergência 01 Iluminação 07 deficiente Produto químico Impressão de etiquetas W.C Cliente W.C Hall Hall Cliente Digitação W.C W.C Espera Feminino Masculino Vestiário 02 Elevador Elevador Masculino Postura inadequada Ultrassonografia Ultrassonografia 02 Laudos Radiação não ionizante Microorganismos GRADAÇÃO DE RISCOS DEFINIÇÃO DOS RISCOS EXTINTORES DE INCÊNDIO DADOS DA EMPRESA Ruído; vibrações; radiações não ionizantes; frio; calor; pressões anormais; Risco Pequeno umidade. Poeiras; fumos; neblinas; gases; vapores; substâncias compostas ou produtos químicos PQS - Pó Químico Seco em geral. Unidade Madureira Rua: Américo Brasiliense, 135 Risco Médio Vírus; bactérias; fungos; parasitas; bacilos. CO2 - Gás Carbônico 1º Pavimento Esforço físico intenso; levantamento e transporte manual de peso; controle rígido de produtividade; imposição de ritmos excessivos; trabalho em turno e noturno; jornadas de trabalho prolongadas; Risco Grande monotonia e repetitividade; outras situações causadoras de estresse físico e/ou psíquico. MAPA DE RISCO GESTÃO 2003 / 2004 AP - Água Pressurizada Arranjo físico inadequado; máquinas e equipamentos sem proteção; iluminação inadequada; TOTAL DE FUNCIONÁRIOS DO ESTABELECIMENTOO número localizado no interior do círculo eletricidade; probabilidade de incêndio ou explosão; armazenamento inadequado; animaissignifica a quantidade de funcionário expostos HOMENS 03 MULHERES 14 peçonhentos; outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes.a determinado risco.
  • EXEMPLO DE MAPA DE RISCO